Diversidades: Compreendendo o espaço dos não lugares

DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/compreendendo-o-espaco
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CONTEÚDO

ARTIGO DE REVISÃO

FILHO, Augusto Gonçalves [1]

FILHO, Augusto Gonçalves. Diversidades: Compreendendo o espaço dos não lugares. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 12, Vol. 03, pp. 13-23. Dezembro de 2019. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/compreendendo-o-espaco

RESUMO

Este artigo consiste em uma abordagem reflexiva acerca da percepção da diversidade, espaço em qualquer lugar, buscando compreender o espaço dos não lugares. Evidencia a questão pertinente as grandes metrópoles cuja evolução e desenvolvimento produz em uma selva de pedra permeada por violência urbana, concretos e peças cotidianas de significados mais amplos que a percepção em primeiro momento possa captar. Arraigada nos muros da cidade e nos aspectos subjetivos das relações humanas surge uma das mais significativas e maiores dicotomias contemporâneas residindo no fato de que a evolução, desenvolvimento e expansão da cidade e consolidação da cidadania política, por meio das mudanças, transformações nos processos de transição democrática, se desenvolveu caminhando junto no mesmo compasso a deslegitimação da cidadania civil e a urgência de espaço público fragmentado, segregado, excluso, com características disjuntivas do processo de desenvolvimento democrático. Concluiu-se tratar-se de uma realidade recorte da multiplicidade fragmentada, que impacta na qualidade de vida dos cidadãos através das inquietações trazidas ao cotidiano pela consequência do interacionismo simbólico asseverando que os sujeitos, a coletividade e a cidade são arquitetados e transformados, constantemente, impactando nos espaços de não lugares ausentes de significado.

Palavras-chave: Cidade, diversidade, espaço, não lugares. 

1. INTRODUÇÃO

O desordenado crescimento das cidades propicia a segregação espacial, tráfego paralisado, exclusão social, dificuldades para deslocamento, configuram-se em elementos da preocupação suscitando discussões acerca da complexidade e dos grandes desafios que envolvem a contemporaneidade. As últimas três décadas foram marcadas por diversas mudanças no mundo do trabalho, no saber, inovações tecnológicas, novas formas de organização e a crescente internacionalização e desterritorialização dos mercados[2].

A sociedade atual se mostra dinâmica, insaciável por inovações e transformações, com organizações cada vez mais especializadas impulsionando a competitividade exacerbada na corrida permanente por inovações que vislumbrem o mercado e revolucionem os cenários de negócios. E nos contextos, tanto da sociedade quanto das organizações, a mudança é constante interagindo e integrando todas as áreas e todos os níveis. Isso requer capacidade de contemplar entendimento, desenvolver ações efetivas para minimizar os desafios atuais e futuros, no âmbito social, econômico e ambiental das cidades. É notória a desagregação do espaço resultante do padrão de urbanização adotado no Brasil que conduz a exclusão social e territorial, consequentemente, impacta na diminuição da qualidade de vida dos indivíduos.

Deste modo, empresários, gestores, estudiosos entre outros, começaram a ter a percepção de que a transformação inovadora pode surgir a qualquer instante, em qualquer lugar, desde que exista ambiente favorável para a produção de novos conceitos, paradigmas, ideias. É neste cenário que se insere a diversidade, sobre a qual muitas discussões são proferidas sob os mais diversos aspectos, quer como iniciativa de recursos humanos ou parâmetro de sustentabilidade, como um instrumento de oportunidade de trabalho, entre outros. No entanto, há escassez da percepção de um ambiente onde habita a diversidade inclusiva e constitui em campo propicio para fomentar inovações. A diversidade se reporta à variedade e convivência de idéias, características ou elementos diferentes entre si, situação ou ambiente[3].

É notório que as ações praticadas de forma isolada e desarticulada em razão da ausência de integração, leva à perda de recursos, à ineficiência e ao aumento das desigualdades sociais. Em razão da complexidade e da abrangência que a diversidade alcança no espaço urbano, passam obrigatoriamente pelas dimensões social, econômica e ambiental. Para tal, é necessário o envolvimento de toda a capacidade das mais diversificadas competências visando obter resultados satisfatórios[4].

Nesse sentido, se observa que um conjunto homogêneo, com representação similar, tende a proporcionar sempre as mesmas respostas. Por sua vez, uma equipe composta por indivíduos de etnia, cultura, faixa etária, formação, experiência e histórico de bastante distintos, resultam em um amplo leque de enumeras oportunidades para debates produtivas, com perspectivas e contextos bastante variados[5].

Contudo, a diversidade não se restringe a vários grupos. Para a construção de um ambiente inclusivo, com diferencial de competitividade, é essencial que todos se sintam acolhidos de forma plena com disposição a desempenhar a melhor performance e participação ativa e discussões e tomadas de decisões, expondo novas ideias, criando novos pressupostos sem limitações, engessamentos, receios ou censura.

Neste sentido, o presente artigo tem como objetivo destacar a percepção da diversidade espaço em qualquer lugar, buscando compreender o espaço dos não lugares, fundamentado no conceito de topofilia, trazido por Tuan[6], com abordagem Reflexiva dos pressupostos de Caldeira[7], acerca da segregação social vivida contemporaneamente, com grande impacto na qualidade do espaço público e na representação da concepção de público que denota a urgência da vida moderna.

2. CIDADE: ESPAÇO DOS NÃO LUGARES MORADA DA DIVERSIDADE

A cidade, mais do que o espaço onde se constrói a vida urbana, constitui-se como um ambiente de mobilidade, integração e interação de subjetividades. Entender sobre suas nuances, requer compreensão para além da inquietação de sua projeção e seus paradigmas urbanísticos, o reconhecimento e a percepção dos sentidos, sentimentos, anseios, receios, conflitos de seus diversificados fluxos interativos. É preciso ir além da concepção simplista de concreto, da selva de pedra, para que se possa perceber a cidade não somente como um conglomerado de edificações, compondo artifícios de subjetivação detonados através dos e nos espaços urbanos[8].

Tais deslocamentos e fluxos das multidões que transitam pelas cidades propiciam insumos à diversidade cultural que lhes oferece vitalidade e dinâmica. Abordar a cidade constitui significados que ultrapassam a materialidade normativa, é se dispor a aprofundar-se nas suas realidades, e procurar capturar as infinitas facetas e clamores. Como elementos socioculturais e práxis comunicativas registradas e ressignificadas por seus atores, seus costumes e assimilações, transformam os espaços da cidade em corredores polifônicos, como um lugar que se permite a reutilização com posterior sobreposição de um novo acontecimento, de um passar, de um novo fluxo, novas sonoridades, nas quais o cotidiano da vida urbana se insere e se desenvolve. Nessa concepção “as cidades são camadas de escritas e sonoridades sobrepostas e em constante mutação”[9]. Desse modo, compreende-se o espaço urbano dos não lugares, ou seja,

[…] além de ser constituído por vias e edifícios, é atravessado por redes que não estão ali o tempo todo, elas se materializam no espaço cotidiano da cidade quando são acionadas pelos sujeitos e se desfazem passando a existir como virtualidade ou potência, quando não estão em uso[10].

O espaço das cidades concentra relações entre a dinâmica incoercível intrínseca do urbano e conjugada diversidade, enquanto parte da identidade cultural, que emerge na tessitura do simbologismo relacionado aos processos e práticas, que por se uma forma de intervenção material ou simbólica do ser humano, em sentido antropológico é compreendida como culturais. Por sua vez, no sentido sociológico traz maior especificidade para a cultura, tornando essa mais especializada, quando se arquiteta um “[…] conjunto diversificado de demandas profissionais, institucionais, políticas e econômicas […]”[11].

Nessa constância de construção e reconstrução, de um continuum palimpsesto, mantendo presentes e futuras identidades culturais, cujas práxis, envolvem lembrança e memórias atuam, no entanto, distintamente. Entende-se por lembrança a sobrevivência do passado, que urge na consciência na forma de imagens/lembranças. De acordo com os pressupostos de Bosi[12]a configuração legítima estaria, nos sonhos, e na configuração ilegítima na captura de imagens como maquinas fotográficas, câmeras de celulares entre outros. São registros de acontecimentos isolados, que produzem a “ressurreição” do que se foi, do que aconteceu, marcado pela sua singularidade evocativa. De modo genérico a memória se inscreve na cultura, enquanto geradora de artifícios culturais, aglomerando as ações de identidade.

Essa abordagem remete a Certeau[13] que discursa acerca das questões relacionadas aos caráteres do indivíduo de se inserir no mundo, quer seja por meio da linguagem, das ações comunicacionais ou de seus deslocamentos pelas cidades. Tais práxis são sempre compreendidas a partir das representações e significações das alocuções resultantes das interações entre o indivíduo e o mundo, e ainda com as análises das questões concernentes aos espaços e lugares, diferenciados a partir das assimilações pelos sujeitos. Dessa forma, é válido trazer para a reflexão as considerações do interacionismo simbólico, que produz sentido a partir das interações sociais dos sujeitos, mediados pela rede e por múltiplos dispositivos tecnológicos, que impactam na produção de não lugares ou em sua desconstrução.

Vivencia-se, um constante refazer, refletir, reviver, repensar com premissas, ações, pressupostos, imagens, concepções, práxis, objetos e ideais. Nessa constante ressignificação consolida-se como um tratar sobre o espaço e o tempo, nos lugares e não lugares delineando dissimilitudes entre sociedades, movimentos, tradições e a cultura da mudança. A cultura convive a tensão contínua, entre mudanças e constância, ambos os elementos essenciais para a compreensão da diversidade, haja vista que, é a constância, a permanência que assegura que elementos simbólicos, línguas, tradições, ritos, costumes, fazeres e saberes culturais não sejam eliminados, por seu turno a mudança assegura os devires na produção e experienciação nas culturas e entre as diversas culturas[14].

Nesse sentido se ressalta:

No espaço citadino, os choques, diálogos e entrecruzamentos entre memórias, valores e discursos dissonantes, proporcionam uma maior interpelação subjetiva e cultural, tornando esse par, identidade – diversidade, ainda mais implicado um no outro[15].

Em consequência dessa produção coletiva de processos de subjetivação que se desenvolvem um dinâmico e heterogêneo mundo de materiais, símbolos, argumentos, imagens, lembranças, discursos, entre outros. Logo, não existe uma cidade estagnada uma vez que seus segmentos usados pelos deslocamentos e fluxos resultantes por devires, produzindo sempre uma flexibilização, mobilidade, atividades e ações micropolíticas coexistido com a sua própria cartografia urbana composta por uma estrutura arquitetônica com pouca flexibilidade, porém com capacidade de comportar uma série de micro devires contingenciais, o que não permite entender a cidade como algo totalizável e inalterável em qualquer lugar-tempo-espaço[16].

Nas cidades, as incidências da tradição e inovação, constância e mudança, evolução e transformação, fixações e fluxos, produzem uma percepção de mundo cada vez mais impactado pelas vivências da consonância e simultaneidade, da segregação, da interatividade, da fragmentação e da conectividade. Os processos subjetivos detonados na e pela cidade apresentam singular contradição, isto é, indivíduos cada vez mais multiperceptivos e plurienunciativos, porém a percepção e enunciação se fazem, cada vez mais, na e através da indústria cultural[17].

Nesse ambiente de produção, percepção e enunciação, atualmente, surgem um grande conflito ideológico entre globalização e solidariedade. Na necessidade de globalizar a solidariedade, a cidade se apresenta como solução. O grande problema consiste na separação entre as atividades econômicas e as determinações humanas, ou seja, separaram-se as atividades laborais e vida. O imprescindível é a perspectiva correta e um adequado equilíbrio de corresponsabilidade, sendo necessário para tal um cenário, uma ideia, ou um desenho desejável, para direcionar o empenho e a ajuda de todos na sua consecução.

Nesse contexto, Tuan[18] insere o termo topofilia compreendido, amplamente, com o simbologismo de laços afetivos dos seres humanos com o meio ambiente, considerando a subjetivação humana. Desse modo, manifesta o ser geográfico, o sujeito, a sociedade como produtora de significados, por uma natureza cuja hermenêutica, torna a ciência geográfica mais humanizada e subjetiva, expandindo a sua compreensão para além de uma ciência dos lugares.

Ainda na abordagem do termo apresentado por Tuan[19] a Topofilia denota relação afetiva com a terra, leva em consideração a observação da paisagem, demonstrações afetivas, cognitivas, percepção e ainda o comportamento do sujeito mediante o ambiente em que está inserido, expressando a relação do ser humano com o seu ambiente e a associação do indivíduo ao espaço-lugar de vida. Trata-se da maneira que manifesta os meios através dos quais as pessoas respondem ao ambiente, quer seja por sua aparência estética, temporária, inesperada ou compreendida pelos sentidos, tato, visão, audição, pela história e reconhecimento, ligado ao sentimento de pertença pelas conexões históricos das famílias, “A consciência do passado é um elemento importante no amor pelo lugar”[20].

Tal constatação leva a reflexão acerca dos impactos da urbanização na apreciação do selvagem em um período pretérito, em que somente depois do surgimento das grandes cidades emerge uma forte reação contraria a evolução urbana e o desejo pela rusticidade[21].

Nos dias de hoje, no universo urbano observa-se que é cada vez mais restrito e indireto o contato físico com o ambiente natural, ocorrendo praticamente em situações especiais, como por exemplo, através do ecoturismo. Essa simbólica excursão ao ambiente, em busca de sensações e vivencias para construir uma significação percepção do indivíduo no mundo, traz arraigado um sentimento de criação da identificação e pertença ao planeta. Nesse sentido destaca Tuan[22] a prática de selfs, fotografias em lugares turísticos, como “[…] comprovação de existência do mundo, e de ideais compartilhados em uma comunidade”.

O autor discursa acerca da urbanização, que impulsiona uma prática bastante comum na atualidade, em grandes cidades adensadas, onde há extinção do ar puro e da água, uma vez que já não há disponibilidade em grandes quantidades desses elementos na natureza, se passa a valorizara natureza. Hoje, verifica-se uma grande expansão do retorno ao rústico, em virtude da escassez dessa paisagem, haja vista que, “[…] quando uma sociedade alcança certo nível de desenvolvimento e complexidade, as pessoas começam a observar e apreciar a relativa simplicidade da natureza”[23].

Ou seja, essas valorizações provem da crise resultante do cenário opressor imposto pela selva de pedras concomitante ao movimento de ideais ambientalistas, a busca de promover a consciência sustentável e as funções ecológicas, sociais e econômicas, enquanto reconhecimento psicológico, ecológicos das benesses que produzem o contato com o meio físico pouco alterado. Nesse contexto ressalta que:

A natureza selvagem deixa representar ambientes hostis ao ser humano para transformar-se em ambientes que proporcionam beleza e prazer à visão, com fins de apreciação estética, portanto, o envolvimento do homem tecnológico com a natureza é mais recreacional que vocacional[24].

A grande maioria dos pressupostos, se reportam à emoção com que os indivíduos mantem relação com uma parcela do espaço que arranja nele um lugar humano, individualizado por significados positivos de pertença, proteção, segurança ou um espaço como área com fronteiras, impactada pelo sentimento de posse, de preservação e defesa na perspectiva das coletividades[25].

Também se reporta a questão da cidade adensada, refletindo sobre a realidade das grandes metrópoles em uma retórica da cidade de São Paulo, cujo espaço, cada vez mais, se torna o não lugar do indivíduo, cedendo espaços para o concreto, para a violência, para a segregação, tanto social quanto espacial, especificidades significativas das grandes cidades[26]. A autora observa que os parâmetros de organização o espaço urbano comumente são padrões de distinção social e de separação, que apresentam variações culturais, que através da história demonstram os princípios que arquitetam a vida pública e evidenciam a maneira como os grupos sociais se inter-relacionam no espaço da cidade[27].

Entende que a transformação dos espaços urbanos a medida que se desenvolve incrementa de modo desmesurado as atividades criminosas, produzindo crescente temor à violência, relacionando a esse sentimento as transformações exacerbadas pelas quais passa a cidade, contribuindo na produção de um novo padrão de segregação com a progressiva substituição da fragmentação pela separação rigorosa de espaços, inclusive sociais, buscando avalizar  segurança estruturada sobre a valorização da desigualdade. Chama a atenção para o reconhecimento de que, embora todas as mudanças que ocorrem nas relações e na sociabilidade das metrópoles compreendem que: “[…] a perda de tempo é o primeiro e o principal de todos os pecados”[28].

Na perspectiva de Caldeira as práticas policiais e seus resultados na vivencia cotidiana permeada nos limites dos espaços fortalecidos demonstram mais matizes e contradições do que se pode esperar em primeiro momento de percepção. Salienta que nem sempre a segregação e a violência configuram-se em marcas dos espaços urbanos. Do mesmo modo, nem sempre o Estado de direito e os espaços públicos, como as praças e ruas, são percebidos como campos da diversidade. As circunstâncias e conjunturas onde as fronteiras se misturam são fundamentais para o entendimento das hermenêuticas que os sujeitos fazem da própria sociedade[29].

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O reconhecimento da diversidade pressupõe a existência do paradigma epistemológico, que permite diferenciar as dissimilitudes que inferiorizam aquelas que não inferiorizam, no cenário social de desigualdade e de exclusões coexistindo no espaço dos não lugares, constituindo-se em desafio de buscar outra forma de integração e inter-relação com a diversidade se permitindo compreendê-las em sua estrutura lógicas e epistemológicas.

Observou-se perspectivas de um novo paradigma que permita aos indivíduos voltados para si próprios, não raro, alheios e indiferentes as diversas nuances de culturas, possam transformar os encontros e relações com o “outro” em alteridade significativa, fomentando novos modos de se relacionar com as diferenças, não admitindo o simbolismo de inferioridade e monólogo conferido a (pré)conceitos e verdades absolutas.

Os desafios das metrópoles requerem estratégias para a adequação da concepção de diversidade de modo inclusivo aos diferentes princípios, buscando novos meios, formas e recursos para efetivar o desenvolvimento urbano, promovendo a cidade acolhedora e humanizada, conscientizar, aprender e disseminar hábitos que se refletem em grandes mudanças na vida das metrópoles, e acabam ajudando no processo de concretizar so­­luções para o tecido urbano com ênfase na acessibilidade dos espaços e lugares adequados as necessidades humanas, que são relegadas a segundo plano em detrimento ao crescimento e avanços dos mais diversificados setores. É necessária a participação ativa de todos os setores da sociedade, envidando esforços conjuntos para obter soluções que propiciem melhoria concreta na qualidade de vida dos cidadãos da atualidade como também das gerações futuras.

4. REFERÊNCIAS

BOTELHO, Isaura. Dimensões da cultura e políticas públicas. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v.15, n.2, p.73-83, abr. / jun. 2001

BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. Tradução: Frank de Oliveira e Henrique Monteiro.. São Paulo: Editora 34/Edusp, 2000.

CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Petrópolis: Vozes, 1998.

ESCÓSSIA, Liliana da; KASTRUP, Virgínia. O conceito de coletivo como superação da dicotomia indivíduo-sociedade. Psicologia Estudos, Maringá, v. 10, n. 2, p. 295-304, 2005.

FONSECA, Cláudia da Graça; SILVA, Regina H. Alves da. Cartografias urbanas: lugares, espaços e fluxos comunicativos. In: ENECULT, 4., 2008, Salvador. Disponível em: http://www.cult.ufba.br/enecult2008/14401-02.pdf. Acesso em: 15 dez. 2009

LEFEBVRE, H. A Cidade do capital. Tradução: Maria H. R. Ramos; Marilena Jamur. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

MOREIRA, Fayga ; BARROS, José Márcio. Diversidade e identidades: fronteiras e tensões culturais no espaço urbano. Políticas Culturais em Revista, 2 (2), p. 50-59, 2009

PEUGNY, Camille. O destino vem do berço? Desigualdades e reprodução social. Campinas, SP: Papirus, 2014.

TUAN, Yi-Fu. Topofilia: um estudo da percepção, atitudes e valores do meio ambiente. Tradução: Lívia de Oliveira. Londrina: Eduel, 2012.

APÊNDICE – REFERÊNCIAS DE NOTA DE RODAPÉ

2. LEFEBVRE, H. A Cidade do capital. Tradução: Maria H. R. Ramos; Marilena Jamur. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

3. BOTELHO, Isaura. Dimensões da cultura e políticas públicas. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v.15, n.2, p.73-83, abr. / jun. 2001.

4. PEUGNY, Camille. O destino vem do berço? Desigualdades e reprodução social. Campinas, SP: Papirus, 2014.

5. MOREIRA, Fayga ; BARROS, José Márcio. Diversidade e identidades: fronteiras e tensões culturais no espaço urbano.Políticas Culturais em Revista, 2 (2), p. 50-59, 2009.

6. TUAN, Yi-Fu. Topofilia: um estudo da percepção, atitudes e valores do meio ambiente. Tradução:Lívia de Oliveira). Londrina: Eduel, 2012.

7. CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. Tradução: Frank de Oliveira e Henrique Monteiro.. São Paulo: Editora 34/Edusp, 2000.

8. MOREIRA, Fayga ; BARROS, José Márcio. Diversidade e identidades: fronteiras e tensões culturais no espaço urbano.Políticas Culturais em Revista, 2 (2), p. 50-59, 2009.

9. MOREIRA, Fayga; BARROS, José Márcio. Diversidade e identidades: fronteiras e tensões culturais no espaço urbano. Políticas Culturais em Revista, 2 (2), p. 50-59, 2009, p. 51.

10. FONSECA, Cláudia da Graça; SILVA, Regina H. Alves da. Cartografias urbanas: lugares, espaços e fluxos comunicativos. In: ENECULT, 4, 2008, Salvador. Disponível em: http://www.cult.ufba.br/enecult2008/14401-02.pdf. Acesso em: 15 dez. 2009, p. 2.

11. BOTELHO, Isaura. Dimensões da cultura e políticas públicas. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v.15, n.2, p.73-83, abr. / jun. 2001, p. 2.

12. BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

13. CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Petrópolis: Vozes, 1998.

14. MOREIRA, Fayga; BARROS, José Márcio. Diversidade e identidades: fronteiras e tensões culturais no espaço urbano. Políticas Culturais em Revista, 2 (2), p. 50-59, 2009.

15. MOREIRA, Fayga; BARROS, José Márcio. Diversidade e identidades: fronteiras e tensões culturais no espaço urbano. Políticas Culturais em Revista, 2 (2), p. 50-59, 2009, p. 55.

16. ESCÓSSIA, Liliana da; KASTRUP, Virgínia. O conceito de coletivo como superação da dicotomia indivíduo-sociedade. Psicologia Estudos, Maringá, v. 10, n. 2, p.295-304, 2005.

17. MOREIRA, Fayga; BARROS, José Márcio. Diversidade e identidades: fronteiras e tensões culturais no espaço urbano. Políticas Culturais em Revista, 2 (2), p. 50-59, 2009.

18. TUAN, Yi-Fu. Topofilia: um estudo da percepção, atitudes e valores do meio ambiente. Tradução: Lívia de Oliveira. Londrina: Eduel, 2012.

19. Idem Ibidem

20. Idem Ibidem, p. 144.

21. Idem Ibidem, p. 153.

22. Idem Ibidem, p. 138.

23. TUAN, Yi-Fu. Topofilia: um estudo da percepção, atitudes e valores do meio ambiente. Tradução: Lívia de Oliveira. Londrina: Eduel, 2012.p. 148.

24. Idem Ibidem, p. 139.

25. Idem Ibidem.

26. CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. Tradução: Frank de Oliveira e Henrique Monteiro. São Paulo: Editora 34/Edusp, 2000.

27. CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. Tradução: Frank de Oliveira e Henrique Monteiro. São Paulo: Editora 34/Edusp, 2000.

28. Idem Ibidem, p. 96.

29. Idem Ibidem.

[1] Mestrando em Ciências da Educação (UNIVERSIDAD GRENDAL). Especialista em Planejamento Educacional (UNIVERSO). Especialista em Cosmetologia Aplicada (FACULDADES OSWALDO CRUZ). Graduado em Química (UFSC).

Enviado: Outubro, 2019.

Aprovado: Dezembro, 2019.

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