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O uso das Técnicas de Informação e Comunicação como ferramenta pedagógica

RC: 50311
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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

COSTA, Maria Jayne Cavalcante Araujo [1]

COSTA, Maria Jayne Cavalcante Araujo. O uso das Técnicas de Informação e Comunicação como ferramenta pedagógica. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 05, Vol. 05, pp. 64-72. Maio de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso:

RESUMO

O presente artigo se trata de um estudo sobre a importância das TICS na prática pedagógica. O presente trabalho tem como objetivo elencar o uso das diversas ferramentas tecnológicas de informação, tendo como ênfase o computador e a internet, e, assim, compreende-se ambos como métodos principais para o acesso à informação. A capacitação continuada dos professores também é um dos propósitos desse estudo, pois, ainda hoje, muitos não estão aperfeiçoados suficientemente para manusear as técnicas que contribuem com a sua profissão. Serão apresentados os desafios que as escolas vêm atravessando, bem como os benefícios de sua implantação no ambiente escolar, visto que, atualmente, existe a necessidade de alteração da estratégia de ensino de acordo com as mudanças do mundo globalizado. Com isso, segue-se o pressuposto de que as TICS são um excelente método de auxílio adaptadas ao ensino e um fator motivacional de incentivo que favorece os discentes e docentes.

Palavras-chave: Computador, internet, docente, discente.

1. INTRODUÇÃO

A incorporação das novas tecnologias da informação e comunicação (TIC) nas escolas vem promovendo grandes modificações no processo de ensino-aprendizagem por meio da internet, softwares, hardwares, redes de comunicação e com isso surgem diversificações no processo de ensinar e aprender (PEREIRA; SILVA, 2010). O uso do computador e da internet bem como outras mídias em sala de aula, além de informativo, é criativo, dinâmico, inovador e melhor diversifica a metodologia utilizada pelo professor, pois faz com que o aluno adquira habilidades e competências, incluindo-se a sociedade moderna e, desse modo, qualifica-se para o mercado de trabalho. Pensar em tais questões justifica a relevância dessa proposta, pois o uso amplo dessas ferramentas tem sido incorporado pelas escolas de todo o país.

A tecnologia permite a instituição de um conhecimento que proporciona ambientes de aprendizagem deixando os alunos e professores em situações propícias para alcançar suas metas educativas e enriquecerem a prática educacional sob diversos pontos de vista, sendo indispensável a capacitação de professores para o eficiente manuseio dessas ferramentas que, uma vez disponível, precisa de profissionais capacitados, pois é dele o papel principal no que concerne a integração das (TIC) alunos e instituição. Amplas transformações vêm ocorrendo no cenário educacional e, a partir  desses avanços, os processos de informação e comunicação são otimizados, o que acarreta novas performances na sala de aula (SOARES-LEITE; NASCIMENTO-RIBEIRO, 2012). Nas escolas além de livros, cadernos e lápis, o uso das novas tecnologias invade se fazendo cada vez mais integrante.

Nos dias atuais é encargo das escolas o desenvolvimento de competências e habilidades para tornar os alunos cidadãos críticos e participativos, os inserindo na sociedade moderna. As instituições buscam acessibilidade e inclusão das ferramentas de informação e comunicação na prática pedagógica e essas oferecem um vasto apoio educacional e metodológico, porém não buscam substituir os antigos métodos, mas sim os complementar,  formando uma espécie de pedagogia interativa (LOBO; MAIA, 2015). A internet é uma das ferramentas cruciais de acesso à informação, e a parceria entre tecnologia e educação cria uma ação informativa-comunicativa atuante que, sendo utilizada de forma segura e eficaz, gera o conhecimento que, por sua vez, auxilia a inclusão do aluno no mercado de trabalho.

Com a contribuição do uso da informática, o aluno e professor não se restringem ao aprendizado nas salas de aula, pois o conhecimento vai muito além deste espaço, o que propicia o aluno ser autônomo, promovendo alterações na forma de viver. Além de fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico, induz mudanças nas formas de ensinar e aprender. Porém, há a necessidade do professor e escola criarem uma pedagogia e participar de cursos e capacitações que envolvam o processo de planejamento metodológico com o manuseio das tecnologias (LIMA et al, 2019).

A melhoria da qualidade do ensino não se remete unicamente a obtenção dessas, mas também as competências que devem possuir formação adequada e que sejam flexíveis a transformações, devem, ainda, acompanhar a evolução tecnológica, bem como a procedência que irá mediar no modo como os alunos irão se familiarizar com as novas tecnologias (MATOS et al, 2019). Essas transformações apresentam desafios e metas a serem atingidas no que concerne ao método de aprendizagem mediado pelas TICs, acarretando uma série de fatores que implica desde a questão de investimentos à aquisição de equipamentos até a preparação de recursos humanos.

2. DESENVOLVIMENTO

Segundo Baranauskaset et al (1999), o uso do computador passou a ser introduzido nas práticas educacionais em meados de 70, inicialmente para conduzir testes no ramo da física. Posteriormente, o assunto obteve importância, sendo realizados diversos estudos e pesquisas para maior compreensibilidade da matemática. A informatização no espaço escolar foi determinada pelos órgãos: Secretaria de Informática, Ministério da Educação, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e a financiadora de Projetos. A prioridade estabelecida foi deixar evidente que o computador seria um instrumento de auxílio ao educador e não iria substituir sua função. Assim, a informática no espaço educacional teria que se ajustar ao povo brasileiro e suas particularidades (LOBO; MAIA, 2015).

De acordo com Baranauskaset et al (1999), o programa brasileiro é bastante diferenciado de outros países. Os órgãos estabelecem sociedades para realização de pesquisas. No Brasil diversas áreas incluindo educação e tecnologias trabalham em cooperação com o Ministério da Educação (MEC) e outros órgãos que acompanham juntamente com os profissionais, assim observam viabilidade participando da criação e implantação de projetos juntamente com outros órgãos competentes. Esses projetos são implantados para gerar uma situação inclusão e democratização do acesso a tecnologias. Um exemplo é o Programa Nacional de Informática na Educação (PRONINFE) que fomentou o progresso da informatização educacional no ano de 1989 e visava atender as séries de 1°, 2° 3° e educação especial.

O Programa Nacional de Tecnologia Educacional (PROINFO), criado no ano de 1997, destinado a incentivar o uso das tecnologias informativas e comunicativas na prática pedagógica, trata-se de um programa que visa tornar viável a acessibilidade de educadores e educandos frente às novas tecnologias, capacitando esses professores a partir de cursos para que, dessa forma, possam introduzir corretamente as suas metodologias de ensino (CARVALHO; SAMPAIO, 2020). Mediante esses programas é possível, ao aluno e professor, à familiarização com a tecnologia e o amplo acesso a comunicação e informação, e, ao aluno, possibilita-se, ainda, o conhecimento acerca das ferramentas informatizadas para que ele possa conduzir suas pesquisas (BASNIAK; SOARES, 2016).

A parceria entre tecnologia e educação pode resultar em um grande ganho para as sociedades modernas, acarretando, com isto, em escolas equipadas, alunos e professores aptos, atualizados e bem informados. Este é o caminho para formar cidadãos: a busca, a inovação e o conhecimento (SILVA, 2018). No vértice da era industrial, que se deu pela passagem massiva de conteúdos a partir de modelos industrializados aplicados ao contexto da educação, fez com que surgissem novas perspectivas de ensino com práticas inovadoras. Os equipamentos deveriam acrescentar e auxiliar o trabalho das pessoas, mas para isso é necessário profissionais preparados e portadores de habilidades específicas (CARVALHO; SAMPAIO, 2020).

Uma das ferramentas tecnológicas, os computadores, começaram a ser desenvolvidos na década de 40, logo após a segunda guerra mundial, para facilitar o processamento e armazenamento de dados para uma construção mais ampla de informações. Assim, em 1991 foi criada a WWW (World Wilde Web), pouco tempo depois, em 1994, foi lançada a internet no Brasil. A partir daí houve a criação de diversos softwares, sites, blogs e o surgimento das tão conhecidas redes sociais. Daí em diante, a tecnologia tem avançado significativamente na sociedade, em todo o mundo. Tendo em vista o favorecimento, a tecnologia passou a ficar atual e cada vez mais presente nas residências, escolas, empresas, deixando as pessoas mais informadas sobre diversos assuntos escolares, da mídia e muito mais (MIRANDA, 2016).

As metamorfoses mediadas pelos meios de comunicação e o interesse constante em mídias caracterizam uma nova forma de aprender. Não se pode negar que essas mídias causam alterações no comportamento das pessoas, por exemplo, a maneira de se relacionarem e de metodizar conhecimentos. Hoje em dia, a questão da qualificação do professor para o manuseio das mídias tecnológicas tem sido bastante discutida no meio educacional (NAGIB, 2018; LIMA et al, 2019; ALMEIDA, 2019). Tem-se em mente que muitos cursos de aperfeiçoamento ou formação não cooperam efetivamente para a incorporação de mudanças na prática didática. Em muitas vezes, o educador quando percebe certos obstáculos que complica sua ação, sente-se desmotivado e muitas vezes se acomoda.

Entretanto, a formação dos profissionais da educação é essencial e requer deles conhecimentos sobre o computador para que se compreenda o uso deste objeto e o introduza na prática educativa de modo que o profissional atinja os objetivos esperados por ele. Neste caso, os cursos de preparação de professores devem se responsabilizar para que os professores se sintam satisfeitos e não passem por frustrações em sala de aula. Neste conceito, Gianolla (2006, p.55) ensina que “os sentimentos relacionados com o computador acontecem sob alguns aspectos principais: recusa medo e sedução”. O educador se sente tímido na hora que demonstra sua objeção. É necessário que ele esteja posto a um aprendizado constante e que seja ocioso com as falhas e acertos (MATOS et al, 2019).

Hodiernamente, o Programa Nacional de Informática na Educação (PROINFO), da Secretaria de Educação a Distância do MEC, na qual foi avultado em conjunto com as secretarias estaduais de educação, insere as mídias de informação e comunicação em unidades escolares, propondo sua aplicação ao planejamento e a prática didática em diferentes disciplinas curriculares, favorecendo o alunado na construção de conhecimentos mais vastos. Este programa também se concentra na capacitação dos docentes para a inclusão e domínio da tecnologia. Este programa é crucial, uma vez que vários professores passam por dificuldades na execução das ferramentas, com isso, o curso os ajuda, a saber, como usá-las e incorporá-las no planejamento são relevantes.

Existe também o Projeto de Implantação e Manutenção das Cidades Digitais. Este projeto é uma ação do Governo Federal com o objetivo de estimular mais inclusão digital para um sumo entendimento, seguindo este preceito a inclusão digital é:

Um processo dinâmico e provisório que se renova e aprimora na ação e na interação dos nós, sobre e na rede de sentidos e suas interconexões. Para isso, é necessária a apropriação crítico-reflexiva dos fenômenos sociotécnicos numa perspectiva de contextualização sociocultural, bem como o desenvolvimento e a manutenção das habilidades necessárias à interação com e através deles (FORESTI; TEIXEIRA, 2009, p. 189).

Partindo desta premissa, pode-se notar que os programas disponibilizados pelo Governo Federal na área educacional em favor da inclusão da tecnologia nas escolas, de maneira que venham a dissipar o conhecimento nas mídias a favor de um melhor aprendizado e planejamento nas escolas do país, aprimora a dinâmica e as relações dentro e fora de sala de aula. Muitos paradigmas envolvem a didática escolar fornecida aos alunos e a formação do professor, e, dessa forma, busca-se exortar a perspectiva do aluno, de forma a oportunizar um diálogo entre aluno e professor mais significativo, o que o coloca em contato com conhecimento múltiplos, propiciados pelo professor a partir de outros modos de responsabilidade e interação (LIMA et al, 2019). Uma mudança de paradigma nos meios educativos é um grande desafio para a comunidade escolar, nesse contexto pode-se argumentar:

Ninguém questionará a evidência da crise que assola os sistemas educativos em todo o planeta. Ela tem vindo a manifestar-se, basicamente, no processo de erosão que, a partir da fragilização do vínculo entre a escola e o desenvolvimento econômico e social, desembocou em massificação, a falta de qualidade, desinvestimento, desmotivação e proletarização dos professores. E que é coincidente com a crise do paradigma estruturante da escola, cuja vigência entrou em colapso a partir do momento em que a sociedade industrial começou a uma nova organização econômica e social cujos contornos ainda não estão completamente definidos, se bem que pareça já evidente a prevalência da informação e do conhecimento sobre as indústrias  (SOUSA; FINO, 2008).

Nesta visão, a era das novas tecnologias se exprime pelo motivo de sensibilização e falta de motivação dos docentes em meio à comunidade escolar. A modernização já exigia mais tecnologias que favorecem os trabalhos das pessoas, deste modo, numa perspectiva escolar, esta, por sua vez, deveria adotar as tecnologias que tanto contribuíssem para a área gerencial da escola quanto para o lado discente e docente, predominando a informação, comunicação e o conhecimento. Sabe-se que o computador, com o apoio da informática, é um grande suporte ao meio pedagógico, mas necessitam de pessoas que saibam como utilizar essas ferramentas no processo didático, saindo um pouco da monotonia, levando outros meios atrativos e eficientes para a escola. Neste contexto Moran (1994, p. 22) defende que:

A escola precisa repensar urgentemente a sua relação com os Meios de Comunicação, deixando de ignorá-los ou considerá-los inimigos. A escola também não pode pensar em imitá-los, porque nos meios predomina a função lúdica, de entretenimento, não a de organização da compreensão do mundo e das atitudes.

Moran (1994, p. 22) ainda argumenta que pode utilizar “os meios de comunicação como motivação do conteúdo de ensino, como ponto de início mais dinâmico e interessante diante de um novo assunto a ser estudado. Podem os meios apresentar o próprio conteúdo a ser abordado”. Com isto,  concluímos essa reflexão afirmando que as TICS auxiliam o docente a aderir outros métodos inovadores capazes de facilitar a explanação e abordagem dos conteúdos mais diversos em sala de aula. Apoiar-se nas tecnologias para estimular o interesse por parte dos alunos é o principal desafio.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A pesquisa revelou que as TICs são fundamentais para melhorar o desenvolvimento do ensino, e, assim, com a inclusão de novas tecnologias o professor pode adaptá-las a prática pedagógica em sala de aula, usando-as como auxílio na sua área de atuação e complementando o conteúdo, o que favorece também aos alunos. Assim sendo, a pesquisa buscou enfatizar que a presença das mídias no contexto da sala de aula é um ponto positivo, pois estimula e motiva docente e discente. Desse modo, inserindo-as no contexto escolar na medida certa e utilizando a que mais se adequar ao conteúdo, promoverá um conhecimento mais amplo do assunto estudado, saindo daquela monotonia na qual os docentes estão acostumados e que já não os motivam tanto.

A pesquisa se atentou em mostrar que o uso dessas novas técnicas serve como complemento auxiliar aos meios mais antigos. Percebeu-se, no decorrer deste trabalho, que elas causam um impacto no meio educacional na qual incorporam novos métodos de ajuda à equipe pedagógica de ensino-aprendizagem, sobretudo no que diz respeito ao auxílio dessas novas ferramentas computacionais e comunicativas como fomentadoras do acesso e obtenção de informações equivalentes às unidades de ensino. Como é de consciência de muitos, a tecnologia promove uma intensa mudança no cenário educacional por meio de diversos avanços, visto que a utilização das TICs é considerada de grande importância pelos próprios docentes.

No entanto, alguns deles ainda se deparam com um problema: a falta de capacitação, logo, de habilidades para lidar com essas tecnologias no contexto da sala de aula. Assim, é de importância a participação dos governantes no processo de desenvolvimento tecnológico educacional por meio da elaboração e efetivação de projetos que visem à informatização dos ambientes de ensino e o investimento na formação continuada para professores, por meio de cursos de capacitação e aperfeiçoamento. O professor – como profissional pedagógico – deve saber como influenciar essas tecnologias e saber usá-las no ambiente educacional, para, assim, propor de maneira adequada, a informação, comunicação, interatividade e colaboração, de acordo com o plano de ensino.

Desse modo, observou-se que as TICS para professores e alunos são ferramentas de grande relevância, pois diversifica as aulas, o que promove uma forma modificada de interagir, possibilitando uma aprendizagem extensiva, fazendo alunos capazes para o mercado de trabalho. Assim, é válido ressaltar que, para que este desenvolvimento aconteça eficazmente nos espaços educativos, é necessário planejamento e cronograma por parte dos docentes e conscientização por parte dos discentes em enxergar que as tecnologias não se resumem apenas as redes sociais, ou seja, é preciso que saibam projetar a utilização correta dos utensílios para o efetivo aprendizado.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, M. D. B. de. Permanência e êxito no ensino médio integrado do IFG Uruaçu: orientações para qualificação e acompanhamento de estudantes. 2019. 225 f. Dissertação (Mestrado em Ensino na Educação Básica) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2019.

As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) no Contexto Escolar. O uso da internet: Uma metodologia dinâmica de ensino. Disponível em: http://monografias.brasilescola.com/educacao/as-tecnologias-informacao-comunicacao-tics-no-contexto-escolar.htm. Acesso em: 22 dez. 2018.

BARANAUSKAS, M. C. C. et al. O Computador na Sociedade do Conhecimento: uma taxonomia para ambientes de aprendizado baseados no computador. Campinas, São Paulo: UNICAMP/NIED, 1999.

BASNIAK, M. I.; SOARES, M. T. C. O ProInfo e a disseminação da Tecnologia Educacional no Brasil. Educação Unisinos, v. 20, n. 2, p. 201-214, 2016.

CARVALHO, F. de. A. L.; SAMPAIO, A. P. L. Análise sobre o Proinfo a partir de uma perspectiva bibliográfica. Revista Sítio Novo, v. 4, n. 1, p. 33-40, 2020.

FORESTI, A.; TEIXEIRA, A. C. As potencialidades de processos de autoria colaborativa na formação escolar dos indivíduos: aprofundando uma faceta do conceito inclusão digital. In: TEIXEIRA, A. C.; MARCON, K (Org.). Inclusão digital experiências, desafios e perspectivas. Passo fundo: Editora da Universidade de Passo fundo, 2009.

GIANOLLA, R. M. Informática na educação: representações sociais do cotidiano. São Paulo: Cortez, 2006.

LIMA, M. A. M. et al. Percepção da avaliação da formação dos docentes do ensino médio das escolas da Regional I em tecnologias digitais. Revista de Gestão e Avaliação Educacional, v. 1, n. 1, p. 1-9, 2019.

LOBO, A. S. N.; MAIA, L. C. G. O uso das TICs como ferramenta de ensino-aprendizagem no Ensino Superior. Caderno de Geografia, v. 25, n. 44, p. 16-26, 2015.

MATOS, J. D. V. et al. Aprendizagem Significativa por meio do Uso de TICs: Levantamento das Produções da Área de Ensino de 2016 a 2018. RENOTE-Revista Novas Tecnologias na Educação, v. 17, n. 1, p. 466-475, 2019.

MIRANDA, G. L. Limites e possibilidades das TIC na educação. Sísifo, n. 3, p. 41-50/EN 39-48, 2016.

MORAN, J. M. Os meios de comunicação na escola. Série ideias n. 9. São Paulo: FDE, 1994.

NAGIB, L. de. R. C. Relação entre metodologias ativas, ciclo de vida docente e qualificação docente no ensino de graduação em Contabilidade. 2018. 134 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Contábeis) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2018.

PEREIRA, D. M.; SILVA, G. S. As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) como aliadas para o desenvolvimento. Cadernos de Ciências Sociais Aplicadas, v. 10, p. 151-174, 2010.

SILVA, M. A. R. da. Inclusão digital nas escolas públicas: o uso pedagógico de computadores e o PROINFO Natal/RN. Natal: EDUFRN, 2018.

SOARES-LEITE, W. S.; NASCIMENTO-RIBEIRO, C. A. do. A inclusão das TICs na educação brasileira: problemas e desafios. Magis. Revista Internacional de Investigación en Educación, v. 5, n. 10, p. 173-187, 2012.

SOUSA, J.; FINO, C. N. Educar melhor: A introdução das TIC na educação. 2008. Disponível em: http://educarconsciencia.blogspot.com.br/2013/08/blog-post.html. Acesso em: 24 dez. 2018.

[1] Pós-Graduada em Gestão Pública e de Pessoas. MBA em Gestão de Negócios Imobiliários. Graduada em Administração.

Enviado: Abril, 2020.

Aprovado: Maio, 2020.

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Maria Jayne Cavalcante Araujo Costa

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