Imagem Corporal e Perfil Antropométrico em Escolares

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Imagem Corporal e Perfil Antropométrico em Escolares
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GERALDO, Amanda [1], AMPOS, Marcus Vinícius Almeida [2], MIGUEL, Henrique [3]

GERALDO, Amanda; et.al. Imagem Corporal e Perfil Antropométrico em Escolares. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 02, Ed. 01, Vol. 16, pp. 43-54, Março de 2017. ISSN:2448-0959

RESUMO

Introdução: A imagem corporal é cada dia mais evidente dentro da sociedade atual. Tal preocupação com esta imagem inicia-se cada dia mais cedo e está presente de forma efetiva no componente escolar. Objetivo: avaliar a insatisfação de adolescentes de uma escola pública do município de Mococa/SP com a imagem corporal e relacionar o IMC e o estado nutricional na comparação entre meninos e meninas Metodologia: Foram avaliados 51 alunos da escola E.E. “Professor Benedito Ferraz Bueno” (Mococa – SP), sendo 26 do sexo masculino e 25 do sexo feminino com idade de 12 a 15 anos. Resultados: Em relação ao IMC foi observado que 64% da amostra estava entre os parâmetros de peso normais. Analisando estatisticamente o IMC de meninos e meninas, observou-se que não houve diferença significativa (p=0,623) e, verificando o nível de satisfação com a imagem corporal, dos 51 estudantes avaliados, apenas 5 estavam satisfeitos com a sua imagem corporal, sendo que 24 encontravam-se insatisfeitos por excesso de peso, ou seja, gostariam de emagrecer; e 22 estavam insatisfeitos por magreza, ou seja, gostariam de aumentar a massa corpórea. Conclusão: a insatisfação corporal foi bastante comum entre os alunos analisados e a imagem que eles possuem de seus corpos não se relaciona com o IMC mensurado, pois apesar da elevada insatisfação, a maior parte dos alunos se encontrava dentro de um padrão classificatório de estado nutricional normal.

 1. INTRODUÇÃO

Tem sido cada vez maior a pressão exercida pela mídia e consequentemente pela sociedade para que as pessoas tenham um corpo dentro dos padrões estéticos considerados como ideal. Os adolescentes, tem sido grandes vítimas desta busca pelo corpo perfeito, onde a literatura tem mostrado que mais da metade dos adolescentes está insatisfeita com sua silhueta corporal (PETROSKI; PELEGRINI; GLANER, 2012).

A insatisfação com a silhueta ocorre em virtude da imagem que estes adolescentes possuem de seus próprios corpos, que acaba influenciando no comportamento e na ideia que o adolescente imagina de seu próprio corpo (CAETANO, 2005). A imagem corporal envolve três fatores: o perceptivo, que é a interpretação do indivíduo com seu próprio corpo e a estimativa de tamanho e peso; o subjetivo, relacionado a satisfação, ansiedade e a preocupação com a aparência; e o comportamental que é o desconforto com a aparência física (COSTA, 2007).

A construção da imagem corporal tende a possuir maior efetividade a partir dos 2 anos de idade, quando a maioria das crianças possui auto- percepção e pode reconhecer a imagem de seu corpo refletida num espelho. Gradualmente, o corpo vai representando, aos seus próprios olhos, a sua identidade e, aos poucos, elas começam a pensar sobre como os outros veem a sua aparência (CASTILHO, 2001). Na idade pré-escolar, as crianças vão aprendendo como a sociedade enxerga diferentes características físicas e a imagem corporal vai, cada vez mais, tomando forma, à medida que eles absorvem conceitos do que é valorizado como atraente, ou seja, como “deveria” ser sua aparência. As crianças também formam imagens do que não é atraente, ou seja, de como não “deveriam” se parecer. Mais importante ainda é o fato delas julgarem de que forma sua própria aparência corporal se adéqua ao modelo que lhes é transmitido, o que traz consequências aos sentimentos de autovalor (CASTILHO, 2001).

Devido aos fatores acima descritos, muitas vezes a imagem corporal do adolescente não condiz com a sua real estrutura corpórea, que pode ser mensurada por meio da antropometria, que é a técnica utilizada para expressar quantitativamente a forma do corpo, e que tem sido utilizada com frequência na rede escolar (WALTRICK; DUARTE 2000).

Ao verificar que os adolescentes atualmente se importam tanto para chegar ao corpo perfeito, e que a área de educação física se relaciona intimamente com o assunto, é importante a abordagem do tema nas aulas de educação física escolar, visto que a disciplina de educação física deve dentre outros objetivos promover a análise do corpo sob os mais variados conceitos, que vão desde sua estruturação enquanto organismo biológico até suas configurações culturais de cunho psicológico, político, social, econômico e ético (COSTA, 2007).

Observa-se também, que a utilização da antropometria na escola, auxilia na compreensão das mudanças ocorridas no crescimento e no desenvolvimento humano, bem como possibilita a detecção de possíveis anormalidades ou enfermidades (FRANÇA, 1993). Assim, determinar a percepção corporal dos adolescentes e o estado nutricional dos mesmos é fundamental para que o profissional de educação física determine a melhor forma de abordar a temática e planejar estratégias adequadas de intervenção.

Sendo assim, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a insatisfação de adolescentes de uma escola pública do município de Mococa/SP com a imagem corporal e relacionar o IMC e o estado nutricional na comparação entre meninos e meninas. O presente trabalho foi aprovado pelo CEP da Faculdade Euclides da Cunha, com número do protocolo 011-16.

2. METODOLOGIA

Amostra

Foram avaliados 51 alunos, sendo 26 do sexo masculino e 25 do sexo feminino da escola E.E. “Professor Benedito Ferraz Bueno.”, com idade de 12 a 15 anos, da cidade de Mococa/SP.

Delineamento Experimental

Inicialmente, a direção da unidade escolar foi contatada e autorizou a realização da pesquisa na mesma, em seguida os alunos foram informados a respeito dos objetivos da pesquisa, e de que a participação dos mesmos seria voluntaria e que poderia ser interrompida a qualquer momento da pesquisa. Os mesmos após orientação receberam um termo de consentimento livre e esclarecido, que foi assinado pelo responsável do aluno.

A coleta dos dados ocorreu no primeiro semestre de 2016, onde inicialmente se avaliou a satisfação com a imagem corporal do aluno, onde utilizou-se o Teste para Imagem Corporal, conforme procedimento descrito no item 3.3, sendo em seguida mensurado dados antropométricos e calculado o IMC, para determinação do estado nutricional; conforme descrito no item 3.3.

Procedimentos Metodológicos

A avaliação acerca da satisfação com a imagem corporal foi realizada por meio do instrumento SMT (Silhouete Matching Task), proposto por Stunkard et. al. (1983) e adaptado por Marsh e Roche (1996), onde o instrumento passou a ter 12 silhuetas para cada sexo, ao invés de 9, como foi originalmente concebido; sendo tais silhuetas apresentadas em escala progressiva, variando entre uma silhueta magra (Silhueta 1), até uma silhueta obesa (Silhueta 12).

Além das silhuetas, o SMT, que pode ser observado no ANEXO I, apresentado aos alunos continha duas questões:

1ª – Qual aparência física que mais se parece com você atualmente?

2ª – Qual aparência física você gostaria de ter?

Os alunos marcaram suas respostas no espaço destinado após observarem as silhuetas de acordo com o sexo dos mesmos, sendo ainda orientados de que não havia a necessidade de marcar silhuetas diferentes para as duas questões, desde que considerassem que a sua aparência atual fosse a mesma da aparência ideal.

A partir do conhecimento da Silhueta Atual (SA) e da Silhueta Ideal (SI) foi calculada a Satisfação Corporal (SC), através da seguinte fórmula: SC = SA – SI.

Para a categorização da satisfação da imagem corporal, utilizou-se a classificação proposta por Quadros et. al. (2010), descritas na tabela 1.

Tabela 1 – Classificação da Satisfação com a Imagem Corporal

Nível de Satisfação SA – SI
Insatisfação com a Imagem Corporal por Excesso de Peso ≥ 1
Satisfação com a Imagem Corporal = 0
Insatisfação com a Imagem Corporal por Magreza ≤ 1

 

Para a determinação do estado nutricional dos alunos, por meio do IMC, os alunos tiveram coletados os dados antropométricos massa corpórea total e estatura mensurados, seguindo os procedimentos recomendados por Frisancho (1990). De posse da massa corpórea e da estatura dos alunos, calculou-se o Índice de Massa Corporal (IMC), definido como a relação entre a massa em quilogramas e a estatura em metros elevada ao quadrado (kg/m2), conforme a fórmula abaixo:

IMC = Massa Corpórea (kg) / Estatura (m)2

Após a determinação do IMC, os alunos foram classificados de acordo com os parâmetros pelo PROESP (2007), descritos nas tabelas 2 e 3.

Tabela 2 – Classificação do IMC Masculino

Idade BP Normal EP OB
7 anos < 12,96 12,96 – 17,87 17,87 – 21,83 > 21,83
8 anos < 12,91 12,91 – 18,16 18,16 – 22,69 > 22,69
9 anos < 12,95 12,95 – 18,57 18,57 – 23,67 > 23,67
10 anos < 13,09 13,09 – 19,09 19,09 – 24,67 > 24,67
11 anos < 13,32 13,32 – 19,68 19,68 – 25,58 > 25,58
12 anos < 13,63 13,63 – 20,32 20,32 – 26,36 > 26,36
13 anos < 14,02 14,02 – 20,99 20,99 – 26,99 > 26,99
14 anos < 14,49 14,49 – 21,66 21,66 – 27,51 > 27,51
15 anos < 15,01 15,01 – 22,33 22,33 – 27,95 > 27,95
16 anos < 15,58 15,58 – 22,96 22,96 – 28,34 > 28,34
17 anos < 16,15 16,15 – 23,56 23,56 – 28,71 > 28,71
BP = Baixo Peso; EP = Excesso de Peso; OB = Obesidade

 

Tabela 3 – Classificação do IMC Feminino

Idade BP Normal EP OB
7 anos < 13,10 13,10 – 17,20 17,20 – 19,81 > 19,81
8 anos < 13,07 13,07 – 17,49 17,49 – 20,44 > 20,44
9 anos < 13,16 13,16 – 17,96 17,96 – 21,28 > 21,28
10 anos < 13,40 13,40 – 18,63 18,63 – 22,32 > 22,32
11 anos < 13,81 13,81 – 19,51 19,51 – 23,54 > 23,54
12 anos < 14,37 14,37 – 20,55 20,55 – 24,89 > 24,89
13 anos < 15,03 15,03 – 21,69 21,69 – 26,25 > 26,25
14 anos < 15,72 15,72 – 22,79 22,79 – 27,50 > 27,50
15 anos < 16,35 16,35 – 23,73 23,73 – 28,51 > 28,51
16 anos < 16,87 16,87 – 24,41 24,41 – 29,20 > 29,20
17 anos < 17,22 17,22 – 24,81 24,81 – 29,56 > 29,56
BP = Baixo Peso; EP = Excesso de Peso; OB = Obesidade


Tratamento Estatístico

Os dados foram tabulados e realizada análise descritiva das variáveis estudadas, sendo calculadas suas médias, desvios padrão e distribuição de frequências. Para verificar a existência de diferença estatística entre o IMC dos estudantes do gênero masculino e dos estudantes do gênero feminino, utilizou-se o teste “t student” para dados não paramétricos; adotando intervalo de significância de p≤0,05. Toda a análise estatística foi realizada com o auxílio do programa Instat Soft, da GraphPad Softwares, na sua versão 3.1.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Após a classificação dos estudantes, com relação ao estado nutricional, foi verificado que os indivíduos com sobrepeso e obesidade representam 31,3% da amostra, conforme pode ser observado no Gráfico 1.

Gráfico 1 – Classificação Nutricional da Amostra

Ao comparar os resultados obtidos com estudos que fizeram uso da mesma metodologia, porém realizados nas capitais do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, é possível observar que a incidência encontrada neste trabalho para indivíduos com excesso de peso e obesidade é maior do que o observado nestas duas capitais. Onde a incidência foi de 20,4% em escolares de Cuiabá/MT e 29% em Campo Grande/MS, com relação ao trabalho realizado com estudantes de Cuiabá, ainda cabe ressaltar que 11,5% se encontravam com baixo peso (CAVALCANTI ET. AL., 2011; BONETTO; MORAES NETO; SILVA, 2008).

Ribeiro et. al. (2013) ao avaliarem 1728 estudantes de 7 a 17 anos, do Rio Grande do Sul/RS, fazendo uso do protocolo do PROESP para classificação, observaram que 20,3% dos estudantes se encontravam com excesso de peso e 5,3% obesos, verificando ainda uma incidência de 0,9% de baixo peso.

Monteiro, Aerts e Zart (2010) ao avaliarem estudantes do interior do Rio Grande do Sul, verificaram que 31,1% de uma amostra de 476 alunos de 11 a 15 anos encontrava-se com excesso de peso ou obesidade, sendo que 6,4% se encontravam com baixo; ao analisar apenas as escolas da zona rural, a incidência de sobrepeso ficou um pouco maior, 33,8% e o baixo peso representou 7,4% da amostra.

Estudo realizado por Martins, Ribeiro e Barros Filho (2010) em escolas da cidade de Sorocaba, no interior do estado de São Paulo verificou que a incidência de excesso de peso foi de 13% e obesidade 11%, sendo que as escolas localizadas na região central foram as que mais apresentaram alunos obesos e/ou com excesso de peso.

Faria (2014), ao avaliar estudantes de uma escola estadual de Caconde/SP, encontrou uma incidência ligeiramente superior ao aqui encontrado, 35,3%, ante os 31,3% aqui encontrados, não sendo encontrado pela mesma autora indivíduos com baixo peso.

Portanto os valores observados neste trabalho encontram-se dentro dos observados na maior parte dos estudos onde a variação de indivíduos com sobrepeso ou obesidade ficou entre 20,4% e 33,8%, (RIBEIRO ET. AL., 2013; MONTEIRO; AERTS; ZART, 2010).

Ao comparar os valores encontrados para meninos e meninas, foi possível observar que a classificação de excesso de peso e obesidade foram similares para os gêneros, sendo mais elevado o índice de meninos com baixo peso, classificação não verificada em nenhuma menina; conforme pode ser observado no Gráfico 2.

Gráfico 2 – Classificação Nutricional de Meninos e Meninas

Ao analisar estatisticamente o IMC de meninos e meninas, observou-se não haver diferença estatística significativa entre os grupos, sendo p=0,623.

Tal resultado vai de encontro ao observado por Faria (2014) e Bonetto; Moraes Neto e Silva (2008), que também não encontraram diferença significativa entre os gêneros; sendo observado diferença entre os gêneros apenas em estudos que analisaram uma faixa etária mais ampla, como de Ribeiro et. al. (2013), que avaliaram estudantes de 7 a 17 anos de idade.

Com relação ao nível de satisfação com a imagem corporal, dos 51 estudantes avaliados, apenas 5 estavam satisfeitos com a sua imagem corporal, sendo que 24 encontravam-se insatisfeitos por excesso de peso, ou seja, gostariam de emagrecer; e 22 estavam insatisfeitos por magreza, ou seja, gostariam de aumentar a massa corpórea. Portanto, apenas 9,8% dos escolares avaliados se consideravam satisfeitos com a imagem corporal.

A insatisfação com a imagem corporal aqui verificada se mostrou superior ao encontrado por Finato et. al. (2013) que verificaram insatisfação em 70,1% de sua amostra; porém os valores se assemelham ao observado por Lara et.a al (2013), onde 88,3% da amostra se encontrava insatisfeita com a própria imagem corporal; e de Corseuil (2009), onde a insatisfação com a imagem corporal foi de 85% da amostra estudada.

Os valores se diferem para meninos e meninas, enquanto a maioria dos meninos insatisfeitos por magreza, a maioria das meninas se encontravam insatisfeitas por excesso de peso, como pode ser observado no gráfico 3.

Gráfico 3 – Satisfação com a Imagem corporal

O desejo de possuir uma silhueta mais magra do que a silhueta atual é comum em adolescentes do sexo feminino, sendo o encontrado aqui condizente com o observado na literatura, onde trabalho de Lara et. al. (2013) verificou que 68,3% das meninas desejavam reduzir medidas e Corseuil Et. al. (2009) verificou este desejo em 71,7% das adolescentes estudadas.

A satisfação com a imagem corporal se difere ao encontrado na literatura, onde Finato et. al. (2013) afirmam que existe uma maior tendência de meninos estarem satisfeitos com a imagem corporal do que meninas, fato não observado neste estudo; onde existiam mais meninas do que meninos satisfeitos com a imagem corporal.

A maior tendência de meninos desejarem possuir mais massa do que possuem, ou seja, estarem insatisfeitos por magreza, corrobora com o observado por Leite et. al. (2014), onde 30,8% dos meninos avaliados desejavam ganhar peso.

CONCLUSÃO

De acordo com os resultados obtidos, pode-se concluir que a insatisfação corporal é bastante comum entre os alunos analisados, afinal a maiorias das meninas estão insatisfeitas por excesso de peso já que o desejo de todas é ter aquela silhueta magra e os meninos estão insatisfeitos por excesso de magreza afinal visto que gostariam de ter um corpo com maior volume muscular.

É possível ainda concluir que a imagem que eles possuem de seus corpos não se relaciona com o IMC mensurado, pois apesar da elevada insatisfação, a maior parte dos alunos se encontra dentro de um padrão classificatório de estado nutricional normal. Tal fato é preocupante pois esta insatisfação, pouco relacionada a saúde pode levar ao desenvolvimento de diversos problemas, como anorexia, bulimia e vigorexia; o que pode ser de grande prejuízo a saúde dos mesmos.

Assim, se torna fundamental trabalhar conceitos de saúde e promover intervenções a cerca de imagem corporal, para melhorar a capacidade dos alunos de reconhecer as armadilhas colocadas pela mídia e não se tornarem vitimas da mesma.

REFERÊNCIAS

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[1] Graduada em Educação Física – Faculdade Euclides da Cunha – FEUC (SP)

[2] Docente do departamento de Educação Física – Faculdade Euclides da Cunha – FEUC (SP)

[3] Docente do departamento de Educação Física – Centro Universitário de Espírito Santo do Pinhal – UNIPINHAL (SP)

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Como publicar Artigo Científico
Mestre em Engenharia Biomédica (2016) pela Universidade Camilo Castelo Branco (bolsista CAPES). Especialista em Treinamento Desportivo pela UniFMU/SP (2009). Graduado em Educação Física (licenciatura e bacharelado) pelo Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino de São João da Boa Vista - UniFAE (2007). Docente dos departamentos de educação física da FFCL - FEUC (São José do Rio Pardo - SP) e da UNIPINHAL (Espírito Santo do Pinhal - SP) . Colaborador/pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Futebol e Futsal da USP (GEPEFFS-USP). Co-coordenador do Núcleo de Pesquisas em Educação Física e Esportes - NUPEFE/FEUC. Docente dos cursos de pós-graduação Lato Sensu ENAF/DSE. Autor de vários livros e artigos no ramo dos esportes, fitness, saúde e qualidade de vida. Tem como principais pontos de atuação o Treinamento Desportivo (Treinamento Personalizado, Treinamento Resistido e Funcional no exercício físico e nos desportos); a Fisiologia do Exercício (Adaptações neurofisiológicas ao treinamento, Recursos Ergogênicos e Esteroides Anabolizantes); Pedagogia do Treinamento dos Desportos Coletivos.

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