O Conceito de Morte como a Libertação do Pensamento: Breve Introdução ao Estudo Sobre o Fédon

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O Conceito de Morte como a Libertação do Pensamento: Breve Introdução ao Estudo Sobre o Fédon
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LIMA, Sebastiana Inácio [1]

LIMA, Sebastiana Inácio. O Conceito de Morte como a Libertação do Pensamento: Breve Introdução ao Estudo Sobre o Fédon. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Edição 9. Ano 02, Vol. 01. pp 57-63, Dezembro de 2017. ISSN:2448-0959

RESUMO

O presente trabalho, intitulado O CONCEITO DE MORTE COMO A LIBERTAÇÃO DO PENSAMENTO: Breve Estudo acerca Sobre o Fédon e o Pensamento de Sêneca, tem como objetivo compreender a questão da morte em o Fédon de Platão e em alguns matizes do pensamento de Sêneca. Para isso faremos um breve estudo introdutório ao pensamento de Platão com uma breve análise do Fédon, em sequência um pouco do contexto histórico de Sêneca, que pertenceu ao estoicismo. Este trabalho está dividido em três partes: O conceito de morte como a libertação do pensamento; contexto histórico senequiano e o conceito de morte na visão de Sêneca. Com o intuito de compreender do ponto de vista filosófico a questão trabalhada, trata-se de um assunto relevante que não foi esgotado o suficiente e ainda dará assunto para inúmeras pesquisas, dada a importância e atualidade do seu pensamento. Adotamos para essa pesquisa a consulta bibliográfica. É interesse identificar, discutir e comparar as questões tal tema, visto que o trabalho tem como principal objetivo a compreensão do conceito de morte como a libertação do pensamento, um estudo sobre o Fédon e o pensamento de Sêneca.

Palavras Chave: Morte, Libertação, Pensamento.

INTRODUÇÃO

A morte é um tema de grande importância a ser estudado, contudo, na filosofia ainda necessita-se gastar tempo na sua compreensão. Por ser temida, até no universo de alguns estudiosos, o tema da morte é negligenciado. O que não deve acontecer, visto ser uma realidade a qual toda a humanidade e os seres vivos estão sujeitos. A primeira frase do Fédon acerca da morte é a de que se de fato “Eveno (o poeta) e sábio deve seguir as pegadas de Sócrates, o mais rápido que puder”. O que deixa Cebes na dúvida acerca de que o filósofo não deve cometer violência contra si mesmo, ao mesmo tempo de que o filósofo deve almejar o mais rápido possível aquele que morre.

De acordo com a leitura do Fédon, observamos que o filósofo não deve temer a morte, tampouco deve suicidar-se, contudo, se não aprender a morrer não conseguirá filosofar. A partir daí tentaremos encontrar subsídios para compreender o sentido de morrer como libertação do pensamento, à luz das leituras do Fédon e de outros textos, tanto de Platão, como de outros autores que tratam sobre o tema da morte.

Encontramos no Fédon, que buscar a morte não é um exercício suicida em 61.c,d no diálogo de Sócrates e Símias acerca da preocupação de Eveno fazer violência contra si mesmo. Faremos uma breve investigação acerca desse passo, na tentativa de compreender a morte como liberdade.

Para uma melhor compreensão estudar-se á a diferença do sentido de morte em algumas obras de Sêneca e o pensamento platônico no Fédon, mesmo sabendo que ambos (Platão e Sêneca) viveram em tempos completamente diferentes o tema da morte é tratado por eles.

O apego em demasia à vida e o medo de morrer é o que pode tornar o homem escravo, escolher a morte diante de uma vida de tortura, diante da morte iminente nas mãos do algoz, da velhice sem honra é melhor facilitar e abreviar a dor por meio do recurso mais rápido e digno que é a morte.

1. O CONCEITO DE MORTE COMO A LIBERTAÇÃO DO PENSAMENTO

Desejar a morte para o filósofo, não é cometer violência contra si mesmo, de acordo com o Fédon 61.d. A partir dessa premissa, pretende-se compreender o conceito de morte como aprendizado para a filosofia, não somente no Fédon, mas à luz de alguns textos de Sêneca e de alguns filósofos pertencentes ao Estoicismo.

Existe a possibilidade em o Fédon, 65 b de compreendermos o corpo como um entrave ao conhecimento, através da investigação sensível os homens são levados ao engano, pois, as sensações corporais são inexatas e incertas, de acordo com o texto:

E agora, dizei-me: quando se trata de adquirir verdadeiramente a sabedoria, é ou não o corpo um entrave se na investigação lhe pedimos auxílio? Quero dizer com isso, mais ou menos, o seguinte: acaso alguma verdade é transmitida aos homens por intermédio da vista ou do ouvido, ou quem sabe se, pelo menos em relação a estas coisas não se passem como os poetas não se cansam de no-lo repetir incessantemente, e que não vemos nem ouvimos com clareza? E se dentre as sensações corporais estas não possuem exatidão e são incertas, segue-se que não podemos esperar coisa melhor das outras que, segundo penso, são inferiores àquelas […][2].

Quaisquer investigações acerca do conhecimento, se buscada através dos sentidos serão inexatas e não condizem com a verdade, portanto o corpo e as suas sensações funcionam como uma espécie de encarceramento do pensamento. A partir de 64 a veremos o argumento de Sócrates, referente à morte, dissertando que ela não deve ser motivo de preocupação nem de irritação.

A filosofia como uma preparação para morrer, o filósofo pode compreendê-la como uma libertação do pensamento, pelo fato de não estar mais encarcerado num corpo repleto de paixões e instintos que sobrecarregam sua capacidade de raciocinar.

O homem, de acordo com Platão na Apologia de Sócrates 35 a, não deve temer se for julgado e condenado à morte, visto que, Sócrates na sua defesa, afirma que alguns homens de prestígio perdem toda a sua dignidade quando é confrontado com a realidade de uma condenação à morte. Para melhor ilustrar isso, vejamos o texto:

[…] homens de grande prestigio que, ao serem julgados, adotam atitudes inconcebíveis: parece que cai sobre eles um mal terrível, se tiverem de morrer. É como se estivessem convencidos de que seriam imortais, se os não condenásseis à morte. Em minha opinião, esses homens envergonham a cidade e autorizam mesmo um estrangeiro a pensar que os atenienses que se distinguem pelo mérito, aqueles que os seus concidadãos escolhem entre todos para os elevar às magistraturas e às outras honras, não são mais corajosos que mulheres. (Apologia de Sócrates, 35 a).

Diante disso, observa-se que o temos exacerbado da morte não é virtuoso, o homem não deve ver a morte como um acontecimento terrível, tampouco viver como se fosse um ser dotado de imortalidade. Ao longo da vida qualquer pessoa, inclusive às que possuem projeção e honras diante da sociedade estão sujeitas a enfrentarem infortúnios, podendo culminar com uma condenação à morte (como era o caso da época de Sócrates), por causa dos ideais de virtude defendidos por ele e ensinados aos mais jovens. A condenação à morte não o faz um pobre homem condenado, nem dilapida o brilho dos valores morais e éticos defendidos. A morte é apenas um acontecimento temporal que não diminui a força da sua argumentação, nem o faz tornar-se amargo e temeroso a ponto de ser incoerente com os seus princípios.

No texto de Platão, Apologia de Sócrates, após a condenação, o próprio Sócrates sugere a própria pena. A morte para ele não soa como uma desgraça, ele é consciente de que o serviço que prestou durante a sua vida, suas ideias, seus métodos de abordagem influenciaram de forma positiva e não findariam com a sua morte, contudo, se o mesmo agisse como um homem medroso e apegado à vida, poderia ser incoerente com as ideias que defendia. Em 40 d[3] Sócrates diz que:

Se todo o sentimento cessa e o que há é como um sono, em que nada se vê, nem em sonho, então a morte será um benefício maravilhoso. […] Se a morte é, pois, uma coisa desse gênero, digo que é um lucro real, porque então, o tempo todo não parece ser mais do que uma só noite.

Ao mesmo tempo em que Sócrates reflete se a morte é como um sono, ele pensa ser também como uma partida onde os que morrem se reúnem lá e qualquer uma das formas que seja a morte, ele a considera como proveitosa. Para Sócrates, “nenhum mal pode acontecer a um homem de bem, nem em vida, nem depois de morrer.”[4] A morte, de acordo com Sócrates, não é um motivo de ressentimento para com os que o condenaram, mas, uma libertação dos cuidados da vida.[5]

Conforme está sendo feita esta breve análise acerca da compreensão do conceito de morte como libertação do pensamento, veremos em seguida uma breve contexto histórico sobre Sêneca e uma análise, acerca do conceito de morte em Sêneca, em seguida serão feitas algumas considerações acerca de Epicteto e finalizar-se-á com uma com uma breve análise do conceito estoico de morte.

2. CONTEXTO HISTÓRICO SENEQUIANO

Lucius Annaeus Sêneca pertence à escola helenística denominada estoicismo, fundada por, Zenão de Cício nascido por volta do ano 334 a.C.[6] É possível caracterizar o estoicismo como um movimento espiritual e moral, Sêneca pode ser inserido com o que se conhece por Pórtico novo, que teve notabilidade em Roma e que em seguida também encontramos Marco Aurélio.

Cício ou Cítio, localizada em Chipre, era uma região conhecida pelas lendas fenícias e os mitos teológicos do povo, além de existir a prática dos “cultos cananeus”[7]. Do povo cananeu descendem os fenícios, logo o pensamento desses dois povos está contido no pensamento Zenoniano. Uma marca interessante do povo cananeu, provavelmente, conhecida por Zenão é o fato deles não estabelecerem, muita distância entre o homem e a divindade. Problema motivo de forte oposição dos profetas de Israel no culto a Baal, um deus com mistura de homem e divindade. No pensamento estoico há resquícios dessa mistura, quando se trata do “sábio se igualar a Deus” [8].

Sêneca nasceu em Córdova, na Espanha, acerca do ano do seu nascimento há divergências, há quem assinale que tenha sido o ano 4 d.C e outros o ano 2 ou 1 a.C. seus pais eram espanhóis. Sêneca era apaixonado pela Filosofia, principalmente no tocante ao aspecto moral, considerava como salutar para a vida interior, a vida moral para o filósofo consistia primordialmente o cerne do seu interesse. Vejamos o que diz Ullman:

Na Filosofia via a arte do bem viver e morrer. Considerava-a pedagoga da humanidade. Sua filosofia pretende atingir o homem concreto, determinar-lhe a conduta prática, reger a atividade interior e exterior do ser humano, conformando-o com a verdade. Não se perde em cavilações e logomaquias. Não escreveu um tratado sistemático de Filosofia.[9]

Pelo que se sabe, a Filosofia tinha lugar de destaque na vida de Sêneca, ele tem três títulos que o ornamentam: filósofo, político e literato. Segundo Ullman[10], Sêneca “era de inteligência mediana e não chegou a ser um gênio filosófico. O que nele nos encanta é a sua grandeza de alma”.

Acerca dos escritos senequianos, eles se apresentam em forma de dialogo em que o próprio Sêneca encarna os interlocutores, isso fica muito patente nas Cartas, universalmente famosas. Os seus escritos são fascinantes e pregam uma forma de vida e busca de crescimento ético e espiritual que podem ser comparadas grosso modo, a um apóstolo que busca a conversão dos seus expectadores.

As obras de Sêneca são abundantes e marcantes. Agora vejamos as suas principais obras:

Citam-se três Consolationes: Ad Helviam matren, Ad Polybium, Ad Marciam. Temos, ademais, os tratados sobre De Providentia, De brevitate vitae, De vita beata, De otio sapientis, De tranquilitate animae, De otio, De ira, Dialogi, etc. Restam-lhe, ainda, sete livros intitulados De beneficiis; dois livros sobre De clementia. Das famosas Epistulae as Lucilium conservam-se 124. Provavelmente eram mais. Elas representam sua ultima produção, entre 63 e 64. [11]

O estilo de Sêneca cativa pela forma delicada de suas análises, a escolha adequada a cada situação, a sua precisão adaptada a cada situação ou circunstância às pessoas. Suas comparações.

No que se refere ao seu pensamento é necessário lembrar a influência que os seus mestres exerceram sobre ele, a saber: Sótio, Àtalo e Papírio Fabiano, porém Sêneca permaneceu fiel às ideias essenciais do Pórtico antigo sem deixar de cultivar a independência do seu pensamento. O que constitui um ponto interessante visto que, ele mesmo escreve em uma de suas cartas: “a ninguém me entregarei como escravo; não levo o nome de nenhum amo. Dou muito valor ao juízo dos homens esclarecidos, porém peço também que o meu juízo seja tido em conta de alguma coisa”. (Carta 45).

Após conhecer um pouco do contexto histórico de Sêneca e o Estoicismo, será trabalhado a partir dos próximos pontos, o conceito de morte no pensamento do filósofo.

3. O CONCEITO DE MORTE NA VISÃO DE SÊNECA

 De acordo com o proposto, falaremos acerca do conceito de morte em Sêneca, não partiremos inicialmente a discorrer ou significar um conceito de morte propriamente dito, mas, é necessário analisar o valor que Sêneca atribuía a vida para entender o sentido da morte.

Conforme o pensamento senequiano a vida sem virtude, sem saúde somente por estar respirando, não é uma vida desejável. Viver mal é melhor morrer e a morte não deve ser temida, mas buscada. Diante da citação acima, o homem atual com tantas técnicas de prolongamento da vida, fica estarrecido. Embora, não tenhamos a pretensão de fazer nenhuma ponte com a contemporaneidade, nesse momento.

Sêneca defende a morte como uma saída diante de uma ameaça iminente à vida. Se a pessoa pode optar entre morrer supliciado e em tormentos nas mãos de um algoz, a morrer de forma simples e fácil, o melhor é escolher o que causa menos sofrimento. Para Sêneca, “do mesmo modo que escolho o navio com que navegarei e a casa em que habitarei, assim também posso escolher o meio pelo qual sairei da vida.” [12] Defender a morte da forma melhor agradável à pessoa é um alívio e um ato de liberdade, principalmente no tempo em que viveu Sêneca, período marcado pela tirania tendo a tortura e o suplício como penas comuns a muitos condenados.

Pensar a morte como opção e algo a ser buscado é um grande passo rumo à liberdade, de acordo com Sêneca, a vida pode ser aprovada pelos outros, a morte é o próprio sujeito que escolhe a que melhor lhe agradar. Aconselhar o suicídio e defender o direito à morte, como convier aquele que escolhe partir, não é algo muito aceitável, o próprio Sêneca é ciente disso: “Não deves deixar para outros essa decisão que não pertence à opinião publica. Pensa uma só coisa: fugir o mais rápido possível dos golpes da sorte. De todo modo, sempre haverá quem pense mal da tua decisão.”[13] A morte é o caminho para o regresso ao lar de onde o homem veio, é o regressar para o lar, para ele o homem dispõe uma única entrada para a vida mas tem muitas saídas para deixá-la. Diante de tais afirmações é possível refletir que Sêneca ensinava um desapego ao plano material, principalmente a vida em qualquer circunstância, não adianta viver de qualquer maneira, mas viver de maneira digna e sem tanto sofrimento.

A ideia de vida e morte de Sêneca é algo que não abrange apenas os grandes homens ou apenas os sábios. Ele mostra que, não somente os grandes homens podem escolher por seu arbítrio, como evadir-se da vida; como homens miseráveis o podem e assim muitos fizeram no passado. Utilizando de instrumentos que por natureza não eram nocivos para tirar a vida em momentos de desespero, não importam as condições só há uma coisa que impede a morte: a falta de vontade. Para o filósofo “é preferível a mais imunda morte a mais limpa servidão”[14].

Diante do pensamento Senequiano sobre a morte, é possível perceber que existem algumas semelhanças, no que tange ao desapego aos cuidados da vida, a virtude, como também várias diferenças, entre elas a fuga do sofrimento diante do desespero e da iminência de perecer nas mãos do algoz. Diferentemente do Sócrates que não aconselha ao homem fazer violência contra si mesmo, mas que, ao mesmo tempo afirma que a morte deve ser o caminho a ser buscado pelo filósofo, visto que morrer é uma maneira de libertar o pensamento.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 A morte é o caminho a que o filósofo deve percorrer e sem receios, a partir do que auferimos nas leituras do Fédon, “filosofar não nada mais do que a render a morrer”[15] e a morte é uma maneira de livrar-se dos cuidados da vida, os tais que tanto entravam a reflexão, pois o corpo com sua quantidade de paixões nem sempre permite ao homem um aprofundamento mais substancioso na reflexão.

O homem virtuoso não deve zelar demasiadamente pela sua vida, visto que o corpo é uma prisão da alma e ao morrer ele liberta-se do cárcere que o aprisiona, isso é a versão de Sêneca sobre a morte. Compreendemos dessa maneira, que, o tema da morte é algo que existe muito a ser estudado, esse breve estudo é apenas uma centelha do que ainda pode ser investigado.

REFERÊNCIAS

PLATÃO. Diálogos; Seleção de textos de José Américo Mota Pessanha. Tradução de José Cavalcante de Souza, Jorge Paleikat e João Cruz Costa. São Paulo: Nova Cultural, 1987. 4.ed.

PLATÃO. Apologia de Sócrates. Introdução, versão do grego e notas de Manuel de Oliveira Pulquério. Brasília, Universidade de Brasília. 1997. 76 p.

SÊNECA, Lúcio Aneu. Aprendendo a viver. Tradução de Lúcia Sá Rabello. Porto Alegre, RS: L&PM Pocket, 2009. 144.p.

SÊNECA, Lúcio Aneu. Sobre a divina providência e sobre a firmeza do homem sábio. Tradução, introdução e notas de Ricardo da Cunha Lima. São Paulo: Nova Alexandria, 2000. p.

SEDLEY, David. Os Estoicos. Tradução de Raul Ficker e Paulo Fernando Tadeu Ferreira. São Paulo: Odysseus. 2006. 486 p.

ULLMAN, Reinholdo Aloysio. Estoicismo Romano: Sêneca, Epicteto, Marco Aurélio. Porto Alegre, RS: EDIPUCRS, 1996. 135 p.

SANTOS, José Trindade. Para ler Platão: o problema do saber nos diálogos sobre a teoria das Tomo II. São Paulo: Loyola, 2008.

SANTOS, José Gabriel Trindade. Platão: A construção do conhecimento. São Paulo: Paulus, 2012.

[1] Graduação em Filosofia pela UEPB, cursando mestrado em Filosofia pela UFPB

[2] PLATÃO. Diálogos; (Fédon, 65 b).

[3] PLATÃO, (Apologia de Sócrates, 40 d).

[4] PLATÃO, (Apologia de Sócrates, 41 d).

[5] PLATÃO, (Apologia de Sócrates, 41 d).

[6] SEDLEY, David. (2006, p. 9). In: Os Estoicos. Tradução de Raul Ficker e Paulo Fernando Tadeu Ferreira.

[7] ULLMAN, Reinholdo. (1996, p. 17).

[8] ULLMAN, Reinholdo. (1996, p. 17).

[9] ULLMAN, Reinholdo. (1996, p. 10).

[10] ULLMAN, Reinholdo. (1996, p. 13).

[11] ULLMAN, Reinholdo. (1996, p. 14).

[12] SÊNECA. Aprendendo a Viver. Tradução de Lúcia Sá Rabelo (2008, p.65).

[13] SÊNECA. Aprendendo a Viver. Tradução de Lúcia Sá Rabelo (2008, p.66).

[14] SÊNECA. Aprendendo a Viver. Tradução de Lúcia Sá Rabelo (2008, p.68). Grifo nosso.

[15] PLATÃO. Diálogos; Seleção de textos de José Américo Mota Pessanha. Tradução de José Cavalcante de Souza, Jorge Paleikat e João Cruz Costa. São Paulo: Nova Cultural, 1987. 4.ed.

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