O Sucesso da Comunicação no Exercício da Enfermagem Baseado na Evidência

0
1100
DOI: ESTE ARTIGO AINDA NÃO POSSUI DOI SOLICITAR AGORA!
PDF

SILVA, Ester Mendes da [1]

SILVA, Ester Mendes da. O Sucesso da Comunicação no Exercício da Enfermagem Baseado na Evidência. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 06, Vol. 07, pp. 48-58, Junho de 2018. ISSN:2448-0959

Resumo

A comunicação é entendida como um processo de transmissão e entendimento da informação é a interação dos homens. Existem dois tipos de comunicação a verbal e a não verbal. Enfatizamos a importância da comunicação verbal no exercício da enfermagem, contudo não ignoraremos a comunicação não verbal, pois para o profissional de enfermagem é de extrema importância interagir de todas as formas possíveis com seu ambiente de trabalho, pois comunicar é um instrumento básico para a continuidade de uma assistência segura. Vamos dar uma maior relevância para a comunicação documentada e registrada, uma vez que, os registros são fontes valiosas de evidência para a instituição e as partes interessadas. No processo assistencial o prontuário tem sido a principal fonte de informação, tendo como importância para analisar a evolução do cliente assistido, serve para defesa do profissional da saúde, retratam a qualidade do atendimento de enfermagem. Nesse contexto objetivo descrever a importância da comunicação verbal evidenciada nos registros de enfermagem. O estudo foi realizado de setembro a dezembro de 2012, trata-se de uma revisão bibliográfica. Foram utilizados no estudo livros, artigos e banco de dados Autárquicos. Os resultados apresentados têm como fonte referenciada aos autores.

Palavras Chave: Comunicação, Evidências de Enfermagem, Responsabilidade da Enfermagem.

Introdução

A comunicação é entendida como um processo de transmissão e entendimento da informação. Oportunidades para troca de mensagens. É o meio em que as pessoas se entendem e então desencadeiam ações, sejam estas, por expressão facial, opiniões, sentimentos e ideias, onde se espera mudanças comportamentais do receptor da informação pela mensagem recebida (TREVIZAM et al, 1998).

Corroborando com Ferreira et al (2009) a comunicação é um processo de interação dos homens, visto que, é na comunicação que se partilham ideias, havendo aceitação ou não das pessoas envolvidas nos processos de emissão (aquele que emite a mensagem) e recepção (aquele que recebe a mensagem). Existem dois tipos de comunicação, a verbal e a não verbal, conforme Silva (2005) a comunicação verbal é aquela em que as pessoas se expressam por linguagem escrita e falada, e a não verbal é a interação das pessoas sem utilizar as palavras.

Nesse aspecto, enfatizamos a importância da comunicação verbal no exercício da enfermagem, conforme Ferreira et al (2009) comunicar é um instrumento básico para a continuidade de uma assistência segura, eficaz e de qualidade. Para Santos e Bernardes (2010) é através da comunicação que desempenhamos nossas funções e garantimos a eficiência de um trabalho organizado, para tanto, estas informações devem ser repassadas de forma clara, uma vez que os receptores da mensagem podem apresentar dificuldades de entendimento fazendo com que a comunicação seja ineficaz.

Contudo não ignoraremos a comunicação não verbal, pois para o profissional de enfermagem é de extrema importância interagir de todas as formas possíveis com seu ambiente de trabalho, sejam elas: paciente/profissional – profissional/profissional, considerando que este tipo de comunicação pode complementar a comunicação verbal (SILVA; 2005).

Diante do exposto, vamos dar uma maior relevância para a comunicação documentada e registrada, uma vez que, os registros são fontes valiosas de evidência para a instituição e as partes interessadas, conforme Possari (2005) no processo assistencial o prontuário tem sido a principal fonte de informação, tendo como importância para analisar a evolução do cliente assistido, serve para defesa do profissional da saúde, retratam a qualidade do atendimento de enfermagem, o grau com que as informações são repassadas e entendidas, refletem o grau de preparo dos profissionais e favorece a continuidade do trabalho nos diferentes plantões e áreas de assistência na instituição de saúde, constitui um meio básico e imprescindível de comunicação entre toda a equipe multiprofissional, promovendo uma assistência integral e qualificada.

Com a afirmativa dos autores Potter e Perry (2004) a documentação reflete a qualidade do cuidado e fornece a evidência da responsabilidade de cada membro da equipe. Como membro da equipe, as enfermeiras precisam comunicar as informações sobre os clientes, de forma exata, efetiva e regular no tempo. O resultado da comunicação inadequada pode afetar o tratamento contínuo do cliente. O prontuário é uma fonte valiosa de dados utilizada por todos os membros da equipe de saúde, suas finalidades englobam a comunicação, o faturamento financeiro, a educação, a avaliação, a pesquisa, a auditagem e a documentação legal.

Nesse contexto, torna-se relevante a busca de conhecimentos para aperfeiçoar a prática do exercício da enfermagem com qualidade e comprovação dos serviços prestados. Objetivo descrever a importância da comunicação verbal evidenciada nos registros de enfermagem, sendo este um importante documento facilitador na transmissão de mensagens entre os profissionais em saúde.

Metodologia

Trata-se de estudo de revisão bibliográfica, realizado no período de setembro a dezembro de 2012. Foram utilizados livros. Artigos, publicados e indexados nas bases de dados virtuais consideradas pelos centros internacionais da Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Eletronic Librany Online (SCIELO), relatos oficiais da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Banco de dados autárquicos.

Utilizaram-se os seguintes descritores: Comunicação; Evidências de Enfermagem; Responsabilidade da Enfermagem.  Onde alguns critérios foram utilizados para os artigos selecionados, como publicações no idioma português e textos completos, publicados no período de 1998 a 2011, com temas específicos e afinidades de assuntos com ideias pontuais e relevantes dos autores.

Foram incluídos no estudo três livros, seis artigos, alguns artigos do código de ética de enfermagem do conselho federal de enfermagem e alguns artigos da deliberação do conselho regional de enfermagem de Minas Gerais.

Resultados

De acordo com a temática pesquisa, os resultados apresentados têm como fonte referenciada aos autores. Onde do estudo realizado: 18,3% banco de dados autárquicos. 27,2 % livros e 54,5% em artigos publicados.

No quadro I, destaco algumas relevâncias do estudo, onde existem pontos de mesma importância por autores.

% Relevância dos assuntos
85 % O processo de comunicação é fundamental para o desenvolvimento do trabalho em equipe.
80 % A comunicação é o aspecto mais importante no processo do cuidado.
72.7 % Para um adequado gerenciamento da organização tem como fator essencial a comunicação.
63.6 % A importância de a evidência no fazer da enfermagem como respaldo legal.
45,5 % Refere o (a) enfermeiro (a) como intermediador na dificuldade de entendimento da informação (transmissor e receptor).
36,3% A comunicação é um processo educativo.
27.3% A importância da enfermagem nos processos das comunicações complementares (verbal e não verbal).

Fonte. Quadro I. Assuntos de mesma relevância entre os autores. Belo Horizonte, MG, 2012.

Discussão

O processo de comunicação retrata a qualidade, a criatividade e a habilidade do profissional em enfermagem, devendo este ter a capacidade de ouvir e permitir que todas as pessoas envolvidas na transmissão e recepção da mensagem, explore com potencialidade a informação recebida. O enfermeiro deve levar em consideração a comunicação verbal e a complementação desta, a comunicação não verbal; visando que a mensagem seja recebida adequadamente e conforme o desejado (SANTOS; BERNARDES, 2010).

Ferreira et al (2009) ressalta a importância do saber ouvir e falar, como fatores primordiais na comunicação e no processo de cuidar. Declara ainda, que os registros da enfermagem quando bem descritos e uma comunicação efetiva, demonstra a qualidade da assistência diferenciando a classe profissional. Portanto, os registros é o meio de interação entre profissionais, garantindo a segurança e a qualidade dos cuidados prestados.

De acordo com Oliveira et al (2005) devemos considerar que a comunicação ocorra no processo da transmissão da mensagem para não perder o sentido e ser prejudicada, visto que, no contexto saúde/assistência a comunicação tem que ser planejada e adequada de acordo o grau de instrução de cada pessoa. Corroborando Oriá et al (2004) diz que a comunicação é parte fundamental no processo de planejamento para o alcance dos objetivos. Reafirmando, Oliveira et al (2005) diz que a comunicação reflete o grau da capacidade técnica e da qualidade dos serviços assistenciais em saúde.

Silva (2005) ressalta que para uma comunicação escrita efetiva, os registros devem ser objetivos e completos, não deve ser providos das impressões pessoais. Descreve ainda que não temos a facilidade de escrever ou registrar informações transcendentes aos cuidados (aspectos físicos e psíquicos, social e espiritual do paciente). Informa também que não temos preparo para relatar com objetividade toda a interação construída no processo de cuidado, e que também não somos dispostos de uma linguagem sem variação e regular, dificultando nossa objetividade na escrita.

O cuidar e o comunicar são essenciais para o fazer em enfermagem, sendo relevante no que diz respeito ao cuidado humanizado e de qualidade. Portanto, a sistematização do cuidado e a efetividade da comunicação devem ser registradas para viabilizar as informações, uma vez que os registros são respaldo legal para exercer a profissão em enfermagem, contribuindo para o seguimento dos cuidados (Oriá et al; 2004).

A escrita é um pensamento mais elaborado, onde filtramos as emoções, mas isso não significa que na escrita não há emoções, sendo estas transmitidas pelas pontuações. Para a equipe de saúde o prontuário é o documento mais valioso para troca de informações, possibilitando o cuidado, o valor assistencial e a qualificação dos serviços prestados. Ainda é um documento com finalidade á respaldar legalmente (Silva; 2005).

Na descrição dos autores Potter e Perry (2004) um registro caracterizado demonstram a competência da equipe de saúde e o quanto ela se importa em oferecer uma assistência de qualidade e comprometimento com a instituição relevando as vantagens para todos: cliente/profissional/instituição. Onde, usar a escrita de forma clara, concisa e cronológica. Registrar todas as informações obtidas ou adquiridas após os cuidados prestados, sendo estes cuidados rotineiros ou específicos. Não deixar nenhuma informação em oculto que possa dificultar o serviço da equipe multiprofissional, isso reflete nosso cuidado e auxilia no tratamento, além de refletir as condições bio-psico-socio-espirituais do cliente. Usar termos e siglas da literatura ou padronizadas pela instituição. No final de cada registro não esquecer a data, hora, assinatura legível de quem executou o cuidado e carimbo.

Na visão de Ferreira et al (2009) a comunicação escrita deve estar registrada, pois reflete a capacidade da atuação da enfermagem. A segurança com que são repassadas as informações. A garantia e a continuidade do cuidado. A interação e a integração e a complementariedade de uma informação para a outra de diferentes profissionais. A escrita serve para tirar dúvidas e é o respaldo legal que garante o fazer do profissional. Além disso envolve o direito do cliente saber todo o processo de cuidados que o envolve.

Por isso se faz necessário descrever algumas responsabilidade, deveres e proibições da enfermagem determinadas na resolução COFEN Nº 311/2007, código de ética dos profissionais de enfermagem ordenadas em alguns artigos:

Art. 25 – Registrar no prontuário do paciente as informações inerentes e indispensáveis ao processo do cuidar.

Art. 41 – Prestar informações, escritas e verbais, completas e fidedignas necessárias para assegurar a continuidade da assistência.

Art. 68 – Registrar no prontuário e em outros documentos próprios da Enfermagem informações referentes ao processo de cuidar da pessoa.

Art. 71 – Incentivar e criar condições para registrar as informações inerentes e indispensáveis ao processo de cuidar.

Art. 72 – Registrar as informações inerentes e indispensáveis ao processo de cuidar de forma clara, objetiva e completa. É proibida a enfermagem:

Art. 35 – Registrar informações parciais e inverídicas sobre a assistência prestada.

Art. 42 – Assinar as ações de Enfermagem que não executou, bem como permitir que suas ações sejam assinadas por outro profissional.

Ainda na deliberação COREN-MG 135/00, normatiza no Estado de Minas Gerais os princípios gerais para ações que constituem a documentação da enfermagem:

Art.1º – O registro deve ser claro, objetivo, preciso, com letra legível e sem rasuras.

Art.2º – Após o registro deve constar à identificação do autor

constando nome, COREN-MG e carimbo.

Art.3º – O registro deve constar em impresso devidamente identificado com dados do cliente ou paciente, e complementado com data e hora.

Art.4º – O registro deve conter subsídios para permitir a continuidade do planejamento dos cuidados de enfermagem nas diferentes fases e para o planejamento assistencial da equipe multiprofissional.

Art.5º – O registro deve permitir e favorecer elementos administrativos e clínicos para auditoria em enfermagem.

Art.6º – O registro deve fazer parte do prontuário do cliente ou paciente e servir de fonte de dados para processo administrativo, legal, de ensino e pesquisa.

Art.7º – Os registros podem ser do tipo: Manual; Escrito a tinta e nunca a lápis; Eletrônico; De acordo com a legislação vigente.

Recomendações: Os hospitais têm autoridade para definir as suas exigências de documentação, comprobatórios das ações de Enfermagem, desde que elas estejam comprometidas com os padrões éticos e legais e constem no manual de organização do serviço de enfermagem.

Com a afirmação de Oriá et al (2004) todo o processo de cuidado deve ser evidenciado, pois esta evidência oferece uma comunicação efetiva entre as equipes e contribui para a qualidade dos serviços prestados. Sendo assim ”a comunicação verbal escrita também é necessária, já que é uma ferramenta importante de sustentação do processo de cuidar” (Santos; Bernardes, 2010, p. 363).

Portanto a comunicação é um fator imprescindível para o desenvolvimento dos serviços de saúde, uma vez ineficaz, interfere no processo de cuidado e sua continuidade multidisciplinar, valendo ressaltar como algumas referências destacaram a importância da educação permanente e continuada na rotina de uma instituição hospitalar, visto que, a comunicação e a evidência são processos educativos que qualificam os serviços prestados. Negreiros et al (2010) afirma o quanto é importante investir em educação continuada, tendo como tema: comunicação, para mostrar a efetivação de uma mensagem quando bem transmitida, entendida e evidenciada.

Corroborando Oriá et al (2004) diz que a educação continuada referida a comunicação é de suma importância para a perceptibilidade da enfermagem quanto a satisfação das necessidades especificas e inerentes do paciente, esclarecendo as dúvidas de acordo com o grau de entendimento das informações transmitidas e recebidas. Por isso, ”a comunicação é fator de interferência na dinâmica de funcionamento de qualquer instituição de saúde, sendo fundamental para o desenvolvimento do trabalho” (Santos; Bernardes. 201, p.365).

Considerações finais

Percebeu-se que após a revisão de literatura, alguns autores destacaram negativamente o processo de comunicação entre uma equipe multidisciplinar e a dificuldade de entendimento das informações descritas. Estes mesmos autores declaram a importância de uma educação continuada como um processo de qualificação dos serviços prestados.

Sendo assim, após uma reflexão, se faz necessário adquirir conhecimentos e atualizar-se para que o processo de comunicação não se perca dentro da instituição, visto que, a comunicação escrita é o meio mais propicio a tirar as dúvidas de quem recebe a mensagem, pois no processo de comunicação existem falhas no que se refere a adequações gramaticais da linguagem formal, exatidão, brevidade, legibilidade, identificação e terminologia técnica.

Portando, a documentação e o relato de qualidade são necessários para garantir o cuidado efetivo e individualizado do cliente. Um registro – completo, real, atualizado, exato e organizado, é um facilitador do trabalho em equipe, sendo de interesse de todos os profissionais que os resultados esperados sejam alcançados com sucesso, ao que se refere às necessidades do cliente.

Por isso, vale ressaltar que este estudo permitiu-me compreender melhor o desencadeamento do processo de comunicação e a importância dos envolvidos neste processo o transmissor e o receptor da mensagem e como se faz indispensável a comunicação ser fundamentada em evidência.

Referências bibliográficas

Código de ética dos profissionais de enfermagem. Deliberação COREN-MG 135/00. Minas Gerais, 10 de out. 2000. p 61.

Código de ética dos profissionais de enfermagem. Resolução COFEN N° 311/2007. Rio de Janeiro. 8 Fev. 2007.

FERREIRA, Grasiela S.G; BICUDO, Eliane. J; CARVALHO, Diane. A; POSSO,Maria Belen S; CHAGAS, Luciene Reginato. A importância da comunicação no processo de enfermagem: A visão do enfermeiro. XIII INIC. 2009. Disponível em: http://www.inicepg.univap.br/cd/INIC_2009/anais/arquivos/0148_0069_01.pdf. Acesso em: 31.07.2012

NEGREIROS, P.L; FERNENDES, M.O; COSTA, K.N.F.M; SILVA, G.R.F. Comunicação terapêutica entre enfermeiros e pacientes de uma unidade hospitalar. Rev . Eletr. Enf . [Internet]. 2010; (1):120-32. Disponível em: http://www.revistas.ufg.br/index.php/fen/article/view/9529. Acesso em: 31.07.2012

OLIVEIRA, Poliéria S de; NOREGA, Maria M Lima da; SILVA, Ana Tereza da; FILHA, Maira de O Ferreira. Comunicação terapêutica em enfermagem revelada nos depoimentos de pacientes internados em centro de terapia intensiva. Revista eletrônica de enfermagem, v. 7, n. 01, p. 54-63, 2005. Disponível em: http://www.revistas.ufg.br/index.php/fen/article/view/861. Acesso em: 31.07.2012

ORIÁ, Mônica O B; MORAES Leila M P; VICTOR, Janaina F. A comunicação como instrumento do enfermeiro para o cuidado emocional do cliente hospitalizado. Revista eletrônica de enfermagem, v. 6, n. 02, p. 292-297, 2004. Disponível em: http://www.fen.ufg.br/fen_revista/revista6_2/pdf/R4_comunica.pdf. Acesso em: 31.07.2012

POSSARI, João Francisco. Prontuário do paciente e os registros de enfermagem. São Paulo. Iatria. 2005. Cap 1.

POTTER, Patrícia A; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. 5° ed. Rio de Janeiro. GUANABARA KOOGAN, 2004. Cap. 24.

SANTOS, Maria Cláudia dos and BERNARDES, Andrea. Comunicação da equipe de enfermagem e a relação com a gerência nas instituições de saúde. Rev. Gaúcha Enferm. [online]. 2010, vol.31, n.2, pp. 359-366. ISSN 1983-1447. Disponível em:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1983-14472010000200022&script=sci_arttext. Acesso em: 31.07.2012

SILVA, Maria Julia Paes. Comunicação tem remédio: a comunicação nas relações interpessoais em saúde. 3º ed. São Paulo (SP): Editora Loyola; 2005.

TREVIZAN, M.A; MENDES, I.A.C.; FÁVERO, N.; MELO, M.R.A. da C. Liderança e comunicação no cenário da gestão em enfermagem. Rev. latino-am. enfermagem, Ribeirão Preto, v. 6, n. 5, p. 77-82, dezembro 1998. Disponível em: http://www.hu.ufsc.br/Enfermagem/lideranca.pdf. Acesso em: 31.07.2012

[1] Bacaharel em Enfermagem pelo centro Universitário Izabela Hendrix – Belo Horizonte – MG. Especialização em enfermagem Hospitalar Clínica Médica e Cirúrgica pelo Instituto de Pós-Graduação Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Bacharel em de Enfermagem

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here