Minimização das dificuldades de aprendizagem no ensino fundamental: Uma aprendizagem significativa em leitura e escrita

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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/minimizacao-das-dificuldades
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ARTIGO DE REVISÃO

BOREL, Jaqueline Fernandes [1]

BOREL, Jaqueline Fernandes. Minimização das dificuldades de aprendizagem no ensino fundamental: Uma aprendizagem significativa em leitura e escrita. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 08, Vol. 07, pp. 72-81. Agosto de 2019. ISSN: 2448-0959

RESUMO

Este estudo objetiva compreender os problemas de aprendizagem dos educandos concernentes à leitura e escrita no Ensino Fundamental II e a influência da função social da escola para o processo de aprendizagem da lecto-escrita, avaliando as estratégias metodológicas que favoreçam esse processo, por meio de pesquisa exploratória bibliográfica de natureza qualitativa. Este trabalho pretende promover o conhecimento da inter-relação entre a leitura e escrita com vistas a minimizar os problemas de aprendizagem dos educandos de quatro turmas do 6º ao 9º ano de uma escola pública municipal. Os resultados apontam que é necessário que os educadores desenvolvam novas estratégias para minimizar esses problemas. Assim, devem interpretar estas dificuldades, não como fracassos, mas como desafios a enfrentar.

Palavras-chave: Dificuldades, aprendizagem, educandos, Ensino Fundamental II.

INTRODUÇÃO

Ao se refletir sobre as questões relativas à educação, compreende-se que existem ainda muitos problemas a serem discutidos e solucionados. Dentre estes, encontra-se o dilema das dificuldades de aprendizagem em turmas do Ensino Fundamental em escolas municipais, que tem sido um dos alvos prediletos para abordagem em livros, encontros pedagógicos e nos cursos de formação de professores. Isso se deve ao recorrente fenômeno do fracasso escolar, que tem comprometido o processo de aprendizagem desde os primeiros anos da escolarização dos indivíduos.

Sabe-se que a aprendizagem é um processo complexo, em que inúmeros fatores estão envolvidos: relacionamento entre aluno e professor, aluno e família, organização curricular, metodologias, estratégias, recursos e fatores motivacionais como a autoestima, entre outros. Segundo Deese (1995, p. 209) “diferentes níveis de motivação provocam diferentes efeitos na quantidade de aprendizagem”.

Nesse sentido, cumpre questionar quais seriam as estratégias viáveis para conter os efeitos negativos desta problemática, apontando caminhos possíveis para o desenvolvimento da aprendizagem dos educandos. Para tanto, o objetivo macro deste trabalho é compreender os problemas de aprendizagem dos educandos concernentes à leitura e escrita e a influência da função social da escola para o processo de aprendizagem da lecto-escrita, avaliando as estratégias metodológicas que favoreçam esse processo.

O problema apresentado trata-se de questionar: Quais as estratégias utilizadas para se minimizar os problemas concernentes às dificuldades de aprendizagem de alunos do ensino fundamental? Como proporcionar aprendizagens significativas em leitura e escrita? Em que medida a função social da escola pode colaborar para o processo de aprendizagem da leitura e da escrita? Utilizou-se a pesquisa exploratória bibliográfica de natureza qualitativa e observação in loco para norteamento desse estudo.

Justifica-se, por tratar de um estudo cujo propósito é realizar investigações acerca das dificuldades de aprendizagem dos alunos do Ensino Fundamental – EF em algumas escolas do município de Teixeira de Freitas – BA. Tem por finalidade, também, a minimização das dificuldades de aprendizagem das turmas do EF, para que adquiram uma aprendizagem significativa em leitura e escrita.

FATORES IMPRESCINDÍVEIS PARA A CONSTRUÇÃO DA APRENDIZAGEM

Na relação existente de ensino e aprendizagem, independente do ambiente, dos conteúdos programáticos ou do momento, a motivação é um dos elementos fundamentais para a sua efetivação. Também a relação professor/aluno é de fundamental importância no processo de construção do conhecimento proporcionando o desenvolvimento do educando e a sua aprendizagem significativa.

Dessa forma, o professor torna possível os avanços no desenvolvimento da criança, sendo, portanto, um mediador da cultura que gera o conhecimento (CHALITA, 2004).

Os inúmeros conflitos nas escolas revelam que muitos profissionais ignoram a sua função no universo escolar, a de contribuir significativamente para a formação do educando, por meio do bom relacionamento, interação, afetividade, sendo a ausência desta última, uma das maiores carências dos alunos.

Na realidade, o que ocorre nas escolas é a existência de crianças em diferentes níveis, o que leva a orientação do trabalho do educador a partir dos ritmos individuais. Fato que explica a pluralidade existente na sala de aula. Trabalhar com essas crianças é estar constantemente em conflito, é sentir-se desafiado a compreender e identificar os comportamentos presentes no cotidiano da sala de aula e identificar os fatores que interferem durante o processo de alfabetização com as crianças, fatores estes que evidenciam sistematicamente dificuldades de aprendizagem na leitura e na escrita.

Para Libâneo (2013), o aluno aprende melhor fazendo por si próprio. O aluno necessita estar em um ambiente de aprendizagem que o coloque em situações que posam ser manifestadas a sua atividade intelectual, atividade de criação, de expressão verbal, escrita, plástica ou outro tipo. Deste modo, o centro da atividade escolar não é a disciplina a ser ministrada, não é o professor, é o aluno ativo e pesquisador. O professor é um mediador que incentiva e orienta, organizando, portanto, as situações de aprendizagem, adequando-as à capacidade e às características individuais dos alunos.

É necessário também aos educadores, o conhecimento teórico para estruturar a prática pedagógica consciente e produtiva, a fim de que possam ser estabelecidas as relações que se fazem imprescindíveis para que o processo educativo ocorra.

A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA CONCERNENTE À LECTO-ESCRITA

Numa visão preliminar, é possível compreender que a função social da escola é formar cidadãos. Visa proporcionar a aprendizagem significativa em leitura e escrita pelos educandos através da ação mediadora do educador.

Entretanto, esse papel social exercido pela escola, implica na aceitação de alguns conceitos historicamente estabelecidos no que diz respeito à relação entre escola e sociedade, uma vez que estas são interdependentes. Um destes conceitos, e talvez o principal, consiste na compreensão de que a escolarização é uma atividade exclusiva dos grupos humanos, que são capazes de transformar o meio em que vivem. Outra questão importante é conceber a educação como atividade cultural, necessária ao estabelecimento e manutenção das crenças e costumes de um povo. A este respeito, Ferreiro e Palácio (2003, p. 231) já diziam que,

Dentro do âmbito escolar, a presença e uso da língua escrita são constantes; por isso a escola costuma ser classificada representante da cultura letrada (literate culture) com todas as conotações que habitualmente se associam ao termo (grifo das autoras).

Observa-se, então, que uma das primeiras funções da escola é a transmissão da chamada cultura letrada, já que a aprendizagem da leitura e da escrita constituem o seu maior objetivo.

Investigar a função social da escola também implica em compreender a sua influência para as histórias de sucesso ou fracasso dos indivíduos. Considerando-se o papel fundamental da escola, que é o de garantir o acesso à leitura e a escrita, é necessário, pois, observar se este está realmente sendo cumprido. Assim, os PCN’s de Língua Portuguesa preceituam que,

É pela mediação da linguagem que a criança aprende os sentidos atribuídos pela cultura às coisas, ao mundo e às pessoas; é usando a linguagem que constrói sentidos sobre a vida, sobre si mesma, sobre a própria linguagem. Essas são as principais razões para, da perspectiva didática, tomar como ponto de partida os usos que o aluno já faz da língua ao chegar à escola, para ensinar-lhe aqueles que ainda não conhece. (BRASIL, 2001, p. 101).

Fica claro, a partir desta leitura, que a escola não pode fragmentar a sua função, ou mesmo, selecionar os indivíduos que terão acesso aos seus benefícios. Ao contrário, necessita ser o mais abrangente possível, em relação à aceitação de alunos de diversos níveis de aprendizagem, a fim de zelar pela garantia do direito ao acesso ao desenvolvimento da linguagem por parte dos indivíduos que nela interagem, sob pena de ser classificada como excludente.

ANÁLISE DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

No âmbito educativo, sabe-se que as dificuldades de aprendizagem refletem a incapacidade ou o impedimento que o alunado tem para a:

Aprendizagem da leitura, da escrita ou do cálculo influenciando na aquisição de aptidões sociais, […] interferem com a recepção, integração ou expressão de informações, caracterizando-se em uma discrepância acentuada entre o potencial estimado do aprendente e a sua realização escolar (MARTINAZZO, 2005, p. 3).

Trabalhar em sala de aula com as dificuldades de aprendizagem é complexo, exige conhecimentos prévios, pesquisas e um profundo conhecimento do assunto, e se possível, experiência, vivências com alunos, a priori, que apresentam essas dificuldades. Nesse contexto, é preciso observar as reações da criança: birras, dificuldade de contato, nível de compreensão, hiper e hipoatividade, dificuldade de relacionamento, apatia, falta de iniciativa, nível de exigência dos pais, distúrbios emocionais (ansiedade, depressão); reações de quem leva a criança à escola: limites, superproteção, descaso, agressões, entre outros fatores.

Conforme Correia e Martins (2005) é possível considerar um conjunto de fatores, como a motivação, a autoestima do aluno e o envolvimento dos pais, entre outros, que facilitará a aprendizagem e melhorará a qualidade do ensino ministrado. A paciência, o apoio, a afetividade entre educador e educando, além do encorajamento prestado pelo professor serão com certeza, os impulsionadores do sucesso escolar do aluno, abrindo-lhe novas perspectivas para o futuro.

Faz-se necessário que os profissionais da área educacional, tenham um maior entendimento sobre as questões emocionais relacionadas às dificuldades que interferem na sua aprendizagem como um todo, além de entender como os aspectos relacionados ao ambiente cultural/escolar e familiar afetam os discentes positiva ou negativamente em sua aprendizagem.

Nesse sentido, cumpre questionar quais seriam as estratégias viáveis para conter os efeitos negativos desta problemática, apontando caminhos possíveis para o desenvolvimento da aprendizagem dos educandos. Nesse caso, busca-se compreender os principais aspectos relativos à leitura e à escrita, a fim de refletir suas características, implicações e procedimentos.

ESTRATÉGIAS POSSÍVEIS PARA MINIMIZAR AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Trabalhar no campo da educação escolar é também contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade grafocêntrica, isto é, em que a leitura e escrita constituem pré-requisitos fundamentais para o entendimento e para as relações entre os indivíduos. Assim, a prática do educador mediante as atividades escolares deve ter como objetivo aguçar o gosto, o hábito e o reconhecimento da importância da leitura e da escrita (CARVALHO; MENDONÇA, 2006).

O ato de aprender a ler é o maior desafio que todas as crianças têm que enfrentar nas fases iniciais de sua escolarização, isto por que o mundo que as cerca é totalmente dominado por informações escritas (FERREIRO; PALÁCIO, 2003).

Urge à necessidade de reflexões sobre como interagir a prática psicopedagógica com a realidade social do aluno de acordo com as suas especificidades, o que contribuirá para a transformação da sociedade diante do desafio do conhecimento educacional, ao almejar atingir a aprendizagem significativa, formando ideias e explorando as diversidades culturais e sociais, o que tornará a aprendizagem mais efetiva e afetiva.

Partindo-se do ponto de vista de que a apreensão da leitura e da escrita constitui procedimentos complexos e os principais problemas de aprendizagem dos alunos do Ensino Fundamental, pode-se dizer que esta tarefa diz respeito a um exercício de coragem e persistência por parte do educador. Isto porque ele deverá se enquadrar em um sistema linguístico compartilhado pelos integrantes do seu grupo social, a partir de uma postura intensa de ação-reflexão dos educandos.

Para que ocorra uma aprendizagem eficaz e duradoura, é necessário que existam objetivos bem definidos e a reflexão por parte dos alunos em relação aos conteúdos. A aprendizagem significativa ocorre quando os alunos estão interessados em assimilar as informações passadas em sala de aula, transformando-as em conhecimentos.

De acordo com Haydt (2011, p. 75), “é a motivação interior do aluno que impulsiona e vitaliza o ato de estudar e aprender. Daí a importância da motivação no processo ensino-aprendizagem”. O professor pode e deve incentivar o aluno, despertando a sua atenção e polarizando-a de acordo com os interesses das disciplinas, deve também orientá-lo e canalizar positivamente as fontes de motivação que são inerentes ao indivíduo.

Cabe ao educador trabalhar com textos que evidenciem a realidade do educando, como forma de atraí-lo e concretizar o processo de aprendizagem. Portanto, quanto maior for o acesso à diversidade de textos e leituras, maior será a possibilidade de ampliação do conhecimento de mundo, de fazer inferências, de exercitar a compreensão de enunciados. Ergue-se, então, uma questão de ordem pedagógica, isto é, da importância de empreender uma prática relevante para o desenvolvimento da leitura e escrita por parte dos educandos.

Dentre as estratégias didáticas a serem utilizadas como suporte para a prática pedagógica, encontra-se a literatura infantil, que se trata de um instrumento de interferência na prática escolar. Ela contribui vigorosamente para estimular o imaginário da criança, fonte de autorrealização, espaço a ser desenvolvido e preservado, conduzindo-a ao reconhecimento de sua própria realidade circundante. Enfim, a “convivência de forma lúdica e prazerosa com os textos literários favorece a formação do espírito crítico do leitor, aguça o seu desejo de transformar a realidade, inserindo outras formas de ser e de estar no mundo” (CÓCCO; HAILER,1996, p. 12).

Deste modo, o educando passa a elaborar hipóteses, propõe construções linguísticas orais e escritas e se insere num processo de desenvolvimento contínuo, a fim de aperfeiçoar sua maneira de compreender a linguagem e estabelecer a comunicação. Todavia, para que atinja estes objetivos, torna-se necessário um acompanhamento efetivo por parte do educador com cada aluno de acordo com as suas dificuldades específicas de aprendizagem.

MATERIAL E MÉTODOS

Este estudo baseia-se em pesquisa acadêmica e exploratória de caráter bibliográfico, a partir de leituras de literaturas várias, fichamento e execução do texto. Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa. Para Lakatos e Marconi (2002, p. 71), a pesquisa qualitativa “coloca o pesquisador em contato direto com tudo aquilo que foi escrito sobre determinado assunto”.

O locus do objeto de pesquisa foi quatro turmas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental de uma Escola Municipal da cidade de Teixeira de Freitas-BA, em que foram observados alguns itens: Quais as dificuldades de aprendizagem apresentadas nessas turmas? Foi realizada uma pesquisa de campo, ao longo do 1º semestre de 2018 e início do 2º semestre, na referida escola, visando à observação in loco e à aquisição de dados.

Foram observadas, também, quais as estratégias utilizadas para minimizar as dificuldades apresentadas, uma vez que, conforme Albuquerque (2001), um aluno passa grande parte de sua vida na escola, e é justo que esta seja, no mínimo, um espaço prazeroso e que promova a aprendizagem significativa.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O estudo aponta que há uma relação existente entre a função social da escola e o desenvolvimento da lecto-escrita durante o processo de aprendizagem. Parte-se do princípio de que o papel da escola é formar cidadãos plenamente participativos na sociedade, no seu grupo social.

Para tanto, faz-se necessário avaliar procedimentos metodológicos que favoreçam esse processo. De maneira que, a ampliação do conhecimento e o seu desenvolvimento contínuo dependam diretamente da apreensão das competências linguísticas relativas à leitura e escrita.

É aí que surge o educador como potencial mediador da aprendizagem. Na realidade, ele faz parte da instituição escolar, que tem o objetivo de formar cidadãos. Então, constitui-se, por natureza, como corresponsável nesse processo.

Nesse caso, torna-se necessário dispor de atividades relevantes, estratégias práticas e de uma prática pedagógica dialógica, comprometida com o desenvolvimento dos educandos. Assim, ao se analisar o papel social da escola, compreende-se que está intimamente comprometido com a apreensão da leitura e da escrita, ou seja, com o desenvolvimento integral dos educandos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Independente da vontade dos alunos, pais e professores, algumas dessas dificuldades sempre existem na vida de alguns alunos. Nem sempre esforçar-se somente é o suficiente. Ninguém deseja tê-las, mas elas existem e não podem ser ignoradas, tendo em vista que causam sérios transtornos ao próprio aluno e também aos seus familiares.

O fenômeno do fracasso escolar tem comprometido o processo de aprendizagem desde os primeiros anos da escolarização dos indivíduos. Este problema, por sua vez, está relacionado a diversos fatores, tais como as dificuldades econômicas dos educandos, o despreparo de muitos educadores, devido à falta de acesso à formação ou capacitação durante a trajetória profissional ou mesmo à banalização da educação, se comparada a tantos atrativos oferecidos na sociedade, através da mídia.

A escola necessita democratizar a vivência de práticas de uso da leitura e da escrita em sala de aula, auxiliando o aluno a reconstruir essa invenção social, que é a lecto-escrita. Cabe à escola, então, apresentar estratégias inovadoras para que os alunos possam aprender a ler e escrever com proficiência, efetivamente, com a mediação do professor.

REFERÊNCIAS

ALBUQUERQUE, Targélia de Souza. Pedagogia da autonomia: saberes necessários á prática educativa. In: SOUZA, Ana Inês. Paulo Freire: vida e obra. São Paulo: Expressão Popular, 2001.

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEE, 2001.

CARVALHO, Maria Angélica Freire de; MENDONÇA, Rosa Helena (Orgs). Práticas de Leitura e Escrita. Brasília: Ministério da educação, 2006.

CHALITA, Gabriel. Educação: a solução está no afeto. São Paulo: Editora Gente, 2004.

CÓCCO, Maria Fernandes; HAILER, Marco Antônio. Didática da Alfabetização: decifrar o mundo. São Paulo: FTD, 1996.

CORREIA, L. M.; MARTINS, A. P.; Dificuldades de Aprendizagem: Que são? Como entendê-las? Rio de Janeiro: Biblioteca Digital, 2005.

DEESE, James. A Psicologia da Aprendizagem. São Paulo: Pioneira, 1995.

FERREIRO, Emília; PALÁCIO, Margarita Gomes. Os processos de leitura e escrita: novas perspectivas Porto Alegre: Artes Médicas, 2003.

HAYDT, Regina Célia Cazaux. Curso de Didática Geral. São Paulo: Ática, 2011.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação de dado. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2013.

MARTINAZZO, Lúcia Baroni. Distúrbios da Aprendizagem.Módulo I. Distúrbios de Aprendizagem do Núcleo de Educação a Distância – NEAD. Curso de Psicopedagogia, 2005, p. 3.

[1] Mestranda em Educação (Grendal University). Especialista em Língua Inglesa (FERLAGOS). Especialista em EJA (FAP). Especialista em Docência do Ensino Superior (FAP). Especialista em Mídias na Educação (UESB). Graduada em Letras Português e Inglês e Literaturas (UNEB).

Enviado: Julho, 2019.

Aprovado: Agosto, 2019.

 

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