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O enfrentamento do luto pela enfermagem no contexto da COVID-19

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

NASCIMENTO, Makilane Alves Robertino do [1], BRITO, Terezinha de Jesus Lima de [2], PEROTE, Maria Enilsa Pereira [3], SECUNDO, Cristiane Oliveira [4]

NASCIMENTO, Makilane Alves Robertino do. Et al. O enfrentamento do luto pela enfermagem no contexto da COVID-19. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 07, Ed. 02, Vol. 05, pp. 183-192. Fevereiro de 2022. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/luto-pela-enfermagem

RESUMO

A pandemia causada pelo vírus da COVID-19 originou um novo panorama mundial referente ao processo de enfrentamento da morte. A finitude da vida de maneira inesperada e crescente produziu graves impactos para a sociedade e para o profissional de saúde. Em especial para o profissional enfermeiro, pois este profissional atuou na linha de frente durante o cenário pandêmico, sendo também o que permaneceu por mais tempo junto ao doente dentro do ambiente hospitalar, que o acompanhou desde a sua entrada até sua saída, lidando diariamente com adoecimento, perdas e mortes. Neste novo contexto, a confrontação com a morte e com o luto, leva o profissional a pensar na sua própria fragilidade, mediante a exposição ao vírus. Destaca-se também que, no processo de morte, o luto é protagonista e precisa ser vivenciado, não podendo ser suprimido, sendo necessário e fundamental discutir sobre o assunto. Desta forma, temos seguinte questão norteadora: a pandemia pode desencadear manifestações emocionais para o profissional enfermeiro, mediante o contexto atual de morte e luto? Este artigo trata-se de um relato de experiência, de caráter retrospectivo e descritivo, tendo como objetivo descrever a vivência e percepções das enfermeiras residentes em urgência e emergência, sobre o enfrentamento do luto pelo enfermeiro no contexto da COVID-19, em unidades de saúde da cidade de Porto Velho – Rondônia. Através deste estudo percebemos que a condição de luto neste novo cenário pandêmico é um potencial gerador para o desenvolvimento de transtornos mentais. E que outros estudos se fazem necessários, de modo que seja possível conhecer mais a fundo como esses processos de luto estão sendo vivenciados. Por fim, é necessário pensar em mudanças diante das especificidades das demandas deste novo panorama imposto pela pandemia.

Palavras-chave: Covid-19, Luto, Enfermagem.

INTRODUÇÃO

A enfermidade causada pelo novo vírus intitulado Coronavírus (COVID-19) foi inicialmente encontrada em Wuhan na China, no final do ano de 2019. Teve o seu aumento rápido e inesperado do número de casos de pacientes acometidos pelo novo vírus e, também, houve um número crescente de mortes em diferentes lugares do mundo. Diante disto, as organizações responsáveis pela Saúde no mundo, começaram a considerar a situação como pandemia em 11 de março de 2020 (CREPALDI, 2020).

Nesse momento epidemiológico mundial, a morte acontece de forma rápida e inesperada, diferente do cotidiano vivenciado pela sociedade até então. Assim, novos parâmetros e protocolos foram estabelecidos para os funerais e enfretamento do luto, implicando em novas realidades quanto ao processo de luto (BRASIL, 2020).

O elevado número de mortes desencadeou uma mudança drástica nos ritos de despedidas e rituais realizados pelos familiares. Nos funerais dos pacientes acometidos pela COVID-19, todo esse processo dificultou a vivência do luto, resultando diretamente em uma experiência que pode causar danos aos envolvidos nesse processo (CREPALDI, 2020).

Nesse contexto pandêmico se inclui os profissionais enfermeiros, que apesar de terem consciência ao escolheram sua profissão que lidariam com aspectos relacionados à morte e ao morrer, se veem, agora, com uma situação completamente nova e desesperadora, onde os conceitos de cuidado e humanidade conhecidos se tornaram ultrapassados e sem eficiência.

Não só a COVID-19 é altamente transmissível em meio social, mas também dentro dos hospitais e em seus procedimentos, como: a execução da manobra de ressuscitação cardiopulmonar, a aspiração de secreções das vias aéreas. O cuidado pós morte e procedimentos fazem a equipe de enfermagem refém de seus protocolos e cuidados. O que antes era um cuidado cotidiano, agora se torna uma via de contágio e, de um minuto a outro, a troca de lugares se realizaria, se tornado fatores que certamente influenciaram a transformação do processo de luto vivenciado pelo profissional enfermeiro.

Tal problemática acarretou o aparecimento de sentimentos que levaram ao possível desencadeamento de consequências psicológicas para o enfermeiro, como: tristeza frequente, ansiedade, depressão, insônia, angústia, culpa, agitação motora, agressividade, pensamento suicida (WANG et al., 2020).

Corroborando com Wang (2020), estudos têm revelado que pandemias, propriamente ditas, tendem a impactar a saúde mental, aumentando o risco para surgimento de sintomas de estresse, ansiedade e depressão, o que vem sendo identificado na população geral e em profissionais da saúde (EUNUMO et al., 2020).

Desta forma, temos seguinte questão norteadora: a pandemia pode desencadear manifestações emocionais para o profissional enfermeiro, mediante o contexto atual de morte e luto?

Assim este relato apresenta como objetivo descrever a vivência e percepções das enfermeiras residentes em urgência e emergência da Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (SESAU), sobre o enfrentamento do luto pela enfermagem no contexto da COVID-19, em unidades de saúde da cidade de Porto Velho- Rondônia.

MATERIAL E MÉTODO

Este artigo trata-se de um relato de experiência, de caráter retrospectivo e descritivo acerca das experiências vivenciadas pelas residentes, no período de junho a novembro de 2020, nas unidades de saúde de Porto Velho, em especial nos setores de terapias intensivas do Hospital João Paulo II, hospital referência da rede de urgência e emergência, e em sua unidade retaguarda, a Unidade de Assistência Médica Intensiva (AMI), que tornou-se referência no atendimento à população frente ao advento da COVID-19.

A metodologia do relato de experiência tem como objetivo descrever a experiência da atuação e ações realizadas, sobre a realidade na qual foi vivenciada e, posteriormente, explanada de forma descritiva. Destacamos que, por se tratar de um relato de experiência, desempenhado a partir das vivências de diferentes sujeitos, não houve necessidade de submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa. (CAVALCANTE e LIMA, 2012).

RELATO DA EXPERIÊNCIA

Trata-se da segunda turma da residência multiprofissional em atenção as urgências e emergências (RMUE) da Comissão de Residência Multiprofissional e Uniprofissional em Saúde (COREMU) de Rondônia, em parceria com a Secretária de Estado da Saúde (SESAU). A RMUE atua nos serviços da rede de urgência e emergência, situados na cidade de Porto Velho – Rondônia. Durante o período de pandemia, as residentes de enfermagem atuaram na linha de frente no enfretamento a COVID-19, logo quando foi decretado estado de pandemia no Brasil.

Nas unidades hospitalares de atuação das residentes, foram impostas medidas preventivas para o controle da disseminação da COVID-19, sendo algumas destas, a restrição da circulação de pessoas na instituição. Logo, às visitas diárias e a presença do acompanhante foram suspensas. Assim, em meio as medidas de contenção da circulação, imposta pelo agravamento da pandemia e o aumento das mortes inerentes ao ambiente hospitalar, novos protocolos foram adotados pela instituição. Desta forma, observou-se que os rituais de despedida e finitude de vida sofreram significativas alterações.

Cremasco (2020) relata que os rituais de despedida como eram realizados antes da pandemia ficaram impossibilitados devido a contaminação pelo vírus. Posto isso, a experiência de não ver e não tocar no familiar ou amigo que faleceu
pode ser dolorosa e traumática, permitindo que o sujeito não aceite e nem vivencie o luto, comprometendo diretamente a saúde mental dos sujeitos envolvidos neste processo de despedida.

Faria (2017), afirma que a equipe de enfermagem sofre ao presenciar a dor dos pacientes no processo de morrer e, tal sentimento, aumenta quando ocorre a perda. Portanto, presenciar o fim da vida de um paciente pode significar um fardo adoecedor para esse profissional. Isso se deve ao fato de ele estar inserido em um contexto que o leva a vivenciar um mix de emoções, podendo visualizar o seu próprio fim e reviver a morte de pessoas, familiares ou amigos do seu convívio. O que antes acontecia em pequenos eventos, com a pandemia da COVID 19, passou a ser rotineiro, sendo um potencial desenvolvedor de alterações nas manifestações emocionais do profissional enfermeiro, mediante o contexto atual de morte e luto.

O processo de luto também é vivenciado de maneira diferente dependendo das religiões ou estado de saúde que o indivíduo se apresentava antes de sua morte. Nesse contexto, durante a vivência das residentes na pandemia, foi possível observar tal problemática, onde inúmeras famílias não puderam se despedir de seus entes devido a transmissibilidade do vírus da COVID-19, tornando diferente a forma de vivenciar o luto, mediante a nova realidade. Para o profissional que vê o sofrimento da família que não pode se despedir, torna-se tal fato uma grande aflição, culminando em um mix de emoções, o que interferiu de forma direta nas emoções e saúde mental dos indivíduos.

Para lidar com os prognósticos advindos do cenário atual, é necessário que o profissional esteja preparado para atuar nesse novo processo de luto e morte. Porém, tudo aconteceu de forma rápida e inesperada, não havendo preparo para que o profissional enfermeiro pudesse se preparar para vivenciar este novo contexto.

Foi de extremo pesar vivenciar como residente e profissional enfermeiro a ocorrência do adoecimento e óbito de diferentes pessoas, jovens, pais e mães de família, avós, homens provedores do seu lar. Mediante ao falecimento em massa de pessoas do mesmo núcleo familiar, os enfermeiros não tiveram tempo para se capacitar diante deste novo cenário.

Desta forma, foi observado que muitos profissionais enfermeiros se afastaram do serviço por diversos motivos, seja por estarem no grupo de risco da COVID-19 ou por terem se contaminado pelo vírus. Foi observado que as motivações de ordem psicológica foram relatadas por muitos enfermeiros. Alguns mencionaram não aguentar mais vivenciar o cenário de tantas perdas, muitos relatavam estar ansiosos, não conseguindo dormir bem. Alguns expuseram grande temor e medo de levar vírus para os seus entes queridos, outros se encontravam estressados mediante tantas fragilidades do serviço, enfatizado, ainda, a sobrecarga de trabalho. Assim, se fez necessário que o estado optasse pela contratação emergencial de funcionários para suprir a demanda de recursos humanos durante a pandemia da COVID-19.

Passado o primeiro momento no novo cenário de saúde do município de Porto Velho, novos fatores estressores foram surgindo, entre eles a falta e o racionamento dos equipamentos de proteção individual, os EPIs. Nesse período, uma máscara N95 era utilizada por até 30 dias pelos enfermeiros e demais membros da equipe de saúde. Problemática, também, levantada por Rodrigues (2020), ao relatar que com o avanço da pandemia, a oferta de EPIs se tornou cada vez menor frente a necessidade de consumo. A falta desse material se tornou a principal preocupação das equipes de enfermagem que prestam atendimento aos pacientes com o novo coronavírus. Esse material, também, é necessário para a realizar o preparo do corpo do paciente que evoluiu para óbito.

Foi observado as fragilidades dos novos protocolos utilizados para o atendimento aos pacientes com COVID-19, o que interferiu no processo de luto. Novos protocolos estavam sendo elaborados em um curto espaço de tempo. Todos os dias saiam novas literaturas e pesquisas sobre o Coronavírus, então, o que impulsionou a elaboração de protocolos para atendimento ao paciente positivo para COVID-19, para paramentação e desparamentação, para o preparo do corpo acometido pelo COVID, entre outros.

Haja vista a necessidade de rapidez na implantação destes protocolos, pois medidas eram necessárias nas unidades que estavam prestando assistência ao paciente acometido pela COVID-19, os enfermeiros ali atuantes se mostraram receosos e preocupados mediante a quantidade informações.

Voltando ao processo de enfrentamento do luto, Brasil (2020), já afirmava que em um cenário de pandemia as mudanças podem vir a interferir diretamente no enfretamento do luto, pois as culturas realizadas nas despedidas dos entes queridos não puderem ser concretizadas, devido a quebras de rituais a muito tempo conhecidos e surgimentos de outros novos. Como mais uma consequência do vírus da COVID-19, que tem como imposição o isolamento, resultando na ausência da família que não pode estar junto ao seu doente, nem mesmo no momento de seu sepultamento, temos o enfrentamento do luto, culminando em alterações sociais, psicossociais, dentre outras.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A experiência vivida pelas residentes de enfermagem de Urgência e Emergência revelou que o distanciamento da família e dos acompanhantes influenciou diretamente no processo de luto dos familiares. Assim, a complexidade do contexto da pandemia da COVID-19 pode impactar a vivência do processo de luto de diferentes formas.

Em primeiro lugar, destaca-se o local e a condição em que a morte ocorreu, o hospital com o doente isolado e sem a realização de um ritual de despedida, devido as medidas de distanciamento adotadas para conter a escalada
da doença. A não realização de ritual funerário em conformidade com as práticas culturais e religiosas socialmente prescritas interferiu não só no processo de luto do familiar, mas também nas emoções das enfermeiras residente que assistiram, de forma direta, todas estas vivencias.

Retomando a questão norteadora do artigo, que visou responder se: a pandemia pode desencadear manifestações emocionais para o profissional enfermeiro, mediante o contexto atual de morte e luto? Verificou-se que a falta de preparo dos enfermeiros para este cenário pandêmico influenciou diretamente na saúde mental desses profissionais que atuaram durante a pandemia. Grandes desafios foram vivenciados, novos protocolos que tinham que ser aprendidos e colocados em prática em curto espaço de tempo, falta de EPIs, falta de recursos humanos, mortes em grandes escalas, lutos sendo suprimidos, medo de contaminação, impactaram diretamente na saúde emocional do profissional enfermeiro, levando ao acometimento de doenças mentais.

Tendo em vista que o vírus foi recentemente descoberto, sua propagação se deu em curto espaço de tempo, que, ainda, são poucos os estudos com evidências cientificas confirmadas sobre o tema e que os protocolos e recomendações sofrem mudanças todos os dias, é necessário enfatizar, a relevância da manutenção de contínua atualização técnico científica, o que muitas vezes torna o serviço de enfermagem ainda mais importante, já que recai sobre ele dar uma resposta a equipe (RODRIGUES, 2020).

Assim sendo, foi de grande peso para as residentes de enfermagem envolvidas no processo de cuidado ao paciente acometido pelo Coronavírus a cena de morte, onde se saia do plantão as 19 horas com uma UTI de 12 leitos ocupados, onde havia pacientes entubados, em máscara não inalante, em ar ambiente e, no outro dia, as 7 da manhã, se deparavam com 8 corpos esperando por local de acondicionamento, até a funerária aparecer para transportá-los diretamente a seus respectivos túmulos. Para algumas residentes, imaginar que aquelas pessoas não teriam despedias, era o mesmo que imaginar que elas não tinham existido.

Rodrigues (2020) afirma, em seus estudos durante a pandemia, que o sentimento vivenciado pelas residentes de enfermagem e enfermeiros aponta para o desenvolvimento da síndrome de Burnout, tudo devido ao medo, as inseguranças e apreensão com o lidar da doença, devido a diversos sofrimentos vivenciados, sendo o principal e mais relato, o receio de se contaminarem devido ao contado com o paciente e de levarem essa contaminação as pessoas do convívio familiar.

Portanto, através deste estudo percebemos que a condição de luto neste novo cenário pandêmico é um potencial gerador para o desenvolvimento de transtornos mentais. E que outros estudos se fazem necessários, de modo que seja possível conhecer mais a fundo como esses modos de luto estão sendo vivenciados e estudar ações ajustando às especificidades das demandas deste novo panorama.

REFERÊNCIAS

BRASIL, Fiocruz Fundação Osvaldo Cruz, Processo de luto no Contexto COVID 19, Brasília 2020.  https://renastonline.ensp.fiocruz.br. Acesso em 30 de outubro 2020.

BRASIL, Recomendações e Orientações em Saúde Mental e Atenção Psicossocial na COVID-19/ organizado por Débora da Silva Noal, Maria Fabiana Damásio Passos e Carlos Machado de Freitas. – Rio de Janeiro: Fiocruz, 2020. 342. Acesso em 31 de outubro 2020.

CAVALCANTE, B. L. L., & Lima, U. T. S. (2012). Relato de experiência de uma estudante de Enfermagem em um consultório especializado em tratamento de feridas. J Nurs Health, 1(2):94-103. Acesso em 15 de novembro 2020.

CREPALDI, Maria Aparecidaet al. Terminalidade, Morte e Iuto na Pandemia de COVID-19: demandas psicológicas emergentes e implicações práticas. Estud. psicol. (Campinas) [online]. 2020, vol.37, e200090.  Epub June 01, 2020. ISSN 1982-0275.  https://doi.org/10.1590/1982-0275202037e200090. Acesso em 15 de novembro 2020.

Enumo, S. R. F., Weide, J. N., Vicentini, E. C. C., Araujo, M. F., & Machado, W. L. (2020). Enfrentando o estresse em tempos de pandemia: proposição de uma cartilha. Estudos de Psicologia (Campinas), 37, e200065. http://dx.doi.org/10.1590/1982-0.

 FARIA, Simony de Sousa; FIGUEREIDO, Jowilma de Sousa. Aspectos emocionais do luto e da morte em profissionais da equipe de saúde no contexto hospitalar. Psicologia Hospitalar, [s. l], v. 15, n. 1, p. 44-66, 2017.

RODRIGUES, Silva LGA. Gestão da pandemia Coronavírus em um hospital: relato de experiência profissional. J. nurs. health. 2020;10(n.esp.):e20104004. Acesso em 22 de novembro 2020.

WANG, S. S., Teo, W. Z., Yee, C. W., & Chai, Y. W. (2020). Pursuing a good death in the time of COVID-19 [Ahead of Print]. Journal of Palliative Medicine. https://dx.doi.org/10.1089/jpm.2020.0198. Acesso em 08 de dezembro 2020.

ZHANG, C., Yang, L., Liu, S., Ma, S., Wang, Y., Cai, Z., … Zhang, B. (2020). Survey of insomnia and related social psychological factors among medical staffs involved with the 2019 novel coronavirus disease outbreak. Frontiers in Psychiatry, 11, 1-9. https://dx.doi.org/10.3389/fpsyt.2020.00306. Acesso em 10 de dezembro 2020.

[1] Residente do 2 ano em urgência e emergência pela Secretaria Estadual de Rondônia (SESAU). Pós-graduada em auditoria do sistema de saúde pela FAP-faculdade de Pimenta Bueno. Pós-graduada em docência pela Universidade Pitágoras- UNOPAR. Enfermeira pela universidade federal de Rondônia- UNIR. ORCID: 0000-0003-4680-7523.

[2] Especialista em saúde do trabalhador e docência do ensino superior pela faculdade FAP. Residente do 2 ano em urgência e emergência pela Secretaria Estadual de Rondônia (SESAU). Enfermeira graduada pela faculdade União das Escolas Superiores de Rondônia. ORCID: 0000-0002-5478-6729.

[3] Especialista em saúde do trabalhador pela FAP-faculdade de Pimenta Bueno. Residente do segundo ano em Urgência e Emergência pela Secretaria Estadual de Rondônia- SESAU. Enfermeira Graduada pela Faculdade Aparício de Carvalho-FIMCA. ORCID: 0000-0003-33070761.

[4] Orientadora. ORCID: 0000-0002-9067-2067.

Enviado: Novembro, 2021.

Aprovado: Fevereiro, 2022.

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Uma resposta

  1. A pandemia da Covid-19 causou diversos óbitos pela infecção do novo corona vírus, aumentando a mortalidade no país o luto se tornou frequente no contexto pandemia.
    Assim, os profissionais da enfermagem são protagonistas dos serviços de saúde atuando na linha de frente e estando mais próximo dos familiares e amigos no período do adoecimento e processo de luto.O enfrentamento do luto pode ser potencializado pela humanização onde a família precisa ser incluída na sistematização da assistência de enfermagem.

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