O Professor como Agente Causador de Mudanças

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O Professor como Agente Causador de Mudanças
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FERREIRA, Clerystane Araújo [1], SILVA, Lídia Alves da [2]

FERREIRA, Clerystane Araújo; SILVA, Lídia Alves da. O Professor como Agente Causador de Mudanças. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 02, Ed. 01, Vol. 13. pp 37-46 Janeiro de 2017. ISSN:2448-0959

RESUMO

Este artigo visa abordar o papel do professor como agente de mudanças diante do sistema de ensino que lhe é imposto. Também sua relação a partir de sua criatividade com seu alunado, sua função de formador de opinião e as mudanças que devem ser feitas ao longo da prática pedagógica em sala. Serão mencionadas ainda as muralhas que surgem diante dos professores e dos alunos ante o processo ensino-aprendizagem. Diante disso foram realizadas algumas pesquisas relevantes para a construção deste, embasadas em autores como: Freire (2008), Mizukami (1986), Romanowski (2010), Tiba (1998), Alves (2011), Antunes (2008), Cury (2010) e Libâneo (2002). Sob a fundamentação desses renomados autores constatou-se que o sistema educacional tenta barrar o conhecimento impedindo o crescimento e o desenvolvimento crítico, cultural, reflexivo e até pessoal geração após geração, todavia um professor tem o poder de transformar esse modelo pré-estabelecido agindo com coragem e ousadia de modo a influenciar seus alunos a pensarem, a refletirem sobre a realidade e as possíveis mudanças, não se acomodando com as barreiras e os desafios apresentados no dia a dia.

Palavras-chave: Professor, Ensino, Inspiração.

INTRODUÇÃO

Durante toda a vida escolar de um aluno, muitos são os professores que passam por esse caminho longo que leva ao conhecimento, às curiosidades, ao despertar de um mundo desconhecido. Professores que deixam suas marcas positivas ou negativas que servem de entusiasmo ou de desestímulo na busca pelo sentido da vida e do porvir.

A obra “A casa da madrinha” de Lygia Bojunga, publicado em 1978, mistura fantasia com realidade em um tom crítico, melancólico e sonhador. Trata-se de uma obra exímia, na qual a autora direciona seu leitor a interpretá-la e a refletir quanto ao seu significado. Com uma linguagem coloquial bem afinada, Bojunga critica claramente o sistema educacional tradicional que se caracteriza,

“[…] pela concepção de educação como um produto, já que os modelos a serem alcançados estão pré-estabelecidos, daí a ausência de ênfase no processo. Trata-se, pois, de transmissão de ideias selecionadas e organizadas logicamente” (MIZUKAMI, 1986, p. 11).

Sob a fundamentação teórica dos autores, Freire (2008), Mizukami (1986), Romanowski (2010), Tiba (1998), Alves (2011), Antunes (2008), Cury (2010) e Libâneo (2002) e das discussões em sala, este artigo visa mostrar como o ensino pode induzir o aluno a agir, a pensar e a ver o mundo ao seu redor por outro ângulo. Segundo Romanowski, o professor “Tem como ofício ser mestre, promover a humanização das crianças, dos jovens, do outro e de si mesmo”. (ROMANOWSKI 2010, p. 17).

Trata-se de uma profissão com uma missão que é a de transformar, de acreditar que é possível fazer, de desenvolver a educação. Isso implica dizer que ele não é o redentor da pátria, mas sim que ele pode contribuir em muito para que as gerações vindouras sejam mais críticas, mais pensantes, mais motivadas, mais ativas.

Baseado na leitura da obra “A casa da madrinha”, de Lygia Bojunga, será feito uma abordagem sobre como o professor pode influenciar seus alunos com práticas flexíveis e adaptações, a partir de ações motivadoras que levem o aluno a pensar e agir de forma diferente do habitual.

1. SER PROFESSOR

Buscando um significado para o ser professor, entende-se que se trata de uma pessoa que com esforço, dedicação e empenho, adquiriu conhecimentos teóricos, práticos e críticos sobre a realidade e pretende expor minunciosamente suas experiências a outros, com o intuito de norteá-los rumo a um futuro diferente e promissor.

O período atual é de desenvolvimento acelerado, informações em tempo real e de grande ansiedade gerada pelos avanços científicos e tecnológicos, produzindo riquezas a poucos e descontentamento a muitos. O professor deve estar atento a tantas mudanças e aos diferentes tipos de alunos com os quais convive, ampliando assim sua visão e sua comunicação de acordo com as transformações que tem surgido. O compromisso, a flexibilidade e a inovação precisam seguir o planejamento desse profissional que é responsável em despertar o gosto pela busca de conhecimentos.

Durante a faculdade, onde se adquire a base teórica, a troca de informações e experiências diversas, os alunos têm contato direto com muitos mestres que, em sua grande maioria, estimulam o interesse pelo conhecimento científico e transmitem conceitos possivelmente jamais alcançados fora daquele ambiente.

É certo que alguns ainda insistem em agir de forma arcaica, que é diferente do tradicional que pode ser melhorado, aperfeiçoado. Esta forma arcaica não traz nenhum acréscimo à vida estudantil e só faz recordar um passado vivido e que não se quer relembrar.

Cada professor tem sua forma de trabalhar, que faz gerar expectativas no seu alunado logo no início de cada semestre, pois serão meses, até anos de convivência que certamente marcarão a vida de cada discente.

O mestre que parte de uma visão positiva sobre seus alunos, desenvolve trabalhos tão espetaculares que se torna uma fonte de saber, da qual o aluno anseia beber dela, sempre que lhe é acessível, pois se trata de um profissional sempre atento às mudanças e que busca o diferencial para suas aulas, despertando o interesse em seus alunos em querer mais, incentivando-os a crescer e se tornarem não apenas discípulos, mas sim mestres, sempre prontos a aprender algo novo.

Isso prova que a missão desse professor de fato foi cumprida, pois não agiu apenas como transmissor de conteúdo, de informações, mas sim como um agente transformador de opinião, de conceito e de comportamento.

Bojunga retrata muito bem isso em sua obra quando apresenta uma professora que sempre leva uma maleta bem cheia de novidades para seus alunos e os faz viajar para outros universos do saber, levando-os a acreditar que existe um mundo colorido e diferente do que eles vivem que é justamente o universo do aprender. Através de suas aulas dinâmicas faz com que seus alunos interajam e se sintam motivados a estar sempre presentes nas aulas, como no caso do personagem principal, Alexandre que não falta nem em dias de chuva.

Educação tem sido a preocupação de muitos que anseiam um futuro próspero para si, para os filhos, para os netos e para as futuras gerações. Não se trata apenas de transmissão de conteúdo, mas sim instrução para a vida toda, desde o conhecimento de bons modos até o dos direitos e deveres enquanto cidadão. É do conhecimento de todos que a educação brasileira não é como todos gostariam que fosse, mas muito se pode fazer para melhorar, desde a cobrança de recursos até o esforço do próprio professor em mudar a realidade de seus alunos a partir de uma conscientização da realidade e do que pode ser feito para mudá-la. Isso abrange principalmente ações que incluam estímulos por parte do docente, criando assim um desejo no discente de ser diferente no meio em que vive, de sair do anonimato, do comodismo, da passividade. Para isso, são necessárias algumas mudanças de hábitos, de comportamento e até de pensamento.

2. PROFESSOR: FONTE DE INSPIRAÇÃO

O professor deve influenciar seus alunos de modo que ele seja marcante na vida dos mesmos, já que ele é o mediador do conhecimento que conduz seus alunos no processo ensino-aprendizagem.

A fundamentação teórica contribui no planejamento das aulas no sentido de tornar o profissional seguro do seu trabalho, acreditando assim no desenvolvimento dos alunos diante do que foi planejando; todavia o profissional da educação deve ter uma insatisfação positiva constante e seu planejamento deve ser flexível de modo que alcance transformações visíveis na maior parte de seus alunos.

Bojunga em sua obra “A casa da madrinha” defende um modelo de ensino, no qual o professor é o mediador entre o sonho e a realidade, através de ideias inovadoras, fazendo o aluno ver que aprender é mais que assimilar conteúdo, é ver e viver além do imaginário.

A professora gostava de ver a classe contente, mal entrava na aula e já ia contando uma coisa engraçada. Depois abria a maleta e escolhia o pacote do dia. Tinha pacote pequenininho, médio, grande, tinha pacote embrulhado em papel de seda, metido em saquinho de plástico, tinha pacote de tudo quanto é cor; não era à toa que a maleta ficava gorda daquele jeito. (1986, p. 60)

Desse modo entende-se que o professor age como mediador do conhecimento mais do que simples transmissor e que é plenamente capaz de influenciar seus alunos, a partir de suas experiências, na construção da identidade dos mesmos, de modo que os discentes serão capazes de agir como verdadeiros cidadãos dentro da sociedade, tanto agora como no porvir. Diante dessa era tecnológica, vivenciada por todos, na qual as relações estão cada vez mais virtuais, é mister que o professor desenvolva o contato direto, e assim trabalhe em seus alunos o sentido da vida, as qualidades do próximo, o respeito, estabelecendo assim relações mais afetivas e reais, o que implicará na formação do individuo como cidadão consciente não apenas dos seus direitos mais também dos seus deveres.

2. O PROFESSOR E AS “MURALHAS”

Na obra de Bojunga, observa-se claramente que Alexandre, possuía uma enorme admiração pela professora, uma vez que ela com sua maleta misteriosa e encantadora promovia um ensino diferente, divertido e real, pois acreditava que o seu papel como educadora era de formar e não de deformar. Assim sendo, despertava nos alunos o prazer pelo aprender, ferramenta poderosa que faz a divisória entre o falar e o silêncio, entre a liberdade e a escravidão.  Mas é devido a essa forma inusitada de ensinar, nada tradicional que o seu método é castrado. Percebe-se então, que ideias diferentes e inovadoras são discriminadas e por vezes, impedidas de serem postas em prática. Consequentemente, muralhas são erguidas impedindo que novos padrões comportamentais e de pensamento invadam o coração dos alunos e provoquem inquietações.

Segundo ALVES (2011), “Uma das tarefas mais alegres de um educador é provocar, nos seus alunos, a experiência do espanto. Um aluno espantado é um aluno pensante…” logo, um ser liberto.

Contudo, para alcançar tal liberdade faz- se necessário primeiro, transpor diversas muralhas: da família, do sistema de ensino e a do medo. É assumir o papel da formiguinha. E nisso, se baseia o amor, a fonte propulsora para destruir toda e qualquer muralha que se levante contra o despertar do saber.

3. A MURALHA DA FAMÍLIA

É sabedor que todo pai quer a melhor educação para seus filhos, mas também é fato que para isto acontecer, faz-se necessário que os pais sejam parceiros e não perseguidores dos professores.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (2002, p.12) de n°9394/96 do artigo 14 estabelece dois parágrafos sobre os princípios da gestão democrática, são eles: “I participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II participação da comunidade escolar e local em Conselhos Escolares ou equivalentes”.

Fica claro, portanto, que a participação dos pais no processo ensino-aprendizagem dos filhos, é indispensável para a garantia do sucesso escolar. E este sucesso não ocorre de forma isolada ou individual, mas em conjunto com o professor e a escola. Prova disso, é a pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (2009) que mostra que os efeitos da presença dos pais na vida escolar dos seus filhos são por toda vida adulta. Na infância e na adolescência, a participação da família está associada a notas até de 20% mais altas e riscos de evasão até 64% inferiores.  Outra pesquisa realizada recentemente pela Fundação Victor Civita (2015) mostra que 27% dos professores entrevistados relataram que a escola tem assumido papéis, que na visão dos docentes, seriam da família.

Segundo TIBA, (1998, p.165) “Só quem se sente pertencente a um time o defende com unhas e dentes. Assim são os pais e filhos que se sentem pertencentes a uma escola: todos formam um time afetivo e eficiente”.

Portanto, a busca por uma convivência harmoniosa entre pais e professores é a chave para o bom desempenho do filho no ambiente escolar.

Por outro lado, por influências do desenvolvimento capitalista-industrial, os pais (o homem e a mulher) na busca de uma vida melhor, têm abdicado do tempo com os filhos, se ausentando da vida do mesmo. Quando questionados pelo professor a respeito da educação dos filhos, os pais transferem a culpa para a escola, e exige do professor uma responsabilidade que não é de sua competência, mas sim da própria família. Pois uma família que só exige da escola sem dar a sua parcela de contribuição, está eximindo-se de sua responsabilidade o que provavelmente influenciará negativamente na vida dos filhos.

4. A MURALHA DO SISTEMA DE ENSINO

Em seu livro “Educação como Prática a Liberdade”, Paulo Freire, conduz os seus leitores a viajarem no tempo da colonização portuguesa e perceberem que o sistema de ensino pelo qual se apresenta em nossos dias, fora herdado dos colonizadores. É claro que, muitas mudanças aconteceram, mas o princípio permaneceu – o “mutismo brasileiro”. Segundo FREIRE (2008, p.77), “O mutismo não é propriamente inexistente de resposta. É resposta a que falta teor marcadamente crítico.” O que ratifica o uso do ensino tradicional em nossas escolas. O que Freire chama de “educação bancária” – onde o professor, é o detentor do saber e o aluno, um mero espectador. Um ser sem voz, sem opinião, sem diálogo e consequentemente, sem liberdade. Aprisionado nas muralhas do sistema de ensino. Tudo o que o sistema não quer, é tornar os alunos em seres pensantes, pois pensar é perigoso. Perigoso para aqueles que veem como ameaça a transformação.

Assim, no conto “A casa da Madrinha”, observa-se uma forte crítica ao processo educacional. O nome dado à escola é “Osarta”, que lido ao contrario significa “atraso.” Atraso de pensamento, e isso implica em pensar, só no que convêm ao sistema. Caminho assertivo para manipular e tornar-se, no caso, o Pavão em um ser subserviente, aceitando tudo o que lhe é ensinado.

A respeito disso, Sandroni (1987) comenta que:

Na obra Casa da madrinha, fica bem claro o papel da escola. Lá eram oferecidos três tipos de curso. O Curso bate-papo, onde apenas pela persuasão tentava-se tornar o aluno inseguro e medroso… o curso Linha, em que os pensamentos é costurado com linha forte e … por último o Curso Filtro. Esta operação consiste em introduzir no cérebro um filtro que filtra o pensamento.

Subsequentemente, ratifica o que Paulo Freire aborda sobre a educação “bancária”. Uma educação voltada só para os interesses do sistema e não para as necessidades reais dos alunos.

5. A MURALHA DO MEDO

Educação tradicional ou educação libertadora? Segundo a visão Freiriana, a educação bancaria necessitava transforma-se em uma educação libertadora que, levando a reflexão desperta a crítica que leva a ação. Em sua concepção, todo homem é um ser inacabado, que não se encontra só no mundo, como uma coisa ou objeto. Ao contrário, uma pessoa é capaz de se integrar em seu contexto para intervir nele, com isso transformando-se e transformando o mundo. Como o homem é um ser inacabado, ele deve sempre chegar à escola, em condições de transformações, e por esse motivo o processo educativo não pode se limitar, a transferir informações, fatos e mapas, situando-se em processo de informações e de efetiva libertação.

A educação libertadora se propõe a abrir caminho para o diálogo, a comunicação, o levantamento de problemas, o questionamento e reflexão sobre o estado atual das coisas, e acima de tudo, busca a transformação.

Para Freire (2008), toda escola deverá ter sempre espaço para que se desenvolva um conhecimento crítico como ferramenta de construção da realidade. O ser pensante é o ser em liberdade.

No conto, o momento em que a mala da professora some, há uma tristeza que marca a vida da professora e dos alunos, pois, a mala representava o saber ensinado de forma divertida, encantada, mas real. E uma vez que desaparece, desaparece também, o sorriso da professora e a liberdade dos alunos.

“[…] contaram pro Alexandre que tinha um pessoal que não estava gostando da maleta da professora. Que pessoal? Um disse que era a diretora, outro disse que era uma outra professora, o outro disse que era um pai de um aluno, outro falou que era o faxineiro […]”

Com base neste relato, percebe-se que o sumiço da maleta da professora, demonstra como as ideias diferentes e inovadoras são discriminadas e, por vezes impedidas de serem colocadas em práticas. Dessa forma o medo encontra guarida e se estabelece fazendo com que tanto o professor quanto o aluno cruzem os braços e cabisbaixos concordem pacificamente com tudo o quanto é ensinado.

Diante desse fato, é possível afirmar que a educação e somente ela, pode construir caminhos para consecução de um mundo mais justo, mais solidário, mais sincero e mais fraterno.

Gigantes do sistema escolar sempre existirão para tentar moldar o professor, mas este, não irá ceder, porquanto acredita plenamente na educação.

A atuação do professor reflete o desejo de transformação face os problemas surgidos na rotina da educação. Em um mundo tão repleto de mudanças, descobertas, inovações, cabe ao professor perceber tais aceleradas transformações e agir em concordância com a exigente sociedade e com as inúmeras possibilidades de avanço na educação proporcionando um ensino mais humano, mais próximo da realidade de seu alunado fazendo brotar novas esperanças.

As pedras de tropeço são muitas, todavia podem e devem ser vistas como degraus a serem escalados para se alcançar o topo, isto é, o objetivo que aqui é um ensino diferenciado com foco no desenvolvimento intelectual e crítico do aluno. Muralhas, decepções, falhas sempre existirão e por vezes até desânimo, mas todas podem ser transpostas com esforço e dedicação.

O que realmente importa é fazer desabrochar habilidades aliadas a conhecimentos e atitudes. Indubitavelmente ser professor não é nada fácil, exige muito esforço, estudo, entusiasmo, porém não se pode negar o quanto é gratificante ver o fruto do trabalho árduo através dos resultados obtidos pelos alunos que foram despertados, instigados e encorajados a irem além dos seus limites, saindo do comodismo e alcançando triunfos, talvez impensados, tendo, portanto suas vidas transformadas através da educação.

REFERÊNCIAS

BOJUNGA, Lygia. A casa da madrinha. 9. ed. Ed. Agir, Rio de Janeiro, 1986.

FREIRE, Paulo.  Educação como prática da Liberdade. Ed. Paz e Terra, Rio de Janeiro, 2008.

____________ Pedagogia da Liberdade. Ed.Paz e Terra, São Paulo, 2011.

MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986. (Temas básicos da educação e ensino).

ROMANOWSKI, Joana Paulin. Formação e profissionalização docente. 4° ed. rev. Ed. Ibpex, Curitiba, PR, 2010.

TIBA, Içami. Ensinar aprendendo. Ed. Gente, São Paulo, 1998.

ALVES, Rubem. Conversas sobre Educação. Ed. Versus, São Paulo, 2011

ANTUNES, Celso. Em minha sala de aula. Ed. Ciranda Cultural, São Paulo, 2008.

CURY, Augusto. Pais brilhantes, professores fascinantes. Ed. Sextante, Rio de Janeiro, 2010.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Ed. Paz e Terra, São Paulo, 2011.

LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. 6°ed. Ed. Cortez, São Paulo, 2002 (Coleção Questões da nossa Época; v. 67).

PATTO, Maria Helena Souza. Introdução à Psicologia Escolar. Ed. Cortez, São Paulo, 1997.

[1] Acadêmica da Universidade Estadual do Maranhão

[2] Acadêmica da Universidade Estadual do Maranhão

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