Educação Corporativa e Literacia digital: as TIC nas Pequenas e Microempresas

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STURARO, Laura Martinez [1], CRUZ, José Anderson Santos [2], MATTOS, Michelle Godoy de [3], PINTO, Felipe Augusto [4]

STURARO, Laura Martinez; CRUZ, José Anderson Santos; MATTOS, Michelle Godoy de; PINTO, Felipe Augusto. Educação Corporativa e Literacia digital: as TIC nas pequenas e microempresas. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 1. Vol. 9. pp. 276-291, outubro / novembro de 2016. ISSN. 2448-0959

RESUMO

As tecnologias de informação e comunicação estão presentes no dia-a-dia da sociedade, bem como nas organizações, desde as tecnologias mais obsoletas às tecnologias de BI (Bussiness Inteligence[5]). Com isso a literacia digital e a educação promovem a tecnologia em todos os setores, e serve como facilitador, não somente para obter maior agilidade e otimização de processos, mas também como ferramenta de elaboração de estratégias e processos de comunicação, de formação do indivíduo e na excelência da gestão empresarial. Pois, observa-se nos dias de hoje, que, as pequenas empresas estão mostrando cada vez mais seu potencial no mercado. Logo, este paper tem como finalidade apontar e evidenciar as tecnologias de informação e comunicação na contribuição para uma comunicação interna e externa eficaz a partir da educação e literacia digital.

Palavras-chave: Educação Corporativa, Literacia Digital, Educação e Comunicação,  Tecnologia de Informação e Comunicação.

INTRODUÇÃO

O presente trabalho conscientiza a questão da literacia digital para o uso das TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) no ambiente corporativo das micro e pequenas empresas. Desse modo, viabilizar e elucidar a importância da literacia digital nas micro e pequenas empresas, não no sentido de avaliar custos e investimentos, mas demonstrar a importância da literacia e da educação corporativa.

Embora o movimento de apropriação do meio utilizado para integrar-se à rede exija um conjunto de habilidades específicas, há um esforço do governo para estender o acesso à internet para todos os cidadãos. Países investem em infovias públicas para que as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) não se convertam – através do mercado – em fator de exclusão social […] O primeiro sentido refere-se ao acesso à rede como fim: assim como os cidadãos têm direito à iluminação pública, à pavimentação de ruas ou ao saneamento básico, a vida moderna exige o direito de estar conectado à cultura digital (BIZELLI, 2015 [online]).

Por isso, este artigo consiste em um estudo de caso de uma empresa[6] no ramo de reparo de sistemas elétricos, com análise qualitativa a partir da aplicação de questionário aos funcionários (total de 10) dos setores de compras, de projetos e de desenhos, a fim de analisar a utilização das tecnologias de informação e comunicação. Tendo como foco em literacia digital corporativa – educação para o uso das ferramentas tecnológicas -, assunto que apesar de haver relatos, ainda continua sendo discutido para promover a informação e conhecimento para o uso das TIC no ambiente corporativo. A metodologia utilizada foi à pesquisa bibliográfica exploratória e descritiva. Trata-se de levantamento de toda a bibliografia em forma de livros, revistas, publicações avulsas e imprensa escrita e online. “Sua finalidade é colocar o pesquisador em contato direto com tudo aquilo que foi escrito sobre determinado assunto” (MARCONI E LAKATOS, 2012, p.43).

Com o avanço das tecnologias de informação e comunicação, houve um aumento da velocidade de transferência de dados. E, consequentemente, está cada vez mais difícil para as micro e pequenas empresas negligenciarem a importância de investimentos para uma educação voltada à comunicação, para as competências organizacionais e para a literacia digital adequadas para uma integração, interação e comunicação eficaz. Dessa forma, torna-se pertinente que haja uma educação para o uso dos meios, sendo assim, as TIC tornam-se viáveis na sociedade, contudo devem ter o acesso e apropriação das tecnologias, reflexão e criticidade para/no seu uso.

Diante desse quadro, defende-se a implantação de sistemas de educação corporativo, que compreenda o uso de recursos educacionais abertos (REA) e a educação a distância, gerando competências comunicacionais e em literacia digital, preparando os funcionários às exigências do mercado e, ainda, promovendo um crescimento profissional, que causa o bem-estar pessoal. Dessa maneira, a organização trabalha, também, com os preceitos de uma gestão socialmente responsável, garantindo sua reputação e imagem e trazendo benefícios para a sociedade (ANDRELO; CALONEGO; TEIXEIRA, 2014, p.2 [online]).

Devido a esse aspecto, as micros e pequenas empresas estão visualizando a importância das tecnologias não para comparar ou competir com as grandes empresas, mas para melhorar os processos entre setores, promover a educação e formação para o uso das TIC e, principalmente, promover a comunicação interna e externa. A partir deste olhar, há necessidade de educar os usuários a partir do conceito da literacia digital, utilizando-se das estratégias da educação corporativa.

Nos últimos anos, a internet e o avanço tecnológico de maneira geral, foi capaz de modificar formas de relacionamento e comportamentos. O excesso de informações, a facilidade e a agilidade são fatores que modificaram o senso crítico de todos os indivíduos da sociedade (TEIXEIRA; ANDRELO, 2015, p.2 [online]).

A literacia digital em micros e pequenas empresas tem como foco a disseminação da informação e do conhecimento utilizando-se das TIC. Pois, no meio empresarial as tecnologias estão presentes e muitas vezes tornaram-se o meio de trabalho e de determinadas atividades essenciais no mundo corporativo quanto na sociedade hodierna. Nesse sentido, há uma indagação: como as micros e pequenas empresas utilizam-se da literacia digital para promover o uso eficaz das tecnologias de informação e comunicação?

A informação, que sempre teve destaque central na sociedade, conquista cada vez mais reconhecimento e espaço. A subsistência da democracia, que envolve a existência de condições de participação na tomada de decisões que afetam as pessoas, depende do acesso à informação. A ideia de participação, contudo, percorre a discussão sobre direito à informação que, por sua vez, encadeia-se à noção de cidadania, considerada como o exercício de direitos e deveres civis, políticos e sociais (TEIXEIRA; ANDRELO, 2015, p.2 [online]).;

Explica-se aqui sobre as tecnologias de informação e comunicação e suas utilidades nas grandes empresas, conforme as empresas foram crescendo, o acompanhamento das tecnologias que eram presentes na época, se tornam essenciais nos dias atuais, e hoje, dispõem dessa evolução tecnológica para disseminar a informação e conhecimento. Sendo assim, compreendem o quanto elas proporcionam melhorias em qualidade de trabalho e da comunicação. Mas a realidade é que as TIC não estão somente nas grandes empresas, elas já são realidades nas micros e pequenas empresas, no entanto, sem o correto aproveitamento. A aplicabilidade da literacia digital é relevante para que as micros e pequenas empresas possam usufruir de maneira eficaz das TIC. De acordo com Bizelli (2013) as ferramentas criam o modelo virtual de cidade, desse modo produzem informação e conhecimento.

Em geral, demonstrar a importância da literacia digital aplicada nas TIC para promover uma educação para o uso eficaz das TIC nas micros e pequenas empresas teve dois objetivos específicos que são: as tecnologias de informação e comunicação auxiliam em todos os setores internos e externos da empresa. E assim transformando a empresa mais eficiente; a apresentação dos conceitos de literacia digital, TIC e o cenário das micros e pequenas empresas.

Justifica-se a presente pesquisa pela disseminação da informação e análise como está sendo aplicada a literacia digital nas micro e pequenas empresas, pois com a existência da tecnologia, o indivíduo deve se inserir no contexto digital e no uso das TIC como ferramentas de trabalho e promover diferenciais positivos visando alavancar a competitividade, a inclusão digital, a agilidade e a comunicação empresarial. Porém, muitas vezes, é dentro do cenário corporativo que se aprende as devidas funções de cada tecnologia. Nesse sentido, a educação corporativa torna-se relevante para que os indivíduos possam utilizar-se das TIC para promover a qualidade, acesso e apropriação das TIC.

Sendo assim, tratar das Tecnologias de Informação e Comunicação, educação corporativa e da literacia digital, nos traz experiências para serem aplicadas nas empresas, na qual torna-se relevante mostrar as suas utilidades e a sua influencia na comunicação e educação empresarial. Por conseguinte, viabilizar a literacia digital para o crescimento profissional do individuo para o uso dos meios tanto no âmbito organizacional quanto também na formação profissional e cidadã.

CONTEXTO DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC E A LITERACIA DIGITAL

A Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) encontra-se na maioria dos ambientes; na educação, na formação do indivíduo, tanto pessoal quanto no ambiente corporativo, pois é uma ferramenta de entretenimento, de estudo e de trabalho. Com isso, Castells (2006) define as TIC como extensão humana.

As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) referem-se a toda tecnologia utilizada para lidar com as comunicações, incluindo sistemas de telefonia, Web site, e áudio e transmissões de vídeo dentro do contexto de negócio, teve um grande impacto no que tange as comunicações internas e externas de transformação, comercialização de dados. Para aumentar a eficiência e eficácia na organização e mais concretamente em todos os departamentos significa melhorar a forma de utilizar as TIC na sua organização” (SANTOS, 2012, p 19).

Segundo Veloso (2012), a mera existência de um processo de informatização e a simples presença de recurso tecnológico não significa que as TIC tenham sido apropriadas pelos profissionais, sendo necessário, para isso, dentre outros fatores, seu uso não seja restrito à automatização de tarefas e atividades, ou à substituição de profissionais por computadores e/ou máquinas, mas na sua formação pessoal e profissional.

Ao pensar sobre a apropriação das TIC, é essencial referir-se aos efeitos que estas podem proporcionar em termos de economia de tempo e de recursos, como racionalização do trabalho, ou como fator gerador de competitividade e produtividade, dentre outros princípios representativos da lógica capitalista, produtivista e quantitativista que toma conta dos processos de gestão contemporânea, tanto públicas quanto privadas.  Mais do que buscar a satisfação de interesses gerenciais, é pertinente preocupar-se também com as condições necessárias e favoráveis à satisfação das demandas dos usuários dos serviços e ações profissionais, podendo caber às TIC um papel importante neste sentido (VELOSO, 2012).

A velocidade em pesquisa e desenvolvimento é vital para permanecer no topo da competição no mundo dos negócios. As tecnologias de informação oferecem às empresas com urgência em todos os níveis, mantendo contato como se estivessem na sala ao lado. Este nível de conectividade ajuda a criar uma oportunidade mais igual tanto para os empregadores a encontrar o seu trabalho ideal e para as pequenas empresas a ter as mesmas vantagens e acesso a clientes como a grandes empresas”. (SANTOS e MEDINA, 2012, p.10).

As empresas começaram a aplicar os avanços das tecnologias de informação anos atrás, com a criação de websites, aumentando sua visibilidade local, nacional e até mesmo internacional, atraindo novos clientes. Hoje, muitas empresas também estão a aproveitar o poder das ferramentas de redes sociais como Linkedin, Facebook e Twitter, que os ajuda a compartilhar as notícias mais recentes e chegar aos seus clientes de forma mais eficaz. O motivo está na interatividade destas ferramentas, as empresas podem usar o feedback instantâneo que recebem como uma forma de acelerar a investigação, ajudando-as a desenvolver e a crescer o seu negócio mais rapidamente (SANTOS e MEDINA, 2012).

Assim, para se ter competência em literacia digital, faz-se necessário a competência em literacia da informação, pois, de forma geral, a primeira consiste em ter conhecimento da tecnologia e sobre o uso da tecnologia, que requer a segunda, ou seja, capacidade de pesquisa e seleção da informação (ANDRELO; CALONEGO; TEIXEIRA, 2014, p.2 [online]).

Dessa forma, por conseguinte, a comunicação empresarial é a comunicação existente entre a empresa ou instituição e os seus públicos de interesse que podem ser funcionários da própria empresa, clientes, mídia e a sociedade em geral. “Sendo a comunicação a base de qualquer processo administrativo, é imprescindível trabalhá-la de forma planejada. Quando isso ocorre, ela tem a fantástica capacidade de resultar em vários fatores positivos na organização” (TAVARES, 2009, p. 15).

A Comunicação Corporativa é considerada uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento e o crescimento de qualquer organização, funcionando como um elo entre a comunidade e o mercado. E uma Comunicação eficiente traz resultados que podem ser medidos no faturamento da empresa. (PESSOA, 2003, p.4).

Ao disponibilizarmos as TIC no ambiente corporativo, os colaboradores devem ter habilidades e competências para a utilização de todos os recursos que elas oferecem, facilitando e otimizando as comunicações, tanto internas quanto externas. Segundo Bahia (2006) concretamente, para que sejam eficazes, os sistemas ou estruturas de comunicação empresarial precisam ter consistência profissional, adequada apresentação, compatibilidade de pensamento e ação, e bi direcionamento.

A questão tecnológica está ligada ao reconhecimento do papel da informação. A chamada Sociedade da Informação, que se caracteriza por ter a internet como tecnologia paradigmática, é reconhecida por características que alteram a velha forma da comunicação mediada, das quais podem se destacar: acesso maior a informações; diferente representação dessas informações seja em áudio, vídeo, texto ou foto; velocidade da mudança, com rapidez de geração e acumulação de conhecimento; possibilidade de interatividade; princípio da comunicação em rede e, principalmente, mudanças no polo emissor, permitindo que todos os indivíduos com recursos tecnológicos e conhecimento para utilizá-los possam emitir informações e opiniões (TEIXEIRA; ANDRELO, 2015, p. 4 [online]).

Esse processo deve ser genuinamente benéfico para a empresa, para os empregados e também para os consumidores. Um sistema de comunicação e educação empresarial deve se guiar e se orientar a partir de conceitos que são comuns à informação, a formação do pessoal – funcionários – e aos negócios. “Como, por exemplo, o fato de que tanto a empresa quanto a mídia desempenham funções vitais no progresso e no desenvolvimento da sociedade moderna” (BAHIA, JUAREZ, 2006, p. 17).

LITERACIA DIGITAL: EDUCAÇÃO PARA AS TECNOLOGIAS NO AMBIENTE DE TRABALHO

O termo de literacia digital refere-se à competência que ultrapassa o comum uso das funções das tecnologias. Esse termo não é novo, mas vem sendo muito utilizado nas últimas décadas, observa que ao trabalhar com alguns autores, o conceito de literacia digital pode se diferenciar um dos outros.

Quando surgiram as primeiras universidades na Europa, Tomás de Aquino decidiu por ordem no saber e construiu uma vigorosa síntese filosófica-teológica a partir do pensamento aristotélico e escreveu a Summae Theologiae. O filósofo medieval levou por diante essa empresa que perdura até aos nossos dias. Já no nosso tempo, Harold Bloom escreveu o Cânone Ocidental. Nesta obra alimentada presumivelmente pela angústia de fazer a melhor escolha na hora de selecionar a melhor leitura, Bloom arrisca estabelecer uma lista de obras que supostamente foram o cânone ocidental ou, traduzido numa expressão mais informal, propõe o melhor dos melhores. ” (RAMOS; FARIA, 2012, p.33).

Segundo Capobianco (2010), o termo literacia digital foi citado pela primeira vez por Paul Gilster em 1997, um historiador e professor de inglês, que escreve sobre TIC há mais de vinte anos. E define literacia digital como a habilidade de entender e utilizar a informação de múltiplos formatos e proveniente de diversas fontes quando apresentada por meio de computadores. E afirma que além de adquirir a habilidade de encontrar as coisas; precisa também adquirir a habilidade de usá-las em sua vida[7].

Os estudos sobre literacia digital podem promover a integração entre diversas áreas do conhecimento e contribuir para a criação de portais, ambientes virtuais de aprendizagem, bancos de dados entre outros recursos adequados às necessidades dos usuários. Dessa forma, todo o conjunto da sociedade poderá aproveitar os benefícios promovidos pelas TIC a partir do momento em que os cientistas, técnicos, educadores, organizações públicas ou privadas puderem utilizar o conhecimento disponível para facilitar os processos de comunicação. “ (CAPOBIANCO, 2010, p.26).

Sendo assim, ao se utilizar da literacia digital, o individuo aperfeiçoa o conhecimento referente às tecnologias e melhora o seu lado profissional, bem como provavelmente as mesmas ou até mesmo outras tecnologias que estão na sociedade em geral, tendo capacidade de aperfeiçoar seu conhecimento e utilizá-la no seu cotidiano.

A educação corporativa pode ter várias orientações em seus sistemas educacionais, ou seja, pode suscitar uma educação formal, com cursos de formação acadêmica, ou não formal, utilizando, por exemplo, programas com conhecimentos voltados à determinada área da empresa que inclui formação mais abrangente tanto profissional como pessoal. A educação corporativa deve estimar, no entanto, as diversas modalidades que a educação pode ter, entre elas a informal não intencional, quando são exercidas influencias do meio natural do homem, sejam elas derivados de costumes, leis ou religião; a informal intencional, que é o caso, por exemplo, dos meios de comunicação de massa e, por fim, a formal intencional, aquela que possui objetivos educacionais claros (OKADA et al, 2012 apud TEIXEIRA; ANDRELO, 2015, p. 6 [online]).

As micros e pequenas empresas utilizam-se das tecnologias de informação e comunicação, não para ser comparar às grandes empresas e corporações, e sim visando melhorar seus processos e aumentar a competitividade. “Sendo a comunicação a base de qualquer processo administrativo, é imprescindível trabalha-la de forma planejada. Quando isso ocorre, ela tem a fantástica capacidade de resultar em vários fatores positivos na organização” (TAVARES, 09, p. 15).

Segundo Marinho (2006) o uso das TIC possibilita maior competitividade às pequenas empresas, por facilitar o fluxo de informação externo, permitindo um aumento na interação com clientes e fornecedores, bem como por propiciar a intensificação do fluxo da comunicação interna, ao aumentar a interação entre os trabalhadores.

Para Oliveira (2003), um modelo básico de TIC contém cinco recursos que são: software, hardware, redes, dados e humanos. Em recursos humanos, incluem as pessoas que utilizam a ferramenta, tanto os clientes quanto o gerente e o administrativo; Recursos hardware incluem os dispositivos físicos e equipamentos utilizados no processamento de informações. Sendo assim temos: Os sistemas de computadores, que contém unidades de processamento central e variedades de dispositivos periféricos interconectados. Entre exemplos: computadores, tablets e etc.; E os periféricos de computador, que são como um teclado para entrada de dados e comandos, um monitor de vídeo ou impressora para saída de informação e pen drive ou HD externo para armazenamentos de recursos de dados.

A sociedade da informação está cada vez mais incorporando o imenso volume de conteúdos disponíveis na rede. O acesso por dispositivos eletrônicos e a facilidade resultante da mobilidade e da portabilidade alimenta discussões sobre a capacidade real de apropriação desse conhecimento que circula pelo ciberespaço (CRUZ; BIZELLI, 2014, p.1).

Recursos de dados, eles possuem diversas formas, entre as quais dados alfanuméricos, dados de textos, dados de imagem e dados auditivos. Geralmente são organizados em: Banco de dados que guardam dados processados e organizados; e bases de conhecimento que guardam conhecimento em uma multiplicidade de formas como fatos, regras e exemplos ilustrativos sobre práticas de negócios bem-sucedidas.

Recursos de software incluem todos os conjuntos de instruções de processamento da informação. Sendo assim não só os conjuntos de instruções operacionais chamados de programas, que dirigem e controlam o hardware, mas também os conjuntos de instruções de processamento da informação requisitadas por pessoas, chamados procedimentos. Exemplos que se referem a recursos de software: – software de sistema, como um programa de sistema operacional, que controla e apoia as operações de um sistema de computador; software aplicativo são programas que processam direto para uso particular de computadores por usuários finais. São exemplos um programa de análise de vendas, um programa de folha de pagamento e um programa de processamento de textos; e os procedimentos, que são instruções operacionais para as pessoas que utilizarão uma ferramenta de TIC. Entre os exemplos encontram- se as instruções para preenchimento de um formulário em papel ou para a utilização de um pacote de software.

E o último, é o recurso de rede que consiste em computadores, processadores de comunicações e outros dispositivos interconectados por mídia de comunicações e controlados por software de comunicações. O recurso inclui: as mídias de comunicações – como exemplos incluem fio de par trançado, cabo de fibra ótica, sistemas de micro-ondas e sistemas de satélite de comunicações. E o suporte de rede – inclui todos os recursos humanos, de hardware, de software e de dados que apoiam diretamente a operação e uso de uma rede de comunicações. Como exemplos são os processadores de comunicações como o modem e processadores de ligação entre redes e software de controle de comunicações como os sistemas operacionais de rede e pacotes de browser para internet.

Depois do uso dos computadores e da internet, as tecnologias se se aperfeiçoaram e se adequaram a sociedade em geral. E vieram os notebooks, tablets e smartphones.  As tecnologias móveis têm possibilitado que o processo de comunicação e a transmissão da informação ocorram em diferentes espaços e tempo.  Segundo Pimenta (2006), a empresa pode se utilizar-se do e-business, ou negócio eletrônico, que se apoia no desenvolvimento de estratégias baseadas em uso amplo de redes de comunicações globais. E-business representa um envolvimento mais amplo de negócios virtuais, que e-commerce.

E-commerce é um sistema de vendas on-line (via World Wide Web ou www, celulares, TV digital etc.) que permite uma comunicação direta e interativa com clientes, trazendo vantagens no custo e no tempo de transações. Porém existem vários fatores que interfere nas decisões na escolha da tecnologia a ser implantada nas pequenas empresas, os mais frequentes são: financeiros e humanos. Porém no PMBOK traz os fatores mais marcantes na escolha de uma tecnologia.

Segundo o PMBOK (2013), os fatores que podem afetar a escolha da tecnologia de comunicação incluem: Urgência da necessidade de informações – É necessário considerar a urgência, frequência e formato das informações a serem comunicadas, pois elas podem variar de acordo com o projeto e também nas diferentes etapas de um projeto; Disponibilidade de tecnologia – É necessário assegurar que a tecnologia requerida para facilitar a comunicação seja compatível, esteja disponível e possa ser acessada por todas as partes interessadas durante todo o ciclo de vida do projeto; Facilidade de uso – É necessário assegurar que a escolha das tecnologias de comunicação seja adequada para os participantes do projeto e que sejam planejados eventos de treinamento adequados, quando apropriado; Ambiente do projeto – É necessário determinar se a equipe se reunirá e operará presencialmente ou em um ambiente virtual; se estará localizada em um ou múltiplos fusos horários; se usará múltiplos idiomas nas comunicações e, finalmente, se existem quaisquer outros fatores ambientais do projeto, tais como culturais, que possam afetar as comunicações; Sensibilidade e confidencialidade das informações – É necessário determinar se as informações a serem comunicadas são sensíveis ou confidenciais e se devem ser tomadas medidas adicionais de segurança ou não. Além disso, a maneira mais apropriada de comunicar as informações deve ser considerada (PMBOK, 2013, p. 292).

LITERACIA DIGITAL COMO IMPLEMENTAÇÃO DE PROJETO PARA UMA EDUCAÇÃO CORPORATIVA

A internet num ambiente corporativo permite que as decisões a serem tomadas tenham mais agilidade, aperfeiçoa os processos e também auxilia entre o relacionamento da empresa com seus públicos. Mas para acessar as informações é preciso que os funcionários se utilizem de modo consciente dos benefícios que as novas e antigas tecnologias podem oferecer.

A integração de novas tecnologias como ferramenta no desenvolvimento das aprendizagens, bem como a incorporação de métodos de aprendizagem que conduzam ao trabalho ativo e autônomo, proporcionarão condições para o desenvolvimento da capacidade de agir em um contexto de múltiplas fontes de informação, de contínua busca e comparação de dados, oferecendo-se ao indivíduo oportunidades para desenvolver suas competências como trabalhador e cidadão, capaz de viver dignamente na sociedade de incertezas do século XXI. A sociedade do conhecimento, e nela o cenário brasileiro, demandam cidadãos mais críticos, proativos e autônomos em relação à própria formação. Pessoas comprometidas com o seu itinerário de formação e dispostas a investir no autodesenvolvimento. (MARINELLI, 2007, p. 19).

As empresas podem buscar um profissional já qualificado, dentro do que ela necessita, ou investir em educação corporativa para seus próprios funcionários. Pois não temos que ter apenas acesso a informação, mas também a boa utilização dela com criticidade, reflexão e apropriação.

Foco na literacia digital, aqui compreendida como o conhecimento e a utilização crítica de ferramentas de informática, aplicadas ao acesso, uso e produção de conteúdo focado em áreas-chave para organizações. Ou seja, não basta formar as pessoas em uma visão tecnicista, ensinando-as a operar máquinas. A ideia principal é que o acesso às Tecnologias da Informação e Comunicação é importante, mas não basta, afinal deve-se privilegiar a formação do cidadão e não do consumidor. Portanto, quando se fala em inclusão tecnológica deve-se pensar, também, na apreensão do discurso da tecnologia e não apenas na aprendizagem de programas para a execução de determinados fins. Ou seja, defende-se a integração entre educação, tecnologia e cidadania. (ANDRELO; CALONEGO, 2012, p. 4).

Existem algumas definições sobre pequenas empresas, os dados que são levados em consideração são como os de quantidade de empregados e o faturamento anual bruto.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que limita a microempresas aquelas que empregam até 9 pessoas, no caso de comércio e serviços, ou até 19 pessoas, no caso dos setores industrial ou de construção. Já as pequenas são definidas como as que empregam de 10 a 49 pessoas, no caso de comércio e serviços, e de 20 a 99 pessoas, no caso de indústria e empresas de construção. As múltiplas definições de MPEs existentes no Brasil e seu tratamento metodológico subsidiam a produção de informações cuja homogeneização é muito limitada. (SANTOS; KREIN; CALIXTRE, 2012, p. 17).

As micros e pequenas empresas geralmente são formadas por membros da família de uma pessoa que tinha um desejo de possuir seu próprio estabelecimento. Por este motivo é comum encontrar recursos humanos e quanto tecnológicos de gestão e controladoria de forma centralizada.

ESTUDO DE CASO: ANÁLISE E RESULTADOS

Sendo uma empresa de pequeno porte, as respostas não foram tão distintas. Todavia, foi possível analisar e averiguar o que alguns colaboradores consideram importantes ou não.

Sobre a relação das TIC como ferramentas de comunicação e se ajuda no relacionamento, entre os colaboradores todos concordam; Se as TIC influenciam a forma de trabalho das pessoas dentro da organização, ou seja, a cultura organizacional, todos concordaram elucidando o fato que a empresa contém uma estrutura e hierarquia organizacional onde os profissionais estão acostumados.

Em relação às TIC como instrumento de trabalho e que contribuem para o bom desempenho das suas tarefas, na qual consideraram o uso das TIC como ferramenta de trabalho eficaz dentro da empresa, todos foram positivos.

Quando a pergunta referiu-se se a empresa proporcionou treinamento ou qualificação ao seu pessoal para desenvolver ou aperfeiçoar as habilidades em TI/TIC, a maioria assinalou positivamente, provavelmente devido alguns setores terem um maior aperfeiçoamento e qualificação em alguns recursos tecnológicos que os outros.

E para finalizar, uma das perguntas buscou enfatizar sobre o uso profissional de algum recurso que o Smartphone pode oferecer para acesso e apropriação das informações, neste aspecto a maioria foi positiva. Assim demonstra como as tecnologias são presentes no meio da empresa.

Quatro fatores foram positivos totalmente, e assim demonstra que as TIC já são utilizadas, e os funcionários percebem a importância e a praticidade que ela pode vir a oferecer quando utilizada corretamente.  Os fatores são eles: a) A empresa sabe que as TIC auxiliam no relacionamento entre clientes, funcionários, colaboradores e fornecedores; b) A empresa compreende a influencia que a TIC traz na forma de trabalho das pessoas dentro da organização, ou seja, a cultura organizacional; c) Todos têm a percepção do quanto as TIC facilitam e contribuem para suas tarefas; d) A empresa considera que o modo de uso das TIC como ferramenta de comunicação interna eficaz, isso se torna um avanço, pois assim o foco da empresa torna-se a comunicação externa. Pois tendo uma comunicação interna eficiente demonstra que o relacionamento entre funcionários e entre setores da empresa, traz confiança, respeito, e assim os funcionários estarão trabalharam mais satisfeitos.

Sobretudo há dois fatores que foram levantados durante a pesquisa: primeiro, considerar dispensável as TIC como ferramenta de competitividade. Sendo assim, torna-se provável que em uma empresa pequena a utilização das TIC possa ser adiada, porém não foi negado que ela traz facilidade. No segundo momento, para uma comunicação, otimização de processos, desenvolvimento de habilidades e competências, além da inclusão digital, contribui para que haja o uso eficiente das TIC, sendo que podem obter esse desempenho mais rápido e eficiente.

É possível que o modo de percepção do uso e importância que as tecnologias de informação e comunicação trazem para a empresa possa ser prejudicado por causa desse segundo fator, que é o caso de a empresa não fornecer algum tipo de treinamento ou aperfeiçoamento em relação ao departamento de tecnologias. A empresa por pequena tem a possibilidade de trazer algum meio de treinamento para todos os departamentos e assim os funcionários possuiriam a literacia digital.

A última questão foi sobre a utilização profissional de algum recurso disponível no smartphone, onde a maioria também respondeu positivamente, e assim novamente se tem a utilização do smartphone, sendo um aparelho que está cada vez mais útil e versátil tanto em questão de software, na criação de novas plataformas, aplicativos quanto na questão de hardware, tamanhos diversificados e várias resistências.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O trabalho abordou um olhar para a literacia digital nas micros e pequenas empresas, cujo número aumenta a cada ano no Brasil, sendo necessário diferenciar do ponto de vista comum, quando tratamos de empresas, não devemos visualizar apenas as grandes empresas, mas também as micros e pequenas. E que mesmo considerada pequena há necessidade de planejamento estratégico para que possa interagir com todas as áreas, mesmo com aquelas que possuam administrações centralizadas. Essa interação dar-se-á mediante a necessidade da educação corporativa focada na literacia digital para todos os envolvidos.

Com os avanços tecnológicos, foi possível demonstrar a importância das TIC, pois elas oferecem a praticidade de registrar e acessar a informação e assim facilitam a comunicação tanto interna quanto a externa. Para a empresa utilizar totalmente da capacidade tecnológica que ela possui, ela tem a necessidade de treinar, qualificar ou aperfeiçoar a habilidade e o conhecimento dos funcionários, pois eles que estarão utilizando a tecnologia escolhida pela empresa.

A literacia digital deve interagir em todas as áreas, e em conjunto consegue diferentes modos de incorporar os conhecimentos, sendo portais, ambientes virtuais de aprendizagem, banco de dados ou outros, mas sempre se adaptando as necessidades do usuário.  Por fim, indica-se para a empresa, promover a educação com estratégias da educação corporativa e elaborar um aprimoramento dessa tecnologia tão comum no nosso cotidiano e assim a empresa toda poderia utilizar alguns recursos básicos para o funcionário estar o mais familiarizado possível para o seu próprio trabalho.

Agradecimentos: Agradeço imensamente a Deus pela força e saúde para poder prosseguir nesse período. Aos meus pais, pela dedicação, e paciência tanto nos momentos difíceis e nas alegrias no decorrer destes anos; Aos meus colegas e amigos que compreenderam como foi difícil, porém essencial na minha vida essa pós-graduação e consequentemente esse trabalho; Em especial quero agradecer as minhas colegas que se tornaram minhas amigas Deusa Angelino e Patrícia da Costa, que mesmo ocupadas com os artigos delas, sempre com muita paciência, davam apoio tanto por um conhecimento despercebido quanto conselhos e incentivo; E ao professor e orientador José Anderson Santos Cruz que com muita sabedoria e conhecimento me encaminhou e com muita atenção direcionou no decorrer de todo o trabalho.

REFERÊNCIAS

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5. Business Intelligence (BI) pode ser traduzido como inteligência de negócios, ou inteligência empresarial. Isto significa que é um método que visa ajudar as empresas a tomar as decisões inteligentes, mediante dados e informações recolhidas pelos diversos sistemas de informação.

6. A empresa atua no mercado há 18 anos e possui 45 funcionários.

7. Grifos dos autores.

[1] Graduada em Ciência da Computação pela Faculdade Anhanguera Bauru/SP. Responsável administrativo na Engel representação comercial. Pós-graduanda em Gestão de Projetos.

[2] Doutorando pelo PPG em Educação Escolar: Política e Gestão Educacional, FCLAr/UNESP. Mestre em Televisão Digital: Informação e Conhecimento (Atual Programa de Pós-graduação Mídias e Tecnologias) pela FAAC-UNESP-Bauru/SP. Professor e Orientador de Gestão de Projetos, – Metodologia da Pesquisa Cientifica da Pós-graduação na Faculdade Anhanguera, Campus Bauru/SP.

[3] Mestre em Comunicação pela UNESP, Bauru/SP. Coordenadora da Pós-graduação da Faculdade Anhanguera de Bauru.

[4] Bacharel em Administração de Empresas pelo Instituto de Ensino Superior de Bauru (IESB-UNIESP). Assistente Comercial na Air Liquide Brasil Ltda.

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