O Entendimento de Enfermeiros Sobre a Captação e Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante

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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/captacao-e-doacao-de-orgaos
O Entendimento de Enfermeiros Sobre a Captação e Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante
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SANTOS, José Ribeiro dos [1]

SANTOS, José Ribeiro dos. O Entendimento de Enfermeiros Sobre a Captação e Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 01, Ed. 01, Vol. 11, pp. 175-182. Dezembro de 2016. ISSN: 2448-0959

Resumo

Este trabalho traça algumas considerações acerca das atribuições que compete ao enfermeiro frente ao processo de transplantes. Com base na legislação existente no país e a literatura disponível. Destacam-se os aspectos éticos e a importância do enfermeiro junto à equipe multiprofissional e a sociedade. Além disso, é necessário capacitar profissionais ligados ao processo de transplante e ao ensino formal, promovendo esclarecimentos e debates a respeito da doação de órgãos para transplante. O objetivo foi analisar o entendimento dos enfermeiros de acordo com as produções científicas no período de 2001 a 2010, referente à problemática. O método adotado foi de revisão integrativa da literatura. Os resultados apontam a necessidade de aprimoramentos, tomadas medidas de educação continuada entre esses profissionais e uma ampla abordagem sobre o tema. Conclui-se que; apesar do aumento do número de transplante de órgãos realizados, ainda existe pouca produção literária que descreva e valide os resultados da avaliação de conhecimento de enfermeiros sobre o processo de transplantes. Assim, este estudo mostra que é preciso investimentos nas produções cientificas, que envolvem aspectos complexos, a intensificar e valorizar o nível de desenvolvimento do conhecimento de enfermeiros envolvidos no processo de captação de órgãos e transplante para melhor elucidar a questão.

Palavras-chave: Doação de órgão, Legislação, Transplante.

1. Introdução:

O fantástico desenvolvimento da tecnologia médica, em especial nos últimos quarenta anos, trouxe como resultado o aumento na esperança de vida o que, por sua vez, influenciou o crescimento demográfico com reflexos em vários outros aspectos sociais e econômicos e tem tido uma repercussão importante na prevalência de doenças crônico-degenerativas, muitas delas sem alternativa de tratamento que não seja um transplante de órgão ou tecidos (BARTIRA,2010)

Potencial doador PD; e) -Entrevista familiar, quando existe a identificação de um potencial doador em unidade de terapia intensiva ou pronto socorro, há a obrigatoriedade de notificação compulsória à central de Notificação Captação e Distribuição de Órgãos e tecidos (MATTIA,2010).

A notificação de um potencial doador é obrigação prevista em lei de notificação compulsória a CNCDO, descentralizadas em OPOs, é feita via ligação telefônica a CNCDO pelos profissionais do PS ou da UTI. A (CNCDO) repassa a notificação a (OPO) Organização de Procura de Órgãos, que por sua vez avalia as condições clínicas do potencial doador, como idade, causa da morte encefálica horário do diagnóstico de morte encefálica. (CINQUE, 2010).

Para compreender de forma mais ampla as dificuldades envolvidas no processo de doação de órgãos, é essencial o conhecimento sobre as exatas razões para a escassez de órgãos, principal fator limitante do incremento do número de cirurgias realizadas. A pesar dos transplantes serem baseados em procedimentos técnicos que apresentam um grande avanço tecnológico, não pode ocorrer sem um doador de órgãos (MAGALHÃES, 2011).

A atividade de transplante de órgãos e tecidos no Brasil iniciou-se no ano de 1964 na cidade do Rio de Janeiro e no ano de 1965, na cidade de São Paulo, com a realização de dois primeiros transplantes renais do país, o primeiro transplante cardíaco ocorreu também na cidade de São Paulo no ano de 1968, realizado pela equipe do Dr. Euriclides de Jesus Zerbini. Tendo o receptor sobrevivido 28 dias. Este fato ocorreu menos de um ano após a realização do transplante pioneiro pelo Dr. Christian Bernard, na África do Sul (DOMINGOS, 2010. ABOTO,2011).

Legislação:

A legislação Brasileira sobre doação de órgãos vem sofrendo intensa modificação nos últimos anos a primeira Lei, aprovada em 1968, teve a capacidade de iniciar a discussão sobre o comportamento das pessoas frente à doação de órgãos (DALBEN,2010). Segundo o Diário Oficial da União (2008), a legislação brasileira que rege sobre a doação de órgãos e tecidos, considerando o disposto na Lei n° 9.434 de 4 de fevereiro de 1997 no Decreto n° 2.268/97, tudo no que diz respeito sobre a retirada de órgãos e partes do corpo humano para fins de transplante ou enxertos de tecidos, Decreto n° 2.268 de 30 de junho de 1997-Regulamenta a Lei 9.434 e cria a Central Nacional de Transplante (CNT) ficou responsável por centralizar todos os casos de morte encefálica no território nacional através do cadastro técnico único e as centrais de Notificações e Distribuição de órgãos (CCNDOs).  Essa Lei, porém, sofreu algumas alterações pela Lei n° 10.211, em 2001, introduzindo o registro nacional de doadores, estabelecendo à prioridade dos doadores na realização de necropsia (Instituto Médico Legal), em caso de morte violenta, devolvendo à família a decisão para a doação (doação consentida) e retornando a obrigatoriedade da autorização judicial para transplantes intervivos não aparentados.

Doadores e Receptores

O processo de doação de órgãos e tecidos para transplante é complexo e composto por diferentes etapas. Inicia-se com a identificação de um paciente em morte encefálica (ME) e finaliza somente com a conclusão do transplante.    Para se tornar um doador é necessário que o indivíduo cumpra alguns requisitos básicos: Encontre-se bem e em bom estado de saúde física e mental, tenha compatibilidade sanguínea com o receptor, realizar todos os exames preconizados para este tipo de cirurgia, tenha mais de 21 anos de idade, tenha passado no estudo imunológico e seja um voluntário. (CINTRA,2005)

A literatura mundial relata o aumento exponencial de receptores em listra de espera para os diversos órgãos como uma questão universal, cuja insuficiência da captação resulta em óbitos pela espera do órgão que não se efetiva em tempo hábil é necessária a realização de testes laboratoriais que confirme a compatibilidade entre doadores e receptores.

Barreiras para a não doação de órgãos

A crença religiosa; A falta de entendimento da família; A desconfiança a assistência e no medo do comércio de órgãos para transplante; A não aceitação da manipulação do corpo, o medo da reação da família; A ausência ou a demora da confirmação do diagnóstico de morte encefálica, o desencontro das informações transmitidas à família pela equipe do hospital, geral dúvidas sobre o quadro do paciente e é motivo para a recusar a doação de órgãos mesmo que o familiar em vida tenha pedido para ser realizado a doação; A inadequação do processo de doação; Ou até mesmo por não saber o desejo da paciente falecido, manifestado em vida, de não ser um doador de órgãos, medo da perda do ente querido, medo do seu familiar não estar realmente morto.

Conceito de morte encefálica.

A primeira concepção de morte encefálica foi desenvolvida por um grupo de neurologista francês, a significância da apneia foi reconhecida e descrita por Mollaret e Goulon em 1959, através de uma condição clínica denominada coma dépassé, situação em que um cérebro morto encontra em um corpo vivo.

A equipe necessária para confirmar a morte encefálica (ME), foi estabelecida pelo decreto n° 2.268/97. O diagnóstico deve ser realizado por dois médicos não pertencente das equipes de transplante, sendo um com título de especialista em neurologia. A data e o horário do óbito serão constatados no momento do diagnóstico da morte encefálica (ME). As vítimas de morte violenta, após a retirada dos órgãos, deverão ser obrigatoriamente autopsiadas O diagnóstico de morte encefálica (ME) varia de país para país. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina, na Resolução CFM nº 1.346/91, define morte encefálica como a parada total e irreversível das funções encefálicas, de causa conhecida e constatada de modo indiscutível. No diagnóstico de (ME) um médico conduz os exames médicos que dão o diagnóstico de morte encefálica (ME), o teste inclui um exame clínico evidenciando a ausência de reflexos cerebral, após seis horas de observação, faz-se o segundo teste pelo médico neurologista que não faz parte da equipe de transplante, o teste inclui exames de fluxos sanguíneos (angiografia cerebral), ou eletroencefalograma, este teste é para confirmar a ausência de fluxo sanguíneo no cérebro.

Deve se atentar durante o exame clinico para a temperatura corpórea (SANTOS,2005). Diante do que foi exposto, por ser uma área relativamente nova para o enfermeiro, buscou-se na literatura o entendimento deste professional. O objetivo deste trabalho é analisar o entendimento de enfermeiros e as produções científicas nacionais no período de 2001 a 2010, referente a temática o entendimento de enfermeiro sobre a captação e doação de órgãos e tecidos para transplantes.

2. MATERIAIS E MÉTODOS

Trata-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica, integrativa. O estudo é uma revisão sistemática que consiste em uma técnica científica objetiva, eficiente e reprodutível, que representa uma reflexão sobre a importância das ações do profissional enfermeiro, diante de um potencial doador de órgãos. A presente pesquisa teve como finalidade buscar na literatura cientifica identificar entendimento do profissional enfermeiro em relação a captação e doação de órgãos para transplante. Pautando-se nas perspectivas teóricas adotadas, investigou-se os artigos inerentes ao tema abordado entre os anos de 2001 a 2010, através de leituras e fichamentos de textos. Inicialmente procedeu-se a checagem dos títulos, autores e resumos, com objetivo de separar as publicações repetidas, a seguir foram esmiuçadas todas as publicações encontradas e selecionados os artigos inerentes ao assunto abordado. Os textos foram selecionados para análise devido as implicações para a prática que norteia as ações de enfermagem, no que se refere aos protocolos e os cuidados com um potencial doador de órgãos. Os dados serão armazenados em programa de computador Word 2013 e serão discutidos na abordagem qualitativa.

3. Resultados e Discussões

Figura1- Ano de publicações dos artigos estudados sobre a captação e doação de órgãos e tecidos para transplantes. Fonte: Elaborado pelo autor. São Paulo, 2011
Figura1- Ano de publicações dos artigos estudados sobre a captação e doação de órgãos e tecidos para transplantes.
Fonte: Elaborado pelo autor. São Paulo, 2011

Dos artigos científicos encontrados que estavam disponíveis em língua portuguesa, nas datas de publicações, podemos observar na figura acima que o ano de 2010 foi o ano que teve maior número de artigos publicados com 7 publicações, em seguida do ano de 2007 com 6 publicações. Nota-se uma acentuada oscilação do ano de 2007 a 2010. Já no ano de 2001 e 2004 não foram encontrados artigos que se adequassem à temática. Nos anos de 2002, 2003 e 2009 foram encontrados apenas um artigo inerente ao assunto abordado.

Faz-se necessário ressaltar que a maioria dos artigos publicados foram elaborados pelos profissionais de enfermagem seguido dos profissionais médicos e demais categorias. A Associação Brasileira de transplante acredita que no cenário dos transplantes todos os pacientes médicos e doadores são importantes, pois não existe transplante se doador. De acordo com Bartira e Dimas et a o grande desafio do profissional que trabalha com captação de órgãos e tecidos é ter competências éticas para melhoria continua da assistência. Já o autor Matias, diz que é necessário que seja tomada medidas de educação continua entre esses profissionais envolvidos no processo de captação e doação de órgãos e tecidos. Moraes em seu estudo apontam um conhecimento deficiente e limitado dos profissionais em relação à morte encefálica. Embora haja essa deficiência dos profissionais em relação ao processo comum todo, que sem a participação efetiva da enfermagem frente às singularidades e peculiaridades que envolvem todo o processo de transplante, não teríamos alcançados resultados tão expressivos e aceitos pela sociedade.

A enfermagem conquistou seu espaço com responsabilidade e credibilidade junto a sociedade, o Conselho Federal de Enfermagem devido à alta complexidade que envolve o processo de transplante, de acordo com a Lei sobre os transplantes de órgãos regulamentada no país, a Resolução COFEN N° 292/2004 determinou e especificou as atribuições do enfermeiro (planejar, executar, coordenar, supervisionar e avaliar os procedimentos de enfermagem aos doadores de órgãos e Tecidos. A temática sobre doação e transplante de órgãos e tecidos deveriam ser mais divulgados entre o meio acadêmico. Magalhães ressalta que no processo de transplante a doação não é obrigação e sim uma opção particular de cada familiar.

O fato da negativa da doação de órgãos e tecidos é o desconhecimento do desejo do potencial doador. A falta de esclarecimentos e crenças também são apontados como fatores limitantes da doação de órgãos e tecidos. Estudos realizados pelo autor Domingos mostra que a quantificação da possibilidade de doação de órgãos foi limitada pela recusa familiar, quanto a doação de órgãos e óbitos ocorridos nos períodos em que eram realizados testes comprobatórios para morte encefálica (ME).

É de responsabilidade da equipe de enfermagem realizar o controle de todos os dados hemodinâmica do potencial doador. Potencial doador é o paciente com diagnóstico de morte encefálica ME, no qual tenham sido descartadas as contraindicações clínicas que representam riscos aos receptores dos órgãos. É preciso se atentar a evolução dos pacientes com morte encefálica internados nas unidades de terapia intensiva (UTI), para que o cuidado com o potencial PD seja tomado a tempo, evitando assim a não efetiva doação por parte de eventuais complicações e infecções.

A enfermagem deve se atentar às necessidades fisiológicas básicas do potencial doador, todos os cuidados gerais deverão ser prestados, manutenção de cabeceira a 30°, aspiração de secreções pulmonares, cuidados com cateteres, mensuração Contínua dos sinais vitais, pressão arterial sistêmica temperatura, oximetria de pulso, mensuração de PVC pressão venosa central, do débito urinário e teste de glicemia devem ser realizados a cada hora, dietas e antibióticos devem ser mantidos.

Para o aumento do número de captação e doação de órgãos e tecidos e consequentemente a redução da fila de espera, se faz necessário o adequado treinamento dos profissionais envolvidos no processo de captação de órgãos. Com esse intuito o Ministério da Saúde começou a ministrar cursos para coordenadores intra-hospitalares de transplante.

Apesar de o transplante ser uma oportunidade de melhoria da qualidade de vida de pacientes com doenças crônicas terminais em muitos casos o processo de transplante pode demorar dias, meses ou anos e o paciente pode não alcançar os níveis de desenvolvimento vindo a falecer antes da conclusão do processo de transplante.

4. Conclusão

Os dados do presente estudo concluem-se o entendimento de que a qualidade da relação entre o profissional da captação de órgãos e a sociedade favorece medidas na efetivação das práticas realizadas no processo de transplante, partindo do princípio que o cuidado é a razão de ser da enfermagem torna-se imprescindível a capacitação técnica, cientifica e humana desse profissional.

Entre as variabilidades do enfermeiro cabe salientar que a atuação desse profissional junto à equipe multiprofissional, frente ao processo de captação e doação de órgãos e tecidos é assegurada por Lei. Com as discussões suscitadas pela nova lei de transplante, a sociedade brasileira pode verificar diversas informações a respeito da doação de órgãos.

As atribuições do enfermeiro no processo de transplante cabem: o planejamento da assistência de enfermagem, execução das fases do processo, coordenar, supervisionar e avaliar os procedimentos de enfermagem aos doadores e receptores de órgãos e tecidos.

Outras atribuições que compete ao enfermeiro no processo de transplante é a notificação das centrais de captação e distribuição de órgãos a existência do potencial doador, entrevistar o responsável legal do doador, garantir o responsável legal de discutir com a família sobre a doação prevalecendo o consenso familiar e a aplicação da sistematização da assistência (SAE), no processo de captação e doação de órgãos e tecidos. Apesar do aumento do número de transplante de órgãos realizados, ainda existe pouca produção literária que descreva e valide os resultados da avaliação de Conhecimento de enfermeiros sobre o processo de captação e doação de órgãos e tecidos para transplantes.

Com o número tão reduzido de publicações cientificas evidencia de antemão a pouca produção e entendimento de enfermeiros sobre o processo de captação e doação de órgãos e tecidos para transplantes. Haja vista que é preciso a ampla incorporação dessa temática nas grades curriculares de todos os níveis de ensino em especial uma abordagem mais ampla nos cursos de nível de graduação. Este estudo vem dar continuidade a essa

Busca, apoiando na constatação da necessidade de se investir na formação dos profissionais enfermeiros, já que sua ação constitui elemento fundamental no processo de doação de órgãos e tecidos para transplantes.

5. REFERÊNCIAS

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[1] Mestrando em Ciências da Educação pela Universidad Politécnica y Artística Del Paraguay. Professor dos cursos de pós-graduação da Faculdade Associada Brasil. Especialista em docência do ensino Médio, Técnico e Superior. Enfermeiro emergencista, especialista em urgência e emergência com ênfase em APH. Pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Como publicar Artigo Científico
Mestrado em andamento em Ciências da Educação pela Universidad Politécnica y Artística Del Paraguay. Na linha de pesquisa Práticas e Educação. Especialização em Enfermagem em Urgência e Emergência com ênfase em APH Atendimento Pré- Hospitalar, pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo-FCMSCSP (2014). Pós-Graduação Lato-Sensu em Docência do Ensino Médio, Técnico e Superior da área da Saúde, pela Faculdade Associada Brasil -FAB (2013). Licenciatura em Biologia R2 pelo Centro Universitário Claretiano- São Paulo (2016). Graduação Bacharel em Enfermagem pela Universidade Paulista - UNIP. São Paulo (2012). Enfermeiro Emergencista. Tem experiência nas áreas; Educacional e Enfermagem. Fundamentado nos princípios do Direito, Justiça e Ética com ênfase em Enfermagem Centro Cirúrgico (C.C), Recuperação Pós Anestésica (RPA), Clínica Médica-Cirúrgica (neurocirurgia/ ortopedia), Pronto Socorro Adulto; Enfermeiro Intervensionista do Suporte Básico e Avançado de Vida. Atualmente é Professor dos cursos de Pós-Graduação Lato-Sensu em Enfermagem e Educação pela Faculdade Associada Brasil -(FAB). Atuando nos seguintes temas: Urgências e Emergências clínicas e traumáticas; Metodologia de Pesquisa Científica. Atua como Professor/técnico pedagógico dos cursos livres da Escola Técnica G12/CEENPRO; supervisor de estágio do curso Técnico em Enfermagem pela Escola de Enfermagem São Bernardo.

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