Consolidação de fratura de tíbia e fíbula em cão auxiliada pela Terapia Neural: Relato de caso

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ARTIGO ORIGINAL

GONÇALVES, Bruna Aparecida Lima [1], VIANNA, Leonardo Rocha [2], OLIVEIRA, Verônica Mara Martins [3], SOUZA, Andressa Thaís de [4]

GONÇALVES, Bruna Aparecida Lima. Et al. Consolidação de fratura de tíbia e fíbula em cão auxiliada pela Terapia Neural: Relato de caso. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 11, Vol. 16, pp. 93-104. Novembro de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/veterinaria/tibia-e-fibula

RESUMO

A Terapia Neural é um tratamento homeostático que estimula o corpo no seu processo de auto cura com anestésicos locais em baixas concentrações, como cloridrato de procaína, em regiões corporais escolhidas de acordo com o histórico de vida do paciente. Com o objetivo de restabelecer o equilíbrio corporal, normalizando o potencial de membrana celular, devido a ação repolarizante da procaína. Suas bases teóricas originaram na Rússia em meados do século XIX e sua prática no início e meados do século XX com os irmãos alemães Huneke. Atualmente é difundida na Alemanha, Áustria, Argentina, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Chile, Equador, Espanha, México, Suíça, Uruguai e Rússia. Foi introduzida na América do Sul em 1970 por um médico colombiano com formação na Alemanha, Germán Duque e difundida por Júlio Cesar Payan. O objetivo desse trabalho é relatar um canino macho sem raça definida vítima de atropelamento que foi resgatado com quadro clínico de fratura completa de tíbia e fíbula e que foi tratado com Terapia Neural.

Palavras chaves: anestésicos locais, anti inflamatório, fratura, procaína.

INTRODUÇÃO

Fratura é o rompimento completo ou incompleto da continuidade de um osso. O osso fratura-se como resultado de sobrecarga mecânica que, interrompe a integridade estrutural e a rigidez dele. Comumente a fratura de tíbia decorre de traumatismos que podem ser acompanhados de graus variados de laceração dos tecidos moles que pode complicar a consolidação óssea (PIERMATTEI e FLO, 1999). Fratura completa é aquela em que há total interrupção da continuidade do osso, caracterizando-se por fragmentos deslocados (DENNY e BUTTERWORTH, 2006).

As fraturas de tíbia são relativamente comuns em cães e gatos compreendendo 21% das fraturas de ossos longos, e 11,7% das fraturas apendiculares (PIERMATTEI e FLO, 1999), geralmente são decorrentes de acidentes automobilísticos (Johnson e Boone, 1998) em consequência do aumento da população de cães na zona urbana (EL-WARRAK e SCHOSSLER, 1998).

Métodos de fixação são preconizados para o tratamento da fratura diafisária tibial. (NUNAMAKER, 1985). Para que um método de fixação seja escolhido, alguns fatores devem ser considerados, tais como o tipo,  a localização da fratura, o tamanho e a idade do animal, bem como o número de ossos envolvidos, a viabilidade dos tecidos moles circunjacentes e, ainda, o temperamento do animal, a cooperação do proprietário, o custo da cirurgia, da disponibilidade de pessoal e dos equipamentos utilizados no processo de recuperação da fratura e do movimento do membro (DE YOUNG e PROBST, 1993).

O diagnóstico das fraturas tibiais se faz por meio dos exames físico e radiográfico. Os animais afetados podem não sustentam o peso com o membro lesionado, e apresentam tumefação e/ou crepitação palpáveis na altura da fratura (SLATTER, 1998). Devem-se realizar ao menos duas incidências radiográficas. (BOJRAB, 1996). Geralmente as fraturas ocorridas na tíbia também podem causar fratura da fíbula (CUNHA, 2008).

O tratamento da fratura do terço distal da tíbia ainda é considerado um grande desafio sob a perspectiva anatômica, sendo comum haver dificuldade nos processos de redução e manutenção destas fraturas. Contudo, quando a fratura da fíbula está no mesmo nível da tíbia, o processo de redução torna-se mais fácil. Este padrão de fratura caracteriza um mecanismo de trauma de alta energia,  aumenta a instabilidade angular e rotacional e causa o encurtamento do membro e lesões das partes moles(KUMAR et al., 2003).

A Terapia Neural (TN) tem seus fundamentos teóricos da fisiologia russa de meados do século XIX, especificamente dos conceitos fisiológicos do nervismo, desenvolvidos principalmente pelas investigações de Pavlov, Speransky (KLINGHARDT, 2002). Na primeira metade do século XX, a técnica e a prática da TN foram desenvolvidas graças às investigações realizadas pela escola alemã de Huneke (VIANNA e GONÇALVES, 2016). A intervenção da TN é realizada por meio de uma análise detalhada que leva em consideração os diversos fatores da história de vida do paciente, visando gerar uma nova resposta adaptativa do organismo por meio da aplicação de anestésicos locais diluídos como a procaína (NAVARRO et al., 2013; TOSCANO e BONILLA, 2012). A Terapia Neural gera um estímulo específico no organismo do paciente para que ele mesmo busque autorregular-se para um estado de normalidade (BONILLA, 2010).

A Terapia Neural é um tratamento complexo, cujo objetivo está focado em abordar o paciente como um todo, e não apenas a doença, onde a interação entre mente, corpo, emoções e ambiente tem impacto no curso e no aparecimento dos processos fisiológicos e patológicos do organismo (KOVAL, 2014). Esses processos são mediados pelo sistema nervoso, que atua em um sistema de rede, coordenando e integrando as informações internas e teciduais do indivíduo e sua resposta adaptativa; por isso se um estímulo irritante entrar em contato com o organismo, ele poderá  afeta-lo como um todo, gerando até processos patológicos distantes do sítio inicial de irritação (SPERANSKY, 1954), portanto a intervenção da TN é realizada por meio de uma análise detalhada que leva em consideração os diversos fatores da história de vida do paciente (TOSCANO e BONILLA, 2012).

Consiste na infiltração de anestésicos locais (lidocaína ou procaína) com baixas concentrações de 0,1 a 1%, em locais do corpo escolhidas conforme o histórico de vida do paciente (CRUZ e FAYAD, 2011; MOLANO et al., 2014). As vias de aplicações podem ser intradérmicas, subcutâneas, endovenosa, intra-arterial, em gânglios nervosos, em feridas cirúrgicas, cicatrizes, pontos de acupuntura, pontos dolorosos, e outras áreas. A Terapia Neural é indicada para várias doenças como reumáticas, neurológicas, ginecológicas, amigdalites, sinusites, otites, asma, afecções dermatológicas, etc., mas o principal objetivo da TN é restabelecer o equilíbrio orgânico e o sistema de comunicação celular e tecidual do paciente, para que este possa encontrar um caminho de cura (GONÇALVES et al., 2019).

No organismo cada célula saudável funciona com potencial de membrana de (+- 40 a 90 milivolts), e que quando um estímulo intenso irritativo é gerado a célula normal após despolarizar se repolariza imediatamente (CALDERÓN et al., 2002; VIANNA e GONÇALVES, 2017).  Quando a célula está doente perde então a capacidade de responder aos estímulos, ela permanece em estado de despolarização permanente. Com isso, a membrana celular altera o funcionamento da bomba de sódio-potássio. Os anestésicos locais possuem também ação repolarizante, em média com potencial elétrico de 100 a 290 milivolts, e após aplicado no “tecido doente”  têm a capacidade de repolarizar e estabilizar o potencial de membrana das células acometidas (GONZÁLEZ-RIVAS et al., 2018; GONÇALVES et al., 2020).

A ação repolarizante dos anestésicos locais utilizados na Terapia Neural (TN) promovem a recuperação fisiológica das células. Com este tratamento de busca e abordagem do que é conhecido na TN como campo interferente (CI) consegue então ativar o circuito elétrico celular e tecidual que retorna a sua normalidade funcional (FISCHER, 2012). Um CI pode ser qualquer estímulo irritativo que permanece na memória do sistema neurovegetativo (por exemplo, enfermidades antigas, cicatrizes, traumas físicos e emocionais) (VIANNA e GONÇALVES, 2017; GONZÁLEZ-RIVAS et al., 2018; GONÇALVES et al., 2020b).

A droga de escolha é a procaína, os ésteres são biotransformados no plasma por esterases, o tempo médio de degradação é de 7 minutos e máximo de 20 minutos (MURI et al., 2010; GONÇALVES et al., 2019).  Além disso, a procaína possui outras propriedades medicinais como: estabilizadora de membrana, antiarrítmica, relaxamento dos músculos, melhora a perfusão coronária, anti-histamínico, anti-inflamatório, modulador de pulso no sistema límbico, dilatadora de vaso, dentre outras (CUERVO, 2010).

RELATO DE CASO

Um canino, macho, SRD médio porte, resgatado, com idade estimada de 2 anos, foi atendido no CECCA Betim da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (Centro de Estudo em Clínica e Cirurgia de Animais) com quadro de claudicação em membro posterior direito, edema e dor.

Ao exame clínico apresentava lesões na pele, sugestivas de atropelamento, escore corporal baixo, mucosas normocoradas, auscultas cardíaca e pulmonar sem alterações, palpação abdominal sem alteração digna de nota, edema e dor à palpação do membro posterior direito, com presença de crepitação em tíbia indicativo de fratura associada, hidratação adequada, linfonodos inalterados.

Nas radiografias realizadas, constatou-se fratura fechada completa simples espiral diafisária distal tibial e fratura fechada completa simples transversa diafisária distal fibular. Figuras 1 e 2.

Figuras 1 e 2: Radiografias evidencia se a fratura de tíbia e fíbula, foram realizadas no dia do primeiro atendimento.

Fonte: arquivo pessoal.

Foi prescrito cetoprofeno 20 mg, 1 comprimido a cada 24 horas por 3 dias consecutivos juntamente com dipirona a cada 8 horas, por 5 dias consecutivos e recomendada correção cirúrgica da fratura.

Mediante restrição financeira, o animal foi submetido a tratamento de Terapia Neural com cloridrato de procaína a 0,7% aplicada no foco das fraturas e no entorno, foi imobilizado com bandagem feita com algodão ortopédico e atadura de crepom. Foram realizadas apenas duas sessões com intervalo semanal. Após a primeira sessão o animal apresentava menos dor, redução do edema e apoio do membro e após o período de 15 dias o animal já apoiava o membro totalmente e não manifestava nenhuma dor. Atualmente foram realizadas novas radiografias que mostram completa cicatrização (Figuras 3 e 4).

Figura 3

Fonte: arquivo pessoal.

Figura 4.

Fonte: arquivo pessoal.

DISCUSSÃO

Os quadros de fraturas por atropelamento em caninos de rua ou que comumente fogem ou são soltos na rua para passear estão cada vez mais frequentes devido ao grande fluxo de veículos, distração de motoristas e falta de noção dos caninos que não tem acesso frequente a rua, ou não foram treinados para lidar com o transito de veículos.

O presente relato destaca a importância de adequar o tratamento a realidade do animal e situação financeira do tutor, por isso foi utilizada uma técnica eficaz, minimamente invasiva e praticamente sem efeitos colaterais. Pode-se observar que foram necessárias apenas duas sessões de Terapia Neural para que o organismo fosse induzido ao estado de autocura, como citado pelos estudos, o padrão da fratura do referido caso é  difícil de reduzir e manter por ser no terço distal da tíbia e concomitante com fratura da fíbula no mesmo nível, o que provoca aumento da instabilidade angular, rotacional e leva a mais lesões de tecidos moles.

As injeções foram com cloridrato de procaína a 0,7% com volume de 0,5 a 1,0ml por ponto de aplicação que induziram uma nova adaptação do organismo gerando uma consolidação óssea mais rápida, sem sequelas, além de modular a percepção da dor, fazendo com o que o animal não deixasse de apoiar o membro de forma correta, favorecendo a consolidação óssea e qualidade de vida. O cloridrato de procaína também tem ação anti-inflamatória e analgésica além de outras funções menos conhecidas como ação antimicrobiana.

CONCLUSÕES

Apesar do processo de consolidação de fraturas ser um fenômeno natural, em muitos casos necessita de ajuda profissional para seu completo restabelecimento, alinhamento e funcionamento do membro afetado após a consolidação. Terapia Neural é uma técnica ainda pouco conhecida no Brasil, mas vem sendo disseminada cada vez mais devido ao trabalho de profissionais responsáveis e competentes e da obtenção de inúmeros resultados positivos. Por ser de baixo custo, minimamente invasiva se torna uma técnica segura além de ser autorreguladora e busca reequilibrar o organismo.

Pôde-se demonstrar o benefício da Terapia Neural como forma de tratamento nesse caso. Possibilitando a consolidação da fratura, e completo restabelecimento do alinhamento e utilização funcional do membro afetado, bem como a diminuição da dor, inflamação e recuperação em curto espaço de tempo levando ao bem estar deste animal.

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[1] Acupunturista, Medicina Tradicional Chinesa, Terapeuta Neural. Graduação Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) Betim. Programa de Pós Graduação em Ciência Animal, Universidade Federal de Minas Gerais.

[2] Homeopata, Acupunturista, Medicina Tradicional Chinesa, Terapeuta Neural. Programa de Pós Graduação em Clínica e Cirurgia Veterinária, Universidade Federal de Minas Gerais.

[3] Pós Graduanda em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

[4] Graduação Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) Betim. Pós Graduação Lato Sensu em Acupuntura Veterinária no Instituto Superior de Ciências da Saúde (INCISA).

Enviado: Setembro, 2020.

Aprovado: Novembro, 2020.

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