A psicomotricidade na Educação Infantil com abordagem profilática para o desenvolvimento psicomotor

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ARTIGO DE REVISÃO

GONÇALVES, Alessandro Jorge [1], GONÇALVES, Fátima Aparecida [2]

GONÇALVES, Alessandro Jorge. GONÇALVES, Fátima Aparecida. A psicomotricidade na Educação Infantil com abordagem profilática para o desenvolvimento psicomotor. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 03, Vol. 11, pp. 68-78. Março de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao-fisica/desenvolvimento-psicomotor

RESUMO

A educação psicomotora é uma ação preventiva utilizada na educação infantil, para apoiar o desenvolvimento integral (motor, cognitivo, psicológico, social e afetivo) das crianças. O objetivo deste estudo foi demostrar a importância da psicomotricidade como suporte pedagógico nas aulas de Educação Física infantil, para auxiliar no desenvolvimento de habilidades psicomotoras nas crianças. Foi realizada uma pesquisa qualitativa descritiva, a partir de uma revisão simples de publicações em livros e artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais entre 2005 e 2017, buscando argumentos que reforcem a importância da estimulação psicomotora no ambiente escolar. Os resultados obtidos mostraram que a Educação Física infantil pode ser espaço de vivências e experiências corporais, através de jogos e brincadeiras, que possibilitem o autoconhecimento e o desenvolvimento do esquema corporal, do sistema postural e da estruturação espaço-temporal. Mostraram, ainda, que a estimulação psicomotora precoce no ambiente escolar pode contribuir para um desenvolvimento mais saudável, potencializando a aquisição de habilidades motoras, cognitivas, emocionais, sociais e culturais das crianças, além de destacar sinais de risco para a aprendizagem. Assim, a estimulação psicomotora na Educação Física infantil pode contribuir para a aquisição de competências necessárias à aprendizagem da leitura e da escrita.

Palavras-Chave: Psicomotricidade, estimulação psicomotora, desenvolvimento psicomotor, Educação infantil, intervenção precoce.

INTRODUÇÃO

A psicomotricidade é uma ciência que tem como objeto de estudo o homem por meio do seu corpo em movimento, e esse corpo com relação ao seu mundo interno e externo, bem como todas as suas possibilidades de perceber, de se relacionar e de agir com os outros, com os objetos e também consigo mesmo. A Psicomotricidade é sustentada por três aspectos primordiais: o movimento, o intelecto e o afeto (1).

A educação psicomotora pode se tornar um suporte pedagógico que auxilie os professores de Educação Física na ação preventiva com as crianças da educação infantil, tornando possível minimizar as defasagens que a imaturidade psicomotora pode acarretar ao desenvolvimento instrumental de habilidades nas crianças. Ou seja, permite conhecer as necessidades e facilitar o acesso das crianças às experiências precoces que irão facilitar-lhes a aquisição de competências (2, 3).

A partir da educação psicomotora, os professores de Educação Física infantil poderão estimular nas crianças a aquisição de habilidades sensoriais, perceptivas e motoras, usando, para isso, jogos simbólicos e brincadeiras. Por meio dessa prática, as aulas podem proporcionar uma maior vivência corporal, uma melhor consciência sobre o corpo e, assim, promover a formação de uma base indispensável para o desenvolvimento motor, cognitivo e socioafetivo (2).

Nessa perspectiva, o objetivo deste trabalho foi demostrar a importância da psicomotricidade como suporte pedagógico nas aulas de Educação Física infantil, para auxiliar no desenvolvimento de habilidades psicomotoras nas crianças (4).

A pesquisa tentou ressaltar o quanto é fundamental que as crianças tenham um bom desenvolvimento psicomotor na infância, levando-se em conta a importância dessa fase como base para as experiências e aprendizagens futuras (4).

METODOLOGIA

O presente estudo trata de uma revisão simples da literatura sobre o tema apontado, com metodologia de pesquisa qualitativa descritiva, que se propôs a buscar nos relatos existentes, elementos que reforcem a importância da estimulação psicomotora precoce no ambiente escolar.

A pesquisa foi realizada através da seleção de artigos acadêmicos publicados em periódicos nacionais e internacionais, nas plataformas Google acadêmico, Scielo, EFDesportes, no período entre 2005 e 2017. Ainda foram utilizados para a abordagem teórica textos de estudiosos da psicomotricidade publicados em obras especializadas.

O material selecionado apresentou atributos apropriados ao foco principal do estudo. Os textos foram analisados e sintetizados de forma crítica, a fim de apresentar as informações mais relevantes. Para a busca foram utilizados os descritores: psicomotricidade, estimulação psicomotora, desenvolvimento psicomotor, educação infantil e intervenção precoce.

1. DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR

A criança, desde muito cedo; apresenta potencial para aprender; contudo, essa potencialidade não depende somente da maturação dos processos orgânicos, mas também das trocas afetivas e da interação com o meio, tornando, assim, as relações na primeira infância muito significativas para a aprendizagem (5, 6, 7).

À medida que a criança vai crescendo, sua habilidade motora vai se organizando de acordo com a maturação do sistema nervoso e também com os estímulos que ela recebe do meio, permitindo o desenvolvimento adequado dos esquemas sensório-motores, das percepções e das funções cognitivas (6, 8).

Desde os primeiros anos de vida, a criança se desenvolve de forma contínua, sendo o movimento uma das primeiras formas de linguagem que ela utiliza. Por meio do movimento, a criança descobre o mundo que a rodeia, sendo o corpo o primeiro objeto percebido por ela (2, 9, 10, 11).

Na primeira infância, ocorrem mudanças bem significativas em relação à competência de movimento dos indivíduos, pois a criança passa de uma situação de dependência dos adultos que dela cuidam, à autonomia completa, sendo capaz de se autogerir e se autorregular. Os movimentos que eram descontrolados se tornam intencionais e a coordenação do gesto é integrada às informações sensoriais, reforçando a necessidade de estímulos e de experiências para promover o desenvolvimento da criança (6, 9).

Conforme Gallanhue e Ozmun, o desenvolvimento motor tem uma ordem a ser seguida, e a cada idade temos um estágio diferente para ser superado. Acredita-se que a criança evolui em seu desenvolvimento motor pelas habilidades conquistadas independentemente da velocidade, mas é preciso avançar de forma contínua, sem pular as etapas e respeitando o processo (12). Para esses autores, o desenvolvimento motor é dividido em quatro fases: reflexiva, rudimentar, fundamental e especializada (12).

Para Fonseca, o desenvolvimento psicomotor da criança envolve não só o desenvolvimento das capacidades motoras, mas também, as cognitivas e as sócio- afetivas e, portanto, para que isso ocorra são necessárias oportunidades de acesso à experimentação oferecidas na primeira infância. O desenvolvimento psicomotor harmonioso e adequado pode facilitar na adaptação e na aquisição das aprendizagens escolares (13).

2. ESTIMULAÇÃO PSICOMOTORA

A estimulação psicomotora é uma ação educacional que visa auxiliar nos desafios e prevenir lacunas no desenvolvimento infantil e, por se tratar de um processo educativo, tem uma ação global sobre a criança e suas necessidades; essa estimulação quando precoce constitui a base do desenvolvimento futuro da criança (2, 8, 14). É fundamental que a criança, desde cedo, conviva em um ambiente rico em ofertas de vivências e experiências afetivas que possam estruturar a sua personalidade, e também um entorno estimulante, possibilitando interações pessoais e motoras nas experiências e descobertas no meio que a rodeia. Uma estimulação precoce, oferecida de maneira equilibrada e rica de oportunidades para a criança, poderá sustentar o desenvolvimento de suas habilidades psicomotoras (9).

Essa estimulação tem como objetivo desenvolver e potencializar as funções do cérebro da criança, através dos jogos e das brincadeiras, beneficiando todos os aspectos: o cognitivo, o motor e o socioafetivo (2, 14, 15).

Os jogos simbólicos e as brincadeiras promovem o desenvolvimento de habilidades psicomotoras como o sistema postural, o esquema corporal e a estruturação espaço-temporal, e, assim, podem apoiar o processo das aprendizagens escolares. Além disso, os jogos e as brincadeiras são experiências que ajudam no desenvolvimento da interação entre os pares, promovendo a socialização, a autonomia, a resolução de problemas e a descoberta do meio onde se vive, sendo os primeiros anos de vida da criança decisivos para uma boa formação das bases do desenvolvimento futuro (16).

Outra abordagem da psicomotricidade na educação é a reeducação psicomotora, a qual pode apoiar terapeuticamente a criança que já apresenta alguma defasagem, transtorno ou atraso no desenvolvimento. Nesses casos, é necessário o acompanhamento interventivo específico sobre as habilidades que geram as dificuldades (8).

A estimulação adequada deverá atingir todas as áreas do desenvolvimento da criança, assim, deve-se elaborar uma proposta que possa atender as áreas sensoriais, motoras, cognitivas e afetivas, acolhendo as necessidades individuais de cada sujeito (14).

3. A IMPORTÂNCIA DA PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A psicomotricidade é citada na literatura como uma ferramenta fundamental na prevenção de dificuldades junto ao processo de aprendizagem, pois auxilia no desenvolvimento motor e também no desenvolvimento cognitivo e afetivo das crianças. Nesse sentido, é essencial a utilização da estimulação psicomotora desde o início da educação infantil, período em que as crianças estão em constante busca por experiências com seu próprio corpo, em função de sua curiosidade. Assim, elas poderão formar conceitos e organizarem melhor seu esquema corporal (9).

Os estudos da psicomotricidade na infância demonstram que sua aplicação visa proporcionar às crianças mais oportunidades de experiências, necessárias aos processos de aprendizagem e ao desenvolvimento escolar, buscando, assim, favorecer seu potencial cognitivo, motor e socioafetivo (9, 11). A utilização da educação psicomotora na educação infantil deve prever a formação da estrutura psicomotora de base das crianças e, por meio dos jogos e das atividades lúdicas, favorecer a conscientização sobre seu corpo (8, 9,15, 17).

E é através do corpo que a criança vai descobrir o mundo, experimentando as diversas situações e sensações, além de ampliar suas possibilidades de ação e relação (8, 9, 15).

As crianças da educação infantil necessitam de maturação e ajustamento das habilidades psicomotoras, organizando seu acervo motor integrado com as aprendizagens cognitivas, levando a novas estruturas psicomotoras, que devem ser incorporadas, e também novas experiências motoras adquiridas e ajustadas. Essas crianças precisam de aptidões perceptivas e estruturação espaço-temporal que serão adquiridas com a organização do seu esquema corporal (8). Esse período, de zero a seis anos, que corresponde à educação infantil, é repleto de descobertas e aprendizagens. É nessa fase que as crianças, normalmente, aprimoram a linguagem, o pensamento e as habilidades motoras (9).

Como a psicomotricidade se preocupa com a relação da criança com seu corpo, considera não só os aspectos motores, mas também os aspectos cognitivos e da cultura (sociais) que constituem o sujeito. Assim, considera-se que as habilidades psicomotoras devam ser estimuladas precocemente, propiciando um desenvolvimento mais saudável, potencializando melhorias na aquisição de habilidades sociais, na linguagem e também no processo de aprendizagem, evitando e reduzindo defasagens futuras no desenvolvimento (2).

O ato de brincar possibilita à criança experimentar o poder de explorar o mundo dos objetos, das pessoas, da natureza e da cultura, para compreendê-lo e expressá-lo por meio de diferentes linguagens. Mas é no plano da imaginação (faz de conta, simbolismo…) que o brincar se destaca pela mobilização dos significados. Através dos jogos e das brincadeiras, as crianças poderão desenvolver a memória, a linguagem, a atenção, a percepção, a criatividade e outras habilidades que poderão ajudar-lhes no processo de aprendizagem.   Assim, os jogos e as brincadeiras são importantes ferramentas para a criança se expressar, aprender e desenvolver-se (18).

Diante do brincar, a criança se envolve em uma atividade psicomotora extremamente complexa, que não só enriquece a sua organização sensorial, como estrutura a sua organização perceptiva, cognitiva e neuronal, integrando conjuntamente sua resposta motora (18,19).

4. HABILIDADES PSICOMOTORAS IMPORTANTES NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM FORMAL

O desenvolvimento psicomotor evolui de uma forma progressiva, do global para o específico. No decorrer do processo de aprendizagem, algumas habilidades psicomotoras (sistema postural, esquema corporal, estruturação espaço-temporal e lateralidade), são utilizadas com frequência, sendo importantes para que a criança associe noções de tempo e espaço, conceitos, ideias, enfim, adquira conhecimentos. Quando uma criança apresenta alguma dificuldade na aprendizagem, pode ter como causa uma defasagem no seu desenvolvimento psicomotor, comprometendo sua aprendizagem e criando alguns desconfortos para a criança e para a família. No entanto, adquirindo um bom desenvolvimento desses requisitos, poderá conseguir conquistas e avanços no seu processo de aprendizagem (8).

As imaturidades no desenvolvimento psicomotor podem ocasionar problemas na escrita, na leitura, na direção gráfica, na distinção das letras, na ordenação das sílabas, no pensamento abstrato e lógico, na análise gramatical, entre outros (20).

Segundo Fonseca, antes de uma criança iniciar as aprendizagens formais (escrita, leitura, cálculo…), é fundamental que o seu corpo esteja bem organizado e estruturado em termos psicomotores, pois, uma criança que não consegue organizar seu corpo no espaço e no tempo, dificilmente conseguirá se sentar adequadamente numa cadeira por um longo tempo, concentrar-se, pegar corretamente no lápis e reproduzir no papel o que tenha elaborado em seu pensamento. E, assim, diante de um bom desenvolvimento psicomotor, as crianças podem adquirir as capacidades básicas para a aprendizagem escolar (19).

O controle do tônus muscular vai contribuir com a boa organização postural, para conseguir dominar seus movimentos, seu freio inibitório e adquirir uma satisfatória coordenação global (9). Além disso, uma criança que apresenta dificuldades em relação ao seu equilíbrio, pode se sentir menos segura em realizar determinadas atividades, criando tensão e dificuldade na sua expressão (3).

De acordo com Oliveira, um bom desenvolvimento da coordenação global auxiliará na locomoção, deslocamento, equilíbrio e organização das crianças, bem como as levará a um bom domínio da lateralidade, do conhecimento assimétrico do próprio corpo e de uma adequada orientação espaço-temporal (21).

Conforme Santi Maria, o desenvolvimento da coordenação motora fina depende da coordenação motora global (9). E ela diz respeito à habilidade e destreza manuais e está relacionada ao controle tônico guiado pelo controle ocular, isto é, a visão acompanhando os gestos das mãos. A coordenação motora fina é uma habilidade muito requisitada na aprendizagem da escrita (4, 9).

Já a discriminação visual se dá com o perfeito amadurecimento do sistema nervoso e do aparelho visual, que vai permitir o processamento da informação visual e, assim, a distinção entre os objetos e as pessoas, associando-os com outros dados receptivos (9, 21).

De acordo com Oliveira, a criança precisa controlar o movimento dos olhos, dirigi-los intencionalmente para algum lugar e desenvolver a habilidade para a retenção e memorização de símbolos visuais apresentados. Um dos aspectos mais importantes nesse sentido é o desenvolvimento da memória visual, que dará suporte para a criança formar uma imagem visual das palavras e reconhecê-las rapidamente durante a leitura (21).

Ao interiorizar o seu esquema corporal, a criança passa a ter pontos de referência para conseguir organizar as suas percepções, beneficiando, deste modo, o desenvolvimento cognitivo e integral da personalidade e também a noção de direita e esquerda, que faz parte da constituição dos sinais gráficos da escrita. Ao conseguir ter domínio do seu corpo no espaço, a criança adquire as noções de atrás, à frente, embaixo, em cima, que são essenciais à distinção das letras análogas como são o “b” e o “d”, o “n” e o “u”, e ao mesmo tempo, desenvolve a noção de ritmo, de percepção, de memória auditiva, assim como de percepção visual (3, 9, 21, 22, 23, 25,26).

Um esquema corporal mal estruturado ou pouco desenvolvido poderá interferir na organização e coordenação dos movimentos, levando a criança a apresentar dificuldades na caligrafia e até dores nos braços quando escreve, provocadas pelo esforço. Pode interferir, também, na capacidade de controle respiratório, equilíbrio e coordenação, percepção rebaixada das posições dos membros, e pouco repertório na representação da figura humana. Outras consequências observadas são as dificuldades de organização no espaço determinado para a escrita, lentidão nos gestos simples, causando assim um grande desinteresse por parte da criança (9, 23,24).

Para Oliveira, a orientação espacial está extremamente ligada à orientação temporal, já que um indivíduo só se movimenta em um espaço determinado em função de um tempo e em relação a um ponto de referência, sendo estes, assim, indissociáveis (21).

As crianças que apresentam dificuldades na estruturação temporal podem ter problemas com o ritmo e com a organização do tempo. Podem não perceber os intervalos de tempo nas palavras, confundir a ordenação e sucessão das sílabas, e confundir a correspondência dos sons (fonemas) com as respectivas letras (grafemas) que os representam. E sua escrita poderá ser comprometida com inversões, omissões e adições de letras, acarretando frustação e fracasso escolar para a criança (4, 9, 21, 23, 24).

A discriminação auditiva bem desenvolvida vai ajudar nas percepções e distinções dos sons existentes na linguagem falada. Essa habilidade pode ser desenvolvida por meio de estimulação da atenção auditiva e estímulos auditivos, verbais e não-verbais, variados, podendo facilitar a aptidão para a simbolização, a decodificação e a memorização. A memória auditiva favorece a retenção e recordação das palavras aprendidas anteriormente (9,21).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante dos aspectos levantados, nota-se que a psicomotricidade na Educação Física infantil é destacada, na literatura especializada como fator importante para o desenvolvimento da criança, por apoiar a estimulação de habilidades psicomotoras essenciais para as aprendizagens escolares, da leitura e da escrita, além das atividades cotidianas e relacionais. Desta forma, a educação psicomotora, aplicada à Educação Física infantil pode facilitar um desenvolvimento integral e sadio das crianças, favorecendo aquisições motoras e cognitivas, e mostrando-se um suporte pedagógico na construção das competências necessárias ao processo de alfabetização nos ciclos básicos do ensino formal.

REFERÊNCIAS

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[1] Graduado em Educação Física pela UNASP – Centro Universitário Adventista de São Paulo (2006) e pós-graduado em Psicomotricidade pela UNIFMU- Faculdades Metropolitanas Unidas (2018).

[2] Doutora em Ciências: Educação e Saúde  (UNIFESP- 2017); Mestre em Ciências: Educação e Saúde (UNIFESP- 2012); psicomotricista (UNIFMU-2010); Licenciatura em Educação Física (ESEF-Jundiaí-1985).

Enviado: Novembro, 2019.

Aprovado: Março, 2020.

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