Complicações relacionadas á prática da episiotomia na assistência ao parto normal

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CONTEÚDO

REVISÃO INTEGRATIVA

MELO, Pollianne Correia de [1], LIMA, Thaís Santos de [2], SILVA, Jefferson Ricardo da [3], VASCONCELOS, Sulamita Cristina Alves [4], ARAÚJO, Ariane Cavalcante Kecé [5], SILVA, Andrey Ferreira da [6]

MELO, Pollianne Correia de. Complicações relacionadas á prática da episiotomia na assistência ao parto normal. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 07, Ed. 01, Vol. 03, pp. 40-52. Janeiro de 2022. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/pratica-da-episiotomia

RESUMO

Introdução: O parto é um evento natural e a mulher atua como a principal protagonista. As práticas que envolvem o nascimento e o parto sofreram mudanças significativas no decorrer do tempo e de acordo com cada cultura. No Brasil as taxas de intervenções desnecessárias durante a assistência ao parto normal são elevadas, e entre elas destaca-se a realização rotineira da episiotomia. Dessa maneira, é relevante discutir as complicações associadas à realização desnecessária da prática rotineira de episiotomia na assistência ao parto normal. Nessa perspectiva, este estudo busca responder à seguinte questão norteadora: Quais as complicações associadas à prática rotineira da episiotomia na assistência ao parto normal? Objetivo: Conhecer as complicações associadas à prática rotineira da episiotomia na assistência ao parto normal. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, utilizando-se as bases de dados: LILACS, SCIELO e BDENF para busca e seleção de estudos em português, inglês e espanhol publicados no período de 2015-2020, através dos descritores: ‘‘Episiotomia’’, ‘‘Períneo’’ e ‘‘Parto normal’’. Resultados: Após análise dos artigos selecionados para o estudo foi observado que dentre eles as complicações associadas a episiotomia mais predominantes foram: dor, hemorragia, infecção, incontinência urinária e disfunção sexual. Conclusão: Tendo em vista as características observadas, notou-se que a episiotomia surge como uma opção menos favorável quando comparado com uma laceração espontânea dos tecidos perineais, visto que a episiotomia caracteriza-se por um trauma perineal quando praticado de forma rotineira sem qualquer indicação, ocasionando sequelas no período do parto e pós-parto.

Palavras-Chave: Episiotomia, Períneo, Parto Normal, Período Pós-Parto.

1. INTRODUÇÃO

O parto é um evento natural e a mulher atua como a principal protagonista nesse momento único. Esse momento é definido como estágio final e mais importante da gestação, sendo caracterizado pela saída do bebê por via vaginal ou transabidominal. Apesar das alterações fisiológicas e anatômicas sofridas pelo corpo da gestante para esse instante, as práticas que envolvem o nascimento e o parto vem sofrendo muitas mudanças no decorrer do tempo e de acordo com cada cultura (CARNEL; VITAL; SOUZA, 2019).

Estudos apontam que cerca de 85% das mulheres sofrem algum tipo de trauma na região perineal durante o momento do parto, que pode ser ocasionada pela laceração espontânea dos tecidos vaginais durante a saída do bebê ou pela prática da realização de episiotomia. As lacerações caracterizam-se pela ruptura espontânea do tecido perineal, e são classificadas de acordo com as camadas teciduais atingidas. As de 1º grau atingem pele e mucosa, as de 2º grau atingem a camada da musculatura perineal, as de 3º grau progridem até o esfíncter anal e as lacerações de quarto grau são as que afetam a mucosa retal (LOPES; LEISTER; RIESCO, 2019).

Por sua vez a episiotomia caracteriza-se de uma incisão realizada na região do períneo que tem por finalidade ampliar a porção inferior da vagina, o anel vulvar e o tecido perineal durante o estágio de expulsão do parto. Dentre os tipos mais utilizados estão a episiotomia mediana (EM) e a episiotomia médio lateral (EML) (DESSANTI; NUNES, 2019). De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) esse procedimento deve ser realizado em torno de 10% dos partos normais e segundo as diretrizes nacionais de assistência ao parto normal esse procedimento não pode ser utilizado de forma rotineira, e quando utilizado deve ter sua necessidade devidamente justificada (ROCHA; ZAMBERLAN, 2018).

No Brasil as taxas de intervenções desnecessárias durante a assistência ao parto normal são elevadas, e entre elas destaca-se a realização rotineira da episiotomia. Pesquisas realizadas pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) evidenciaram que a prática rotineira de episiotomia chega a 56% em todo o país, e em quase 75% das primíparas (CARNEL; VITAL; SOUZA, 2019). Essas altas taxas não se restringem apenas ao Brasil, visto que estudos realizados em outros 11 países em desenvolvimento apontam que entre as intervenções realizadas durante o parto normal, 40% eram de episiotomias (SANTOS et al., 2018).

Esse procedimento foi criado no século XVIII pelo médico obstetra Fielding Ould, e em 1950 combinada com o uso do fórceps a técnica se popularizou e foi associada ao parto bem-sucedido. No entanto o procedimento está longe de ser um beneficiador na assistência ao parto normal, visto que seus riscos são maiores que seus benefícios. A episiotomia é recomendada para casos de prematuridade, rigidez perineal, macrossomia, sofrimento fetal e parto pélvico, e embora sua realização seja feita apenas no período expulsivo do bebê alguns indícios de que a mulher irá precisar ser submetida ao procedimento pode ser avaliado durante o pré-natal onde a mulher deve ser informada e ter total autonomia de aceitar ou não ser submetida ao procedimento (BASILIO, 2014).

Em 1996 a OMS criou um guia sobre o que deve e o que não se deve ser realizado na assistência ao parto, sendo esse denominado ‘‘Boas práticas de atenção ao parto e nascimento’’. Tal documento propõe que a assistência obstétrica seja respaldada pelos melhores estudos científicos publicados mundialmente, além de descrever a episiotomia como método prejudicial que deve ser extinto e classificar o seu uso rotineiro como uma das práticas frequentemente usadas de modo inadequado. Entre as boas práticas, destaca-se a redução da realização da episiotomia que é utilizada de forma rotineira por profissionais da saúde com o intuito de diminuir o tempo de trabalho de parto e prevenção de lacerações graves (ROCHA; ZAMBERLAN, 2018).

O interesse pelo tema surgiu a partir de relatos e reclamações de puérperas, que no pós-parto e imediato reclamam da dor, edema, e incomodo causado pela realização da sutura necessária pela realização da episiotomia ou de uma laceração espontânea. Onde os traumas ocasionados pela realização da episiotomia pode acarretar a puérpera sintomas que venham a interferir nas suas necessidades fisiológicas, assim como causar alterações no padrão do sono, apetite, libido, irritabilidade, restrições das atividades funcionais, assim como insatisfação com a estética vaginal (SANTOS et al., 2018).

Dessa maneira, é relevante discutir as complicações associadas à realização desnecessária da prática rotineira de episiotomia na assistência ao parto normal, podendo tal prática refletir negativamente tanto no pós-parto como ao longo da vida das mulheres submetidas ao procedimento. Nessa perspectiva, acredita-se que no momento do parto a mulher pode sofrer traumas psicológicos e físicos, além de complicações em curto, médio e longo prazo, envolvendo a prática rotineira e desnecessária da episiotomia para agilizar o processo de expulsão do bebê, acarretando à mulher uma experiência de parto desagradável. Levando em consideração o exposto, este estudo busca responder à seguinte questão norteadora: Quais as complicações associadas a prática rotineira da episiotomia na assistência ao parto normal?

Diante de tal questionamento, este estudo tem como objetivo conhecer as complicações associadas a prática rotineira da episiotomia na assistência ao parto normal.

2. METODOLOGIA

Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, tal método permite que seja realizada uma síntese por meio de um processo sistemático e rigoroso. Ao ser conduzida com rigor metodológico a revisão integrativa produz uma síntese de conhecimento do tópico em estudo, que podem contribuir para a identificação de lacunas de conhecimento que venham a direcionar o desenvolvimento de pesquisas futuras. (MENDES; SILVEIRA; GALVÃO, 2019). A revisão integrativa da literatura é o método mais amplo dentre os tipos de revisão, pois proporciona a inclusão simultânea de pesquisa experimental e quase experimental, proporcionando ao revisor uma análise ampliada do tema abordado (MENDES; SILVEIRA; GALVÃO, 2008).

Para a elaboração dessa revisão foram utilizadas as seguintes etapas: 1- Escolha do tema a ser abordado e elaboração da hipótese ou questão norteadora; 2- Escolha das bases de dados a serem utilizadas; 3- Seleção dos descritores e estratégias de busca; 4- Elaboração de critérios para exclusão e inclusão dos estudos; 5- Busca na base de dados; 6- Síntese dos resultados encontrados (MENDES; SILVEIRA; GALVÃO, 2008).

O tema abordado para elaboração do estudo refere-se as complicações relacionadas à prática da episiotomia na assistência ao parto normal e é norteada pela seguinte pergunta: Quais são as complicações associadas a prática rotineira da episiotomia na assistência ao parto normal?

O estudo ocorreu no período de março a julho de 2020, as bases de dados selecionadas foram a Literatura Latina Americana e do Caribe em Ciências em Saúde (LILACS), Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e Banco de Dados em Enfermagem (BDENF). Para a seleção dos artigos, foram utilizados os descritores em ciências da saúde (DeCS), e suas combinações, utilizando os operadores booleanos ‘‘AND’’ e ‘‘OR’’, em português, inglês e espanhol, são eles: ‘‘Episiotomia’’, ‘‘Períneo’’ e ‘‘Parto normal’’. Como critérios de inclusão foram avaliadas as seguintes questões: Artigos publicados entre 2015 a 2020, originais, nos idiomas português, inglês e espanhol e disponíveis na integra e gratuitamente. Como medidas de exclusão foram adotados os seguintes critérios: Artigos que fugissem do tema abordado, duplicados, teses, dissertações e monografias.

Após a busca nas bases de dados foram encontrados 47 estudos sendo 17na base de dados SCIELO, 15 na LILACS e 15 na BDENF, após aplicado os critérios de inclusão e exclusão foram excluídos 9 artigos duplicados e 3 teses, resultando em 35 estudos para leitura exploratória dos títulos e resumos.

Em seguida, aplicou-se os critérios de elegibilidade, realizados mediante leitura dos títulos e resumos. Diante disto, foram encontrados 24 estudos potencialmente relevantes para leitura na integra. Após análise destes estudos foram selecionados 10 artigos como objeto de estudo que se enquadravam com o tema do estudo em vigor: Complicações associadas à prática da episiotomia na assistência ao parto normal e que respondiam à questão norteadora do estudo: quais as complicações associadas a prática rotineira da episiotomia na assistência ao parto normal? A apresentação esquemática desta revisão está descrita na figura 1.

Figura 1. Etapas da Revisão Integrativa de forma esquematizada.

Fonte: Elaborado pelos autores, 2020.

3. RESULTADOS

Após análise dos artigos selecionados para o estudo observou-se a existência de adversidades no pós-parto relacionadas as complicações associadas a prática da episiotomia, caracterizando-se por dor, hemorragias, infecção, incontinência urinária e disfunção sexual dentre as complicações mais predominantes. As principais características e complicações associadas a prática da episiotomia estão representadas de forma esquematizada no Quadro 1.

Quadro 1. Matriz de síntese: representação dos artigos selecionados de acordo com o periódico, ano de publicação, autores, título, procedência e complicações.

Fonte: Elaborado pelos autores, 2020.

4. DISCUSSÃO

Atualmente existem muitas políticas de assistência ao parto normal. No entanto, mesmo em uma gama de evidências cientificas as parturientes continuam propensas a serem submetidas a algum procedimento que possa acarretar a frequência de lesões perineais, seja pela prática da episiotomia ou por lacerações espontâneas. A prática da episiotomia encontra-se entre os procedimentos mais realizados na assistência ao parto normal, ficando atrás apenas para o clampeamento do cordão umbilical, procedimento necessário em todos os partos (GUIMARÃES et al., 2018).

Embora a realização da episiotomia seja justificada pela necessidade de prevenir lacerações graves e abreviar o período expulsivo durante o parto, estudos apontam que os riscos ocasionados pelo procedimento sobrepõem os benefícios, visto que podem acarretar na extensão das lacerações perineais, perda sanguínea e infecções, além dos prejuízos envolvendo a função sexual das mulheres (ROCHA; ZAMBERLAN, 2018).

As intercorrências causadas pela realização da episiotomia são encontradas desde as complicações na cicatrização como edema, hematoma, infecção, deiscência e dor perineal até os sinais de inflamação que podem se prolongar no pós-parto (ALVARENGA et al., 2015). Além das complicações citadas, a realização do procedimento pode ainda causar aumento da incisão cirúrgica do períneo, aumento da perda sanguínea, desconforto, deformidade anatômica e até mesmo o aumento do custo para o tratamento das complicações que a mulher possa desenvolver no curto, médio e longo prazo (ZUKOFF et al., 2019).

Além dos riscos que o procedimento pode acarretar à saúde devido à quebra da integridade tecidual que ele proporciona, estudos apontam que muitas vezes esse procedimento é realizado sem o consentimento da parturiente ou sem a explicação do “porquê” o mesmo está sendo realizado. A falta de orientação prévia pela parturiente acerca do procedimento a ser realizado, acaba caracterizando-se como uma violência obstétrica, devido ao dano causado pela mutilação genital, comprometendo o estado físico e psicológico da mulher causada pela dor, deformidade na genitália, falta de informação prévia e quebra de autonomia durante o parto (CARNIEL; VITAL; SOUZA, 2019).

De acordo com o estudo realizado por Garrett, Oselame e Neves (2016) acerca da percepção das parturientes submetidas a episiotomia no Sistema Único de Saúde, notou-se que a falta de conhecimento e consentimento da parturiente com relação a realização da episiotomia no momento do parto, torna-se tanto uma quebra da integridade pessoal como também da autonomia da mesma enquanto mulher. Observou-se ainda que a realização da incisão do períneo trouxe para as parturientes uma intimidação com relação ao seu cônjuge ou parceiro sexual, uma vez que as mesmas em sua grande maioria relataram sentir-se violadas e impotentes para manter relações.

O mesmo estudo ainda abordou que a realização da episiotomia desencadeou em algumas mulheres a perda do prazer sexual, incontinência urinária e ligamento da vagina ao ânus. Diante da falta de orientação acerca dos cuidados necessários no pós-parto constatou-se um aumento na ocorrência de infecção local (GARRETT; OSELAME; NEVES, 2016).

As complicações associadas a realização da episiotomia causam impactos tanto no sistema de saúde como na qualidade de vida das parturientes, além de impactos que podem influenciar diretamente na relação materno-fetal frente aos cuidados em relação ao bebê e a experiência materna. Através dos traumas ocasionados pela episiotomia a mulher, a experiência de novas gestações podem ser vistas com um olhar negativo pela experiência já vivenciada, podendo sua experiência ser um fator de preocupação diante das suas futuras escolhas na sua via de parto, além do repasse da sua experiência para gestantes que cercam o seu meio social (NUNES et al., 2019).

Diante disso, torna-se necessário a utilização de métodos mais humanizados voltado a assistência ao parto normal, tendo em vista os altos riscos fornecidos pela realização da episiotomia para as parturientes, uma vez que eles oferecem para elas complicações que podem permear por anos.

5. CONCLUSÃO

Tendo em vista as características observadas, notou-se que a episiotomia surge como uma opção menos favorável quando comparado com uma laceração espontânea dos tecidos perineais, visto que a episiotomia caracteriza-se por um trauma perineal quando praticado de forma rotineira sem qualquer indicação, ocasionando sequelas no período do parto e pós-parto.

Retomando a questão norteadora: Quais as complicações associadas a prática rotineira da episiotomia na assistência ao parto normal? Através dos estudos publicados, foi possível identificar as diversas complicações associadas ao procedimento, tendo em vista que sua realização oferece mais riscos em comparação aos benefícios para as parturientes, procedimento este que passou a ser realizada de forma rotineira no momento do parto, dentre as complicações associadas a episiotomia mais predominantes foram: dor, hemorragia, infecção, incontinência urinária e disfunção sexual. Deste modo, evidencia-se a importância do desenvolvimento de novos estudos voltados a está temática, sobretudo, no que tange a sua utilização apenas de forma seletiva evitando maiores sequelas para as parturientes. Torna-se necessário ainda o repasse de informações as parturientes durante o pré-natal e parto acerca dos procedimentos em que as mesmas poderão estar sendo expostas no período do parto concedendo a elas a decisão e autonomia sobre a realização ou não dos mesmos.

Mostra-se ainda necessário que sejam colocadas em prática com maior rigor as leis e portarias já existentes acerca da assistência ao parto e uma maior conscientização dos profissionais de saúde acerca de um atendimento mais humanizado, visto que se trata de um evento fisiológico que em sua grande maioria descarta a utilização de procedimentos e intervenções desnecessárias.

Deve-se ainda haver uma maior participação da equipe de enfermagem na realização de estudos e pesquisas acerca da temática abordada, e sua maior atuação na realização de uma assistência humanizada ao parto e nascimento, colocando em prática sua autonomia, sendo resguardados pelas portarias que dão o devido respaldo a cerca dessa assistência por parte da equipe de enfermagem.

Nessa perspectiva, pretende-se através desse estudo despertar mais questionamentos a respeito do tema e contribuir para o desenvolvimento de novos estudos, ampliando o repasse de informações sobre a assistência no processo do parto, nascimento e na promoção da integridade perineal.

REFERÊNCIAS

ALVARENGA, M. B. et al. Episiotomy healing assessment: Redness, Oedema, Ecchymosis, Discharge, Approximation (REEDA) scale reliability. Rev. Latino-Am. Enfermagem, v.23, n.1, p.162-8, jan.-fev 2015.

BASILIO, A. Episiotomia: Precisa mesmo?. 2014. Disponível em: <https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Saude/noticia/2014/08/episiotomia-precisa-mesmo.html>.

CARNIEL, F; VITAL, D. S; SOUZA, T. D. P. Episiotomia de rotina: necessidade versus violência obstétrica. J. nurs. Health, v.9, n.2, p.1-18, 2019.

CARVALHO, P. D. et al. Percepção de puérperas quanto ao procedimento da episiotomia. J. Health Sci. Inst, v.33, n.3, p.228-34, 2015.

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GARRETT, C. A; OSELAME, G. B; NEVES, E. B. O uso da episiotomia no sistema único de saúde brasileiro: a percepção das parturientes. Revista Saúde e Pesquisa, v.9, n.3, p.453-459, set./dez. 2016.

GUIMARÃES, N. N. A. et al. Análise de fatores associados à prática da episiotomia. Rev enferm UFPE on line, v.12, n.4, p.1046-53, abr. 2018.

LOPES, G. A; LEISTER, N.; RIESCO, M. L. G. Desfechos e cuidados perineais em centro de parto normal. Texto & Contexto Enfermagem, v. 28, p.1-12, 2019.

MENDES, K. D. S; SILVEIRA, R. C. C. P; GALVÃO, C. M. Revisão integrativa: Método de pesquisa para a incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, v.17, n.4, p.758-764, Out-Dez, 2008.

MENDES, K. D. S; SILVEIRA, R. C. C. P; GALVÃO, C. M. Uso de gerenciador de referências bibliográficas na seleção dos estudos primários em revisão integrativa. Texto & Contexto Enfermagem, v. 28, n. ,p.1-13, 2019.

NUNES, R. D. et al. Avaliação dos fatores determinantes à realização da episiotomia no parto vaginal. Enferm. Foco, v.10, n.1, p.71-75, 2019.

ROCHA, B. D; ZAMBERLAN, C. Prevenção de lacerações perineais e episiotomia: evidências para a prática clínica. Rev enferm UFPE on line, Recife, v.12, n.2, p.489-498, fev. 2018.

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[1] Enfermeira.

[2] Enfermeira.

[3] Enfermeiro.

[4] Enfermeira.

[5] Graduanda em Enfermagem.

[6] Doutor em Enfermagem.

Enviado: Maio, 2021.

Aprovado: Janeiro, 2022.

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