Didática: Uma Dialética na Formação do Educador na Docência da Educação Superior

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Didática: Uma Dialética na Formação do Educador na Docência da Educação Superior
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SILVA, Daniela Santos Landim [1]

SILVA, Daniela Santos Landim. Didática: Uma Dialética na Formação do Educador na Docência da Educação Superior. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 06, Vol. 03, pp. 158-165, Junho de 2018. ISSN:2448-0959

Resumo

O presente artigo surge com base em análise de referências bibliográficas, de autores de referência dentro do estudo da Didática, com os objetivos de reconhecer o papel da Disciplina de Didática no Ensino Superior; analisar as perspectivas da didática na formação de educadores; identificar as características da docência superior; questionar a dialética dentro da didática e deduzir os diferentes pensamentos críticos dos educadores. A docência exige um bom exercício profissional com conhecimentos específicos para aumenta-los, exercendo de acordo com a aquisição de conhecimento para melhorar a qualidade de ensino. A palavra didática compreende uma técnica de dirigir e orientar a aprendizagem. Constituindo assim como objeto de estudo o ensino- aprendizagem. São por meio da didática que se desenvolve os processos educativos. Afinal todo educador é primeiramente um humano capaz de fazer a sua prática histórica e transformar um contexto educacional. Além disso, o educador tem que ter compromisso com a educação, pois o papel da didática é antes de tudo facilitar o ensino-aprendizagem. A didática é a mola capaz de proporcionar o entusiasmo de ensinar, pois só assim o docente fará a diferença, abrindo caminhos para vontade de aprender do educando. A didática antes de tudo é uma ciência cujo objetivo é tratar das estratégias de ensino, da metodologia de ensino e da aprendizagem, funcionando como elemento transformador da teoria e prática. Por outro lado o professor universitário forma um profissional educador para as futuras gerações do país capaz de formar uma sociedade mais justa e igualitária.

Palavras–chave: Docência, Educador, Ensino Superior, Didática.

Introdução

A palavra Didática tem origem grega techné didaktiké que se traduz arte de ensinar. Na qual as primeiras ideias surgiram em países da Europa Central. A partir dos estudos de dois educadores o Ratíquio e Comênio com uma didática baseada com ideias ética- religiosas. “A Didática estuda os objetivos, os conteúdos, os meios e as condições do processo de ensino em vista finalidades educacionais, que são sempre sociais, ela se fundamenta na Pedagogia; é assim uma disciplina pedagógica” (LIBÂNEO, 2013, p. 13-14). Que muitas vezes ainda não é valorizada por outros campos de conhecimento. O que surge são pontos de críticas por muitos educadores.

Segundo Rays (2009, p. 51) “o ensino da didática é passível de críticas sob muitos aspectos. Um deles está representado no caráter altamente mecanicista que essa disciplina vem assumindo nos últimos anos, em nome da objetividade e cientificidade do ensino”. Cabe abrir novos estudos para o surgimento de nova visão e concepção educativa de ensino.

O professor é um profissional que alicerça todas as outras profissões de um país em desenvolvimento. Seja qual for o nível de atuação profissional do docente, adquirirá característica peculiar ao nível escolar (infantil, fundamental, médio e superior) que o mesmo atue, sem perder a sua identidade.

Com isto, a dialética da docência universitária ainda é relevante no mundo, já no Brasil é de responsabilidade das instituições de nível superior, preparar professores capacitados para o exercício da docência. Segundo Rays (2009)

O ensino da didática somente se tornará possível se se tomar como plano de fundo a realidade educacional brasileira que nada mais é do que o reflexo da realidade social brasileira que nada mais é do que o reflexo da realidade social o mediata, onde suas contrações são cada vez mais complexas (RAYS, 2009, p. 44).

Então vale conhecer o papel da Didática na formação do Educador e levar em conta a realidade e superar a problematização que surge dentro dos processos educativos. “Sua especificidade é garantida pela preocupação com a compreensão do processo ensino-aprendizagem e a busca de forma de intervenção na prática pedagógica” (BARBOSA, 2011. p. 12). É através de uma concepção crítica que se constrói um conhecimento cognitivo dentro das perspectivas psicopedagógico.

O presente artigo tem como objetivos: reconhecer o papel da Disciplina de Didática no Ensino Superior; analisar as perspectivas da Didática na formação de educadores; identificar as características da docência superior; questionar a dialética dentro da Didática; deduzir os diferentes pensamentos críticos dos educadores. Dentro deste contexto o estudo surgiu com base em análise de referências bibliográficas, de autores de referência dentro do tema tratado. Este se divide em duas seções. Na primeira esta caracterizado a docência da Educação Superior e na segunda é proposta uma concepção dialética do papel da didática na formação do docente do Ensino Superior.

Característica da docência da educação superior

No sentido padrão da palavra docência é o trabalho dos professores. É o ato que vai além de ministrar aula. “No sentido etimológico, docência tem suas raízes no latim, docere, que significa ensinar, instruir, mostrar, indicar, dar a entender” (VEIGA, 2006. p. 85).

Mas para a docência superior é atribuído uma docência mais complexa para o exercício profissional com três características necessárias para docência superior: o ensino (docência), pesquisa, administração de diversos setores da instituição (ZABALZA, 2004 apud VEIGA, 2006). E Veiga (2006) ainda acrescenta mais uma a orientação acadêmica: monografias, teses, dissertações etc.

No entanto a LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional dar às seguintes incumbências no art. 13 aos docentes.

I – participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;

II – elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;

III – zelar pela aprendizagem dos alunos;

IV – estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;

V – ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional;

VI – colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.

Contudo a docência exige um bom exercício profissional com conhecimentos específicos para aumenta-los, exercendo de acordo com a aquisição de conhecimento para melhorar a qualidade do ensino. Formar educadores Universitários tem como objetivos, alcançar a importância da docência, proporcionando a importância da docência com maior conhecimento cientifico- pedagógico para enfrentar questões fundamentais da universidade.

Concepção dialética do papel da didática na formação de docente do ensino superior

A palavra didática compreende uma técnica de dirigir e orientar a aprendizagem. Constituindo assim como objeto de estudo o ensino-aprendizagem. É por meio da didática que se desenvolve os processos educativos. O papel da didática na formação do professor é muito discutido dentro do ponto de vista pedagógico, a metodologia que o professor recorre, deve seguir um planejamento a fim de alcançar os objetivos do ensino. A didática é um importante elemento estruturante do seu método.

Além disso, a Didática tem um importante papel de destaque quando se trata de componentes curriculares. Quanto à dimensão técnica de ensino que o professor assume para melhorar e organizar o ensino-aprendizagem. Com base nos objetivos instrumentais como a seleção do conteúdo, metodologia de ensino e avaliação etc. forma um conjunto de preocupações do educador. De acordo com Candau (2009)

No entanto, quando esta dimensão técnica é dissociada das demais, tem se o tecnicismo. A dimensão técnica é privilegiada, analisada de forma dissociada de suas raízes político-social e ideológicas, e vista como algo “neutro” e meramente instrumental. A questão do “fazer” da prática pedagógica e dissociada das perguntas sobre o “por que fazer” e o “pra que fazer” e analisada de forma, muitas vezes, abstrata e não contextualizada (CANDAU, 2009, p.15, grifo da autora).

Dessa forma o professor universitário vai pra sala de aula se achando a autoridade, com o papel de formador, que se acha superior ao formando. Seja pelo fato dele ser especialista, mestre o doutor, que é o dono do conhecimento e por pensar que o aluno por ser adulto já tenha uma mentalidade formada e é capaz de assimilar todas as informações fornecidas. Ele não analisa o seu alunado, não esta preocupado por ser “neutro” e “instrumental”. O mesmo tem que saber o porquê, pra que e o que fazer para melhorar o ensino dos discentes.

Contudo “o desafio do momento: a superação de uma didática exclusivamente instrumental e a construção de uma didática fundamental” (CANDAU, 2009, p. 24). Que seja capaz de uma transformação social com base em práticas pedagógicas que forme um ensino de qualidade para população. Dentro de dimensões políticas, humana e com relação aos conteúdos temáticos, buscando métodos de formar as práxis educativas.

Todavia que a prática educacional for meramente sem prazer pelo que se faz, por ter sido falta de opções consequentemente não será bem desenvolvida, e nem alcançará os objetivos almejados pelo o processo de ensino. Muitos educadores tornam o ensino cansativo, repetitivo, que não são absorvidos pelos alunados. No nível superior as evasões escolares são grandes nas instituições de ensino. Devido diversos motivos, um deles é a grande retenção de disciplinas no curso, pois a reprovação é inevitável por alguns professores que até mesmo acham bonito reprovar o seu aluno.  Há aqueles que simplesmente não torna flexível a sua prática, outros são totalmente neutros com relação à didática da relação professor – aluno, outros que passam anos e anos e usando o mesmo método, outros levam o ensino na forma de brincadeira, outros são autoritários que ainda estão no processo tradicionalista na qual o professor fala e o aluno somente escuta. Com base nisso será que o problema é a Didática? Segundo Luckesi (2009, p. 28),

é que a prática educacional não poderá ser, de forma alguma, uma prática burocrática (ou profissional-burocrata). Ela tem que ser uma ação comprometida ideológica e efetivamente. Não pode fazer educação sem “paixão”. Agir em educação, como um burocrata é fazer o jogo de decisões alheias; muitas vezes, decisões que nem mesmo o agente aceitaria se delas estivesse consciente. Neste caso, estar-se-ia trabalhando por um projeto exterior, que não fora forjado na prática dialética do dia a dia (LUCKESI, 2009, p.28, grifo do autor).

Porém, a pirâmide hierárquica não deve estar presente dentro do ensino e aprendizagem, pois o educador nunca esta pronto, a sua preparação é formada através dessa dialética do dia a dia e por meio da análise de suas práticas. Ao mesmo tempo em que ensina é ensinado, atualizando se com relação à nova escola. Que é através dessa escola nova que o professor é o orientador do conhecimento.

Como caracteriza Luckesi (2009, p. 26) que “o papel da didática – destina-se a atingir um fim – a formação do educador”. Afinal todo educador é primeiramente um humano capaz de fazer a sua prática histórica transformar um contexto educacional. Além disso, o educador tem que ter compromisso com a educação, pois o papel da didática é antes de tudo facilitar o ensino-aprendizagem. O agente docente age didaticamente, quando orienta e acompanha o seus discentes, e não apenas empurrar conteúdos e mais conteúdos sem dar espaço ao aluno, assimilar e construir os seus próprios conhecimentos.  Luckesi (2009, p. 27) diz que: “como sujeito da história, compreendendo o educador, o autêntico educador, como ser humano que constrói, pedra sobre pedra, o projeto histórico de desenvolvimento do povo”.

Portanto, a didática é a mola capaz de proporcionar o entusiasmo de ensinar, pois só assim o docente fará a diferença, abrindo caminhos para vontade de aprender do educando. A Didática antes de tudo é uma ciência cujo objetivo é tratar das estratégias de ensino, da metodologia de ensino e aprendizagem, funcionando como elemento transformador da teoria e prática.

Dessa forma no ensino superior a Didática torna-se um mecanismo de preparação do educador. Através da transmissão de conteúdos morais e cognitivos, mas o que pode ser percebido dentro do ensino e um défice neste último, pois muitos estão somente interessados em transmissão de conteúdos científicos moralizantes. Luckesi (2009) afirma:

Penso que a didática, para assumir um papel significativo na formação do educador, deverá mudar os seus rumos. Não poderá reduzir-se e dedicar-se tão somente ao ensino de meios e mecanismos pelos quais se possa desenvolver um processo ensino-aprendizagem, mas deverá ser um elo fundamental entre as opções filosófico-políticas da educação, os conteúdos profissionalizantes e o exercício diuturno da educação. Não poderá continuar sendo um apêndice de orientações mecânicas e tecnológicas (LUCKESI, 2009, p. 33).

Mas cabe a cada professor educador usar a Didática de maneira que envolva o ensinar e o aprender e em conjunto com as condições pedagógicas, as práticas educativas com as proposta da educação. “A Didática é uma tecnologia aplicada que se constrói e que se desenvolve em decorrência dos estudos que ciências, como Psicologia, Biologia e Sociologia entre outras, lhe apresentam sobre os problemas de ensino e aprendizagem” (SANTOS, 2009, p. 41). O desafio é superar o individualismo de cada ciência estudada, ao que mais se observa dos profissionais especialistas, é a valorização somente dos conteúdos científicos dos cursos superiores e a desvalorização das disciplinas pedagógicas. Cabe buscar superar esse problema, pois não se é professor sem didática. Procurar buscar a multidisciplinariedade entre as ciências. Na opinião de Rays (2009);

A disciplina didática desenvolvida atualmente nos cursos de formação de educadores apresenta uma característica marcante por seu conteúdo enfatizar uma preocupação de caráter estritamente prático. Sua abordagem atual raramente ultrapassa a dimensão técnica do ensino (RAYS, 2009, p. 44).

Conteúdos esses que pode ser resumido em planejamento, execução e avaliação do ensino. Como preocupações psicopedagógicas de forma isolada do objetivo do ensino da didática.  A didática problematiza e contesta o educacional e o social, através de regras e normas, a fim de extrair os subsídios teóricos para o nascer de meios instrucionais com vinculação ao desenvolvimento de situações didáticas reais. Com sua origem na dialética entre o ato de ensinar e o ato de aprender que se apresente dentro de uma sociedade atual. “Pressuponho, isso, uma DIDÁTICA com FILOSOFIA DE AÇÃO DIALÉTICA” (RAYS, 2009, p. 52, grifo do autor).

Contudo figuram as metas e tarefas do ensino dentro da sociedade. A Didática baseia-se em uma concepção humanista e social, com propósitos sociais, políticos e pedagógicos dentro de uma educação escolar em função da realidade do estado brasileiro.

Considerações finais

A Didática desempenha um importante papel dentro da educação de nível superior, apesar de ainda não ser tão valorizada dentro de outras áreas de estudo como, por exemplo, a humana, entretanto é através do estudo dessa “ciência” ou “técnica”  que pode conhecer estratégias a serem usadas pelo educador com o intuito de facilitar o processo de ensino–aprendizagem e utilizando as metodologias e ensino passados por ela que o docente pode propiciar um ambiente que estimule e favoreça a formação do senso crítico e cognitivo do aluno. Além disso, o professor dentro da realidade de hoje é o orientador do conhecimento dentro do processo de mudança social e durante toda a sua vida.

Cabe à aplicação da didática de forma multidisciplinar dentro das perspectivas da educação, ela não pode ser estudada de forma individualizada, para não se chamar de neutra. Como hoje ainda é tratada por muitos professores. Ela se caracteriza como mediadora entre as bases teórico-científicas da educação escolar e a prática docente.

Por outro lado o professor universitário forma um profissional educador para as futuras gerações do país. Capaz de formar uma sociedade mais justa e igualitária. Alguns professores podem ter o dom de serem docentes, mas a arte de ensinar e as técnicas metodológicas que forma a docência são encontradas somente com o estudo da didática. Para a formação profissional para o magistério é necessário uma solida formação teórico-prática através de uma concepção de homem e sociedade baseada dentro da realidade brasileira. O compromisso da didática é buscar a qualidade cognitiva e o pensar das aprendizagens. Além disso, deve servir de inspiração e criatividade para o docente e compreender a dimensão psicopedagógicos.

Referências bibliográficas

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CANDAU, Vera Maria. (Org.) A didática e a formação de educadores – Da exaltação à negação: a busca da relevância. In:_____.A Didática em Questão. 29. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2009. p. 13 – 24.

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LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2. ed. São Paulo: Cortez,  2013. 288 p.

LUCKESI, Cipriano Carlos. O papel da didática na formação do educador. In: CANDAU, Vera Maria. (Org.) A Didática em Questão. 29. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2009. p. 25 – 34.

RAYS, Oswaldo Alonso. Pressupostos teóricos para o ensino da didática. In: CANDAU, Vera Maria. (Org.) A Didática em Questão. 29. ed.  Rio de Janeiro: Vozes, 2009. p. 43 – 52.

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VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Docência Universitária na Educação Superior. In: RISTOFF, Dilvo (Org.); SEVEGNANI, Palmira (Org.). Docência na Educação Superior: Educação em debate. 5 v. Brasília; Inep, 2006. p. 85 – 96. Disponível em: <http://www.unifra.br/Utilitarios/arquivos/arquivos_prograd/Doc%C3%AAncia%20da%20edu%20superior.pdf >. Acesso em: 01 de jun. 2015 às 16:47.

[1] Licenciada em Ciências Biológica – UESPI; Especialista em Bioquímica – FLATED; Mestranda em Educação – Anne Sullivan University.

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