Prática pedagógica dos docentes

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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/pedagogica-dos-docentes
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ARTIGO ORIGINAL

SILVA, Patricia Amorim da [1]

SILVA, Patricia Amorim da. Prática pedagógica dos docentes. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 02, Vol. 06, pp. 117-125. Fevereiro de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/pedagogica-dos-docentes, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/pedagogica-dos-docentes

RESUMO

O artigo tem como objetivo explanar sobre diferentes práticas pedagógicas e como a formação do educador influencia na utilização destas práticas impactando na aprendizagem do aluno em um contexto não formal e/ou informal. O problema a ser discutido nele é a dissonância existente entre a prática de sala de aula e as teorias desenvolvidas em torno da didática pedagógica. Este trabalho foi desenvolvido por meio de uma pesquisa qualitativa através da análise de bibliografia específica da área. A leitura atenta de diversos trabalhos científicos e da coleta de dados provenientes deles fez-se possível ter uma ideia da dimensão dessa dissonância decorrente da falta de comunicação entre a prática e teoria no dia a dia da sala de aula e traçar possíveis medidas para a reversão deste quadro.

Palavras-chave: práticas pedagógicas, docentes, educação não formal, educação informal.

1. INTRODUÇÃO

O trabalho tem a intenção de discorrer sobre o que é a prática pedagógica e como ela é realizada dentro do cenário educacional e como esta se desenvolve ao longo do tempo e das experiências como profissional da educação.

É importante ressaltar a dicotomia existente entre teoria e prática de sala de aula. Há muitas teorias a respeito das práticas pedagógicas, mas nem todas conseguem atingir as particularidades do dia a dia. Essas teorias e práticas pedagógicas são essenciais e presentes em qualquer trabalho que envolva algum processo de aprendizagem tanto na educação formal como na informal.

2. DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA

Esta pesquisa foi construída em cima de teorias e metodologias que envolvem as práticas pedagógicas na educação não formal e informal de acordo com diferentes autores nacionais e internacionais. A questão das práticas pedagógicas nesse meio, abrangendo a educação básica até o ensino superior. O histórico dessas práticas no Brasil e no mundo.

A educação na nossa sociedade é constituída através de três formas:

Educação formal – os objetivos relativos ao ensino e a aprendizagem do conteúdo programático são sistematizados e regulamentados por leis; Educação não-formal – é mais difusa, menos hierárquica e menos burocrática. Os programas de educação não precisam necessariamente seguir um sistema sequencial e hierárquico de progressão; Educação informal – ocorre de forma livre e os valores culturais são adquiridos através da interação com diferentes grupos sociais.

3. O QUE É PRÁTICA PEDAGÓGICA

O significado que a prática pedagógica possa assumir varia, isto é, consiste em algo que não pode ser definido, apenas concebido, mudando conforme os princípios em que estiver baseada a nossa ideia. A construção do conhecimento é vista como um processo realizado por ambos os atores: professor e aluno. Esse tipo de relação pedagógica não é assimétrico, no sentido de que ambos os lados: professor e aluno, ensinam e aprendem, construindo e reconstruído o conhecimento juntos. O professor aprende com o aluno, ao pesquisar sua realidade, seu desenvolvimento cognitivo e afetivo, enquanto o aluno aprende, por meio de um processo de reconstrução e criação de conhecimentos daquilo que o professor sabe, tem para compartilhar. (VERDUM, 2013).

Prática pedagógica é a união de teoria e prática no exercício de ensinar e apreender conhecimento, na ação pedagógica. Essas práticas envolvem tomar consciência de todo processo educativo e as ferramentas utilizadas pelos professores para que ele aconteça.

Ela envolve a reflexão dos professores acerca de seus saberes e deveres para o desenvolvimento de uma boa prática pedagógica. Isso nos leva também a permear a nossa memória educativa. Quais recortes são feitos das nossas realidades, da nossa relação com a escola, com o conhecimento e com a vida de uma maneira geral.

A trajetória pessoal de cada educador vai interferir na forma como ele entende e conduz essas práticas pedagógicas na sala de aula. Isto é relevante para este artigo porque os avanços das práticas devem acompanhar os avanços ocorridos na nossa sociedade como o uso da tecnologia, trazendo a aquisição do conhecimento mais atraente e próxima da realidade dos alunos.

4.  A PRÁTICA PEDAGÓGICA E A FORMAÇÃO DE EDUCADORES

É preciso que o educador tenha uma visão diferenciada do processo educativo, para que possa exercitar a reflexão e a análise da realidade onde está inserido.

Esse percurso formativo definirá quem o indivíduo é como educador, suas concepções pedagógicas como consequência dos saberes adquiridos e das experiências vivenciadas em sala de aula ao longo de sua vida. Isso implica em debate, discussão acerca da sociedade vigente e da sociedade que queremos.

Não é, provavelmente, por acaso que a questão da relação com o saber é retomada por formadores e por pesquisadores em ciências da educação. Confrontados com o ato pedagógico, com a própria atividade, e não apenas com suas condições de possibilidade, vão se interessar por “essa soma infinita de diferenças infinitesimais nas maneiras de fazer ou de dizer”, que, segundo Bourdieu e Passeron, define a relação com o saber (CHARLOT, 2005).

É fundamental que esse educador seja formado e preparado para atuar em diferentes contextos sociais, econômicos e culturais, ampliando diferentes visões de mundo e possibilidades de ensino e aprendizagem. O pedagogo precisa estar preparado para atuar em qualquer realidade.

A reflexão por parte do educador tem um papel importantíssimo na aplicação dessas práticas pedagógicas e nas suas adaptações. Este processo reflexivo só colabora para a formação de um educador antenado a diferentes contextos e atualizado as novas práticas pedagógicas. A reflexão é essencial para a construção da identidade docente e para o seu desenvolvimento profissional, pois permite que o professor seja capaz de transformar sua prática e se constituir como sujeito autônomo que pode suscitar mudanças no contexto educacional (ALARCÃO, 1996).

A análise dessa prática educativa é essencial para a formação dos professores. A postura crítica do professor em relação a sua prática profissional, o que possibilita a análise do cotidiano e assim possa agir de forma ativa. Através dessa forma o professor reconstrói os seus questionamentos, seus conhecimentos e a forma como intervém no processo educativo.

5.  A PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFORMAL

A educação informal se dá principalmente em instituições culturais, como, por exemplo, museus, galerias e centros de artes. A prática pedagógica envolve principalmente a leitura de obras de arte.

A leitura crítica de obras de arte é uma ferramenta poderosa para a compreensão da realidade, desenvolvimento da sensibilidade, criatividade e aquisição de conhecimento. Contribuindo para percepção do mundo a volta e na melhor expressão dos seus pensamentos e ideias. Tornar nossas crianças e adolescentes agentes de seus próprios direitos, com visões criativas e discernimento artístico, ou seja, dá-los voz e escutá-los. Torná-los membros ativos na sociedade.

De acordo com Paulo Freire “Mulheres e homens, seres histórico-sociais, nos tornamos capazes de comparar, de valorar, de intervir, de escolher, de decidir, de romper, por tudo isso, nos fizemos seres éticos” (FREIRE, 1996). E neste contexto, as práticas pedagógicas e o papel do educador são essenciais em nos fazer seres capazes de enxergar o mundo por diferentes perspectivas e analisar tudo a realidade a nossa volta de maneira crítica.

O envolvimento das crianças e adolescentes com as artes têm impacto significativo no desenvolvimento acadêmico delas. Importantes universidades têm se dedicado a provar isso, como a Harvard University que publicou uma edição inteira sobre a questão arte e aprendizagem na Harvard Educacional Review (GOLDBERG e PHILLIPS, 1992). Outro exemplo é o da revisão de literatura sobre pesquisas em arte e aprendizagem feita por Darby e Catterall (1994) para a Teachers College Record.  A publicação Champions of Change: The Impact of the Arts on Learning (FISKE, 1999) pesquisa conduzida pela Columbia University Teachers College, Harvard University, Harvard’s Project Zero, Stanford University, University of California e University of Connecticut mostrou que a arte- educação pode melhorar o desempenho acadêmico, criar um ambiente de aprendizagem e conectar as experiências de aprendizagem com o mundo fora da escola.

Aqui estão alguns resultados de pesquisas:

  • Em um estudo feito com mais de 2.000 estudantes do ensino fundamental em quatro estados americanos, os pesquisadores da Universidade de Columbia descobriram que as crianças que receberam pelo menos três anos de instrução em artes na escola pontuaram significativamente mais em testes quantitativos de pensamento criativo do que seus colegas com menos instrução em artes. Alunos com mais instrução em artes atingiram o índice médio de 20 pontos a mais do que seus colegas em testes de pensamento criativo, fluência, originalidade, elaboração e de conclusão (“Learning in and Through the Arts: Curriculum Implications,” Burton, Horowitz and Abeles in Champions of Change).
  • Em um estudo com 91 distritos escolares nos Estados Unidos da América, os avaliadores constataram que as artes contribuem de forma significativa para a criação do conhecimento flexível e adaptável nos trabalhadores que as empresas demandam para competir na economia de hoje (Gaining the Arts Advantage: Lessons from School Districts that Value Arts Education, President’s Committee on the Arts and Humanities and the Arts Education Partnership, 1999[2]).

6.  A PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL

A prática pedagógica na educação não formal se dá principalmente em empresas, hospitais, ONGs, associações, igrejas entre outros. Apesar de elas se basearem em alguns preceitos escolares, transcendem os muros da escola. O educador se vê na obrigação de exercer funções além do ambiente escolar, pois agora se vê inserido em outra realidade, outro cotidiano.

Na educação não formal os conteúdos e a disciplina passam a ser uma das preocupações do pedagogo, mas não o foco principal. O educador precisa despertar o interesse desses educandos em aprender em meio muitas vezes de uma realidade difícil. Outras questões do dia a dia acabam tomando proporções muito maiores que em um ambiente escolar.

Quando os profissionais não são capazes de reconhecer ou de responder a conflitos de valores, quando violam seus próprios padrões éticos, quando ficam aquém de expectativas criadas por eles próprios a respeito de seu desempenho como especialistas ou parecem cegos para problemas públicos que eles ajudaram a criar, são cada vez mais sujeitos a expressões de desaprovação e insatisfação (SCOHÖN, 2000).

António Nóvoa fundamenta o trabalho do docente diferenciando-o como “conjunto de práticas”, tomando-se assunto de especialistas, que são chamados a consagrar-lhe mais tempo e energia. A prática pedagógica tem uma importância muito maior no presente para a aprendizagem do aluno, pois ela não está mais ligada a um sistema normativo como no passado (NÓVOA, 1995).

Estas instituições não formais também podem se apresentar como apoio para os educandos nos momentos que estão fora da escola. Tanto como um apoio pedagógico como uma local para práticas esportivas e/ou artísticas. Pois nada impede que elas caminhem paralelamente.

A prática pedagógica nesses espaços pode se manifestar por meio de valores sociais, religiosos ou até mesmo na formação profissional desses educandos. Não há uma preocupação com classificações, avaliações, o foco principal passa a ser o bem estar e a formação cidadã do indivíduo.

7. MÉTODOS DE APRENDIZAGEM

De acordo com Maria Irene Miranda, psicopedagoga e doutora em Psicologia da Educação, a metodologia da instituição não pode ser considerada certa ou errada. “O melhor método é o que o professor domina. Porque assim ele inova, cria e não fica preso só no material didático” (MIRANDA, 2012), afirmou.

A seguir veremos as características dos principais métodos.

  • Tradicional

Trata-se da transmissão do conteúdo, cujo professor é a figura central, e sua função é transmitir conhecimento e informações para os alunos.

Nas escolas tradicionais têm-se, como sistema de avaliação, a mesura da quantidade das informações absorvidas pelo aluno. Essas escolas visam prepará-los para vestibulares desde o início do currículo escolar e são classificadas como rígidas.

  • Construtivista

Desenvolvido pelo filósofo Jean Piaget, centraliza o aluno no processo de aprendizagem, desempenhando um papel ativo na busca pelo conhecimento quando os interesses e os questionamentos começam a surgir. Este método objetiva priorizar os conhecimentos trazidos juntos com a criança. A informação e o conteúdo são fundamentais, no entanto, o processo por onde o aluno chega a eles e como estabelece relações e comparações é o mais importante. Assim as escolas acreditam que formam cidadãos mais críticos.

  • Montessoriana

Criado em 1907, pela médica italiana Maria Montessori, este modelo pedagógico visa a garantia máxima de autonomia ao aluno durante o processo de aprendizagem. Sendo a criança o elemento central desse processo. Dito isso, os professores e os pais atuam como meros facilitadores do conhecimento, de modo a proporcionar um ambiente adequado cientificamente para o desenvolvimento do conhecimento segundo o interesse do aluno. São sugeridos trabalhos voltados para atividades motoras que aproximem o aluno da ciência, da arte e da música.

  • Waldorf

Desenvolvida pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner, em 1919, esse método foca na educação total da criança, valorizando a sua imaginação. O aluno é incentivado a criar e inventar seus próprios brinquedos utilizando materiais simples, como madeira, argila e retalhos. Deste modo, este método se opõe ao uso de televisão e brinquedos industrializados. Existe uma premissa no ensino que é formar seres humanos.

As escolas possuem área externa livre, materiais naturais e de madeira, e estimulam o brincar de corda, casinha, perna de pau e outras brincadeiras permitidas pela imaginação.

A divisão destes alunos é baseada nas faixas etárias e não nas séries. São contra a alfabetização antes dos sete anos de idade. E este sistema não possui repetições, ademais, os professores lecionam uma mesma turma durante um ciclo de sete anos.

  • Ensino Híbrido

Utilizado pela primeira vez pelo Instituto Clayton Christensen, trata-se de uma metodologia de ensino que busca unir o método tradicional — presencial, em sala de aula e com a mediação do professor — com o aprendizado on-line, que utiliza as tecnologias digitais. Dentre suas vantagens está a democratização do conhecimento, que surge a partir do momento em que o aluno pode acessar determinado conteúdo onde quer que esteja. Acompanhamento individual dos alunos por parte dos professores e pais, para que possa ser dada a atenção necessária para cada caso. A adoção do método não implica simplesmente em substituir recursos tradicionais, como cadernos e estojo, pelos instrumentos digitais: é preciso repensar toda a aula, de maneira que as tecnologias estejam intrinsecamente ligadas ao plano de ensino.

8. CONCLUSÃO

As práticas pedagógicas são uma parte importante da aprendizagem, para que elas ocorram de forma efetiva o educando precisa parar de enxergar o processo educativo como algo individualizado, que se restringe apenas ao seu conhecimento. O olhar do educador deve abranger as relações sociais da escola, a estrutura escolar e a realidade dos estudantes.

Numa época em que o consumismo e o utilitarismo contribuem para a “atrofia” da sensibilidade, o estudo da arte pode ser um modo de treinar os sentidos, apurar o gosto, enfim, compreender melhor a própria natureza humana.

É papel do professor planejar a aula, selecionando os conteúdos de ensino, estimulando a curiosidade e criatividade dos alunos, para que eles se tornem sujeitos da sua própria história.

De maneira mais técnica o professor deve-se atentar para problemas como baixo aumento de vocabulário, desinteresse em ouvir histórias, dificuldades em resumir, problemas de memória, dificuldade de concentrar-se em algo que não goste, não conseguir planejar, não ter senso de urgência; dificuldade de aquisição de novas aprendizagens.

Cabe ao professor conhecer a personalidade dos alunos, não apenas intelectualmente, mas também suas características físicas e emocionais.

É possível concluir que o papel do educador é indispensável em qualquer ambiente, seja ele escolar ou não, já que a formação humana, cidadã se faz necessária. Independente do lugar, estamos sempre aprendendo e/ou ensinando, pois o desenvolvimento humano não pode parar.

O aluno está em formação, em desenvolvimento. Cada uma dessas etapas de desenvolvimento apresenta características diferentes, necessidades diferentes e formas diferentes de compreensão das coisas. Neste sentido, entende-se a importância do papel do professor no conhecimento integral do aluno, seja nos aspectos físico, emocional, intelectual e social.

Assim, o presente trabalho aponta para a necessidade, de se deparar com novas realidades, manter-se sempre atualizado, e perceber-se como sujeito na sociedade contemporânea, a qual deve refletir sobre esse cotidiano que interfere no trabalho docente estão diretamente atrelados à realidade social que transcende no contexto escolar e consequentemente na prática pedagógica.

9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABELES, Hal, BURTON, Judith, & HOROWITZ, Robert. Champions of Change: Studies. Learning in and through the Arts: Curriculum Implications. Nova Iorque: Center for Arts Education Research, Teachers College, Columbia University, 1999.

ALARCÃO, Isabel (Org). Formação reflexiva de professores: estratégias de supervisão. Portugal: Editora Porto, 1996.

CHARLOT, B. Relação com o saber, formação dos professores e globalização: questões para a educação hoje. Porto Alegre: ArtMed, 2005.

DARBY, J. T., & CATTERALL, J. S. The fourth R: The arts and learning. Nova Iorque: Teachers College Record, 1994.

FISKE, E. B. Champions of Change: The Impact of the Arts on Learning. Washington DC: Arts Education Partnership and President’s Committee on the Arts and Humanities, 1999.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

GOLDBERG, M. R., & PHILLIPS, A. Art as Education. Harvard Educational Review: Reprint Series. Massachusetts, 1992.

LONGLEY, Laura, Ed. Gaining the Arts Advantage: Lessons from School Districts That Value Arts Education. Washington, DC: President’s Committee on the Arts And the humanities, 1999.

MIRANDA, Maria Irene. Os métodos aplicados na educação infantil. [Entrevista concedida a] Marcelo Calfat. Do Correio de Uberlândia. Publicado em O Jornal de todos os Brasis GGN, 2012. Disponível em: https://jornalggn.com.br/politicas-sociais/os-metodos-aplicados-na-educacao-infantil/ [Acessado em 15 de abril de 2017]

NÓVOA, António. O Passado e o Presente dos Professores. In NÓVOA, A. (Org.). Profissão Professor. Portugal: Porto, 1995

SCOHÖN, Donalb. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.

VERDUM, Priscila. Prática Pedagógica: o que é? O que envolve? Revista da Pontifícia Universidade Católica (PUC). Rio Grande do Sul: Porto Alegre. v. 4, n. 1 (2013)

APÊNDICE – REFERÊNCIA DE NOTA DE RODAPÉ

[2] www.pcah.gov/gaa/index.html

[1] Mestre em Belas Artes e graduação em Artes Visuais.

Enviado: Fevereiro de 2021.

Aprovado: Fevereiro e 2021.

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