Principais lesões musculoesqueléticas em lutadores de Artes Marciais Mistas (MMA)

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BOARO, Lucas Cassucci [1], MIGUEL, Henrique [2], CAMPOS, Marcus Vinícius de Almeida [3]

BOARO, Lucas Cassucci. MIGUEL, Henrique. CAMPOS, Marcus Vinícius de Almeida. Principais lesões musculoesqueléticas em lutadores de Artes Marciais Mistas (MMA). Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 09, Vol. 04, pp. 55-69 , Setembro de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

As artes marciais mistas têm ganhado grande evidência na atualidade e reconhecimento e diversos admiradores no mundo inteiro, gerando grande interesse da mídia, e movimentando valores econômicos expressivos. Sendo assim, o presente artigo teve como objetivo principal investigar a prevalência de lesões musculoesqueléticas em lutadores de MMA, além de verificar as mais comuns em combates oficiais e em treinamentos, bem como, algumas consequências das lesões. Foram entrevistados 50 atletas de MMA e dentre as principais lesões relatadas pelos atletas estão os dedos, punhos e pés, sendo que 98% das lesões aconteceram durante o treinamento, e a maioria afirmou que as lesões foram ocasionadas pela própria técnica. Sugere-se ainda que mais estudos sejam realizados, para que dentro da modalidade, a ciência possa desenvolver estratégias de treinamento que minimizem lesões musculoesqueléticas, e identificar marcadores e equipamentos que atenuem os riscos de lesão.

Palavras-chave: Artes marciais, lesões, esporte.

INTRODUÇÃO

As Artes Marciais Mistas ou Mixed Martial Arts (MMA), sua denominação em inglês e amplamente difundida, é um esporte de combate que traz atletas de diversas artes marciais (NUNES, 2004).

Apesar de praticada desde 648 antes de cristo, o MMA moderno, como conhecemos hoje surgiu no inicio do século 20, sendo conhecido no Brasil como vale tudo; criando raízes nos Estados Unidos a partir da década de 90 com a criação da liga de MMA, conhecida como Ultimate Fighting Championship (UFC), cujas regras foram modificadas em 2001, a fim de melhorar a segurança dos atletas e gerar maior interesse comercial aos eventos do UFC (BLEDSOE, 2009).

Atualmente, o esporte tem um grande reconhecimento e diversos admiradores no mundo inteiro, gerando grande interesse da mídia, e movimentando valores econômicos expressivos, sendo ainda hoje o UFC, o maior evento de MMA (AWI, 2012).

Nas lutas de MMA, os oponentes se enfrentam com a mínima proteção, utilizando diversos golpes ou manipulações articulares extremamente violentas, com o intuito de obter uma maior contundência em seu oponente, sendo que para execução dos golpes, se utiliza técnicas de diversas lutas, como boxe, muai-thai, wrestling, jiu-jitsu, dentre outras artes marciais são utilizadas (MARINHO, 2011). A luta só é interrompida pelo arbitro em situações de nocaute, nocaute técnico ou submissão; o que pode levar os atletas a sofrerem inúmeras lesões durante uma luta de MMA, que em alguns casos podem afastar o atleta completamente da prática esportiva (CABMMA, 2017).

Tais lesões podem ser originadas por diversos fatores; sendo eles intrínsecos e/ou extrínsecos, sendo evidenciados no decorrer da prática esportiva (MANN et al. 2010).

Além das lesões que ocorrem durante combates, tais lesões podem ser frequentes em treinamentos, visto que a intensidade dos mesmos é extremamente alta, em especial nos atletas profissionais. Assim, analisar as principais lesões decorrentes da prática do MMA, e a incidência das mesmas tanto em lutas e treinamentos é de fundamental importância para o desenvolvimento de estratégias de prevenção.

Assim, o presente artigo teve como objetivo principal investigar a prevalência de lesões musculoesqueléticas em lutadores de MMA, além de verificar as mais comuns em combates oficiais e em treinamentos; bem como algumas consequências das lesões.

METODOLOGIA

AMOSTRA

Foram sujeitos desta pesquisa 37 lutadores de MMA, todos do sexo masculino, com idade entre 19 e 40 anos; possuindo no mínimo 7 lutas no cartel, que realizavam treinamentos nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás, além de lutadores residentes nos Estados Unidos e pertencentes ao UFC.

DELINEAMENTO EXPERIMENTAL

Os lutadores foram abordados convidados a participar da pesquisa por meio de endereço eletrônico, onde 50 lutadores foram abordados e receberam pelo mesmo um questionário e o termo de consentimento livre e esclarecido, onde os mesmos deveriam retornar os questionários respondidos e o termo com assinatura digital.

Após um período de 25 dias, 37 questionários foram retornados, sendo então os lutadores em 3 grupos:

Grupo A – Formado por 17 lutadores de MMA de nível nacional, e com experiência de 7 a 12 lutas no Cartel.

Grupo B – Formado por 13 lutadores de MMA de nível nacional, com no mínimo 13 lutas no Cartel.

Grupo UFC – Formado por 7 lutadores de nível internacional, contratados pelo UFC.

Os questionários então foram tabulados e os dados organizados em média e desvio padrão para analise.

COLETA DOS DADOS

Os dados referentes as lesões foram obtidas por meio do questionário adaptado de Barsottini, Guimarães e Morais (2006), formado por 1 questão aberta e 5 questões fechadas; referentes a número de lesões, parte do corpo afetada e como as mesmas ocorreram.

RESULTADOS

Os lutadores avaliados a média de idade de 32±8 anos, onde todos afirmaram já ter sofrido algum tipo de lesão, com a mesma acontecido em decorrência de treinamentos e/ou durante torneios oficiais, onde houve uma predominância das lesões em treinamentos, em consequência de uma técnica aplicada por ele mesmo; onde a maior parte dos lutadores ficaram afastados por um período de 6 meses a 1 ano.

Quando analisado o local de incidência das lesões, houve predominância de lesões nos dedos, seguida de lesões nos punhos e tornozelos, sendo 22 dos 37 lutadores entrevistados relataram ter sofrido mais de 1 lesão.

Com relação aos lutadores pertencentes ao Grupo A a grande maioria sofreu lesões nos dedos e ficaram afastados de 6 meses a 1 ano, conforme pode ser observado na Tabela 1.

Tabela 1 – Lutadores do Grupo A

Atleta Número de Lesões Situação da Lesão Tempo de Afastamento Parte do Corpo Afetada
1 1 Treino ≤ 6 meses Dedo
2 2 Treino 6 meses a 1 ano Dedo e Punho
3 1 Treino ≤ 6 meses Dedo
4 1 Treino 6 meses a 1 ano Ombro e Dedo
5 1 Treino 6 meses a 1 ano Tornozelo
6 2 Treino 6 meses a 1 ano Pé e Ombro
7 3 Treino 6 meses a 1 ano Pé, Tornozelo e Dedo
8 3 Treino 6 meses a 1 ano Ombro, Cotovelo e Dedo
9 3 Treino 6 meses a 1 ano Punho, Dedo e Pé
10 1 Treino 6 meses a 1 ano Punho
11 2 Luta e Treino ≥ 1 ano Joelho e Dedo
12 1 Treino ≤ 6 meses Dedo
13 1 Treino ≤ 6 meses
14 1 Treino 6 meses a 1 ano Punho e Ombro
15 3 Treino 6 meses a 1 ano Cotovelo, Ombro e Dedo
16 2 Treino 6 meses a 1 ano Tornozelo e Dedo
17 1 Treino ≤ 6 meses Dedo

Com relação aos lutadores pertencentes ao Grupo B, a lesão mais incidente foi a de dedos, assim como o tempo de afastamento foi de 6 meses a 1 ano, sendo que todos lutadores se lesionaram em treinos, conforme pode ser observado na Tabela 2.

Tabela 2 – Lutadores do Grupo B

Atleta Número de Lesões Situação da Lesão Tempo de Afastamento Parte do Corpo Afetada
1 2 Treino 6 meses a 1 ano Dedo e Cotovelo
2 1 Treino 6 meses a 1 ano Punho
3 2 Treino ≥ 1 ano Joelho e Dedo
4 2 Treino 6 meses a 1 ano Ombro e Dedo
5 1 Treino 6 meses a 1 ano Cotovelo
6 2 Treino 6 meses a 1 ano Pé e Ombro
7 1 Treino ≤ 6 meses Dedo
8 3 Treino 6 meses a 1 ano Ombro, Tornozelo e Dedo
9 2 Treino 6 meses a 1 ano Punho e Dedo
10 1 Treino 6 meses a 1 ano Punho
11 2 Treino ≥ 1 ano Joelho e Dedo
12 1 Treino ≤ 6 meses Dedo
13 1 Treino ≤ 6 meses

Já com relação aos lutadores do UFC, também se observou uma maior incidência de lesões nos dedos, entretanto não com uma diferença tão superior as outras partes do corpo, já o tempo de afastamento e o momento da lesão, os dados são bastante similares aos Grupos A e B, sendo os dados referentes ao grupo UFC descritos na Tabela 3.

Tabela 3 – Lutadores do Grupo UFC

Atleta Número de Lesões Situação da Lesão Tempo de Afastamento Parte do Corpo Afetada
1 2 Treino 6 meses a 1 ano Dedo e Cotovelo
2 2 Treino 6 meses a 1 ano Dedo e Punho
3 2 Treino ≥ 1 ano Joelho e Dedo
4 2 Treino 6 meses a 1 ano Ombro e Punho
5 1 Treino ≤ 6 meses Cotovelo
6 2 Luta e Treino ≥ 1 ano Joelho e Pé
7 1 Treino ≤ 6 meses Punho

Observando os resultados, é possível verificar que o tempo de afastamento em decorrência de lesões tende a aumentar quando ocorrem no joelho e no ombro, independente do nível do lutador, sendo as lesões de recuperação mais rápida as que ocorrem nos dedos; porém o dado que fica mais evidenciado é a situação em que ocorrem as lesões, sendo extremamente superior as lesões ocorrerem em treinamentos.

DISCUSSÃO

O alto índice de lesões musculoesqueléticas observadas neste trabalho, onde todos os lutadores relataram já ter sofrido ao menos uma, também é relatado por Cruzat (2007), que afirma que as lesões musculoesqueléticas por incidência do treinamento de MMA, podem se promover e variar desde lesões ultra estrutural das fibras musculares até a completa ruptura do músculo, sendo ainda enfatizado por Mann et. al. (2010) que no ciclo decorrente da prática esportiva, a prática do MMA gerar lesões em decorrência de entorses, debilidade muscular, ou concentração de pequenos traumas.

Nery (2014) afirma que as lesões no MMA podem estar relacionadas não só relacionados a qualidade técnica do atleta e dos treinamentos, mas também qualidade de vida do atleta, em especial em atletas que não participam de grandes competições.

Quanto ao momento das lesões, o fato de as mesmas acontecerem principalmente durante os treinamentos também foi observado em vários estudos, que defendem a maior parte das lesões musculoesqueléticas ocorrem em treinos (MARTINS, 2011; SOUZA et al, 2011; CARPEGGIANE, 2004).

Os trabalhos que analisam lesões em atletas de MMA ainda são escassos, em especial os realizados em períodos de treinamento, entretanto ao analisar trabalhos com modalidades altamente utilizadas no MMA, como taekwondo e kickboxing, Machado et al. (2009) observou que lesões musculo esquelética em joelho são raras, enquanto Souza et al (2011) ao verificar lesões de atletas de Jiu-Jitsu e Karate Shotokan observaram alto índice de lesões nos dedos; sendo ainda observado por Scoggin et al (2014) em atletas de jiu-jitsu, ao analisarem níveis de lesões ortopédicas em competições, lesões frequentes em articulação de joelho, cotovelo e tornozelo, indicando ainda que as taxas de lesões em competições de jiu-jitsu são menores do que em outros esportes de combate, incluindo o MMA.

Em um dos poucos trabalhos realizados com atletas profissionais de MMA, Venter et al (2017) observou que a maior parte das lesões que ocorrem com atletas de MMA se originam em treinamentos, assim como verificado neste estudo.

Reidar et al (2014) relatam que em competições de MMA, as lesões são mais frequentes quando as lutas terminam em nocaute, superando em 3 vezes o índice de lesões das lutas terminadas em submissão, sendo que nos casos de lesões musculo esqueléticas, a principal ocorrida em lutas segundo Oliveira et al. (2013) apud Baker et al. (2009) é a ruptura do ligamento cruzado anterior, destacando ainda a necessidade de mais trabalhos.

Em um estudo ocorrido em eventos de MMA em Nevada, EUA, que examinou 1270 lutadores, em 635 lutas; observaram 300 atletas apresentaram lacerações e lesão nos membros superiores (FEET, 2009).

Paiva (2015) em um trabalho de revisão sobre lesões no observou que a incidência das mesmas tem diminuído, muito em virtude da evolução dos equipamentos de treinamento, algo também observado por Liebenson (2017), que ressaltam que apesar da diminuição, o índice ainda é alto se comparado a outras modalidades

Jensen et al (2017) relatam que os estudos sobre lesões no MMA concentram suas pesquisas em lesões sofridas durante as competições, sendo que a maioria das lesões são ocasionadas durante o treinamento, sendo as lesões em lutas com índices bem abaixo, variando de de 22,9 a 28,6 por 100 lutas.

Estudo recente revela que artes marcias predominantes dentro do MMA como boxe, karatê, may thai e taekwondo expõe taxas altas de lesões na cabeça e rosto, na mesma proporção artes maciais que propõe a submissão como judô, wrestling e jui-jitsu expõem taxas altas de lesões nas articulações (JENSEN et al, 2017).

Rainey (2009) e Ji (2016) relatam que lesões como lacerações e concussões são frequentes em lutas, entretanto não em treinamentos, onde as lesões mais frequentes segundo o presente estudo ocorreram em articulações, durante a aplicação d etécnicas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente estudo observou um índice alto quanto às lesões nos lutadores de MMA, sendo que todos os entrevistados afirmaram que possui/possuiu algum tipo de lesões decorrente á preparação ou durante a luta. Dentre as principais lesões relatadas pelos atletas estão os dedos, punhos e pés, sendo que 98% das lesões aconteceram durante o treinamento, e a maioria afirmou que as lesões foram ocasionadas pela própria técnica.

A literatura acerca de lesões em treinamentos, onde ocorreram a grande maioria das lesões observadas nesta pesquisa, superando consideravelmente as lesões em lutas é escassa, entretanto ao sobrepor os dados aqui encontrados com modalidades comumente utilizadas ao MMA, observou-se que no jiu-jitsu e wrestling os dados se assemelham, o que pode estar relacionado ao fato da grande maioria dos atletas aqui entrevistados possuírem realizarem constantemente treinamentos desta modalidade.

Sugere-se ainda que mais estudos sejam realizados, para que dentro da modalidade, a ciência possa desenvolver estratégias de treinamento que minimizem lesões musculoesqueléticas, e identificar marcadores e equipamentos que atenuem os riscos de lesão.

REFERÊNCIAS

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[1] Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São José do Rio Pardo -FEUC

[2] Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São José do Rio Pardo -FEUC.Centro Universitário de Espírito Santo do Pinhal- UNIPINHAL.Universidade José do rosário Vellano – UNIFENAS

[3] Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São José do Rio Pardo -FEUC

Mestre em Engenharia Biomédica (2016) pela Universidade Camilo Castelo Branco (bolsista CAPES). Especialista em Treinamento Desportivo pela UniFMU/SP (2009). Graduado em Educação Física (licenciatura e bacharelado) pelo Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino de São João da Boa Vista - UniFAE (2007). Docente dos departamentos de educação física da FFCL - FEUC (São José do Rio Pardo - SP) e da UNIPINHAL (Espírito Santo do Pinhal - SP) . Colaborador/pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Futebol e Futsal da USP (GEPEFFS-USP). Co-coordenador do Núcleo de Pesquisas em Educação Física e Esportes - NUPEFE/FEUC. Docente dos cursos de pós-graduação Lato Sensu ENAF/DSE. Autor de vários livros e artigos no ramo dos esportes, fitness, saúde e qualidade de vida. Tem como principais pontos de atuação o Treinamento Desportivo (Treinamento Personalizado, Treinamento Resistido e Funcional no exercício físico e nos desportos); a Fisiologia do Exercício (Adaptações neurofisiológicas ao treinamento, Recursos Ergogênicos e Esteroides Anabolizantes); Pedagogia do Treinamento dos Desportos Coletivos.

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