A Perspectiva De Ensino E Aprendizagem Nos Ambientes Virtuais

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A Perspectiva De Ensino E Aprendizagem Nos Ambientes Virtuais
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ARAUJO, Inaura Soares de [1], TAHIM, Demetrius Oliveira [2]

ARAUJO, Inaura Soares De; TAHIM, Demetrius Oliveira. A Perspectiva De Ensino E Aprendizagem Nos Ambientes Virtuais. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 02, Vol. 01. pp 184-188, Abril de 2017. ISSN:2448-0959

RESUMO

A finalidade desse artigo é discutir A Perspectiva de Ensino e Aprendizagem nos Ambientes Virtuais, esse artigo teve um levantamento bibliográfico que foi enfatizada com pesquisas e análises minuciosas, realizada na modalidade a distância, com uso de ambientes virtuais de aprendizagem, todas as tecnologias podem ser usadas como mediação didático-tecnológica, por meio de tele aulas, e todos os meios que possibilitam o compartilhar e a autonomia do sujeito, na construção do conhecimento e na interação, em que há o intercâmbio maior de saberes, oportunizando a colaboração de várias pessoas, com os seus conhecimentos específicos, no processo de construção do conhecimento novo.

Palavras-Chave: Aprendizagem, Ambientes virtuais, Educação a Distância.

1. INTRODUÇÃO

A Educação a Distância (EAD) vem ganhando espaço no sistema educacional esse ambiente virtual é suprir a deficiência existentes e da maior qualidade no ensino, pois se utilizar ferramentas tecnológicas isso diminui a distância  entre aluno e professor, no entanto esse processo de ensino aprendizagem facilita para um aprendizado colaborativo, com acesso a todo as informações em qualquer lugar e o conhecimento dos mais variados, aproximar-se os alunos que estão distantes dos locais onde as aulas são dadas ou que não podem estudar em horários pré-estabelecidos.

Como ressalta no Decreto 5.622, de 19 de dezembro de 2005* da Lei de Diretrizes E Bases Da Educação Nacional (LDB):

Art.1º.Para os fins deste Decreto, caracteriza-se a educação a distância como modalidade educacional na qual a mediação didática pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos (BRASIL, P.183 2010).

No Brasil cada vez mais vem consolidando a crescendo a oferta de graduações EAD, o desenvolvimento econômico foi fundamental para a expansão nessa modalidade. As novas tecnologias possibilitam para uma educação com mais flexibilidade e uma aprendizagem cooperativa, nesse sentido percebe –se ensino com interdisciplinaridade e transdisciplinaridade com funções pedagógicas.

As ferramentas tecnológicas estão no dia a dia das pessoas onde percebe que vem com mudanças na educação, no meio sócio político e cultural, por é fundamental que o educador tenha o cuidado na utilização e a metodologia empregada   no processo ensino e aprendizagem. A educação a distância é mutável, o professor e aluno trabalha em hegemonia para poder do certo isso leva a a construção de paradigmas coletivos e aberta a diversidade isso é bom dá o aluno a liberdade de ser criativo nas aulas e torna-se um cidadão crítico.

2. A IMPORTÂNCIA DO PROFESSOR (EAD) E AS LEIS QUE SE APLICA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

As ferramentas tecnológicas que vai intermedia a ação do professor e o aprendizado do aluno. São esses recursos tecnológicos integrados na sala de aula, a proposta é que o conhecimento esteja alcance dos alunos, O professor vem buscando alternativas em que o aluno aprenda, mas também tenha autonomia, esse processo que possibilita um aprendizado sociointerativa, a legislação educacional criou essa modalidade para inserir   alunos nas escolas com isso aumentaria estudantes nas redes de ensino, visando uma melhoria social. O professor e aluno de Educação a distância tem que seguir as Leis e Diretrizes e bases da Educação Nacional (LDB), como ressalta no Decreto 5.622, de dezembro de 2005.

1°. A educação a distância organiza-se segundo a metodologia, gestão e avaliação peculiares, para as quais deverá está previsto a obrigatoriedade de momentos presenciais:

I. Avaliações de estudantes;

II. Estágios obrigatórios, quando previstos na legislação pertinentes;

III. Defesa de trabalhos de conclusão de curso, quando previsto na legislação pertinente; e

IV. Atividade relacionadas a laboratórios de ensino quando for o caso (BRASIL, p.183.2010).

Essa modalidade educacional tanto pode ser pública como privada, mas tem que ser um sistema educacional legal e institucional, isso dará a garantia de cursos com qualidade e credibilidade. A rapidez em que tecnologia se integra na vida do aluno e a transformação de novas metodologias de ensino e aprendizagem, percebe-se que a transformação do aluno nas escolas. A busca por uma ferramenta tecnológica deve ser vista como uma forma de se revitalizar antigas ferramentas, uma nova aparência para melhorar ou estimular as metas de aprendizagem. Além disso, deverá agregar valor, inovando os programas e processos já existente.

A inovação está no investimento, na formação dos professores e alunos e deve trazer benefícios ao aluno. As escolas devem possibilitar a formação da autoconsciência, a descoberta e invenções, as novas tecnologias e o espaço virtual revelam a transcendência do homem. Assim, tem-se na tecnologia, não só quando a serviço da educação, a possibilidade fazer as pessoas dialogarem e interagirem, numa vivência de comunicação.

2.1. O Desafio de Aprender em Ambiente Virtuais

Hoje em dia, é comum ver cursos a distância sendo oferecido presencial, semipresencial (parte presencial/ parte virtual ou a distância). Como ressalta na LDB:

Art.10 Compete ao ministério da Educação promover os atos de credenciamento de instituições para oferta de cursos e programas a distância para educação superior.

1°. O ato de credenciamento referido no caput considerará como abrangência para atuação da instituição de ensino superior na modalidade de educação a distância para fim de realização das atividades presenciais obrigatórias, a sede da instituição acrescida dos endereços dos polos de apoio presencial e as disposições da lei 10.870 de 19 de maio de 2004(BRASIL. P.185.2010).

A presencial é a dos cursos regulares, e o ensino convencional em qualquer nível, onde os professores e alunos se encontram sempre num local físico. A semi presencial acontece em parte na sala de aula e outra parte à distância, por meio das tecnologias. A educação a distância pode ter ou não momentos presenciais, mas acontece fundamentalmente com professores e alunos separados fisicamente no espaço e no tempo, mas podendo estar juntos utilizando as tecnologias de comunicação.

A educação a distância necessita proporcionar um ensino de qualidade para a aprendizagem, ou seja, para uma aprendizagem independente, multidisciplinar e pluridisciplinar, compreendendo esse método não apenas ensinar e aos conteúdos pedagógicos envolve também aspectos da realidade do aluno se ele está inserido ou não as ferramentas tecnológicas, mas como uma construção conjunta, em que discentes,  educadores tenham a responsabilidade e uma maior  proximidade possível com a realidade e a qualidade de ensino e aprendizagem. Destaca-se, ainda, a seriedade de um curso com métodos educacionais que integre o aluno a oficinas, fóruns, intercâmbios de experiências. Essa compreensão propõe a troca de conhecimentos

Apesar de todas as normas estabelecidas pelo uso das ferramentas tecnológicas, da melhoria nas relações entre docentes e estudantes, do sucesso e a autonomia e qualidade que educação a distância vem apresentando, supera todo as as expectativas esta modalidade educativa é um desafio para todos os envolvidos nesse processo, comprometido com o pensar continuadamente o sentido do conhecimento e das relações com o saber acumulado em constante transformação nas sociedades contemporâneas. A princípio, tem-se que o aluno da Educação a Distância deva possuir autonomia, autodisciplina e autodidatismo, que são atributos fundamentais para o processo de autoaprendizagem e sucesso do aluno em sua determinação.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Em se tratando do uso de novas tecnologias no sistema educacional, o que se percebe é que o docente se encontra inserido num e maranhado de conexões cujo centro é móvel, pois a mudança é frequente, esperada e, por vezes, extraordinária. A Educação a Distância, em que se faz uso de ambientes virtuais, requer a compreensão de que os elementos comunicativos, temporais e espaciais são assíncronos e, portanto, requer a concepção de metodologias e didáticas que orientem o aluno para autonomia, autodisciplina e autodidatismo, assim como, para o professor, a percepção de uma mudança significativa no modo da compreensão o seu papel.

Não há uma tecnologia específica a ser utilizada, nem uma forma única de utilização dos recursos tecnológicos, mas um leque de oportunidades educativas que as diferentes tecnologias revelam, cabendo ao professor adequá-las às necessidades e especificidades da escola e do alunado com que atua. Vale frisar que esse compartilhar não significa que o aluno deva caminhar sozinho, pois o professor deve compreender em que espaço esse processo opera, com interconexões e sociabilidades diferenciadas para que o processo educativo seja materializado.

Conclui-se que este artigo explanando a finalidade dos ambientes virtuais, em distintos níveis e modalidades de ensino, tais ambientes devem ser integrados aos processos de ensino e de aprendizagem, tanto como recursos pedagógicos, quanto como objetos de estudo e reflexão com vistas a identificar suas contribuições a esses processos e a estimular nos professores e nos seus alunos o uso ativo, interativo, inteligente e crítico desta tecnologia.

REFERÊNCIAS

BRASIL, LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (LDB) – Ed 2 – Rio de Janeiro 2010.

BRASIL, LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (LDB) – Ed 2 – Rio de Janeiro 2010.

BRASIL, LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (LDB) – Ed 2 – Rio de Janeiro 2010.

[1] Licenciada em Ciências Biológicas, mestranda em Educação e pós-graduada em Desenvolvimento do Meio Ambiente (Leão Sampaio – Juazeiro do Norte), lecionando Química.

[2] Formado em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), Mestre em filosofia pela Pontifícia Universidade Católica  do Rio Grande do Sul ( PUC/RS) e doutorando em Filosofia na UFC. Possui, também, Especialização em Docência em EAD e em Estudos Clássico

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