Gestão De Pequenos Negócios Em Meio À Pandemia Do Covid-19

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ARTIGO ORIGINAL

ALMEIDA, Cristiane Barbosa de Souza [1]

ALMEIDA, Cristiane Barbosa de Souza. Gestão De Pequenos Negócios Em Meio À Pandemia Do Covid-19. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 04, Vol. 02, pp. 103-117. Abril de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/ciencias-sociais/pequenos-negocios

RESUMO

O objetivo deste artigo foi discutir a importância de definir e aplicar métodos eficientes de combate à falência de pequenos negócios durante o período de crise causado pela pandemia do Covid-19. Com isso, procurou-se apresentar princípios e fundamentos da administração e gestão eficiente destes negócios, como também, mecanismos que apresentavam alternativas às dificuldades oriundas deste período. Para isso, foi adotada a metodologia descritiva a partir de pesquisa bibliográfica, desenvolvida a partir de material elaborado, constituído principalmente por livros, teses, dissertações e artigos científicos. Dessa forma, como resultado da pesquisa foi possível chegar à conclusão acerca da importância do conhecimento e/ ou implementação dos métodos conhecidos que criam alternativas eficazes para manutenção dos pequenos empreendimentos, convergindo assim com a renovação de práticas administrativas que visam ao salvamento do pequeno negócio.

Palavras-chave: administração, pequenos negócios, Covid-19, alternativas.

1. INTRODUÇÃO

No contexto atual, temos visto a grande crise que tem assolado o mundo, resultante do Coronavírus, que se iniciou na China no final do ano de 2019 e alastrou-se nos demais países no decorrer de 2020, e que permanece até a atualidade, tendo recebido a denominação de SARS-CoV-2, chamado popularmente de Covid-19, que tem causado a infecção e levado à grande mortandade da população mundial, registrando ao vírus o status de pandemia.

Neste ínterim, a partir da necessidade de resguardar as pessoas para evitar a proliferação e contágio do vírus, alguns governantes interromperam o funcionamento de inúmeros comércios e serviços, através do mecanismo denominado de Lockdown, o que tem conduzido muitos destes negócios e seus empreendedores a se desestabilizarem economicamente, com drástica queda em seus resultados comerciais devido a essa interrupção, e, sem conseguir programar alternativas viáveis para o seu negócio, consequentemente foram conduzidos à falência.

Levando-se isto em consideração, este artigo busca realizar a abordagem deste tema que tem sido tão presente em nosso cotidiano, visto que são estes empreendimentos que compõem a economia de nossa sociedade, e cuja falência resulta em desemprego de muitos trabalhadores que buscam a sobrevivência de suas famílias, e, portanto, se vierem a faltar, gerarão ainda mais sobrecarga na economia de nosso país, pois ao invés de assegurarem sua própria sobrevivência, dependerão do Estado para sanar suas necessidades primordiais, e, visto como muitas vezes o Estado tem falhado em assegurar aos cidadãos aquilo que lhes é básico para subsistirem, muitos chegam a um nível extremo de desespero.

Portanto, essa é a justificativa para a escolha deste tema, que ao relembrarmos e disseminarmos estes métodos alternativos para os empreendedores venha ser possível auxiliá-los na continuidade da prestação de serviços.

Desta maneira, no desenvolvimento deste estudo o objetivo geral ficou definido da seguinte forma: discutir o papel e a importância dos microempreendedores na economia brasileira e também o panorama dos pequenos negócios na crise do período pandêmico, e as diretrizes administrativas, métodos e alternativas a serem aplicadas para que o ocorra à manutenção da continuidade destes pequenos negócios.

No que diz respeito aos objetivos específicos, o enfoque é apresentar princípios e fundamentos da administração que se farão eficazes para a continuidade e /ou projeção destes negócios, com ênfase na crise até então estabelecida.

No que diz respeito à metodologia, a forma teórica foi a escolhida, fundamentada em artigos científicos e estudos publicados nos últimos meses. Foi adotada a metodologia descritiva a partir de pesquisa bibliográfica. Deste modo, a revisão bibliográfica permitiu a compreensão do estado atual acerca das pesquisas sobre o assunto, sendo esta, então, utilizada para desenvolvimento de todo este trabalho.

Outrossim, a investigação bibliográfica desenvolvida ocorreu a partir de material já elaborado, constituído principalmente de livros, teses, dissertações e artigos científicos. A pesquisa poderá contribuir ao maior conhecimento do assunto, proporcionando uma visão sobre a delimitação do tema.

Por fim, a estrutura deste artigo encontra-se dividida em seções a partir da revisão da literatura. Inicialmente, são apresentadas considerações sobre o empreendedor e os pequenos negócios, e posteriormente, a discussão se volta à crise do período pandêmico, e as alternativas de gestão que possibilitarão a manutenção da continuidade dos microempreendimentos, mesmo em tempos de crise, como este que estamos vivenciando.

2. A IMPORTÂNCIA DOS MICROEMPREENDEDORES NA ECONOMIA BRASILEIRA

O Empreendedorismo constitui-se em uma maneira inédita de se enxergar um produto ou oportunidade e/ ou de inovar em empresas ou serviços já existentes, mas que necessitam de uma renovação para que a sua capacidade de mercado possa ser ampliada. Sendo assim, podemos dizer que o empreendedor é alguém que se destaca na maneira de vislumbrar o mundo comercial em que está inserido, e é esta forma de reinventar como fornecedor de algum produto/ serviço, que tem dado início a negócios promissores, visto que o empreendedor começa a ter ideias até então inexploradas e totalmente inovadoras e diferenciadas.

Segundo o que defende Silva (2004), a criação de novos negócios é uma das mais importantes descobertas de luta contra o desemprego, onde pessoas que possuem qualificações e que possuem conhecimentos associados a um perfil empreendedor assumem a missão de desenvolver sua própria empresa e com isso gerar produção, renda e em seguida, novos postos de trabalho.

Isto quer dizer que esses pequenos negócios cooperam para que a engrenagem econômica de nosso país se estabeleça, concomitantemente assumindo a importância junto às grandes empresas, de fornecerem empregos, gerando assim renda para seus administradores e empregados, e contribuindo ativamente no sistema econômico de nossa sociedade.

De acordo com o que especifica Degen (2005) é essencial que se identifique as falhas responsáveis pela mortalidade precoce do negócio, falhas essas que podem ser provocadas por conta dos gestores no momento da criação e gestão de seus negócios, juntamente com outros fatores, como, a ausência de um comportamento empreendedor e a falta de planejamento, pois, segundo ele, torna-se indispensável um estudo prévio de todos os aspectos do negócio, como por exemplo, a localização, concorrência, público alvo, custos, etc, e, portanto, torna-se imprescindível que se tenha completo conhecimento do negócio que se espera empreender.

Silva (2004) estabelece que seja considerada essencial a questão de que as empresas de pequeno porte sejam capazes de uma maior flexibilidade no momento de lidar com os problemas, pois assim se tornam ainda mais inovadoras, sem deixarem de cumprir com todas as exigências impostas pelo mercado.

Como defende Leite (2002), o significado de ser um empreendedor indica alguém que tem capacidades tanto de ter iniciativa quanto de imaginar novas ideias, possuindo também a qualidade de flexibilizar essas inovações, transformando-as em oportunidades de negócio.

Desta forma, encontra-se o cenário ideal para que possa identificar as dificuldades enfrentadas nos períodos de crises, permitindo encontrar saídas alternativas para as dificuldades que se apresentarem ao seu negócio.

3. PANORAMA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NA CRISE DO PERÍODO PANDÊMICO

Após a disseminação do Coronavírus, as restrições que passaram a ser impostas como recurso para conter o avanço da propagação do vírus, incluíram ações como toque de recolher e Lockdown. No Brasil, o vírus começou a circular em meados de janeiro de 2020, após seu início na China e em grande parte dos países da Europa.

Sendo estes dois territórios grandes parceiros comerciais do Brasil, logo o abalo na economia começou a ser sentido em nosso país. Isso ocorreu já no mês de fevereiro de 2020, e logo em março, já se sentia os impactos financeiros que estas restrições causaram, tendo em vista o aumento no desemprego, a interrupção da livre comercialização, a imposição de restrições ao funcionamento do comércio, levando à interrupção de muitos empreendimentos.

De forma geral, a pandemia tem causado uma retração não apenas nos negócios, mas também nas pessoas a quem se destinam, pois ao verem o cenário econômico atual, deixaram de adquirir muitos produtos e serviços que antes lhes chamavam atenção, com medo de perderem os poucos recursos que ainda lhes sobram, adquirindo preferencialmente aquilo que é essencial.

No entanto, este momento de crise também tem sido apontado como um período em que foi registrado um grande aumento no número de microempreendimentos, visto que, com o aumento do desemprego, muitos têm buscado em atividades empreendedoras a resposta para sua sobrevivência.

Figura 1 – Representação da evolução do número de microempreendimentos no Brasil durante a pandemia:

Fonte: Portal do empreendedor e Sebrae, 2020.

Empreendimentos que possuem conhecimentos das alternativas para este período de recessão, e que utilizam estas ferramentas tem se mantido estáveis ao transpor este período de dificuldades, e é este conhecimento e aplicação que pode fazer toda a diferença no futuro comercial destes pequenos negócios, que acompanha também o reconhecimento da necessidade do mercado acerca das atividades consideradas como indispensáveis para a sociedade e sua efetiva implementação.

Segundo o que defendem Hisrich; Peters e Sheapherd (2009, p. 30), o empreendedorismo é “[…] o processo de criar algo novo com valor, dedicando o tempo e o esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psíquicos e sociais correspondentes […]”. Isto nos mostra que o empreendedor deve estar, de certo modo, pronto a enfrentar novos desafios, ciente de que dificuldades e crises poderão aparecer como percalços do seu caminho de sucesso empresarial, compreendendo que no decorrer da gestão de seus negócios irão ocorrer situações que envolverão questões que independerão de sua vontade e que exigirão a análise dos ambientes e suas incertezas.

Podemos observar isto por meio do que temos vivenciado acerca da crise que se estabeleceu com o advento da pandemia.

Pereira (2001, p. 57) salienta que gestão:

[…] caracteriza-se pela atuação em nível interno da empresa que procura otimizar as relações recursos-operações-produtos/serviços, considerando as variáveis dos ambientes externo e  interno que impactam nas atividades da empresa, em seus aspectos operacionais, financeiros, econômicos e patrimoniais.

No contexto da economia brasileira, apesar de já ter experimentado outros períodos de crise e recessões, os efeitos da economia sobre o setor financeiro são de certa forma, inéditos. Concomitantemente, tem sido imensamente expressiva a quantidade de pequenos negócios que tem chegado ao fim, devido principalmente a falta de conhecimentos administrativos empregados pelos seus dirigentes, bem como de estratégias que visem minimizar os impactos produzidos pela crise atual.

Figura 2 – Representação de MEIs no Brasil e suas principais atividades. Demonstra quais destas atividades foram as mais afetadas neste período:

Fonte: Portal do empreendedor e Sebrae, 2020.

Com tudo isso, as situações que estamos vivenciando atualmente, nos deixam atônitas, pois ninguém estava preparado para enfrentar a crise que foi gerada pelo Covid-19, e mesmo assim, o empresariado, de uma forma geral, que abrange tanto os pequenos como também os grandes negócios, são conclamados a se reinventar, ou seja, a transcender daquilo que já sabiam e faziam, e inovar suas ações comerciais, pois é dessa transformação que depende a permanência de seus empreendimentos.

4. ALTERNATIVAS QUE POSSIBILITARÃO A MANUTENÇÃO DA CONTINUIDADE DOS MICROEMPREENDIMENTOS

Na situação que o mercado brasileiro tem enfrentado na atualidade, resultante da crise causada de forma global pela pandemia gerada pelo Coronavírus, os micro empreendimentos se encontram diante da necessidade iminente de se readequarem ao mercado, através da busca por conhecimentos acerca das necessidades que tangem aos seus respectivos clientes.

Ainda estamos apenas no começo do processo de compreensão das implicações que o Coronavírus tem trazido para o empreendedorismo. Segundo a Endeavor (2020), estamos diante de uma crise que ainda não havíamos conhecido, com nuances inéditas, na qual não existe um manual pronto que sirva para nos dirigir através das dificuldades inerentes a ela, e, portanto, devemos aprender com as ações acertadas de outros que estão tendo sucesso em suas tentativas.

De acordo com o site do Sebrae (2020),

Cuidar da segurança e bem-estar dos colaboradores é o primeiro desafio posto pelo Covid-19 aos empreendedores. Como medida da prevenção, os funcionários devem ser informados acerca dos riscos de infecção e sobre os cuidados para diminuir a transmissão dos vírus. Ofereça materiais informativos e garanta suporte aos colaboradores.

Feito isso, é hora de tomar medidas que vão auxiliar a reduzir os impactos do coronavírus ao seu pequeno negócio. A crise pede cautela, mas também permite que soluções inovadoras contribuam para o crescimento da sua empresa em meio à instabilidade.

Figura 3 – Informações sobre os efeitos do Covid-19 nos negócios.

Fonte: Imagem do site do Sebrae, 2020, de onde a citação foi retirada.

Em conjunto a essas, outras ações poderão ser tomadas como alternativas viáveis, sendo algumas delas listadas a seguir:

  • Uso de mídias digitais, tanto para realizar o marketing do micro empreendimento, quanto também, para realizar a comercialização de seus produtos, através das lojas virtuais.
  • Há também a alternativa de promoverem promoções e liquidações, reduzindo o preço, de forma que seus produtos sejam enxergados de forma mais atrativas e acessíveis, possibilitando que permaneça no mercado.
  • Há também a alternativa de se investir na tecnologia da informação para melhoria de sistemas operacionais, aplicativos de comercialização com mecanismos de segurança mais eficazes, visto que, grande parte dos clientes deixa de se utilizar do recurso das compras nas plataformas digitais por receio de ter os seus dados pessoais expostos à ação de hackers e fraudes, visto da fragilidade dos sistemas que hoje existem. Desta forma, assegurar a confiabilidade do processo de comercialização digital passando ao cliente a segurança para efetivar suas compras, permitiria a que estes pequenos negócios pudessem ampliar seu comercio e fidelizar seus clientes de forma ainda mais expressiva.
  • Utilização da modalidade delivery para entrega dos produtos adquiridos, pois, no momento enquanto a grande maioria da população é conclamada a ficar em casa, para se resguardar de adquirir o vírus, o passo seguinte à compra do produto pelas ferramentas digitais é que o cliente possa recebê-los no conforto e segurança de seu lar. Esta alternativa tem se mostrado de grande utilidade para garantir a continuação de muitos pequenos empreendimentos.
  • Utilizar-se da modalidade do Home office, como forma tanto de resguardo dos funcionários quanto também se torna uma questão de redução de gastos, havendo boas vantagens para o empreendedor, como por exemplo, a economia com encargos sociais e vantagens fiscais, etc.
  • Assegurar a confiabilidade e durabilidade de seus produtos é também um fator importante não só neste momento, mas que deve permear toda a trajetória comercial destes empreendimentos. No entanto, neste momento ainda há uma necessidade que seja dada maior atenção a este aspecto, para que seja mais eficazmente estabelecida, de forma que possa garantir a fidelidade do cliente.
  • Inovação é o grande enfoque para atrair a atenção do mercado, seja personalizando o produto para que se enquadrem às necessidades do cliente, ou seja, na diversificação de serviços e produtos oferecidos. Para que isso ocorra é necessário buscar desenvolver sensibilidade para perceber as mudanças que o mercado apresenta, para que possa melhor se adequar a cada uma delas.
  • Capacitar-se também é de suma importância, ou seja, buscar adquirir conhecimentos que tornem o empreendimento único e com um reconhecido diferencial, principalmente nas ferramentas EAD.

De acordo com Giones (2020) para que possamos seguir em frente, o só esperar que as coisas voltem “ao normal” não é suficiente. O caminho para a superação das dificuldades por hora enfrentadas requer equilíbrio, resiliência, assim como permitir que os horizontes empresariais estejam abertos para que as novas oportunidades se apresentem.

5. CONCLUSÃO

Ao concluirmos este estudo, observa-se a importância de se discutir sobre as questões que se abatem sobre o cenário atual da crise causada pelo Covid-19, e sobre o impacto que vem causando sobre os microempreendimentos, assim como também sobre as alternativas necessárias para que ocorra o salvamento destes pequenos negócios e seu estabelecimento efetivo no mercado comercial brasileiro.

Neste contexto, se torna imperativamente necessário programar atitudes de proteção que propiciem tanto ao resguardo da pessoa deste microempreendedor, quanto de seus funcionários e também de seus clientes, para a preservação de sua saúde e integridade física.

Por outro lado, para que haja continuidade destes pequenos negócios, também se torna impreterivelmente necessária a adoção de ações de inovação voltadas a outras nuances do mercado, como por exemplo, lançar mão de recursos, tais como: mídias sociais, lojas virtuais, entregas de forma delivery, o oferecimento de maior diversificação na forma de pagamento, e primordialmente, zelar pela confiabilidade nos serviços e produtos oferecidos, sendo estes alguns exemplos das atitudes ou alternativas que podem ser tomadas para auxiliar na continuidade dos pequenos negócios.

De acordo com o que foi observado, podemos salientar a importância de se adotar alternativas dos pequenos negócios com o mercado financeiro. O mundo já vivenciou muitas crises nas economias de diferentes nações, recessões em vários contextos, mas a situação que este tempo tem trazido nos remota a fatos inusitados.

Assim sendo, nos deparamos com a importância dos conceitos administrativos já adquiridos, mas também com a importância de se transformar estes conhecimentos, inovando ações e atitudes, em esperança e resistência, projetando aquilo que se pretende almejar com o que pode efetivamente realizar, dentro de um cenário de restrições e imposições que a pandemia nos trouxe.

É salutar que os gestores dos pequenos negócios estejam dispostos a manter um olhar empreendedor sobre as questões inerentes à renovação na forma de projetarem e executarem seus negócios, pois no contexto atual, aquele que permanecer com a mesma mentalidade comercial nos anos anteriores, infelizmente fará parte dos empreendimentos que deixaram de existir nesta crise que enfrentamos.

REFERÊNCIAS

BARBOSA, Marina. Desde o início da crise, mais de 327 mil pessoas tornaram-se MEIs. Correio Braziliense, 08 jun. 2020. Economia. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2020/06/08/internas_economia,861916/desde-o-inicio-da-crise-mais-de-327-mil-pessoas-tornaram-se-meis.shtml. Acesso em: 06 mar. 2021.

DEGEN, Ronald. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo: Markon Books, 2005.

Dicas de gestão para negócios enfrentarem crise do coronavírus. SEBRAE, 18 mar. 2020. Pessoas / Saúde Ocupacional. Disponível em: https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/pb/artigos/dicas-de-gestao-para-negocios-enfrentarem-crise-do-coronavirus,46da24b353ee0710VgnVCM1000004c00210aRCRD. Acesso em: Acesso em: 07 mar. 2021.

ENDEAVOR. Navegando pela crise. Benchmarks Endeavor. Abr. 2020. Disponível em: < https://endeavor.org.br/pessoas/scaleups-navegando-crise>. Acesso em: 07 Mar. 2021.

GIONES, F. et al. Revising entrepreneurial action in response to exogenous shocks: considering the COVID-19 pandemic. Journal of Business Venturing Insights, Elsevier Ltda, nov.2020. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/343413060_Revising_entrepreneurial_action_in_response_to_exogenous_shocks_Considering_the_COVID-19_pandemic . Acesso em: 07 mar. 2021.

HISRICH, R. D.; PETERS, M. P.; SHEAPHERD, D. A. Empreendedorismo. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009.

LEITE, E. O Fenômeno do Empreendedorismo. 3 ed. Recife: Bagaço, 2002.

PEREIRA, C. A. Ambiente, empresa, gestão e eficiência. In: CATELLI, Armando (Org.). Controladoria: uma abordagem da gestão econômica – GECON. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2001.

SILVA, João Braz. O Uso de Ferramentas de Gestão Empresarial como Fator de Sucesso dentro das Empresas – Um Estudo de Caso. Dissertação – Mestrado em Engenharia de Produção, UFSC, Florianópolis, 2004.

[1] Mestra em Engenharia Industrial. Pós-graduada em Gestão de Pessoas. Bacharel em Administração com ênfase em Recursos Humanos.

Enviado: Março, 2021.

Aprovado: Abril, 2021.

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