Indicadores importantes para formação de professores supervisores de estágio curricular supervisionado

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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/curricular-supervisionado
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ARTIGO ORIGINAL

LIMA, Diane Mota [1], COSTA, Miguel Ataíde Pinto da [2], SANTOS, José Henrique dos [3]

LIMA, Diane Mota. COSTA, Miguel Ataíde Pinto da. SANTOS, José Henrique dos. Indicadores importantes para formação de professores supervisores de estágio curricular supervisionado. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 06, Vol. 10, pp. 20-29. Junho de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/curricular-supervisionado, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/curricular-supervisionado

RESUMO

O objetivo dessa pesquisa foi levantar indicadores importantes que deveriam constar em uma formação de professores supervisores de Estágio Curricular Supervisionado. Esse estudo se definiu como qualitativo, por estudos de casos e pelo Método Analítico Descritivo. Os participantes foram duas duplas de professores supervisores e seus estagiários, em duas escolas distintas. Os dados que foram coletados pelos instrumentos: Entrevista Semi-estruturada, Observações in loco e Relatório Final dos estagiários foram submetidos à Análise de Conteúdos. Os resultados pontuaram que a relação Universidade e Escola, Professor Supervisor participante, Relação Professor Supervisor e Estagiário, Socialização Profissional do Estagiário e Orientação e Feedbacks são os indicadores que devem estar presentes em uma capacitação de professores supervisores.

Palavras-Chaves: Formação Docente, Estágio Curricular Supervisionado, Professor Supervisor

INTRODUÇÃO

O estágio supervisionado deve proporcionar ao futuro professor maior reflexão sobre a própria prática pedagógica, rompendo com práticas impensadas e não adequadas as novas transformações sociais na escola. Com isso, o período de estágio deve oferecer ao graduando uma maior consciência sobre a complexidade das ações pedagógicas e prepará-lo para sua imersão profissional (PIMENTA; LIMA, 2009).

Com isso, o estagiário deve vivenciar a importância da construção de novos saberes e práticas, de forma que possa construir percepções que lhe deem condições do exercício docente humano e justo.

Para Correa-Molina (2004), o professor supervisor deve ser formado e habilitado com competências específicas para interagir com o estagiário no ambiente escolar. A função principal do professor supervisor é promover uma maior aproximação do estagiário a sua futura realidade laboral e permitir, com isso, a ampliação dos conhecimentos oriundos da ação pedagógica.

Portelance (2008), acrescenta que o professor supervisor deve ter sempre atenção que ao aceitar o estagiário em suas aulas, ele se torna responsável por sua formação docente. O estagiário deve ver o seu supervisor como um guia e não como modelo a ser seguido sem reflexão constante, logo, o professor supervisor deve estimular no estagiário a construção de sua própria identidade docente. Entretanto, a autora salienta que nem sempre o professor supervisor compreende a sua real função na formação inicial do estagiário que recebe.

Para Benites (2012 p.47), o professor supervisor, chamado pela autora de “professor colaborador” ainda não possui uma terminologia própria, podendo ser

encontrado como tutor, mentor, associado, preceptor, participante, orientador, parceiro, enfim vários termos que muitas vezes querem dizer apenas que se trata do professor que recebe os estagiários, mas que trazem concepções a respeito desta função vendo-os como imprescindíveis para o momento do estágio.

O professor é formado pelas suas experiências práticas e culturais que definem suas atitudes, opiniões e escolhas no contexto escolar e sobre sua concepção de ser professor. E sem a devida preparação em sua formação, recebe estagiários em suas aulas com a missão de formar futuros colegas de trabalho.

Os autores Benites, Cyrino e Neto (2012) destacam estudos sobre o sobre o papel do professor colaborador (aqui adotada o termo Professor Supervisor) e suas demandas:

Afinal quem é este professor-colaborador? Antes de tudo ele é um professor. Alguém que foi forjado pela sua constituição, que agrega saberes, competência e experiências relacionadas a um universo profissional e pessoal. Este professor-colaborador é formado para ensinar alunos da educação básica e recebe estagiários em situação de estágio obrigatório nas escolas, mas não recebe uma formação específica para se tornar um formador de professores (p.567).

CONTEXTO DA PESQUISA

Essa pesquisa buscou contribuir com a educação, ampliando a discussão sobre a Formação Docente e os desafios ainda presentes no período do Estágio Curricular Supervisionado.

A reflexão adotada nesta pesquisa sobre o Estágio Supervisionado objetivou contribuir para um novo olhar para esse ambiente que recebe o estagiário e ajuda a formá-lo: a escola.

O ambiente escolar teve o foco principal nessa pesquisa e permitiu observar in loco as demandas que um professor enfrenta no seu dia a dia e as pontuações sobre receber um estagiário nas suas aulas.

O professor supervisor, também, ganhou destaque na pesquisa por se observar as necessidades importantes de formação e capacitação desses profissionais que contribuem de forma ativa com a construção da identidade profissional do futuro colega de trabalho, mesmo sem possuir a devida formação para essa função.

Logo, esse estudo se justifica pela necessidade de se discutir a formação adequada de professores supervisores que recebem os estagiários em suas aulas e que muitas vezes, não sabem exatamente o que fazer e quais caminhos devem seguir para participar da formação profissional do estagiário.

O objetivo desse estudo foi apresentar indicadores importantes que devem estar presentes em uma capacitação de professores supervisores da rede básica de ensino.

METODOLOGIA

Essa pesquisa utilizou o método o qualitativo, tipo documental, em um estudo de casos, utilizando-se das estratégias do modelo analítico descritivo. Os instrumentos escolhidos entrevistas do tipo semiestruturada (inicial e final), observações in loco com notas de campo e o documento institucional Relatório Final de Estágio.

Os participantes foram compostos por duas duplas formadas pelo Professor Supervisor de Educação Física da rede básica de ensino e seus Estagiários, devidamente matriculada na atividade de estágio. Os nomes dos participantes, ficticiamente, foram: professor Alan e estagiária Alice, na Escola A e professora Bernardete e estagiário Bruno, na Escola B.

Na Escola A, o período total de coleta dos dados foi de dois meses, totalizando oito dias de observação in loco, em um total de 20 horas de observação. Na Escola B foram realizadas cinco dias de visita, do período das 12h às 17h (quintas-feiras), totalizando 25h.

Após a coleta, os dados foram submetidos sob a técnica de Análise de Conteúdos (BARDIN, 1977).

RESULTADOS

Para identificar melhor as demandas dos professores supervisores e dos seus estagiários no cotidiano escolar, foi levantado os pontos mais reclamados pelos participantes ao longo do período de estágio.

  1. Quadros sobre as Problemáticas Pontuadas pelos Professores Supervisores:
Pelos Professores Falas…
Pouco (ou nenhum) diálogo com a universidade Nunca recebi um documento, ou um ofício, nada que… ‘olha, a normativa pro estágio vai ser essa’ ou ‘Professor, bom dia!’qualquer coisa, nem qualquer coisa teve. Nunca houve esse tipo de informações e orientações”

(Professor Supervisor Alan, Entrevista Inicial)

“Gostaria dessa relação de feedback entre a universidade e o professor. Algo poderia ser melhor nessa relação, pois o trabalho conjunto renderia muito mais. Nenhuma recomendação e nenhum suporte. (Professora Supervisora Bernardete, Entrevista Final)

Interesse do Professor Supervisor “Eu espero do estagiário… o mínimo de dedicação… o mínimo porque às vezes nem isso,  nem isso chega, entendeu?”

(Professor Supervisor Alan, Entrevista Inicial)

“Eu espero proatividade, que ele me ajude, que ele tenha essa proatividade, essa iniciativa.” (Professora Supervisora Bernardete, Entrevista Final)

Dúvidas e indagações sobre a supervisão do estagiário “… (sobre a sua função) eu tento enxergar como… a função de dar oportunidades. É o que eu tento fazer ‘Consigo fazer isso sempre? Não sei, não consigo fazer essa avaliação de mim mesmo.” (Professor Supervisor Alan, Entrevista Inicial)

“A responsabilidade ela traz um peso, que não seja a ser desconfortável, não é isso. Mas o peso da responsabilidade que tem alguém que está ali que eu preciso me dedicar esse pouquinho a mais (…) Tenho que lembrar de está sempre passando o feedback para ela para não ficar perdida no que eu vou fazer. (…)Teve um dia que eu esqueci de avisar a ela que não tinha aula, ai ela chegou… essas coisas…de ter alguém.” (Professor Supervisor Alan, Entrevista Final)

“Eu me sinto capaz, porém com dúvidas em relação por onde começar de qual ponto de partida. Na verdade não tenho a receita do bolo, porém sei que juntos iremos compartilhar dúvidas, sugestões e criarmos um ambiente facilitador.” (Professora Supervisora Bernardete, Entrevista Final)

Fonte: a autora

Nesse quadro foram apontados pelos professores supervisores quais foram as maiores dificuldades enfrentadas por eles durante todo o processo de Estágio Curricular Supervisionado. Essas declarações foram feitas de forma espontânea durante as entrevistas e visitas da pesquisadora no local.

  1. Quadros sobre as Problemáticas Pontuadas pelos Estagiários:
Pelos Estagiários  Falas…
Acompanhamento do estágio pela universidade “Não tem aproximação do professor, normalmente, com a universidade. Por exemplo, nas reuniões (reuniões de estágio) o professor não comparece para participar, e eu acho que contribuiria. Acho que o momento do estágio seria mais proveitoso se houvesse uma melhor organização e uma boa comunicação até para poder planejar atividades, mas infelizmente isso não acontece.”

(Estagiária Alice, Entrevista Final)

“Eu acho que não houve nenhuma relação entre a universidade e o estágio. Eu acho que falta fiscalização mesmo, uma parada mais arrochada, mais pulso firme, porque da forma que é acaba que fica muito largado e o estagiário faz o que quer, então é bem complicado.”

(Estagiário Bruno, Entrevista Final)

Interesse do professor supervisor “O diálogo que deve ter do professor com o aluno, a troca de informações… em muitos momentos faltou. Por isso que eu tive, também, muitos momentos de estresse. Então, eu acho que ele não tinha noção da importância que é esse estágio supervisionado.”

(Estagiária Alice, Entrevista Final)

“Não, e ele não demonstrava interesse (pelas aulas ministradas pela estagiária).

(Estagiária Alice, Entrevista Final)

Professor não demonstra saber o que fazer “Eu acho que ele não deveria é atuar como professor de estágio. Ele não tem orientação suficiente pra ser supervisor de estágio… dá pra ver pelas atitudes dele, ele deixa os estagiários muito soltos, né, por conta própria… é… e eu acho que deveria ter é uma interação maior e o professor deveria guiar os estagiários, porque o estágio é pra isso, pro aluno, estagiando, aprender. E se não tiver a orientação do professor, muita coisa que poderia ajudar passa batido por causa disso. E eu, infelizmente, não tive essa experiência.”

(Estagiária Alice, Entrevista Final)

“Eu acho que nem ela sabia com clareza o que ela esperava de mim. Eu acho que era uma grande incógnita, ela só tava deixando rolar e graças a Deus ela ficou bem satisfeita. Ela estava simplesmente esperando para ver o que ia acontecer.” (Estagiário Bruno, Entrevista Final)

Fonte: a autora

Nesse quadro foram apontados pelos estagiários participantes quais foram as maiores dificuldades enfrentadas por eles durante todo o processo de Estágio Curricular Supervisionado junto ao seu professor supervisor. Essas declarações foram feitas de forma espontânea durante as entrevistas e no Relatório Final de Estágio.

De acordo com os resultados desse estudo, os professores supervisores pesquisados ainda necessitam de mais atenção e formação específica para condução de uma supervisão da atividade acadêmica de estágio curricular.

Mediante isso, será pontuado, a seguir, alguns elementos importantes de serem considerados em futuras reflexões e formações de professores supervisores. Essas informações foram baseadas nesse estudo e na literatura acerca do assunto estágio supervisionado e acolhimento do estagiário nas escolas.

  1. Quadro dos Indicadores para uma Formação de Professores Supervisores
Indicadores Descrições Referência Teórica
Relação Universidade e Escola Diálogo e troca de informações com a universidade sobre o estagiário O trabalho colaborativo entre universidade e escola, também, contribui para o sucesso da orientação do professor supervisor ao estagiário, ampliando as ferramentas de auxílio no desenvolvimento profissional do estagiário. (PHARAND E BOURDREAULT, 2011)
Professor Supervisor participante Sentimento de importância no processo de formação O professor supervisor que demonstra interesse na formação do estagiário se coloca disponível e acessível para uma relação de parceria dentro e fora dos muros da escola. Esses meios de comunicação estreitam os laços e aproximam o OS de seu estagiário, facilitando a tirada de dúvidas, orientações e conversas sobre o meio docente (ARAÚJO, 2014).
Relação Professor e Estagiário Acolhimento ao estagiário “Trata-se de uma relação de companheirismo bastante específica, um acompanhamento formativo cujo foco está no futuro da existência do acompanhado que, neste caso, é o estagiário. Em tal relação, aquele que acompanha (a professora parceira) coloca à disposição do acompanhado condições necessárias para que ele possa descobrir suas possibilidades, organizando situações propícias para a formação ou aproveitando as situações favoráveis (SARTI, 2013, p. 94).”
Socialização Profissional do Estagiário Interação do estagiário com o meio escolar (projetos e reuniões) e com outros funcionários Para Tardif (2002) a socialização profissional “é um processo de identificação e incorporação dos indivíduos às práticas e rotinas institucionalizadas dos grupos de trabalho (p.14)”.
Orientação e Feedbacks Reflexão sobre a prática pedagógica e sobre a carreira docente e suas demandas O professor supervisor deve estar sempre atento e participativo no acompanhamento do seu estagiário, observando as suas indagações e atuações nas aulas, para que assim, possa proporcionar orientações e feedbacks relevantes à futura vida profissional do estagiário (ARAÚJO, 2014).

Fonte: a autora

Nesse quadro são apontados elementos importantes do acolhimento do estagiário pelo seu professor supervisor no ambiente escolar, que devido a sua relevância na formação profícua do estagiário, deveriam constar em qualquer proposta de formação e/ou capacitação dos professores supervisores.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Essa pesquisa buscou contribuir com o avanço nas pesquisas e discussões sobre o período do estágio curricular supervisionado e sobre a necessidade de um novo olhar sobre o Professor Supervisor.

O Professor Supervisor e o ambiente escolar têm sido assunto de algumas pesquisas que apresentam essa importância de se repensar o papel do professor e a função colaborativa da escola na formação do estagiário.

Com isso, esse estudo apresentou alguns dos principais indicadores que seriam importantes estarem presentes em uma reflexão e formação de professores supervisores de estágio da rede básica de ensino.

Considera-se necessária a continuidade de mais pesquisas sobre essa temática, a fim de contribuir com mais elementos importantes para futuras formações de professores supervisores.

Importante ressaltar que não se objetiva aqui a construção de um modelo ou cartilha a ser seguida pelos professores supervisores com seus estagiários, mas sim, a luz da literatura e das realidades observadas, proporcionar indicares para futuras reflexões e discussões com esses professores.

REFERÊNCIAS

ARAÚJO, Simone. Acolhimento no estágio: entre modelos e possibilidades de formação docente – Rio Claro, 2014.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977.

BENITES, Larissa Cerignoni. O professor-colaborador no estágio curricular supervisionado em Educação Física: perfil, papel e potencialidades. 2012. 180 p. Tese – (doutorado) – Universidade Estadual Paulista, Instituto de Biociências de Rio Claro, 2012. Disponível em: <http://hdl.handle.net/11449/100442>.

BENITES, L. C.; CYRINO, M; SOUZA NETO, S. A prática de ensino como possibilidade de reflexão: concepções dos professores-colaboradores.. In: Leite, Y. U. F.; MARIN, A. J.; PIMENTA, S. G.; REALI, A. M. M. R. (Org.). Políticas de formação inicial e continuada de professores. Araraquara: Junqueira & Marin Editores, 2012, v.2, p. 563-574.

CORREA-MOLINA, E; GERVAIS, C. (Orgs.). Les stages en formation à l’enseignement: pratiques et perspectives théoriques. Quebec: Presse de l’Université du Québec, 2008, p. 13-36.

PHARAND, J.; BOURDREAULT, P. Enseignants associés et superviseurs: Perceptions des uns à l’egard des autres et la collaboration réciproque. In: GUILLEMETTE, F.; L’HOSTIE , M. (Orgs.). Favoriser la progression des stagiers en enseignement. Presse de l’Úniversité du Québec: Quebec. 2011, p.121-142.

PIMENTA.; LIMA, M. S. L. Estágio e Docência. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2009.

SARTI, F. M. Relações Intergeracionais e Alternância na Formação Docente: Considerações a partir de uma proposta de Estágio Supervisionado. Cadernos de educação. p.83-99Pelotas, Set/dez, 2013.

PORTELANCE, L. et al. La formation des enseignants associés et des superviseurs universitaires. Cadre de référence. Rapport de recherche, Table MELS-universités, 2008.

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Trad. Francisco Pereira. Petrópolis: Vozes, 2002.

[1] Mestra pelo Programa de Mestrado Profissional em rede de Educação Física pela UNESP- Presidente Prudente/SP(2020).Professora pesquisadora do Grupo Pesquisa em Pedagogia da Educação Física e do Esporte (GPPEFE-2016), no Departamento de Educação Física, UFRRJ. Professora Especialista em Dança e Consciência Corporal pela Universidade Gama Filho (2013). Professora efetiva do Município do Rio de Janeiro (SME-RJ-2010) e do Governo do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ-2010). Graduada em Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ (2008).

[2] Orientador. Doutor e Mestre em Epidemiologia em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca – Fiocruz. Possui graduação em Licenciatura em Educação Fisica pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2007). Tem experiência na área de Psicologia Educacional, com ênfase em Psicologia do Ensino e da Aprendizagem, área onde tem especialização concluída na mesma Universidade. Atualmente trabalha como professor de Educação Física do Colégio Pedro II.

[3] Orientador. Possui graduação em Licenciatura Plena Em Educação Física pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1983), Mestrado em Ciências da Motricidade Humana pela Universidade Castelo Branco (1996) e doutorado em Ciências da Educação – Motricidade Humana pela Faculdade de Motricidade Humana – Universidade Técnica de Lisboa (2004). Atualmente é professor Associado III da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Tem experiência nas áreas de Educação e Educação Física Escolar, com ênfase na Formação profissional, estágio curricular supervisionado, análise do processo ensino-aprendizagem, Motivação na educação Física Escolar, atualmente atuando principalmente nos seguintes temas: formação profissional e continuada em Educação Física, Estágio Curricular Supervisionado e Motivação na educação física escolar. É líder do Grupo de Pesquisa em Pedagogia de Educação Física e Esporte, Coordenador do Programa de Pós-graduação em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares da UFRRJ (PPGEDUC), Coordenador das atividades de Estágio Supervisionado do Curso de Educação Física da UFRRJ e Coordenador do PIBID Educação Física UFRRJ/CAPES.

Enviado: Fevereiro, 2021.

Aprovado: Junho, 2021.

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Mestra pelo Programa de Mestrado Profissional em rede de Educação Física pela UNESP- Presidente Prudente/SP(2020).Professora pesquisadora do Grupo Pesquisa em Pedagogia da Educação Física e do Esporte (GPPEFE-2016), no Departamento de Educação Física, UFRRJ. Professora Especialista em Dança e Consciência Corporal pela Universidade Gama Filho (2013). Professora efetiva do Município do Rio de Janeiro (SME-RJ-2010) e do Governo do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ-2010). Graduada em Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ (2008).

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