Inglês como língua franca: teoria e implicações para a tradução

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ARTIGO ORIGINAL

LEAL, Luis Carlos Binotto [1], MARTIN, Fabiana [2]

LEAL, Luis Carlos Binotto. MARTIN, Fabiana. Inglês como língua franca: teoria e implicações para a tradução. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 10, Vol. 07, pp. 121-131 Outubro de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

Abordando a posição teórica do idioma inglês como uma língua franca global, este tem como objetivo elencar alguns desenvolvimentos teóricos nessa área, suas implicações no processo tradutório, bem como na Filosofia. As reflexões, aprofundadas nos tópicos I) teorizações sobre inglês como língua franca (ILF), II) desenvolvimentos e implicações no processo tradutório, focam num prisma analítico sobre o tema. Espera-se que as informações e reflexões aqui abordadas possam contribuir para o desenvolvimento no campo da tradução a respeito do paradigma Inglês como Língua Franca, suas questões, assim como suas implicações.

Palavras-chave: Inglês, Língua Franca, Tradução

INTRODUÇÃO

O ILF, acrônimo para English as Lingua Franca, vem sendo apropriado a grande parte das situações nas quais falantes de diferentes línguas maternas buscam comunicar-se entre si, a exemplo do paradigma das variantes nativizadas dos World Englishes (WEs), na atualidade, esse entendimento parece ser menos defendido, levando “a uma compreensão mais ampla da natureza da linguagem assim como das convenções de descrição linguística” (WIDDOWSON, 2012, p. 6).

Se definirmos ILF como “qualquer uso do inglês entre falantes de diferentes línguas maternas para quem ele é o meio de comunicação escolhido, e frequentemente, a única opção” (SEIDLHOFER, 2011, p.7), essa forma de comunicação, ILF deveria ser funcionalmente e não formalmente definido, já que não se trata de uma variedade de inglês, mas sim uma maneira variável de usá-lo (SEIDLHOFER, 2011, p.77).

Berns (2011) igualmente reconhece que ‘língua franca’ é o uso que se faz da língua, não devendo ser considerada uma variedade. De acordo com a pesquisadora, língua franca é um construto abstrato. Ela não é reconhecida de um modo particular que podemos afirmar que tenha determinada forma, pois será sempre diferente para aqueles que a usarem. Quando da utilização do IFL, poderemos encontrar nesse universo de falantes das mais de seis mil línguas ¨mães¨ identificadas no mundo, um alto grau de imprevisibilidade na dinâmica da interação, sendo possível concluir que sua codificação a partir de uma regularidade seria praticamente impossível, em face de seu diversificado uso.

O idioma Inglês, visto como Língua Franca (ILF), tem se apresentado como um campo de pesquisa em franco desenvolvimento, no qual, de forma marcante na última década e ao longo desse tempo, podemos verificar um número cada vez maior não somente de projetos de pesquisa, como na VOICE (Vienna-Oxford International Corpus of English) e o ELFA (English as a Língua Franca in Academic Settings), mas também de publicações como a do periódico, criado a não muito tempo, JELF (Journal of English as a Língua Franca).

Pesquisas no campo do IFL, também, em que pese o ILF surja como um conceito ainda pouco desenvolvido, vem sendo motivo de atenção e desenvolvimento de projetos e pesquisas no Brasil. A Rede Brasileira de Estudos sobre Inglês como Língua Franca, um grupo de pesquisa que se apresenta com o objetivo de tentar construir entendimentos sobre essa forma de comunicação se concretiza utilizando-se do idioma Inglês e suas diversas implicações na forma como ela é aprendida. Estudos no contexto têm sido realizados perseguindo uma perspectiva na qual o idioma Inglês deve ser, teoricamente, observado como uma língua franca de alcance global (SIQUEIRA, 2010; EL KADRI, 2010, 2013; BORDINI; GIMENEZ, 2014; CALVO; dentre outros).

Diante dessa contextualização, o objetivo do presente ensaio teórico é elencar alguns desenvolvimentos teóricos na área de ILF e suas implicações no processo tradutório. O texto foi estruturado da seguinte forma: inicialmente, apresenta-se o panorama das teorizações sobre ILF. Na sequência, trata-se das implicações para a tradução. Por fim, expõe-se as considerações finais e as referências.

DESENVOLVIMENTO

Em 1985, o linguista Braj Kachru desenvolveu e apresentou um modelo pioneiro de ¨World Englishses¨, no qual através de seu artigo, colocou como sugestão para o mundo, o que ele denominou como os ¨círculos do Inglês¨, colocando nesse, sua visão da forma como o idioma Inglês se propagou pelo mundo, através de três círculos de influência.

No círculo interior, denominado Inner Circle, ele afirma encontram-se os países nos quais o inglês é a língua materna (EUA, Reino Unido, Austrália, Irlanda, Canada). No círculo externo (Outer Circle) estão os países que tem a língua inglesa como segunda língua por alguma razão histórica ou cultural (Índia, Singapura, Nigeria, etc.). No último círculo, o círculo crescente (Expanding Circle) estão os demais países, nos quais o idioma Inglês é estudado como língua estrangeira (Brasil, Alemanha, México, Japão, China, etc.).

Outros teóricos e linguistas manifestaram-se sobre o artigo de Kachru. No livro Applied Linguistics, (KACHRU, B. 2009, pg. 389), afirma que;

enquanto o modelo de Kachru Three Circles of World Englishes (KACHRU, 1985, 1986, KACHRU; NELSON, 1996) tem sido altamente influente em destacar a mudança de distribuição e as funções do idioma Inglês, mas também foi criticado por sua incapacidade de explicar a heterogeneidade e a dinâmica do idioma – criando comunidades e perpetuando as próprias desigualdades e dicotomias que ela pretende combater.

Ao combinar a noção de mercados linguísticos de Bourdieu (1984, 1986, 1990) com os insights dos críticos do modelo, o livro desconstrói o modelo dos Três Círculos ao reinterpretá-lo como um modelo para o sistema de forças ideológicas que delimitam a criatividade local e a utilidade desse idioma no mundo. Tal reinterpretação pode ser uma maneira útil de explicar a performatividade do Inglês em diferentes comunidades sociolinguísticas em todo o mundo, estabelecendo pressuposições dominantes sobre a estrutura predominante do mercado linguístico global.

Dentre as inúmeras questões a serem debatidas sobre o IFL, evidencia-se a territorialidade do idioma Inglês e por consequência, sua conceituação, o que torna a discussão bastante mais ampla visto ser um campo em construção e naturalmente desprovido de afirmações incontestáveis. Entre inúmeras, uma das poucas premissas sobre a qual existe concordância entre os pesquisadores é aquela na qual se afirmar que o IFL é indubitavelmente variável (SEIDLHOFER, 2011; WIDDOWSON, 2012; 2014), embora variabilidade seja um traço comum em todas as línguas naturais.

IFL pode ser considerada uma “comunidade de prática e não “de fala”, ou seja, essa comunidade é constituída de participantes que almejam a comunicação cooperativa, valendo-se de recursos comuns. Em sua palestra “ILF and the pragmatics of language variation”, Henry Widdowson (2014), argumentou que o desinteresse por ILF pode derivar do fato de que as suas variações em relação a normas estabelecidas do inglês são tão aleatórias e irregulares que não podem ser caracterizadas como uma variedade, com sua comunidade distinta de usuários. E se não pode ser uma variedade, não se encaixaria no escopo da sociolinguística; se não puder ser uma variante dos “WEs”, não serve como modelo estável para o ensino.

Em contrapartida, Widdowson (2014) argumenta que o ILF se apresenta como nova área de pesquisa e que, por se tratar de um fenômeno relativamente recente, destaca-se exatamente por seu caráter inovador. Aos olhos desse estudioso, a ideia de que língua é instável, dinâmica e variável de tal forma que os sistemas estáticos de regras não conseguem explicá-la, tem sido amplamente discutida dentro da área da linguística. Nesta percepção, ele, além de contestar a ideia de que a noção de língua como emergente seja algo inovador, busca defender que se faz necessário buscar as continuidades e retoma conceitos da sociolinguística laboviana (tais como a maneira pela qual a língua leva à realização de ações específicas) para explicar a variabilidade caracterizadora das interações em situação de língua franca na qual o idioma Inglês é empregado.

Widdowson (2014) adota ainda o entendimento de que há legitimidade em regras variáveis, ou seja, o ILF não seria uma versão defeituosa do inglês, mas sim uma versão diferente deste e, portanto, contrária à visão de privação verbal. Nesse pensar, Widdowson (2014) afirma, então, que é possível comunicar-se sem demonstrar conformidade com o padrão. Dentro desse entendimento, pode-se verificar que, na avaliação da proficiência do idioma Inglês, em um aspecto universal de aprendizagem, esse não se encontra restrito a uma série de normas padrões do idioma, como escolarização, formada nos países do círculo central de Kachru (LOWENBERG, 2012, p. 84).

Em suma, no que se refere a teorizações sobre ILF, mostra-se evidente a necessidade de compreensão de que ILF não é uma variedade. Ao invés de comunidade de fala, por exemplo, postula-se “comunidades de prática”, sinalizando para sua instabilidade e para a prática da comunidade que se estabelece/se desenvolve a partir da interação dos membros em empreendimentos negociados conjuntamente, utilizando seus repertórios compartilhados.

O fator compartilhado é a não natividade do inglês e os sentidos são construídos no momento da interação, tendo em vista a ausência de uma cultura partilhada que dispensa a verbalização, por assim dizer, as formas emergentes surgem da necessidade de negociação dos sentidos e não exatamente preexistem ao momento interacional. De acordo com Juliane House, (Gambier, 2013), um dos desenvolvimentos mais influentes no uso mundial das línguas hoje é a disseminação do inglês em muitos contextos e gêneros em todo o mundo, com consequências também no campo da tradução.

Como dado informativo foi apresentado pela Direcção-Geral da Tradução da Comissão Europeia (DGT) (2009) uma amostra de que até 72,5% dos textos de origem traduzidos pela DGT (incluindo os que se originaram fora da Comissão) foram redigidos em inglês, não por falantes nativos do idioma, mas por falantes de inglês como língua franca (ILF), o que claramente vem demonstrar que as traduções realizadas não mais são de domínio exclusivo dos considerados portadores do idioma Inglês como língua mãe e assim provocando o desenvolvimento do uso do IFL no campo tradutório.

Juliane House (2013, p. 60), ainda ilustra dizendo: “Como uma linguagem de contato misto, uma língua franca é mais ou menos neutra, uma vez que não pertence a nenhuma língua nacional, comunidade nacional de idioma ou território nacional”.

Um importante fator, a globalização e o inquestionável avanço da tecnologia aparentam ser fatores de desenvolvimento do idioma Inglês como língua franca, visto que atendem à necessidade de uma comunicação rápida e eficiente. Uma vez que o objetivo principal de qualquer comunicação em língua franca é a inteligibilidade mútua na comunicação, a correção não tende ser um critério importante (COGO; DEWEY, 2012).

DESENVOLVIMENTOS DO ILF E SUAS IMPLICAÇÕES NO PROCESSO TRADUTÓRIO

Em que pese o crescente número de traduções sendo realizadas com base no IFL, até o momento, podem ser considerados inúmeros os estudos que documentam e avaliam se é como o ILF vem sendo apresentado e tratado nos cursos de formação, bem como impedem que exista uma padronização no uso do IFL em trabalhos de tradução.

Uma das questões que aparentemente encontra consenso entre os artigos e livros sobre o idioma Inglês como língua franca, é a necessidade de se implementar o que chamam de “ELFing” , ou seja, promover espaços para encontros culturais entre tradutores de diferentes países onde esses possam experimentar o pleno espaço de ILF, para enriquecedoras trocas de experiências e análise de ¨dificuldades¨ ou o oposto ¨facilidades¨, no desempenho de seus textos traduzidos, pautando assim, a oportunidade de desenvolvimento de novas atitudes que novas propostas, de como propiciar a conscientização do ILF, como instrumento de tradução, visto que atitudes são aprendidas (GARRET, 2010 apud BAKER, 2014) e as atitudes dos participantes são relacionadas às suas experiências passadas de como as outras pessoas avaliam seu inglês (JENKINS, 2007 apud BAKER, 2014).

A condição de língua global encampada pela língua inglesa nos tempos contemporâneos, sem sombra de dúvidas, abre enormes possibilidades de levarmos a cabo essa premissa, de fato, uma oportunidade de podermos alimentar a prática tradutória na língua inglesa com as descobertas das pesquisas sobre ILF. Seguindo esta língua de raciocínio, é preciso, então, que as pesquisas em ILF permitam e incrementem essa interlocução, estimulando assim um aprimoramento na sua utilização.

A argumentação de que o uso de IFL pode vir a propiciar a condenação de outras línguas à ¨morte¨, (Phillipson 2009), é fortemente defendida pela promoção dos “direitos humanos linguísticos”, que considera uma ameaça poderosa aos direitos humanos linguísticos e ao uso irrestrito das pessoas em suas línguas maternas, o uso generalizado do IFL. De Swaan (2001), sobre este ponto de vista, comentou: “Recentemente, um movimento se espalhou pelo mundo ocidental defendendo o direito de todas as pessoas para falar a língua de sua escolha, para lutar contra o imperialismo da linguagem no exterior e linguicismo em casa, para fortalecer os direitos linguísticos no direito internacional. Infelizmente, o que decide não é o direito dos seres humanos de falar qualquer idioma que desejem, mas a liberdade de todos os outros para ignorar o que é o idioma na língua de sua escolha “(2001, p. 52)

O ILF é uma linguagem útil para a comunicação, não um idioma para a identificação afetiva e emocional (HULLEN 1992; HOUSE 2003). IFL não está competindo com as línguas de identificação, de fato, podem ser complementares, considerando que cada orador usa sua língua nativa e os interativos são os fatores que determinarão os significados das conversações, possibilitando assim, entender o que foi dito.

O ELF parece funcionar surpreendentemente bem, graças, em grande parte, ao princípio de “deixar passar”, um procedimento interpretativo rotineiramente empregado em encontros comunicativos entre falantes nativos e falantes não nativos, nos quais os interlocutores aguardam pacientemente que os enunciados problemáticos se tornem mais claros à medida que o discurso prossegue (FIRTH, 2009).

A premissa de que o ILF ¨eliminarᨠoutras línguas é uma hipótese muito pouco crível. Juliane House, (2014, pg. 366) argumenta que: De fato, o uso generalizado do inglês muitas vezes reforça o uso de línguas indígenas para fins de identificação, e essas línguas também podem ser empregadas como veículos de protesto contra o inglês. Por exemplo, na cena da música folclórica alemã, o uso de dialetos como o bávaro é muito popular. Aqui podemos observar uma coexistência saudável de línguas nativas e inglesas, o que, em alguns casos, estimulou o surgimento de novas variedades “misturadas”.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste artigo, objetivamos elencar alguns desenvolvimentos teóricos na área de ILF e suas implicações no processo tradutório. Sabedores das inúmeras controvérsias que permeiam esse campo de pesquisa e outras que questionam o conceito de “falante nativo” e de “norma padrão”, entendemos que é um paradigma que oferece possibilidades de uma nova visão no conceito da utilização da língua inglesa com os conceitos tradicionalmente estabelecidos de utilização da língua inglesa em trabalhos tradutórios.

Acreditamos ser importante refletir sobre as diferentes situações, acadêmicas, no mundo prático profissional e até mesmo educacional, nas quais o IFL será utilizado, para podermos visualizar definições sobre as situações comunicativas em inglês que nossos clientes na área de tradução almejam receber, em um campo no qual homogeneidade e heterogeneidade convivem lado a lado.

Assumindo uma visão a qual objetiva estimular o conceito “mudança de paradigma”, podemos colocar como premissa que a perspectiva do ILF, pode criar impactos em todas as áreas de tradução e na forma na qual tradutores visualizam e compreendem seus trabalhos, oferecendo a possibilidade não somente de pluralizar o idioma inglês, mas igualmente oferecer novos sentidos e formas de entendimento e utilização, visto que IFL é uma ferramenta extremamente útil para comunicação e não simplesmente uma língua que tenciona substituir, na acepção da palavra, o idioma Inglês, propiciando assim a pacífica coexistência de ambas.

Esperamos que nosso artigo possa contribuir para o desenvolvimento da área tradutória, no tocante à utilização do IFL por tradutores, bem como usuários e, provoque engajamento e discussões para a busca de definições, as quais embora não definitivas, possam permitir avançar na busca de soluções futuras objetivando favorecer a concepção de uma língua que possibilite a comunicação entre culturas e que permita a manutenção das identidades dos falantes em situações comunicativas.

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[1] Doutor. Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução (PGET). Professor Universitário.

[2] Mestre. Programa de Pós-Graduação em Educação, Centro de Ciências da Educação, Universidade Federal de Santa Catarina. Campus Universitário, Trindade. Professora Universitária.

Enviado: Outubro, 2018

Aprovado: Outubro, 2018

 

Como publicar Artigo Científico
Mestre em Saúde Publica – Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Especialista Gestão e Tutoria do EaD. Especialista Clínica e Terapêutica Nutricional. Graduada em Pedagogia. Graduada em Nutrição. professora universitária, Nutricionista e Pedagoga.

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