Reabilitação de Pacientes com Perda Auditiva Neurossensorial Unilateral Profunda

0
1613
DOI: ESTE ARTIGO AINDA NÃO POSSUI DOI SOLICITAR AGORA!
Reabilitação de Pacientes com Perda Auditiva Neurossensorial Unilateral Profunda
5 (100%) 6 vote[s]
ARTIGO EM PDF

LOSS, Thaís Baratela [1] FARIA, Mariana Bastos [2] ESPÓSITO, Mário Pinheiro [3]

LOSS, Thaís Baratela; et.al. Reabilitação de Pacientes com Perda Auditiva Neurossensorial Unilateral Profunda. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Edição 8. Ano 02, Vol. 03. pp 59-68, Novembro de 2017. ISSN:2448-0959

RESUMO

O presente artigo tem por objetivo analisar os aspectos relacionados à presbiacusia e perda auditiva neurossensorial unilateral. A questão-problema deste artigo pode ser assim definida: qual o método mais eficaz de reabilitação do indivíduo com perda auditiva tipo neurossensorial unilateral profunda com audição preservada na orelha contralateral, considerando que o paciente tem um grau profundo de perda em um ouvido e, no outro, audição preservada?. O objetivo-geral deste artigo consiste em: sugerir o método mais eficaz de tratamento, comparando o tratamento destes pacientes com próteses auditivas e implante coclear do lado da perda, considerada a extensão da perda auditiva. Para sugerir o método mais eficaz de tratamento optou-se por uma revisão bibliográfica dos estudos nacionais e internacionais acerca do tema. Tendo em vista a vasta extensão das referências associadas à perda auditiva, optou-se por fazer uma análise secundária, com os dados colhidos em pesquisa anteriores, contidas, especialmente, nas bases de dados Scielo, PubMed e outras relacionadas. Como limitação do método empregado, anota-se uma certa impossibilidade de verificar outros fatores que podem ser associados como doenças genéticas ou hábitos cotidianos prejudiciais. Como resultados concluiu-se que o Implante Coclear (IC) é o método mais indicado, por apresentar respostas significativas nos usuários avaliados.

Palavras-chave: Implante Coclear, Próteses Auditivas, Perda Auditiva Neurossensorial Unilateral.

1. INTRODUÇÃO

Um dos fenômenos mais significativos no Brasil tem sido o do envelhecimento populacional. De acordo com dados do IBGE (2015), a população estimada em 2015 era de 204,9 milhões de pessoas, com crescimento anual de 1%, entre 2005 e 2015. Nesse mesmo período, a parcela de adultos passou de 36,2% para 41%, bem como a parcela da população, formada por pessoas com mais de 60 anos subiu de 9,8% para 14,3%. Desse modo, pode-se verificar que o crescimento da população acima de 60 anos é uma realidade demográfica consistente no país. A realidade brasileira passa a ser, portanto, marcada pela temática do envelhecimento, o que provoca reflexões importantes, no tocante aos aspectos da saúde dessa população.

Nesse contexto, é forçoso afirmar que uma das principais alterações sensoriais associadas ao envelhecimento é a perda ou deficiência auditiva. Reconhecidamente, o envelhecimento provoca alterações físicas, psicológicas e sociais, e uma das principais alterações diz respeito à capacidade auditiva. Denomina-se presbiacusia a perda auditiva associada ao envelhecimento.

Cabe ressaltar que os idosos que são acometidos pela presbiacusia experimentam uma diminuição da sensibilidade auditiva e redução da intelegibilidade da fala, o que pode, a depender da extensão da perda, comprometer a comunicação verbal.

Nesses casos, há uma discussão importante a respeito dos métodos mais efetivos de reabilitação do indivíduo portador de presbiacusia. Alguns estudos apontam para a prevalência do implante coclear como método mais efetivo de enfrentamento do problema, ao passo que outros estudos apontam em direção contrária, apregoando uma maior eficácia das próteses auditivas osteoimplantáveis.

Ademais, além da presbiacusia, há outras causas de perda auditiva neurosensorial unilateral, que podem ser mencionadas: a) neurinoma, em que o nervo vestibulococlear tem sua bainha de mielina degradada por tumores, gerando perda auditiva progressiva; b) congênita, quando ocorrem mutações genéticas, que causa a perda unilateral irreversível; c) traumas, tais como acidentes de trabalho, carro, ou exposição ao ruído excessivo e constante. Todas essas formas podem ocasionar a perda auditiva e a busca por métodos mais eficazes de enfrentamento do problema, assim como a presbiacusia, são objetivos deste trabalho.

Nesse sentido, o presente artigo se propõe a discutir o tema, apontando as realizações das duas vertentes teóricas, avaliando os métodos empregados, para sugerir, ao final, os métodos mais adequados de reabilitação dos portadores perda auditiva neurossensorial unilateral, a depender, é claro, da extensão dessa perda.

2. QUESTÃO-PROBLEMA

Tendo em vista a importância do tema tratado neste artigo, a questão-problema que pode ser assim definida: qual o método mais eficaz de reabilitação do indivíduo com perda auditiva tipo neurossensorial unilateral profunda com audição preservada na orelha contralateral, considerando que o paciente tem um grau profundo de perda em um ouvido e, no outro, audição preservada?

3. OBJETIVO-GERAL

O objetivo-geral deste artigo pode ser assim descrito: sugerir o método mais eficaz de tratamento dos pacientes com perda auditiva neurossensorial unilateral, comparando o tratamento destes pacientes com próteses auditivas ósteoimplantadas e implante coclear do lado da perda, considerada a extensão da perda auditiva.

4. METODOLOGIA

Para sugerir o método mais eficaz de tratamento dos portadores de presbiacusia e a perdas auditivas neurossensoriais unilaterais, optou-se por uma revisão bibliográfica dos estudos nacionais e internacionais acerca do tema. Tendo em vista a vasta extensão das referências associadas à perda auditiva, optou-se por fazer uma análise secundária, com os dados colhidos em pesquisa anteriores, contidas, especialmente, nas bases de dados Scielo, PubMed e outras relacionadas ao tema.

Como limitação do método empregado, tem-se que há uma certa impossibilidade de verificar outros fatores que podem ser associados à presbiacusia, como doenças genéticas ou hábitos cotidianos prejudiciais. Portanto, a análise sobre as perdas auditivas não comporta avaliações mais detidas sobre os hábitos e predisposições genéticas, que não foram abordadas nos estudos que foram avaliados.

Tratamento/Análise dos dados

Os dados foram tabulados e tratados, considerando a extensão e amplitudes de suas fontes primárias, para melhor compreensão deste trabalho.

5. Referencial Teórico

A tecnologia é uma forma complementar de apoio à reabilitação dos pacientes de perdas auditivas neurossensoriais. Todavia, verifica-se a ocorrência de indivíduos que não se adaptam às próteses convencionais, o que aduz a possibilidade de que o implante coclear possa ser indicado para esses pacientes, pois:

A adaptação ao uso de prótese auditiva costuma ser um processo complexo, especialmente para os idosos que, geralmente, requerem mais tempo para assimilar todas as etapas do processo de adaptação e ajustamento à amplificação[4].

De acordo com Miranda et al (2008), para auferir as dificuldades e benefícios do uso de próteses auditivas por idosos, foi realizado um estudo demonstrativo com pacientes que atendiam aos seguintes critérios: a) ter mais de 60 anos, b) ser portador de perda auditiva neurossensorial de grau leve a moderadamente severo bilateral; c) não apresentar incapacidades locomotoras; d) terem recebido as próteses auditivas no período máximo de duas semanas. O estudo teve aprovação prévia do Conselho de Ética da UNIFESP.

A partir dos critérios, foram selecionados 40 idosos, dos quais 31 foram até o final dos procedimentos de análise. Miranda et al (2008), descreve que os idosos participante dos estudos foram assistidos por fonoaudiólogas e participaram de encontros de esclarecimento a respeito da perda auditiva e sobre o uso das próteses.

Dentre os dados trazidos pelos autores, é possível notar que 28,5% dos participantes apontaram, como dificuldade, “entender o que as pessoas falam”, ao passo que apontaram, enquanto benefício, “melhorias na vida social/profissional” (22,7%), “diálogo com familiares e amigos” (33,9%) e “relacionamento com familiares e amigos” (45,9%).

Como conclusão, os autores apontam que “existe relação estatisticamente significativa para o benefício de melhora da autoestima e da qualidade de vida”. Assim, o estudo sugere que as próteses auditivas têm boa aceitação e trazem benefícios importantes na qualidade de vida dos idosos, embora caiba ressaltar que a perda auditiva é minimizada, não recuperada.

5.1. AASI, IMPLANTE COCLEAR E PRÓTESES OSTEOIMPLANTÁVEIS

Os aparelhos de Amplificação Sonora Individual (AASI) proporcionam aos portadores de perda auditiva relativa melhora no entendimento da fala e percepção dos sons. Por sua vez, o implante coclear, dispositivo eletrônico computadorizado, inserido cirurgicamente, proporciona uma recuperação parcial e sua indicação depende de exames detalhados para medir a extensão da perda auditiva. Desse modo, há duas possibilidades em tela, no tocante ao tratamento dos pacientes com perda neurossensorial.

5.2. TIPOS DE PRÓTESES AUDITIVAS (AASI).

Atualmente, no mercado, há diversas próteses auditivas, que são – em sua maioria, devido ao preço – acessíveis a uma camada mais restrita da população. É verdade, porém, que o Sistema Único de Saúde oferece gratuitamente próteses auditivas aos portadores de perda auditiva, a depender do grau. Porém, ainda há uma parcela significativa da população que não tem acesso a esse equipamento.

Todavia, a adaptação de próteses auditivas em indivíduos com perdas auditivas é uma tarefa desafiadora. Especialmente em indivíduos com perdas assimétricas, a questão do aparelho e da frequência adequada, requer um cuidado maior por parte do profissional da área.

Nesse sentido, recomenda-se, inicialmente, a meatoscopia, para a visualização do meato acústico externo. Tal exame se mostra necessário, em virtude da possibilidade de fatores que possam ser impeditivos da utilização da prótese, tais como: excesso de cerúmen, infecções ou malformações congênitas do conduto auditivo externo, que podem, no futuro, prejudicar a adaptação dos moldes auriculares.

5.3. CRITÉRIOS DE INDICAÇÃO DO IMPLANTE COCLEAR

De acordo com a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial ABORLCFF, há indicações para o implante coclear: a) quando for identificada perda auditiva neurossensorial severa ou profunda bilateral; b) quando não for registrado benefício por um período mínimo de 3 meses com uso de Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI); c) quando o resultado de reconhecimento de sentenças em formato aberto com o uso de AASI for igual ou menor que 50%.

Desse modo, os critérios estabelecidos pelas Associações – parecem sugerir que o implante coclear é recomendável quando não for possível a reabilitação por meio de AASI.

5.4. PRÓTESES AUDITIVAS OSTEOIMPLANTÁVEIS

Os AASI são, em geral, os aparelhos mais utilizados para a reabilitação auditiva. Todavia, problemas como efetivos de oclusão, alergias e inadaptação aos moldes auriculares, problemas de orelha média, dentre outros, podem inviabilizar a utilização desses dispositivos por determinados pacientes.

Por essa razão, as próteses osteoimplantáveis, de acordo com estudos mais recentes, parecem ser uma solução satisfatória. Esses equipamentos tem a vantagem de captar o som e enviar diretamente para o implante, por meio do condutor. Após receber a onda sonora, o implante processa o sinal elétrico por meio do transdutor e transmite essas ondas sonoras aos ossículos, por meio de vibrações mecânicas.

Desse modo, as próteses osteoimplantáveis parecem, de acordo com estudos (SEIFERT, 2002), produzir um efeito melhor do que o AASI, pela redução dos ruídos e maior possibilidade de reconhecimento de fala.

6. RESULTADOS E DISCUSSÃO

De acordo com IKARI et al (2012), “devido aos avanços da tecnologia dos implantes cocleares, indivíduos com deficiência auditiva grave a profunda puderam ouvir sons e reconhecer falar em diferentes graus”

Nesse esteio, Spilmann e Dillier (1990) realizaram testes aos pacientes usuários de AASI e pacientes com dois tipos diferentes de IC e concluíram que os pacientes com IC apresentaram melhores respostas nas avaliações audiológicas.

Por sua vez, Ching et al (2004), analisaram 21 adultos e concluíram que as melhores respostas aos exames audiológicos foram dadas por pacientes que faziam uso de AASI e IC, de forma combinada. Todavia, quando aplicados os testes aos usuários das duas formas de tratamento isoladas, os pacientes que utilizavam-se do IC apresentaram resultados melhores.

Medindo aspectos comportamentais, Mo et al avaliaram 84 pacientes com perda auditiva profunda. Concluíram os autores que os pacientes submetidos a IC apresentaram, além de melhores resultados nos exames audiológicos, também menor índice de ansiedade e depressão.

Em um estudo mais completo, Hamzavi et al, mediram a percepção de fala em pacientes com perda auditiva profunda, na fase pré-implantação e 12 meses depois do AASI e do IC. As conclusões dos estudos apontam que os pacientes com IC obtiveram uma melhoria nos testes, em média de 90%, ao passo que os usuários de AASI melhoraram nos testes em 37%. Ainda, os usuários de IC apresentaram melhores em teste monossilábicos e de ruídos, maiores que os usupários de AASI.

Note-se, ainda, que o critério de seleção para o IC tem sofrido, ao longo dos anos, modificações. Atualmente, recomenda-se o IC para pacientes que enfrentam perde neurossensorial unilateral de grau servero a profundo bilateral. Entretanto, nos casos de IC, ainda não há consenso a respeito da conduta adequada na orelha não-implantada.

Todavia, conforme apontam alguns autores (BESS, 1986), a audição unilateral se mostra insuficiente em vários aspectos relacionados à aprendizagem, reconhecimento de falas e situação de ruído.

Portanto, o que se verifica nas pesquisas atuais é a possibilidade da utilização do AASI contralateral ao IC, prática recomendada pelo Consenso Internacional em 2005 (OFFECIERS, 2005).

Desse modo, autores concluíram que (OFFECIERS, 2005) que o paciente usuário de IC associado ao AASI na orelha contralateral tem melhores desempenho em testes audiológicos, razão pela qual a utilização do IC combinado ao AASI contralateral parece ser recomendada.

Não obstante, os estudos avaliam que o IC tem efeitos mais significativos que as próteses osteoimplantáveis  (ROBBINS, 2000), na medida que o IC possibilita um maior grau de reconhecimento de fala que os modelos osteoimplantáveis, bem como foi verificado a redução dos ruídos, por meio do IC, o que ainda pode ser verificados nas próteses.

CONCLUSÃO

De acordo com a revisão teórica dos estudos apontados neste trabalho, informam que os benefícios do IC são sensivelmente maiores, quaisquer que sejam os grupos etários de pacientes estudados.

Especialmente no grupo de idosos, estudos como os de MIRANDA et al (2008), apontam que há sensíveis benefícios na qualidade de vida quando se faz uso desses tratamentos. Embora o mencionado estudo aponte apenas os benefícios relativos a próteses auditivas, é possível identificar que a melhoria da qualidade de vida dos idosos se dá também por meio do IC.

Ademais, a revisão da literatura indicou que os pacientes usuários do IC apresentam respostas melhores nos exames audiológicos, nas modalidades de percepção de fala, monossilábica e de ruídos, o que sugere a eficácia do método e sua prevalência em relação a AASI.

Importa ressaltar, ainda, que a revisão teórica das publicações das Associações Brasileiras, parece indicar que o IC deve ser indicado, para pacientes com perda auditiva neurossensorial profunda. A revisão sugere relativa preferência pelo AASI, o que não parece estar respaldados nos estudos atuais sobre o tema. Em nossa avaliação, a preferência pelo AASI remete, possivelmente, a um relativo desconhecimento das potencialidades do IC, o que pode ser, com o tempo, modificado.

Outrossim, impende afirmar que os estudos mais recentes concluem que o IC tem prevalência de resultados positivos em relação às próteses osteoimplantáveis, razão pela qual, considerado que ambos se afiguram procedimentos relativamente invasivos, parece ser mais recomendável o implante coclear.

Por fim, sugere-se que os estudos sobre o IC sejam aprofundados para indicar, com maior precisão, a partir de que níveis de perda auditiva o implante passa a ser recomendado. Avalia-se que o IC pode ser utilizado não apenas em pacientes com perda auditiva profunda, mas faz-se necessário um respaldo teórico maior sobre os níveis de perda recomendados para a indicação desse procedimento.

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OTORRINOLARINGOLOGIA E CIRURGIA CÉRVICO-FACIAL – ABORLCFF. Critérios de indicação para Implante Coclear. Disponível em http://www.aborlccf.org.br/imageBank/DIRETRIZES_PUBLICACAO%20SITE.pdf. Acesso em 18/06/2017.

ASSOCIAÇÃO DE DEFICIENTES AUDITIVOS, PAIS, AMIGOS E USUÁRIOS DE IMPLANTE COCLEAR – ADAP. A evolução nos critérios de indicação ao Implante Coclear. Disponível em http://www.adap.org.br/site/index.php/artigos/230-a-evolucao-nos-criterios-de-indicacao-ao-implante-coclear. Acesso em 19/06/2017.

BESS FH, Tharpe AM, Gibler AM. Auditory performance of children with unilateral sensorineural hearing loss. Ear Hear. 1986.

CHING TY, Incerti P, HILL M. Binaural benefits for adults who use hearing aids and cochlear implants in opposite ears. Ear Hear. 2004; 25(1):9-21. 2.

HAMZAVI J, Franz P, BAUMGARTNER WD, GSTÖETTNER W. Hearing performance in noise of cochlear implant patients versus severely-profoundly hearing-impaired patients with hearing aids. Audiology. 2001;40(1):26-31.

IKARI, Liliane Satomi. BITTENCOURT, Aline Gomes; DELLA TORRE, Ana Adelina Giantomassi, BENTO, Ricardo Ferreira, TSUJI, Robinson Koji, NETO; BRITO, Rubens Vuono. Surdez pós-lingual: benefícios do implante coclear versus prótese auditiva convencional. Disponível em http://www.producao.usp.br/bitstream/handle/BDPI/40497/S1808-86942012000200019.pdf?sequence=1. Acesso em 20/06/2017.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio Contínua.  Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/pesquisas/pesquisa_resultados.php?id_pesquisa=149. Acesso em 10/06/2017.

MIRANDA, Elisiane Crestani; CALAIS, Lucila Leal; VIEIRA, Eliara Pinto; CARVALHO, Laura Maria Araújo de; BORGES, Alda Christina Lopes de Carvalho; IORIO, Maria Cecília Martinelli. Dificuldades e benefícios com o uso de prótese auditiva: percepção do idoso e sua família. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-80342008000200011. Acesso em 19/06/2017.

MO B, HARRIS S, LINDBAEK M. Cochlear implants and health status: a comparison with other hearing-impaired patients. Ann Otol Rhinol Laryngol. 2004;113(11):914-21.

OFFECIERS E, Morera C, Müller J, Huarte A, Shallop J, Cavallé L. International consensus on bilateral cochlear implants and bimodal stimulation. Acta Oto-laryngol. 2005.

PEREIRA, Mariana Blecha; FERES, Maria Cristina Lancia Cury. Próteses auditivas. Disponível em http://auditivo.fmrp.usp.br/proteses_auditivas.php . Acesso em 19/06/2017.

ROBBINS AM. Rehabilitation after cochlear implantation. In: Niparko JK, Kirk KI, Mellon NK, Robbins AM, Tucci DL, Wilson BS, editors. Cochlear implants: principles and practices. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins; 2000.

SILVEIRA KMM, HULL RH. Perda auditiva na terceira idade o que pode ser feito para melhorar a qualidade de vida. In: XVI Encontro Internacional de Audiologia. Rio de Janeiro; 2001. Anais. 2001.

SPILLMANN T, DILLIER N. Comparison of hearing aids and cochlear implants in profoundly and totally deaf persons. Br J Audiol. 1990;24(4):223-7.

[1] Médica pelas Faculdades Integradas Aparício Carvalho e R2 em Otorrinolaringologia no Hospital Otorrino de Cuiabá.

[2] Médica pela Faculdade Atenas de Paracatu/MG e R3 em Otorrinolaringologia no Hospital Otorrino de Cuiabá.

[3] Orientador. Coordenador da Residência Médica em Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial do Hospital Otorrino de Cuiabá/MT.

[4] MIRANDA, Elisiane Crestani; CALAIS, Lucila Leal; VIEIRA, Eliara Pinto; CARVALHO, Laura Maria Araújo de; BORGES, Alda Christina Lopes de Carvalho; IORIO, Maria Cecília Martinelli. Dificuldades e benefícios com o uso de prótese auditiva: percepção do idoso e sua família. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-80342008000200011. Acesso em 19/06/2017.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here