A Literatura E A Escrita Autoral Do Aluno Durante O Ensino Fundamental

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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/aluno-durante
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ARTIGO ORIGINAL

SANTOS, Simone Severina Corrêa dos [1]

SANTOS, Simone Severina Corrêa dos. A Literatura E A Escrita Autoral Do Aluno Durante O Ensino Fundamental. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 03, Vol. 06, pp. 94-104. Março de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/aluno-durante, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/aluno-durante

RESUMO

Este artigo discorre sobre a importância que a escrita autoral representa dentro da formação escolar, já que ao produzir seus textos os alunos demonstram e nos trazem sua marca pessoal e seu entendimento de um conteúdo estudado em atividades escolares, permitindo assim, que conheçamos sua visão e conhecimentos dos fatos que o permeiam em sua relação com o mundo e a sociedade. Essa escrita se perpetua através dos tempos e nela se apoia a construção leitora dos alunos, refletindo, assim, o discurso social que vai legitimar a comunicação no espaço escolar ou fora dele. É importante o uso dos gêneros textuais com suas diversidades comunicativas, que podemos utilizar para a aplicação de metodologias ativas, ao propor um ambiente de aprendizagem voltado à construção tanto leitora quanto escrita dos alunos do ensino fundamental. Nesse intuito, este artigo realiza uma revisão bibliográfica sobre a escrita autoral e a literatura destacando a relação entre estes dois fatores estruturantes do pensamento humano e como suas contribuições fornecem subsídios que podem aprimorar o discurso do discente e dar embasamento para as atividades envolvendo gêneros textuais.

Palavras-chave: Escrita, autoral, aluno, formação, qualidade.

1. INTRODUÇÃO

A formação da escrita dos alunos nos anos finais do ensino fundamental se tornou, nos últimos anos, foco de reflexões por parte de todos os envolvidos na área educacional por se tratar do reflexo de estudos da oralidade com conteúdos das mais diversas disciplinas que refletem num posicionamento escrito por parte do nosso alunado. Escrever um texto seja qual for seu intento comunicativo na sociedade atual é o mínimo que se espera desse aluno que está na etapa intermediária da formação escolar que é o ensino fundamental. A responsabilidade é muito maior quando nos deparamos com resultados negativos de avaliações externas como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) que se propõe a avaliar a leitura e a escrita de nossos alunos e que como consequência desse resultado gera indicadores para determinar o cálculo referente ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de cada escola, município e unidade da federação, que quando negativo, geram comentários e ações de trabalhos específicas por parte das instituições educacionais e secretarias de educação para tentar  corrigir ou melhorar tamanha distorção nessa etapa de aprendizado que envolve a leitura e a escrita.

2. DESENVOLVIMENTO

Para o aluno chegar até sua escrita autoral  devemos destacar o importante papel que a leitura desempenha para obtenção desse objetivo já que percebemos que ainda é maior o número de alunos que se encontram com uma leitura que não os permite obter entendimento de um determinado texto e tal postura gerará um escritor sem  um acervo linguístico e argumentos discursivos, sem reflexão crítica, sem posicionamento ou uma opinião coerente diante de uma sociedade aonde as informações são velozes e requerem uma postura concreta do nosso alunado. Refletindo sobre esses índices negativos Antunes (2009, p.185) nos diz:

Cada ano, avaliações de diferentes portes dão conta que, no Brasil, a escola vem falhando na sua função de formar leitores. De fato, ensinar a decifrar os sinais gráficos é apenas uma das condições para que se possa, gradativamente, inserir o aluno no mundo dos livros, das informações escritas, da cultura letrada, da ficção literária; afinal, no mundo da convivência com a escrita. A propósito, em algumas escolas, nem mesmo essa condição básica de ensinar a decifrar os sinais da escrita tem tido o êxito esperado.

Diante desse diagnóstico preocupante em que muitas escolas se encontram ainda na atualidade, surge a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que foi elaborada por um conjunto de especialistas de cada área de ensino para pontuar os tópicos mínimos que envolvem e propõem o desenvolvimento da educação no nosso país e, tal regulamentação foi prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) 9394/96. A BNCC visa uma melhoria na qualidade da educação através de um conjunto de habilidades e competências que atuarão em valores afetivos, sociais e culturais para promover uma mudança concreta na vida dos nossos alunos e também na de todos os atores envolvidos na área da educação. Nesse contexto, o aluno é visto como um todo, e a leitura e a escrita se fazem presente no seu contexto social, e tal importância é abordada pela BNCC (2017, p. 9) prega como 1.ª Competência:

 Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusa.

A sociedade que  construiremos através de nossos ensinamentos envolvendo a escrita, começa com essa leitura de mundo, com a  leitura e utilização de experiências singulares de vida que permitirão aos nossos alunos a se posicionarem, a entenderem e também contribuírem com mudanças e melhorias para o viver em  sociedade .Por isso, no trabalho com a escrita dos alunos devemos primeiro analisar a leitura de mundo desses alunos, avaliar seus conhecimentos prévios, respeitar suas singularidades e não estipular receitas prontas que muitas vezes encontramos nos livros didáticos e que para muitos professores  trabalhar  somente com tais orientações se torna mais cômodo. Nesse contexto, Vaz (2018) discorre sobre a importância de percebermos que a experiência discursiva individual se constrói constantemente através da troca comunicativa entre os indivíduos.

Por isso mesmo, este pensamento nos mostra que a relação social contribui significativamente na construção da escrita autoral desse aluno, assim como sua interação com o outro nos permite, no papel de educadores, visualizar diferentes formas de ensino para possibilitar práticas de escrita mais relacionadas e apropriadas ao meio social em que este aluno está inserido. Além disso, essa conexão do indivíduo com a realidade e as marcas dessa relação, segundo Vaz (2018), demonstram a interação entre o indivíduo com seu meio e isso influencia e se constitui como referência para a concretização do ato comunicativo presentes na obra.

Essa concepção nos leva a perceber que no processo de construção da escrita autoral no ambiente escolar muitos alunos se sentem atordoados com tanta informação e conteúdos que lhes são repassados de uma forma que não permite um fácil entendimento e apropriação do conhecimento e  por isso, muitos educadores precisam apresentar  uma  estratégia  voltada para a construção textual envolvendo os contextos gramatical, linguístico e semântico atrelados ao contexto de mundo que o aluno vivencia. Essa realidade complexa deve levar o educador a refletir que o conteúdo curricular é o mesmo mas cada aluno é único, possuindo seu pensamento singular com seus saberes recebidos do meio familiar, de seus amigos, assim como da sociedade, fazendo com que tais relações e trocas por si só já reflitam uma mudança na forma de como deve acontecer o aprendizado escolar.

Tal preocupação nos mostra que o plano de atividades voltadas para construção textual deve ser bem organizado, indo ao encontro do que defendem Marquesi; Pauliukonis; Elias (2017, p.15):

Todo texto é, tanto na produção quanto na leitura, objeto de um trabalho de reconstrução de sua estrutura; essa estrutura é muito mais que soma de ideias, ela constitui o plano de texto e reflete o seu conteúdo global. Desse ponto de vista, o plano de texto pode servir de ferramenta para planejar um texto a ser produzido; sua utilização poderá garantir maior coerência entre o que o produtor deseja escrever e o que ele escreverá efetivamente.

 Por isso, além do plano de texto, devemos considerar também a importância do papel da leitura na construção da escrita, já que para escrever com mais autoria, a leitura se faz  complemento para a construção da escrita pois  os alunos devem ser estimulados a pensarem além das entre linhas, precisam ser instigados a momentos de reflexão e a perceberem que a leitura ao envolverem os gêneros textuais nos mostram que  a utilização desses textos contribui significativamente  no processo de escrita, uma vez que os gêneros textuais estão em todos os espaços comunicativos de nossa sociedade e, da maneira como se apresentam, também atingem os diferentes níveis de escolaridade visto que a compreensão de um  texto envolve um caráter subjetivo mas ganhará valor agregador se for estimulado com o conhecimento prévio e significativo daquilo que  se lê e escreve.

Seguindo tais considerações, também precisamos ter em vista as interações que estão envolvidas no ato de escrever a partir das informações obtidas dos gêneros textuais que envolvem o universo literário e isto comunga com o pensamento de Koch e Elias (2018) que enfocam a escrita como um registro dos reflexos das interações sociais e suas intenções, por isso mesmo, ela não pode ser percebida como um ato isolado, mecânico e sem alguma referência.

Portanto, essas contribuições nos levam a compreensão do papel da subjetividade dentro do ato de ler, bem como no de produzir os textos na escola e fora dela. Esses implícitos retratados pela subjetividade do aluno leitor e escritor também repercutem na produção de textos diversos na vida escolar dos discentes, sendo tais situações retratadas na fala de Koch e Elias (2018, p.35):

Entendemos, pois, a escrita como a atividade de produção textual que se realiza, evidentemente, com base nos elementos linguísticos e na sua forma de organização, mas requer, no interior do evento comunicativo, a mobilização de um vasto conjunto de conhecimentos do escritor, o que inclui também o que se pressupõe ser do conhecimento do leitor ou do que é compartilhado por ambos.

Essas informações nos levam facilmente ao entendimento de que ao escrever o aluno se permite, mesmo que involuntariamente, a fazer uso de alguma forma dos vários gêneros textuais com que se depara em suas atividades diárias. Essa premissa engloba o papel dos gêneros literários tão bem explicados por Koch e Elias (2018) que destacam a apropriação da língua e seu uso nas diversas esferas da atividade humana proporcionando uma escrita permeada por toda essa variedade de usos sociais e que também está enriquecida pelos recursos lexicais, fraseológicos e gramaticais. Nesse contexto, estimular a escrita dos alunos através dos gêneros textuais é uma valiosa estratégia para alavancar uma produção textual mais significativa e envolvente, principalmente para a última etapa do ensino fundamental e isto é um dos caminhos que podemos traçar para levar os alunos a construírem uma escrita diferenciada.

Ao realizarmos atividades com os gêneros textuais (e todas as linguagens visíveis nessa variedade de textos como a língua verbal, não verbal, etc), percebemos que a leitura e a imersão na riqueza linguística presente neste universo literário nos permitem envolver o aspecto lúdico e estimular o nosso alunado que se encontra em um processo de desenvolvimento físico, cognitivo e emocional. Logo, ao nos apropriarmos dos gêneros textuais como estratégia para o desenvolvimento da escrita dos alunos nos alinhamos às orientações propostas pela BNCC (2019, p. 61) que abordam a diversidade das linguagens e suas articulações:

As linguagens antes articuladas, passam a ter status próprios de objeto de conhecimento escolar. O importante, assim, é que os estudantes se apropriem das especificidades de cada linguagem, sem perder a visão do todo no qual elas estão inseridas. Mais do que isso, é relevante que compreender que as linguagens são dinâmicas, e que todos participam desse processo de constante transformação.

Logo, percebemos que a importância de entender a função dos gêneros textuais no processo de leitura e, consequentemente de escrita circulante em todas as áreas de ensino, nos permite ampliar e explorar o mundo da literatura no universo de nossos alunos, pois acreditamos na ressignificação do fazer literário, como também acreditamos nas múltiplas facetas que se pode dar a um gênero literário mesmo no ensino fundamental. A partir dessa visão, destacamos a tríade leitor, escritor e mundo numa relação perfeita de produção textual onde encontramos a escrita autoral permeada de significados, como bem disse Ezra Pound (2006), e é nessa afirmação que encontramos um referencial para comprovar que o aluno do ensino fundamental ao escrever o dito de uma forma diferente (por exemplo ao utilizar o discurso conotativo) está   vivenciando o fazer literário, e essa abordagem justifica tal estratégia pedagógica para aprimorar a leitura e a escrita, e isso também permitirá que os alunos tenham um maior interesse em conhecer os textos literários que irão estudar ao longo sua vida escolar. Tendo esse intuito, buscamos também nos embasar no trabalho de Frantz (2011, p.32) sobre as diferentes intenções de textos e autores:

Consequentemente, a partir da determinação do seu autor teremos diferentes tipos de textos, com diferentes intenções, e que precisam ser reconhecidos a fim de que fique mais clara a relação leitor-texto-mundo de que falamos. Assim, a partir do desvelamento das intenções escondidas (ou manifestas) nas diferentes formas do texto, proporcionaremos ao leitor um instrumento valioso para ampliar e aprofundar a sua leitura de mundo por meio da leitura da palavra.

Portanto, a capacidade de se ressignificar as palavras na comunicação nos permite ampliar as formas de expressar sentidos e isso deve ficar claro ao se trabalhar com a produção textual no ambiente escolar, já que podemos passear de um texto em prosa para um texto poético e vice-versa, mesmo que existam certas especificidades em cada gênero literário e a fluidez da denotação das palavras e suas conotações nos permitem incentivar o aluno para o desenvolvimento de uma escrita mais autoral independentemente do tipo de texto escolhido para comunicar algo ou um ponto de vista, bem como nos dão a liberdade para criar realidades simbólicas ou diferentes sentidos conforme Frantz (2011).

Sendo assim, a escrita consistente que se pretende trabalhar com o aluno finalista do ensino fundamental deve ter o poder de envolver as realidades simbólicas ou outras possibilidades de uso das palavras para que se possa, aos poucos, construir traços mais autorais na escrita desse alunado. Portanto, é perceptível que o universo da escrita circula por diferentes leituras e dizeres no universo desse discente e  essa mobilidade não acontece somente através de uma escrita rebuscada, mas se  dá, também, por meio de uma escrita simples, acessível, com clareza e objetividade do que se pretende comunicar. Tal possibilidade está de acordo com a afirmação de Krüger (2014, p. 71):

Escrever bem e correto não significa usar palavras difíceis, pouco comuns no dia a dia. O emprego dessa ordem de palavras pode ser puro esnobismo, para mostrar erudição. Transmitir as ideais com clareza –  isso é escrever bem. Para tanto, é necessário saber as convenções da escrita: dominar a norma culta do idioma, utilizar a pontuação de modo correto, evitar as chamadas armadilhas do texto.

Dessa forma, a palavra é justamente o começo de tudo, pois observamos que para os alunos o ato de escrever se resume a escrever difícil e com isso criam fantasmas e dificuldades no ato da construção de seus textos, por isso o uso da literatura e outros recursos pedagógicos devem ser utilizados para que a riqueza comunicativa da linguagem possa ser levada às diversas etapas do ensino de modo a que possam conhecer formas diferentes de transmitir a mensagem como, por exemplo, utilizando figuras de linguagem tornando a escrita mais criativa quando comparada aos textos usuais que circulam no mundo real e social dos estudantes. Ainda destacamos que nenhuma construção literária está no mundo dizível, ou seja, simplesmente associado ao conteúdo literal das palavras, e essa percepção vai ao encontro da obra, tão ricamente construída e valorizada universalmente, que são os textos de Machado de Assis, mesmo que para os não acostumados ao rebuscamento de seu universo criativo chegam a se perder na linha traçada pelo autor mas, se você transformar sua prosa em histórias em quadrinhos ou formatos mais apropriados à cada fase do ensino fundamental, percebemos um melhor entendimento do aluno, permitindo, assim,  maior envolvimento nas leituras e produções literárias em sala de aula.

Portanto, a escrita que se pretende desenvolver nos textos produzidos pelos alunos da última etapa do ensino fundamental deve começar segundo Terra (2018, p.57) por:

a) Um vocabulário, isto é, um conjunto de palavras. Como você viu, podem ser concretas ou abstratas. O predomínio de umas ou de outras vai caracterizar os textos como figurativos ou temáticos, respectivamente;

b) Uma gramática, isto é, um conjunto de regras que permitem combinar as palavras a fim de organizá-las em frases portadoras de sentido.

A escrita vista pela construção de um vocabulário concreto ou abstrato constrói aos poucos traços de autoria nas produções escolares, estamos nesse sentido discorrendo sobre proporcionar atividades que permitam ao aluno entender o universo narrativo, descritivo e dissertativo do qual se compõe o ato de escrever no qual a literatura atinge o seu caráter universal, nessa proposta Frantz (2011) nos transmite a noção de que a literatura extrapola o universo particular para o amplo, assim como as dimensões do tempo e espaço. A partir dessa perspectiva, percebemos que o papel da literatura na construção da comunicação humana é importantíssimo, já que ela é capaz de atingir várias idades, várias fases, vários momentos, vários níveis da sociedade através dos tempos, nela a palavra se forma atemporal capaz de reproduzir revoluções sociais e históricas, atitudes e falares capazes de ecoar através de gerações. Por isso, encontramos no universo da escrita, principalmente nos gêneros textuais, a literatura agregadora destacada por Frantz (2011) onde estão presentes textos sem limitação de faixa etária, podendo ser apreciados tanto por crianças, jovens ou adultos.

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Sendo assim, os textos literários precisam ser trabalhados com os alunos de forma mais acessível tanto no meio físico ou através de meios tecnológicos como biblioteca virtuais, ou mesmo serem disponibilizados através de outros formatos adequados às fases de cada ensino e que levem a literatura para todas dimensões do universo escolar.  Por isso, não podemos dizer que um bom livro está somente atrelado ao seu valor literário, mas acreditamos que todo ato que envolver o aprendizado e tocar no coração, na emoção e na mudança de olhar o mundo também reflete a literatura presente na leitura e produção textual dos alunos. Portanto, o valor agregador e social da palavra, presente nos diversos gêneros textuais, nos permite utilizar a literatura desses textos como uma proposta pedagógica essencial para a formação escolar desse aluno, principalmente durante o ensino fundamental. Tal concepção também visa promover um ensino diferenciado em todas as idades, buscando envolver os diversos atores da aprendizagem num âmbito escolar que valoriza a pluralidade de discursos orais e escritos e, consequentemente, tal abordagem busca promover uma escrita mais autoral e com qualidade por parte dos alunos.

4. REFERÊNCIAS

ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEE. 2018. Disponível em:<http://basenacionalcomum.mec.gov.br>. Acesso em: 22/03/2020.

FRANTZ, Maria Helena Zancan. A literatura nas séries inicias. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.

KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de produção textual. 2ª edição. São Paulo: Contexto, 2018.

KRÜGER, Marcos Frederico. Gêneros textuais – forma e construção. Manaus: Editora Valer. 2014.

MARQUESI, Sueli Cristina; PAULIUKONIS, Aparecida Lino; ELIAS, Vanda Maria. Linguística textual e ensino/ organizado por Sueli Cristina Marquesi, Aparecida Lino Pauliukonis e Vanda Maria Elias. São Paulo: Contexto, 2017.

POUND, Ezra. ABC da LiteraturaSão Paulo: Cultrix, 2006.

TERRA, Ernani. Da leitura literária à produção de textos. São Paulo: Contexto, 2018.

VAZ, Milsa Duarte Ramos. A escrita e a leitura no ensino fundamental – espaço para a produção de autoria. 1ª edição. Curitiba: Editora Appris, 2018.

[1] Mestranda em Maestria em Ciencias de la Educación, Universidad Autónoma de Asunción.

Enviado: Agosto, 2020.

Aprovado: Março, 2021.

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