Consequências do movimento antivacina na saúde infantil

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REVISÃO INTEGRATIVA

DIAS, Keila Lemos [1], SANTOS, Lorena Oliveira dos [2], ARANHA, Ana Lucia Batista [3]

DIAS, Keila Lemos, SANTOS, Lorena Oliveira dos, ARANHA, Ana Lucia Batista. Consequências do movimento antivacina na saúde infantil. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 03, Vol. 02, pp. 148-159. Março de 2019. ISSN: 2448-0959.

RESUMO

A vacinação é fundamental para a saúde pública, atuando na prevenção de doenças desde a infância e auxiliando no desenvolvimento e crescimento saudável. Porém, nos últimos anos, houve uma baixa adesão a este procedimento em vários países, colocando a sociedade sob o risco de retorno de doenças já erradicadas. O motivo dessa queda da adesão aos programas de vacinação se deve a um movimento conhecido como “movimento antivacina”, formado por pessoas que acreditam que a imunização pode provocar efeitos colaterais graves ou até mesmo provocar as doenças que pretendem impedir. Esse movimento tem ganhado força por conta de notícias falsas divulgadas por mídias sociais. Objetivo: identificar as consequências do movimento antivacina na saúde infantil. Método: trata-se de uma revisão integrativa, para analisar as informações disponíveis até o momento sobre o surgimento deste movimento e o impacto das fakes news no seu crescimento, através de publicações nacionais encontradas nas base de dados LILACS. Resultados e Discussão: após a leitura dos trabalhos selecionados, apresentamos três tópicos de discussão: sociedade midiatizada, estilo de vida natural e responsabilidade coletiva x liberdade individual, que são responsáveis pela nova onda de crescimento do movimento antivacina. Considerações finais: apontamos que, no Brasil, o movimento antivacina pode ser combatido através de ações educativas, não só sobre a importância e os benefícios da imunização, mas também sobre a confiabilidade das informações obtidas pela Internet.

Palavras-chave: vacinação, saúde infantil, movimento antivacina.

INTRODUÇÃO

As vacinas são utilizadas como método preventivo de doenças infecciosas. São extraídos vírus inativos, fragmentos de vírus ou bactérias que entram em contato com a corrente sanguínea, assim, estimulando à produção de anticorpos no organismo, que são mecanismo de defesa para combater os agentes agressores que podem provocar doenças criando imunidade (VICENTINI, 2018).

Atualmente, as doenças que podem ser evitadas com a vacinação são: BCG (tuberculose), hepatite B, poliomielite, difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenzae do tipo b (Hib), pneumonia, meningites, meningite pneumocócica, hepatite A, sarampo, caxumba, rubéola, varicela. Uma criança vacinada não protege apenas a si mesmo, mas também a outro indivíduo não vacinado (ACHKAR, 2016).

Nos anos 1920, uma em cada cinco crianças morria antes dos cinco anos ao ser contaminada com algum tipo de doença infecciosa. Nesse período, eram comuns as contaminações por sarampo, caxumba e rubéola, devido ao alto nível de contágio. Hoje, graças às vacinas, as doenças altamente contagiosas foram quase totalmente erradicadas, como a varíola e a poliomielite.

Figura 1: Cenário Epidemiológico Atual. Imagem: Ministério da Saúde.

Porém, a erradicação de algumas dessas doenças está ameaçada por grupos de pessoas que decidiram não confiar na sua eficácia. Com isso, essas doenças voltaram a ser uma preocupação para a saúde pública. Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde um certificado de eliminação do sarampo. No entanto, de fevereiro a agosto de 2018, foram identificados 1.237 casos da doença, com seis mortes registradas, e ainda 5.731 casos estão em investigação (DINIZ, 2017).

Figura 2 – Queda nas coberturas vacinais acende alerta no país. Imagem: Ministério da Saúde.

Em 1998, o médico Andrew Wakefield fez um estudo com 12 pacientes, porém sem fundamento científico, e o publicou em uma revista, afirmando que o autismo seria causado pela vacina MMR (Tríplice Viral). Alguns anos depois, descobriu-se que todos os dados eram uma fraude e que o doutor Wakefield havia sido financiado por um advogado, que pretendia lucrar ao processar fábricas de vacinas. Mesmo depois de descoberta a farsa e de ser condenado por conspiração, o doutor Wakefield conquistou seguidores mundialmente, principalmente nos EUA, onde, sem precedentes na história, deu início ao movimento antivacinação (TASCHNER, 2017).

Essa crença persiste até hoje, em alguns grupos da sociedade, e tem crescido devido à onda de notícias falsas e conspirações que têm se espalhado nas mídias sociais. Segundo a OMS, em 2017, houve um aumento de 400% nos casos de sarampo registrados na Europa. Essa é a região em que, junto com os EUA, o movimento antivacina tem maior quantidade de adeptos. Nesses países, a imunização já é mais difícil de ser amplamente implementada, já que as vacinas só são aplicadas por clínicas particulares (GUIMARÃES, 2017).

Não é o caso do Brasil, que tem um programa de vacinação amplo e gratuito, fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mesmo assim, o Ministério da Saúde encontra dificuldade para cumprir as metas de vacinação. Dados divulgados pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) mostram que, em 2017, o Brasil teve o mais baixo índice de crianças imunizadas em mais de 16 anos (DOMINGOS, 2017).

Relatório do Ministério da Saúde (DOMINGOS, 2017. p. 24) avaliou que não há falta de abastecimento de vacinas e que há uma queda acentuada na cobertura, com resultados abaixo das metas estabelecidas pelo programa.

  • Coberturas vacinais e homogeneidade abaixo da meta, destacando-se em 2016 queda importante para a maioria das vacinas
  • A queda nas coberturas não parece não estar relacionada diretamente com desabastecimento de imunobiológicos (ex.: poliomielite, pneumococos, rotavírus)
  • Coberturas com doses de reforço muito abaixo da meta esperada para todas as vacinas
  • A simultaneidade dos esquemas não parece estar influenciando a equivalência dos resultados esperados (DOMINGOS, 2017, p. 24).

Mas o que leva os responsáveis a não vacinarem suas crianças? Entre os motivos dos que aderem ao movimento antivacina estão o medo dos possíveis efeitos colaterais, o excesso de vacinas e a desconfiança sobre a indústria farmacêutica. Todas essas desconfianças são intensificadas ao serem divulgadas pelas redes sociais, nas chamadas fake news (BARBA,2014).

Trabalhamos com três hipóteses. A primeira é que informações incorretas divulgadas pelas mídias sociais provocaram a queda na cobertura de imunização no Brasil. Em segundo, a erradicação das doenças faz com que as pessoas não enxerguem a necessidade de se precaver. Por fim, a desconfiança nas instituições, fortalecida pela crise política e econômica no país, também contribui para a desconfiança da efetividade e segurança das vacinas aplicadas gratuitamente pelo SUS.

OBJETIVO GERAL

Identificar as consequências do movimento antivacina na saúde infantil, apontando quais lacunas existem na cobertura vacinal que impedem a imunização dentro das metas estabelecidas pelas organizações competentes.

1. MÉTODOS

Realizou-se uma revisão integrativa da literatura, que inclui a sistematização e publicação dos resultados da pesquisa bibliográfica, feita através de fontes disponíveis online. A “revisão integrativa inclui a análise de pesquisas relevantes que dão suporte para a tomada de decisão e a melhoria da prática clínica”. Essa análise possibilita sintetizar um assunto e apontar lacunas que precisam ser preenchidas por novos estudos (MENDES et al, 2008 p. 759).

Para a execução da revisão, foi preciso passar por etapas, sendo elas: criação do tema e problema de pesquisa, objetivos geral e específicos, critérios de inclusão e exclusão, descrição das informações que seriam retiradas dos artigos selecionados, análise, discussão dos resultados obtidos e, por fim, a apresentação do trabalho.

Os artigos apresentados sobre o tema, foram selecionados através da Internet, a partir de dados da biblioteca virtual de saúde (BVS); LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), Scielo, Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem on-line (Medline), dados do Ministério Saúde, bibliotecas de universidades, pesquisas realizadas por empresas privadas, além de jornais digitais, que forneceram reportagens sobre a temática do estudo, contribuindo para a discussão dos problemas apontados. Os descritores utilizados na biblioteca virtual de saúde foram: “vacinação”, “movimento antivacina” e “saúde infantil”. O cruzamento dos descritores realizou-se em combinação única utilizando o operador booleano AND.

Os critérios de inclusão estabelecidos para a escolha dos artigos foram: artigos em português; artigos cujo Brasil seja o país do assunto pesquisado; artigos na íntegra que caracterizam a temática relacionada à revisão integrativa e artigos publicados nos bancos de dados nos últimos dez anos; e que abordem o movimento antivacina e as consequências na saúde infantil.

Para a coleta de dados, aplicou-se um instrumento adaptado para o objeto de estudo, com o propósito de evidenciar as características das pesquisas como: identificação (título, autores, local e ano de publicação), base de dados e espécie de estudo, objetivo e temática. Serão apontados os resultados obtidos através de tabelas e gráficos e discutidos conforme a literatura apropriada, possibilitando a avaliação da finalidade da revisão integrativa pelo leitor, com intenção de alcançar o propósito desse método.

2. RESULTADOS

Ao realizar o cruzamento dos descritores “vacinação” AND “saúde infantil”, surgem 23 artigos. Após a seleção e análise, foram utilizados 2 artigos que respondem ao objetivo do estudo. O cruzamento com os descritores “movimento antivacina” AND “saúde infantil”, obtivemos 1 resultado.

Quadro 1

Procedência Título do artigo Autores Ano Temática
LILACS A sociedade de risco midiatizada, o movimento antivacinação e o risco do autismo Vasconcellos-Silva, Paulo Roberto; Castiel, Luis David; Griep, Rosane Härter. 2015 O artigo analisa os riscos das enunciações ameaçadoras e fraudulentas que abastecem as redes sociais, incentivando o movimento antivacina.
LILACS A (não) vacinação infantil entre a cultura e a lei: os significados atribuídos por casais de camadas médias de São Paulo, Brasil Barbieri, Carolina Luisa Alves; Couto, Márcia Thereza; Aith, Fernando Mussa Abujamra. 2017 Essa pesquisa qualitativa buscou entender, através de entrevistas, como pais de camadas médias de São Paulo entendem as normatizações da vacinação no país.
LILACS Bioética e vacinação infantil em massa Lessa, Sérgio de Castro; Dórea, José Garrofe. 2013 O artigo propõe uma reflexão ética sobre os programas de vacinação compulsória em massa, no contexto individual e coletivo.

 

3. DISCUSSÃO

3.1 SOCIEDADE MIDIATIZADA

VASCONCELLOS-SILVA et al (2005) apontam que, nos EUA, responsáveis que decidiam por não vacinar seus filhos, em grande parte, expressaram “enfáticas preocupações acerca dos efeitos ocultos das vacinas, sobretudo concernentes à condição neurológica do autismo”. Essa crença, como citado anteriormente, vem de uma pesquisa falsa e já refutada, porém as desinformações seguem se espalhando através de sites que se dedicam a fomentar essa polêmica. Os autores afirmam que

O fenômeno das redes antivacinação – inalcançável pelas campanhas de esclarecimento e de difícil contenção pelas intervenções sanitárias – parece ser produto da “sociedade de risco” em confluência ampliada pelos ciclos de enunciação autorreferenciadora da “sociedade midiatizada” contemporânea (VASCONCELLOS-SILVA et al, 2005).

As tecnologias de comunicação mecanizadas sempre influenciaram todos os aspectos da globalização. Essa tecnologias configuraram-se como “elemento essencial da reflexividade e das descontinuidades que compeliram à ruptura com o tradicional”. Agora, doenças típicas de sociedades em desenvolvimento, com menor acesso a intervenções sanitárias, estão se expandindo em países industrializados, em sociedades com maior acesso à informação (VASCONCELLOS-SILVA et al, 2005).

Os mesmos autores apontam que o perfil de crianças não imunizadas é de meninos, filhos de mães casadas, com alto nível de escolaridade e com renda média acima da nacional. Essas famílias possuem amplo acesso aos meios de comunicação de massa.

A popularização da Internet abriu espaço para a proliferação de “discursos e verdades múltiplas”. Nesse cenário, pais buscam informações e protetores contra males que se multiplicam de forma rápida e inesperada. Enquanto isso, Estado, Ciência e Economia apresentam-se desgastados, “como uma espécie de irresponsabilidade organizada e institucionalizada”. Essa desconfiança nas instituições leva os cidadãos a tornarem-se seus próprios referenciais.

As ações racionais do consumidor em saúde se dão em condições de crescente credibilidade da internet nas questões de proteção e manutenção da vida saudável perante novas e inúmeras bioameaças que se apresentam. Na perspectiva de consumidores de informação em saúde, no vácuo das certezas, é mais prudente se unir aos rostos célebres e biografias que soam familiares do que, ao contrário, se orientar às médias das estatísticas oficiais, indeterminadoras e intangíveis por natureza (VASCONCELLOS-SILVA et. Al, 2005).

No fim das contas, de acordo com VASCONCELLOS-SILVA et. al, (2005), o falso estudo do Dr. Wakefield apenas potencializou as crenças nos malefícios da vacinação, que agora têm a Internet como aliada para disseminação, esclarecimento e interlocução entre seus crentes.

3.2 ESTILO DE VIDA NATURAL

O que leva pais a optarem pela não imunização é, além da preocupação com possíveis efeitos adversos da imunização, algum motivo filosófico. No Brasil, razões similares levam pais a seguirem o movimento antivacina. Pesquisa de BARBIERI Et. al. (2017), feita com famílias de classe média em São Paulo, aponta que os pais que optaram pela não vacinação sustentaram sua decisão em um modelo de vida mais natural, com menos intervenções médico-hospitalares em processos de saúde. Estas famílias priorizam o parto humanizado e um estilo de vida mais saudável, além da autonomia das decisões parentais acima das normatizações no Estado.

Outro motivo para a não vacinação, segundo a pesquisa, é a própria erradicação das doenças imunopreveníveis, já que as isso faz com que as pessoas não vejam o risco existente. Porém, ainda é possível que haja novas contaminações através de pessoas vindas de países que permanecem com a circulação dessas doenças. Ainda de acordo com a pesquisa, os pais acreditam que não seja necessária uma intervenção farmacológica, pois estão seguros de que somente o estilo de vida saudável e natural seja o suficiente para evitar o contágio dessas patologias.

3.3 RESPONSABILIDADE COLETIVA X LIBERDADE INDIVIDUAL

Hoje, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) – Lei nº 8.069/905 garante a obrigatoriedade da vacinação em menores, seguindo o calendário do Programa Nacional de Vacinação. Diante disso, pais podem ser punidos com multa e até a perda da guarda de seus filhos caso deixem de imunizá-los. Essa lei faz parte da estratégia do Estado para impedir o surto de doenças imunopreviníveis.

Desde então, tanto na Europa quanto nas Américas (exceção ao episódio da “revolta da vacina” no Rio de Janeiro do início do século XX), a intervenção do poder público justifica-se plenamente sob perspectivas ético-sanitárias fundamentadas por princípios epidemiológicos. Estes consideram que a dinâmica das infecções se apoia na expansão de clusters de infectados, mesmo os situados em regiões nos quais tais doenças já tenham sido consideradas erradicadas (BARBIERI et al, 2017).

Existe o dilema moral de que a escolha de não vacinar, por um lado, não expõe as crianças aos riscos de EAVP (eventos adversos pós vacinação), mas, por outro, pode sujeitá-las ao risco de contrair doenças imunopreviníveis. No meio disso, há o conflito entre a autonomia do paciente (nesse caso, a dos pais decidirem sobre a saúde dos filhos) e a responsabilidade do estado de garantir a saúde coletiva. “O direito de autodeterminação é correlato à obrigação de não prejudicar outros” (LESSA; DÓREA, 2013).

De acordo com a pesquisa feita por BARBIERI, foi visto que os casais que optaram por não vacinar seus filhos são conscientes das leis impostas pela justiça e suas consequências no caso em que não as cumpram e demonstram o sentimento de medo da denúncia e perda dos cuidados dos filhos por entidades públicas, como o Conselho Tutelar.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os estudos feitos até o momento apontam que existe uma cultura da vacinação, no Brasil, que é passada de geração em geração. Porém há o crescimento de outras culturas, como a cultura da vida natural e a da desconfiança nas instituições, que ameaça os resultados obtidos pelos programas de imunização.

O Brasil possui uma rede de saúde gratuita, que inclui campanhas de vacinação sem custo desde o nascimento da criança. Por ser gratuito, pode abranger um maior número de pessoas, porém é necessário mais educação em saúde, incluindo legislação e prevenção de doenças erradicadas, e educação sobre informações em mídias digitais. Tudo isso visando o acesso ao conhecimento em saúde pública a partir de fontes seguras e a cobertura homogênea dos programas de imunização. Consequentemente, mais pessoas entenderão a importância da vacinação e os riscos para si e para a comunidade em geral ao optar pela não-vacinação.

REFERÊNCIAS

ACHKAR, Cecim El. Doenças que podem ser evitadas com a vacinação. 07 mar. 2016. Disponível em:< http://clinicatiocecim.com.br/blog/doencas-que-podem-ser-evitadas-com-vacinacao/>. Acesso em: 11 out. 2018.

BARBA, Mariana Della. Brasil também tem adeptos do movimento antivacina. BBC Brasil, 21 fev. 2014. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/02/140220_vacinas_brasil_mdb>. Acesso em: 23 ago. 2018.

BARBIERI, Carolina Luisa Alves et. al. A (não) vacinação infantil entre a cultura e a lei: os significados atribuídos por casais de camadas médias de São Paulo, Brasil. Cad. Saúde Pública [online]. 2017, vol.33, n.2, e00173315.  Epub Mar 09, 2017. ISSN 1678-4464. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/csp/v33n2/1678-4464-csp-33-02-e00173315.pdf>. Acesso em 15 nov. 2018

DOMINGOS, Carla Magda Allan Santos. Avaliando as coberturas vacinais do Calendário Nacional de Vacinação. Ministério da Saúde. 2017. Disponível em: <http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2017/julho/28/2-c-coberturas-vacinais-CIT-final_27jun2017-jptoledo.pdf>. Acesso em: 22 ago. 2018.

GUIMARÃES, Keila. Vacinação em queda no Brasil preocupa autoridades por risco de surtos e epidemias de doenças fatais. BBC, São Paulo, 29 ago. 2017. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/brasil-41045273>. Acesso em: 18 ago. 2018.

LESSA, Sérgio de Castro; DÓREA, José Garrofe. Bioética e vacinação infantil em massa 2013. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/bioet/v21n2/a05v21n2.pdf> Acesso em: 15 nov. 2018

MENDES, Helen. Ativistas antivacinas podem trazer doenças erradicadas de volta ao Brasil. 09 jul. 2018. Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/ativistas-antivacinas-podem-trazer-doencas-erradicadas-de-volta-ao-brasil-bpww2fy4wepdj8henu0mxa42b>. Acesso em: 19 ago 2018.

MINISTÉRIO da Saúde. Campanha Nacional de Vacinação 2018. Disponível em: <http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/julho/31/23.07.2018_Campanha%20P%C3%B3lio%20e%20Sarampo.pdf> Acesso em: 03 Out. 2018

TASCHNER, Natalia Pasternak. Por que as vacinas são tão importantes. Jornal da USP, São Paulo, 05 jun. 2017. Disponível em: <https://jornal.usp.br/artigos/por-que-as-vacinas-sao-tao-importantes/>. Acesso em: 15 ago. 018.

VASCONCELLOS-SILVA, Paulo Roberto; CASTIEL, Luis David; GRIEP, Rosane Härter. A sociedade de risco midiatizada, o movimento antivacinação e o risco do autismo. Ciênc. Saúde Colet; 20(2): 607-616, 02/2015. Disponível em: <http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-742212> Acesso em 04 Nov. 2018

VICENTINI, Edgard. Saiba qual é a importância da vacinação para as crianças. 24 jul. 2018. Disponível em: <https://www.altoastral.com.br/importancia-da-vacinacao-criancas/>. Acesso em: 11 out. 2018.

[1] Enfermeira, Estudante de Enfermagem.

[2] Enfermeira, Estudante de Enfermagem.

[3] Enfermeira, Orientadora.

Enviado: Novembro, 2018.

Aprovado: Março, 2019.

 

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