Avaliação das técnicas de ensino para a disciplina de anatomia de superfície

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Avaliação das técnicas de ensino para a disciplina de anatomia de superfície
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ARTIGO ORIGINAL

GRINBAUM, Carlos Eduardo Affonso [1]

GRINBAUM, Carlos Eduardo Affonso. Avaliação das técnicas de ensino para a disciplina de anatomia de superfície. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 06, Vol. 11, pp. 85-93. Junho de 2019. ISSN: 2448-0959

RESUMO

Atualmente, no decorrer do 3º ano na carreira de fisioterapia, existe introduzida não muito tempo uma disciplina chamada de anatomia de superfície (palpatória). Esta disciplina tem um caráter emergente, e até hoje gera algumas situações que criam certos paradigmas e inovações, nos processos de ensino e aprendizado. Em virtude destas situações observadas em sala de aula, houve a necessidade de se criar um instrumento de pesquisa, com perguntas simples e objetivas para o corpo discente do curso de fisioterapia do 4º ano, num total de 85 entrevistados, e que já tenham cursado a disciplina. O objetivo desta pesquisa foi, além de conhecer melhor o perfil destes alunos, também de localizar os pontos paradoxais, inovadores e negativos da disciplina. Os resultados mostraram pontos surpreendentes como: há uma prevalência maior do sexo feminino, talvez um fator inibidor das aulas práticas, favorecendo uma maior quantidade de aulas teóricas, técnica que vai contra os objetivos e desejos discentes e docentes, acarretando ao final do curso, um rendimento insatisfatório e pouco proveitoso.

Palavras-chaves: ensino, avaliação, anatomia de superfície.

INTRODUÇÃO

O tema por mim selecionado se refere as alternativas para o ensino da Disciplina de Anatomia de Superfície ( erroneamente designada de palpatória), oferecida no 6º período (3º ano) do curso de Fisioterapia da Universidade Estácio de Sá (UNESA), visto que esta disciplina mesmo sendo considerada como uma matéria recente no ensino da área de saúde, não apresenta um consenso de como devemos ensiná-la para nossos alunos. Além disso, para os nossos cursos de graduação da área de saúde, a anatomia é considerada junto com outras da área morfológica, como um pilar de conhecimentos para disciplinas correlatas.

O ensinar da anatomia ainda é um problema que causa decepções e frustrações em professores do mundo todo e também em nosso país há muito tempo. Este assunto tem sido abordado e exaustivamente discutido nas reuniões científicas.

É uma disciplina bastante densa, e por causa disto, exige do aluno bastante tempo e dedicação para seu melhor desempenho. Escolhemos, então, o ensino de anatomia como tema específico.

Considerando a dificuldade em obter uma comprovação prática, dos conceitos teóricos aprendidos em sala pelas atividades expositivas, há uma escassa eficácia na aprendizagem que se perpetua mediante a clássica classe magistral, que impede o adequado intercâmbio entre o aluno e o professor. Onde os alunos atuam de forma passiva e relutante perante a utilidade das aulas teóricas, assim como uma carência real de informações complementares, que permitiram uma valorização no seu desempenho profissional.

Pretendemos com os objetivos deste levantamento bibliográfico e de campo, identificar junto aos alunos do 7º período do curso de Fisioterapia, qual a melhor maneira de se estudar e aprender esta forma avançada no estudo de Anatomia, tentando a partir destes resultados estabelecer normas que aumentem o interesse e o melhor aproveitamento da disciplina.

As justificativas deste levantamento partem de nossa experiência, quando observamos mais de perto a disciplina de anatomia de superfície, onde tem mostrado alto índice de desinformação, gerando desinteresse e descrédito pela disciplina.

A forma de ensinar anatomia ao longo de vários anos sofreu bastante mudança, de acordo com as realidades de cada época. Entretanto, ainda não é padronizada a maneira exata de ensinar.

Tivemos épocas em que dissecar era considerado crime, passando por momentos de grande oferta de material de estudo, chegando a nossa realidade atual, onde a captação e aquisição de material cadavérico se tornam cada vez mais difícil, mas essas dificuldades não se aplicam para esta disciplina, já que importa é a forma viva desta anatomia.

Junto com todos esses argumentos a literatura, especialmente a nacional sobre esse assunto ainda é escassa, deixando várias lacunas e possibilidades a serem investigadas. Sendo assim, este estudo se baseará nos trabalhos de Barrovecchio et al (1998), Guiraldes et al (2001), Larré (2002), Izunza & Bravo (2002), Perriard & Losardo (2001).

Finalmente tentarei por aqui validar as seguintes indagações:

O interesse e desempenho no estudo da disciplina de anatomia de superfície poderão ser influenciados pelos métodos de ensino?

Como podemos motivar o aluno a estudar anatomia de superfície?

A aula expositiva ainda é a melhor forma de se ensinar?

O material de estudo in vivo é essencial para o ensino de anatomia?

A disciplina deveria ter somente uma forma de abordagem ou ser variável?

A disciplina deveria ser seqüencial ao conhecimento anatômico ou abordado diante das disciplinas práticas (clínicas)?

Deve ser ministrada por professores anatomistas ou clínicos?

Partindo destes pressupostos teóricos, este trabalho será capitulado a partir dos seguintes títulos: a educação, explanada tendo como base teórica à comparação da pedagogia passada e moderna; o ensino da disciplina anatomia de superfície (palpatória), abordando os pontos críticos da questão, a disciplina emergente, e sua grande importância na formação do profissional da fisioterapia; a metodologia, aplicada para tentar entender o perfil do aluno que cursou a disciplina; a conclusão, revelando e relevando este perfil e por último a bibliografia utilizada, foi elaborada e escolhida através de textos específicos sobre pedagogia e sobre o estudo do ensino de anatomia humana.

A MODERNA EDUCAÇÃO

A avaliação do processo ensino aprendizagem é matéria de inúmeras discussões, há muito tempo. Ainda nos dias atuais, a prática educativa se baseia em uma pedagogia do exame (Luckesi, 1999), pois a avaliação está muito mais ligada com reprovação do que com aprovação. Sendo assim, o processo da pedagogia reflexiva em que vivemos, é de certa forma um paradoxal, isto é, num extremo lutando por mudanças, transformações e inovações, e do outro preso, cristalizado por dogmas e conceitos, que sequer contribuirão para as transformações sociais. O referido tema abordado aqui tenta identificar as condições e talvez respostas mais favoráveis para os questionamentos, de forma analítica, visando um meio de romper com os processos conservadores de ensinar e aprender. Tal ruptura poderá ser entendida como, aos fins as quais se propõe esta inovação (disciplina nova), visto que poderá constituir-se nos parâmetros, que avaliará seu verdadeiro significado.

A perspectiva desta disciplina emergente que justifica o presente trabalho sobre esta proposta de inovação educacional, não deverá ser encarada como uma matéria inusitada, e sim como uma complementação dos conhecimentos anatômicos adquiridos anteriormente. E esta inovação introduzida em sala de aula e desenvolvida sob determinados conceitos e contextos deverá inicialmente ser analisada numa perspectiva onde existam fins, objetivos e uma realidade que a motivaram. Pois é binômio fundamental do processo de ensino-aprendizagem, a participação ativa e integral dos alunos e do professor neste contexto educacional, onde a aula é parte de um todo e estando inserida no meio universitário, está ligada a um sistema educacional, que também é parte de uma política atual sócio-econômica e cultural bem mais ampla.

Sendo assim, a educação sempre se voltará para seu objetivo prioritário, que é a construção gradual do conhecimento, mediante o constante processo de atividade e produtividade do aluno. Segundo Prise, que citado por Castanho e seus colaboradores (2000), a inovação educativa consiste em proporcionar novas soluções para velhos problemas, mediante as estratégias de transformação ou renovação do ensino, atualmente sendo retificado.

Contudo estas inovações consistirão em introduzir novos modelos de atuação das práticas pedagógicas, que se mostraram anteriormente inadequadas ou ineficazes.

Desta forma, as inovações poderão ser explicadas, apesar de empiricamente a partir de 3 modelos educativos, onde o primeiro investiga e norteia o desenvolvimento de alguma aplicação científica ao campo pedagógico, o segundo se baseia num método de solução de problemas, onde o papel do educador direcionará o processo de inovação mediante a confrontação de desafios específicos, e finalmente, o terceiro e último, é um modelo perfeito de interação social, pois desta forma as conseqüências que ocorrerão dentro do ambiente acadêmico, influenciarão de forma recíproca os meios intra e extra-classe.

Cunha, citado por Castanho e seus colaboradores, mostraram que na universidade há espaços passíveis para as inovações, a partir da produção do conhecimento para o ensino, antes das produções científicas, o que irá favorecer então uma capacidade de produção de pensamento cognitivo e estético do aprendiz.

O ENSINO DA ANATOMIA DE SUPERFÍCIE

Hoje em dia se necessita cada vez mais, de um melhor preparo do estudante de fisioterapia, atualmente isto envolverá as disciplinas de anatomia descritiva e de superfície, que irão orientar e preparar o estudante nas disciplinas futuras de seu curso, que exigirão este conhecimento.

A anatomia de superfície (erroneamente denominada como palpatória) disciplina recentemente despertada de seu limbo acadêmico, é ministrada no meio do curso (6º período), parece não gerar mais influência nem interesse no corpo discente, talvez por ser uma lembrança ruim dos tempos iniciais do curso, onde aprendeu a anatomia descritiva de maneira muito desprazerosa, ou talvez por haver uma ruptura repentina na forma de seu aprendizado, outrora passivo tendo um aspecto prático, limitou-se a ter mais uma teoria abordada de forma unilateral.

Assim, é percebida atualmente no ensino da fisioterapia uma valorização explosiva, no conhecimento das disciplinas clínicas, reduzindo muito o papel da anatomia, todavia é indiscutível que como ciência básica, ainda tenha pouco espaço, perante as outras disciplinas, porém deveria atualizar seus métodos de ensino.

O curso de fisioterapia, que passou por várias reformulações, onde apontou vários pontos falhos em seu conteúdo programático, levando a criação desta disciplina, visando por um lado preparar os alunos em seu desempenho profissional como futuros fisioterapeutas generalistas, por outro, proporcionar os conceitos teóricos necessários para correlacionar as estruturas com as funções normais e anormais, dando um suporte acadêmico importante as disciplinas clínicas oferecidas na parte final do curso.

Subentende-se que estes requisitos devam estar em comum acordo, com o perfil profissional do fisioterapeuta, onde o curso define por si mesmo o seu currículo, que neste caso coincidirá com um fisioterapeuta capacitado para atuar na fase terciária da saúde. Mesmo assim existe uma preocupação constante, de uma atualização nos conteúdo da disciplina, adequando-a e transportando-a ao ensino de graduação.

Atualmente, é muito pouco estudada a mudança introduzida neste currículo acadêmica, assim também como os objetivos alcançados. Entretanto a escassez compensatória de carga horária prática, pela teórica, aumentará sempre que possível a relação pedagógica entre o aluno e o professor, mas nem sempre com os benefícios saudáveis e desejáveis que ocorram nas atividades práticas. Mas quando nos referimos ao estudo da anatomia de superfície, como disciplina emergente, em nada se deferiu das conclusões de Barrovecchio nos estudos sobre ensino de anatomia descritiva, onde afirmam: “que com uma melhor coordenação docente-estudantil nos trabalhos práticos, poderão superar a inexperiência inicial dos alunos”. Pois as atividades práticas tradicionais, dentro do contexto pedagógico, possuem valor indiscutível para a fixação dos conhecimentos aumentando sua retenção aos conhecimentos adquiridos (BAROVECCHIO, 1998).

Segundo Castanho e col., a pedagogia inovadora, não parece ser uma tarefa fácil, e comenta que tais inovações não retratam nenhuma novidade e sim uma versão reciclada, mas com um novo rótulo da solução tecnicista. Entretanto, existe muito a mudar, fatores que pode parecer mais razoável, relevante e legítima. Muitas das vezes são elementos imutáveis. Mas as experiências parecem mostrar que é relativamente o inverso, pois é fácil introduzir mudanças superficiais que não ameacem as estruturas existentes, que constituirão num desafio para as mudanças das estruturas profundas do ensino superior.

METODOLOGIA

Como nossas turmas são muito numerosas e apresentam uma heterogeneidade em relação à idade, sexo, cultura e origem socioeconômica, onde muitos já trabalham para custear seus estudos, permanecendo pouco tempo no campus, tivemos o cuidado na quantidade e na elaboração de perguntas.

Os Participantes: neste levantamento escolhemos aleatoriamente 85 alunos do curso de graduação em Fisioterapia, de ambos os sexos, com idade compreendida entre 18 e 40 anos, que já cursaram a disciplina de anatomia palpatória (disciplina ministrada no 3º ano de curso).

O Instrumento de avaliação: elaboramos um questionário, que foi distribuído aos alunos do Curso de graduação em Fisioterapia, onde foram formuladas seis perguntas sobre quais são as alternativas didáticas que melhor se aplicariam ao seu processo de ensino-aprendizagem.

RESULTADOS

Os resultados obtidos neste estudo foram bastante significantes, quanto ao sexo 35% dos entrevistados era do sexo masculino e a maioria era do sexo feminino, cerca de 65% (Gráfico1) A utilização do recurso eletrônico como forma complementar de estudo, pareceu bastante significativo (Gráfico 2), 76% dos entrevistados são usuários frequentes, o que significa um maior comprometimento de tempo em seus estudos complementares. Quanto a técnica empregada, a aula prática e a teórica não houve diferenças significativas em ambos os resultados (Gráfico 3) a aula prática obteve 54% pontos em relação a teórica.

Segundo os alunos entrevistados nesta enquete (Gráfico 4), o melhor recurso de ensino, ainda são as aulas práticas (42%) com modelos vivos (estudando os próprios colegas de turma), igualmente numa segunda opção (26%) pelos endereços da internet e os livros didáticos recomendados aos alunos, ficando os recursos audiovisuais num plano mais inferior.

Entre o conhecimento adquirido e o aprendizado (Gráfico 5) pelos alunos, não foi estocado suficientemente fixado, em relação ao restante da classe que satisfatoriamente, atingiu seus objetivos. E mesmo atingindo-o, mais da metade dos discentes (59%) testados neste modelo de avaliação, como recurso tradicional, e ainda perpetuado, as aulas teóricas foi o método recebido pela maior parte dos alunos (41%), frente às demonstrações práticas (21%), mesmo utilizando como recurso didático o modelo vivo nas atividades teóricas (Gráficos 6).

Gráfico 1

Fonte: Grinbaum (2005)

Gráfico 2

Fonte: Grinbaum (2005)

Gráfico 3

Fonte: Grinbaum (2005)

Gráfico 4

Fonte: Grinbaum (2005)

Gráfico 5

Fonte: Grinbaum (2005)

Gráfico 6

Fonte: Grinbaum (2005)

ANÁLISE (DISCUSSÃO) DOS RESULTADOS

Tendo em vista os valores aqui expressados, é importante ressalvar que, mesmo tendo recebido como recurso didático o modelo vivo, e pouco áudio-visual através das atividades teóricas recebidas em sala de aula, estes foram considerados insuficientes, para maioria dos alunos a retenção do conhecimento adquirido.

Talvez a presença mais significativa de alunos do corpo feminino e um professor do sexo masculino possam gerar certa inibição na realização das atividades práticas, sob o ponto de vista do pudor, pois a disciplina exige muito do contato físico para sua fixação de conhecimento adquirido, sendo assim o aspecto: “intimidade” entre o aluno e o professor pode ser algo que não é comum, podendo trazer um bloqueio que influenciará nas relações didático aluno-professor.

Num outro ponto de vista acadêmico, mais que um caráter pedagógico, isto poderia ser um grande exemplo das inovações propostas pela educadora Maria Eugênia Castanho, em seu livro sobre a transformação da prática pedagógica, onde as inovações sobre ensino e aprendizagem rompem com os protocolos da pedagogia tradicional.

Mesmo sendo preferenciais para a maioria dos alunos, as atividades práticas, são difíceis de acontecer, pois tais respostas poderão residir em vários fatores, em um deles o posicionamento da disciplina no currículo acadêmico, inapropriadamente, estando mantida no 3º ano do curso, ela acaba tendo um caráter mais retrospectivo do que informativo, pois a disciplina anatomia descritiva ministrada no 1º ano de curso. O que ocasionará numa condução mais formal, de modo teórico, o que não é da preferência dos alunos e da proposta docente.

CONCLUSÃO

Com base nos resultados obtidos, seria de grande valor didático rever o projeto pedagógico, em que a disciplina deveria em primeiro lugar, estar mais bem posicionada dentro do currículo acadêmico do curso de fisioterapia, podendo estar localizada logo após a conclusão da anatomia descritiva, isto é, no início do 2º ano no máximo, complementando assim o ciclo básico do estudante. O que facilitaria muito as aulas, não tendo mais um aspecto retrospectivo, aumentando ainda mais os níveis de interesse e confiança (valores morais) do aluno pelas ciências anatômicas, o que é imprescindível para sua construção de conhecimentos futuros. Direcionando assim à anatomia de superfície ao seu objetivo final, que é auxiliar a compreensão das disciplinas semiológicas, propedêuticas e principalmente as terapêuticas.

BIBLIOGRAFIA

Barrovecchio J.C., Perez B., Bella de Paz L. Sugerencias acerca del processo de enseñaza-aprendizaje en anatomia humana. Revista chilena de anatomia, 16(2): 219-224, 1998.

Castanho S., Castanho M.E.L.M.(orgs). O que há de novo na educação superior. Editora Papirus, 75-92, 2000.

Guiraldes H. et. Col. Enseñanza de la anatomía humana: experiencias y desafíos en una escuela de medicina. Revista chilena de anatomia, 19(2):219-226, 2001.

Inzunza O., Bravo H. Animación computacional de fotografías, un real aporte, al aprendizaje práctico de anatomía humana. Revista chilena de anatomia, 20(2):151-157, 2002.

Larré C.E. Conceptualización através de redes semánticas naturales de los módulos de autoaprendizaje en anatomía humana. Revista chilena de anatomia, 20(1): 192-198, 2002.

Luckesi, C.C. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. São Paulo: Cortez, p.34, 1999.

Moreira D.M. Didática do ensino superior: técnicas e tendências. São Paulo: Pioneira, 2003.

Perriard D., Losardo R. La anatomía en una propuesta curricular integrada. Revista chilena de anatomia, 19(1): 119-124, 2001.

Veiga I.P.A., Castanho M.E.L.M. Pedagogia universitária; a aula em foco Editora Papirus, 115-191, 2000.

[1] Especialista em Anatomia Humana, Docência superior, Psicomotricidade. Fisioterapeuta, Licenciado em Ciências Biológicas e Pedagogo.

Enviado: Abril, 2018.

Aprovado: Junho, 2019.

 

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