Percepção do público consumidor acerca dos cosméticos a base de aloe vera e seus benéficos para a pele

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

RAMOS, Fabrina da Silva [1], MENDES, Alice Lima Rosa [2], COELHO, Angélica Gomes [3]

RAMOS, Fabrina da Silva. MENDES, Alice Lima Rosa. COELHO, Angélica Gomes. Percepção do público consumidor acerca dos cosméticos a base de aloe vera e seus benéficos para a pele. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 06, Ed. 12, Vol. 12, pp. 61-76. Dezembro de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/percepcao-do-publico

RESUMO

A Aloe vera, planta conhecida popularmente como babosa, é amplamente empregada no tratamento tópico de queimadura, além de contribuir para o estímulo da produção de fibroblastos e aumento da síntese de colágeno na pele, prevenindo o aparecimento de rugas. Diante disso, o objetivo desse trabalho é avaliar a percepção da comunidade sobre os benefícios do uso de Aloe vera (babosa) em produtos cosméticos tendo em vista suas funções cicatrizante, adstringente, anti-inflamatória e imunomoduladora no combate a rugas e aumento da elasticidade da pele. A pesquisa ocorreu no município de Teresina-PI em 2020, onde a coleta de dados foi realizada via formulário eletrônico, que ficou disponível na plataforma Google Forms. A pesquisa apresentou um total de 152 formulários eletrônicos respondidos sobre o consumo e conhecimento dos produtos à base de Aloe vera. Dentre os dados coletados, detectou-se que 74% dos participantes sabiam que o produto à base da planta prevenia o envelhecimento precoce da pele, sendo a principal motivação do uso relatada por 37% dos participantes. No entanto, 41% dos participantes afirmaram não saber dos benefícios da babosa na diminuição de rugas e aumento da elasticidade da pele. Logo, pode-se concluir que os benefícios relacionados ao uso da planta ainda não são plenamente explorados na população pesquisada. Diante disso, mostra-se promissor o interesse sobre a utilização de produtos cosméticos a base de Aloe vera para o combate de rugas e elasticidade da pele através da exploração de novos produtos voltados para esse fim.

Palavras-chave: Aloe vera, Antienvelhecimento, Antirrugas, Elasticidade.

INTRODUÇÃO

O envelhecimento da pele é um processo frequente no qual ocorrem gradativamente alterações morfológicas e funcionais. Há uma decadência nas funções biológicas e na capacidade de se adaptar ao estresse metabólico. A passagem do tempo está relacionada a parte dessas alterações, embora a exposição à radiação solar tenha um papel de liderança no envelhecimento epitelial (TEIXEIRA, 2015).

Sabe-se que uma pele envelhecida pode ser mais suscetível a enfermidades cutâneas, além de afetar a qualidade de vida, devido ao impacto psicológico do envelhecimento cutâneo. O surgimento de sinais de envelhecimento cutâneo pode, em muitos casos, desencadear alteração da autoimagem, da autoestima e induzir quadro depressivo (RODRIGUES et al., 2017).

Cosméticos são substâncias, misturas ou formulações, que tem como proposta atuar nas estruturas externas do corpo humano, como a pele e os cabelos, auxiliando o metabolismo para que possa realçar características estéticas agradáveis ao usuário, retardar o envelhecimento, promover a limpeza, a saúde, bem-estar e beleza (SILVEIRA, 2016).

Este cenário proporciona um promissor berço tecnológico no desenvolvimento de produtos cosméticos de origem vegetal que, além de inovadores e pioneiros, possuem matéria-prima abundante em todo território nacional, o que garante vantagem competitiva na conquista do mercado exportador e o desenvolvimento de produtos nacionais, com grande potencial de penetração no mercado internacional, principalmente os produtos cosméticos certificados (ABIHPEC, 2015; ABIHPEC, 2016).

A Aloe barbadensis (ou Aloe vera), planta conhecida popularmente como babosa, apresenta conteúdo incolor de aspecto viscoso extraído do parênquima das folhas. Possui ação adstringente, impedindo o aparecimento das cicatrizes. Tem função antibacteriana, antifúngica e antiviral, é amplamente empregada no tratamento tópico de queimadura e estudos demonstram o potencial e a eficácia na cicatrização de lesões desta natureza (COLET et al., 2015).

METODOLOGIA

A pesquisa foi realizada no município de Teresina – PI, através de uma pesquisa de mercado acerca do tema abordado possuindo estrutura com perguntas relacionadas ao tema em análise (APÊNDICE A). O fator limitante para o número de pessoas respondentes foi o tempo delimitado para a pesquisa.

A pesquisa foi realizada no município de Teresina – PI, onde a coleta de dados foi realizada via formulário eletrônico disponível na plataforma Google Forms. O público de respondentes foi composto por estudantes de graduação e a amostragem aconteceu através da metodologia bola de neve, que se trata de uma técnica de amostragem não probabilística, onde os indivíduos selecionados inicialmente para a pesquisa convidam novos participantes da sua rede de amigos e conhecidos. O formulário ficou disponível na plataforma para os respondentes no período de 28/10/2020 a 12/11/2020, o qual gerou uma amostra satisfatória para a pesquisa. Os dados coletados foram dispostos em gráficos organizadas através do Software Microsoft Excel®. Os dados foram apresentados por estatística descritiva.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Na execução deste estudo, foi obtido um total de 152 formulários eletrônicos respondidos sobre o consumo e conhecimento dos produtos à base de Aloe vera, a fim de se entender os principais usos pelos consumidores e identificar o conhecimento deles em torno dos benefícios da planta. Como visto no Gráfico 1, foi detectado que 96% dos respondentes afirmaram já ter ouvido falar sobre o produto, enquanto 88% afirmaram já ter usado.

Além disso, 91% dos participantes afirmaram ter gostado do produto usado e para 86% dos respondentes houve percepção de eficácia após o uso. Esses dados evidenciaram que os produtos à base de Aloe vera, são usados e conhecidos por grande parte do público consultado, demonstrando que o produto é bem explorado pelo mercado, além de se demonstrar eficaz em vários aspectos e tipos de uso pelos consumidores. A Aloe barbadensis, vulgarmente chamado de babosa, é uma planta que tem sido utilizada há séculos pelas suas propriedades relacionadas com a beleza, saúde e cuidados de pele. Os principais componentes ativos das folhas de aloe incluem mucilagens – acemanano (polissacáridos heterogéneos), mistura de polissacáridos ricos em manose, glucomanas neutras e com ácido glucorónico, glicoproteínas (lectinas), compostos antracénicos (aloína A, aloína B e aloesina), aminoácidos, enzimas e sais minerais. Muitos dos benefícios associados ao aloe têm sido atribuídos aos polissacárideos contidos no gel das folhas (ALVES, 2015).

Os produtos antienvelhecimento à base de produtos naturais melhoram a aparência da pele, uma vez que fornecem os nutrientes necessários para a manutenção de uma pele uniforme e saudável e ajudam a reduzir manchas e rugas existentes. Estes produtos, geralmente, são constituídos por diversas substâncias, como vitaminas, antioxidantes, óleos essenciais, hidrocoloides, proteínas, terpenos, entre outros, sendo que o seu efeito depende da sua composição (ALVES, 2015).

No mercado nacional, já existem diversos produtos cosméticos com ação antienvelhecimento que contêm extratos de gel de Aloe vera na sua composição, sendo indicados no tratamento complementar da prevenção e redução de rugas e flacidez, possuindo propriedades hidratantes, descongestionantes, calmantes e regeneradoras (COSTA, 2018).

Diante disso, esses produtos são amplamente conhecidos e aprovados pela maioria dos consumidores, sendo este fato comprovado pela presente pesquisa, através do elevado percentual de respondentes consultados que afirmaram ter nível de satisfação “excelente” (63%) e “acima da média” (27%), contra apenas 2% que afirmaram não ficarem satisfeitos e não recomendarem o produto a amigos, essa insatisfação podendo estar relacionada ao surgimento de efeitos adversos ou falta de eficácia percebida pelo usuário durante o uso de algum produto. No entanto, deve-se ressaltar que a eficácia de cada produto cosmético varia conforme as características biológicas individuais de cada pessoa (PEIXOTO, 2019).

Gráfico 1: Nível de satisfação dos respondentes após o uso de produtos contendo Aloe vera.

Fonte: Dados da Pesquisa, 2021.

Como visto no Gráfico 1, há diferentes tipos de produtos cosméticos à base de babosa utilizados pelos participantes Mais da metade dos participantes (58%) afirmou já ter feito o uso de produtos voltados para limpeza facial e hidratação. Devido a seu poder hidratante, a indústria de cosméticos e higiene pessoal faz amplo uso do gel de A. vera em diversos tipos de formulações, como cremes, xampus e sabonetes com finalidade hidratantes e de limpeza. O poder hidratante do gel de A. vera sobre a pele se deve provavelmente a um mecanismo umectante, pois a aplicação da formulação contendo o gel aumenta de maneira significativa o teor de água do estrato córneo, sem provocar oclusão ou alterações nas barreiras da pele (FREITAS et al., 2014).

Gráfico 02: Produtos cosméticos de Aloe vera mais utilizados pelos participantes

Fonte: Dados da Pesquisa, 2021.

Logo após os produtos para limpeza e hidratação facial, os outros produtos que apresentaram maior uso entre os participantes são os voltados para cabelo (17%) e os hidratantes para o corpo (13%). A A. vera também é encontrada como ingrediente principal em diversos cosméticos para cabelos, devido às suas propriedades terapêuticas que agem como lubrificante, recondicionando cabelos secos e quebradiços, ou seja, funciona como um condicionador natural, capaz de tornar os fios mais hidratados, brilhantes e macios (SILVA et al., 2013).

Em menor porcentagem, encontra-se o uso de produtos de maquiagem a base de A. vera, o que pode ser justificado pela pouca variedade no comércio ou por não ser tão conhecido pelos consumidores. No entanto, a A. vera também pode ser utilizada como matéria prima pela indústria no desenvolvimento de removedores de maquiagem, devido às suas propriedades de limpeza e hidratação da pele (GOMES et al., 2018).

Diante dos dados dispostos no Gráfico 4, em relação à quantidade de vezes que os participantes afirmaram usar esses produtos, grande parte afirmou usar menos 4 vezes por semana, 27% afirmaram usar apenas 1 vez por semana, 33% afirmaram usaram 2 vezes por semana e 26% usaram 3 vezes na semana. Em contrapartida, apenas 2% afirmaram usar 4 vezes, 5% usaram 5 vezes e 7% usaram todos os dias.

Gráfico 3: Frequência de uso de produtos contendo Aloe vera, relatada pelos respondentes da pesquisa.

Fonte: Dados da pesquisa, 2021.

O Gráfico 4, aponta a motivação do uso dos produtos à base de babosa pelos respondentes da pesquisa. A maioria (37%) afirmou ter usado na prevenção ao envelhecimento. A. vera apresenta substâncias em sua composição, como os compostos antracênicos (aloína- A, aloína-B e aloesina), que têm demonstrado efeito antioxidante. Estes compostos têm vindo a revelar uma atividade na eliminação dos radicais livres e inibição da tirosinase, apresentando propriedades despigmentantes. Além disso, a planta é capaz de diminuir a expressão de metaloproteinases da matriz do tipo I e do tipo 3 (MMP-1 e MMP-3), aumentar a síntese de pró-colágeno do tipo I e diminuir os níveis de mediadores pró-inflamatórios, como a interleucina-6 (IL-6), demonstrando ser eficaz no combate ao envelhecimento precoce da pele (ALVES, 2015).

Gráfico 4: Principal motivação de uso dos produtos cosméticos com Aloe vera relatada pelos respondentes da pesquisa.

Fonte: dados da pesquisa 2020.

A babosa é formada por açúcares ou polissacarídeos responsáveis pela hidratação, sendo rapidamente absorvido pela pele, onde os fibroblastos são estimulados. Estes são os responsáveis pela produção das fibras de colágeno e elastina auxiliando na elasticidade e tensão cutânea. Além disso, a planta pode ser utilizada para auxiliar no combate à acne, visto que apresenta compostos com propriedades anti-inflamatórias com ação similar à dos esteroides, como a cortisona, só que sem seus efeitos colaterais (RIGOTTI, 2014).

Nesse sentido, em relação ao conhecimento dos benefícios da planta, 74% dos participantes afirmaram que sabia das propriedades antienvelhecimentos da A. vera contra 26% que não sabia, enquanto 59% afirmaram que conhece os benefícios da planta no combate de rugas e elasticidade. Diante disso, é possível perceber que grande parte dos participantes sabem dos benefícios da planta no combate ao envelhecimento precoce da pele, sendo que o uso desses produtos pode prevenir o envelhecimento.

No entanto, de acordo com os dados, 41% dos participantes não sabiam que a planta promove elasticidade da pele e combate as rugas e 59% afirmam que sim e 26% dos entrevistados não sabiam que o produto previne o envelhecimento precoce e 74% afirmaram que sim. Diante disso, pode-se inferir que os participantes, apesar de utilizarem produtos para o combate do envelhecimento, não têm pleno conhecimento dos mecanismos pelos quais este efeito é atingido.

Diante dos dados mostrados no Gráfico 5A, sobre o conhecimento de contraindicações de produtos à base de A. vera, 55% dos participantes afirmaram que “não é tão provável” haver contraindicações desses produtos, seguido de 24% que afirmaram que é “nada provável” e 15% “um pouco provável”. Dentre os respondidos, apenas 6% afirmaram que é “muito provável” ter contraindicações do produto. Esses dados esclareceram a visão do consumidor diante de produtos naturais, evidenciando que as pessoas se sentem mais seguras no uso desses produtos e acreditam não haver contraindicações.

Quanto ao relato de efeitos adversos pelos participantes (Gráfico 5B), 94% afirmaram não os ter apresentado, contra 6% que disseram apresentar algum efeito adverso no uso do produto a base de babosa. Diante desses dados, infere-se que o uso desses produtos fornece maior segurança aos consumidores, tendo pouca incidência de efeitos adversos após seu uso, dentre os respondentes consultados.

No entanto, há evidências na literatura da contraindicação da utilização oral da A. vera durante a gravidez, devido a presença de antraquinonas, já que seu efeito estimulador no intestino grosso pode provocar reflexos na musculatura uterina induzindo aborto. As antraquinonas também causam, quando em excesso, forte diarreia, cólicas, náusea e consequentemente perda de eletrólitos o que resulta em disfunção cardíaca e neuromuscular. No entanto, o uso de Aloe vera por via oral é proibido no Brasil (FREITAS et al., 2014).

Gráfico 04: Distribuição dos respondentes em relação a A) Conhecimento de contraindicações para o uso de produtos com Aloe vera e B) Ocorrência de efeitos adversos

 

Fonte: Dados da pesquisa, 2021.

Além disso, a casca da A. vera é rica em aloína, alontoína e antraquinonas que são princípios ativos cicatrizantes. Essas propriedades cicatrizantes mostram o porquê dessa planta ser tão utilizada pela população, mas por obter uma ação nefrotóxica em superdosagens não devem ser utilizadas por via oral, podendo causar uma brusca crise de nefrite aguda devido ao teor de seu princípio ser aumentado (RIGOTTI, 2014).

Quando questionados sobre à disponibilidade destes produtos no mercado local, foi possível detectar que parte dos participantes afirmaram saber onde adquirir esses produtos cosméticos (41%), ao passo que 7% dos respondentes afirmaram não saber onde encontrar tais produtos. A disponibilidade comercial, a composição e a presença ou ausência de um ingrediente cosmético em específico impactam pouco no processo decisório de compra, fator este que indica a necessidade de melhor divulgação dos benefícios dos cosméticos sustentáveis, incluindo informações sobre identificação e propriedades dos ingredientes utilizados na formulação a fim de promover conhecimento aos consumidores em torno de produtos naturais como os compostos por A. Vera (ANNUNZIATA e SCARPATO, 2014).

Além disso, conhecer os fatores que determinam o processo decisório para aquisição de cosméticos sustentáveis é apenas uma etapa na contribuição para o desenvolvimento sustentável do setor cosmético, de modo que ainda se faz necessária a otimização de ingredientes naturais renováveis, seguros e eficientes, por meio da exploração sustentável dos recursos naturais brasileiros, o que favorecerá o desenvolvimento industrial nacional e a prospecção do mercado cosmético internacional (ISAAC, 2016).

CONCLUSÃO

É possível concluir que os produtos à base de Aloe vera são popularmente conhecidos no mercado, além de serem eficazes em diversos usos e aplicações. O grau de satisfação dos consumidores é elevado, além de demonstrarem um percentual baixo de efeitos adversos, o que sugere que estes produtos possuem elevada aceitabilidade pelo público em geral.

Com base nos dados coletados, pode-se concluir que a hipótese da existência de pessoas que desconhecem a propriedade antirrugas da babosa é verdadeira, visto que os dados demonstram que esse é um segmento razoavelmente conhecido e explorado entre os participantes da pesquisa. Diante disso, mostra-se promissor a ampliação do interesse sobre a utilização de produtos cosméticos a base de A. vera para o combate de rugas e elasticidade da pele através da exploração de novos produtos voltados para esse fim.

REFERÊNCIAS

ABIHPEC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE INDÚSTRIA DE HIGIENE PESSOAL,

PERFUMARIA E COSMÉTICOS. Perfil do Presidente In: ABIHPEC/Institucional. 2015b. Disponível em: https://www.abihpec.org.br. Acesso em: 23 nove. 2020.

ABIHPEC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE INDÚSTRIA DE HIGIENE PESSOAL,

PERFUMARIA E COSMÉTICOS. Panorama do Setor. 2016. Disponível em: https://www.abihpec.org.br. Acesso em: 23 nov. 2020.

ALVES, A.R.D.S. Envelhecimento da pele: o papel da fitoterapia. Monografia de estágio curricular – Mestrado Integrado de Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, Coimbra, 2015.

ANNUNZIATA, A.; SCARPATO, D. Fatores que afetam as atitudes do consumidor em relação a produtos alimentícios com atributos sustentáveis. Agric. Econ. – Tcheco, 60, (8), 2014. p.353– 363.

COLET, C. et al. Uso de Aloe sp. no Município de Pejuçara-RS. Jornal de ciências da saúde. v. 17, n. 2, 2015.

COSTA, A.P.O. Fitoterapia: o elixir da juventude. 2018. Monografia de Estágio Curricular – Mestrado Integrado de Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, Coimbra, 2018.

FREITAS,      V.    S.;    RODRIGUES,   R.    A.   F.;    GASPI,    F.    O.    G.Propriedades

Farmacológicas da Aloe vera (L.) Burm. F. Revista Brasileira de Plantas Medicinais, v.16, n.2, p.299-307, 2014.

GOMES, M. R. Aplicação do (Aloe Vera) na cicatrização e cosmetologia. Revista Estética e Bem-estar, v. 32, 2018.

ISAAC, G. E. A. O desenvolvimento sustentável do setor cosmético e o comportamento do consumidor frente aos cosméticos sustentáveis. 2016. Dissertação de mestrado, Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – FAE, São João da Boa Vista, 2016.

PEIXOTO, T.C.C. Alegações em Produtos Cosméticos: Que Futuro. 2019. Mestrado Integrado em Ciência Farmacêuticas – Universidade de Lisboa, Lisboa, 2019.

RIGOTTI, M. C. Aplicação do Aloe vera na Cicatrização e cosmetologia. Faema.edu.br, 2014.

RODRIGUES, S.; CHALHUB A. Amor Com Dependência: Um Olhar Sobre A Teoria Do Apego. Portal dos psicólogos, 2017.

SILVA, N. et al. Aloe Vera: Extrato a base de seu Gel e Usos. VII Encontro de              Engenharia de Produção Agroindustrial, Paraná, 2013.

SILVEIRA, H., O presente e futuro biotecnológico da indústria de cosméticos. Bioquímica Brasil, 2016.

TEIXEIRA, L. Solidão, Depressão e Qualidade de Vida em Idosos: Um estudo avaliativo exploratório e implementação-piloto de um programa de intervenção. 2015. Dissertação de Mestrado – Faculdade de Psicologia, Universidade de Psicologia, Lisboa, 2015.

APÊNDICES

APÊNDICE A – Formulário Eletrônico Utilizado na Pesquisa

  1. Você já ouviu falar sobre produtos cosméticos a base de aloe vera (babosa)?
    1. Sim
    2. Não

2. Você já fez uso de algum cosmético a base de aloe vera?

  1. Sim
  2. Não

3. Se você já usou produtos cosméticos de aloe vera, qual foi o motivo?

  1. Porque hidrata a pele
  2. Porque previne o envelhecimento precoce e o surgimento de rugas
  3. Porque promove a elasticidade da pele
  4. Porque melhora manchas escuras no rosto
  5. Contra acne e queimaduras solares

4. Quais produtos cosméticos de Aloe vera você já utilizou?

  1. Produtos para limpeza/hidratação facial
  2. Maquiagem
  3. Produtos para o cabelo
  4. Hidratantes para o corpo
  5. Outros

5. Quantas vezes por semana você usava o produto que utilizou?

  1. 1 vez
  2. 2 vezes
  3. 3 vezes
  4. 4 vezes
  5. 5 vezes
  6. Todos os dias

6. Você gostou do produto cosmético que utilizou?

  1. Sim
  2. Não

7. Você sabe quais os benefícios estéticos da aloe vera para o combate de rugas e elasticidade da pele?

  1. Sim
  2. Não

8. Você sabia que a aloe vera previne o envelhecimento precoce e o surgimento de rugas?

  1. Sim
  2. Não

9. Você conhece alguma contraindicação ao uso de produtos cosméticos a base de aloe vera?

  1. Muito provável
  2. Um pouco provável
  3. Não tão provável
  4. Nada provável

10. Você já teve alguma irritação, efeitos adversos, consequente ao uso de algum cosmético a base de aloe vera?

  1. Sim
  2. Não

11. Você sabe onde comprar esses produtos cosméticos?

  1. Sim, já comprei
  2. Só achou em sites de venda na internet
  3. Já achou, mas não tinha diversidade de produtos
  4. Já procurou e não encontrou
  5. Não sabe onde achar

12. Você sentiu eficácia usando o cosmético de aloe vera?

  1. Sim
  2. Não

13. Qual nível de satisfação você indicaria um cosmético de aloe vera para amigos?

  1. Excelente
  2. Acima da média
  3. Média
  4. Abaixo da média
  5. Ruim

[1] Graduada em Farmácia Centro Universitário Unifacid Wyden

[2] Mestranda em nanociência e nanobiotecnologia-Universidade de Brasilia, UnB.

[3] Orientadora. Doutorado em andamento em Programa de Doutorado em Biotecnologia – Rede Nordeste de Biotecnologia. Universidade Federal do Piauí, UFPI, Brasil.

Enviado: Fevereiro, 2021.

Aprovado: Dezembro, 2021.

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