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Estratégias para ampliar o acesso e o engajamento de alunos em contextos de desigualdade digital

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

NORONHA, Jaqueline Borges de [1], NORONHA, Walter Lázaro Gonçalves de [2] 

NORONHA, Jaqueline Borges de. NORONHA, Walter Lázaro Gonçalves de. Estratégias para ampliar o acesso e o engajamento de alunos em contextos de desigualdade digital. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 11, Ed. 04, Vol. 01, pp. 92-104. Abril de 2026. ISSN: 2448-0959. Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/engajamento-de-alunos, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/engajamento-de-alunos

RESUMO

A educação contemporânea enfrenta o desafio constante de se adaptar às rápidas transformações impulsionadas pelas tecnologias digitais. A incorporação de recursos multimídia na educação básica desponta como uma estratégia promissora para aprimorar a aprendizagem, especialmente em contextos marcados por desigualdades sociais e tecnológicas. Este artigo tem como objetivo examinar de que maneira os recursos multimídias podem ser utilizados para ampliar o acesso e o engajamento de estudantes em ambientes de educação básica impactados pela desigualdade digital. A metodologia adotada foi a pesquisa bibliográfica, com base em estudos acadêmicos, livros e documentos educacionais. Inicialmente, analisa-se a desigualdade digital, evidenciada pela carência de dispositivos, conectividade e habilidades digitais, fatores que perpetuam disparidades educacionais. Em seguida, são propostas estratégias para promover a equidade digital, como investimentos em infraestrutura acessível, formação continuada de professores e produção de conteúdos culturalmente adequados, com participação ativa da comunidade. Também se examina o impacto dos recursos multimídia na aprendizagem, destacando seu potencial para melhorar a compreensão, motivação e a retenção do conhecimento, desde que as barreiras de acesso sejam superadas. Conclui-se que, aliados a políticas inclusivas, esses recursos podem contribuir para a redução das lacunas educacionais e promoção da justiça social, desde que sua implementação seja planejada, monitorada e continuamente aprimorada.

Palavras-chave: Recursos multimídia, Educação básica, Desigualdade digital, Equidade educacional, Inclusão digital.

1 INTRODUÇÃO

A educação contemporânea enfrenta o desafio constante de se adaptar às transformações impulsionadas pelo avanço das tecnologias digitais. Neste contexto, a incorporação de recursos multimídia na educação básica surge como uma estratégia promissora para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem, especialmente em cenários marcados por desigualdades sociais e tecnológicas. Ferramentas como vídeos, simulações e jogos educativos, tornam o ensino mais dinâmico, inclusivo e significativo.

Contudo, a desigualdade digital, caracterizada pela ausência de infraestrutura adequada, conectividade estável e formação docente, representa um obstáculo relevante à implementação equitativa dessas abordagens. Embora as tecnologias digitais ampliem o potencial de acesso ao conhecimento, sua eficácia está condicionada à existência de políticas públicas, à capacitação de professores e à adaptação às práticas pedagógicas.

A crescente digitalização da sociedade evidencia disparidades no acesso e no uso das tecnologias, principalmente em ambientes educacionais vulneráveis. Nesse cenário, a utilização de recursos multimídia surge como uma alternativa para tornar o ensino mais participativo e conectado à realidade dos estudantes. Este estudo busca responder à seguinte questão: de que forma os recursos multimídia podem ser adaptados e integrados à educação básica para reduzir as desigualdades digitais e fomentar o engajamento de alunos em contextos de vulnerabilidade?

O objetivo deste artigo é, portanto, analisar como os recursos multimídia podem ampliar o acesso e o engajamento dos alunos da educação básica em ambientes impactados pela desigualdade digital. Parte-se da premissa de que, embora a tecnologia não seja uma solução única, sua aplicação estratégica, aliada a políticas públicas e práticas pedagógicas inovadoras, pode contribuir para uma educação mais equitativa e significativa. A análise contempla os benefícios e desafios dessa integração, incluindo a capacitação docente e o acesso à infraestrutura tecnológica.

A metodologia adotada foi a pesquisa bibliográfica, fundamentada em estudos acadêmicos, livros e documentos educacionais. Essa abordagem permitiu uma análise das contribuições teóricas e práticas relacionadas ao uso de recursos multimídia na educação básica, além da identificação de estratégias para mitigar a desigualdade digital e promover um ensino mais acessível e engajador.

Este artigo está organizado em cinco seções interligadas. A primeira examina o papel dos recursos multimídia na aprendizagem. A segunda investiga a desigualdade digital, analisando suas causas e impactos na educação básica. A terceira propõe estratégias para promover a equidade digital. A quarta seção discute o impacto desses recursos na aprendizagem, com ênfase em engajamento e inclusão. Por fim, a conclusão sintetiza os achados e reforça a importância de políticas e ações integradas para garantir o uso eficaz e equitativo das tecnologias digitais nas escolas.

2 RECURSOS MULTIMÍDIA NA APRENDIZAGEM

A crescente presença das tecnologias digitais na sociedade tem influenciado diretamente os processos educativos, especialmente no que diz respeito à forma como o conhecimento é construído e assimilado. Nesse cenário, os recursos multimídia destacam-se como ferramentas potentes para a mediação pedagógica, pois integram diferentes linguagens (texto, imagem, som e vídeo) e oferecem experiências comunicativas mais dinâmicas e envolventes. No contexto da educação básica brasileira, o uso dessas ferramentas pode contribuir significativamente para tornar o processo de ensino-aprendizagem mais atrativo, interativo e acessível.

Segundo Santos (2023), a presença dos recursos multimídia na rotina dos estudantes e da sociedade influencia diretamente a educação, promovendo a aprendizagem colaborativa, incentivando a interação entre os alunos, a troca cultural e ampliando a compreensão de diferentes perspectivas. No entanto, a simples inserção dessas tecnologias no ambiente escolar não garante o engajamento dos estudantes. Muitas vezes, a falta de conexão entre os conteúdos escolares e as vivências dos alunos pode comprometer a motivação para aprender.

Como apontam Serafim & Sousa (2011, p.25), “os conteúdos e conceitos aprendidos em sala de aula muitas vezes não fazem sentido para estes jovens que almejam um futuro que, na maioria das vezes, não está ligado ou relacionado com o que veem nas salas de aula”. Assim, adaptar os recursos digitais para refletir as realidades culturais e sociais dos estudantes é uma estratégia essencial para criar um ambiente de aprendizagem mais significativo e motivador.

Veríssimo et al. (2024) afirmam que a educação atual está vivenciando mudanças significativas, impulsionadas pelos avanços tecnológicos. As abordagens tradicionais de ensino vêm sendo complementadas e fortalecidas com a incorporação de recursos multimídia interativos, oferecendo a professores e estudantes novas e diversificadas possibilidades de aprendizagem. É patente que o uso desses recursos não apenas enriquece o processo educativo, mas também prepara os estudantes para um mundo cada vez mais conectado e multimodal.

Portanto, integrar recursos multimídia de forma planejada e contextualizada no ambiente escolar é essencial para enriquecer o processo educativo e promover uma aprendizagem mais inclusiva, participativa e alinhada às exigências do século XXI. Com base em estratégias pedagógicas consistentes, essas ferramentas podem se tornar grandes aliadas na construção de uma educação básica mais significativa, equitativa e transformadora.

2.1 INVESTIGANDO A DESIGUALDADE DIGITAL

A desigualdade digital é um fenômeno complexo que reflete e intensifica as disparidades socioeconômicas preexistentes, afetando diretamente o acesso a uma educação de qualidade, especialmente na educação básica. Essa desigualdade manifesta-se não apenas na ausência de dispositivos como computadores e smartphones, mas também pela falta de conectividade confiável, na carência de habilidades digitais entre alunos, professores e famílias, e na escassez de conteúdos educacionais que se adequem às realidades locais.

Em um mundo em que a tecnologia se tornou essencial para o aprendizado, essa exclusão digital impede que milhões de estudantes, especialmente em regiões de baixa renda ou áreas rurais, participem plenamente do processo educativo, perpetuando ciclos de desigualdade. Segundo Veríssimo et al. (2024), a utilização de recursos multimídia no processo educativo exerce um papel fundamental, especialmente no cenário atual da educação. Elementos como vídeos, imagens, sons, animações, simulações e outras ferramentas interativas contribuem significativamente para tornar o ambiente de aprendizagem mais envolvente e enriquecedor.

Analisar a desigualdade digital no contexto da educação básica exige uma visão multidimensional que vá além da simples distribuição de equipamentos. É necessário compreender como fatores estruturais, como políticas públicas insuficientes, falta de investimento em infraestrutura e barreiras culturais, interagem para limitar o potencial transformador dos recursos multimídia. Como destaca Anjos (2023, p.57) “a inclusão digital não pode ser definida apenas aos estudantes, há inúmeros professores que não apresentam conhecimentos de informática. Muitos têm receio ou inseguranças, e, com isso, a dificuldade de repassar atividades digitalmente para seus alunos”.

Mesmo quando os dispositivos estão disponíveis, a ausência de formação adequada para os docentes e a falta de suporte técnico comprometem sua eficácia. Ao mesmo tempo, a escassez de internet de qualidade transforma ferramentas digitais em recursos pouco utilizados. Bastiani & Berghauser (2017, n.p.) observam que “defendidos por alguns e criticados por outros, estes artefatos tecnológicos passaram a compor grande parte das aulas e precisam ser conhecidos e analisados em sua aplicação e resultados gerados para o aprendizado do aluno e do próprio professor” Esses desafios evidenciam a urgência de estratégias que considerem o sistema educacional de forma integrada, aliando tecnologia a práticas pedagógicas inclusivas e contextualizadas.

Além disso, a desigualdade digital não se resume ao acesso físico aos recursos, mas também envolve o engajamento e a apropriação significativa da tecnologia. Alunos em contextos vulneráveis frequentemente enfrentam obstáculos adicionais, como a falta de familiaridade com ferramentas digitais ou conteúdo que não dialoga com sua realidade. Por isso, é essencial adotar soluções que promovam equidade, como a produção de materiais multimídia culturalmente relevantes, o uso de tecnologias offline em regiões sem conectividade e a oferta de formação continuada para educadores.

2.2 ESTRATÉGIAS PARA EQUIDADE DIGITAL

Para promover equidade digital na educação básica, é essencial superar barreiras estruturais e garantir acesso aos recursos multimídia. Investir em infraestrutura adequada, como laboratórios móveis e dispositivos offline, podem minimizar desigualdades significativas. Parcerias entre governos, organizações não governamentais e setor privado são fundamentais para ampliar a conectividade em áreas remotas. Soluções como redes comunitárias e tecnologias via satélite tornam o acesso mais inclusivo, fazendo com que a ausência de conexão não seja um obstáculo à aprendizagem.

Além disso, é indispensável implementar programas de formação continuada que preparem os educadores não apenas para utilizar ferramentas digitais, mas para integrá-las pedagogicamente às suas práticas, promovendo maior engajamento dos estudantes. Essa necessidade se intensifica diante da velocidade com que as tecnologias evoluem e se integram ao cotidiano. Conforme destacam Bastiani & Berghauser (2017, n.p.) “no atual contexto mundial, em que a informação viaja pelo planeta em questão de segundos e a quantidade de dados cresce em taxas estratosféricas, a pessoa que não acompanhar diariamente as mudanças poderá perder literalmente os seus espaços”.

Simultaneamente, é necessário investir na produção de recursos educacionais abertos, disponíveis em formatos offline e nas línguas locais, de modo a atender comunidades marginalizadas. Essas iniciativas devem ser apoiadas por políticas que incentivem a personalização do ensino, possibilitando que os recursos multimídia contemplem diferentes estilos de aprendizagem e contextos socioeconômicos.

Como salienta Quadrado (2023), as tecnologias desempenham um papel fundamental como ferramentas de apoio na educação. Por meio das redes de comunicação, as escolas podem se conectar ao ambiente digital, ampliando suas possibilidades de ensino e atingindo diversos objetivos pedagógicos.

Alcançar equidade digital também requer o envolvimento ativo das famílias e das comunidades no processo educativo. Estratégias como criação de centros comunitários, onde pais e alunos possam aprender juntos, ou a disponibilização de tutoriais simples sobre uso das ferramentas multimídia, ajudam a reduzir lacunas nas habilidades digitais.

Segundo Rennó (2023), é essencial que os educadores estejam atentos ao universo digital e o integrem ao contexto educacional, de modo a despertar nos alunos o mesmo interesse que demonstram ao utilizar as redes sociais. Para isso, cabe ao professor selecionar adequadamente as ferramentas digitais e planejar suas aulas de forma estratégica, garantindo que contribuam efetivamente para os objetivos de aprendizagem.

Por fim, a avaliação constante do impacto dessas intervenções é fundamental para ajustar as abordagens conforme as necessidades reais, evitando que iniciativas bem-intencionadas se tornem ineficazes. Combinando acesso, capacitação e participação comunitária, essas estratégias podem transformar os recursos multimídia em instrumentos eficazes para promover a equidade, contribuindo para uma educação básica mais justa, acessível e inclusiva.

2.3 IMPACTO NA APRENDIZAGEM

A influência dos recursos multimídia na aprendizagem na educação básica pode ser significativa, especialmente quando aplicados com estratégias que considerem as desigualdades digitais, afetando tanto o desempenho escolar quanto o engajamento dos alunos. Ferramentas como vídeos interativos, simulações e jogos educativos têm o potencial de tornar conceitos abstratos mais acessíveis, promovendo a compreensão por meio de estímulos visuais, auditivos e táteis.

Conforme abordado por Solar (1999 como citado em Santos, 2024), essa abordagem multissensorial favorece a retenção de informações e facilita a assimilação de conteúdos complexos, sobretudo para estudantes que enfrentam dificuldades nos métodos tradicionais de ensino, proporcionando uma experiência de aprendizado mais dinâmica e adaptada às suas necessidades.

Entretanto, para que essas inovações sejam efetivamente incorporadas ao contexto educacional, é necessário repensar hábitos e paradigmas no processo de ensino-aprendizagem. A transformação da educação não pode ocorrer de maneira isolada na sala de aula, ela deve começar no próprio ambiente escolar. Para que isso ocorra de maneira estruturada e eficaz, o planejamento pedagógico desempenha um papel central, orientando as mudanças e garantindo sua aplicação prática. (Mélo, 2023).

De acordo com Mélo (2023), a linguagem audiovisual presente nas mídias pode enriquecer o processo pedagógico, pois, além de oferecer entretenimento, diversão e informação, também pode desempenhar um papel educativo quando utilizado de forma adequada. A utilização de recursos multimídias também pode aumentar consideravelmente o engajamento e a motivação dos alunos, aspectos essenciais para o sucesso educacional em contextos vulneráveis. Ao incluir elementos lúdicos e interativos, essas ferramentas despertam interesse e curiosidade, contribuindo para a diminuição da evasão escolar, um desafio comum em comunidades que enfrentam desigualdades.

Em locais onde os alunos têm acesso restrito a materiais didáticos, plataformas digitais com conteúdo adaptado podem suprir lacunas, possibilitando oportunidades para aprendizado autônomo e colaborativo. O impacto torna-se ainda mais relevante quando esses recursos refletem as realidades culturais e sociais dos alunos, fortalecendo sua conexão com o processo educativo.

Segundo Quadrado (2023), integrar recursos digitais às práticas pedagógicas e ao planejamento escolar é essencial para aprimorar a aprendizagem por meio de metodologias colaborativas e tecnologias educacionais. Contudo, para que essa integração seja eficaz, é imprescindível superar as barreiras impostas pela desigualdade digital. Sem um acesso equitativo a dispositivos eletrônicos, conectividade e formação adequada, os benefícios das tecnologias multimídia tendem a se restringir apenas a grupos privilegiados, ampliando ainda mais as disparidades educacionais.

De acordo com Santos (2023), o avanço tecnológico, como reflexo das transformações na sociedade, tem redefinido o uso de recursos na prática pedagógica, proporcionando novas concepções de ensino e uma perspectiva inovadora sobre a aprendizagem na cultura digital. Quando aplicados estrategicamente, os recursos multimídia não apenas enriquecem a qualidade do aprendizado, mas também ampliam o acesso à educação, funcionando como instrumentos de inclusão social. Ao ampliar as oportunidades educacionais para alunos em contextos desfavorecidos, essas tecnologias possibilitam que eles desenvolvam plenamente seu potencial acadêmico.

Assim sendo, o êxito dessa integração requer monitoramento contínuo dos efeitos produzidos, com ajustes baseados nas necessidades identificadas, assegurando que os avanços em compreensão, criatividade e participação beneficiem todos os estudantes de forma equitativa.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A utilização de recursos multimídia na educação básica mostra-se essencial para ampliar o acesso ao conhecimento e fortalecer o engajamento dos alunos, sobretudo em contextos marcados pela desigualdade digital. Para que essa integração seja efetiva, é necessário investir em infraestrutura tecnológica, formação continuada de professores e planejamento pedagógico adequado, de forma que as tecnologias sejam incorporadas de maneira significativa ao processo de ensino-aprendizagem.

Ao longo do artigo, evidenciou-se que, quando empregadas de forma estratégica, contextualizada e inclusiva, as mídias digitais podem atuar como ferramentas de justiça educacional, promovendo a equidade e contribuindo para a redução das disparidades no acesso à educação. Nesse sentido, torna-se fundamental que políticas públicas e iniciativas educacionais continuem priorizando soluções integradas que combinem o uso da tecnologia com práticas pedagógicas inovadoras, adaptadas às realidades locais. Dessa forma, a transformação digital na educação poderá ocorrer de forma ampla, equitativa e sustentável, beneficiando todos os estudantes, especialmente aqueles em situações de vulnerabilidade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Anjos, L. A dos. (2023). A integração das tecnologias digitais na formação do professor e no processo da inclusão digital no século XXI. In A. H. S. de Assis, L. A. Costa & B. R. L. de Araújo (Orgs.). Desenvolvendo o aprendizado: estratégias e práticas educativas. (pp. 52-58). Disponível  em:  https://editoramanual.com.br/index.php/principal/article/view/42.  Acesso em: 26 mar. 2025.

Bastiani, R. de. & Berghauser, N. A. C. (2017). A utilização de recursos multimídia na disciplina de matemática – ensino fundamental. Revista Eletrônica Científica Inovação Tecnologia, 8(16). Disponível em https://periodicos.utfpr.edu.br/recit/article/view/e-5198/pdf. Acesso em 26 março de 2025.

Mélo, V. N. de O. (2023). Mídias na educação: impactos, contribuições e desafios no processo de aprendizagem. Revista Educação Pública, 23(26). Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/23/26/midias-na-educacao-impactos-contribuicoes-e-desafios-no-processo-de-aprendizagem. Acesso em: 26 mar. 2025.

Quadrado, A. M. (2023). Tecnologias digitais na prática pedagógica. In A. H. S. de Assis & M. S. dos Santos. (Orgs.). Transformando a educação: tecnologias educacionais e práticas pedagógicas para o século XXI. (pp. 96-103). Disponível em:  https://editoramanual.com.br/index.php/principal/article/view/33. Acesso em: 26 mar. 2025.

Rennó, C. dos S. (2023). O impacto das mídias digitais na educação: importância da utilização de multimídia e hipermídia no processo de aprendizagem. In A. H. S. de Assis & M. S. dos Santos. (Orgs.). Transformando a educação: tecnologias educacionais e práticas pedagógicas para o século XXI. (pp. 81-87). Disponível em:   https://editoramanual.com.br/index.php/principal/article/view/31/31. Acesso em: 26 mar. 2025.

Santos, J. F. dos. (2024). Ensino de ciências e biologia: a importância da produção de modelos didáticos para o ensino inclusivo de botânica. Disponível em:  https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/33543. Acesso em: 26 mar. 2025.

Santos, J. de S. (2023). Recursos multimídias para a educação: o ambiente virtual de aprendizagem na educação superior a distância. Revista UEG, 9(1). Disponível em  https://www.revista.ueg.br/index.php/reeduc/article/view/14556/10106.    Acesso em: 26 mar. 2025.

Santos, R. dos. (2023). As mídias digitais no contexto escolar: desafios e possibilidades. Revista Multidisciplinar de Educação e Meio Ambiente, 4(1). Disponível em:  https://ime.events/cinped/pdf/11705. Acesso em: 26 mar. 2025.

Serafim, M. L. & Sousa, R. P. de. (2011). Multimídia na educação: o vídeo digital integrado ao contexto escolar. In R. P. de Sousa; F.M.C. da S. C. Moita; A. B. G. Carvalho. (Orgs). Tecnologias digitais na educação. (pp. 19-50). Disponível em:  https://books.scielo.org/id/6pdyn/pdf/sousa-9788578791247-02.pdf. Acesso em: 26 mar. 2025.

Veríssimo, A. C. de A.; Franco Neto, I. M. F.; Fernandes, L. M.; Meroto, M. B. das N. & Melo, V. C. G. de (2024). Recursos multimídia para a educação: potencial e impacto dos recursos multimídia na aprendizagem dos alunos do ensino fundamental I. Revista Ilustração, 5(1), 65-74. Disponível em: https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/249. Acesso em: 26 mar. 2025.

INFORMAÇÕES SOBRE OS AUTORES 

[1] Pós-graduação Stricto Sensu em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University; Pós-graduação Lato Sensu: Supervisão e Inspeção Escolar pela Universidade Cândido Mendes; Tutoria em Educação a Distância pelo Centro Universitário Cidade Verde; Graduação: Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Federal de Ouro Preto; Licenciatura em Ciências da Religião pelo Centro Universitário Cidade Verde; Licenciatura em Matemática pelo Centro Universitário Cidade Verde. E-mail: [email protected]. ORCID: 0009-0009-3807-3428. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/4672246202666142. 

[2] Pós-Graduação Lato Sensu: Metodologia em Ensino Religioso e Artes – Unifaveni; Ciências Políticas – Universidade Cândido Mendes; Aconselhamento e Psicologia Pastoral – Unifaveni; Teologia – Uniasselvi; Docência do Ensino Superior – Universidade Cândido Mendes; Ciência da Religião – Unifaveni; Sociologia – Faculdade Futura; Antropologia- Futura; Ética Profissional – Faveni; Capelania – Uniasselvi; Psicanálise – Faveni e Jornalismo – Uniabeu; Graduação: Licenciatura em Filosofia pela Universidade de França (Unifran). ORCID: 0000-0002-1094-0800. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/9253209573489639.

Contribuição dos autores:

Jaqueline Borges de Noronha: Planejamento, concepção, análise e revisão do trabalho.

Walter Lázaro Gonçalves de Noronha: Pesquisa, interpretação e redação do trabalho.

INFORMAÇÕES SOBRE O MATERIAL

Conflito de interesse: 

N/A

Agradecimentos:

N/A

Financiamento:

N/A

Nota de presença de IA:

Os autores utilizaram a Inteligência Artificial Grok versão para revisar formatação e possíveis erros de coesão textual. No entanto, todas as buscas pelos conteúdos e classificação da qualidade dos artigos foram realizadas de maneira autoral.

Informações sobre Direitos Autorais e Licença:

Este é um artigo de Acesso Aberto distribuído sob os termos da Creative Commons Attribution License, que permite uso, distribuição e reprodução irrestritos em qualquer meio, desde que o autor e a fonte originais sejam creditados.

Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.

  • ISSN (versão eletrônica): 2448-0959
  • Licença Creative Commons: Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

Histórico da Publicação:

Material recebido: 10 de abril de 2025.

Material aprovado pelos pares: 06 de junho de 2025.

Material editado aprovado pelos autores: 08 de abril de 2026.

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Jaqueline Borges de Noronha

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