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As inteligências múltiplas e a indisciplina escolar: uma revisão de literatura

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CONTEÚDO

ARTIGO DE REVISÃO

FRANCISQUETTI, Mariana Leticia Servelhere de Rezende [1], CASAGRANDE, Ana Lara [2]

FRANCISQUETTI, Mariana Leticia Servelhere de Rezende. CASAGRANDE, Ana Lara. As inteligências múltiplas e a indisciplina escolar: uma revisão de literatura. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 06, Vol. 04, pp. 113-122. Junho de 2019. ISSN: 2448-0959

RESUMO

A educação brasileira passou por transformações intensas, sobretudo, no aumento quantitativo de vagas no ensino público, o ingresso de crianças a partir dos 6 (seis) anos de idade, desafiando docentes a definir estratégias, envolvendo as mais diversas formas de inteligências, conjuntamente, reduzindo a indisciplina em sala de aula. O presente trabalho propõe analisar a influência da utilização das inteligências múltiplas pelos docentes no comportamento dos alunos das séries iniciais, com uma pesquisa qualitativa, a fim de analisar e compreender melhor a respeito dos questionamentos gerados sobre a indisciplina que acomete a prática pedagógica, tendo o foco de investigação referenciada por Howard Gardner, materiais do PNAIC, e artigos relacionados. Evidenciando que com uma atuação ativa do professor alfabetizador auxiliado pela utilização das inteligências múltiplas, além de ensinar tudo, de diversas formas, minimiza casos de indisciplina gerados pela não compreensão dos conteúdos.

Palavras-chaves: Educação, docentes, inteligências múltiplas, indisciplina.

INTRODUÇÃO

Muitas são as transformações que vem ocorrendo no âmbito da educação nacional na tentativa de superar o fracasso escolar, assim como a indisciplina gerada em salas de aula pelo insucesso no decorrer de seu histórico escolar. Com a promulgação da lei 11.274/2006, ampliando o ensino fundamental para 9 (nove) anos, inserindo crianças a partir dos 6 (seis) anos de idade, visando melhorar a educação brasileira, possibilitando mais tempo para a efetiva alfabetização dos discentes, como também propõe o Pnaic (Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa), iniciado em 2012, para que efetivamente sejam alfabetizados até os 8 (oito) anos de idade.

O presente trabalho visa analisar a influência da utilização das inteligências múltiplas pelos professores no comportamento dos alunos das séries iniciais, por meio de uma revisão de literatura, considerando os múltiplos fatores que interferem para a indisciplina escolar, todavia, a dificuldade em dominar os objetivos manifestos pelas instituições escolares, sem levar em consideração o processo que os professores alfabetizadores utilizam para alcançar os objetivos (Gardner, 1994), são propulsores de indisciplina em sala de aula, o que reforça o fracasso escolar.

Toda mudança causa receios, especialmente nos professores alfabetizadores que se deparam com um público mais jovem no ensino fundamental, porém, com as mesmas necessidades educacionais. No que tange o campo da indisciplina torna-se ainda mais complexo, pelo contexto cultural, as diversidades, assim como as peculiaridades inerentes a cada ser.

Nessa perspectiva, cabe ao professor promover o aprendizado partindo das individualidades do aluno, como propõe Gardner em sua teoria das inteligências múltiplas, valorizando cada aluno como indivíduo capaz de aprender, porém de maneiras diferentes, possibilitando o desenvolvimento individual, tal como minimizar a indisciplina, tendo em vista que o aluno passa a se interessar e participar das atividades propostas em sala de aula.

1. PROFESSORES ALFABETIZADORES E INDISCIPLINA: UMA LAMENTAÇÃO CONSTANTE

Ao acompanhar toda transformação pela qual a educação brasileira vem passando, principalmente na educação fundamental, ao receber crianças com seis anos de idade, os professores alfabetizadores costumam justificar o baixo rendimento escolar e indisciplina que é gerada assim como a não compreensão dos conteúdos a questões de ausência familiar ou má vontade por parte do aluno.

Grande parte dos professores habituou-se a encontrar culpados àquilo que não estão preparados para resolver, sobretudo à indisciplina, porém ao invés de desalojar todo o peso da responsabilidade da esperada disciplina e do aprendizado do aluno no próprio educando e sua família, deve-se sondar tais comportamentos considerados inadequados, que esbravejam por diferentes metodologias do professor. De acordo com Antunes (2011, p. 19), “A indisciplina quase sempre emana de três focos: a escola e sua estrutura, o professor e sua conduta e o aluno e sua bagunça”.

Todo comportamento considerado inadequado, como agressividade no ambiente escolar, desrespeito com o professor e como atitudes que desviam a atenção do próprio aluno como também o da turma, deve ser visto como um fator avaliativo de um ambiente ou conduta profissional que não atende as necessidades do educando.

De acordo com dicionário Aurélio (1999) disciplina é o regime de ordem imposta ou livremente consentida; ordem que convém ao funcionamento regular duma organização (militar, escolar, etc.); relações de subordinação do aluno ao mestre ou ao instrutor; observância de preceitos ou normas; submissão a um regulamento; ensino, instrução, educação. Tendo por base o significado de disciplina, pode-se questionar se toda ação não condizente à disciplina imposta é essencialmente ruim?

Cabe ao profissional da educação fazer valer a disciplina no que tange a lei nº 9.394/96, em seu art. 2º, no item Dos Princípios e fins da Educação Nacional:

“A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

Ao encarar a disciplina como rígida e punitiva, ou seja, aquela que subsiste para castigar, essa disciplina pode ser nociva para o desenvolvimento cognitivo do aluno, pois o impede de exercer seu livre-arbítrio, sua criticidade, até mesmo desenvolver capacidade de questionar e propor ideias, ainda que convergentes as normas impostas. Toda supressão exercida sobre o aluno, o restringe do seu direito de se preparar para o exercício da cidadania, que necessita ser dialogada e não meramente imposta.

Assim, todo ato considerado indisciplinado deve ser utilizado pelo docente como um elemento de construção, sem descumprir as leis, porém favorecendo o senso critico e participativo do educando tão necessário na convivência social, para a qual esta sendo preparado. Como defende Antunes (2011), que a disciplina seja vista como fonte debate, reflexão e análise ao invés de imperativa e opressora.

Desse modo, não se pode desconsiderar a necessidade da disciplina, que sem dúvida é benéfica e fundamental para o bom desenvolvimento de um grupo de alunos, contudo, o professor não deve viver lamentando e procurando culpados por não ter a tão sonhada “sala disciplinada”, o direcionamento esta erroneamente pautada no castigo e punição. Durkheim (2007, p. 6), considera que “toda educação consiste num esforço contínuo para impor à criança maneiras de ver, de sentir e de agir às quais ela não teria chegado espontaneamente”. Cabe ao professor conduzir os alunos para que tenham autonomia de construir hipóteses e argumentos, e assim melhorar a tão almejada qualidade de ensino no Brasil.

Uma das grandes tentativas de discutir estratégias a fim de melhorar a qualidade de ensino, assim como o preparo docente para as mais variadas situações como também a indisciplina, é o aumento de formações continuada pelo Ministério de Educação e secretarias de educação promovendo a evidenciação de variadas perspectivas acerca da alfabetização, com o intuito de criar um ambiente mais atrativo com estratégias mais palpáveis, atendendo as diversidades presentes nas instituições escolares.

Nesta perspectiva o Pnaic (Pacto Nacional pela alfabetização na Idade Certa) é uma iniciativa do governo federal que tem como desafio a alfabetização das crianças matriculadas nas escolas públicas brasileiras até os oito anos de idade, final do primeiro ciclo de ensino fundamental. Para tanto consiste em um tratado entre governo federal, estados, municípios e o Distrito Federal. Ao aderir ao Pacto, os entes governamentais se comprometem a: alfabetizar todas as crianças em língua portuguesa e em matemática.

Tal formação para o professor alfabetizador mostra um norte de atuação com objetivos claros, que são os objetivos de aprendizagem, apresentados nos cadernos de estudo do PNAIC, com variedade de metodologias, contemplando as mais variadas formas de inteligências, como defende Gardner. Tornando a aula mais prazerosa, onde o aluno consegue aprender, pois o professor utiliza de diversas formas de inteligências, atingirá um número maior de alunos comprometidos e interessados, minimizando a indisciplina por cativar a atenção e vontade dos educandos. Nesta situação o professor sai da lamentação passa para a atuação produtiva que se faz tão necessária para o progresso educativo.

2. INDISCIPLINA DAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS: UMA FORMA DE APRENDER.

Por um longo tempo acreditou-se que o professor tinha a única missão de transmitir conhecimentos, dessa forma a educação caminhou na busca de métodos que pudessem ser aplicados de forma homogênea aos alunos, que deveriam permanecer quietos e estáticos durante as aulas, e assim garantiria a aprendizagem de todos que fossem capazes, segundo Gasparin:

“deve-se lembrar que a escola, em cada momento histórico, constitui uma expressão e uma resposta à sociedade na qual está inserida. Nesse sentido, ela nunca é neutra, mas sempre ideológica e politicamente comprometida. Por isso cumpre uma função específica”. (2005, p.2)

Hoje, o papel do professor que deve estar devidamente preparado, vai muito além do que se pensava, a sociedade na qual estamos inseridos exige domínio e clareza de como se dá a aprendizagem, valendo-se dos mais diversos recursos possíveis em seu meio de atuação, estimulando as distintas inteligências presentes nos mais diferentes alunos presentes em uma sala de aula, tornando capazes de questionar e solucionar situações problemas.

Essa redefinição do papel do docente, assim como a necessidade atual da sociedade, inquieta muitos profissionais, pois ainda enraizados por uma educação condicionadora, se negam a superar desafios como o de estimular seus alunos das mais diversas maneiras para se tornarem cidadãos críticos, contudo, para isso, os alunos não podem ficar quietinhos e estáticos como outrora, apesar de que um ambiente motivador, onde há espaço de construção de hipóteses do alunado possa ser encarado por muitos como uma sala indisciplinada.

Toda sentimento presente no ser humano é manifestado por ações, assim enquanto qualquer ato considerado indisciplinado em sala de aula, por estar fora do padrão determinado, for entendido como erro, não alcançará de fato os anseios educacionais pelos quais os alunos buscam. A partir dessas manifestações, educadores devem estar preparados para usar dessa indisciplina e trilhar caminhos para que a aprendizagem aconteça, evitando repetições de falhas, como afirma Ferrari (2013):

“… a escola infelizmente insiste em imobilizar a criança numa carteira, limitando justamente a fluidez das emoções e do pensamento, tão necessária para o desenvolvimento completo da pessoa”.

A teoria das inteligências múltiplas de Gardner fortalece a atuação pela qual o docente deve se aperfeiçoar para aflorar a expressividade do educando. Com o PNAIC iniciado desde 2012, percebe-se um grande avanço nas tentativas dos professores que participam dessa formação de realmente utilizar de variadas ferramentas para atingir as mais variadas inteligências presentes nos seres humanos, e encarar a indisciplina como fator que propulsiona a mudança, para uma satisfação individual de se sentir capaz, e posteriormente satisfazer os anseios de uma sociedade.

De acordo com a Teoria das Inteligências Múltiplas, o conjunto de capacidades dos seres humanos, pode ser classificado em sete categorias (Armstrong, 2001, p. 14-15):

“a) Inteligência linguística: a capacidade de usar as palavras de forma efetiva, quer oralmente, quer escrevendo.

“b) Inteligência interpessoal: a capacidade de perceber e fazer distinções no humor, intenções, motivações e sentimentos de outras pessoas.

“c) Inteligência intrapessoal: o autoconhecimento e a capacidade de agir adaptativamente com base neste conhecimento.

“d) Inteligência lógico-matemática: a capacidade de usar os números de forma efetiva e de racionar bem.

“e) Inteligência musical: a capacidade de perceber (por exemplo, como aficionado por música), discriminar (como um crítico de música), transforma (como compositor) e expressar (como musicista) formas musicais. Esta inteligência inclui sensibilidade ao ritmo, tom ou melodia e timbre de uma peça musical. Podemos ter um entendimento figural ou geral da música (global, intuitivo), um entendimento formal ou detalhado (analítico, técnico), ou ambos.

“(f) Inteligência espacial: a capacidade de perceber com precisão o mundo visuo-espacial (por exemplo, como caçador, escoteiro ou guia) e de realizar transformações sobre essas percepções (por exemplo, como decorador de interiores, arquiteto, artista ou inventor). Esta inteligência envolve sensibilidade à cor, linha, forma, configuração e espaço. Inclui também, a capacidade de visualizar, de representar graficamente ideias visuais e de orientar-se apropriadamente em uma matriz espacial.

“g) Inteligência corporal-cinestésica: perícia no uso do corpo todo para expressar ideias e sentimentos (por exemplo, como ator, mímico, atleta ou dançarino) e facilidade no uso das mãos para produzir ou transformar coisas (por exemplo, como artesão, escultor, mecânico ou cirurgião). Esta inteligência inclui habilidades físicas específicas, tais como coordenação, equilíbrio, destreza, força, flexibilidade e velocidade, assim como capacidades proprioceptivas, táteis e hápticas.”

Sem dúvida, a teoria das IM não funciona como receita, apenas apresenta um leque de potenciais que devem ser investigados e valorizados na pratica pelos educadores, contudo, no modelo de escolas que temos atualmente no Brasil se exige em demasia os potenciais linguístico e lógico matemático, como se apenas com o domínio de tais inteligências o aluno fosse considerado alfabetizado e apto para exercer a cidadania, esquecendo que para uma atuação com autonomia cidadã para a qual estão sendo preparados precisa-se da mescla de todas as inteligências mencionadas.

Cabe ao professor uma visão holística das inteligências envolvidas no cumprimento eficientes dos conteúdos ministrados, bem como um olhar sensível sobre o comportamento que demonstra as formas individuais de aprendizagem presentes nos alunos para ajustar os métodos a serem utilizados com os perfis específicos dos educandos, princípios relevantes para o sucesso acadêmico e social, crescendo com suas habilidades fortalecidas, e não como barreiras impostas pelo meio.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A sociedade contemporânea exige de seus membros uma interação mais critica, o professor tem a missão de auxiliar na formação de cidadãos que contribuam com a sociedade na qual estamos inseridos, contudo, tratar os alunos como meros receptores não condiz com a necessidade do alunado que chegam as salas de aula cada vez mais cedo.

Toda mudança faz parte de um processo histórico, o que há tempos era escândalo hoje pode ser visto como normal, como a indisciplina em sala de aula, que deve ser fonte avaliativa de todo um ambiente educativo, para que maestrando situações desagradáveis aos olhos de muitos, o professor possa conduzir seu aluno ao aprendizado.

Programas de capacitação como o PNAIC auxilia muito o professor alfabetizador em sua contínua formação, esclarecendo direitos de aprendizagem e metodologias que englobam as múltiplas inteligências referidas por Howard Gardner, a fim de alcançar a maior quantidade de alunos interessados sobre o conteúdo, discutindo e criando hipóteses.

A formação docente para enfrentar as mais diversas situações não surte efeito por si só, depende de cada profissional colocar em pratica, adequando com sua realidade. Assim as teorias das IM muito auxilia o trabalho pedagógico, dando oportunidade ao docente de conhecer melhor as formas que cada aluno tende a aprender e assim poder traçar estratégias que supram suas necessidades, minimizando a indisciplina indesejada e utilizando-a como termômetro de anseios das inteligências.

“As inteligências dormem”. Inúteis são todas as tentativas de acordá-las por meio da força e das ameaças. As inteligências só entendem os argumentos do desejo: elas são ferramentas e brinquedos do desejo”. Rubens Alves, em Cenas da Vida.

REFERÊNCIAS

ANTUNES, Celso. Professor bonzinho = aluno difícil: a questão da indisciplina em sala de aula. 9ª ed. Petrópolis: Vozes, 2011.

ARMSTRONG, Thomas. Inteligências múltiplas na sala de aula. Prefácio Howard Gardner. 2.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.

BRASIL. Lei n. 11.274, 6 de fevereiro de 2006. Altera a redação dos arts. 29, 30, 32 e 87 da Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, dispondo sobre a duração de 9 (nove) anos para o ensino fundamental, com 794 Educ. Soc., Campinas, vol. 27, n. 96 – Especial, p. 775-796, out. 2006 Disponível em matrícula obrigatória a partir dos 6 (seis) anos de idade. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 7 fev. 2006. Disponível em: www.senado.gov.br

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Pacto nacional pela alfabetização na idade certa: formação do professor alfabetizador: caderno de apresentação/ Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. – MEC, SEB, 2012.40p.

FERRARI, Márcio. Henri Wallon, o educador integral. 2013. Disponível em: http://monoludicaleitura.blogspot.com.br/2009/11/henri-wallon-o-educador-integral_11.html. Acesso em 07 fev. 2018.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio – Século XXI. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999. Versão eletrônica: Lexikon Informática.

GARDNER, Howard (1994). Estruturas da Mente: a teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas.

GASPARIN, João Luiz. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. 3. Ed. São Paulo: Autores Associados, 2005, p.1-191.

[1] Especialista em Psicopedagogia com ênfase na educação infantil, professora pedagoga da rede estadual e mestranda em Ciências da Educação pela Saint Alcuim Anglican College.

[2] Pós-doutora em Educação, Doutora e Mestre.

Enviado: Maio, 2019.

Aprovado: Junho, 2019.

 

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Mariana Leticia Servelhere de Rezende Francisquetti

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