Estratégias pedagógicas para novos leitores da biblioteca do Colégio Estadual Professor João Costa / Aracaju – Sergipe

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ARTIGO ORIGINAL

OLIVEIRA, Nadja Lucia Melo Albuquerque [1], ARAUJO, Nadjane Melo Albuquerque [2], OLIVEIRA, Manoel Messias Albuquerque De [3]

OLIVEIRA, Nadja Lucia Melo Albuquerque. ARAUJO, Nadjane Melo Albuquerque. OLIVEIRA, Manoel Messias Albuquerque De. Estratégias pedagógicas para novos leitores da biblioteca do Colégio Estadual Professor João Costa / Aracaju – Sergipe. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 12, Vol. 08, pp. 92-113. Dezembro de 2019. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/estrategias-pedagogicas

RESUMO

Objetivo: Captação de novos leitores para a biblioteca Silvio Romero do Colégio Estadual Professor João Costa. Estratégias: Adequação do mobiliário tornando o ambiente espaçoso, limpo e impactante de forma positiva aos olhos dos frequentadores. Organização e Identificação dos livros conforme classificação literária para facilitar o acesso; compra de livros paradidáticos de acordo com a solicitação dos alunos; Informatização da biblioteca; criação de acervo virtual para leitura e pesquisas. Resultado: Demostrou-se que o método utilizado atraiu novos leitores, com perspectiva de ascensão e permanência durante os anos seguintes. Conclusão: Este projeto contempla uma reflexão, um novo direcionamento nas práticas de ensino-aprendizagem incluindo a biblioteca.

Descritores: Biblioteca, escola, docentes, discentes.

1. INTRODUÇÃO

A biblioteca escolar deve ser vista como um centro dinâmico de informação da escola permeando o processo ensino-aprendizagem, interagindo com a sala de aula que dispõe de recursos informacionais dando acesso ao pluralismo de ideias e saberes (ANTUNES, 1998).

Até o ano de 2014 a biblioteca Silvio Romero, desfrutava de um ambiente inóspito, sujo e inadequado como local de trabalho e muito menos como ambiente de leitura, se contrapondo ao acima exposto, além dos aspectos físicos, a biblioteca não está inserida no Plano Político Pedagógico (PPP) do colégio, nem nos planos de aulas dos professores.

Baseado nessa situação foi desenvolvido um projeto de mudanças de estratégias para captação de novos leitores para a biblioteca. Essas mudanças contemplam melhorias básicas no aspecto físico da biblioteca, como também, uma abordagem no desenvolvimento cognitivo, participando dos instrumentos pedagógicos da escola, ideias fundamentais para o seu funcionamento bem-sucedido na atual conjectura, baseada na informação e no conhecimento.

Para Pereira (2006), ler é apreciar, inferir, antecipar, concluir, concordar, discordar, perceber as diferentes possibilidades de uma mesma leitura, é estabelecer relações entre diferentes experiências – inclusive de leitura. Por tudo isso, ler é, antes de tudo, um direito.

A biblioteca escolar necessita estar envolta de pessoas qualificadas e preparadas para seu melhor desempenho, tendo em vista a garantia de uma ação educacional de qualidade e que vise atingir seu objetivo de instrumento de apoio ao processo educacional. A biblioteca escolar não é uma instituição independente. Ela existe para atender às necessidades de informação de uma comunidade escolar, onde convivem professores, alunos, pessoal administrativo e técnico (CÔRTE; BANDEIRA. 2011).

Logo, faz necessário mudanças de estratégias para tornar a biblioteca um instrumento ordinário no processo de ensino-aprendizagem.

2. JUSTIFICATIVA

O tema escolhido constitui um sério problema no Brasil: Em 2016, segundo as avaliações do Programa for International Student Assessment (PISA), 44,1% dos estudantes brasileiros estão abaixo do nível de aprendizagem considerado adequado em leitura. Isso significa que, esses alunos não conseguem reconhecer a ideia principal em um texto ou relacioná-lo com conhecimentos próprios, não conseguem interpretar dados e identificar a questão abordada em um projeto experimental simples. Também em 2016, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), apontou que mais de 84 mil estudantes que prestaram a prova zeraram no exame de redação e, dos 6,1 milhões de jovens avaliados, só 77 tiraram a nota máxima.

Outro dado importante foi apresentado na pesquisa divulgada em 2016 pelo Instituto Pró-Livro sobre o hábito de leitura no Brasil. A conclusão foi de que 66% dos brasileiros não frequentam bibliotecas e 44% das pessoas com mais de 5 anos de idade não têm costume de ler. Com o objetivo de mudar essa realidade, o governo federal sancionou em 24 de maio de 2010 a Lei 12.244/10 que, determina que todas as instituições de ensino do Brasil deverão ter uma biblioteca até o ano de 2020.  Em 2015, das 120,5 mil escolas públicas do país, 53% ainda não tinham biblioteca ou sala de leitura.

3. OBJETIVOS

3.1 OBJETIVO GERAL

  • Transformar a biblioteca em um ambiente salutar para os alunos e professores, totalmente adequado para leituras e pesquisas.

3.2 OBJETIVO ESPECÍFICOS

  • Modificar o aspecto físico da biblioteca para melhor receber os alunos;
  • Tornar o ambiente limpo e prazeroso para fomentar mudanças de hábitos, despertando o interesse em leituras e pesquisas;
  • Desenvolver na biblioteca estratégias para que os alunos sejam bons leitores com práticas diárias;
  • Inserir no PPP a biblioteca como instrumento de apoio no processo educacional.
  • Oferecer um acervo de romances clássicos físicos, como também paradidáticos da atualidade;
  • Criar um acervo virtual para leituras e pesquisas;

4. REFERENCIAL TEÓRICO

As instituições não podem mais seguir os mesmos moldes da educação adotados há 20 anos. A educação do século XXI vem passando por constantes transformações que visam acompanhar as mudanças nos hábitos e comportamentos da sociedade. A importância da renovação se faz presente em todas as áreas da escola, inclusive no espaço bibliotecário (CÔRTE & BANDEIRA, 2011).

Conforme Côrte & Bandeira (2011), a biblioteca na escola deverá ser constituída como um espaço de atividade pedagógica, que vai além de mudanças no ambiente físico. É necessário transformar a maneira como a biblioteca pode ser inserida nas ações pedagógicas, pois ela tem a incumbência de auxiliar o corpo docente na formação de jovens leitores. O espaço da biblioteca escolar precisa se mostrar atraente e prazeroso, que seja capaz de atraí e manter o leitor no universo literário.

As instituições de ensino, não necessariamente, devem criar ambientes novos e sim, aprimorar o local com melhorias simples tais como: acessibilidade, Iluminação, mobilha adequada, espaço limpo e arejados, livros clássicos e atualizados que sejam do interesse dos alunos. É fundamental que a instituição de ensino busque a opinião dos alunos quando for renovar o acervo, levando em conta os aspectos educacionais (SILVA, 1995).

É essencial que as bibliotecas façam parte do plano político pedagógico da escola, de maneira organizada, planejada e coerente, possibilitando aos discentes e docentes o desenvolvimento e acesso à cultura. Sendo assim, permite ao indivíduo uma aprendizagem permanente, estimula a criatividade, a comunicação e o desenvolvimento psíquico e social (COELHO, 2002).

Para Azevedo (2004), 75% dos indivíduos acima de 15 anos de idade, não possuem o domínio pleno da leitura e da escrita. É notório que no Brasil há um alto índice de crianças, jovens e adultos que não sabem decodificar os signos escritos, não conseguem compreender as ambiguidades e entrelinhas do texto, caracterizando analfabetos funcionais.

O livro tem um papel formativo tanto pelo convívio ou diálogo leitor/texto. Nessa perspectiva, a escola é um “espaço privilegiado”, para trabalhar a formação do indivíduo, valorizando os estudos literários que estimulam a mente, a percepção do real em suas várias significações, além de construir uma consciência identitária, ampliando a leitura de mundo e os conhecimentos linguísticos (AZEVEDO, 2004).

Dessa maneira, podemos perceber a importância do professor no espaço da biblioteca e seu papel na promoção da inclusão e de uma cultura de paz, através da informação. Sendo assim, a importância desse espaço, combinado com o professor, demanda de uma pedagogia complexa que exige engajamento e muita responsabilidade pela sua dimensão ético-político-pedagógica. A união dessas forças concretiza uma educação comprometida com o cuidado, com o bem viver coletivo e com a liberdade (MOURA; ZUCHETTI, 2006).

Estimular a imaginação através da leitura proporciona ao sujeito um exercício em seu plano imaginário! Conhecer o mundo sem sair do ambiente! É despertar sentimentos e emoções que transcendem da vida real através da ficção. Sendo assim, também concordamos com Fanny Abramovich (1989, p. 17), pedagoga e escritora que afirma:

“É ouvindo histórias que se pode sentir (também) emoções importantes como: a tristeza, a raiva, a irritação, o medo, a alegria, o pavor, a impotência, a insegurança e tantas outras mais, e viver profundamente isso tudo que as narrativas provocam e suscitam em quem as ouve ou as lê, com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas faz (ou não) brotar”.

O papel da biblioteca é habilitar os estudantes para a aprendizagem ao longo da vida e a desenvolver a imaginação preparando-os para viver como cidadãos responsáveis. Segundo Campelo, 2005, p.17, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) entendem como papeis da biblioteca escolar:

“[desenvolver] um programa de leitura eficiente, que leitores competentes e não leitores que façam isso de forma esporádica e saibam compreender o que leem e desenvolvam práticas de intertextualidade;

[esta deve ser um] local apto a influenciar o gosto da leitura [os PCN’s recomendam] que a escola estimule o desejo de frequentar esse espaço e contribuir pelo apreço do ato de ler;

[também deve ser um local] de aprendizagem permanente, um centro de documentação onde se encontre informações que irão responder aos questionamentos dentro das diversas áreas curriculares;

[está apropriada para] desenvolver atitudes de cidadania, [onde os alunos aprendam, por exemplo, a respeitar o ambiente coletivo, atitude de respeito ao livro e outros materiais e] tenham condições de generalizar o conceito de espaço público, reconhecer [outros espaços mais amplos, como o de cidades e mais abstratos como instituições]”.

Portanto, a biblioteca escolar deverá ter um funcionamento ininterrupto, baseado na informação e no conhecimento.

5. MÉTODO

5.1 TIPO DE ESTUDO

Este projeto consiste em um estudo do tipo pesquisa de campo, longitudinal, qualitativo, quantitativo e descritivo.

5.2 AMOSTRA

A amostra foi composta por alunos de ambos os sexos, com idade de 14 a 16 anos, matriculados no Colégio Estadual Professor João Costa que funciona de forma integral no ensino médio.

5.3 LOCAL DE ESTUDO

A pesquisa foi desenvolvida no Colégio Estadual Professor João Costa, na cidade de Aracaju – Sergipe.

5.4 COLETA DOS DADOS

A coleta dos dados foi através do SIGA – Sistema Integrado de Gestão Acadêmica Seed/SE – 2019 e Programa Biblioteca Fácil do Colégio Estadual Professor João Costa/2019.

5.5 DESCRIÇÃO DAS ETAPAS

5.5.1 1ª ETAPA

Retirada todos os entulhos da biblioteca;

Pintura da biblioteca;

Organização do espaço físico da biblioteca: estantes sendo arrumada em um único espaço da biblioteca;

Organização das mesas e cadeiras;

Arrumação do acervo nas estantes separando-os por categorias;

Confecção de etiquetas para estantes (número, letras e classificação do livro);

Colar as etiquetas nas estantes.

5.5.2 2ª ETAPA

Comprar um software para cadastramento dos livros e alunos;

Cadastramento do acervo e usuário;

Identificar os livros com fita adesiva colorido por categoria;

Recuperação dos livros danificados.

5.5.3 3ª ETAPA

Criação de um grupo social virtual;

Criação de uma biblioteca virtual para disponibilizar livros em PDF;

Plotagem na biblioteca;

Roda de conversa com os alunos para discussão sobre os romances;

Lista de pedidos de livros pelos alunos da escola;

Aquisição de livros, inclusive alguns, indicados pelos alunos da escola;

Exposição dos livros solicitados pelos alunos;

Encapamento dos livros novos;

Premiação dos alunos que leram mais livros;

Aquisição de leitor de código de barra;

Inserir a biblioteca no Plano Político Pedagógico.

6. RESULTADOS

O Colégio Estadual Professor João Costa atravessou períodos de muitas mudanças nas suas modalidades de ensino. No ano de 2014, contemplava a modalidade fundamental final com 331 alunos, médio convencional com 311 alunos e médio inovador com 1913 alunos, totalizando 2.555 alunos. Em 2015 a modalidade fundamental final reduziu para 289 alunos, médio convencional para 221 alunos e médio inovador para 1348 alunos totalizando em 1858 alunos.

No ano de 2016 o número de alunos do fundamental final reduziu para 164 alunos, médio convencional para 173 alunos e o médio inovador para 1203 alunos, totalizando 1540 alunos. No ano de 2017 o ensino fundamental final não fazia mais parte da modalidade de ensino do colégio Professor João Costa. Apenas médio convencional com 190 alunos e médio inovador com 1118 alunos, totalizando 1308 alunos.  No ano de 2018 foi implementado de forma experimental o ensino médio integral. A partir deste ano a escola conta com médio centro experimental 227 alunos, médio convencional com 105 alunos e médio inovador com 609 alunos totalizando 941 alunos.

Embora os números de alunos matriculados no Colégio estarem sendo reduzidos a cada ano, o número de leitores vem crescendo na relação número de matrículas x número de leitores. Essa ascensão no número de leitores da biblioteca, provavelmente, é devido a um conjunto de ações desenvolvidas dentro da biblioteca, como também, no engajamento entre professores da biblioteca, alunos e professores de classe.

Conforme gráfico abaixo:

Gráfico 1:

Fonte: SIGA – Sistema Integrado de Gestão Acadêmica Seed/SE – 2019

Gráfico 2

Fonte: SIGA – Sistema Integrado de Gestão Acadêmica Seed/SE – 2019

Gráfico 3

Fonte: Dados do Programa Biblioteca Fácil do Colégio Estadual Professor João Costa/2019

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante dessa realidade acerca da nossa Educação e Biblioteca Escolar, observamos que ao longo dos tempos a biblioteca deixou de ser um espaço que incentiva a formação do hábito de leitura, a pesquisa e a transformação do indivíduo como um sujeito ativo, responsável pela sua aprendizagem, que sabe compreender o contexto em que vive e modificá-lo de acordo com sua necessidade.

O espaço da biblioteca foi transformado em depósito de materiais descartáveis de outros ambientes, como também, um ambiente onde assentam professores que não podem mais desempenhar suas funções em sala de aula (Professores Readaptados).  É triste essa realidade! O profissional já carrega em si um problema de baixa autoestima, se depara com uma situação bem complicada! O profissional readaptado chega na escola e é visto como um “ser incapaz”, mudam até sua função passando de professor para “Bibliotecário”, “Articulador”, etc, é visto como “um entregador de livros”, como se o mesmo perdesse a capacidade de auxiliar na aprendizagem independente do ambiente em que esteja. Simplesmente enfatizando uma discriminação no desempenho desse cargo. O professor em qualquer ambiente que esteja, sempre será um intermediador no processo de ensino e aprendizagem, preocupa-se em contribuir para a formação de um indivíduo crítico, responsável e atuante na sociedade.

É recomendável que haja na biblioteca um professor ou outro profissional, que possa prestar atendimento para os usuários, de forma que estejam predispostos a realizar os trabalhos que serão exigidos pela biblioteca. Nesse novo modelo de proposta, exige-se um perfil de profissional que auxilie na função pedagógica e tenha o mínimo de condições para orientar pesquisas escolares e realizar o trabalho que lhe for atribuído. Criatividade, interesse e conhecimento em organização de biblioteca, para que os serviços prestados visem a um arranjo que facilite o manuseio do acervo e o atendimento ao leitor.

8. REFERÊNCIAS

ABRAMOVICH, Fanny. Literatura infantil gostosuras e bobices. 5. ed. São Paulo: Scipione, 2002.

ABREU, Márcia.  Diferentes formas de ler. In: PERUZZO, Cicilia M. K.; ALMEIDA, Fernando Ferreira (Org.). A mídia impressa, o livro e as novas tecnologias. São Paulo: Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, 2002, p. 125-135. Disponível em http://www.revistamultiplicidades.com.br/artigos/1298697556.pdf. Acesso em 05 de outubro de 2018

ANTUNES, Wanda de Andrade. Biblioteca escolar no Brasil: reconceituação e busca de sua identidade a partir de autores do processo ensino aprendizagem. 1998. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo,1998.Disponívelem:https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/download/8643650/pdf/

AZEVEDO, Ricardo, BARBOSA, Márcia; RÖSING, Tânia; RETTENMAIER, Miguel.

Formas literárias populares e formação de leitores. In: (Org.). Leitura, identidade e patrimônio cultural. Passo Fundo: UPF, 2004.p. 155-9. Disponível em: www.cultura.al.gov.br. Acesso em 15 de Mai 2018.

CAMPELLO, Bernadete et. Al.. A competência informacional na educação para o século XXI. A biblioteca escolar. Temas para uma prática pedagógica. 2. Ed. Belo Horizonte:Autêntica,2005.Disponívelem:https://bdm.ufpa.br/jspui/bitstream/prefix/56/1/TCC_BibliotecaEscolarEspaco.pdf.

CAMPELLO, Bernadete et. Al, Biblioteca e Parâmetros curriculares Nacionais. Temas para uma prática pedagógica. 2. Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. Disponível em https://revista.acbsc.org.br/racb/article/download/1162/pdf. Acesso em 5 de setembro 2019.

COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil: teoria, análise e didática. 7. ed. São Paulo:Moderna,2002.Disponívelemhttps://semanaacademica.org.br/system/files/artigos/1.pdf. Acesso em 03 de Outubro de 2018.

CÔRTE, A. R. & BANDEIRA. S, P. (2011). Biblioteca escolar. Brasília, DF: Briquet deLemos.Disponível:http://bdm.unb.br/bitstream/10483/20180/1/2016_ThaisSuguiuraDeMelo_tcc.pdf. Acesso em: 10 de março de 2017.

DEMO, Pedro. Leitores para sempre. Porto Alegre: Mediação, 2006. Disponível: http://alb.org.br/arquivomorto/edicoes_anteriores/anais16/sem07pdf/sm07ss06_03.pdf.Acesso em 13 de outubro 2018.

GARCIA, Edson Gabriel. Biblioteca escolar: estrutura e funcionamento. São Paulo: Loyola, 1989.

IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo demográfico de Ribeirão Preto 2010. Disponível em: www.ibge.gov.br. Acesso em: 18 mar. 2011.

MOURA, E. ; ZUCHETTI, D. T.; Explorando outros cenários: educação não escolar e pedagogia social. Educação Unisinos, São Leopoldo/RS, 2006, v. 10, n. 3, set./dez.p. 228- 236.

PEREIRA, Andréa Kluge. Biblioteca na escola / elaboração Andréa Kluge Pereira. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006. 57 p. Disponível:http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-2010-pdf/7260-biblioteca-escola-seb.

RIBEIRO, Vera (Org.). Letramento no Brasil: reflexões a partir do INAF 2001. São Paulo: Global, 2003. Disponível em: www.worldcat.org. Acesso em 15 de Mai 2018.

SILVA, E. T. da. (1995). Leitura na escola e na biblioteca. 5.ed. Campinas: Papirus p,12.Disponívelem:http://editorarealize.com.br/revistas/fiped/trabalhos/Modalidade_2datahora_21_05_2014_09_54_53_idinscrito_763_9fcc8d6e3dee071d9cbe1bb8d339a2e5.pdf. Acesso em 11/dezembro 2019. http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-2010-pdf/7260-biblioteca-escola-seb.

9. ANEXOS

9.1 ANEXO I FOTOS ANTES DA ARRUMAÇÃO DA BIBLIOTECA

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9.2 ANEXO II FOTOS DEPOIS DA ARRUMAÇÃO

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9.3 ANEXO III FOTO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA BIBLIOTECA

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9.4 ANEXO IV INFORMATIZAÇÃO DA BIBLIOTECA

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9.5 ANEXO V IMPLEMENTAÇÃO DA BIBLIOTECA VIRTUAL

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[1] Mestre em Ciências da Educação (Universidade Interamericana/ PY); Pós-graduada em Osteopatia Clínica Internacional pela Faculdade Inspirar Curitiba/Paraná. Graduada em Fisioterapia pela Faculdade Estácio de Sá Aracaju/Sergipe. Graduada em Pedagogia (Universidade Vale do Acaraú Fortaleza/Ceará.

[2] Mestre em Ciências da Educação (Universidade Interamericana/ PY); Pós-graduada Lato Sensu em Educação Inclusiva, pela Faculdade Integradas de Jaquarepaguá, Rio de Janeiro; graduada em Pedagogia (Universidade Vale do Acaraú Fortaleza/Ceará.

[3] Pós-graduação Lato Sensu em Psicopedagogia Institucional, na Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe – FANESE. Licenciatura em Português/Francês, pela Faculdade de Formação de Professores de Penedo/Alagoas (FFPP).

Enviado: Setembro, 2019.

Aprovado: Dezembro, 2019.

Mestre em Ciências da Educação (Universidade Interamericana/ PY); Pós-graduada em Osteopatia Clínica Internacional pela Faculdade Inspirar Curitiba/Paraná. Graduada em Fisioterapia pela Faculdade Estácio de Sá Aracaju/Sergipe. Graduada em Pedagogia (Universidade Vale do Acaraú Fortaleza/Ceará.

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