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Acolhimento da Enfermagem aos Familiares de Pacientes de Unidade de Terapia Intensiva

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CONTEÚDO

ARAGÃO, Géssica Eulalia Silva

BARROS, Iandra Valença de

ARAGÃO, Géssica Eulalia Silva; BARROS, Iandra Valença de. Acolhimento da Enfermagem aos Familiares de Pacientes de Unidade de Terapia Intensiva. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Edição 9. Ano 02, Vol. 04. pp 5-24, Dezembro de 2017. ISSN:2448-0959

RESUMO

A comunicação entre profissionais de enfermagem e acompanhantes de pacientes críticos é primordial e contribui para o alcance do prognóstico esperado. Objetivo: Verificar a concepção dos familiares quanto ao acolhimento da enfermagem durante a visita ao paciente crítico em UTI. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa realizada nos bancos de dados da BVS, google acadêmico e acervo da biblioteca Jacinto Uchôa. Resultados: Após a leitura dos títulos e resumos e consideração dos critérios de inclusão, a amostra foi constituída por 7 artigos. A totalidade dos artigos apresentam estudo descritivo exploratório, embora quatro (57,14%) empreguem a abordagem qualitativa e três (42,86%) a abordagem quantitativa. Todos os artigos foram publicados em periódicos de circulação nacional. Considerações finais: Espera-se que esta revisão possa contribuir para aumentar o conhecimento e a compressão sobre o acolhimento de familiares em um ambiente tão complexo como a UTI.

Palavras-Chave: Enfermagem, Pacientes Internados, Relações Familiares.

1. INTRODUÇÃO

Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou Centro de Tratamento Intensivo (CTI) é um setor de alta complexidade com equipamentos específicos, que fornece suporte e vigilância contínua, restringindo o acesso de pessoas. A sua principal finalidade é a reabilitação da saúde e da vida através do atendimento interdisciplinar dispensado aos pacientes (VIANA; LEÃO; FIGUEREIDO, 2012).

A UTI envolve diferentes aspectos que se refere não só ao cuidado prestado, devendo também proporcionar uma vivência que contribua para que o paciente e a família sintam-se seguros. É imprescindível manter a família próxima, tirar suas dúvidas e passar informações adequadas, permitindo assim que a relação entre eles seja estreitada visto que o familiar é um elo para recuperação do paciente (PASSOS et al; 2015).

A internação de um ente querido em uma unidade de terapia intensiva é uma situação que desperta medo, aflições e angústias para o paciente e para familiares. Os pacientes associam a internação na UTI ao fato da morte, o que repercute no ciclo familiar alterando todo seu cotidiano (VIANA; LEÃO; FIGUEREIDO, 2012).

A UTI é um ambiente peculiar onde se tem constante expectativa de situações de emergência. Ocorrendo mudanças súbitas no estado geral dos pacientes, fato este que o torna um ambiente estressante. Não podendo esquecer que o objeto de trabalho da equipe de enfermagem é o cuidado, não devendo ser mecanicistas, e está relacionado com a capacidade de transformar vidas por influenciar diretamente no processo saúde – doença (CHERAGATTI; AMORIM, 2010; SOUZA, 2010).

A assistência de enfermagem contribui com o prognóstico do paciente crítico, evidenciando a fundamental importância do envolvimento da equipe de enfermagem. O acolhimento envolve o atendimento a todos que necessitam dos serviços de saúde aliando a tecnologia com a empatia, ouvindo suas queixas, valorizando o próximo, ter comprometimento, assumindo uma postura capaz de acolher, escutar e compactuar, dando respostas mais adequadas às necessidades dos pacientes hospitalizados e de seus familiares (MARTINS et al; 2008).

Mediante a atuação durante o estágio em UTI, foi observada a relação da equipe de enfermagem com os pacientes internados e seus familiares. Diante disso e da constatação de escassez de estudos relacionados ao tema proposto, surgiu o interesse de verificar a concepção dos familiares quanto ao acolhimento da enfermagem durante a visita ao paciente crítico em UTI.
Este estudo possui grande relevância por proporcionar subsídios para novas pesquisas e fornecer resultados que poderão contribuir para melhoria na qualidade da assistência de enfermagem.

2. METODOLOGIA

Trata-se de uma revisão integrativa, realizada por meio de levantamentos bibliográficos a partir de fontes secundárias. A pesquisa foi construída através de buscas em bancos virtuais de saúde, quais sejam: Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) e Google Acadêmico, bem como no acervo da Biblioteca Jacinto Uchôa– Universidade Tiradentes.

Os descritores utilizados para o levantamento dos artigos foram: “Enfermagem”, “Pacientes Internados” e “Relações Familiares”. Foi utilizado o operador boleano “AND” durante as buscas avançadas.
Como critério de inclusão foram selecionados artigos publicados em periódicos nacionais, no idioma Português e publicados no período de 2007 a 2015.

Devido à escassez de estudos, detectada durante a busca sobre a temática, utilizou-se publicações dos últimos oito anos que foram organizadas em forma de quadro, segundo o titulo, ano, autoria, base de dados e concepção dos familiares.

A partir da seleção dos descritores foram detectados inicialmente 67 artigos, após classificação por meio dos critérios de inclusão e exclusão restaram 27 e após leitura e adequação ao objetivo proposto, apenas 7 atenderam a este estudo. Destes, um é proveniente do LILACS, três do SciELO, dois da Bireme e um do google acadêmico, conforme esquema abaixo:

Figura 1. Fonte: Dados da pesquisa, 2015.
Figura 1. Fonte: Dados da pesquisa, 2015.

A coleta de dados ocorreu durante o período de setembro a outubro do corrente ano. Para o levantamento e organização dos dados apresenta informações como título do artigo, ano, autores, base de dados e concepção dos familiares. Para a análise foi realizada uma leitura crítica e reflexiva dos artigos, na íntegra, enfatizando-se a apresentação descritiva dos resultados consolidados.

É importante ressaltar que por não se tratar de uma pesquisa que envolva seres humanos não foi necessário o encaminhamento deste estudo ao comitê de ética e pesquisa.

3. RESULTADOS

Esta revisão integrativa foi construída por sete artigos científicos que abordam o tema proposto e que foram previamente selecionados por meio de critérios estabelecidos. A totalidade dos artigos apresentam estudo descritivo exploratório, embora quatro (51,14%) empreguem a abordagem qualitativa e três (42,86%) a abordagem quantitativa (Figura 2).

Foram publicados em periódicos de circulação nacional, nas bases de dados virtuais em saúde LILACS, SciELO, BIREME e google acadêmico, e realizados nos estados da Bahia, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.

Figura 2 - Distribuição dos artigos de acordo com o tipo de estudo. Fonte: Dados da pesquisa, 2015.
Figura 2 – Distribuição dos artigos de acordo com o tipo de estudo. Fonte: Dados da pesquisa, 2015.

Perfizeram estudos publicados entre os anos de 2007 a 2009, o que evidencia a ausência de publicações desta temática, nestas bases de dados, durante os últimos oito anos. Quanto ao tipo de periódico houve uma diversidade de publicações na área da saúde, conforme especificações apresentadas no quadro 1.

4. DISCUSSÃO

Ao verificar a concepção dos familiares quanto ao acolhimento da enfermagem durante a visita ao paciente crítico em UTI observou-se que seis dos sete artigos analisados apresentam como resultados um elevado grau de insatisfação.

Para a família, o processo de hospitalização pode gerar aflições e dúvidas, o enfermeiro e a equipe de enfermagem devem estar aptos a assumir uma relação com o familiar, que facilite o tratamento do paciente, estabelecendo um vínculo, haja vista que para o conforto do paciente a presença do familiar é indispensável. Foi evidenciado pelos autores que a interação entre a equipe de enfermagem e o familiar contribui satisfatoriamente para a recuperação do paciente crítico. (MEZZAROBA, FREITAS, KOCHLA, 2009).

O fato de a família sentir-se segura com os cuidados prestados pela equipe de enfermagem é fundamental para que o paciente também se sinta seguro. Se a família valorizar os profissionais e sentir-se bem atendida, os seus comentários junto ao paciente o tranquilizarão e o farão suportar as dores, procedimentos ou o isolamento que porventura tenha que vir a passar (SILVA, 2002).
No estudo de Maruiti e Galdeano (2007) os familiares descreveram que o contato com o enfermeiro é muito importante, e que o profissional deveria explicar de forma clara qual o real quadro do paciente. O enfermeiro tem a sensibilidade e a capacidade de conhecer as dificuldades da família e assim realizar ações que favoreçam a proximidade com equipe de enfermagem.

A equipe de enfermagem deve estar alerta e prontificada a atender as necessidades da família nos momentos de aflição. Os familiares fazem parte do contexto assistencial, mas por vezes, tornam-se esquecidos pela equipe a qual deve buscar melhores alternativas para atendê-los (URIZZI et al; 2008).

A insatisfação dos familiares relacionada a qualidade das informações prestadas pela equipe de enfermagem, no que diz respeito ao quadro clínico do paciente, foi relatada no estudo de Casanova e Lopes (2009), evidenciando, desta forma, a falha no acolhimento. Os autores ainda revelam que a comunicação entre a equipe de enfermagem e a família foi ocasionada por uma relevante falta de conhecimento da evolução clínica dos pacientes internados e que é necessária uma contribuição mais efetiva da enfermagem junto a esses familiares.

Ainda na análise dos autores supracitados foi identificado que havia necessidade de um espaço para reuniões e discussões, por meio da criação de um grupo com os familiares dos pacientes internados para que pudessem interagir com a equipe favorecendo a troca de informações de forma adequada e compreensiva.

Em um estudo realizado na cidade de Goiânia foi desenvolvido um grupo de suporte para familiares de pacientes internados em UTI onde foi possível promover o contato com os profissionais de saúde e com outras pessoas que estão vivenciando a mesma situação. Os familiares ratificaram que no grupo de suporte todas as suas necessidades haviam sido atendidas, afirmando, portanto, a existência do acolhimento de forma eficiente pelos profissionais de enfermagem (OLIVEIRA et al; 2013).

A portaria MS 1071, 2005 diz que:

“Compreender que o ser humano merece o diálogo e o conforto, exige compromisso e respeito com a vida e com aqueles que a perdem, exige respeito e compromisso com aqueles que perderam ou estão perdendo os seus vivos, exige capacidade em compreender que a informação e esclarecimento são direitos do paciente e de seus familiares e que informar e esclarecer é dever dos profissionais que o assistem exige, enfim, um processo assistencial humanizado e humanizador enquanto instrumento claro e concreto de qualificação e bem estar do nosso meio”(BRASIL, 2005).

Ainda relacionado ao grau de insatisfação, Schneider, et al. (2009) apresentam em seus resultados que os familiares sentiram dificuldades em se comunicar com a equipe de enfermagem devido a sua ausência nos horários da visita, e por eles priorizarem os procedimentos técnicos. Para o autor, a comunicação é de grande relevância para contribuição de uma assistência qualificada à familiares e pacientes críticos. Ele ainda descreve que a relação entre os indivíduos estabelece vínculos para suprir as necessidades de cuidados desse grupo familiar.
Além da insatisfação relacionada ao acolhimento, mencionada por familiares no estudo de Comasseto e Enders (2008), foi observado um descontentamento com à assistência prestada aos pacientes críticos. Este autor revela que os familiares devem ser vistos como um aliado da equipe de enfermagem para que a recuperação do paciente seja satisfatória.

Cuidar dos familiares do paciente é um ato de solidariedade e independe do grau de instrução de cada indivíduo. O processo de formação dos profissionais da UTI ocorre por uma combinação de estratégias e intervenções para que o acolhimento aconteça de forma efetiva (SOARES, 2007).

Quanto ao grau de satisfação, foi positivo no estudo de Neves et al (2009), onde os familiares referiram sentir-se acolhidos pela equipe de enfermagem em virtude do fornecimento de informações a respeito dos pacientes, de forma clara e objetiva. Ainda segundo este autor, os familiares de pacientes internados são importantes parâmetros usados para avaliar a comunicação na Unidade de Terapia Intensiva.

Um importante requisito para a humanização do cuidado é manter a família informada e prepará-la para visita na UTI, oferecendo informações adequadas, com palavras simples e condizentes com o nível sociocultural dos familiares, sendo que a participação do enfermeiro é fundamental neste momento. Todavia, foi evidenciado que o enfermeiro não foi reconhecido pelos familiares quanto a sua atuação e papel, em virtude da ausência de acolhimento, trazendo a imagem de que não é o responsável pelo fornecimento de orientações a respeito do paciente crítico (BECCARIA et al., 2008).

Ainda existe uma resistência dos profissionais da saúde em inserir a família no contexto da assistência, visto que a assistência aos familiares não existia ou era deficiente, impossibilitando assim o processo de acolhimento e gerando a insatisfação dos familiares. A relação profissional/família pode ser melhorada a partir do comprometimento dessa equipe em conhecer as necessidades e a aproximação irá tornar o cuidar cada vez mais humanizado e ampliado inserindo a família também nesse processo do cuidar (ALMEIDA et al , 2009).

Para que o acolhimento ocorra de forma satisfatória, a equipe de enfermagem precisa reconhecer a importância da participação indireta dos familiares no que se concerne a recuperação dos pacientes críticos.

Portanto, estratégias de humanização devem ser elaboradas com o intuito de manter ou recuperar a saúde dos pacientes.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nesta revisão integrativa, foi possível compreender que a internação de um ente querido é um momento muito difícil, ocorrendo a desorganização das relações interpessoais evidenciado pelas mudanças no estilo de vida.

A comunicação é um dos parâmetros essenciais para o desenvolvimento do acolhimento o que ainda não está sendo realizado da maneira eficaz na maioria dos estudos, em virtude da existência de falhas devido a uma rotina complexa existente no setor e a priorização de procedimentos tecnicistas, o que dificulta o desenvolvimento da comunicação entre equipe e familiar. A ausência da comunicação trouxe repercussão negativa para a equipe de enfermagem por favorecer o desconhecimento do papel e atuação destes profissionais pelos familiares.

A família tem um importante papel na recuperação do paciente, por fornecer forte influência emocional, contribuindo desta forma para a manutenção da saúde e oferecendo um suporte nos momentos de crise. De posse desse conhecimento é possível adaptar-se a um novo assistir fundamentado em uma relação mais afetuosa, pois este tema envolve reconhecimento da comunicação do relacionamento interpessoal entre família e equipe para minimizar o déficit de comunicação melhorando assim a assistência prestada ao familiar.

Embora seja um estudo limitado, em virtude da escassez de trabalhos publicados, espera-se que possa contribuir para o aumento do conhecimento e da compressão sobre o acolhimento de familiares, pelos profissionais de enfermagem, em um ambiente tão complexo como a UTI.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, S.A.; et. al. Sentimentos dos familiares em relação ao paciente internado na unidade de terapia intensiva. Bras. Enferm. Aracaju-SE, v. 62, n. 6, p. 844-849, nov/dez. 2009.

BECCARIA, L.M.; et al. Visita em Unidades de Terapia Intensiva: concepção dos familiares quanto à humanização do atendimento. Arq. Cienc. Saúde. São Paulo-SP, v.15, n. 2, p.65-69, out/abr. 2008.

BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria MS 1071 de 04 de julho de 2005. Politica Nacional de Atenção ao Paciente Critico. 2005. Disponível em: <http://www2.ghc.com.br/gepnet/docsris/rismaterialdidatico62.pdf>. Acesso em: 16 de nov. 2015.

CASANOVA, E.G; LOPES, G.T. Comunicação da equipe de enfermagem com a família do paciente. Bras. Enferm.  Brasília, v.62, n.6, p.831-836, nov/dez. 2009.

CHERAGATTI, A. L; AMORIM, C. P. Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva. 2ª ed. São Paulo: Martinari, 2010.

COMASSETTO, I. ENDERS, B.C Fenômeno vivido por familiares de pacientes internados em unidade de terapia intensiva. Gaúcha. Enferm. Porto Alegre, v. 30, n. 1, p. 46-53, mar. 2008.

MARTINS, J. J.; et al. O acolhimento à família na Unidade de Terapia Intensiva: conhecimento de uma equipe multiprofissional. Eletr. Enf. Santa Catarina, v. 10, n. 4, p. 1091-101, 2008

MARUITI, M. R.; GALDEANO, L.E. Necessidades de familiares de pacientes internados em unidades de cuidados intensivos. Acta. Paul. Enferm. São Paulo-SP, v. 30, n. 1, p. 37-43, jul/nov.2007.

MEZZAROBA, R. M.; FREITAS, V. M.; KOCHLA, K. R. A. O cuidado de enfermagem ao paciente crítico na percepção da família. Cogitare. Enferm. Curitiba, v. 14, n. 3, jul/set. 2009.

NEVES, F. B. C. S.; et al. Análise da satisfação dos familiares em unidade de terapia intensiva.   Bras. Ter. Intensiva. Salvador, v. 21, n. 1, p. 32-37, fev. 2009.

OLIVEIRA, S. E. N.; et al. Humanização na teoria e na prática: a construção do agir de uma equipe de enfermeiros Eletr. Enf. Goiás, v. 15, n. 2, p. 334-343, jun.2013.

PASSOS, S. S. S.; et al. O acolhimento no cuidado à família numa unidade de terapia intensiva. Enferm. UERJN, Rio de janeiro-RJ, v. 23, n. 3, p. 368-374, mai/jun. 2015.

SCHNEIDER, C. C.; et al. Comunicação na unidade de tratamento intensivo, importância e limites – visão da enfermagem e familiares. Cienc. Cuid. Saúde, Pelotas, RS, v. 8, n. 4, p. 531-539, out/dez. 2009.

SILVA, P. J. M. O papel da comunicação na humanização da atenção à saúde. São Paulo: Bioética, v. 10, n. 2, p. 73-88, 2002.

SOARES, M. Cuidando da Família de Pacientes em Situação de Terminalidade Internados na Unidade de Terapia Intensiva. Bras. Ter. Intensiva, São Paulo, v. 19, n. 4, p. 481-484, out/dez. 2007.

SOUZA, C. J. Manual de Rotina em Enfermagem Intensiva. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

URIZZI F.; et al. Vivência de familiares de pacientes internados em unidades de terapia intensiva Bras. Enferm. Londrina, v. 20, n. 4, p. 370-375, jul/out. 2008.

VIANA, Dirce Laplaca; LEÃO, Eliseth Ribeiro; FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida de. Especialização em Enfermagem: atuação, intervenção e cuidados de enfermagem. V. 2, São Caetano do Sul-SP: Yendis, 2012.

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