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A Antropofagia da Leitura

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

ANGELO, Jamisson da Silva [1]

ANGELO, Jamisson da Silva. A Antropofagia da Leitura. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do conhecimento. Ano 05, Ed. 10, Vol. 11, pp. 125-133. Outubro de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/pedagogia/antropofagia-da-leitura

RESUMO

A leitura oferece um entendimento múltiplo da vida, visto que cada ser humano viveu na sua contemporaneidade, sendo assim, o único meio de conhecer a história de seus antecessores foi e ainda é através dos relatos deixados. Esse artigo tem o objetivo de contribuir em uma reflexão sobre a importância da leitura, consciente de que é a partir das expressões escritas de um povo que sabemos que este existiu. Em razão disso a metodologia usada pode ser entendida como uma pesquisa descritiva, pois observa-se ao longo do desenvolvimento do artigo e com base no seu aporte teórico, as razões de pouca procura por parte daqueles que não gostam de ler ou o entendem como um ato penoso, levantando e registrando as características que levam as pessoas a ter essa visão. Contudo devemos ler, para que outras contemporaneidades se tornem conhecidas. Esses momentos em que outras pessoas estiveram na história torna a leitura como um ato fundante para entender o ser humano, em consequência faz também como que entendamos como as coisas se processam no aqui e agora e como a história influenciou para que tivéssemos essa visão.

Palavras – Chaves: Leitura como um ato de prazer, reflexões sobre o valor e importância da leitura.

INTRODUÇÃO

A leitura oferece um entendimento múltiplo da vida, visto que cada ser humano viveu na sua contemporaneidade, vivendo assim o único meio de conhecer a história dos seus antecessores foi e ainda é através dos relatos que deixaram. Esse artigo tem o objetivo de busca contribuir em uma reflexão sobre a importância da leitura, consciente de que é a partir das expressões escritas de um povo que só sabemos que o mesmo existiu porque seus relatos foram descobertos.

Em razão disso a metodologia usada pode ser entendida como uma pesquisa descritiva pois observa-se ao longo do desenvolvimento do artigo e com base no seu aporte teórico fundamentado nos autores citados os temas conversam com as razões da pouca procura por parte daquele que não gosta de ler ou o entende como um ato penoso, levantando e registra as características que levam as pessoas a ter essa visão.

Contudo devemos ler, para que outras contemporaneidades se tornem conhecidas, esses momentos em que outras pessoas estiveram na história torna a leitura como um ato fundante para entender o ser humano, em consequência faz também como que entendamos como as coisas se processam no aqui e agora e como a história influenciou para que tivéssemos essa visão.

Desta feita, essa metáfora de assimilação do outro, ou seja, o que vem a ser a antropologia na literatura, tem a sua relação com a cultura indígena que através da antropofagia propunham comer a carne de seus adversários para extrair a sua força e coragem, os escritores estariam fazendo uma assimilação da cultura europeia misturando a cultura e sabedoria local brasileira, foi o que fizeram com bastante ênfase os que participação do momento de renovação das artes no Brasil (Semana de Arte Moderna, ou Semana de 1922) objetivando consolidar uma identidade nacional que naquele momento ainda estava em formação.

DESENVOLVIMENTO

Essa semana de arte moderna na cidade de São Paulo começou a ser idealizada em 1912 quando Oswald de Andrade vem ao Brasil depois de uma temporada na Europa, passado isso e conversando sobre sua ideia e do que tinha visto em 1917 com a exposição de Anita Malfat influenciada pelo cubismo e expressionismo e as vanguardas europeias houve então uma renovação do fazer arte no Brasil. Sua exposição resultou em uma dura crítica escrita por Monteiro Lobato que disse que a exposição era um exagero e um excesso, mesmo com todas as críticas em 1922 adquirimos no Brasil a nossa independência cultural.

Os movimentos literários até o modernismo foram tardios pois tudo que a Europa produzia o Brasil consumia, desta forma sempre estávamos atrasados pois, primeiramente ocorria e depois de passado algum tempo tomava-se conhecimento, do que estava ocorrendo. Desta forma a partir da semana de arte moderna inaugura-se um desejo de ruptura com o passado, o que foi também de certo modo realizado na Europa com as vanguardas aonde propunham trazer um nova leitura nas artes, sendo também sem sombra de dúvidas os que influenciaram os modernistas brasileiros.

Esse deseje de romper com o passado, foi necessário para construção de uma nova estética, justamente essa foi a ideia proposta pelos modernistas brasileiros, na pintura temos os artistas: Di Cavalcante, Anita Malfat entre outros. Na música Villa-Lobos, já na literatura temos: Manuel Bandeira, Oswald de Andrade e Mario de Andrade como seu principal expoente, logicamente outros participaram, essas figuras foram importantíssimas para a renovação da qual falamos. Sobre esse movimento revolucionário, Moriconi (2002, p. 26) afirma:

O Modernismo modificou para sempre a cultura literária e até mesmo os parâmetros pelos quais a língua portuguesa passou a ser escrita e falada no Brasil. Foi uma revolução que começou nas artes (música, pintura e literatura), mas espraiou-se por muitas áreas mais, durante um longo período em que suas consequências se desdobraram. Foi o passo mais importante de nossa independência cultural, depois da independência política, ocorrida cem anos antes da Semana de 22.

Deve-se ter em mente que a sociedade paulistana que estava em processo de industrialização no primeiro momento após assistirem as apresentações dos modernistas ficaram de certo modo assustados com aquilo que estavam contemplando, em vista disto é normal pois sempre se tem num primeiro momento estranhamento pelo que é novo. A sociedade paulistana ainda estava voltada para o passado com um olhar muito retido no parnasianismo, esse movimento recebeu por parte do modernismo uma severa crítica, pois o parnasiano representava o conservadorismo, o pensamento estático, valorizando a forma, em contraponto o modernismo valorizava a liberdade formal e linguística, com isso valoriza traços que são próprios do seu pais, redescobrindo e valorizando um cultura que até então não vinha recebendo destaque, não podemos esquecer que antigamente tudo o que era bom vinha da Europa, os modelos europeus eram sempre tomados por certo, por norte, assim sendo o parnasiano com sua forma fixa e o romantismo com o seu sentimentalismo agora nessa nova concepção de arte não tem mais vazão, o objetivo era ter um olhar no interior do Brasil e sua cultura.

A leitura é o mais completo dos exercícios intelectuais, assim definiu a leitura o escritor e médico Dráuzio Varrela. Quando estamos lendo automaticamente criamos imagens e sons ouvimos a voz do narrador, isto é, um estímulo para várias áreas do cérebro, no momento em que se lê o abocamento a mundos dos quais não teríamos aproximação sem a leitura é totalmente aberto, em função disso a falta da leitura reduz o universo daquele que quer expandir o seu conhecimento, a leitura ou a atitude de ler nos torna mais aptos ao grande desafio que a todos cercam: O desafio de viver. Mas como formar bons leitores: De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1998, p.36):

Não se formam bons leitores oferecendo materiais empobrecidos, justamente no momento em que as crianças são iniciadas no mundo da escrita. As pessoas aprendem a gostar de ler quando, de alguma forma a qualidade de suas vidas melhora com a leitura.

No âmbito desta abordagem, fica evidente que os recursos didáticos e procedimentos devem viabilizar e enriquecer a forma como se procede a uma atividade, seja ela individual ou coletiva, com intuito de facilitar à criança desenvolver seus próprios esquemas mentais na organização do processo de aprendizagem.

Sabe-se que os procedimentos estão relacionados ao domínio do uso de instrumentos de trabalho, que possibilitem a construção de conhecimento e o desenvolvimento de habilidades. Favorecem, portanto, a construção, por parte dos alunos, de instrumentos que os ajudarão a analisar os resultados de sua aprendizagem e os caminhos percorridos para efetivá-la. Como exemplo, tem-se a realização de pesquisas, produções textuais, resolução de problemas, elaboração de sínteses e outros.

Ainda indicam os Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1999, p. 69):

 […] formar um leitor competente, supõe formar alguém que compreenda o que lê; que possa aprender a ler também o que não está escrito, identificando elementos implícitos; que estabeleça relações entre o texto que lê e outros textos já lidos; que saiba que vários sentidos podem ser atribuídos a um texto […]

O acercamento cada vez maior da nação a internet tem interferido direta e indiretamente nas relações humanas, assim sendo em tese deveria fazer com que os indivíduos tivessem mais interesse pela leitura, principalmente por necessitar ler constantemente o que se aplica na tela do computador, note e smartfone. Porém, mesmo com esse grande acesso, a população está cada vez mais distantes da leitura. Sabe-se que todos os caminhos que levam a leitura podem e devem ser usados, de forma positiva, claro que se faz necessário um cuidado maior a exposição excessiva das mídias eletrônicas, pois se ficar um bom tempo na tela do computador o foco intencional que a princípio seria ler é desviado para outra movimentação, menos a leitura.

A leitura é uma postura muito específica que implicará para sempre na vida daquele ou daquela quer ler, por consequência é percebido na ocasião em que notamos os que leem e os que não leem no sentido da atenção, pois quem tem o gosto pela leitura faz uma correta relação do mundo com uma leitura das relações sociais. Diante disso seres que não são leitores tem dificuldade de entender a realidade em que se vive.

Pessoas que não são leitoras têm a vida restrita à comunicação oral e dificilmente ampliam seus horizontes, por ter contato com ideias próximas das suas, nas conversas com amigos. […] é nos livros que temos a chance de entrar em contato com o desconhecido, conhecer outras épocas e outros lugares – e, com eles abrir a cabeça. Por isso, incentivar a formação de leitores é não apenas fundamental no mundo globalizado em que vivemos. É trabalhar pela sustentabilidade do planeta, ao garantir a convivência pacífica entre todos e o respeito à diversidade. (GROSSI, 2008, p.03)

Se faz necessário entender que antes mesmo da criação da escrita já existia a comunicação e a oralidade, nesse sentido tudo resume-se de como era aplicado o conhecimento, no seu sentido inventivo e na produção das narrativas, portanto quem lê consegue escutar e aprender sobre como esse conhecimento se processa, assim sendo algumas famílias possuem um memorial escrito, dessa forma conseguem manter detalhes de sua própria história, de onde veio sua história e uma vez que a mesma o cerca, assim torna-se um ser humano mais apto e inventivo à vista disso pronto para agir no mundo. Todos em suma gostam da internet porém essa predileção é um dado da contemporaneidade mas devemos entender que o livro é único e mesmo com todas as mídias não perdeu seu valor, ainda se buscam livros principalmente os em papel. Faz-se necessário então transformar a leitura em um momento de diversão.

O escritor, Rubem Alves no tempo em que recebia uma pergunta sobre como fazer para que o povo gostassem de ler, era sempre prático na resposta, principalmente desmistificando o entendimento de que era preciso ter um hábito para se ler constantemente, o mesmo diz que hábito não se encaixa nesse caso pois: Criar hábito é escovar os dentes, tomar banho, fazer coisas rotineiras e necessárias para a manutenção da vida. A leitura então necessita ser um prazer e não um hábito, dado que aquilo que fazemos como hábito não oferece um maravilhamento ficamos no fazer por fazer, agora virando um prazer é semelhante quando abraçamos um ente do qual gostamos muito, o abraçamos por prazer e não porque deveríamos.

Sonho com o dia em que as crianças que leem meus livrinhos não terão de grifar dígrafos e encontros consonantais e em que o conhecimento das obras literárias não será o objeto de exames vestibulares: os livros serão lidos pelo simples prazer da leitura (ALVES, 2012, p. 49)

Rubem pontua também que a leitura nos faz entrar no mundo da alienação, essa pode ser uma experiência de alienação pois durante o tempo em que se lê passamos para um mundo diferente, algo similar a leitura acontece sempre que se vai ao cinema e assiste-se a um filme, sabe-se que o enredo da história foi totalmente construído para manter a atenção de quem assiste e no entanto mesmo a pessoa sabendo disso e mais ainda coeso de que o que está por ver é um mentira não deixa de ver.

Este mesmo autor faz uma referência muito interessante sobre a leitura com os índios tupinambás que praticavam a antropofagia, quer dizer, um procedimento ritualístico de comer uma ou várias partes de um ser humano, alegando que esse povo teria mais amor ao comer seus mortos do que nós os homens brancos que enquanto constatamos a morte de alguém o enterramos em uma sepultura de sete palmos. Os índios acreditavam que comendo seus pares faziam com que eles vivessem dentro deles, essa na visão de Rubem Alves deve ser a intenção de quem pegar um livro para ler, não simplesmente ler mas devorar aquele autor que escreveu o livro para que o mesmo viva em quem o está lendo.

A leitura deve ser incluída como um exercício de prazer, cada vez que se vai para uma praia vai pelo prazer de estar lá, uma incumbência que todos os pais deveriam estipular em sua casa é o dia de ir a Biblioteca, primeiramente pelo prazer de ir, ter esse local como costumeiro, por essa razão algumas Bibliotecas contratam contadores de histórias e escritores para uma conferência, justamente para fomentar o desejo de se estar neste local, o comprar o livro fica sempre em segundo plano, logicamente que o intuito é comprar livros para ler, mas ter esse local como um local de prazer, aproxima mais o aspirante a leitor.

Para Lourenço Filho (1946, p. 4):

Ensino e biblioteca não se excluem, completam-se. Uma escola sem biblioteca é instrumento imperfeito. A biblioteca sem ensino, ou seja, sem tentativa de estimular, coordenar e organizar a leitura, será, por seu lado, instrumento vago e incerto.

O escritor Pedro Bandeira diz que parte da sua vida passou sozinho, pois era o mais moço dos irmãos, à medida que chegava da escola por não ter outra ocupação para fazer lia, o mesmo relata que ao passo que lia conseguia viver as aventuras dos personagens do livro, desta forma para ele o mundo que estava lendo era sempre rico já que se imaginava lá, por causa disso mesmo não tendo a companhia dos irmãos, teve a dos livros. Esse autor fala também da importância da leitura desenvolvida pela família, pois sua mãe lia, e nada fala mais alto do que o exemplo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Paulo Freire na minha concepção foi o que melhor sintetizou a importância da leitura, transportando a prática de ler o mundo como mais importante do que lê a palavra em si, na medida em que compreendemos e entendemos o mundo em que vivemos, estamos lendo. A leitura feita com constância amplia o conhecimento sobre os diversos tipos de conteúdo, fazendo um paralelo dos fatos reais a histórias de ficção, desta forma a capacidade de compreensão é expandida tornando até mesmo as conversas cotidianas mais ricas.

Auxilia também no afloramento da criatividade. Todos que conseguiram ser bem sucedidos ao longo da vida tiverem contato árduo com a leitura, até mesmo quando se vai procurar um emprego e não se domina a linguagem daquele que está entrevistando isso torna-se um impasse, aquele ou aquela que dominar melhor a linguagem que está recebendo tem mais chance de concorrer a vaga, em suma leitura influi em tudo.

Em uma entrevista o cartunista Ziraldo (Ziraldo Alves Pinto) disse que não sabia precisar qual foi o livro mais importante que leu, assim respondeu falando que a sua compreensão do mundo está e estava inteiramente ligada aos livros, ressaltando que o seu maior amigo de infância foram dois: Os livros e o gibi. Assim como Ziraldo precisamos do recurso da leitura para compreender a vida, à vista disso muita gente intui o que quer mas não sabem como materializar esse sentimento, posto que falta a linguagem que seria adquirida pelos livros.

Ler nos traz ainda que incompletamente o motivo pelo qual estamos vivos, qual a nossa parcela na sociedade, em vista disso é fundante ler e gostar da leitura, esse artigo se baseou mais na experiência daquilo que o escritor Rubem Alves acreditava ser a real leitura, o ler antropofagicamente, ler devorando, ler com gosto de querer mais.

REFERÊNCIAS

ALVES, Rubem. Por uma educação romântica. 9º edição. Campinas-SP: Papirus, 2012

BARBOSA, Rita de Cássia. Literatura comentada: Carlos Drummond de Andrade.2. ed. São Paulo: Nova Aguilar,1988.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. Brasília/ DF: MEC, SEF, 1998.

BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: língua portuguesa. Brasília: SEED, 1999.

FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam. 22 ed. São Paulo: Cortez, 1988.

GROSSI, Gabriel Pillar. Leitura e sustentabilidade. Nova Escola, São Paulo, SP, n° 18, abr. 2008.

LOURENÇO FILHO, Manoel Bergström. O ensino e a biblioteca. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1946. 1ª Conferência da Série “A educação e a biblioteca”, pronunciada na Biblioteca do DASP, em 05/07/1944.

MORICONI, Ítalo. Como e por que ler a poesia brasileira do século XX. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.

[1] Pós Graduado em proeja pelo IFMT. Pedagogo – formado pela UFMT, também graduado em História – pela Universidade UNIDERP.

Enviado: Abril, 2020.

Aprovado: Outubro, 2020.

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Jamisson Da Silva Ângelo

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