A literatura infantil como recurso pedagógico na divulgação do conhecimento sobre a doença de Alzheimer

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ARTIGO ORIGINAL

OLIVEIRA, Leandro Ribeiro de [1]

OLIVEIRA, Leandro Ribeiro de. A literatura infantil como recurso pedagógico na divulgação do conhecimento sobre a doença de Alzheimer. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 03, Vol. 05, pp. 117-125. Março de 2019. ISSN: 2448-0959.

RESUMO

Atualmente, a população idosa vem aumentando graças aos avanços na medicina moderna. A longevidade assistida é resultado dos cuidados e tratamentos de algumas doenças que um dia foram vistas como algo incurável. Nesse cenário, com o aumento da idade avançada também aumenta o maior fator de risco para o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas como Alzheimer. Nas últimas décadas, vem sendo notada a necessidade de reflexão e replanejamento do papel da família devido ao convívio cada vez mais comum de diferentes gerações em um mesmo lar. Nesse contexto, a pesquisa feita com alunos de série inicial do ensino fundamental de uma escola da rede pública explorou o conceito que as crianças têm sobre os avós, a velhice e a doença de Alzheimer. Tradicionalmente, tem existido uma relação de parceria, carinho, compreensão e amor entre avós e netos, coexistindo de forma harmoniosa num mesmo espaço e tempo. Com isso, o papel das crianças toma amplo sentido, uma vez que elas, as crianças, assumem o protagonismo ao interagir de forma mais direita com seus avós em comparação com outros familiares, gerando espaços para a inclusão dos avós na família, além de condicionarmos as novas gerações para um convívio ético e respeitoso com futuros pacientes desta doença até então incontrolável.

Palavras-chave: Educação Infantil, Literatura infantil, Doença de Alzheimer, velhice.

INTRODUÇÃO

A Doença de Alzheimer (DA) é uma desordem neurodegenerativa, progressiva crônica caracterizada pela deterioração irreversível das funções cognitivas (Kumar e Singh, 2015). Após os 65 anos de idade, o risco de desenvolver a doença dobra a cada cinco anos e alguns estudos sugerem que em torno dos 85 anos, aproximadamente 50% dos indivíduos desenvolverão a enfermidade (Felsenstein et al., 2014). Um dia, foi constatado que um novo caso acontecia a cada sete segundos (Ferri et al., 2006), hoje, porém, de acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), um caso é diagnosticado a cada quatro segundos; a doença tem se tornado uma lenta pandemia e, para o ano de 2050, espera-se que um em cada 85 indivíduos sofra da DA (Brookmeyer et al., 2007). As alterações patológicas no cérebro de um paciente podem começar vinte anos antes ou mais dos sintomas clínicos se manifestarem (Reiman et al., 2012). No entanto, o diagnóstico definitivo pode ser feito somente com a autopsia (Castillo et al., 2016).

A DA pode ser classificada com base na idade de início, como: DA de início precoce e DA de início tardio. A primeira reflete entre 1% a 6% de todos os casos e manifesta-se mais ou menos entre os 30 e 60 anos; enquanto a segunda representa cerca de 90% dos casos e tem uma idade de início após os 60 anos de idade (Anand et al., 2014). O maior fator de risco é a idade avançada (Kaur et al., 2015).

Atualmente, o número de população idosa vem aumentando e muitos deles, contudo, fazem parte de uma geração de modelo familiar, na qual por fatores econômicos próprios de países em via de desenvolvimento, faz-se necessário o convívio de diferentes gerações em um mesmo lar. Isso, nas últimas décadas, tem levado a refletir e replanejar o papel da família e, em especial, das crianças frente à DA. Tradicionalmente, as crianças têm uma impressão positiva dos avós e mantêm com eles uma relação de carinho, confiança e amor. Nenhuma outra geração com histórias tão distintas quanto dos avós e dos netos conseguem coexistir de maneira harmoniosa num mesmo espaço e tempo.

Nas últimas décadas, diferentes abordagens terapêuticas para a doença de Alzheimer têm sido implementadas sem que se consiga mudar o curso da doença (Castillo et al., 2016). No entanto, a literatura infantil pode se tornar uma ferramenta importante frente à patologia, uma vez que ler ou escutar histórias implica participar das emoções próprias de cada personagem, permitindo vivenciar diferentes estados de ânimo, com os quais se ativam áreas cerebrais associadas com o processo semântico e linguístico, levando à formação de imagens mentais, o que contribui para diminuir a velocidade da degradação linguística e cognitiva nos pacientes atingidos pela enfermidade (González, 2015).

No cenário da doença, as crianças aparecem como protagonistas reais, uma vez que a literatura infantil transforma-se em valioso recurso pedagógico ao ensinar à criança, a partir da sua identificação com as protagonistas dos livros, a lidar com situações decorrentes de doenças que atingem um avô ou avó (Silveira e Silveira, 2016). A narrativa infantil é rica, uma vez que coexistem diferentes planos temporais, várias vozes secundárias com níveis semânticos pouco complexos, o que a torna acessível tanto para o jovem leitor quanto para o avô portador de uma memória frágil.

Uma das principais funções da educação infantil no contexto da DA é a de ajudar as crianças na aquisição do conhecimento e na gestão de emoções e valores que lhes permitam contribuir com a integração social e familiar de seus avós idosos, sadios e aqueles portadores de doenças associadas à memória, evitando assim a exclusão do entorno familiar. Diferentes estudos têm demonstrado que as crianças com a idade de seis anos têm uma alta capacidade para entender a doença e se adaptar a ela, desfrutando assim da relação com seus avós (Lizasoáin, 2007; Fruhauf, 2016). O presente trabalho explorou o conceito que as crianças têm sobre os avós, a velhice e a doença de Alzheimer.

Nesse sentido, o presente artigo objetiva apresentar a literatura infantil como recurso no desenvolvimento de uma sociedade mais justa, visando as crianças como protagonistas. Também corrobora para que possamos enxergar o idoso e a ideia de velhice a partir da perspectiva de uma criança ainda no início do processo socioeducacional; além de alertar para uma enfermidade presente e incontrolável.

METODOLOGIA

Sessenta e cinco alunos de ambos os sexos do 1º ano do ensino fundamental da EMEI Monsenhor João Telho, pertencente à rede pública do município de Tabapuã – São Paulo, participaram do bate-papo em forma de questionário. Justifica-se a escolha desse público por tratar-se de uma literatura direcionada a ele, além de pertencerem a uma faixa etária que mais compreende a falta de memória dos avós (LIZASOÁIN, 2007).

O questionário que conduziu a interação com as crianças continha perguntas de simples escolha, tais como: 1) ‘Você tem avós vivos?’; 2) ‘Você mora com seus avós?’; 3) ‘Você sabe o que é Alzheimer?’; 4) ‘Você gostaria de ser velho?’. Por tratar de um público bastante jovem e incipiente nos estudos, a professora de cada turma foi orientada a ler a pergunta com as crianças e verificar a marcação de cada uma das questões. Uma vez respondidos de forma livre e voluntária pelos alunos, os questionários foram analisados de forma quantitativa. Para efeitos práticos, as perguntas mais relevantes na composição da discussão são citadas com o resultado de cada figura.

Posteriormente, fez-se uma ‘explicação coletiva das respostas’, ou seja, foi dada a oportunidade de os alunos detalharem algumas de suas respostas. Segundo Milne (2006 apud Ferreira & Sarmento, 2008), as pesquisas, em sua maioria, perfilam as crianças a partir de um ponto de vista adultocêntrico ao ignorarem as indagações oriundas desse público. Durante o bate-papo-questionário, foram lidos alguns trechos previamente selecionados do livro ‘Tão perto… Tão longe’, de Silvana de Menezes, a fim de promover um ambiente de maior interação e liberdade de expressão para as crianças. O livre-pensamento das crianças era explorado conforme a leitura do trecho e a interpretação sobre o mesmo.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

No livro, a história é narrada por um menino de mais ou menos dez anos, que compartilhava parte do tempo livre com a avó, fosse durante as tardes, fosse durante as férias. A avó, portadora do mal de Alzheimer, era cuidada pela empregada. Ao longo da narrativa, o menino relata suas alegrias e suas angústias diante da doença da avó. Também se depara com conflitos internos, familiares, ciúme, raiva, desejos, entre outros.

No tocante do passar do tempo na companhia dos avós, os alunos investigados não se diferem muito do comportamento da história. Apenas 6% deles não têm os avós vivos, no entanto, é unânime entre os 94% que compartilham da presença dos avós dizerem que passam parte do dia e/ou as férias junto dos seus progenitores. Aprender a compartilhar do tempo de um idoso é importante para a criança e para o adulto. O idoso é guardador da nossa identidade e a doença de Alzheimer é o componente que inibe a segurança dessa memória. Ainda no sentido da importância do compartilhar momentos com os mais velhos, é interessante analisar a seguinte pergunta:

Figura 1 – Você mora com seus avós?

Fonte: Autoral.

Embora 75% dos alunos não morem na mesma casa que seus avós, muitos passam a tarde, às vezes até parte da noite, com eles. É sabido que as mulheres ganharam espaço no mercado de trabalho, bem como que algumas trabalham para complementar a renda do lar e que outras trabalham em razão da ausência do marido. Nesse sentido, os filhos acabam sendo criados pelos avós, os quais se encarregam de transmitir valores morais e sociais aos netos. Quanto à literatura, as pesquisas de temática social têm ganhado espaço cada vez mais amplo no Brasil e no mundo. Apesar disso, a literatura infanto-juvenil que estabelece uma sintonia entre discurso e universo científico precisa ser alvo de aprofundamentos (Aranha, 2011). Para outros autores, esse diálogo literário-científico trata-se de uma tendência recente na literatura para o público jovem e ensina a criança leitora a lidar com situações que atingem um avô ou uma avó (Silveira, 2014).

Seguindo com as passagens do livro, ainda que o personagem passe o tempo com uma senhora portadora de Alzheimer, isso não se configura um ‘não amadurecimento’ por parte do menino. Ele se desenvolve, dentro dos limites permissíveis dessa relação, de modo a ajudar nos cuidados da avó. Como bem relata Xavier (2013), o menino ri das pequenas coisas ou dos sintomas absurdos do Alzheimer ao mesmo tempo que compreende a evolução da doença como um caminho que todos devem passar um dia, querendo ou não. Esse amadurecimento vivenciado pelo protagonista é o que faltou para gerações passadas e é o que precisa ser trabalhado com essa nova geração. O mundo necessita de seres humanos que compreendam o próprio ser humano; que olhe para o idoso como um ser ativo na sociedade independente da idade que apresenta e não apenas como mais um ocupando espaço (Bossi, 1994). Nesse cenário atual de uma geração de adultos despreparados e uma geração de crianças podendo ser preparadas para o convívio em uma sociedade portadora de Alzheimer, faz-se pertinente o cruzamento das seguintes perguntas: Você tem avós vivos?’; ‘Seus pais conheceram os avós deles?’.

Figura 2 – Você tem avós vivos?

Fonte: Autoral.

Figura 3 – Seus pais conheceram os avós deles?

Fonte: Autoral.

Diante de um momento em que se assiste o avanço médico que possibilita a qualidade de vida e resulta em longevidade, o número de netos que conheceram seus avós passou de pouco mais de 80% para mais de 90%. Como no livro, as crianças precisam ser conscientizadas sobre a doença para que não cometam os mesmos erros que seus pais. Afinal de contas, segundo estudos, é possível que os atuais pais se tornem portadores da DA e as atuais crianças sejam os adultos responsáveis por cuidar-lhes. Portanto, faz-se pertinente que eduquemos os jovens para aceitarem uma realidade que é imposta ao ser humano a uma velocidade cada vez mais rápida.

No livro, o personagem passa por momentos de fragilidade ao deparar-se com reflexões feitas acerca do mal de Alzheimer. Sente-se triste ao ver o isolamento da avó e aflito ao pensar que viverá aquela situação diariamente. No entanto, passa a compreender melhor certas atitudes da avó em função dos sintomas provocados pela doença. Em relação a este conhecimento, o grupo pesquisado mostra que já é hora de oferecer-lhes insumo pertinente relacionado a esta enfermidade. Quando questionados se sabiam o que é Alzheimer, 82% responderam de forma negativa. É certo que são crianças do 1º ano, têm seis anos de idade, porém, os valores estão na base das ações e norteiam sentimentos e emoções (Ahmad, 2006). Portanto, serão internalizados com maior eficiência se ensinados o quanto antes. Sem mencionar que é um momento da vida da criança e também da vida do portador de Alzheimer em que ambos se entendem em função dos números restritos de produção verbal e oral produzidas por eles, embora seguindo em direções distintas: um em pleno desenvolvimento de determinadas habilidades, o outro no esquecimento do uso delas; o que os mentem nivelados e, então, sem conflitos.

Ainda assim, trilhando caminhos opostos, o mais jovem, ao desenvolver o mínimo necessário para refletir sobre situações da vida, passa a compreender melhor o sofrimento do mais velho e coloca-se preocupado com aquela situação. No livro, essa passagem é bem trabalhada pela autora:

Bem, chovia, e temi que vovó fugisse e tomasse toda aquela chuva e morresse. Corri feito louco, mas quando cheguei à sacada, vovó estava sentadinha em sua cadeira favorita, olhando a cortina cinza de água da chuva.

— Puxa, vó! Que susto! (Menezes, 2007)

A literatura, por meio do seu efeito verossímil, permite que o leitor jovem, possa se colocar no lugar dos personagens e vivenciar com eles os mesmos acontecimentos narrados dentro da história, o que os ensina a ser empáticos e a enfrentar diferentes estados de ânimo com os outros (Palo, 1986; González, 2015). Com isso, uma criança em contato com a literatura infantil com temática social experimenta desde muito cedo vivências de outras culturas, comunidades, de outras crianças. Desta forma, crescerá um adulto mais consciente do seu papel na sociedade e contribuirá para todos ao seu redor tenham uma vida digna, independente de o mundo ao seu redor ter memória ou não. Assim nasce a ética e a moral de que tanto se fala no campo da Educação.

CONCLUSÃO

É perceptível o efeito positivo da medicina na vida do ser humano, o qual se reflete na oportunidade que as famílias têm de compartilhar o cenário familiar com os avós, uma vez que resulta em qualidade de vida e longevidade. Desta forma, as crianças podem conhecer, conviver e compartilhar experiências com os mais velhos com mais frequência do que se via no passado. Aos olhos dos menores, os mais velhos, conhecidos como os avós são todos amigos dos pequenos; ainda assim, com seis anos, ninguém apresentou desejo de ser idoso.

Articulando a pesquisa com a leitura apresentada no livro, fica evidente que a literatura infantil transforma-se em estratégia na reinclusão do adulto maior na sociedade, principalmente quando este é portador de uma doença tão cruel como a DA. Ao mesmo tempo, é fácil constatar que o preparo dos menores, pautado na oferta dos enredos infanto-juvenis, converte-se em recurso promissor para um futuro de respeito entre futuros-adultos e possíveis-idosos-portadores-da-DA. Portanto, vemos a importância que é seguir explorando esse entrelace da relação criança/adulto dentro da literatura e da literatura dentro da Educação.

REFERÊNCIAS

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[1] Especialista em Cultura e Literatura, pela Faculdade de Educação São Luis, Jaboticabal-SP; graduado em Letras Português/Inglês, pelo Instituto Municipal de Ensino Superior – Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (IMES-FAFICA), Catanduva-SP, Professor de Ensino Superior.

Enviado: Abril, 2018.

Aprovado: Março, 2019.

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