A ludicidade com alunos da educação de jovens e adultos

DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/ludicidade-com-alunos
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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

GUIMARÃES, Ueudison Alves [1], BUENO, Leidiane Aparecida dos Santos [2]

GUIMARÃES, Ueudison Alves. BUENO, Leidiane Aparecida dos Santos. A ludicidade com alunos da educação de jovens e adultos. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 06, Ed. 09, Vol. 06, pp. 05-16. Setembro 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso:https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/ludicidade-com-alunos, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/ludicidade-com-alunos

RESUMO

O uso da metodologia lúdica na Educação de Jovens e Adultos é essencial para a motivação e compreensão do aluno pelo ensino. As atividades lúdicas é um instrumento de extrema importância, pois, é um modo facilitador da aprendizagem. O lúdico não se resume somente em “brincar”, e sim, na colaboração da formação de estratégias e interação social dos alunos; fatores que colaboram com a associação dos conteúdos a serem estudados. Diante do exposto, este artigo possui o objetivo de apresentar a importância da ludicidade com alunos na Educação de Jovens e Adultos (EJA), através de pesquisas realizadas em artigos científicos, livros e acervos, classificando-se como revisão bibliográfica com abordagem qualitativa.

Palavras-chave: Educação, Jovens, Adultos, Lúdico.

1. INTRODUÇÃO

A Educação de Jovens e Adultos (EJA), é uma modalidade que engloba o ensino fundamental e médio e, proporciona a possibilidade do acesso ao conhecimento científico em idade própria, dando assim, oportunidade aos indivíduos de continuar ou começar a estudar, afinal, trata-se de uma modelo de ensino que garante os direitos dos mesmos, que, por algum motivo abandonaram ou não tiveram oportunidade de estudar (FREIRE, 2003).

Para Piaget (1971), o lúdico traz a oportunidade de o indivíduo criar, inventar, descobrir, reorganizar o que já conhece, produzindo conhecimentos novos, ampliando o vocabulário, dando oportunidade à criança de ter atenção no momento alegre que a brincadeira proporciona.

O lúdico favorece a formação da personalidade; é por meio de brincadeiras que as crianças formam ideias e conceitos, fazem estimativas e estabelecem relações lógicas (PIAGET, 1971). Deste modo, qual a importância da ludicidade na Educação de Jovens e Adultos?

O lúdico no desenvolvimento geral contribui significativamente no desenvolvimento global do indivíduo e em todas as dimensões vinculadas: motricidade, inteligência, afetividade e sociabilidade (NEGRINE, 1994).

Brincando o indivíduo se expressa ao mundo, adquire experiências e participa de novas aquisições (OLIVEIRA, 2004). É no brincar que se separa significado e pensamento, ação etc. Assim, o objetivo deste trabalho é abordar a ludicidade com alunos da educação de Jovens e Adultos, tendo como objetivo, compreender as brincadeiras e o ensino lúdico na etapa de aprendizagem.

Os exercícios considerados lúdicos, representados por jogos, dinâmicas diferenciadas e brinquedos são manifestações contidas no dia a dia dos indivíduos. Todo indivíduo sabe brincar e como brincar (SANTOS, 2002), mas, várias vezes as atividades lúdicas são resumidas apenas ao ato de brincadeira infantil, e associados somente às crianças. Diante do exposto, esta pesquisa é justificada pela importância de frisar a essencialidade da utilização do lúdico, também na educação de Jovens e Adultos.

2. MÉTODOLOGIA

O método utilizado para a confecção deste artigo, foi revisão bibliográfica, que, para Lakatos e Marconi (2001, p.183), abrange todas as bibliografias publicadas relacionadas ao tema da pesquisa, incluindo publicações avulsas, informativos jornais, revistas, livros, estudos, monografias, artigos e materiais gráficos. O objetivo é dar aos pesquisadores acesso direto a todo o conteúdo escrito, falado ou filmado sobre um tema específico.

A pesquisa possui caráter exploratório, que, Gil (1999) acredita ter como objetivo principal desenvolver, esclarecer e revisar conceitos e ideias, para fazer perguntas mais precisas. Seu objetivo é fornecer padrões e compreensão. Possui as seguintes características: informação definida aleatoriamente e um processo de pesquisa flexível e não estruturado. A amostra é pequena e não representativa e a análise dos dados é qualitativa. Essas descobertas são experimentais e os resultados geralmente são seguidos por outras pesquisas exploratórias ou conclusivas. Os métodos usados ​​incluem: investigação de fonte secundária, investigação empírica, estudos de caso parciais e observações informais.

Neste caso, utilizou-se o cunho qualitativos, que, alguns autores entendem como “expressão universal”. Por um lado, isso significa que inclui o que pode ser chamado de atividades ou pesquisas específicas. Triviños (1987, p.32), afirma que o cunho qualitativo é:

Uma espécie de representação do maior grupo de tópicos que participarão do estudo. No entanto, em geral, não se preocupa com a amostragem. E, em vez de aleatório, ele decide intencionalmente, dada uma série de condições (assuntos essenciais, de acordo com o ponto de vista do pesquisador, para esclarecer o tema do foco; facilidade de reunião com os indivíduos; tempo individual para entrevistas, etc.

Já Bogdan e Biklen (2003), conceituam que o cunho qualitativo possui cinco recursos básicos que constituem esse tipo de pesquisa: dados descritivos, ambiente natural, preocupação com o significado, preocupação com o processo e processo de análise indutivo. Ambos os autores concordam que o estudo qualitativo é o qual os pesquisadores têm contato direto e de longo prazo com o ambiente e a situação sob investigação por meio de um trabalho de pesquisa de longo prazo.

3. RESULTADOS

A Educação de Jovens e Adultos (EJA), é uma modalidade de ensino destinada por lei, para jovens e adultos que, por algum motivo, precisaram abortar ou sequer ingressaram no ensino regular.

O trabalho do professor possui diversas dimensões. É um trabalho coletivo e diário, que engloba não somente o trabalho em sala de aula como também a produção do plano de aula. Acredita-se no potencial dos docentes para a construção de novas propostas educativas coletivas, onde todos os alunos devem estar inclusos em todas as atividades, mesmo que a escola não ofereça recursos para isto (CANDAU, 2015).

De acordo com Ioschpe (2005), a educação no Brasil, apresenta falta de políticas que incentivem a melhoria do ensino, proporcionando uma educação de qualidade. A educação é um direito de todos, afinal, é responsável por propiciar mudanças em distintas áreas na vida do cidadão. Alunos do EJA, apresentam características distintas do ensino regular, afinal, já vivenciam problemas como preconceito, falta de oportunidade, classe baixa, entre outros. Deste modo, frisa-se que a sociedade necessita de práticas culturais associadas à educação, afinal, trata-se do pilar de quaisquer práticas humanas para viver em sociedade.

De acordo com Brasil (1996), a Educação de Jovens e adultos é considerada de extrema importância pela LDBEN (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), porém, esta categoria de ensino, ainda é tratada simplesmente como ensino regular em muitas instituições.

Jovens e Adultos já constituíram parte de sua história e não podem simplesmente receber um ensino como o fundamental e médio comumente conhecido. Para que haja uma educação de qualidade e eficaz, faz-se necessário um docente com especialização em educação para Jovens e Adultos, pois, uma educação que seja de fato para toda a vida, é necessária para o desenvolvimento do aluno da EJA, visando melhorar a atuação do indivíduo e sua inserção no mercado de trabalho (OLIVEIRA, 2004).

De acordo com a Lei nº9.394 de 20 de dezembro de 1996, em seu art. 4º, afirma que é dever do Estado com educação pública, garantir:

VII – oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola;

Art. 5º – O acesso ao ensino fundamental é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída, e ainda, o Ministério Público, acionar o Poder Público para exigi-lo.

I – recensear a população em idade escolar para o ensino fundamental, e os jovens e adultos que a ele não tiveram acesso;

A EJA deve possuir o ensino regular priorizado, afinal, a educação para indivíduos de distintas faixas etárias torna-se complexo, necessitando de profissionais especializados a desenvolverem habilidades que facilite o processo de ensino-aprendizagem e socialização. Assim, faz-se essencial o uso de atividades lúdicas nesta categoria de ensino, pois, colabora com a compreensão da realidade dos alunos, fazendo com que o ensino aconteça de maneira positiva e eficiente, proporcionando a inserção do indivíduo na sociedade (FREIRE, 2003).

O Art. 37 da Lei nº9.394, aponta que “a educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria”.

§1º Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames (BRASIL, 1996).

A ludicidade na modalidade do EJA, não possui foco apenas no aprendizado através de jogos e brincadeira, e sim, é capaz de colaborar com a interação social dos alunos (OLIVEIRA, 2004).

O sucesso do lúdico é o fato do jogo focar no prazer e na emoção.  O lúdico proporciona uma espécie de alívio emocional que dá lugar à outras emoções; tristeza, raiva ou frustração fazem parte da vida de todos e expressá-los através dos jogos, aliviará os sentimentos negativos e, também ensinará como usar o humor e o bom-senso para aumentar a resistência dos alunos (PIAGET, 1971).

As brincadeiras e os jogos fazem parte da história da humanidade. Para Almeida
(2003), os jogos educativos expõem a importância do lúdico no processo de ensino-aprendizagem, além do alcance de conhecimentos dos alunos, afinal criam desafios do dia a dia e da atividade lúdica, levando equiparação do aluno à realidade.
O jogo na maneira lúdica deve dar espaço para o aluno personificar a informação
de seu modo, com liberdade para praticá-lo com prazer e liberdade.

Para Vygotsky (1979), o lúdico cria uma zona de desenvolvimento proximal para o aluno, onde ele necessita de ajuda de outros indivíduos e, é onde ela cria seu conhecimento por meio de novos conhecimentos. O autor afirma que a ludicidade é uma necessidade de qualquer ser humano e, não pode ser vista somente como diversão, afinal, trata-se de um método de ensino que facilita a aprendizagem, o desenvolvimento cultural, social, e pessoal, colaborando com a saúde mental do indivíduo e facilitando o processo de socialização, que, consequentemente, facilita a construção do conhecimento e da inserção do cidadão na sociedade.

O lúdico é um direito na formação de qualquer indivíduo e, é reconhecido pela ONU, onde diz que todo indivíduo tem o direito ao descanso, lazer, a participação de jogos, arte, cultura, recreação apropriadas à sua idade (UNICEF, 2004). A brincadeira é crucial no processo de socialização. É essencial que os alunos encontrem prazer em jogos e, que aprendam a respeitar regras, ganhar e perder, conviver com mais pessoas, obedecer a limites, lidar com frustrações, entre outros.

Piaget (1967), corrobora que os jogos não devem ser vistos somente como brincadeira, pois, favorece o desenvolvimento cognitivo, moral, físico e afetivo. É através dele que a construção do conhecimento ocorre. O objetivo das atividades lúdicas dentro da escola possibilita trabalhar a ansiedade, ampliar a auto capacidade de realização, ampliar raciocínio lógico, rever limites, além de desenvolver a criatividade (LOPES, 2002).

Segundo Almeida (2003), a sala de aula também é um ambiente de brincadeiras, caso o docente consiga conciliar as necessidades dos alunos aos objetivos pedagógicos. Santo Agostinho apud Santos (1997), afirma que a ludicidade é eminentemente educativa no quesito da construção da força impulsora da curiosidade do mundo e da vida.

O docente é o mediador entre as crianças e os objetos, organizando situações de ensino-aprendizagem que unam recursos de capacidades emocionais, cognitivas, afetivas e sociais. A formação do professor varia da concepção que cada um possui sobre o aluno, sociedade, adulto, escola, educação, conteúdo e currículo. A prática de uma educação permanente é essencial para qualquer sistema de educação. Se quisermos formar indivíduos criativos, aptos e críticos para a tomada de decisões, um dos preceitos é o enriquecimento do dia a dia infantil com a inserção de lendas, brinquedos e atividades lúdicas. (KISHIMOTO, 1999).

Segundo os PCNs (1997) apontam que os educadores têm que trabalhar de maneira que os alunos possam dominar seus conhecimentos, que façam se reconhecer como indivíduos sociais, sendo reflexivos, participativos, autônomos e credores de seus diretos e deveres. O educador deve garantir aprendizagem a todos, usando meios extras que atendam às necessidades de cada um.

Para Cerisara (2002), a atividade lúdica gera flexibilidade, formando conceitos intuitivos e cooperando na transformação das ideias. Deste modo, o lúdico propõe aos alunos, a compreensão de conceitos, ajudando-os a se relacionarem e descobrirem, possibilitando a facilidade na solução de problemas, ajudando com o entendimento da linguagem.

O uso de atividades lúdicas na EJA, estimula os alunos a participarem ativamente da prática escolar, englobando trabalhos bem elaborados e ajudando a torná-los independentes para compreender seus próprios potenciais. Nesta modalidade de ensino, os procedimentos didáticos necessitam ser eficazes na hora de ajudar o aluno a incorporar novos meios de aprender e se desenvolver (FREIRE, 2003).

Através do lúdico, a aprendizagem acontece de modo natural, com participação ativa de todos os alunos e tornando a sala de aula um lugar prazeroso e de construção de conhecimentos. Através de atividades lúdicas, os alunos do EJA apresentam maior interesse em aprender, além de terem a oportunidade de interagir com os outros alunos e com o docente, propiciando valores e atitudes éticas por meio dos jogos e brincadeiras, pois, são atividades desenvolvidas sem obrigação de maneira consciente, de modo com que aprendam coletivamente, com igualdade e sem exclusão (OLIVEIRA, 2004). O autor ainda ressalta que a ludicidade possui um valor nítido quando propicia o relacionamento entre os alunos e aluno-professor, que, consequentemente, acabam criando um círculo de companheirismo e respeito ao próximo. Os próprios alunos reconhecem o valor das atividades lúdicas, demonstrando mais interesse em participar do processo de ensino-aprendizagem, o que demonstra êxito nos alunos da EJA, no que tange os recursos pedagógicos que favorecem a educação.

4. DISCUSSÃO

Esta pesquisa possibilita o estudo da metodologia da educação de jovens e de adultos. Atualmente, muitos educadores se apoiam na metodologia do educador Paulo Freire, antecessor do modelo de ensino da EJA. Por meio desta pesquisa, buscou-se compreender a importância desse método no cotidiano e seu significado na vida dos alunos, bem como dos professores que atuam nesse ensino.

Entendemos que o educador é um mediador, um organizador do tempo, do espaço, das atividades […] na construção do conhecimento. É ele quem cria e recria sua proposta pedagógica e para que ela seja concreta, critica dialética, este educador deve ter competência técnica para fazê-la (SANTOS, 1997, p. 61).

Considerando que o modelo de ensino da EJA desempenha um papel fundamental na aprendizagem, acredita-se que um estudo ajudará a compreender melhor as práticas e políticas públicas do modelo de ensino da EJA.

A educação de jovens e adultos deve criar condições de igualdade. Portanto, a escola é um espaço de grupos com condições especiais de vida, é importante analisar o fenômeno da exclusão e compreender o tempo de escolarização, e a importância da EJA na vida de quem recebe essa educação, sem julgamento e aceitação ao criar um espaço de comunicação onde alunos e professores aprendem juntos, sua contribuição para a vida real. A educação é um processo de sensibilização e mudança constantes de hábitos educativos, que visa estabelecer a relação entre cidadania e educação, de forma a não recusar a educação a quem abandonou a escola em idade normal.

Sabe-se que o ato de educar é muito mais amplo do que o simples ato de reunir pessoas em uma sala de aula e transmitir-lhes um conteúdo pronto e acabado. É papel do professor, especialmente o professor da EJA, compreender melhor o aluno e a sua realidade diária (LOPES; SOUSA, 2005).

Para garantir a permanência e a chance de obtenção da EJA, além da política de recompensa e retorno à escola, é necessário avaliar a valorização do professor por meio da formação continuada. Para realizar uma aprendizagem significativa, o aluno deve estabelecer uma conexão entre o conhecimento que aprendeu e o conhecimento que já conhece, o que o ajuda a reconstruir o conhecimento que aprendeu. Os alunos devem acreditar em seu próprio trabalho e potencial; devem começar com o conhecimento do assunto e estar plenamente cientes de que cada um tem seu próprio tempo de aprendizagem. Porém, para garantir a oportunidade de obtenção da EJA, deve-se valorizar as políticas de formação continuada e de incentivo ao professor, bem como valorizar os alunos que consideram o importante espaço para a formação humana na escola em outro momento da vida.

5. CONCLUSÃO

A modalidade EJA exige que sejam analisadas as práticas pedagógicas que condizem com a realidade da população da qual trabalhar-se-á. Deve-se colocar em pauta, no plano de aula, as especificidades de cada aluno, para que em todas as atividades propostas pelo docente, englobem todos os alunos, consequentemente colaborando com o processo de inclusão e quebra do tabu de discriminações que, mesmo na contemporaneidade, ainda existe.

O profissional que irá dedicar sua carreira à Educação de Jovens e Adultos, deve possuir conhecimento técnico e prático de como lidar com esta turma de alunos. Afinal, o processo de ensino-aprendizagem desta categoria de ensino é totalmente distinto da educação infantil, que a criança ainda está a descobrir o mundo. Na EJA, trata-se de indivíduos de distintas faixas etárias, com costumes diferentes, motivos diferentes por não terem concluído ou sequer começado os estudos na idade indicada pelas políticas públicas de educação.

Repensar na educação de adultos é um desafio para os docentes. Neste caminho, a ludicidade representa uma metodologia para que seja implementada uma pedagogia mais humana. As atividades lúdicas geram interesse aos alunos, pois os entretém, colaborando não somente com o processo de ensino-aprendizagem das disciplinas existentes na grade curricular, e sim, com um processo de humanização, socialização, expressão de sentimentos, partilha de experiências, entre outros benefícios que colaborarão com a inserção do indivíduo na sociedade como cidadão e no mercado de trabalho.

REFERÊNCIAS

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VYGOTSKY, L. Pensamento e Linguagem. Lisboa: Editora Antídoto, 1979.

[1] Graduação em Química pela Faculdade Cidade João Pinheiro (FCJP). Graduação em Pedagogia pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Graduação em Matemática pelo Centro Universitário Claretiano. Graduação em Geografia pela Faculdade Mozarteum São Paulo (FAMOSP).

[2] Pós graduações Psicopedagogia, Gestão Escolar, Pedagogia pela Universidade Estadual de Goiás.

Enviado: Junho, 2021.

Aprovado: Setembro, 2021.

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