Impactos da liderança sobre o processo de comunicação nas organizações

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ARTIGO DE REVISÃO

MELLO, Roger Goulart [1], FREITAS, Patrícia Gonçalves [2]

MELLO, Roger Goulart. FREITAS, Patrícia Gonçalves. Impactos Da Liderança Sobre O Processo De Comunicação Nas Organizações. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 12, Vol. 06, pp. 17-27 Dezembro de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

O processo de comunicação nas organizações é assunto amplamente discutido nos meios acadêmico e profissional em função de sua influência sobre o desempenho e produtividade das organizações. Este artigo não possui como objetivo encerrar o assunto, mas sim contribuir para a construção de conhecimentos na área através de uma reflexão sobre como a liderança pode impactar sobre o processo de comunicação nas organizações. Através da realização de pesquisas na literatura existente sobre o assunto, pode-se concluir que a postura da liderança pode impactar positiva ou negativamente o processo de comunicação nas organizações e suas condições de competitividade.

Palavras-Chave: Comunicação, Organizações, Liderança, Competitividade.

INTRODUÇÃO

Este artigo possui como objetivo compreender como a liderança pode impactar sobre o processo de comunicação nas organizações. Para se alcançar este objetivo, foram realizadas pesquisas bibliográficas na literatura existente sobre o assunto. Portanto, em relação a seus fins esta pesquisa pode ser classificada como exploratória e quanto aos procedimentos técnicos como bibliográfica.

Chiavenato (2011) afirma que o atual ambiente empresarial é constantemente impactado por transformações e mudanças, tornando a administração uma tarefa complexa e desafiadora. A partir desta perspectiva, pode-se entender que à administração necessita se adaptar as mudanças e transformações do ambiente, visando á perpetuidade das atividades de uma organização. Sendo assim, com o objetivo de adquirir melhor desempenho e condições de competitividade, a administração de organizações exige uma constante revisão dos comportamentos e atitudes gerenciais (CAVALCANTI et al., 2009).

Neste sentido, um dos aspectos que se revalorizou refere-se ao processo de comunicação nas organizações. Bueno (2003) indica que é através da comunicação que ocorrem integrações de pessoas e estruturas, fator indispensável para o equilíbrio, desenvolvimento e expansão das organizações. Hedler et al. (2015, p.167) explica que: A Comunicação e a cultura estão diretamente ligadas por influências mútuas, uma vez que valores compartilhados modelam o comportamento das pessoas e definem os procedimentos adotados, os processos e fluxos de comunicação (HEDLER et al., 2015, p.167).

A partir deste pensamento, pode-se entender que um dos fatores que impacta diretamente sobre a comunicação refere-se ás pessoas envolvidas neste processo. Bergamini (1997) ressalta que em busca da obtenção de melhores resultados, há uma tendência de revalorização das pessoas no ambiente organizacional. Lameiras (2010) explica que apesar de muitas vezes negligenciadas pelos tradicionais métodos de análise financeira e econômica, as competências humanas indiscutivelmente contribuem para a adaptabilidade das organizações em novos contextos, assim como para com os processos de inovação.

As pessoas são parceiros capazes de fornecer os conhecimentos, habilidades e competências necessárias ao funcionamento de uma organização, assim como inteligência para a tomada de decisões que imprimam significado e rumo aos objetivos organizacionais (CHIAVENATO, 2010), portanto, necessitam ser compreendidas com tal relevância. No meio acadêmico e empresarial foram desenvolvidos diversos estudos com enfoque nos aspectos humanos que envolvem as organizações, sendo a liderança um dos assuntos mais abordados.

A liderança é um assunto estudado por várias áreas devido a sua influência sobre o pensamento e comportamento de outras pessoas (CASSIMIRO, FONTELES, FARIAS, 2013). O líder é responsável pela mobilização dos colaboradores para o alcance dos objetivos organizacionais, sendo assim, suas atitudes e comportamentos impactam diretamente sobre o ambiente no qual os colaboradores convivem (MELLO; FREITAS, 2018) e também sobre a cultura organizacional, que possui influência direta sobre os procedimentos, processos e fluxos de comunicação (HEDLER et al., 2015).

COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL

Conforme Diniz et al. (2012) todo processo realizado com o objetivo de transmitir algo pode ser considerado como uma forma de comunicação. De acordo com Ferreira (1986, p.443 apud DEVESA, 2016) comunicação é “a transmissão de uma mensagem entre uma fonte e um destinatário, distintos no tempo e/ou espaço, utilizando um código comum”. Desta forma, pode-se pressupor que o processo de comunicação envolve quatro elementos: Emissor; Receptor; Mensagem e o Canal de Comunicação. Conforme explica Devesa (2016), o emissor é quem transmite a mensagem e o receptor quem a recebe, enquanto que a mensagem é o conteúdo transmitido e o canal pode ser considerado o veículo utilizado para a transmissão da comunicação.

A comunicação é um fato nas organizações, ou seja, não existe nenhuma organização sem uma prática comunicativa, ainda que os processos comunicativos não sejam institucionalizados. Eles são essenciais para a operação da entidade e estão intimamente vinculados às formas de significar, valorar e expressar uma organização, isto é, ao processo comunicacional e constitutivo da cultura da organização, e de sua identidade, configurando imagens reconhecidas por seus diversos públicos internos e externos. A comunicação pode ser entendida, então, como um alicerce que dá forma à organização, fazendo-a ser aquilo que ela é (CARDOSO, 2006, p. 1132).

Para Diniz et al. (2012) a comunicação possui um papel indispensável dentro das organizações, pois é através de sua existência que os fluxos de informação podem potencialmente percorrer os vários setores e usuários da instituição. Para que a comunicação ocorra de maneira eficaz é necessário que se estabeleçam canais que possibilitem uma boa interação entre os participantes, pois o funcionamento da comunicação depende das relações estabelecidas entre os indivíduos que alternadamente ocupam as funções de receptor e emissor das mensagens (DINIZ et al., 2012).

Cardoso (2006) afirma que a comunicação vem assumindo uma posição estratégica nas organizações, deixando de restringir-se apenas à simples produção de instrumentos de comunicação. A comunicação pode ser considerada como uma estratégia para a integração, coesão e produtividade em uma organização, quando adequadamente gerida (DIAS; NASCIMENTO, 2016).

A comunicação assume um papel muito mais abrangente, que se refere a tudo que diz respeito à posição social e ao funcionamento da organização, desde seu clima interno até suas relações institucionais. Uma estratégia de comunicação é algo intrínseco à estratégia global da organização (CARDOSO, 2006, p.1128).

Dias e Nascimento (2016) afirmam que uma comunicação ineficaz gera intranquilidade em um grupo de trabalho, trazendo prejuízos ao nível de produtividade e motivação dos colaboradores. Diniz et al. (2012) corrobora com este pensamento explicando que a ineficiência da comunicação interna e externa de uma organização gera problemas como a desmotivação de funcionários, redução da confiança de fornecedores e insatisfação de clientes. Portanto, a comunicação é “uma ferramenta essencial para a performance global de uma organização” (DEVESA, 2016, p.16), desta forma, necessitando de uma adequada gestão.

Devesa (2016) explica que a comunicação pode ser dividida em dois subdomínios: Comunicação Externa (voltada ao público externo da organização) e a Comunicação Interna (dirigida ao público interno da organização). Diniz et al. (2012) ressalta que a comunicação deve ser clara e objetiva para facilitar a concretização de seus propósitos, desta forma, necessitando ser adaptada a uma linguagem que possa ser facilmente interpretada e entendida pelo seu receptor, considerando suas características.

Atualmente espera-se que a comunicação sirva como suporte para um modelo de gestão estruturado e capaz de levar a empresa a enfrentar os desafios encontrados na sociedade, que vem tornando-se cada vez mais exigente. A comunicação, portanto, possui o papel de “envolver emissor e receptor em um diálogo aberto e democrático, em que a estratégia de gestão da empresa seja construída com base em princípios sociais e éticos” (CARDOSO, 2006, p.1134). A partir deste pensamento pode-se notar que a forma como o diálogo é realizado nas organizações impacta diretamente sobre a eficácia do processo de comunicação. Neste sentido, os estilos de liderança adotados adquirem relevante importância, pois impactam sobre o processo de circulação de informações nos ambientes internos e externos a organização.

LIDERANÇA E SEUS REFLEXOS SOBRE A COMUNICAÇÃO

Asanome (2001) explica que ao longo dos anos foram desenvolvidos diversos estudos que buscavam determinar os elementos que compõe uma boa liderança. De acordo com Bergamini (1994) a maioria das definições sobre liderança envolve dois aspectos: a liderança como um processo que envolve mais de um indivíduo e liderança como um processo de natureza intencional, exercida pelo líder sobre os demais.

Kouzes e Posner (1997, p. 33-34) define liderança como “a arte de mobilizar os outros para que estes queiram lutar por aspirações compartilhadas”. De acordo com Robbins (2010) a liderança pode ser entendida como a capacidade de influenciar um conjunto de pessoas em função do alcance de metas e objetivos. Yukl (1998 apud Lameiras, 2010, p.14) explica que:

A liderança é vista como um processo amplo no qual um membro individual de um grupo ou organização influencia a interpretação de eventos, a escolha de objetivos e estratégias, a organização das atividades, a motivação das pessoas para alcançar os objetivos, a manutenção de relacionamentos corporativos, o desenvolvimento de competências, a confiança dos membros e a angariação do apoio e cooperação das pessoas externas ao grupo ou à organização.

Hersey e Blanchard (1986, p.4) entendem que “a liderança ocorre sempre que alguém procura influenciar o comportamento de um indivíduo ou de um grupo, qualquer seja a finalidade”, desta forma, a mesma pode ser exercida visando atingir objetivos pessoais ou de terceiros, que podem ser coerentes ou não com os objetivos da organização.

Lameiras (2010) nos diz que a liderança possui um papel relevante nas organizações, muitas vezes sendo confundida com a própria gestão. Hersey e Blanchard (1986) afirmam que a administração pode ser considerada como uma forma especial de liderança, voltada para o alcance dos objetivos organizacionais. O conceito de liderança é mais abrangente em função de também englobar aspectos pessoais e do cotidiano dos indivíduos (HERSEY e BLANCHARD, 1986). No decorrer dos anos foram desenvolvidas diversas teorias com objetivo de explicar o fenômeno da liderança. Dentre estes estudos, pode-se destacar a Teoria dos traços de personalidade; Teoria dos estilos de liderança; Teoria da liderança situacional; Teoria da liderança visionária e Teoria da liderança transformacional.

De acordo com Chiavenato (2011) a teorias dos traços de personalidade é a mais antiga sobre o assunto. Cavalcanti et al. (2009) explica que uma das questões mais recorrentes em relação à liderança refere-se ao aspecto inato do líder, abordado na teoria dos traços. Esta teoria busca identificar as qualidades e características pessoais que diferenciam os líderes (ROBBINS, 2010). De acordo com as concepções desta teoria, só poderia exercer a liderança pessoas que tenham traços físicos, intelectuais, sociais ou comportamentais distintos (CAVALCANTI et al., 2009). De acordo com Chiavenato (2011, p.119) esta teoria afirma que o “líder apresenta características marcantes de personalidade por meio das quais pode influenciar o comportamento das demais pessoas”.

A teoria dos traços é alvo de diversas críticas. Robbins (2010) afirma que o fato do individuo possuir determinados traços de personalidade não o torna um líder de sucesso. Para Chiavenato (2011) a teoria dos traços ignora a situação em que a liderança esta inserida e desconsidera a influência dos subordinados neste processo. De acordo com Hersey e Blanchard (1986, p.104) “essa visão das coisas parecia questionar a validade do treinamento de pessoas para assumir posições de liderança”. Conforme Cavalcanti et al. (2009) a teoria dos traços não foi eficaz para explicar o fenômeno da liderança, possibilitando que novas teorias surgissem nesta área de estudo.

Outra teoria desenvolvida acerca do fenômeno da liderança aborda os diferentes estilos de liderança adotados por um líder em relação a seus subordinados. Trata-se da teoria sobre os estilos de liderança. Ela aborda que o líder pode adotar três estilos de liderança: autocrático, democrático e liberal (CHIAVENATO, 2011).

O líder autocrático se caracteriza por centralizar o processo de tomada de decisões (ASANOME, 2001) e impor suas determinações aos subordinados esperando obediência na realização das tarefas designadas (HERSEY e BLANCHARD, 1986). Os líderes democráticos, por sua vez, buscam envolver os subordinados no processo decisório, incentivando a participação e realizando a delegação de autoridade (CAVALCANTI et al., 2009).

O líder democrático exerce um papel de condutor e orientador, proporcionando um ambiente de comunicação franca, espontânea e cordial entre os envolvidos (CHIAVENATO, 2011). Portanto, pode-se observar uma clara diferenciação entre os estilos autocrático e democrático. Enquanto o primeiro usa de sua autoridade e poder para decidir individualmente, o segundo discute essas mesmas decisões em conjunto com sua equipe.

De acordo com Asanome (2001) o líder liberal possui a característica de fornecer uma mínima direção aos subordinados, dando-lhes liberdade para a tomada de decisões e não estabelecendo regras e procedimentos a serem adotados. Ainda conforme Asanome (2001) este estilo de liderança é ideal para ser aplicado com pessoas experientes, confiáveis e com alta qualificação e que possuam motivação na realização do objetivo proposto.

Chiavenato (2011) afirma que as principais críticas relacionadas a esta teoria referem-se a não definição das circunstâncias as quais os diferentes estilos de liderança devem ser aplicados. Neste sentido, surgiu a teoria da liderança situacional, que propõe que o líder utilize diferentes estilos junto a seus subordinados, adequando-os as exigências impostas pela situação (ASANOME, 2001). Os adeptos deste modelo de liderança não postulam um melhor estilo, nem um estilo permanente, e sim o mais eficaz para uma determinada situação (MACEDO et al., 2007).

Há também a teoria da liderança visionária, que pressupõe que o líder é capaz de mobilizar os colaboradores através de sua visão. A visão certa é capaz de energizar e envolver os colaboradores na concretização dos objetivos organizacionais (CAVALCANTI et al., 2009; ASANOME, 2001).

Por último, existe ainda a perspectiva da liderança transformacional. Conforme esta perspectiva, os líderes inspiram os demais a transcender seus interesses individuais em função do melhor para a organização ou grupo, impactando profundamente seus comportamentos (ROBBINS, 2010).

Apesar da existência de diferentes teorias acerca da liderança, o que de fato importa é que as pessoas abracem uma causa e sejam capazes de se mobilizar para concretizar os objetivos definidos (VERGARA, 2011). O líder possui um papel relevante para se atingir este objetivo, pois é o responsável por conduzir os colaboradores neste processo, influenciando-os em busca da obtenção de melhores desempenhos individuais e coletivos (MELLO; FREITAS, 2018).

A partir do exposto, pode-se observar que a liderança é capaz de impactar diretamente sobre as condições de comunicação em uma organização. A postura do líder pode incentivar ou não o diálogo democrático e a expressão das opiniões pelos colaboradores.

De acordo com Asanome (2001) os líderes que adotam uma postura autocrática possuem a característica de centralizar o processo de tomadas de decisão, portanto, não privilegiando a realização de diálogos em busca das melhores soluções possíveis. Esta postura pode limitar a comunicação e proporcionar a desinformação dos colaboradores, impactando negativamente o desenvolvimento funcional de uma organização.

Conforme Asanome (2001) o líder democrático caracteriza-se por uma postura participativa, que envolve os colaboradores no processo de tomada de decisões. No que se refere à comunicação, esta postura de liderança permite um diálogo democrático na busca de soluções. Desta forma, os colaboradores estão sempre informados sobre tudo que afeta o exercício de suas atividades. Takahashi e Pereira (1991, p.134) explicam não existir liderança sem comunicação, afirmando que “o processo de comunicação é vital para o exercício da liderança nos sistemas de organização”.

Considerando a comunicação como uma estratégia que favorece a produtividade (DIAS; NASCIMENTO, 2016) e como algo que deve ser intrínseco à estratégia global das organizações (CARDOSO, 2006), todos os fatores que impactam neste processo devem ser adequadamente avaliados, inclusive os aspectos relacionados à liderança. Desta forma, a liderança deve atuar como facilitadora do processo de comunicação, incentivando a participação e o diálogo democrático na busca por soluções eficazes.

CONCLUSÕES

As constantes mudanças e transformações existentes no ambiente empresarial demandam adaptabilidade das organizações em prol de melhores condições de competitividade. Neste sentido, a comunicação foi um dos aspectos que mais se revalorizou, sendo considerada como indispensável para que uma organização adquira condições de equilíbrio, desenvolvimento e expansão.

Apesar de muitas vezes não institucionalizada, a prática comunicativa esta presente em todas as organizações e possui um papel muito mais abrangente do que a mera produção de instrumentos de comunicação, devendo ser considerada como parte integrante do planejamento estratégico das organizações. Atualmente espera-se que a comunicação atue como um suporte capaz de maximizar as condições de competitividade e contribuir para o desenvolvimento das organizações através de um diálogo democrático.

A partir desta consideração, é possível observar a relevância dos aspectos humanos em relação ao processo de comunicação. O líder possui o papel de mobilizar os colaboradores em busca do alcance dos objetivos organizacionais, influenciando-os em busca de melhores desempenhos individuais e coletivos. Desta forma, a postura adotada pelo líder pode influenciar o comportamento dos colaboradores, estimulando-os ou não a expressar suas opiniões e participar ativamente do processo de comunicação.

Desta forma, pode-se concluir que a liderança exerce uma relevante influência sobre o processo de comunicação, podendo atuar como um elemento facilitador ou dificultador do processo comunicacional existente em uma organização, aspecto relevante para a manutenção das condições de competitividade e desenvolvimento da mesma.

REFERÊNCIAS

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[1] Especialista em Engenharia da Produção pela Universidade Cândido Mendes – UCAM. MBA Profissional em Gestão de Pessoas e Tecnologias e MBA em Logística Empresarial, ambas pela Escola Superior Aberta do Brasil – ESAB. Tecnólogo em Logística pelo Centro Universitário UNIABEU.

[2] Profissional da área de Recursos Humanos, docente do curso de Assistente de Recursos Humanos da Fundação de Apoio à Escola Técnica (FAETEC-RJ) através do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC). Licencianda em Belas Artes pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ. Graduada em Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos pelo Centro Universitário UNIABEU.

Enviado: Dezembro, 2018

Aprovado: Dezembro, 2018

Especialista em Engenharia da Produção pela Universidade Cândido Mendes – UCAM. MBA Profissional em Gestão de Pessoas e Tecnologias e MBA em Logística Empresarial, ambas pela Escola Superior Aberta do Brasil – ESAB. Tecnólogo em Logística pelo Centro Universitário UNIABEU.

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