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O professor como formador de cidadãos conscientes quanto à conservação do planeta

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

SILVA, Leandro de Oliveira [1], SANTOS, David Almeida dos [2], ALVES, Hellen Candida [3]

SILVA, Leandro de Oliveira. SANTOS, David Almeida dos. ALVES, Hellen Candida. O professor como formador de cidadãos conscientes quanto à conservação do planeta. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 11, Vol. 21, pp. 153-166. Novembro de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/formador-de-cidadaos

RESUMO

Este estudo busca investigar e refletir sobre o papel do professor na formação da consciência ambiental de seus alunos, no âmbito da Educação Ambiental escolar. O objetivo deste artigo é analisar o teor da Educação Ambiental formal, e ao mesmo tempo apontar caminhos desejáveis para que a mesma tome rumos mais adequados à nossa realidade. Realizou-se uma pesquisa bibliográfica, apoiando-se o texto final deste artigo nos seguintes autores: Amaral (2001), Elali (2003), Guimarães (2006), Jacobi (2003, 2005), Layrargues (2002) e Lopes et al., (2007), e uma pesquisa de campo com 25 professores de Ciências/Biologia de escolas públicas de municípios do Estado do Rio de Janeiro, com a preocupação de esclarecer a necessidade de repensar a Educação Ambiental que se faz na escola, de forma a propiciar a formação de indivíduos realmente críticos e reflexivos. Concluiu-se que a Educação Ambiental escolar necessita de um posicionamento crítico e reflexivo do professor, com a formulação de práticas que rompam com o simplismo em relação ao meio e sejam capazes de despertar a consciência do aluno quanto à conservação do planeta e dos recursos naturais. Os professores entrevistados se reconhecem como importantes agentes de transformação dos estudantes, e a maioria afirma trabalhar conteúdos de Educação Ambiental frequentemente.

 Palavras-Chave: EA, Educação Básica, escola, Meio Ambiente.

INTRODUÇÃO

 O presente trabalho busca analisar a questão da Educação Ambiental no espaço escolar e suas implicações no papel do professor enquanto perpetuador de práticas que despertem a atenção do aluno para os problemas que permeiam o meio ambiente. Formularam-se as seguintes questões que nortearam o trabalho de pesquisa: qual o papel do professor na formação de um indivíduo ambientalmente comprometido e como a escola pode contribuir para a formação de uma verdadeira consciência ambiental?

A escola ainda é, para nossa sociedade, um dos principais espaços de socialização, onde acontece a difusão de conhecimentos e concomitante transmissão de diversos valores, os quais farão parte da vida adulta dos indivíduos. O próprio ambiente escolar diz muito sobre valores: a forma como as cadeiras são organizadas, a decoração dos ambientes, o barulho ou silêncio.

A vida urbana, porém, naturalmente afasta a infância do contato com a natureza. O homem cada vez mais age sobre o meio ambiente, mais consciente de seu papel destruidor, mas ainda perdido quanto à sua responsabilidade diante dos diversos efeitos negativos. Nesse contexto, a escola assume um papel preponderante na formação do indivíduo.

Conforme Jacobi:

Os educadores têm um papel estratégico e decisivo na inserção da educação ambiental no cotidiano escolar, qualificando os alunos para um posicionamento crítico face à crise socioambiental, tendo como horizonte a transformação de hábitos e práticas sociais e a formação de uma cidadania ambiental que os mobilize para a questão da sustentabilidade no seu significado mais abrangente (JACOBI, 2005, p. 233).

Nestes termos a investigação do papel do professor como um agente formador de indivíduos comprometidos com a causa ambiental e, mais do que isso, instrumentalizados para atuarem em prol do ambiente, se faz necessária.

Foi realizada pesquisa bibliográfica com análise de dados obtidos a partir de trabalhos publicados no meio eletrônico e de textos da literatura especializada.

O texto final do artigo fundamentou-se nos trabalhos dos seguintes autores: Amaral (2001), Elali (2003), Guimarães (2006), Jacobi (2003, 2005), Layrargues (2002) e Lopes et al., (2007).

REFERENCIAL TEÓRICO

Após o advento da Revolução Industrial (final do século XVIII) o planeta Terra passou a sofrer as consequências do novo modelo de desenvolvimento econômico e social. A partir de daquele momento o homem provaria ser capaz de modificar as características ambientais de forma catastrófica, em proporções jamais vistas antes.

A capacidade humana em alterar o ambiente se mostrou em muitas oportunidades, mas principalmente na ocasião da explosão das bombas atômicas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, em 1945. Antes disso a questão ambiental não era pensada ou discutida sistematicamente, e muito menos a força da destruição provocada pelo avanço bélico.

Como afirma Lopes e colaboradores (2007, p. 114) a “questão ambiental nas manifestações públicas a nas políticas de desenvolvimento surgem, mais especificamente, a partir de década de 1960.” Em 1962 é publicado o livro Primavera Silenciosa, de Rachel Carson. Nesta publicação ela denuncia os abusos que a humanidade comete contra o meio ambiente, com o uso de pesticidas – em especial o DDT – e também com a crença ingênua no progresso ecológico.

A importância da Primavera Silenciosa assenta-se sobre a percepção humana em relação ao ambiente e à reflexão no que concerne ao progresso e ao desenvolvimento desenfreado. A partir deste passo inicial surgem, após o final da década de 1960, diversas Organizações Não-governamentais (ONGs), preocupadas com os rumos do planeta e a degradação ambiental provocada pelas diversas atividades humanas. O Greenpeace, inclusive, surgiria em 1971 e se tornaria a maior dessas organizações.

A Educação Ambiental (EA) já estava presente no currículo escolar de diversos estados brasileiros desde o início da década de 1970. O Guia Curricular de Ciências para o Ensino do Primeiro Grau, editado em 1973 no Estado de São Paulo, já apresentava uma concepção de ambiente, ainda que “cientificista, antropocêntrica e utilitarista” (AMARAL, 2001, p. 76).

Uma EA que não tenha o foco no ambiente tende a ter pouco ou nenhum impacto sobre a percepção da responsabilidade do indivíduo enquanto agente de transformação e modificação das condições naturais. Se a EA oferecida na escola trata o ambiente de forma antropocêntrica, ou seja, coloca a Natureza à disposição do homem, para seu usufruto e não o permite conhecer suas responsabilidades, então nada mudará. A mudança do homem em relação ao ambiente depende, também, da EA que se faz na escola.

Layrargues (2002) afirma que “apesar da complexidade do tema muitos programas de educação ambiental na escola são implementados de modo reducionista.” Nestes termos, fala-se simplesmente em reciclagem do lixo – o fim do processo – mas não em redução do consumo, por exemplo, que seria muito mais significativo.  Não é exigida do educando uma reflexão séria sobre os valores culturais de nossa sociedade, o capitalismo e a força das indústrias e a questão do lixo.

Uma EA pautada na reciclagem transforma a resolução do problema do lixo em pragmatismo, assumindo uma concepção errônea de que tal problema pode ser resolvido partindo de seu final, e não da fonte geradora dos recursos: a própria sociedade consumista, numa necessidade desenfreada de novos recursos e matéria-prima. Jacobi (2003, p.190) alerta ser “necessária reflexão sobre os desafios para mudar as formas de pensar e agir em torno da questão ambiental numa perspectiva contemporânea.”

O homem vive cada vez mais em cidades, e cada vez mais depende da tecnologia e dos meios de produção fabris para sua subsistência. A Educação Ambiental oferecida a esse sujeito tipicamente cosmopolita deve contemplar, essencialmente, a relação ser humano e sociedade. Somente assim, poderá dar resultados verdadeiramente positivos.

Elali (2003, p.310) afirma que:

Mais do que base física a partir e por meio da qual a pessoa recebe informações (visuais, táteis, térmicas, auditivas e/ou olfativas-gustativas), o ambiente é um agente continuamente presente na vivência humana. De fato, grande parte do comportamento do indivíduo envolve a interação com o espaço e no espaço, desde atividades simples como alimentar-se e vestir-se, até atividades complexas, como definir um percurso na urbe.

É possível perceber que a visão que o indivíduo tem do ambiente que o cerca – seja a casa, escola, bairro ou cidade – diz muito sobre como ele tratará tal ambiente. Se ele tem uma relação de cuidar e de proteger, calcada na percepção de dependência humana em relação ao ambiente, terá igualmente atitudes positivas.

Ou seja, é dever da escola trabalhar para formar pessoas capazes de pensar sobre o meio ambiente, de refletir sobre o papel de cada um no cuidado e preservação dos recursos e, dessa forma, auxiliar na busca por soluções para a crise ambiental que vivemos atualmente.

Jacobi (2003, p. 193) diz que o “educador tem a função de mediador na construção de referenciais ambientais.” Partindo desse conceito, concluímos que o papel do professor, enquanto mediador, exige um posicionamento de movimentação no lugar de comodismo, reflexão em vez de resignação e crítica como substituta da aceitação silenciosa. É necessária, verdadeiramente, uma nova EA: mais crítica e menos simplista.

Para pensarmos nesta formação, os pressupostos de uma Educação ambiental crítica que estamos considerando aqui são sua abordagem interdisciplinar, referenciada na perspectiva da complexidade e subsidiada pela interpretação histórico-crítica da realidade. Estes pressupostos afirmam o caráter participativo, permanente e político da dimensão ambiental no processo educativo (GUIMARÃES, 2006, p. 151).

Não é fácil mudar estruturas que se encontram engendradas na mente de cada indivíduo e na memória coletiva – como é o caso do comodismo em relação ao ambiente. Temos um longo histórico de degradação ambiental visível em nosso país, e isso não mudará da noite para o dia.

Lopes e colaboradores (2008, p.43) afirma que a “sensibilização se caracteriza como a primeira fase de ações em EA.” É preciso, num primeiro momento, direcionar nossas forças para mostrar que o ambiente precisa de nós, para somente depois partir para as outras fases: informação, mobilização e ação. A sensibilização envolve a percepção de co-responsabilidade pela degradação ambiental, pela fiscalização dos danos causados por outros ao meio e também pelo controle dos agentes agressores ao ambiente.

O professor, neste contexto, deve ser capaz de promover uma EA que vá além da coleta de materiais e discussão sobre reciclagem. Deve ser capaz de fomentar trocas de experiências e reflexões sobre o que leva ao aparecimento do lixo, sobre o destino real do mesmo e sobre o consumismo exacerbado – marca de nosso século XXI.

Assim, transformando a própria forma como se faz EA em nossas escolas e superando a visão utilitarista do ambiente, espera-se que uma nova visão de meio se forme em nossos alunos – mais crítica e menos acomodada.

METODOLOGIA

Foi realizada uma revisão bibliográfica inicial, buscando fazer um reconhecimento da área de estudo e, também, uma pesquisa de campo com professores da Educação Básica que lecionaram Ciências/Biologia no ano de 2019. Foram entregues formulários a professores das escolas dos municípios/cidades de: Bom Jesus do Itabapoana; Campos dos Goytacazes; Conceição de Macabu e Macaé. Os formulários foram devolvidos para os pesquisadores por e-mail.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Participaram da presente pesquisa 25 professores, de diferentes municípios do Estado do Rio de Janeiro. Quando perguntados sobre o curso de graduação realizado, a maioria respondeu ser licenciada (Figura 1).

Figura 1: Graduação dos professores participantes da pesquisa.

Fonte: Pesquisa de campo.

Uma grande parcela dos professores (34%) possui bacharelado com complementação pedagógica. De acordo com a LDB, a formação mínima para o professor atuar na Educação Básica é a licenciatura (ou o curso Normal Médio). O bacharelado está mais voltado para a pesquisa, enquanto a licenciatura é destinada à formação dos professores que atuarão na Educação Básica (MENDES; PRUDENTE, 2011). Os currículos dos cursos de licenciatura são dotados de disciplinas que contemplam discussões relativas ao ensino dos diferentes conteúdos; formas de avaliação; planejamento, dentre outros aspectos, os quais não estão presentes no bacharelado. Por mais que a complementação pedagógica possa auxiliar na formação do professor, a licenciatura plena é a formação adequada exigida por lei. Podemos questionar a qualidade das aulas dos bacharéis em comparação com a dos licenciados.

Em relação aos municípios/cidades dos professores participantes da pesquisa, percebemos que a maioria deles pertence a Campos dos Goytacazes (37%) e Macaé (37%) (Figura 2):

Figura 2: Municípios dos professores participantes da pesquisa.

Fonte: Pesquisa de campo.

A presente pesquisa contemplou apenas profissionais do Estado do Rio de Janeiro por conta da localização dos pesquisadores, vinculados a uma universidade do estado do Rio de Janeiro (UENF). A despeito disso, a qualidade da educação no RJ precisa ser analisada. Em 2011 é implantando o Currículo Mínimo, uma imposição do Estado às escolas (QUIRINO et al., 2011). Esse currículo, um documento com controle total sobre o processo de ensino-aprendizagem, teve como objetivo atender aos interesses da classe dominante, de forma que sua implementação teve uma influência negativa sobre o ensino e, em 2018, os resultados dos alunos do RJ, em matemática, pioraram. Percebemos a importância de analisar não apenas a prática do professor, mas também o currículo e as determinações legais.

Em relação ao tempo de atuação no magistério, percebemos que a maioria dos professores possui 20 anos ou mais (Figura 3):

Figura 3: Tempo de atuação no magistério dos professores participantes da pesquisa.

Fonte: Pesquisa de campo.

Uma parcela significativa (16%) possui cinco anos de magistério, ou seja, são professores em início de carreira. Esses docentes ainda estão construindo suas identidades profissionais, realizando testes e transitando do papel de aluno para o de mestre. Esse momento é determinante para a permanência (ou não) do professor na educação. As condições de trabalho nas escolas são determinantes para a permanência ou desistência do professor, cuja profissão vem sofrendo um gradual processo de desqualificação (JACOMINI; PENNA, 2016). Com isso, muitos profissionais preferem não trabalhar em suas áreas de formação.

Para a pergunta “Você trabalha temas relacionados à Educação Ambiental com seus alunos”? a maioria dos professores respondeu “frequentemente” (Figura 4).

Figura 4: Respostas dos professores à questão: “Você trabalha temas relacionados à Educação Ambiental com seus alunos”?

Fonte: Pesquisa de campo.

Como podemos perceber, a maioria dos professores afirma trabalhar EA com seus alunos frequentemente. Trata-se de uma constatação muito importante, pois a temática ambiental não pode deixar de ser pauta nas escolas. Muito se falou sobre o meio ambiente nos anos 90, junto com uma explosão de ONGs e programas de divulgação científica. Atualmente, apesar de os temas relacionados ao meio ambiente e à EA estarem em pauta nas escolas, não se sabe qual o teor das discussões promovidas (FRAGOSO; NASCIMENTO, 2018). A EA não tem sido trabalhada da forma mais adequada, com discussões que contribuam para o desenvolvimento do aluno em sua caminhada rumo à cidadania. Ao contrário disso, suas práticas, na maioria das vezes, se limitam a comemorações e eventos esporádicos.

Para a pergunta “Você acredita contribuir para a formação de cidadãos mais conscientes quanto à conservação do planeta e dos recursos naturais?”, a maioria dos professores (92%) respondeu sim (Figura 5).

Figura 5: Resposta dos professores à questão: “Você acredita contribuir para a formação de cidadãos mais conscientes quanto à conservação do planeta e dos recursos naturais?”.

Fonte: Pesquisa de campo.

A percepção da importância de seu próprio trabalho é crucial para que o professor consiga desenvolver uma prática pedagógica eficiente, especialmente em relação à EA, cuja proposta é a de sensibilizar os indivíduos para que, assim, eles cheguem à consciência sobre os recursos naturais. Se o professor não possuir uma clareza quanto à sua metodologia, objetivos e ações, dificilmente conseguirá atingir seus alunos.

Para a pergunta “Quais os temas de Educação Ambiental mais trabalhados com seus alunos?”, observamos que desenvolvimento sustentável e impactos ambientais foram os mais citados (Figura 6):

Figura 6: Os principais temas de Educação Ambiental trabalhados pelos professores participantes da pesquisa.

Fonte: Pesquisa de campo.

Não é de se espantar que estes sejam os temas mais trabalhados, uma vez que são os mais fáceis de encontrar nos livros didáticos, e também aqueles que sempre aparecem nos noticiários. Contudo, temos que questionar essa abordagem fragmentada da EA, que pode contribuir para um aprendizado deficiente dos alunos, prejudicando sua formação cidadã.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Concluiu-se que o papel do professor e, por conseguinte, da escola, no que concerne à EA, é o de auxiliar na formação de um indivíduo reflexivo quanto às questões ambientais e capaz de assumir responsabilidades. A maioria dos professores participantes da pesquisa trabalha conteúdos de EA com seus alunos e se reconhece como agente de transformação.

Porém, se faz necessária uma nova EA, pautada na crítica e no comprometimento com o social. Afinal de contas, o meio ambiente é muito mais do que um suporte físico: ele tem um significado para cada indivíduo, e a partir de tal significado é que são construídas as ações de cada um.

O professor, em tal contexto, deve trabalhar de forma a sensibilizar o aluno, despertando nele o interesse e o comprometimento com a causa ambiental, ao mesmo tempo em que fomenta discussões sobre mudanças de hábitos e valores. Tais mudanças são essenciais para a formação de um novo indivíduo, consciente quanto à sua responsabilidade em relação ao meio e ao planeta como um todo.

REFERÊNCIAS

AMARAL, Ivan Amorosino. Educação Ambiental e Ensino de Ciências: uma história de controvérsias. Pro-posições, vol. 12, n. 1 (34), março de 2001. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/proposic/article/view/8644012/11461. Acesso em 07/07/2020.

ELALI, Gleice Azambuja. O ambiente da escola – o ambiente na escola: uma discussão sobre a relação escola-natureza em educação infantil. Estudos de Psicologia, 8(2), 309-319, 2003. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/epsic/v8n2/19047.pdf. Acesso em 08/07/2020.

FRAGOSO, Edjane; NASCIMENTO, Elisangela Castedo Maria. A educação ambiental no ensino e na prática escolar da Escola Estadual Cândido Mariano – Aquidauana/MS. Ambiente & Educação, v. 23, n. 1, p. 161-184, 2018. Disponível em: https://periodicos.furg.br/ambeduc/article/download/6988/5298. Acesso em 16/07/2020.

GUIMARÃES, Mauro; VASCONCELLOS, Maria das Mercês N. Relações entre a educação ambiental e educação em ciências na complementaridade dos espaços formais e não formais de educação. Educar, Curitiba, n. 27, p. 147-162, 2006. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/er/n27/a10n27.pdf. Acesso em 08/07/2020.

JACOBI, Pedro. Educação Ambiental, cidadania e sustentabilidade. Cadernos de Pesquisa, n. 118, março/ 2003. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/cp/n118/16834.pdf. Acesso em 08/07/2020.

_____________. Educação Ambiental: o desafio de construção de um pensamento crítico, complexo e reflexivo. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 2, p. 233-250, maio/ago. 2005. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/ep/v31n2/a07v31n2.pdf. Acesso em 07 de julho de 2020.

JACOMINI, Márcia Aparecida; PENNA, Marieta Gouvêa de Oliveira. Carreira docente e valorização do magistério: condições de trabalho e desenvolvimento profissional. Proposições, v. 27, n. 2 (80), maio/ago., 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/pp/v27n2/1980-6248-pp-27-02-00177.pdf. Acesso em 16/07/2020.

LAYRARGUES, Philippe Pomier. O cinismo da reciclagem: o significado ideológico da reciclagem da lata de alumínio e suas implicações para a educação ambiental. In: LOUREIRO, C.F.B., LAYRARGUES, P.P. & CASTRO, R. de S. (Orgs.) Educação ambiental: repensando o espaço da cidadania. p. 179-219.São Paulo: Cortez. 2002. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/237655129_O_CINISMO_DA_RECICLAGEM_o_significado_ideologico_da_reciclagem_da_lata_de_aluminio_e_suas_implicacoes_para_a_educacao_ambiental_1. Acesso em 07 de julho de 2020.

LOPES, Alexandre; FERREIRA, Déia Maria; SANTOS, Laísa Maria Freire. Educação Ambiental. Rio de Janeiro: Fundação Cecierj, Consórcio Cederj, 2007.

MENDES, Cláudio Lúcio; PRUDENTE, Paola Luzia Gomes. Licenciatura x Bacharelado: o currículo da educação física como uma arena de luta. Impulso, 21(51), 97-108, jan.-jun., 2011. Disponível em: https://www.metodista.br/revistas/revistasunimep/index.php/impulso/article/download/527/553. Acesso em 16/07/2020.

QUIRINO, Maria José da Silva de Oliveira; PEREIRA, Carlos Alexandre da Silva; LEAL, Cristianni Antunes; OLIVEIRA, Vânia Lucia de. Políticas Curriculares: uma breve crítica ao Currículo Mínimo implantado no Estado do Rio de Janeiro. Disponível em: http://www.nutes.ufrj.br/abrapec/viiienpec/resumos/R1028-2.pdf. Acesso em 08/07/2020.

[1] Biólogo, Pedagogo, Mestre em Biociências e Biotecnologia e Doutorando em Biotecnologia Vegetal, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, Laboratório de Química e Função de Proteínas e Peptídeos, Campos dos Goytacazes – RJ.

[2] Bacharel em Ciência e Tecnologia de Alimentos pelo Instituto Federal de Educação, Técnico em Química pela Fundação São José, Graduando em Ciências Biológicas Modalidade EAD, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, Campos dos Goytacazes – RJ.

[3] Técnica em Química pelo Instituto Federal Fluminense, Graduanda em Ciências Biológicas Modalidade EAD, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, Campos dos Goytacazes – RJ.

Enviado: Julho, 2020.

Aprovado: Novembro, 2020.

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