ARTIGO ORIGINAL
CARVALHO, Débora da Costa [1]
CARVALHO, Débora da Costa. Indicadores de perdas de água no saneamento no Brasil entre 2010 e 2018. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 10, Ed. 01, Vol. 01, pp. 77-90. Janeiro de 2024. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/economia/perdas-de-agua, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/economia/perdas-de-agua
RESUMO
A importância dos serviços de saneamento básico para a sociedade implica em grande responsabilidade na sua prestação e regulação. Entre os fatores ligados à qualidade da prestação do serviço de abastecimento de água estão as perdas de água relacionadas à infraestrutura do serviço e à própria gestão do prestador. O Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento – SNIS possui dois indicadores relacionados: perdas na distribuição e perdas lineares. Sabendo que essas perdas são um problema, este artigo verificou os dados desses dois tipos de perdas nos dados SNIS no período de 2010 a 2018, buscando entender o comportamento desses indicadores para avaliar se houve melhorias. Entre os resultados, pode-se destacar que a média nacional de perdas na distribuição aumentou, ou houve melhoria na medição dessas perdas, e que as perdas lineares apresentaram uma leve redução. Além disso, os prestadores das regiões norte e nordeste apresentaram os maiores índices de perdas.
Palavras-chave: Perdas de água, Macromedição de água, Saneamento básico.
1. INTRODUÇÃO
Os serviços relacionados ao saneamento básico compõem uma importante política pública com o objetivo de fornecer qualidade de vida para os cidadãos de qualquer região. Em relação ao serviço à saúde, por exemplo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) acredita que as Doenças Diarreicas Agudas (DDA) constituem a segunda principal causa de morte em crianças menores de cinco anos e têm relação direta com as precárias condições de vida e saúde dos indivíduos, em consequência da falta de saneamento básico, entre outros fatores (Goiás, 2019).
Dada a sua importância, os serviços de saneamento são considerados básicos e, por conseguinte, obrigatórios, possuindo um custo que deve ser repassado à população. A respeito da água, por exemplo, o artigo 45 da Lei n. 11.445, de 05 de janeiro de 2007, afirma que “toda edificação urbana será conectada às redes públicas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário disponíveis e sujeita ao pagamento das tarifas e de outros preços públicos decorrentes da conexão e do uso desses serviços” (Brasil, 2017).
Desse modo, monitorar a prestação e a qualidade desses serviços é importante em vários aspectos, como o de não onerar os consumidores e o de oferecer um tratamento confiável na água. Entre os fatores que indicam qualidade desse serviço, destacam-se as perdas de água que ocorrem na distribuição desse bem à população.
Sobre tais perdas, o Instituto Trata Brasil (2017) considera que são “um dos pontos mais frágeis do sistema de saneamento e das empresas operadoras. Em qualquer processo de abastecimento de água por meio de redes de distribuição no mundo ocorrem perdas de água.” Há dois tipos de perdas: “as chamadas perdas reais são as associadas aos vazamentos na rede de distribuição, já as perdas aparentes são as relativas à falta de hidrômetros ou demais erros de medição, às ligações clandestinas e ao roubo de água” (Trata Brasil, 2017).
Não é de se surpreender que esse nível de perdas traz vários impactos negativos à população, ao meio ambiente, à receita das empresas e também aos investimentos necessários aos avanços do saneamento. Com base em um estudo feito pelo Instituto, “a cada 100 litros de água coletados e tratados, em média, apenas 63 litros são consumidos. Ou seja 37% da água no Brasil é perdida, seja com vazamentos, roubos e ligações clandestinas, falta de medição ou medições incorretas no consumo de água, resultando no prejuízo de R$ 8 bilhões” (Trata Brasil, 2017).
A International Water Association (IWA) classifica as perdas entre reais e aparentes, em que as perdas reais são perdas físicas de água – aquilo que foi distribuído pela prestadora de serviços mas não chegou aos consumidores, ou seja, foi desperdiçado -, e as perdas aparentes são perdas comerciais – aquelas que chegaram aos consumidores, mas não foram autorizadas nem faturadas (Alegre et. al., 2000; ABES, 2013).
Com base nisso, este trabalho se utilizou dos dados presentes no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento – SNIS relativos aos aspectos de perdas, de acordo com a distinção entre perdas na distribuição (perdas reais) e perdas lineares (perdas aparentes) feita pelo mesmo. Além disso, também coletou dados sobre a macromedição nos sistemas, que é uma importante ferramenta para medir os níveis de perdas. O objeto da pesquisa são os prestadores que participaram da coleta de informações do SNIS nos período observado.
O objetivo geral da pesquisa foi discutir a evolução das perdas na distribuição de água no Brasil no período entre 2010 e 2018. Para isso, como objetivos específicos, buscou: avaliar as médias e a dispersão dessas perdas no período; avaliar o comportamento do índice de macromedição (que ajuda a medir as perdas de água) nesse período, e; verificar as diferenças entre as diferentes regiões brasileiras nesse tema.
Esta pesquisa se justifica pela necessidade de acompanhar e dar pareceres sobre a qualidade do serviço de abastecimento de água tratada para a população brasileira, uma vez que isso tem peso direto sobre a sua saúde e sua qualidade de vida. Além disso, um sistema que apresenta elevados índices de perdas de água (seja reais ou aparentes) tende a cobrar aos consumidores bem mais do que lhes é fornecido de água, o que impacta também no orçamento das famílias.
2. MATERIAL E MÉTODOS
Para cumprimento dos objetivos da pesquisa, foram utilizados dados de indicadores dos anos de 2010, 2012, 2014, 2016 e 2018. O objeto da pesquisa são todos os prestadores de serviços que forneceram informações para o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento – SNIS nos referidos anos. Trata-se de uma pesquisa quantitativa e utilizou-se do método dedutivo, que é é o processo em que o pesquisador começa com uma teoria ou arcabouço estabelecido, onde conceitos já foram reduzidos a variáveis, e então coleta evidência para fazer testes e avaliações (Sousa et. al., 2007).
As informações coletadas para a análise dizem respeito à macromedição (que implica em maior ou menor capacidade de medir as informações principais da pesquisa), perdas de água na distribuição e de perdas de água lineares. Os indicadores dessas informações no SNIS são chamados de IN011, IN049 e IN050, respectivamente.
De acordo com o SNIS (2020, p. 81), o IN049 é de um indicador volumétrico da água na distribuição perdida em relação à água produzida. O IN050, por sua vez, avalia as perdas de água considerando o número de ligações ativas de água, sendo melhor em avaliar a eficiência operacional do prestador do serviço. O cálculo desses índices é realizado pelo próprio SNIS se dá conforme mostram as figuras a seguir:
Tabela 1 – Desvios-padrões dos índices de perdas (%) de água por região

Após a coleta, os dados foram agrupados por região e por ano, e foram extraídas as estatísticas descritivas referentes a médias e de desvio-padrão dos indicadores, para se discutir o nível de confiabilidade desses resultados.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Um fator inicial a ser destacado é o problema relacionado à falta de informações prestadas ao SNIS – muitos municípios não o fazem, ou não fazem todos os anos. Quando fazem, algumas vezes não dão informações completas que permitam ao SNIS realizar os cálculos de todos os indicadores. Como exemplo disso, pode-se destacar o estado do Maranhão. Segundo o IBGE, tal estado possui cerca de 217 municípios. No entanto, quanto aos índices analisados nesta pesquisa, apareceram apenas 58 municípios.
Supondo que todos esses municípios prestassem informações nos três indicadores para os quatro anos (58 x 3 x 4), haveria cerca de 696 informações a serem tratadas. No entanto, apenas cerca de 227 observações puderam ser úteis para a pesquisa, correspondendo a cerca de apenas 33% do potencial em relação a esses 58 municípios e a cerca de 9% em relação ao total do estado. Logo, é importante ressaltar que os indicadores do SNIS podem refletir muito pouco a realidade de alguns estados.
Em relação ao que de fato pôde ser coletado, a tabela 2 mostra o desvio padrão dos três índices da pesquisa, que indica o quanto as informações estavam dispersas em relação à média. Quanto maior o desvio padrão, por lógica, menos confiável é a média em representar a realidade dos dados médios a que se chegou.
Com base em sua observação é possível perceber que os desvios padrão de todos os índices aumentaram entre 2010 e 2018, o que mostra um maior desigualdade entre os municípios que prestaram suas informações.
Tabela 2 – Desvio-padrão de IN011, IN049 e IN050 por ano

Como um exemplo mais específico da dispersão de dados por região, o gráfico abaixo mostra que a região norte apresentava maior distância dos mesmos, e demais regiões apresentavam desvios mais próximos a respeito do índice IN049.
Gráfico X – Desvio padrão por região do índice de perdas na distribuição (IN049)

Partindo para a avalião dos índices, a tabela abaixo mostra as médias nacionais dos índices de macromedição, perdas na distribuição e de perdas lineares. Observa-se que houve redução nas perdas lineares, enquanto as perdas na distribuição aumentaram – juntamente com a macromedição.
A respeito da macromedição, o índice faz parte do sistema de medição nos serviços. As técnicas de medição no abastecimento de água são instrumentos indispensáveis à operação eficaz dos sistemas públicos. Despertam um conhecimento de muitas variáveis envolvidas e permitem explorar as melhores formas de operação dos sistemas de abastecimento em todas as suas etapas: captação, adução de água bruta, tratamento, adução de água tratada, reservação e distribuição (SNIS, 2019).
O índice de macromedição, em sua utilização, mostra o percentual de água que produzido que foi destinado à distribuição. Dessa forma, ao realizar melhorias na macromedição, é possível compreender melhor sobre os níveis de perdas.
Tabela 3 – Índices médios nacionais (IN011, IN049 e IN050)

O gráfico abaixo mostra como se comportou o índice de macromedição em cada região por ano observado. As regiões norte e nordeste são as que apresentam maior deficiência nesse aspecto. Vale ressaltar que a região nordeste apresentou descrescimento ano a ano nesse indicador, o que pode significar que mais prestadores passaram a prestar informações ao SNIS, mostrando melhor essa realidade, ou que realmente a hidrometração se reduziu nos prestadores.
Gráfico 1 – Indicadores médios de macromedição por região (IN011)

Em relação às perdas, destaque-se que os indicadores calculados pelo SNIS não diferem o valor das perdas reais e aparentes, ou seja, não se pode afirmar que os valores divulgados se caracterizam como desperdício de água, necessariamente. Isso porque no próprio levantamento das informações, alguns prestadores de serviços não dispõem de técnicas na avaliação de vazamentos na rede, submedição em hidrômetros, fraudes, dentre outras (SNIS, 2019).
O gráfico a seguir mostra as perdas na distribuição por região no período. Essas perdas, conhecidas como reais ou físicas, referem-se a toda água disponibilizada para distribuição que não chega aos consumidores. Podem ocorrer por vazamentos em adutoras, redes, ramais, conexões, reservatórios e outras unidades operacionais do sistema. São causadas principalmente pelos vazamentos em tubulações da rede de distribuição, provocados especialmente pelo excesso de pressão, geralmente em locais que apresentam grande variação topográfica. (Portal Saneamento Básico, 2020)
A região sul apresenta o menor índice de perdas atual, mesmo possuindo um dos melhores índices de macromedição entre as regiões. As regiões norte e nordeste novamente se mostram mais deficitárias.
Gráfico 2 – Índice de perdas na distribuição por região (IN049)

Em relação às perdas lineares, que consideram perdas não físicas ou comerciais, estão relacionadas ao volume de água que foi consumido pelo usuário, mas que, por algum motivo, não foi medido ou contabilizado, não entrando no faturamento do prestador. São falhas decorrentes de erros de medição (hidrômetros equivocados, erros de leitura, fraudes, equívocos na calibração dos hidrômetros), ligações clandestinas, falhas no cadastro comercial e outras situações. Nesse caso, a água é efetivamente consumida, mas não é faturada pelo prestador de serviços (Portal Saneamento, 2020).
Nesse ponto, pode-se observar uma discrepância entre os prestadores das regiões norte e nordeste em relação às demais regiões, o que mostra que os prestadores dessas regiões têm um grande desafio relacionado a esse aspecto. A região sul novamente se destaca, apresentando níveis muito baixos de perdas (menos de 10% em 2018).
Gráfico 3 – Índice de perdas na lineares (IN050)

Em estudo mais recente, o Instituto Trata Brasil e a GO Associados trazem que
Em 2021, o índice nacional de perdas no faturamento foi de 37,56%, mantendo-se virtualmente inalterado em relação aos 37,54%, observados em 2020. Além disso, o índice nacional de perdas na distribuição, foi de 40,25% em 2021, demonstrando uma leve deterioração ante os 40,14% auferidos em 2020 (Oliveira; Scazufca; Sayon, 2023, p. 01).
Essa informação pode indicar duas interpretações: a primeira diz que a hidrometração continuou subindo nos anos seguintes, de forma que os índices de perdas subiram também; a segunda interpretação é a de que foi utilizada metodologia diferente para a aferição de tal média no estudo citado, de forma que os valores são superiores ao que foi encontrado até o ano de 2018 por esta pesquisa. Como foi trazido no início desta seção, há grande falta de dados no SNIS, o que pode acarretar essas diferenças.
O ponto mais importante é que não foi observada ainda uma tendência de melhoria nesse tema no Brasil, indicando a falta de urgência por parte dos prestadores e do poder público nesse sentido. O estudo traz a seguinte evolução nas perdas para anos seguintes:
Gráfico 4 – Evolução nas perdas na distribuição – Brasil

Fica claro, assim, que a tendência observada neste estudo é a mesma que foi observada pelo Instituto Trata Brasil e pela GO Associados com base nas informações do SNIS, que é a de aumento do índice de perdas e, com isso, a projeção de maiores valores desperdiçados sendo trazidos nos próximos anos pelo SNIS.
Ferreira et. al. (2019) trazem alguns benefícios da redução dos níveis de perdas de água, principalmente os ambientais (pela redução do consumo de energia pelo sistema de distribuição, já que seria necessária a geração de menor volume de água para ser distribuída, por exemplo) e os econômicos, que considerariam os custos evitados com a redução das perdas, por exemplo: custos evitados de produção de água; custos evitados por água não consumida (redução do consumo per capita), e; custos evitados de energia.
4. CONCLUSÃO
São claras as funções das perdas nos serviços de abastecimento de água para os consumidores. Tanto as perdas aparentes quanto as perdas reais são custos que o prestador tem sem ser receber por aquelas porcentagens. Dessa forma, o preço pago pelo consumidor não reflete apenas a água que consome, mas em boa parte, água que não consome. Seja por falta de intraestrutura adequada ou por fraudes de outras pessoas, o consumidor que paga a mais sem receber pelo serviço precisa ter a garantia de que estão sendo realizadas melhorias no sistema para que seja menos onerado.
Em relação a isso, os dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento – SNIS evidenciaram pouca melhoria nas regiões brasileiras, com exceção da região sul. As regiões norte e nordeste apresentaram os piores desempenhos em relação a todos os índices, o que demonstra que o poder público deve ser concentrar na mesma em políticas públicas de insfraestrutura de saneamento. Não apenas isso, mas pode haver necessidade de os próprios prestadores realizarem ações mais eficazes de fiscalização e em seus equipamentos de medição. O esforço para a redução desses problemas, bem como qualquer melhoria na qualidade dos serviços de abastecimento de água (e demais serviços de saneamento básico) deve ser coletivo, devendo receber atenção inclusive do governo federal.
Outro ponto observado foi a falta de informações no SNIS e como essas informações podem não representar tão bem a realidade de alguns estados que possuem pouca aderência dos prestadores ao sistema do SNIS. Tal falta de informação dificulta o planejamento de políticas públicas para as cidades que mais precisam, por exemplo, pois geralmente são as que não informam o SNIS.
Por fim, aliando melhorias na qualidade dos serviços observados e aumentando a participação de todos os muncípios na prestação de informações ao SNIS poderá se ter, em alguns anos, um cenário melhor. Vale ressaltar que esta pesquisa observou um paronama de quase uma década, o que pode indicar que não haverá tão grandes melhorias no curto prazo, deixando a população brasileira (especialmente das regiões norte e nordeste) por mais um período sem a mais eficiente possível prestação dos serviços.
REFERÊNCIAS
ALEGRE, Helena; BAPTISTA, J. F.; CABRERA JR., J.; CUBILLO, F.; DUARTE, P.; HIRNER, W.; MERKEL, W.; PARENA, R. Performance indicators for water supply services. International Water Association – IWA, 2000.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL. Perdas em sistemas de abastecimento de água: diagnóstico, potencial de ganhos com sua redução e propostas de medidas para o efetivo combate. Rio de Janeiro, RJ: ABES, setembro de 2013.
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OLIVEIRA, Gesner; SCAZUFCA, Pedro; SAYON, P. L. Estudo de perdas de água do Instituto Trata Brasil de 2023 – SNIS (2021): desafios para disponibilidade hídrica e avanço da eficiência do saneamento básico no brasil. São Paulo: GO Associados, 2023.
PORTAL Saneamento Básico. As perdas de água nos sistemas de abastecimento no Brasil correspondem à diferença entre o volume total de água produzido nas estações de tratamento e à soma dos volumes medidos nos hidrômetros instalados nos imóveis dos clientes. 2020. Disponível em: https://saneamentobasico.com.br/perdas-agua-abastecimento-tecnologia/#:~:text=As%20perdas%20de%20%C3%A1gua%20nos,dividem%20em%20aparentes%20e%20reais. Acesso em: 10/03/2021.
SISTEMA Nacional de Informação sobre Saneamento – SNIS. Portal Eletrônico. Brasília: Disponível em <http://www.snis.gov.br>. Acesso em 20 de fevereiro de 2020.
SOUSA, Valmi; driessnack, Martha; MENDES, I. A. C. Revisão dos desenhos de pesquisa relevantes para Enfermagem. Parte 1: desenhos de pesquisa quantitativa. Revista Latino-americana de Enfermagem. 2007 maio-junho; 15(3). Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rlae/v15n3/pt_v15n3a22. Acesso em: 10/03/2021.
TRATA Brasil. Perdas de Água na Distribuição: causas e consequências. 2017. Disponível em: http://www.tratabrasil.org.br/blog/2017/11/16/perdas-de-agua-causa-e-consequencias/. Acesso em: 10/03/2021.
NOTA
Nosso relatório identificou a presença de inteligência artificial para correção gramatical e ortográfica. No entanto, o autor informou que não a utilizou. O autor se responsabiliza pelo material.
[1] Mestre em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos. ORCID: 0009-0007-3075-6908. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9069023535748915.
Material recebido: 27 de dezembro de 2024.
Material aprovado pelos pares: 31 de dezembro de 2024.
Material editado aprovado pelos autores: 09 de janeiro de 2025.







