Resposta Do Paciente Com Lúpus Eritematoso Ao Tratamento Com Yamamoto New Scalp Acupuncture (YNSA)

0
399
DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/lupus-eritematoso
PDF

ARTIGO DE REVISÃO

FONSECA, Karine Lucas Tavares da [1], SOBRINHO, Raul Breves [2]

FONSECA, Karine Lucas Tavares da. SOBRINHO, Raul Breves. Resposta Do Paciente Com Lúpus Eritematoso Ao Tratamento Com Yamamoto New Scalp Acupuncture (YNSA). Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 04, Vol. 09, pp. 142-182. Abril de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/lupus-eritematoso, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/lupus-eritematoso

Contents

RESUMO

Estima-se que 5 milhões de pessoas no mundo tenham algum tipo de Lúpus. É uma doença auto-imune, idiopática e até o momento incurável, que afeta, sobretudo mulheres em período reprodutivo. No Ocidente, seu tratamento é educacional, essencialmente medicamentoso, com administração de antiinflamatórios, antimaláricos e imunossupressores. Para a Medicina Tradicional Chinesa (MTC), Lúpus é antes de tudo um desequilíbrio sindrômico, que varia conforme a sua manifestação. O conjunto desses distúrbios é classificado como deterioração do Baço (Pi) e do Coração (Xin), enfraquecimento do Fogo e da Porta da Vida. O tratamento pela MTC ocorre com a administração de fitoterápicos, dietoterapias, acupuntura, massagem, moxabustão, Qi Gong, magnetoterapia, ventosaterapia, florais e outros. YNSA (Yamamoto Neue Schädelakupunktur) é uma escalpoterapia somatotópica que, dentre outras vantagens, possui pontos de acesso aos 12 meridianos principais, bilateralmente. Usualmente empregada em caso de dores, distúrbios neurológicos e condições cirúrgicas, dispõe de métodos diagnósticos próprios que servem também para monitoração do tratamento. Ryodoraku é o instrumento diagnóstico atual mais sensível e reproduzível para identificação da energia média circulante nos meridianos. Essa pesquisa visou identificar utilidade da YNSA no tratamento do paciente lúpico. Nesse processo, monitorou-se a evolução energética de uma paciente portadora de lúpus considerada grave, ao longo de 23 aplicações de YNSA. Comparou-se com os resultados da acupuntura com os da alopatia. Com a YNSA, além de relaxamento e controle da dor, houve maior adequação energética. Os ganhos relevantes ao longo das 23 aplicações de YNSA, chegando-se ao triplo do padrão energético inicial, recuaram quase totalmente ao tratamento exclusivo com alopatia. Com efeito, o difosfato de cloroquina trouxe muito mais perdas do que ganhos.

Palavras-chave: YNSA, Lúpus, Difosfato de Cloroquina.

1. INTRODUÇÃO

Lúpus Eritematoso é uma doença de caráter autoimune, que atinge principalmente mulheres entre 20 e 30 anos. Discóide ou sistêmica, se não tratada, pode levar à morte. Em literatura confiável, não há caso de cura ou sinal que direcione para esse caminho. Sua etiologia vai da genética à psicologia, percorrendo os meandros da ginecologia, endocrinologia, psiconeuroimunologia e farmacologia. Aos olhos da medicina chinesa, é um distúrbio sindrômico, podendo designar várias síndromes conforme o comprometimento.

YNSA (Yamamoto New Scalp Acupuncture ou Yamamoto Neue Schädelakupunktur) é uma escalpoterapia japonesa, utilizada, sobretudo em casos de dor e seqüelas neurológicas. É indicada também para o tratamento de órgãos internos e difere-se da craniopuntura chinesa (desenvolvida uma década antes), sobretudo pela abordagem somatotópica, e não cortical (YAMAMOTO, 2007; BOUCINHAS, 2007) ou reflexológica (KWANG, s.d.).

Segundo Dethelefsen e Dahlke (1983, p. 16, 17) a doença é um estado do ser humano que indica que, na sua consciência há desarmonia. O domínio das atividades físicas e psíquicas, bem como as estruturas orgânicas, são promovidos e comandados pelos cinco órgãos essenciais, representantes dos Cinco Movimentos (YAMAMURA, 2004).

Convergindo-se MTC aos conceitos ocidentais e YNSA ao LES, essa monografia submete-se às normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), justificando-se:

  • Socialmente, por lançar um novo olhar sobre a terapêutica em relação ao lúpus;
  • Institucionalmente, favorece pesquisas e divulgação;
  • Cientificamente, oferece ineditismo de tema respaldado pelo diagnóstico Ryodoraku e instiga discussões sobre a YNSA noutras doenças auto-imunes.

Neste trabalho, levanta-se a questão: YNSA pode ser útil no controle do lúpus? Lúpus é uma doença complexa e multifatorial, que pode ser tratada de diversas maneiras, conforme a manifestação dos sintomas. YNSA estimula imediata e extensamente o cérebro, sugerindo ampla liberação de neurotransmissores (colinas, aminas biogênicas, aminoácidos e neuropeptídeos), que são hormonosensíveis (assim como o lúpus) e imunosensíveis…

Objetivos específicos:

  • Demonstrar a evolução dos 24 meridianos via Ryodoraku durante o tratamento do paciente lúpico com YNSA
  • Comparar a amperagem dos 24 meridianos do paciente lúpico durante: 1) o tratamento exclusivo com YNSA; 2) a combinação de YNSA com a alopatia; e 3) a exclusiva intervenção medicamentosa;
  • Avaliar a condição energética dos 5 Elementos e relação Yin/Yang
  • Correlacionar perspectivas diagnósticas e terapêuticas orientais e ocidentais;
  • Registrar as impressões e reações do paciente acerca do tratamento com YNSA.

2. REVISÃO

2.1 ETIMOLOGIA DE LÚPUS ERITEMATOSO

“Lúpus”, do latim lupus, sinônimo “lupo” (HOUAISS et al, 2009), significa lobo. Trata-se de um termo utilizado para designar lesões cutâneas erosivas, na forma de uma mordida de lobo (ANTAS, 1980; STEDMAN, 1990; COSTEIRA, 2001).

O Lupus Eritematoso Sistêmico (LES ou SLE – Systemic Lupus Erythematosus) caracteriza-se por uma inflamação crônica da pele, com ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico (HOUAISS et al, 2009). Amadio (2002) define como uma tuberculose da pele e Oliveira (2004) diz ser uma de um grupo de cutaneopatias nas quais as lesões sofrem erosão.

2.2 ETIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA DO LES

O Lúpus eritematoso sistêmico (LES) é o protótipo clássico da doença multissistêmica de origem autoimune, caracterizada por uma vasta gama de auto-anticorpos, sobretudo antinucleares (ANA) (COTRAN et al, 2000). Seu caráter autoimune caracteriza-se pela produção de anticorpos contra componentes do núcleo celular, em associação com um variado conjunto de manifestações clínicas (MAGALHÃES et al, 2003).

Sua etiologia é desconhecida e provavelmente multifatorial (CECATTO et al, 2004), de modo que elementos genéticos, hormonais e ambientais participam de seu desenvolvimento (COMISSÃO DE LÚPUS DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA, 2011). Estudos sugerem relação do LES com o cromossomo X e não com gênero sexual ou hormônios sexuais (SCOFIELD et al, 2014).

Para Cotran et al (2000), o número aparentemente ilimitado de anticorpos nos pacientes com lupus contra autoconstituintes é indicativo de que seu defeito fundamental seja uma falha dos mecanismos reguladores que mantêm a autotolerância. Utiyama et al (2004), confirma. Para ele, é a ativação de complemento, por complexos imunes que se depositam em múltiplos órgãos que se liga à fisiopatogenia. Complemento é um componente termo lábil do soro capaz de lisar a bactéria que contribui para a defesa do hospedeiro também ao fixar opsoninas ou fragmentos do complemento na superfície bacteriana, facilitando a fagocitose (MAYER, 2009; ABBAS et al, 2008).

A ativação do complemento, que compreende mais de 20 proteínas séricas (C1qrs, C2, C3, C4, etc), pode recrutar e ativar várias células, incluindo células polimorfonucleares e macrófagos. Além disso, pode participar na regulação de respostas de anticorpos, bem como auxiliar na eliminação de complexos imunológicos e células apoptóticas, ou mesmo contribuir para a inflamação e danos tissulares, gerando anafilaxia (MAYER, 2009).

A deficiência homozigótica hereditária de C1q, C1r, C1s, C4 e C2 susceptibiliza ao LES. O comprometimento na ativação da via clássica, decorrente dessa deficiência reflete na solubilização e remoção dos complexos. Deficiência de CR1 também compromete a remoção dos complexos, favorecendo a sua deposição em diferentes tecidos e consequentemente, inflamação (UTIYAMA et al, 2004).

Outro aspecto envolvido no desencadeamento dessa doença inflamatória (SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA apud REIS et al, 2014), encontra-se na deficiência de vitamina D (ARNSON et al, 2007), cujos níveis estão inversamente relacionados com a atividade da doença (TEIXEIRA e COSTA, 2012).

A vitamina D age sobre a regulação e diferenciação de células como linfócitos, macrófagos e células natural killer (NK); interfere na produção de citocinas in vivo in vitro; reduz a produção de interleucina-2 (IL-2), do interferon-gama (INFγ) e do fator de necrose tumoral (TNF); inibe a expressão de IL-6 e a secreção e produção de autoanticorpos pelos linfócitos B (MARQUES et al, 2010).

Estresse não causa lúpus (SBR apud REIS et al, 2014), mas a dimensão psicossomática considera o estresse e o sofrimento psicossocial para o desencadeamento, evolução, agravamento e possível controle (MOREIRA e MELLO FILHO, 1992).

O risco de desenvolvimento de câncer a partir dessa doença inflamatória, é cerca de 1,15%  maior em relação à população em geral (SBR apud REIS et al, 2014) e 2,5% maior para doenças hematológicas malignas, como o linfoma e leucemia (MEDEIROS, 2010).

Hipertensão, hipercolesterolemia e insuficiência renal, todas as condições que são mais frequentes no lúpus, contribuem para cardiopatias (SBR apud REIS et al, 2014), especificamente, pancardites (GROSS, 1932-1940 apud FALCÃO et al, 2000):

Segundo Auteroche e Navailh (1992, p. 37, 66, 76, 84, 128-129), Eiras (2006) e Wang (2001, p. 638), na óptica da Medicina Tradicional Chinesa (MTC) no lúpus ocorre:

  1. Alteração do Shen (Atividade mental);
  2. Desarmonia em Gan (Responsável por assegurar o bom andamento e facilidade nos movimentos e transformação do Qi, com regulação das funções orgânicas e viscerais);
  3. Mucosidade no organismo (Produto da interrupção parcial do metabolismo dos líquidos orgânicos, provocando uma condensação dos humores);
  4. Fei deficiente que não consegue regular a circulação do Qi defensivo para a pele;
  5. Deficiência do Yin ou do Yang do Shen;
  6. Síndrome Bi Migratória (Síndrome que se alastra pelo corpo todo, inicia e termina de súbito; um lado pode afetar o outro; sua dor queima e pode sumir repentinamente);
  7. Descontrole do Wei Qi (energia de defesa).

2.3 ESTATÍSTICAS DO LES

O LES tem predileção pelo sexo feminino em idade reprodutiva, com início dos sintomas na 2ª e 3ª décadas de vida e proporção de nove a dez mulheres para um homem (AYACHE e COSTA, 2005; TISKIEVICZ, 2008; SATO et al, 2006).

Incide em todas as etnias e regiões geográficas, especialmente indivíduos de origem africana, asiática e hispânica. A etnia negra é 4 vezes mais afetada do que a branca, acometendo 1 em cada 1000 pessoas brancas e 1 em cada 250 pessoas negras (LUPUS FOUNDATION OF AMERICA, 2005; BONFÁ e NETO, 2000, p. 25-33 apud AYACHE e COSTA, 2005, p. 313).

Atinge 1 em cada 700 mulheres em idade fértil (DUTRAL e OLIVEIRA, 2009) e 1 em cada 1.700 brasileiras (COMISSÃO DE LÚPUS DA SBR, 2011), com 10% a 20% de influência genética (AYACHE e COSTA, 2005, p. 313).

De acordo com a Lupus Foundation of America (2005), com base nos dados epidemiológicos disponíveis sobre o tema, pesquisadores acreditam que pelo menos 5 milhões de pessoas no mundo tenham lúpus (0,08%), e mais de 100 mil novos casos a cada ano se desenvolva (0,002%); estimativas provavelmente baixas.

Beltrão (2010) diz não haver no Brasil estudos epidemiológicos mostrando a incidência de LES na população. Em contrapartida, Villar e Sato (2001), nove anos antes, destacaram que o único estudo de incidência de LES realizado no Brasil, ocorreu em Natal (RN), indicando uma estimativa de 8,7 casos novos por 100.000 habitantes por ano (0,01%).

Para Villar e Sato (2001), a “alta” incidência atribuir-se-ia a fatores genéticos e ambientais, como a permanente presença de luz solar com altos índices de raios ultravioletas. É importante ressaltar que os dados da SBR, com levantamento estatístico de todo o território nacional, são 6 vezes maiores do que os levantamento de Villar e Sato (2001).

Embora a Comissão de Lúpus da SBR (2011) reconheça não dispor de números exatos no Brasil, atualmente estima-se que existam cerca de 65.000 pessoas com lúpus; aproximadamente 4.000 no Rio de Janeiro e 6.000 em São Paulo.

No território norte-americano há aproximadamente 1 caso de LES em 194, ou 0,51% ou 1,4 milhão de pessoas (WD, 2011). Outros estudos indicam uma prevalência que varia de 14 a 50/100.000 habitantes e 1/2000 a 1/10.000 habitantes (SATO et al, 2006; SANTO ANTONIO et al, 2004). Dutral e Oliveira (2009) afirmam que a prevalência de LES pode atingir até 1 a cada 2.500 habitantes, em determinadas populações.

Estudos realizados no Reino Unido e EUA apontam uma incidência do LES de 3,7 a 5,5/100.000 habitantes por ano, respectivamente (MEINÃO e SATO, 2008). Dois anos antes, Santantonio et al (2006) apontou incidência aproximada de 5,7 a 7,6 casos por ano para cada 100.000 habitantes em território norte-americano.

A Lupus Foundation of America (2005) estima que 1,5 milhão de americanos tenham uma forma de lúpus. Scheinberg (2013) aponta para uma estimativa de 5 milhões. Só nas últimas quatro décadas a incidência de lúpus quase triplicou. Os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças publicaram um relatório que sugere que as mortes por lúpus tenham aumentado quase 60% ao longo de 20 anos.

Quanto à morbidade, estudo realizado no Rio Grande do Sul com 72 pacientes lúpicos (93% do sexo feminino) e 2.384 indivíduos da comunidade (55% do sexo feminino com média de idade de 42 anos) identificou alterações psiquiátricas em 89% de pacientes com LES e 13% em indivíduos da comunidade. O nível de morbidade apresentou relação com o baixo nível escolar, porém não com renda familiar (BELTRÃO, 2010).

2.4 DIAGNÓSTICO DO LÚPUS

2.4.1 DIAGNÓSTICO OCIDENTAL DO LES

A acurácia diagnóstica do Lúpus depende da avaliação dos parâmetros clínico, histopatológico, IFD e reações sorológicas (BERBERT e MANTESE, 2005):

  • Clínico: Conforme os critérios estabelecidos pela American College of Rheumatology;
  • Histopatológico: Hiperqueratose, espessamento da membrana basal com tamponamento folicular, adelgaçamento e achatamento do estrato malpighiano (BERBERT e MANTESE, 2005, p. 1, 4);
  • IFD: De todos os testes sorológicos disponíveis, o de maior valor na triagem para o LES é a Imunofluorescência Direta;
  • Reações sorológicas: Detecção de ANA, salpicado, periférico, homogêneo ou nucleolar (JÚNIOR, 2007; BELTRÃO, 2010).

Os critérios de classificação diagnóstica do LES pelo American College of Rheumatology foram definidos em 1982, apontando para a presença de ao menos 4 dos 11 critérios no intervalo de observação (BORBA et al, 2008, p. 196-197; JÚNIOR, 2007; BELTRÃO, 2010). São eles: Eritema malar; lesão discoide; fotossensibilidade; úlceras orais/ nasais; artrite; serosite; comprometimento renal; alterações neurológicas; alterações hematológicas; alterações imunológicas; anticorpos antinucleares.

2.4.2 DIAGNÓSTICO ORIENTAL DO LES

Para a MTC, saúde corresponde a um estado de equilíbrio entre os 5 elementos e entre os 2 aspectos opostos, que resulta no equilíbrio entre corpo, mente e espírito. As doenças são vistas como uma ruptura dessa harmonia (NASCIMENTO, 2006).

Pele, compleição, ossos, meridianos, odores, sons, estado mental, preferências, emoções, língua, pulso, hábitos e fluídos corpóreos refletem o estado dos Sistemas Internos e pode ser utilizado no diagnóstico chinês, que, por sua vez, baseia-se no princípio fundamental de que os sinais e sintomas refletem a condição dos Sistemas Internos (MACIOCIA, 1996; YAMAMURA, 1996).

Os padrões indicam uma desarmonia que norteia todas as manifestações clínicas; que é a essência da patologia e do diagnóstico médico chinês, que se dá pela observação; audição e olfação; anamnese e palpação (MACIOCIA, 1996). Para Mann (1996), não há uma norma absoluta, e, algo que pode ser normal para um indivíduo, para outro pode ser patológico. Um exemplo disso é a relação entre as variações do temperamento e a qualidade da artéria radial.

2.4.3 DIAGNÓSTICO DO LES PELO RYODORAKU

Yoshio Nakatani desenvolveu a medicina Ryodoraku, em 1950, na Universidade de Kyoto (GOTO, s.d.), a partir de um aparelho (Neuro Meter / Energy Meter), contendo 12 volts de corrente contínua, carregado com uma corrente de 200 microamperes (AMORIM, s.d.). Com isso, comprovou ser possível diagnosticar e atuar nos órgãos internos através dos “caminhos permeáveis” Ryodoraku, relacionados ao Sistema Nervoso Autônomo (SOBRINHO, 2007).

Ryodoraku é uma terapia de estímulo que se refere ao diagnóstico e terapia com base em teoria própria, que reconhece eletropermeabilidade nos pontos com variação elétrica (Pontos Ryodo ou Pontos Ryodo Reativos), denominando as linhas que conectam esses pontos de Ryodoraku (GOTO, s.d.).

O trabalho de Nakatani passou a ser utilizado como parâmetro diagnóstico na acupuntura tradicional. Tal diagnóstico mede a eletrocondutividade dos diferentes pontos representativos, sendo 12 do lado direito e doze do lado esquerdo, dos quais 6 são nas mãos (representados pela letra H) e 6 são nos pés (representados pela letra F) (AMORIM, s.d.).

2.4.4 DIAGNÓSTICO PELA YNSA

Os pontos de acupuntura, situados nos canais de energia e projetados na pele, representam o mais exterior da relação interior-exterior dos órgãos e das vísceras (YAMAMURA, 1995, p. 39).

Na YNSA, tanto o diagnóstico abdominal quanto o cervical são essenciais para determinar quais pontos da devem ser tratados. Yamamoto divide a cabeça segundo uma linha vertical passando pelo ápice da orelha. Normalmente, para problemas Yang (dor), procura-se pontos da região Yin; e para problemas Yin (paralisias), procura-se pontos da região Yang (YAMAMOTO, 2007; KWANG, s.d.).

2.5 ABORDAGEM TERAPÊUTICA CONVENCIONAL

Nenhum medicamento funciona para o lúpus da mesma forma (WALLACE, s.d.). O tratamento engloba uma série de medidas, que inclui medicamentos como cortisona e/ou talidomida, antiinflamatórios, antimaláricos e imunossupressores, além de normas para se viver bem (WALLACE, s.d.; MAGALHÃES et al, 2003). É um tratamento individualizado, que depende dos órgãos ou sistemas acometidos e da gravidade das lesões (JÚNIOR, 2007).

O profissional deve orientar as pessoas com LES a informar-se sobre a doença; evitar sol e lâmpadas em função da radiação ultravioleta; fazer psicoterapia e atividade física; adotar uma dieta balanceada, reduzindo o sal, carboidratos e lipídios; evitar o tabagismo; se mulher, suspender anticoncepcionais; evitar infecções; e aprender a diferenciar os sintomas que podem ser causados por outras doenças (KRAUTHAMER et al, 1999; SATO et al, 2002).

Para Greco et al (2013), suplementos, como a vitamina D, ácidos graxos ômega 3, N-acetilcisteína e açafrão têm se mostrado úteis no controle sobre a doença. Métodos mente-corpo, como a terapia cognitivo-comportamental e outras intervenções de aconselhamento podem melhorar o humor e a qualidade de vida no LES.

2.6 LES SEGUNDO A MTC

Na MTC, todas as doenças são analisadas através dos distúrbios energéticos. Conforme a fase e órgãos atingidos, lúpus pode ser Fogo do Fígado; deficiência de Yin do Rim; desarmonia entre Água e Fogo; deterioração do Baço e do Coração; acúmulo de calor no Coração e Baço, com insuficiência do Yin do Rim que origina a hiperatividade de Fogo; enfraquecimento do Fogo e da porta da vida; calor-umidade nas articulações; etc. (KWANG, 2009; MEDEIROS, 2009). Outros termos são “Mai Xing Pan Zhuang Hong Ban Xing Lang Chuang” e “Xi Tong Hong Xing Ban Lang Chuang” (JIAN-HUI, s.d.).

Para a MTC, lúpus é uma Síndrome Bi-Migratória, com distúrbio de Shen, Hun, Po, Yi e Zhi (EIRAS, 2006; SOUSA e VASONCELOS, s.d.). Nessa polissíndrome (WANG, 2001, p; 638; KWANG, 2009), há dor em queimação; generalizada conforme a circulação sanguínea; com início e término repentinos e um lado pode afetar o outro. Deve-se punturar repetitivamente, mesmo que a dor pare, para evitar remissão (WANG, 2001, p. 638).

2.7 SÍNDROMES ENERGÉTICAS

As síndromes podem ser externas ou verdadeiras: por Vento (Feng), Calor (Re) e Fogo (Huo), Canícula (Huo) ou Calor do Verão (Syu), Umidade (Shi), Secura (Zao) ou Frio (Han). Podem também ser internas ou falsas: por Vento Interno, Calor Interno, Umidade Interna, Secura Interna ou Frio Interno (KWANG, s.d.).

2.8 MÉTODOS COMPLEMENTARES E ALTERNATIVOS PARA O LES

Na M.T.C., o tratamento dos distúrbios energéticos visa restabelecer o equilíbrio dos 5 Elementos e consiste na administração de fitoterápicos, como Radix Glycyrrhizae (Gan Cao), Dai Qing Gao e/ou Liu Wei Di Huang Wan. Também dietoterapias, prática de Qi Gong, acupuntura, massagem, moxabustão, magnetoterapia, ventosaterapia, florais e outros. Tais medidas são também utilizadas como profilaxia. Com isso, estima-se que mais de 50% dos pacientes com LES estejam utilizando medicina complementar e alternativa (KWANG, 2008; JIAN-HUI, s.d.; GRECO et al, 2013).

2.8.1 ACUPUNTURA

Do latim acum (agulha) punctum (picada), acupuntura significa picada de agulha. Em japonês (Shin-Kyu) e em chinês (Zhen-Jiu), significa agulha e moxa (HUSZ, 2007).

A acupuntura é o conjunto de conhecimentos teórico-empíricos da medicina chinesa tradicional que visa à terapia e cura das doenças através da aplicação de agulhas e moxas, além de outras técnicas (WEN, 2006). Ela altera a circulação sanguínea; promove a liberação de hormônios, como endorfinas; eleva a resistência do hospedeiro; regula as funções orgânicas e estimula o metabolismo (WEN, 2006).

Tem efeito sedativo; antiemético; miorrelaxante; antiácido; imunizador; cicatrizante; estético; neurorreabilitador; ansiolítico, antidepressivo, hipnótico; antiespasmódico; desintoxicante; analgésico; broncodilatador (HUSZ, 2007).

Na acupuntura, libera-se 5-Hidroxi-Triptofano (SCOTTO, 2006; MARTINS et al, 2010), aumenta os níveis de acetilcolina no tálamo, restringindo a atividade da colinesterase, que reduz os níveis de 17-Hidroxicorticosterona, e elevando a sensação de analgesia. Através dos estímulos periféricos, a acupuntura acessa o SNC e SNA, modulando e aumentando a resposta imunológica (SCOTTO, 2006).

Quanto à fisiologia da acupuntura, são quatro as teorias aceitas: 1. Transmissão de Correntes Bioelétricas, com mudança do potencial de membrana do neurônio; 2. Repressão Biológica, com repressão de um sinal nervoso ou elevação do limiar de dor; 3. Teoria das Comportas, com abertura e fechamento de portas que deixam passar o sinal doloroso por fibras aferentes; 4. Teoria Imunológica, com aumento da imunidade celular (Linfócitos-T) e imunidade plasmática (Linfócitos-B) (SCOTTO, 2006).

2.8.2 ELETROESTIMULAÇÃO E ELETROACUPUNTURA:

Estima-se que a eletricidade nos tratamentos com acupuntura seja utilizada desde a primeira metade do século XIX. Apesar disso, a eletroacupuntura só começou a ser utilizada com mais frequência a partir da década de 30 e passou a ser mais difundida a partir dos anos 60 (AMESTOY, 2005).

Na YNSA, ajuste recomendado da estimulação elétrica deve ficar em torno de 5 a 15 Hz, 1.000 a 15.000 µA ou ser regulado de acordo com a tolerância do paciente (YAMAMOTO et al, 2007).

2.9 SOMATOTOPIA CRANIANA JAPONESA – YNSA

YNSA foi desenvolvida em 1970 e publicado em 1973 por ocasião do 25º encontro da Sociedade Japonesa de Ryodoraku (Japischen Ryodoraku Gesellschaft); com descrição dos Pontos A, B, C, D e E. Para enfatizar o fato da craniopuntura de Yamamoto ser diferente da craniopuntura chinesa conhecida até então, o termo “nova” foi adicionado propositalmente (YAMAMOTO et al, 2007, p. 3; BOUCINHAS, 2007, p. 47).

YNSA é uma acupuntura somatotópica (Figuras 1, 2 e 3), de modo que a totalidade do corpo se espelha sobre uma pequena área. Pela perspectiva de Yamamoto, a cabeça se divide segundo uma linha vertical passando pelo ápice da orelha. A parte anterior é Yin e a posterior é Yang. A parte Yang trata os distúrbios Yin e a parte Yin trata os distúrbios Yang (YAMAMOTO et al, 2007, p. 3; KWANG, s.d.).

Figura 1: Parte Yin e parte Yang, segundo a somatotopia de Yamamoto.

Fonte: Yamamoto et al (2007:6).

Figura. 2. Pontos básicos da YNSA.

Fonte: Yamamoto et al, 2007.

Figura 3. Pontos básicos da YNSA, parte Yin e parte Yang, respectivamente.

Fonte: Yamamoto et al, 2007.

São duas hemi-somatotopias, uma Yin na parte estrutural-anatômica e outra Yang, sendo correspondentes, quase verdadeiras imagens especulares justapostas, ponto a ponto, às Yin (BOUCINHAS, 2007).

A Hemi-Somatotopia Yin Energética ou Funcional difere-se fundamentalmente da Estrutural ou Básica, por compreender os Pontos Y (Pontos de Yamamoto), que têm correspondência com os Zang-Fu da MTC (Figura 4). Servem para os distúrbios energéticos de Meridianos, ligados aos transtornos dos órgãos internos e é também campo para as indicações psicossomáticas, vegetativas e meridianos (BOUCINHAS, 2007).

Figura 4: Pontos Y de Yamamoto.

Fonte: Yamamoto et al (2007, p.61).

A YNSA divide-se em quatro grupos de pontos (Figura 5): 1. Pontos básicos: Aparelho locomotor.; 2. Pontos cerebrais: Cérebro, cerebelo e gânglios basais; 3. Pontos sensoriais: Órgãos dos sentidos; 4. Pontos Y: Órgãos internos (YAMAMOTO et al, 2007).

Figura 5: Pontos da YNSA: Cerebrais à esquerda e Sensoriais à direita.

Fonte: Yamamoto et al (2007:51;37).

 2.9.1 PROCEDIMENTOS DA YNSA

Após anamnese, com reconhecimento do problema básico do paciente, palpa-se a área correspondente na Somatotopia estrutural Yin (Pontos Básicos), para verificar se ela se encontra dolorosa ou “alta e endurecida”. Repete-se. (BOUCINHAS, 2007). Em geral, escolhe-se o lado homolateral às queixas. Para sequelas como AVC, usa-se o lado contralateral (KWANG, s.d.).

Se a queixa do paciente é acima do diafragma, recomenda-se palpar, antes de tudo, o ponto IG4 (Hegu), a fim de determinar o lado mais sensível, que será o primeiro a ser tratado. Em problemas na parte inferior do corpo, deve-se apertar o ponto D simetricamente e utilizar o lado mais sensível também (YAMAMOTO et al, 2007, p. 71; KWANG, s.d.) (Figura 6).

Nos casos com alterações em órgãos ou meridianos, é importante diagnosticar os pontos sensíveis cervicais ou abdominais (KWANG, s.d) (Figura 7). Toda a extensão de um meridiano encontra-se contida dentro de um ponto Y respectivo e qualquer ponto da acupuntura clássica pertencente a um meridiano pode ser tratado pelo ponto Y (YAMAMOTO et al., 2017).

Figura 6: Pontos IG4 e D, respectivamente, utilizados para definição do lado a tratar.

Fonte: Kono (2011); Yamamoto et al (2007).

Figura 7: Pontos utilizados no diagnóstico abdominal e cervical na YNSA.

Fonte: Yamamoto et al (2007:81;104).

2.10.2 INDICAÇÕES PARA A YNSA

Os 11 pontos básicos da YNSA são utilizados para disfunções motoras nervosas, dores e outras disfunções do aparelho locomotor provocados por ferimentos, procedimentos cirúrgicos ou alterações do tipo tumores ou hérnias discais. O tratamento dos órgãos internos pelos pontos básicos é raro. Os 4 pontos sensoriais são utilizados para disfunções, dores e processos alérgicos relacionados aos órgãos dos sentidos (YAMAMOTO et al, 2007).

2.10.3 CONTRAINDICAÇÕES PARA A YNSA

Sem contraindicações para qualquer tratamento com YNSA, recomenda-se cuidado com pacientes febris ou com aspecto por demais enfraquecido (YAMAMOTO et al, 2007).

2.10.4 RELAÇÃO ENTRE LÚPUS E YNSA

Apesar da indicação para o tratamento de lúpus com YNSA (YAMAMOTO et al, 2007), em 7 idiomas (inglês, português, espanhol, italiano, francês, alemão e chinês), não foi encontrada nenhuma pesquisa nessa linha.

3. MATERIAIS E MÉTODO

3.1 LOCAL DO ATENDIMENTO

O consultório de Acupuntura & Terapias Complementares situado na Corphus Academia, na cidade de Mogi das Cruzes, SP, foi o local escolhido para a realização prática da presente pesquisa, em 2009. Motivo: Infraestrutura.

3.2 SUJEITO

Por ser um estudo de caso e demandar mais rigor, a seleção da paciente para essa pesquisa se deu segundo os critérios:

  • Ser portadora de Lúpus Eritematoso Sistêmico;
  • Ser do sexo feminino (Gênero predominante);
  • De moderada à elevada gravidade (Internação recente, amputação de membro inferior e anemia persistente);
  • Sinais e sintomas recorrentes.

3.3 MATERIAIS E PROCEDIMENTOS

Foi utilizada folha sulfite A4, fonte Times New Roman, tamanho de letra 12 e 9 na confecção das fichas e do questionário. O aparelho de ryodoraku AccusPoint foi empregado nas 24 sessões, assim como algodão hidrófilo da marca Apolo e água potável para a realização dos exames.

No tratamento, foram empregadas agulhas da marca Dong Bang, 25x40mm (esterilizadas e reutilizadas[3])  e  eletroestimulador   da marca Lautz, com  6  cabos, em modo contínuo[4].

Foi explicado à voluntária o tratamento a ser efetuado; exigido banho prévio apenas com água em todas as sessões; aplicado o “Termo de Consentimento Livre e Esclarecido”; a “Ficha de Avaliação Inicial”; na 23ª e última aplicação de YNSA, a “Ficha de Avaliação Final”; e após 30 dias (11/8/9) foi feita nova análise e aplicado o Questionário. A 24ª sessão da pesquisa não teve escalpoterapia e cessou com as respostas a punho da paciente no Questionário.

3.4 ANÁLISE DOS DADOS

A análise de dados se deu por método interpretativo e estrutural. Interpretativo, pela apreciação dos pormenores dos dados recolhidos; organização e classificação por categorias. Estrutural, pela análise dos dados e esforços concentrados para se encontrar padrões na situação em estudo.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Os valores são registrados em planilha Excel para formação de gráfico Ryodoraku e automaticamente é determinado um ponto médio entre eles, traçando em seguir, uma linha paralela. A partir da média, são traçadas duas linhas paralelas de 7 mm cada. A faixa de 14 mm encontrada corresponde a normalidade energética do gráfico (AMORIM, s.d.).

4.1 EVOLUÇÃO DAS MÉDIAS ENERGÉTICAS DA PESSOA COM LÚPUS DURANTE O TRATAMENTO COM YNSA

Na avaliação inicial da paciente, os gráficos do Ryodoraku indicaram uma condição energética geral acentuadamente baixa; chegando a atingir 27% da energia mínima considerada normal (45-70 µA) em CS7 e C7 esquerdos. Hemicorpo esquerdo (HE) apresentou 54% da energia mínima desejada e hemicorpo direito (HD) 72%. Realizada a primeira sessão de YNSA, HD teve avanço de 0,6% e HE de 17% (Tabela 1).

Tabela 1: Resultados obtidos pelo Ryodoraku antes e após a primeira sessão de YNSA

Antes da 1ª sessão de YNSA Após a 1ª sessão de YNSA
Esq.(a) Dir.(b) Esq. Dir.
P9 22 33 29 30
CS7 12 28 18 24
C7 12 28 16 34
ID5 19 22 21 30
TA4 29 39 28 42
IG5 28 35 28 41
BP3 28 22 25 10
F3 47 71 45 47
R4 25 30 33 38
B65 15 18 19 14
VB 21 22 34 34
E42 35 39 47 46
Média 24,4 32,3 28,6 32,5

(a) Esq.: Energia de hemicorpo esquerdo em microampères (µA).

(b) Dir.: Energia de hemicorpo direito em microampères (µA).

Até a 12ª sessão, os avanços oscilantes resultaram, em HE, num aumento energético de 41%, mitigando o déficit inicial de 46% para 24%. Já HD progrediu 26%, reduzindo seu déficit de 28% para 10%. O menor valor encontrado foi em C7 esquerdo e B65 direita, ambos com 51% da energia mínima desejada (Tabela 2). Do início ao final das sessões de craniopuntura (Tabela 3), a voluntária tinha um avanço energético de 32% em HE (redução do déficit de 46% para 13%) e avanço de 24% em HD (Redução do déficit de 28% para 3%). Realizada a 23ª e última acupuntura, em relação ao início da pesquisa, HE avançou 61% e, HD avançou 35%.

Tabela 2. Resultados obtidos pelo Ryodoraku na 12ª e 23ª sessão de YNSA

12ª sessão de YNSA 23ª sessão de YNSA
Esq. (a) Dir. (b) Esq. Dir.
P9 30 33 36 40
CS7 31 29 40 45
C7 23 33 39 45
ID5 31 30 41 45
TA4 30 32 45 45
IG5 29 38 42 45
BP3 27 46 31 45
F3 49 60 41 52
R4 50 45 44 44
B65 31 23 30 21
VB 35 55 37 45
E42 47 63 46 50
Média 34,4 40,6 39,3 43,5

(a) Esq.: Energia de hemicorpo esquerdo em microampères (µA).

(b) Dir.: Energia de hemicorpo direito em microampères (µA).

Tabela 3. Resultados obtidos pelo Ryodoraku antes da 1ª e 23ª sessão de YNSA, e após a 23ª sessão de YNSA.

Antes da 1ª sessão Antes da 23ª sessão Após a 23ª sessão
Esq. (a) Dir. (b) Esq. Dir. Esq. Dir.
P9 22 33 19 28 36 40
CS7 12 28 16 22 40 45
C7 12 28 20 21 39 45
ID5 19 22 26 38 41 45
TA4 29 39 29 38 45 45
IG5 28 35 31 37 42 45
BP3 28 22 36 41 31 45
F3 47 71 36 45 41 52
R4 25 30 44 35 44 44
B65 15 18 35 34 30 21
VB 21 22 36 43 37 45
E42 35 39 51 45 46 50
Média 24,4 32,3 31,6 35,6 39,3 43,5

(a) Esq.: Energia de hemicorpo esquerdo em microampères (µA).

(b) Dir.: Energia de hemicorpo direito em microampères (µA).

4.2 INFLUÊNCIA DA ALOPATIA NOS RESULTADOS DA PESQUISA

Com a implementação de difosfato de cloroquina (DC), que se deu por volta da 14ª aplicação de YNSA, HE desacelerou o seu progresso; já HD avançou. A energia de F direito, que desde o início demonstrou tendência ao excesso, ficou ainda mais exacerbada com o medicamento e a paciente passou a se queixar de rachaduras nas pontas dos dedos das mãos e pé. Nesse período, cederam 3 restaurações dentais.

Após um mês sem YNSA, mas com tratamento medicamentoso, metade dos meridianos, envolvendo os elementos metal, fogo e madeira, mostraram-se aquém à condição inicial da pesquisa. O restante: água, terra, parte de madeira e fogo, conseguiram ao menos valores superiores aos iniciais.

4.3 RESULTADOS FINAIS DA PESQUISA

Da 23ª e última aplicação de YNSA ao 24º e último encontro, que se deu após um mês de exclusiva alopatia, o retrocesso foi intenso (Tabela 4).

Tabela 4. Resultados obtidos pelo Ryodoraku antes da 1ª sessão de YNSA, após a 23ª sessão de YNSA e após um mês de suspensão de YNSA.

Antes da 1ª sessão Após a 23ª sessão Após 1 mês sem YNSA
Esq.(a) Dir.(b) Esq. Dir. Esq. Dir.
P9 22 33 36 40 19 19
CS7 12 28 40 45 14 23
C7 12 28 39 45 13 24
ID5 19 22 41 45 14 21
TA4 29 39 45 45 23 26
IG5 28 35 42 45 26 25
BP3 28 22 31 45 45 49
F3 47 71 41 52 52 50
R4 25 30 44 44 42 48
B65 15 18 30 21 56 26
VB 21 22 37 45 20 30
E42 35 39 46 50 40 47
Média 24,4 32,3 39,3 43,5 30,3 32,3

 (a) Esq.: Energia de hemicorpo esquerdo em microampères (µA).

(b) Dir.: Energia de hemicorpo direito em microampères (µA).

Diferentemente do início da pesquisa que estavam fora da linha máxima e mínima, apenas F, E, CS e C, após 1 mês sem YNSA, houve distanciamento de quase todos os meridianos, para mais ou para menos, indicando uma alteração dos ciclos de Geração (Xiag Sheng) e de Dominância (Xiang Ke).

Entre o equilíbrio energético da paciente e a relativa predominância dos 5 Zang e 6 Fu em algum dos hemicorpos, não se viu correlação alguma.

Excetuando-se F, já fortalecido em relação aos demais meridianos, todos os outros Zang Fu apresentaram aumento de amperagem ao final das aplicações de YNSA.

Da primeira avaliação ao primeiro mês de suspensão do tratamento com YNSA, a evolução de hemicorpo esquerdo foi de 5,91uA (24%) e de hemicorpo direito foi de 0,08uA (percentual irrelevante), demonstrando recuo nos resultados.

4.4 VARIAÇÕES NO TRATAMENTO DE LÚPUS EXCLUSIVAMENTE COM YNSA, YNSA COM DIFOSFATO DE CLOROQUINA E APENAS DIFOSFATO DE CLOROQUINA

A relação de ganhos e perdas durante a pesquisa oscilou bastante. A maior parte dos Zang Fu respondeu melhor ao tratamento exclusivo com YNSA e, embora P direito, C e CS bilateral também tenham evoluído com YNSA aliada ao DC, nessa segunda situação, a evolução se deu de modo bem mais tímido.

Com exclusiva escalpoterapia, apenas F bilateral regrediu, o que foi harmonizador, já que F no princípio mostrava-se expressamente mais desenvolvido do que os outros 22 meridianos, que por sua vez, avançaram.

Na combinação de YNSA com DC, regrediram 18 meridianos: Zang Fu de Água, Madeira e Terra, além de P e ID esquerdos, IG e TA bilaterais. Já ID direito manteve o resultado prévio à combinação terapêutica e o restante progrediu.

No exclusivo consumo do fármaco, comparativamente à combinação de YNSA com antimalárico, retrocederam 17 meridianos: P/IG, C/ID, CS/TA, R esquerdo, VB e E bilaterais. Apesar disso, a exclusividade da droga foi significativamente positiva para BP esquerdo e B bilateral, e, embora em menor proporção, também para F esquerdo, BP direito (que isoladamente com YNSA responderam melhor) e, finalmente, R direito, que por sua vez, com YNSA combinada evoluiu melhor.

4.4.1 TRATAMENTO DO PACIENTE LÚPICO EXCLUSIVAMENTE COM YNSA

Ao longo das 13 aplicações iniciais de YNSA, hemicorpo esquerdo conquistou em média 63,46µA/sessão (total 825µA) e direito em média 74,75µA/sessão (total 897µA).  Nesse processo, cada meridiano de hemicorpo esquerdo evoluiu em média 5,29µA/sessão e de hemicorpo direito 5,75µA/sessão.

Pelos retrocessos que caracterizaram os intervalos entre as sessões, o efetivo acumulado até imediatamente antes da 13ª sessão foi de apenas 5,9µA em hemicorpo esquerdo (média/sessão 0,49µA) e 3,2µA em hemicorpo direito (média/sessão 0,27µA). Durante a 13ª aplicação, o acumulado ao longo de todo o tratamento saltou para 18,1µA (média/aplicação1,39µA) em hemicorpo esquerdo e 13,3µA (média/aplicação 1,02µA) em hemicorpo direito. Os resultados se mostraram em média melhores imediatamente após as sessões do que nos intervalos.

4.4.2 EVOLUÇÃO ENERGÉTICA NA COMBINAÇÃO TERAPÊUTICA DE YNSA COM DIFOSFATO DE CLOROQUINA

No tratamento combinado de YNSA com DC (10 sessões, distribuídas em 1 mês), HE ganhou em média 47,3µA/sessão (Total 473µA), enquanto HD avançou em média 28,2µA/sessão (Total 282µA). Isso correspondeu a um aumento de 3,94µA/sessão em cada meridiano de HE e aumento de 2,35µA/sessão em cada meridiano de HD.

O desenvolvimento energético da 14ª pré-aplicação à 23ª pré-aplicação de YNSA, foi de -8,5µA em HE (média/sessão -0,94µA) e de -6,4µA em HD (média/sessão -0,71µA). Realizada a última aplicação de YNSA combinada ao tratamento alopático (23ª sessão da pesquisa), o retrocesso acumulado em relação à prévia do tratamento combinado (14ª sessão da pesquisa) foi minimizado, de -8,5µA para -0,8µA em HE (média/aplicação -0,08µA) e o declínio em HD foi convertido em avanço, indo de -6,4µA para +1,5µA (média/aplicação +0,15µA).

O DC combinado à YNSA prejudicou a resposta ao tratamento.

4.4.3 DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO APENAS COM DIFOSFATO DE CLOROQUINA

O uso contínuo e exclusivo de DC por 1 mês, resultou, da última aplicação de escalpoterapia ao 24º encontro, em retrocesso de -9µA (média por meridiano -0,75µA) em HE  e de -11,2µA (média por meridiano -0,93 µA) em HD. Da prévia da última aplicação de YNSA à última avaliação (após 1 mês de tratamento com o antimalárico), o retrocesso energético em HE foi bem menos impactante (apesar de também importante), com variação de -1,3µA em HE e de -3,3 µA em HD.

Ao final da pesquisa, já sem YNSA, o recuo foi tão expressivo que os valores se nivelaram aos obtidos no início: Pequena variação de +5,9µA em HE e nula em HD. Pelos dados disponíveis, apesar de impossível asseverar se o nivelamento energético final em relação aos parâmetros iniciais ocorreu pela suspensão da YNSA e/ou pela toxicidade do medicamento, a evolução terapêutica aponta para a segunda hipótese.

4.5. ASPECTOS YIN E YANG DA PACIENTE DURANTE A PESQUISA

Com YNSA, a condição inicial mais Yin do que Yang (Gráfico 1) foi equilibrando-se (Gráfico 2), atingindo a participação equitativa das polaridades antagônicas e complementares (Gráfico 3). Suspensa a YNSA, em 1 mês, voltou a ser predominantemente Yin, embora com maior equilíbrio da relação Yin-Yang nos 5 Elementos (Gráfico 4). Na última escalpoterapia, Madeira Yin estava mais controlada (Comparar Gráficos 1, 2 e 3), outros elementos progrediram (Gráficos 2, 3 e 4) com maior proporcionalidade (Gráficos 1 e 5).

Gráfico 1. Proporção de Yin e Yang dos 5 Elementos na 1ª avaliação.

Gráfico 2. Proporção de Yin e Yang dos 5 Elementos na 12ª aplicação de YNSA.

Gráfico 3. Proporção de Yin e Yang dos 5 Elementos na 23ª aplicação de YNSA.

Gráfico 4. Proporção de Yin e Yang dos 5 Elementos na última avaliação da pesquisa, após 1 mês de tratamento alopático e suspensão de YNSA.

4.6 ANÁLISE DOS ZANG FU AO LONGO DA PESQUISA

4.6.1 EVOLUÇÃO DE PULMÃO OU FEI DURANTE A PESQUISA

Pulmão (P) demonstrou aumento da estabilidade com YNSA, sobretudo em HE (Tabela 6). Progrediu com YNSA e retrocedeu com a intervenção de DC, processo que se agravou com a suspensão da escalpoterapia.

Tabela 6. Evolução dos meridianos de Pulmão ao longo da pesquisa “Resposta do paciente com LE ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

P apresentou, respectivamente, antes e após as sessões, máxima de 52µA e 47µA em HE, e, máxima de 51µA e 54µA em HD. A mínima adquirida, também respetivamente antes e após as sessões, foi de 13µA e 20µA em HE, e de 21µA e 23µA em HD. Com isso, a média obtida respectivamente antes e após as sessões de YNSA, foi de 28,9µA e 32,04µA em HE, e de 33,61µA e 36,17µA em HD. As oscilações energéticas foram mais acentuadas nos intervalos entre as sessões do que durante as sessões: O coeficiente de variação foi, respectivamente, antes e depois da YNSA, de 0,34 e 0,23 em HE e de 0,29 e 0,25 em HD.

4.6.2 EVOLUÇÃO DE INTESTINO GROSSO OU DA CHANG DURANTE A PESQUISA

Assim como P, Intestino Grosso (IG) evoluiu melhor com a intervenção de YNSA (Tabela 7). Igualmente, progrediu com YNSA e recuou com DC, processo agravado pela suspensão da escalpoterapia.

Com isso, respectivamente antes e após as sessões, P apresentou máxima de 56µA e 57µA em HE e de 55µA e 61µA em HD. A mínima adquirida foi, respetivamente antes e após as sessões, de 17µA e 26µA em HE, e de 18µA e 32µA em HD. A média encontrada foi, respectivamente antes e após as sessões, de 38,22µA e 40,26µA em HE, e de 43,96µA e 45,30µA em HD. As oscilações energéticas foram iguais antes e após as sessões de YNSA em HE (Coeficiente de variação: 0,23) e mais acentuadas nos intervalos entre as sessões do que durante as sessões em HD (Coeficiente de variação antes e após a escalpoterapia, respectivamente, de 0,20 e 0,14).

Tabela 7. Progresso dos meridianos de Intestino Grosso na pesquisa “Resposta do paciente com LE ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

 

 

 

Intestino Grosso

Hemicorpo YNSA (1-13) YNSA (1-13) méd/sessão YNSA+DC

(14-23)

YNSA+DC

(14-23) méd/sessão

DC (23-24)
Esq +67,85% +5,21% -8,69% -0,86% -38,09%
Dir +40,00% +3,07% -10,00% -1,00% -44,44%
  Após 23 apl. YNSA (1-23) Após 23 apl. YNSA (1-23) méd/sessão Após a pesq (1-24) Após a pesq (1-24) méd/sessão  
Esq +50,00% +21,17% -7,14% -0,29%
Dir +28,57% +1,24% -28,57% -0,19%

 

4.6.3 EVOLUÇÃO DE RIM OU SHEN DURANTE A PESQUISA

Rim (R), à intervenção de YNSA, evoluiu mais em HE do que em HD (Tabela 8). Na associação de DC com acupuntura, ambos hemicorpos retrocederam, sobretudo direito. Já na exclusiva administração de DC, HD voltou a evoluir e HE continuou em declínio.

R, respectivamente antes e após as sessões, apresentou em HE, máxima de 48µA e 70µA; enquanto isso, em HD apresentou máxima de 59µA e 70µA. A mínima adquirida foi respectivamente antes e após as sessões, de 18µA e 33µA em HE, e de 30µA e 33µA em HD.

A média respectivamente antes e após as sessões de escalpoterapia foi de 35µA e 48,26µA em HE, e de 45µA e 51,87µA em HD. Entre as sessões de YNSA, as oscilações energéticas foram sutilmente mais acentuadas em HE e, durante as sessões, as oscilações foram mais acentuadas em HD. O coeficiente de variação, respectivamente antes e depois da YNSA foi de 0,27 e 0,20 em HE e de 0,18 e 0,19 em HD.

Tabela 8. Progresso dos meridianos de Rim ao longo da pesquisa “Resposta do paciente com LE ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

 

 

 

Rim

Hemicorpo YNSA (1-13) YNSA (1-13) méd/sessão YNSA+DC

(14-23)

YNSA+DC

(14-23) méd/sessão

DC (23-24)
Esq +80,00% +6,15% -4,34% -0,43% -4,54%
Dir +53,33% +4,10% -16,98% -1,69% 9,09%
  Após 23 apl. YNSA (1-23) Após 23 apl. YNSA (1-23) méd/sessão Após a pesq (1-24) Após a pesq (1-24) méd/sessão  
Esq 76,00% 3,30% 68,00% 2,83%
Dir 46,66% 2,02% 60,00% 2,50%

 

4.6.4 EVOLUÇÃO DE BEXIGA OU PANG GUANG DURANTE A PESQUISA

Bexiga (B) variou mais após do que antes das aplicações de YNSA (Tabela 9). Progrediu com YNSA, regrediu na combinação de YNSA com DC e voltou a progredir após suspensa a escalpoterapia com continuidade do fármaco. Aliás, apenas com DC B progrediu mais, sobretudo em HE.

Tabela 9. Progresso dos meridianos de Bexiga ao longo da pesquisa “Resposta do paciente com LE ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

 

 

 

Bexiga

Hemicorpo YNSA (1-13) YNSA (1-13) méd/sessão YNSA+DC

(14-23)

YNSA+DC

(14-23) méd/sessão

DC (23-24)
Esq 66,66% 5,12% -18,91% -1,89% 86,66%
Dir 27,77% 2,13% -25,00% -2,50% 23,80%
  Após 23 apl. YNSA (1-23) Após 23 apl. YNSA (1-23) méd/sessão Após a pesq (1-24) Após a pesq (1-24) méd/sessão  
Esq 100,00% 4,34% 273,33% 11,38%
Dir 16,66% 0,72% 44,44% 1,85%

 

Respectivamente antes e após a escalpoterapia, B apresentou máxima de 45µA e 57µA em HE e de 47µA e 61µA em HD. Já a mínima obtida foi, respetivamente antes e após a escalpoterapia, de 15µA e 16µA em HE, e de 17µA e 12µA em HD.

Foram encontradas médias, respectivamente antes e após as sessões, de 30,61µA e 31,78µA em HE, e de 28,87µA e 27,87µA em HD. As oscilações energéticas foram mais acentuadas imediatamente após a escalpoterapia, com coeficiente de variação, respectivamente antes e depois da YNSA, de 0,32 e 0,34 em HE, e de 0,30 e 0,40 em HD.

4.6.5 EVOLUÇÃO DE FÍGADO OU GAN DURANTE A PESQUISA

Fígado (F) no início da pesquisa apresentou um quadro na MTC conhecido por Tirania. Nessas condições, o Zang Fu em excesso passa a deprimir o “neto”.

F oscilou mais nos intervalos da escalpoterapia do que durante as sessões (Tabela 10) e regrediu com YNSA, sobretudo na combinação com DC. Suspensa a acupuntura, progrediu em HE e continuou a declinar em HD, porém de forma desacelerada (Tabela 10).

Exibiu, respectivamente antes e depois da YNSA, máxima de 75µA e 70µA em HE, e, de 77µA e 91µA em HD. A mínima adquirida foi, respectivamente antes e após as aplicações de YNSA, de 32µA e 21µA em HE, e de 38µA e 37µA em HD.

Tabela 10. Progresso dos meridianos de Fígado ao longo da pesquisa “Resposta do paciente com LE ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

 

 

 

Fígado

Hemicorpo YNSA (1-13) YNSA (1-13) méd/sessão YNSA+DC

(14-23)

YNSA+DC

(14-23) méd/sessão

DC (23-24)
Esq -4,25% -0,32% -19,60% -1,96% 26,82%
Dir -5,63% -0,43% -14,75% -1,47% -3,84%
  Após 23 apl. YNSA (1-23) Após 23 apl. YNSA (1-23) méd/sessão Após a pesq (1-24) Após a pesq (1-24) méd/sessão  
Esq -12,76% -0,55% 10,63% 0,44%
Dir -26,76% -1,16% -2,93% -0,12%

A média encontrada em HE foi de 46,96µA antes e de 49,74µA depois da escalpoterapia, e a média encontrada em hemicorpo direito foi de 55,78µA antes e de 59,96µA após a escalpoterapia. As oscilações energéticas foram ligeiramente mais acentuadas nas sessões de YNSA e não nos intervalos: O coeficiente de variação foi, respectivamente antes e após a acupuntura, de 0,21 e 0,22 em HE, e de 0,19 e 0,20 em HD.

4.6.6 EVOLUÇÃO DE VESÍCULA BILIAR OU DAN DURANTE A PESQUISA

Vesícula biliar (VB) mostrou-se mais variável entre as sessões de YNSA do que durante. Progrediu com YNSA, regrediu na combinação de YNSA com DC e regrediu ainda mais na exclusiva administração do antimalárico (Tabela 11).

Antes e após as sessões, respectivamente, VB apresentou máxima de 70µA e 63µA em HE e de 69µA e 76µA em HD. A mínima obtida foi, respectivamente antes e depois da escalpoterapia, de 21µA e 27µA em HE, e de 22µA e 31µA em HD.

As médias encontradas, respectivamente antes e após as sessões, foram de 36,74µA e 43,04µA em HE, e de 46,87µA e 51,26µA em HD. A maior variação energética se deu no intervalo entre as sessões de YNSA, sobretudo em HE. O coeficiente de variação, respectivamente antes e depois foi de 0,32 e 0,23 em HE; de 0,22 e 0,21 em HD.

Tabela 11. Progresso dos meridianos de Vesícula Biliar na pesquisa “Resposta do paciente com LE ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

 

 

 

Vesícula Biliar

Hemicorpo YNSA (1-13) YNSA (1-13) méd/sessão YNSA+DC

(14-23)

YNSA+DC

(14-23) méd/sessão

DC (23-24)
Esq 114,28% 18,79% -22,91% -2,29% -45,94%
Dir 131,81% 10,13% -21,05% -2,10% -33,33%
  Após 23 apl. YNSA (1-23) Após 23 apl. YNSA (1-23) méd/sessão Após a pesq (1-24) Após a pesq (1-24) méd/sessão  
Esq 76,19% 3,31% -4,76% -0,19%
Dir 104,54% 4,54% 36,36% 1,51%

4.6.7 EVOLUÇÃO DE CORAÇÃO OU XIN DURANTE A PESQUISA

Coração (C) em HE progrediu mais durante a escalpoterapia, e, em HD, mais entre as sessões (Tabela 12). Evoluiu muito com YNSA, sobretudo em HE, e despencou com a intervenção de DC. Suspensa a craniopuntura, mas com permanência do fármaco, declinou em ambos os hemicorpos chegando, em HD, a valores inferiores aos da primeira avaliação.

C demonstrou, respectivamente antes e após as sessões, máxima de 37µA e 47µA em HE e de 46µA e 50µA em HD. Obteve mínima, respectivamente antes e após a YNSA, de 12µA e 16µA em HE, e de 14µA e 23µA em HD.

Suas médias foram, respectivamente antes e após as sessões de YNSA, de 27,09µA e 32,43µA em HE, e de 27,70µA e 36,30µA em HD. O coeficiente de variação, respectivamente antes e depois, foi de 0,25 e 0,26 em HE, e de 0,27 e 0,21 em HD.

Tabela 12. Progresso dos meridianos de Coração ao longo da pesquisa “Resposta do paciente com Lúpus Eritematoso ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

 

 

 

Coração

Hemicorpo YNSA (1-13) YNSA (1-13) méd/sessão YNSA+DC

(14-23)

YNSA+DC

(14-23) méd/sessão

DC (23-24)
Esq 175,00% 13,46% 11,42% 1,14% -66,66%
Dir 39,28% 3,02% 18,42% 1,84% -46,66%
  Após 23 apl. YNSA (1-23) Após 23 apl. YNSA (1-23) méd/sessão Após a pesq (1-24) Após a pesq (1-24) méd/sessão  
Esq 225,00% 9,78% 8,33% 0,34%
Dir 60,71% 2,63% -14,28% -0,59%

4.6.8 EVOLUÇÃO DE INTESTINO DELGADO OU XIAO CHANG DURANTE A PESQUISA

Intestino Delgado (ID) evoluiu no tratamento exclusivo com YNSA (Tabela 13), e, à combinação com o DC, declinou em HE, mantendo-se em HD. Suspensa a YNSA e mantida a alopatia, declinou substancialmente, atingindo níveis inferiores aos encontrados no início da pesquisa, em ambos os hemicorpos.

Tabela 13. Progresso dos meridianos de Intestino Delgado ao longo da pesquisa “Resposta do paciente com LE ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

 

 

 

Intestino Delgado

Hemicorpo YNSA (1-13) YNSA (1-13) méd/sessão YNSA+DC

(14-23)

YNSA+DC

(14-23) méd/sessão

DC (23-24)
Esq 110,52% 8,50% -10,86% -1,08% -65,85%
Dir 90,90% 6,99% 0,00% 0,00% -53,33%
  Após 23 apl. YNSA (1-23) Após 23 apl. YNSA (1-23) méd/sessão Após a pesq (1-24) Após a pesq (1-24) méd/sessão  
Esq 115,78% 5,03% -26,31% -1,09%
Dir 104,54% 4,54% -4,54% -1,18%

Durante a escalpoterapia variou ligeiramente menor do que entre as sessões. Seu coeficiente de variação em HE foi, respectivamente antes e depois da YNSA, de 0,27 e 0,25; já em HD foi de 0,26 e 0,25.

Atingiu, respectivamente antes e após a YNSA, máxima de 41µA e 53µA em HE, e de 47µA e 50µA em HD. Obteve mínima de 16µA e 21µA em HE, e de 20µA e 22µA em HD.

Suas médias foram, respectivamente antes e após as sessões de YNSA, de 26,91µA e 34,30µA em HE, e de 33,65µA e 38,26µA em HD.

4.6.9 EVOLUÇÃO DE CIRCULAÇÃO-SEXO OU XIN BAO LUO DURANTE A PESQUISA

Circulação-sexo (CS) evoluiu com a acupuntura; continuou evoluindo, porém lentamente na combinação de DC, e declinou à suspensão de YNSA (Tabela 14). Ao final da pesquisa, o declínio em HD com o fármaco era tanto, que atingiu padrão energético inferior ao inicialmente encontrado na pesquisa.

Variou mais entre as sessões de YNSA do que durante a escalpoterapia. Seu coeficiente de variação foi, em HE, de 0,33 e 0,25, respectivamente antes e depois da YNSA; e, em HD, de 0,36 e 0,27 respectivamente antes e depois da YNSA.

Tabela 14. Progresso dos meridianos de Circulação-Sexo ao longo da pesquisa “Resposta do paciente com LE ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

 

 

 

Circulação-Sexo

Hemicorpo YNSA (1-13) YNSA (1-13) méd/sessão YNSA+DC

(14-23)

YNSA+DC

(14-23) méd/sessão

DC (23-24)
Esq 241,66% 18,58% 25,00% 2,50% -65,00%
Dir 60,71% 4,67% 40,62% 4,06% -48,88%
  Após 23 apl. YNSA (1-23) Após 23 apl. YNSA (1-23) méd/sessão Após a pesq (1-24) Após a pesq (1-24) méd/sessão  
Esq 233,33% 10,14% 16,66% 0,69%
Dir 60,71% 2,63% -17,85% -0,74%

Antes e após as sessões, respectivamente, CS apresentou máxima de 39µA e 50µA em HE e de 47µA e 50µA em HD. Respectivamente antes e depois da escalpoterapia, a mínima obtida foi de 12µA e 18µA em ambos os hemicorpos; já as médias foram de 24,13µA e 30,57µA em HE, e de 26,13µA e 34,83µA em HD.

4.6.10 EVOLUÇÃO DE TRIPLO-AQUECEDOR OU SAN JIAO DURANTE A PESQUISA

Triplo-aquecedor (TA) variou mais sua energia entre as sessões de YNSA do que durante o tratamento. Obteve, respectivamente antes e depois da escalpoterapia, coeficiente de variação de 0,23 e 0,19 em HE, e de 0,19 e 0,17 em HD.

Progrediu com YNSA, mais à direita, e regrediu à combinação de DC, sobretudo quando suspensa a acupuntura. Na alopatia exclusiva, recuou de tal forma que atingiu valores inferiores aos do início da pesquisa em HE (Tabela 15).

TA alcançou, respectivamente antes e após as sessões, máxima de 56µA e 55µA em HE e de 55µA e 58µA em HD. Obteve mínima, respectivamente antes e após a YNSA, de 19µA e 28µA em HE, e de 20µA e 26µA em HD.

Tabela 15. Progresso dos meridianos de Triplo-Aquecedor na pesquisa “Resposta do paciente com Lúpus Eritematoso ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

 

 

 

Triplo-Aquecedor

Hemicorpo YNSA (1-13) YNSA (1-13) méd/sessão YNSA+DC

(14-23)

YNSA+DC

(14-23) méd/sessão

DC (23-24)
Esq 17,94% 1,38% -13,46% -1,34% -42,22%
Dir 97,14% 7,47% -11,53% -1,15% -13,04%
  Após 23 apl. YNSA (1-23) Após 23 apl. YNSA (1-23) méd/sessão Após a pesq (1-24) Após a pesq (1-24) méd/sessão  
Esq 15,38% 0,66% -33,33% -1,38%
Dir 31,42% 1,36% 14,28% 0,59%

Suas médias, respectivamente antes e após as sessões de YNSA, foram de 39,30µA e 41,09µA em HE e de 44,04µA e 45,13µA em HD.

4.6.11 EVOLUÇÃO DE BAÇO-PÂNCREAS OU PI DURANTE A PESQUISA

Baço-Pâncreas (BP) direito alterou mais nas sessões de YNSA do que nos intervalos; o contrário ocorreu em BP esquerdo. Apresentou, respectivamente antes e após a YNSA, coeficiente de variação de 0,35 e 0,37 em HD, e de 0,31 e 0,26 em HE.

Progrediu, sobretudo à direita no tratamento exclusivo com YNSA, e, regrediu logo em seguida à combinação de DC. Na exclusiva alopatia, sua energia voltou a subir, sobretudo à esquerda (Tabela 16).

Tabela 16. Progresso dos meridianos de Baço-Pâncreas ao longo da pesquisa “Resposta do paciente com LE ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

 

 

 

Baço-Pâncreas

Hemicorpo YNSA (1-13) YNSA (1-13) méd/sessão YNSA+DC

(14-23)

YNSA+DC

(14-23) méd/sessão

DC (23-24)
Esq 25,00% 1,92% -13,88% -1,38% 45,16%
Dir 127,27% 9,79% -23,72% -2,37% 8,88%
  Após 23 apl. YNSA (1-23) Após 23 apl. YNSA (1-23) méd/sessão Após a pesq (1-24) Após a pesq (1-24) méd/sessão  
Esq 10,71% 0,46% 60,71% 2,52%
Dir 104,54% 4,54% 122,72% 5,11%

Antes e após a YNSA, BP obteve mesma máxima de 47µA em HE; já em HD, obteve 67µA antes e 76µA depois da escalpoterapia. Sua mínima foi, respectivamente antes e após a YNSA, de 12µA e 18µA em HE, e de 14µA e 10µA em HD. Enquanto isso, as médias encontradas, respectivamente antes e após as sessões de YNSA, foram de 29,87µA e 31,41µA em HE e de 40,48µA e 44,17µA em HD.

4.6.12 EVOLUÇÃO DE ESTÔMAGO OU WEI DURANTE A PESQUISA

Estômago (E) oscilou mais durante a YNSA do que no intervalo entre as sessões. Seu coeficiente de variação foi, respectivamente antes e após a escalpoterapia, de 0,17 e 0,23 em HE e de 0,18 e 0,22 em HD. Progrediu com YNSA, regrediu à combinação de DC e despencou na exclusiva alopatia (Tabela 17).

Tabela 17. Progresso dos meridianos de Estômago ao longo da pesquisa “Resposta do paciente com Lúpus Eritematoso ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

 

 

 

Estômago

Hemicorpo YNSA (1-13) YNSA (1-13) méd/sessão YNSA+DC

(14-23)

YNSA+DC

(14-23) méd/sessão

DC (23-24)
Esq 97,14% 7,47% -11,53% -1,15% -13,04%
Dir 25,64% 1,97% -12,28% -1,22% -6,00%
  Após 23 apl. YNSA (1-23) Após 23 apl. YNSA (1-23) méd/sessão Após a pesq (1-24) Após a pesq (1-24) méd/sessão  
Esq 31,42% 1,36% 14,28% 0,59%
Dir 28,20% 1,22% 20,51% 0,85%

 Teve máxima, respectivamente antes e depois da escalpoterapia, de 65µA e 86µA em HE; e de 63µA e 85µA em HD. Já a mínima foi, respectivamente antes e após a YNSA, de 30µA e 40µA em HE, e de 26µA e 30µA em HD. As médias encontradas foram, respectivamente antes e após a YNSA, de 46,43µA e 54,61µA em HE e de 50,04µA e 55,17µA em HD.

4.6.13 EVOLUÇÃO DAS MÉDIAS ENERGÉTICAS DURANTE A PESQUISA

Em média, HE variou um pouco mais entre as sessões de YNSA do que durante a terapia; o contrário ocorreu em HD. O coeficiente de variação em HE foi, respectivamente antes e depois da YNSA, de 0,17µA e 0,16µA em HE, e, 0,15µA e 0,17µA em HD.

No cômputo final, a voluntária progrediu na exclusiva escalpoterapia, regrediu na combinação de DC, sobretudo na exclusiva alopatia (Tabela 18).

A média de toda a pesquisa foi, respectivamente antes e após a YNSA, de 34,22µA e 39,35µA em HE e de 51,3µA e 58,1µA em HD. A máxima foi de 44,3µA e 53,1µA em HE, e de 51,3µA e 58,1µA em HD. Já a mínima foi de 22,9µA e 29µA em HE, e de 26,8µA e 31,2µA em HD.

Tabela 18. Progresso das médias dos hemicorpos ao longo da pesquisa “Resposta do paciente com Lúpus Eritematoso ao tratamento com YNSA – Estudo de Caso”

 

 

 

Média dos hemircorpos

Hemicorpo YNSA (1-13) YNSA (1-13) méd/sessão YNSA+DC

(14-23)

YNSA+DC

(14-23) méd/sessão

DC (23-24)
Esq 11,84% 0,91% -9,65% -0,96% -22,90%
Dir 16,03% 1,23% -8,61% -0,86% -25,74%
  Após 23 apl. YNSA (1-23) Após 23 apl. YNSA (1-23) méd/sessão Após a pesq (1-24) Após a pesq (1-24) méd/sessão  
Esq 3,42% 0,14% -20,26% -0,84%
Dir 10,68% 0,46% -17,81% -0,74%

4.7 PREDOMINÂNCIA ENERGÉTICA DOS 5 ELEMENTOS DURANTE A PESQUISA

Os 5 elementos mostraram-se predominantes em HD. Embora os 12 Zang Fu tenham variado bastante na pesquisa, com predomínio energético ora em HE, ora em HD, a fraca correlação entre escalpoterapia e o predomínio de Zang Fu num lado em detrimento do outro indicou Pearson : -0,04192 em HE e Pearson: 0,168675 em HD.

5. CONCLUSÕES

Esse trabalho apontou para as questões mais relevantes de caráter energético no tratamento de Lúpus com Eletroacupuntura na técnica YNSA. Utilizou-se de uma paciente considerada grave, após triagem envolvendo mais de 300 portadores de lúpus, selecionada e indicada por uma médica reumatologista, professora de medicina em Mogi das Cruzes. O critério foi presença de lúpus, paciente moderado à grave. Tal voluntária havia sofrido 3 meses antes da pesquisa, amputação de membro inferior em decorrência da doença, apresentava quadro anêmico, hipercifose funcional e expressão apática. Após 23 aplicações, sua postura era mais ereta, de autoconfiança, segurança e serenidade, mantendo esse padrão até o 24º e último encontro.

No Ryodoraku observou-se na primeira sessão intenso e generalizado (com exceção de Fígado) déficit energético, indicando processo degenerativo grave. A normalidade da média energética de algum hemicorpo, desconsiderando-se a particularidade de cada meridiano, só foi possível após duas aplicações de YNSA em hemicorpo direito, e após oito aplicações de YNSA em hemicorpo esquerdo.

À altura da oitava sessão, pela primeira vez, antes mesmo da escalpoterapia, hemicorpo direito iniciou sessão com média energética adequada, apesar dos déficits em numerosos meridianos de mesmo hemicorpo. Mesmo com os avanços, a média energética de hemicorpo esquerdo não se apresentou em momento algum da pesquisa normalizada antes da YNSA, assim como em nenhuma das 47 avaliações, foram simultaneamente encontrados os 24 meridianos normalizados.

Ao longo da pesquisa, a paciente demonstrou energia instável e incapacidade de manter uma linha de ascensão ou declínio energético: Foram altos e baixos. Conquanto, de modo geral, YNSA propiciou melhora de seu padrão energético global. Apesar da escalpoterapia ter se mostrado eficaz se continuada no LES, houve momentos, raros, em que a própria técnica deprimiu o padrão energético já deficiente e o avanço se deu entre as sessões.

2/3 das sessões com média energética normal compuseram-se de pós-sessões e 1/3 de pré-sessões. Isso sugere que resultados melhores são mais imediatos do que em médio prazo e que com o passar dos dias há normalmente declínio energético. Tal dado vai de encontro ao grande declínio energético observado no 24º encontro, após um mês suspensa a terapia.

Das 5 sessões (10ª, 16ª, 17ª, 18ª e 22ª) cujas quais a paciente compareceu com média energética normal, apenas na 22ª sessão, ao invés de reforçar essa condição, a YNSA propiciou níveis energéticos abaixo da normalidade. Aparentemente, o que diferenciou a 22ª sessão das demais (10ª, 16ª, 17ª e 18ª) para que se obtivesse um resultado final diferenciado, foram os sinais menstruais ausentes até então, por mais de 9 meses, e que se manifestaram nos dias próximos… E/Ou, talvez, a gripe incipiente.

Em relação à terapia exclusiva com YNSA, a associação do difosfato de cloroquina trouxe mais resultados negativos do que positivos e YNSA impediu o agravo energético, provocado pela alopatia na metade do tratamento. Em virtude da oscilação energética ao longo do tratamento com a subsequente queda num único mês sem YNSA, conclui-se necessidade de continuidade do tratamento com YNSA para preservação de um estado energético mais adequado.

Apesar das variações negativas e de não se obter ainda a cura para o Lúpus, ao longo da pesquisa houve situações de triplicação do padrão energético bastante deficitário do organismo. Com efeito, a própria voluntária ficou expressamente feliz com o resultado.

REFERÊNCIAS

ABBAS, A.K. et. al. Imunologia Celular e Molecular. 6. ed. 564p. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008 ISBN 978-85-352-2244-9

AMADIO, I. Dicionário de Termos Médicos e de Enfermagem. P. 295. 1 Ed. São Paulo: Rideel, 2002.

AMESTOY, R. D. F.. Eletroterapia e Eletroacupuntura. Cap. 1. Breve Referência Histórica da Eletricidade e Seu Emprego em Eletroterapia e Eletroacupuntura. p. 8. Florianópolis: Absoluta, 2005.

AMORIM, E.K.; AMORIM, P.F.C.. Ryodoraku: Método de Avaliação. VII Simpósio Brasileiro de Aperfeiçoamento em Acupuntura e Terapias Orientais – EBRAMEC. Acupuntura Japonesa e Técnicas Associadas. Disponível em: <http://www.ebramec. com.br/palestras/palestras1/Paulo%20e%20%C9rika.pdf>. Acesso em: 5/914.

ANTAS, L.M., 1980. Dicionário de Termos Técnicos Inglês-Português. 6ª Ed: Traço.

AP 585 Accurate Pulse Microprocessado. Manual de Instruções – MS 80005120011. Fabricante: VMV Costa. CNPJ: 71.594.899/0001-66. Distribuidor: Lautz. P. 6.

ARNSON, Y; AMITAL, H.; SHOENFELD, Y. Vitamin D and autoimmunity: new etiological and therapeutic considerations. Ann Rheum Dis 2007; 66:1137-42.

AUTEROCHE, B. e NAVAILH, P.. O Diagnóstico na Medicina Chinesa. Andrei, 1992. P: 37, 66, 76, 84, 128-129.

AYACHE, D.C.G.; COSTA, I.P. Alterações da Personalidade no Lúpus Eritematoso Sistêmico. Personality Disorders in Systemic Lupus Erythematosus. Revista Brasileira de Reumatologia, v. 45, p.313, set./out., 2005.

BELTRÃO, S.M.R.. Prevalência de sintomas psiquiátricos em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico em um centro de referência. Dissertação de Mestrado para obtenção do grau de Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Porto Alegre: 2010.

BERBERT, A.L.C.V e MANTESE, S.A.O.. Lúpus eritematoso cutâneo – Aspectos clínicos e laboratoriais. Anais Brasileiros de Dermatologia, vol.80 nº 2, Rio de Janeiro, 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0365-0596200500020000 2&script =sci_arttext&tlng=pt >.

BONFÁ, E.S.D.O.; NETO, E.F.B.B.. Lúpus Eritematoso Sistêmico. In: BONFÁ, E.S.D.O.; IOSHINARI, N.H.: Reumatologia para o clínico. São Paulo: Roca, 2000. P: 25-33.

BORBA, E.F.; LATORRE, L.C.; BRENOL, J.C.T.; KAYSER, C.; SILVA, N.A.; ZIMERMANN, A.F.; PÁDUA, P.M.; COSTALLAT, L.T.L.; BONFÁ, E.; SATO, E.I.. Consenso de Lúpus Eritematoso Sistêmico. Consensus of Sistemic Lupus Erythematosus. Rev. Bras. Reumatol., v.48, n.4, p.196-197, jul/ago 2008. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rbr/v48n4/v48n4a02.pdf>. Acesso em: 15/7/14.

BOUCINHAS, J.. Acupuntura Craniana de Yamamoto. Cap. 5. Idéias básicas sobre YNSA.  WP Gráfica e Editora, 2007. p.: 47, 50, 105.

CALLADO, J.C.. Nova Craniopuntura Japonesa. Caderno – Anotações da 11ª aula do curso de pós-graduação em acupuntura lato sensu, turma XXII, do CBF/CEATA. Ano: 2008.

CECATTO, S.B., GARCIA, R.I.D., COSTA, K.S., ANTI, S.M.A., LONGONE, E., RAPOPORT, P.B.. Perda auditiva sensorioneural no lúpus eritematoso sistêmico: relato de três casos. Rev Bras Otorrinolaringol. V. 70, n.3, 398-403, mai/jun 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/%0D/rboto/v70n3/a17v70n3.pdf>. Acesso em: 28/dez/11.

COMISSÃO DE LÚPUS DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA – SBR. Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) – Cartilha da SBR. Ano: 2011. Disponível em: < http://www.reumatologia.com.br/index.asp?Pagina=reumatologia/principaisDoencasEorientacoesPacienteResultados.asp&IDPrincipalDoencaIDOrientacaoPaciente=OP;28>. Acesso em: 28/dez/11.

COSTEIRA, O., Termos e Expressões da Prática Médica. Rio de Janeiro: Farmoquímica, 2001. 262p. P. 114.

COTRAN, R. S., KUMAR, V., COLLINS, T.. Lúpus Eritematoso Sistêmico; Etiologia e Patogenia. Robbins: Patologia Estrutural e Funcional, p. 193, 194. Ano: 2000.

DETHLEFSEN, T. & DAHLKE, R.. A Doença como caminho. Cap.1. A doença e os sintomas. São Paulo: Cultrix, 1983. 265p. P. 16,17.

DUTRAL, R. M.; OLIVEIRA, T. B.. Lúpus eritematoso sistêmico (LES): perfil clínico-laboratorial dos pacientes atendidos em um serviço privado de reumatologia na cidade de Santo Ângelo-RS. Revista: RBAC, vol. 41(1): 77-80, 2009. Disponível em: <http://www.sbac.org.br/pt/pdfs/ rbac/rbac_41_01/rbac_41_0 1_14.pdf>. Acesso em: 7/5/11.

EIRAS, M. E. C.. Lúpus – Trabalho de Conclusão de Curso – Turma 80. Curso de Acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa – CEATA, SP. Ano: 2006.

_________________. Equipe Doia. Lúpus Vulgar, Lúpus Carcinoma. Lúpus Vulgar. Dermis – Dermatology Information System. Disponível em: <http://www.dermis.net /dermisroot/pt/10368/image.htm>;<http://www.dermis.net/dermisroot/pt/10340/image.htm>;<http://www.dermis.net/dermisroot/pt/10275/image.htm>; <http://www.dermis.net/ dermisroot/pt/10376/image.htm>. Alemanha, 1996-2011. Acesso em: 7/5/11.

FALCÃO, C.A.; LUCENA, N.; ALVES, I.C.; PESSOA, A.L.;GODOI, E.T.. Cardite Lúpica. Arq Bras Cardiol vol.74 nº1. P: 56 Recife: 2000. Disponível em: < http://publicacoes.cardiol.br/abc/2000/7401/74010007.pdf>. Acesso em: 21/7/14.

GOTO, K. O que é Ryodoraku? JSRM – Japanese Society Ryodoraku Medicine. Disponível em: <http://www.ryodorakudobrasil.com.br/o-que-e-ryodoraku/>. Acesso em: 5/9/14. S.d.

GRECO, C.M.; NAKAJIMA, C.; MANZI, S. Update review of complementary and alternative medicine treatments for systemic lupus erythematosus. Curr Rheumatol Rep; 15 (11): 378, 2013 Nov. Portal de Pesquisas da BVS. Disponível em: <http://bvsalud.org/portal/resource/pt/mdl-24078104>. Acesso em: 15/7/14.

HOUAISS, A., VILLAR, M.S. e F.M.M., FRANCO, 2009. Houaiss da Língua Portuguesa. 1. ed. – Rio de Janeiro: Objetiva, 2009, 1986p. P.1202, 1899.

HUSZ, I.. O que é acupuntura. Apostila do Curso de Especialização em Acupuntura CBF/CEATA. Ano: 2007.

JIAN-HUI, L.. 1. Systemic Lupus Erithematosus; 2. Chronic Disciform Lupus Erythematosus. A Handbook of Tradicional Chinese Dermatologia. S.d. Acesso em: 2008.

JÚNIOR, A. M.. Lúpus Eritematoso Sistêmico. Disponível em: <http: // http://www.medicinageriatrica.com.br/tag/psicose/>. Acesso em: 2/mar/2004.

KONO, A. Craniopuntura de Yamamoto. Disponível em: < http://pontoacupuntura.blogspot. com.br/2011/05/cranioacupuntura-de-yamamoto.html >. Acesso em: 26/9/14.

KRAUTHAMER, A., COELHO, L.E. & SATO, E.I., 1999; SATO et al, 2002. Tratamento do LES. In E. I. Sato (Org.), Lúpus Eritematoso Sistêmico – O que é? Quais são suas causas? Como se trata? (p. 26-31). São Paulo: Sociedade Brasileira de Reumatologia.

KWANG, W. T., S/D. Classificação das Doenças; Etiopatogenia; YNSA. Apostilas do Curso de Especialização em Acupuntura CBF/CEATA, turma XXII. São Paulo, 2007.

KWANG, W.T.. Craniopuntura de Yamamoto – YNSA. Disponível em: < http://pt. slideshare.net/simonepascelli/yamamoto-ynsa)>. Acesso em: 8/9/14. S.d.

KWANG, W. T.. Entrevista. Jornal: O Legado. Ano: 2008.

KWANG, W. T., S/D. Mecanismo Neurofisiológico. Ponto de Acupuntura; Vias Aferente e Eferente da Acupuntura; Acupuntura e Neuroendocrinoimunologia. Apostila do Curso de Especialização em Acupuntura CBF/CEATA, turma XXII, Ano: 2007, p. 1,2,4.

KWANG, W. T.. Lúpus Eritematoso Sistêmico/Discóide. Disponível em E-mail: <[email protected]>. Ano: 2009.

KWANG, W.T., S/D. Craniopuntura 1 (YNSA 1) e Craniopuntura 2 (YNSA 2). DVD da Escola CEATA.

LUPUS Foundation of America, Inc., 2005. World Lupus Day Observed. Who Gets Lupus? Disponível em: <http://www.lupus.org/webmodules/webarticlesnet/?z=59&a= 1487>. Acesso em: 28/dez/11.

MACIOCIA, G.. Cap 16 – Diagnóstico; Cap 17 – Identificação dos Padrões. Os Fundamentos da Medicina Chinesa. São Paulo: Roca, 1996.

MACIOCIA, G. A Psique na Medicina Chinesa. Cap.9. A Prática da Medicina Chinesa: Tratamento das Doenças com Acupuntura e Ervas Chinesas. São Paulo: Roca, 2010.

MARTINS, A.C.C.L.; SILVA, T.M.; GLORIA, M.B.A. Determinação simultânea de precursores de serotonina – triptofano e 5-hidroxitriptofano – em café. Artigo. Quím. Nova vol.33. nº2. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-40422010000200016&script=sci_arttext>. Acesso em: 24/9/14. São Paulo, 2010.

MEDEIROS, E.F. Lúpus Eritematoso Sistêmico/Discóide. E-mail do [email protected] Acesso em: 14/3/9. Ano: 2009.

MAGALHÃES M.B., DONADI E.A. & LOUZADA J. P. Manifeatções clínicas do lúpus eritematoso sistêmico: Abordagem diagnóstica e terapêutica na sala de urgência. Medicina, Ribeirão Preto, 36: 409-417, abr/dez. Disponível em: < http://www.fmrp.usp. br/revista/2003/36n2e4/31manifestacoes_clinicas_lupus_eritematoso.pdf >. Acesso em: 28/dez/11. Ribeirão Preto, 2003.

MANFRED, P. The theoretical foundations of Chinese medicine. Massachusetts: The MIT Press, 1974.

MANN, F.. Acupuntura – A Arte Chinesa de Curar. Hemus, 1994. P.: 98-101.

MARQUES, C.D.L.; DANTAS, A.T.; FRAGOSO, T.S.; DUARTE, A.L.B.P.. A importância dos níveis de vitamina D nas doenças auto-imunes. Ver Bras Reumatol vol.50 nº1 São Paulo Jan/Feb. 2010. Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S0482-50042010000100007 > Acesso em: 21/7/14.

MAYER, G. Trad: HOPKINS, M. Cap.2 – Imunologia. 2009. Disponível em: <http://pathmicro.med.sc.edu/portuguese/immuno-port-chapter2.htm>. Acesso em: 14/7/14.

MEDEIROS, C. Lúpus aumenta as chances de desenvolvimento de câncer. Correio do Estado, 2010. Disponível em: < http://www.correiodoestado.com.br/ noticias/lupus-aumenta-as-chances-de-desenvolvimento-de-cancer_86327/>. Acesso em: 21/7/14.

MERCADO LIVRE. Anúncio: Acupuntura – Analyser Diagnóstico (Ryodoraku) – Cosmotrom. Acesso em: 5/9/14.

MOREIRA M.D. & MELLO FILHO, J. Psicoimunologia hoje. In J. Mello Filho (Org.), Psicossomática hoje (pp. 119-151). Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.

NASCIMENTO, M.C. As duas faces da montanha: estudos sobre medicina chinesa e acupuntura. São Paulo, Hucitec: 2006.

NOGIER, R. e BOUCINHAS, J.C., 2006. Prática Fácil de Auriculoterapia e Auriculomedicina. Cap. 4: Detecção e Tratamento dos Pontos. 3ª Edição. Ed.: Ícone. P.: 31,32.

NÖTHLICH, B., 2006. Pulsologia Chinesa: o estudo moderno e a prática clássica. Disponível em: <http://acupuntura.pro.br/artigos/pulsologia-chinesa/>. Acesso em: 24/4/11.

OLIVEIRA, Paulo Marcos Agria – Tradução do original: Dorland’s Pocket Medical Dictionary. Dorland (Pocket) Dicionário Médico. 26 ed. – São Paulo: Roca, 2004. 1056p.

PINTO A.R., SILVA, B., OLIVEIRA, I.C., PEREIRA, J.O.S., NUNES, L.. Manual de normalização de trabalhos acadêmicos. Universidade Federal de Viçosa, 2011. Biblioteca Central. Disponível em: < http://pt.scribd.com/doc/ 72692510/31/ Figura-18-%E2%80%93-Modelo-de-anexo-ABNT-NBR-14724-2011>. Acesso em: 31/12/11.

REIS, E.C.F.B.; PRADO, F.A.; RABELO, F.; CARNEIRO, J.N.; KIRCHENHEIM, R.A.F.V.; FILHO, R.R.S.; EVARISTO, T.. Verdades e Mentiras sobre o Lúpus Eritematoso Sistêmico. Centro de Reumatologia do DF. Disponível em: <http://reumatologiadf.com.br/neosite/index.php/reumatologia-menu/dicas-reumato-me nu/48-verdades-e-mentiras-sobre-o-lupus-eritematoso-sistemico>. Acesso em: 21/7/14.

REQUENA, Y. Acupuntura e Psicologia. São Paulo: Andrei, 1990. P. 61-63.

SANTANTONIO, J., YAZIGI, L., SATO, E.. Adolescentes com Lúpus Eritematoso Sistêmico: Um estudo por meio do método de Rorschach. Pisicologia: Teoria e Pesquisa. Mai-Ago 2004, Vol. 20 n. 2, PP 145-151. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/ptp/v20n2/a07v20n2.pdf>. Acesso em: 15/mai/11.

SATO et al pela Sociedade Brasileira de Reumatologia. Lúpus eritematoso sistêmico: acometimento cutâneo articular. Rev. Assoc. Med. Bras. vol.52 nº6 São Paulo Nov./Dec. 2006.  Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext& pid=S0104-42302006000600012>. Acesso em: 28/dez/ 11.

SATO, E. I., BONFÁ, E. D., COSTALLAT, L. T. L., SILVA, N. A., BRENOL, J. C. T., SANTIAGO, M. B., SZAJUBOK, J. C. M., FILHO, A. R., BARROS, R. T., & VASCONCELOS, M.. Consenso brasileiro para o tratamento do lúpus eritematoso sistêmico (LES). Revista Brasileira de Reumatologia, 2002. P. 42(6), 362-370.

SCHEINBERG, M. Morton Scheinberg: A conquista do lúpus. Folha de S. Paulo. Opinião. 10/5/13. Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/ 2013/05 /1276223-morton- scheinberg-a-conquista -do-lupus.shtml>. Acesso em: 15/7/14.

SCOFIELD, R.H.; WINDLE, M.L.; RUSH, E.T.; BUEHLER, B.. Genetics of Systemic Lupus Erythematosus. Disponível em: < http://emedicine.medscape.com/article/1884 084-overview>. Acesso em: 7/7/14.

SCOTTO, C.M.. Relação com as Biomoléculas. Masterclin Treinamentos. Apostila: Acupuntura Auricular, 2006. p.3.

SILVEIRA, L.M.R. Acupuntura como tratamento auxiliar nas alterações comportamentais em cães.52 f. Monografia de Especialização em Acupuntura Veterinária. Instituto Qualittas. São Paulo, 2009.

SOBRINHO, R.B.. Dr. Nakatani. Ryodoraku = “sinal” do S.N.A. – 1950. Ryodoraku – Caminhos Permeáveis, p. 9. Apostila do Curso de Especialização em Acupuntura CBF/CEATA, 2007.

SOBRINHO, R. B. Manual EAV/Ryodoraku. Medchina, 2008.

SONTHEIMER, R.D.. Clinical manifestations of cutaneous lupus erythematosus. In: Wallace DJ, Hahn BH. Dubois’lupus erythematosus. Pennsylvania: Lea & Febiger, 1993. P.285-301.

SOUSA, J.L. e VASCONCELOS, E.B.. Acupuntura Constitucional (Tipologia). Disponível em: <http://webcache.googleusercontent.com/ search?q=cache:JFpgrFlD Mu0J:www.portalunisaude.com.br/arquivos/CONSTITUCIONAL.pdf+hum+po+yi+zhi&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&source=ww w.google.com.br>). Acesso em: 21/4/ 11. S.d.

SOUZA, M.P.. Tratado de Auriculoterapia. Cap. 3. Diagnóstico. Brasília: LooK, 2001. P.: 31.

STEDMAN, T. L., 1990 (1853-1938). Trad.: ARAÚJO, C.L.C. et al., 1996. Stedman – Dicionário Médico 25ª Edição. Ed.: Guanabara Koogan. 1657p. P.: 746-748, 1376. Rio de Janeiro, 1990 Baltimore, USA.

TEIXEIRA, T.M.; COSTA, C.L. Papel da vitamina D no Lúpus eritematoso sistêmico. The role of vitamin D in systemic lupus erythematosus. Rev. Nutr. Vol. 25 nº4 Campinas Jul/Ago 2012.

TISKIEVICZ, F.. Perfil hormonal, marcadores imunológicos e atividade da doença em mulheres com lúpus eritematoso sistêmico, 2008. Tese de Mestrado da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas: Endocrinologia.

UTIYAMA, S.R.R.; REASON, I.T.M.; KOTZE, L.M.S.. O sistema complemento nas doenças: genética e patogenia. The complement system in diseases: genetic and pathogeny. Revista Brasileira de Reumatologia, vol.44, nº 4, São Paulo, Jul/Ago, 2004. Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?script= sci_arttext&pid=S0482-50042004000400006 >. Acesso em: 7/7/14.

VILLAR, M. J. P., & SATO, E. I.. Estimando a incidência de lúpus eritematoso sistêmico em Natal/RN-Brasil. Comunicação apresentada na XVI Jornada Brasileira de Reumatologia e XIII Jornada do Cone-Sul de Reumatologia. Florianópolis, 2001.

WALLACE, D. et al. Tratamentos. Disponível em: <http://http://www.lupusonline.com. br/trata.asp>.  Acesso em: 14/3/9. S.d.

WEN, T. S.. Conceito sobre os mecanismos da Acupuntura. Acupuntura Clássica Chinesa, p. 14 – 16. Cultrix, 2006.

WANG, B.. Cap 27 – Zhou Bi. Princípios de Medicina Interna do Imperador Amarelo. P.: 638. São Paulo: Ícone, 2001.

WD, 29/4/11. Prevalence Statistics for Types of Connective tissue disorders. Disponível em: <http://www.wrongdiagnosis.com/c/connective_tissue_disorders /prevalence-types.htm>. Acesso em: 7/5/11.

YAMAMOTO, T., YAMAMOTO, H. e YAMAMOTO, M. M., 2007. Cap 6 . Diagnósticos Abdominal e Cervical da Nova Craniopuntura de Yamamoto. Diagnóstico Abdominal da Nova Craniopuntura de Yamamoto. P. 3, 6, 70, 71, 72, 80. Ed.: Roca.

YAMAMURA, Y. Pontos de Acupuntura. Cap.3. Acupuntura Tradicional: A Arte de Inserir, p. 39. São Paulo: Roca, 1995.

YAMAMURA, Y., Introdução. Cinco Movimentos, a Natureza e o Ser Humano; Cap 16. Diagnóstico. Acupuntura Tradicional: A Arte de Inserir, p. L, 181, 182. São Paulo: Roca, 1996.

APÊNDICE – REFERÊNCIA DE NOTA DE RODAPÉ

3. N.A.: Embora Yamamoto (2007:72) recomende o uso de agulhas descartáveis 25×40 mm, objeção direta à sua reutilização não é feita. Durante a pesquisa, várias vezes as agulhas foram trocadas, conforme a necessidade e as reutilizadas foram esterilizadas.

4. N.A.: Apesar da indicação de várias punturas sobre os mesmos pontos (WANG, 2001)  e  de Yamamoto recomendar o uso de onda pulsada, a pesquisadora optou pela onda contínua. Isso porque o desconforto causado por esse tipo de eletroestimulação era grande e, além disso, não há evidências comprovando a ineficácia da onda constante para o caso.

[1] Especialista em Acupuntura, acadêmica em Engenharia da Produção, graduada em Fisioterapia e também em Administração.

[2] Professor de pós-graduação e autor de diversos livros sobre Medicina Tradicional Chinesa e Avelar dos Santos, Médico osteopata ortomolecular e Supervisor de pós-graduação Lato Senso em Acupuntura.

Enviado: Agosto, 2020.

Aprovado: Abril, 2021.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here