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O desenho geométrico da velocidade relativa

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

LOMBARDI, Marcus Antonio [1]

LOMBARDI, Marcus Antonio. O desenho geométrico da velocidade relativa. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 11, Ed. 11, Vol. 01, pp. 66-72. Novembro de 2026. ISSN: 2448-0959. Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/filosofia/o-desenho-geometrico

RESUMO 

O artigo foca o esclarecimento da v. relativa relativística a partir de  desenhos geométricos na sequência dos diagramas de Minkowski. Também o  desenvolvimento da expressão lnc =1, e a pesquisa central é relacionar c e e consideradas como grandezas numéricas com ênfase no conceito de inverso de  uma grandeza.  (Minkowski, 1952).

Palavras-chave: Espaço-tempo, Número , Cálculo e linguagem. 

1. INTRODUÇÃO 

O exame de alguns itens da Relatividade restrita focou sobremaneira no  cálculo e na linguagem. Desenvolve-se em 1, o triângulo central dos diagramas  de Minkowski, , , e 1. Em 2. o encontro da grandeza com , que permitiu  calcular mais no enfoque gráfico a derivada ou a tangente de uma curva e a  retomada do gráfico da velocidade espaço temporal de 90 a 45 graus. Em 3,  aprofundar a relação entre  o conceito de número. Este sofre alguma  revisão na matemática que segue Minkowski; os números são bidimensionais,  são quadrivetores e existem na junção de espaço e tempo e 4. alguma aplicação  no contexto de uma linguagem em um cenário de realidades numéricas espaço temporais sempre em sintonia com a linguagem da física. Esta como em auxílio  da linguagem do espaço-tempo. 

  1. A busca de um desenho para esclarecer a v. relativa partiu de que a sua  equação poderia ser elevada ao quadrado e então tem-se o quadrado da v.  relativa e uma divisão de quadrados: no numerador (V+V) ao quadrado e no  denominador (1-VV) ao quadrado, no caso particular de V e V’ serem iguais. 

Muitos itens são envolvidos nesse contexto, por ex. o que é o número 1  que aparece na fórmula, também, o elevar ao quadrado quadrivetores não é um  procedimento usual. Ainda, o sinal de menos ou a regra de sinais. Há a tendência 

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nesta pesquisa de associar o sinal menos a movimento a esquerda e sinal mais  a movimento a direita em relação a uma origem. 

Quando colocamos 4 e 4 simétricos e opostos e dizemos que a v. relativa  é 8√2 aos poucos foi possível perceber que este desenho está em relação com  outro que é 0,5 + 0,5 = 1√2. Então para aproximar a este se problematiza 0,4 + 0,4 = 0,8√2 

O 1 da fórmula, no gráfico corresponde a 8.8=64, ou no caso de 0,4+0,4 corresponde a 

O 1 da fórmula corresponde a (0,4+0,4)², numerador, e no denominador  esse 1, (0,4+0,4)² , será subtraído de

que resulta uma área menor. 

A raiz quadrada dessa área menor é a metade da v. relativa, 0,4√2 e a v.  relativa é 0,8√2 

O mesmo para 0,5 + 0,5 = 1.√2 Agora, a comparação é feita para ver o  ângulo formado naquele triângulo central dos diagramas. Aqui tem-se 45 graus,  no caso 0,4 + 0,4 = 0,8√2 o ângulo é de 29 graus, e (sen29 +  cos29)0,8=11,3=0,8√2 

Também utilizando o gráfico se conclui que V=C e V’=C, V+V’=C. 

  1. Retoma-se o gráfico da v. relativa. O triângulo central se encontra dentro  de um quadrado. A vertical dele, como que indo ao infinito, produz tempo  infinito e espaço zero, o que resulta v. espaço temporal = zero. Se o  prolongamento é na horizontal, produz espaço infinito e tempo zero, que  resulta v. espaço temporal = ∞ 

Agora quando é desenhada a diagonal ela dá conta de uma totalidade. A  diagonal que representa a v. espaço temporal c, admitida por experimentação como velocidade limite.  (EINSTEIN, 1920).

Em uma consideração bastante teórica os eixos x e y da antiga teoria  poderiam ir ao infinito, mas no espaço tempo não. É como se indo longe no  espaço, por ex. uma linha, surgisse uma linha menor de grandeza inversa no 

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tempo, e no momento em que elas se igualam contando o valor c, se está contando no espaço e contando no tempo como em equilíbrio geométrico  entre as grandezas espacial e temporal. 

  1. A analogia entre c e e, vem de que a diagonal c como as demais v. espaço  temporais de 0 a c, no diagrama tem relação com as propriedades da  hipérbole, ou as coordenadas são uma inversa da outra. Essa  propriedade é também do número  

Pode-se teorizar que o número c está dentro da curva do número (e, ) e vem  que lnc está logo no início da curva; mas onde? É nesse contexto de cálculo e  linguagem que se coloca o problema da estátua de gelo. 

O problema envolve alguns termos diferentes na consideração do número  . Utiliza-se o termo encher, a estátua parte de zero e se enche em , 2,718, e o  termo esvazia, ela se esvazia de  quando coincide com , 0,368, se esvaziando  em direção a zero e ali começa a se encher de forma cíclica. 

O número 1, da fórmula ( )^x indica o zero, quando a estátua parte do  zero e começa a se encher, e o número 1, em , indica o infinito numérico,  quando a estátua cheia, começa a se esvaziar. 

Há aqui dificuldade com a palavra infinito numérico, que é como uma  sequência numérica que vai de zero a  e volta de até zero. 

Neste contexto se colocou o problema do ponto em que a estátua volta e se  esgota na origem, como que a meio caminho, problema este que não foi  solucionado. 

  1. Vai muito longe a questão do inverso da grandeza, ou melhor da  linguagem que dá conta do problema do inverso da grandeza. Foi a partir  da dedução da v. relativa feita utilizando quadrivetores, que se segue a  sugestão de números vinculados ao espaço tempo, ou não.

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Há algo na linguagem descritiva de números ou operações com números que  às vezes surpreende: “o inverso de 4 é ” surpreende porque 4 e estão ligados,  como espaço e tempo. 

Porque 4 não se separa de , espaço e tempo separados são entidades  vazias. Mas de outra parte é solicitado o conceito de inverso de uma grandeza,  posto separado da grandeza, por ex. para calcular ou desenhar uma média  proporcional. 

NOTAS 

1. É útil o gráfico das duas grandezas: , para x=1, a ordenada é 2,  para x=infinito a ordenada é 2,718, há a diferença 0,718. Para x=1,  tem ordenada zero, para x=infinito, a ordenada é 0,368, acima da origem  (0,0), mas 2,718 e 0,368 estão a direita do desenho. Se zero enche até  2,718 e desse número coincidindo com 0,368, se esvazia a zero, e  prossegue de forma cíclica. 

2. Os problemas e soluções que envolvem o espaço tempo tem grande  importância para o desenvolvimento desta pesquisa. 

3. A fórmula do intervalo, (delta s)^2 = (delta t)^2 – (delta x)^2 é melhor  compreendida comparada com o intervalo na antiga teoria. Os dados  apresentados em ‘Sincronizar Relógios no Espaço Tempo’, no item ‘A  velocidade relativa’, em um primeiro exame confirmam a fórmula.  (TAYLOR; WHEELER, 1992).

4. Não foi encontrada aplicação na proposta ou resolução de problema de  espaço tempo usando os pares de espaço-tempo, mencionados nos dois  artigos passados. 

5. Vale a pena observar: ln2,718=1 ln0,368=-0,999 e ln0,367=-1,002 

6. ln 2,02=0,703, quer dizer no ponto 2,718, está c, e no ponto 2,02, está . 

7. Fontes de pesquisa: não houve acréscimo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EINSTEIN, Albert. Relativity: the special and the general theory. New York: Henry Holt and Company, 1920.

MINKOWSKI, Hermann. Space and time. In: LORENTZ, H. A. et al. The principle of relativity: a collection of original memoirs on the special and general theory of relativity. New York: Dover Publications, 1952.

TAYLOR, Edwin F.; WHEELER, John Archibald. Spacetime physics: introduction to special relativity. 2. ed. New York: W. H. Freeman, 1992.

INFORMAÇÕES SOBRE OS AUTORES 

[1] Doutorado, Mestrado e Graduação em Filosofia. ORCID: https://orcid.org/0009-0006-7036-1508.

Contribuição dos autores:

Marcus Antonio Lombardi: Responsável exclusivo por todas as etapas de elaboração da obra, abrangendo de forma integral a concepção da ideia central, o planejamento metodológico, a coleta e análise analítica dos dados, a interpretação crítica dos resultados, além da redação completa, revisão e finalização do manuscrito.

INFORMAÇÕES SOBRE O MATERIAL

Conflito de interesse: 

N/A.

Agradecimentos:

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Financiamento:

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Nota de presença de IA:

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Informações sobre Direitos Autorais e Licença:

Este é um artigo de Acesso Aberto distribuído sob os termos da Creative Commons Attribution License, que permite uso, distribuição e reprodução irrestritos em qualquer meio, desde que o autor e a fonte originais sejam creditados.

Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.

  • ISSN (versão eletrônica): 2448-0959
  • Licença Creative Commons: Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

Histórico da Publicação:

Material recebido: 27 de janeiro de 2026.

Material aprovado pelos pares: 03 de setembro de 2026.

Material editado aprovado pelos autores: 23 de outubro de 2026.

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Marcus Antonio Lombardi

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