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Educação Ambiental: Abordagens e Perspectivas

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Educação Ambiental: Abordagens e Perspectivas
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GAMA, Altamir Almeida da [1]

GAMA, Altamir Almeida da. Educação Ambiental: Abordagens e Perspectivas. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Edição 07. Ano 02, Vol. 03. pp 52-60, Outubro de 2017. ISSN:2448-0959

RESUMO

A preocupação básica deste artigo esta relacionada com a Educação Ambiental no processo educativo. Ele tem como objetivo abordar e analisar perspectivas dando fundamentos e norteando o leitor a ter uma visão mais ampla sobre o tema, levando em consideração fatores essenciais para melhoria da educação. Realizou-se uma pesquisa bibliográfica considerando as contribuições de autores como REIGOTA (1995), MAZZOTTI (2002), FAZENDA (2005), CARVALHO (2004), LIBÂNEO (2005) entre outros, procurando enfatizar parte do contexto da Educação Ambiental e sua importância nos fatores de ensino-aprendizagem, de modo a garantir que o processo educativo aconteça com qualidade.

Palavras-chave: Educação Ambiental, Abordagens, Perspectivas.

Introdução

O presente trabalho tem como tema educação ambiental abordagem e perspectivas, ele tem como objetivo abordar e analisar perspectivas dando fundamentos e norteando o leitor a ter uma visão mais ampla sobre o tema, levando em consideração fatores essenciais para melhoria da educação.

Nesta perspectiva, construiu-se questões que nortearam este trabalho:

  • Qual o papel da escola e a finalidade da educação ambiental no ensino contextualizado?
  • Quais os princípios da ação humana e a questão ambiental frente ao avanço tecnológico e o capitalismo?

Quando se procura direcionar as ações para a melhoria das condições de vida no mundo, são grandes os desafios que se apresentam; um deles está relacionado à mudança de atitudes para com o que diz respeito ao patrimônio básico para a vida humana: o meio ambiente.

Dai a necessidade de um trabalho que vise o despertar para uma consciência crítica a respeito de tal realidade. Um trabalho que evidencie a importância da Educação Ambiental, na perspectiva do surgimento de outra forma de analisar o ambiente; com responsabilidade e comprometimento, na luta por sua potencialização, conservando-o saudável no presente e para o futuro. Para isso, é fundamental que todos trabalhem em parceria, com atitudes, formação de valores e procedimentos contribuidores de mudanças através de uma pedagogia sustentável.

Neste contexto, o objetivo desse artigo é abordar e dar subsídios e fundamentos norteando o leitor a ter uma visão mais ampla sobre o tema, levando em consideração fatores essenciais para melhoria da educação.

Para alcançar os objetivos propostos, utilizou-se como recurso metodológico, a pesquisa bibliográfica, realizada a partir da análise pormenorizada de materiais já publicados na literatura.

O texto final foi fundamentado nas ideias e concepções de autores como: REIGOTA (1995), MAZZOTTI (2002), FAZENDA (2005), CARVALHO (2004), entre outros que analisam questões ambientais e dão destaques para uma Educação Ambiental sensibilizadora que gere cidadãos conscientes da essencial importância de se preservar o meio ambiente e os seres vivos.

Desenvolvimento

Educação ambiental: conceito, finalidade, princípios da ação humana e o meio tecnológico capitalista.

A Educação Ambiental é fundamentada pela lei 9.795 de abril de 1999. Feldmann (1993) afirma que essa lei expõe os seguintes artigos e parágrafos:

Art.1° Entende-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o individuo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competência voltada para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

Art.5° São objetivos fundamentais da educação ambiental:

IV – O incentivo à participação individual e coletiva, permanente e responsável, na preservação do equilíbrio do meio ambiente, entendendo-se a defesa da qualidade ambiental como um valor inseparável do exercício da cidadania.

Nestes artigos são analisados que o poder público preconiza desenvolver direitos e deveres nos diferentes grupos da sociedade, coordenações pautadas em melhorias sustentáveis do planeta. É proveitoso e potencial do contexto escolar em conscientizar alunos, família, e todos os participantes, a efetivar práticas educativas beneficiadoras do meio ambiente.

Dessa forma, de acordo com Brasil (1997) a educação assume mais uma demanda quando faz a seguinte observação:

O professor precisará conhecer mais amplamente os conceitos e os procedimentos da área para poder abordá-los de modo adequado. Embora o mais importante não seja conseguir que os alunos dominem os conceitos mencionados na proposta de conteúdos, especialmente os mais complexos como o meio ambiente, diversidade e sustentabilidade. Cabe ao professor conhece-los cada vez melhor para que, a partir deste conceito, possa integrar os diversos conteúdos e abordar a realidade natural e social de forma abrangente e rica, mostrando como seus elementos interconectam-se, cumprimentam e interagem entre si (Brasil, 1997, p.77).

Com isso, percebe-se a necessidade de buscar soluções que possam conceituar o planejamento de forma racional sobre a dimensão do agis onde estas propostas interatuem nas práticas cotidianas do âmbito escolar, para com isso ocorrer à multidisciplinaridade.

Para Mazzotti (2002) a problematização e o entendimento das consequências de alterações no ambiente permitem compreendê-las como algo produzido pela mão humana, desde os primórdios da humanidade. Desde quando surgiu na Terra, o ser humano utiliza a natureza para a sua sobrevivência.

Ainda segundo o autor no início o ser humano sobrevivia coletando produtos vegetais, caçando animais e pescando. Posteriormente, viu que era possível reproduzir plantas e animais, pela pratica da agropecuária, o que lhe permitiu assegurar a sua sobrevivência, possibilitando que população humana crescesse.

À medida que a humanidade aumenta sua capacidade de intervir na natureza para satisfação de necessidades e desejos crescentes, surgem tensões e conflitos quanto ao uso do espaço e dos recursos.

Para o mesmo autor quando se trata de discutir a questão ambiental, nem sempre se explicita o peso que tem as relações de mercado, de grupos de interesses na determinação das condições do meio ambiente, ou seja, nem sempre se considera em tais discussões aquilo que da margem à interpretação dos principais danos ambientais como resultado de um processo de desenvolvimento capitalista.

A solução dos problemas ambientais no decorrer da história tem sido considerada cada vez mais urgente para garantir o futuro da humanidade e depende da relação que se estabelece entre sociedade/natureza, tanto na dimensão coletiva quanto na individual. Isso significa dizer, que a perspectiva ambiental consiste num modo de ver o mundo no qual se evidenciam as inter-relações e a interdependência dos diversos elementos na constituição e manutenção da vida (BRZEZINSK, 2005, P. 64).

Mazzotti (2002) afirma apesar da compreensão dos problemas ambientais como decorrentes do processo de desenvolvimento da humanidade, é preciso considerar que a partir dos séculos XV e XVI, a revolução nas técnicas de navegação permitiu uma maior distribuição da população no mundo, como também a miscigenação de povos de continentes distantes e a implantação do capitalismo como sistema econômico e social. Isso significa dizer que, a partir desses séculos, um modelo de civilização se impôs, alicerçado na industrialização, com sua forma de produção e organização do trabalho, a mecanização da agricultura, o uso intenso de agrotóxicos e a concentração populacional nas cidades.

O autor ainda acrescenta que a exploração dos recursos naturais se intensificou muito e adquiriu outra característica, a partir da revelação da indústria e do desenvolvimento de novas tecnologias, associadas ao processo de formação de um mercado mundial que comporta desde a matéria-prima até a construção dos mais sofisticados produtos que se tornaram demanda mundial para esse mesmo mercado.

Diante disso, não resta duvida de que, com o crescimento da população mundial através dos séculos, os espaços naturais tinham de ser ocupados pelos seres humanos. Entretanto, o que se discute hoje em dia é a necessidade de buscar novas alternativas para as relações entre as sociedades e a natureza. Tais relações, não podem ser pautadas ou orientadas pela exploração insensata e irresponsável dos recursos naturais, pois já existe a compreensão de que o modelo de vida baseado no consumo ou no desperdício, que por sua vez é resultado do capitalismo que se pratica em escala global, precisa urgentemente ser revisto, pois é ele o responsável pela destruição da natureza ou dos ecossistemas. Para tanto, surgiram ideias de que é possível o mundo desenvolver-se economicamente, desde que adote o modelo autossustentável. Este se baseia na exploração racional dos recursos naturais na preservação do maio ambiente, na manutenção do equilíbrio ecológico e no combate às desigualdades sociais e econômicas entre as pessoas e as nações.

Essa é uma questão que precisa ser debatida em profundidade, pois a manutenção do modelo econômico que estamos vivendo, estruturado na sociedade de consumo, já mostrou a sua incapacidade de conciliar lucro, respeito e cuidado para com o meio ambiente.

À medida que tal modelo de desenvolvimento provocou efeitos negativos mais graves, surgiram manifestações e movimentos que refletiam a consciência de parcelas da população sobre o perigo que a população corre ao afetar de forma tão violenta o seu meio ambiente. Em vários países, a preocupação com a preservação de espécies surgiu há muitos anos. No final do século passado, iniciaram-se manifestações pela preservação de ecossistemas naturais que culminaram na criação de Parques Nacionais de Conservação (FAZENDA, 2005, P. 105).

Lago (1984) comenta por volta da metade do século XX, ao conhecimento científico da ecologia somou-se um movimento ambientalista voltado no início, principalmente para a preservação de grandes áreas de ecossistemas “intocados” pelo ser humano, para conformar esse movimento, foram criados parques e reservas. Essa atitude ou luta dos ambientalistas não foi vista com bons olhos, uma vez que pregavam o afastamento do ser humano desses espaços, inviabilizando sua exploração econômica. A resistência partiu dos representantes de interesses capitalistas e de grupos de estudiosos que tinham uma visão diferente.

Toda essa situação nos remete a uma reflexão sobre a concepção de debater sobre como viabilizar o crescimento econômico das nações, explorando os recursos naturais da forma racional, debate esse, que se confronta de forma inevitável com o modelo de desenvolvimento econômico vigente.

Assim sendo, deve-se cuidar, para que o uso econômico dos bens da Terra pelos seres humanos tenha caráter de conservação, isto é, que gere o menor impacto possível e respeite as condições de renovação dos mesmos. Nos documentos assinados pela grande maioria dos países do mundo, incluindo-se o Brasil, fala-se em garantir o acesso de todos os bens econômicos e culturais necessários ao desenvolvimento pessoal e a uma boa qualidade de vida, relacionando-o com o conceito de sustentabilidade.

Portanto, o que se tem de questionar vai além da simples ação de reciclar, reaproveitar, ou ainda, reduzir o desperdício de recursos, estratégias que não fogem, por si, da lógica do desenvolvimento econômico. É preciso apontar para outras relações sociais, outros modos de vida que estão diretamente ligadas a Educação Ambiental.

Reigota (1995) afirma que a escola é o espaço social e o local onde o individuo dará sequência ao seu processo de socialização. É fundamental que cada sujeito desenvolva as suas potencialidades e adote posturas e comportamentos sociais construtivos, colaborando para a construção de uma sociedade socialmente justa, em um ambiente saudável. O que nela refere se valoriza, representa um exemplo daquilo que a sociedade deseja e aprova. Comportamentos ambientalmente corretos devem ser aprendidos na prática, no cotidiano da vida escolar, contribuindo para formação de cidadãos responsáveis.

É fundamental que cada um desenvolva as suas potencialidades e adote posturas pessoais e comportamentos sociais construtivos, colaborando para a construção de uma sociedade justa, em um ambiente saudável.

Com os conteúdos ambientais permeando todas as disciplinas do currículo e contextualizados com a realidade da comunidade, a escola ajudará o aluno a perceber a correlação dos fatos e a ter uma visão holística, ou seja, integral do mundo em que vive. Para isso a Educação Ambiental deve ser abordada de forma sistemática e transversal, em todos os níveis de ensino, assegurando a presença da dimensão ambiental de forma interdisciplinar nos currículos das diversas disciplinas e das atividades escolares (REIGOTA, 1998, P. 98).

Diante disso a educação ambiental no contexto escolar é de fundamental importância à discussão dos princípios da ação humana articulada as questões ambientais.

A Educação Ambiental: Ensino Contextualizado e sustentabilidade

De acordo com Carvalho (2004) a reforma do Ensino Fundamental prevê uma abordagem pedagógica que facilite a ponte entre a teoria e a prática e, nessa perspectiva, deve-se trabalhar o conteúdo científico de uma forma contextualizada, retirando o aluno da condição de expectador, envolvendo-o no estudo participativo de dimensões tanto da vida pessoal, como social e cultural.

Trabalhar com conhecimento contextualizado implica ter que abordar os Temas Transversais no processo de ensino e aprendizagem. Nesse sentido a escola necessita se abrir para a vida, fundamentar toda a sua ação na realidade cotidiana.

Para Ferreira (2005) a interdisciplinaridade perpassa todos os elementos do conhecimento, pressupondo a integração entre eles. Porém, é errado concluir que ela é só isso. A interdisciplinaridade está marcada por um movimento interrupto, criando ou recriando outros pontos para a discussão. Com isso, pode-se compreender que a mesma é e pode ser um fator que contribuiu de maneira significativa para o ensino, pois o mesmo trata de assuntos que podem ser abordados em varias disciplinas.

Tristão (2004) afirma que a realidade da sociedade contemporânea traduz-se na interação e na multiplicidade dos espaços bem com a aquisição que passa para permear as relações de ensino-aprendizagem e atribui significados a esses espaços criados pelo homem. O cenário epistemológico atual é de uma imbricada rede de conhecimento que se cruzam, entrecruzam, extrapolando fronteiras antes que rigorosíssimas, provocando incertezas e inseguranças em relação ao nosso saber.

Segundo a autora a escola apresenta-se como um espaço social que através do ideal educativo deve proporcionar um constante repensar de valores e posturas. Esse cenário nos leva a repensar, a redimensionar os limites e as fronteiras do conhecimento onde esta inserida a Educação Ambiental.

Gonçalves (2003) destaca no contexto da globalização e do novo papel dos organismos internacionais, os profissionais da educação passam a ter um papel fundamental como executores das políticas educacionais elaboradas como meio de ajustar a educação às exigências do mercado. E uma dessas exigências é a forma com que estes educadores lidam com a questão ambiental em sala de aula e fora dela.

A educação ambiental está ligada aos conceitos ou representações que se atribuiu ao Meio Ambiente. Isto vem se consolidando e tornando-se um parâmetro no estabelecimento de outro pensar, a educação do seu conjunto, haja vista, o numero de publicações, projetos, experiências e pessoas envolvidas com a temática, em todas as esferas.

Os trabalhos em educação ambiental devem desenvolver a sensibilidade, responsabilidade, competência e cidadania ambiental, o que vai além da sala de aula. A educação acontece como parte da ação humana de transformar a natureza em cultura, atribuindo-lhes sentidos, trazendo-a para o campo da compreensão e de experiência humana de estar no mundo e participar da vida de forma sustentável.

Carvalho (2004) a busca por relações sustentáveis obriga no momento a sociedade a desenvolver pesquisas e efetivar ações, mesmo que em pequena escala, para garantir minimamente a qualidade de vida no planeta, sustentabilidade, assim implica no uso dos recursos renováveis de qualitativamente adequada e em quantidades compatíveis coma capacidade de renovação. Além de relações sociais que permitam qualidade adequada de vida para todos.

Conclusão

Na atual conjuntura em que se vive tanto em esferas políticas, econômicas, educacionais e socioculturais, é quase impossível manter a chama da vontade, da disponibilidade e do amor, acima de tudo, acesa dentro dos profissionais que atuam no processo educativo de nossa sociedade e muito menos sensibilizar indivíduos sobre a importância das questões ambientais.

Devemos ousar inovar e caminhar, principalmente com intencionalidade em tudo aquilo que se faz, tendo em foco o que é melhor para o planeta e para nós, o papel da educação está centrado na construção de um mundo socialmente justo e ecologicamente equilibrado, o que requer responsabilidade individual e coletiva em níveis local, nacional e planetário. E é isso que se espera da Educação Ambiental.

Evidentemente, a educação sozinha não é suficiente para mudar os rumos do planeta, mas certamente é condição necessária para isso.

Assim sendo, esse estudo, reflete um pouco do panorama educativo ambiental por qual perpassa nossa sociedade. Como se percebeu, mesmo com todas as dificuldades, a Educação Ambiental ainda pode contribuir formando cidadãos, críticos e alto-conscientes de suas atitudes e realidades, bastando para isso todos agirem com maior compromisso e responsabilidade.

REFERÊNCIAS

BRASIL, Parâmetro Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. Brasília: CNE, 1997.

BRASIL, Constituição Federal. Brasília: CNE, 1988.

BRZENZINSKI, Iria. LDB Interpretada. Diversos Olhares se intercruzam. In Brzenzinski (org)- 9. Ed. São Paulo: Cortez, 2005.

CARVALHO, Izabel Cristina de Moura. A formação do sujeito ecológico. São Paulo: editora Cortez, 2004.

FELDMAN, Fábio. Dispõe sobre a Educação Ambiental, Institui a Política de Educação Ambienta e outras providências. Lei 9797, publicado 28/04/99 no Diário oficial da União. Brasília, 1999.

FERREIRA, Maria Eliza de M. P. Ciência e interdisciplinaridade. In Fazenda. Práticas Interdisciplinaridade na Escola. São Paulo: Cortez, 2005.

GONÇALVES, Luiz Alberto Oliveira. Curriculo e Políticas Públicas. Belo Horizonte: Moderna, 2005.

LAGO, Antônio. O que é Ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1984.

MAZZOTTI, Tarço Bonilha. Ciências da Educação. Rio de Janeiro: Moderna, 2002.

REIGOTA, Meio Ambiente e Representação Social. São Paulo: Cortez, 1995.

TRISTÃO, Martha. A educação ambiental na formação de professores. São Paulo: Facitec, 2004.

[1] Professor de 6º ao 9º do Ensino Fundamental no munício de Breves-Pá. Graduado em Biologia pela Universidade Vale do Acaraú – UVA, Graduado em Geografia pela Universidade do Estado do Pará – UEPA e pós graduando em Educação Ambiental e Sustentabilidade pela Universidade Candido Mendes – UCAM.

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Professor de 6º ao 9º do Ensino Fundamental no munício de Breves-Pá. Graduado em Biologia pela Universidade Vale do Acaraú – UVA, Graduado em Geografia pela Universidade do Estado do Pará – UEPA e pós graduando em Educação Ambiental e Sustentabilidade pela Universidade Candido Mendes - UCAM

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