Evolução dos indicadores de desenvolvimento econômico no Brasil entre 2006 e 2017

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ARTIGO ORIGINAL

ARAKAKI, Arthur Teruo [1]

ARAKAKI, Arthur Teruo. Evolução dos indicadores de desenvolvimento econômico no Brasil entre 2006 e 2017. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 10, Vol. 20, pp. 89-97. Outubro de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/administracao/evolucao-dos-indicadores

RESUMO

O presente trabalho tem por objetivo apresentar a evolução dos principais indicadores de desenvolvimento para o Brasil no período de 2006 a 2017. Para se alcançar esse objetivo foi feita investigação bibliográfica na literatura recente que tratam do tema para reunir as principais informações sobre os indicadores e os resultados. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e descritiva de caráter exploratório. Como forma de suporte aquisição de material para a elaboração da pesquisa, fez-se uso da pesquisa documental, investigando em conteúdo sob domínio público. Os resultados mostram avanços significativos em indicadores como o PIB per capita e da taxa de mortalidade infantil para o período analisado, já o IDH do Brasil foi de 0, 744 em 2013.  Conclui-se que o os avanços de melhorias na qualidade de vida da população no período analisado que são evidenciados pelo IDH é produto desempenho positivo dos indicadores sociais e socioeconômicos no período analisado.

Palavras-chave: Desenvolvimento econômico, Brasil, indicadores socioeconômicos.

1. INTRODUÇÃO

O desenvolvimento econômico vai além do crescimento econômico e corresponde ao impacto na qualidade de vida da população (SINGER, 1968). Portanto, os indicadores de cunho econômico, social e tecnológico são importantes por trazer informações relacionadas ao crescimento econômico e a melhoria da qualidade de vida das pessoas da população (MATTEDI et al., 2015).

Essas são ferramentas instrumentos importantes no processo de avaliação do crescimento e desenvolvimento e dão suporte para a elaboração de políticas públicas para a população. Os indicadores comumente usados para medir os fenômenos relacionados ao desenvolvimento são os indicadores sociais ou socioeconômicos (PROCÓPIO; OLIVEIRA; AMÂNCIO, 2009).

Um dos índices que captam esse aspecto da condição humana é nomeado de índice de desenvolvimento humano (IDH). Esse índice capta o estado de desenvolvimento social de uma economia a partir de três dimensões: renda per capita, escolaridade e saúde (IPEA, 2011). Outros indicadores econômicos são também utilizados como suporte no processo de identificação da evolução na qualidade de vida populacional.

O presente trabalho tem como objetivo apresentar a evolução dos indicadores de desenvolvimento econômico no Brasil entre os anos de 2006 a 2017. A estrutura da pesquisa segue uma estrutura formada por: 1. Introdução; 2. Referencial teórico; 3. Metodologia; 4. Resultados; 5. Conclusão; Referências bibliográficas utilizadas.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

O tema “desenvolvimento econômico” é complexo e amplo. E uma breve exploração acadêmica sobre o assunto, no Brasil, passa pela retomada do contexto em que se inserem os países subdesenvolvidos[2] após a II Guerra Mundial (1945). Nesse período identifica-se um reajustamento intelectual onde os fatos relacionados às desigualdades econômicas em nível internacional são amplamente divulgados e tomam a esfera política de diversos países como relatou Myrdal (1960).

Evidências dessas transformações são que, “a questão do desenvolvimento econômico tornou-se tema central na agenda dos governos e das instituições de coordenação econômica e política do mundo ocidental” (DINIZ, 2001, p.1). Nesse contexto, nas nações capitalistas, através de uma atenção dada às “regiões estagnadas no interior de países como a Itália e a França, foram criadas instituições, bem como programas de desenvolvimento regional a fim de minimizarem estas discrepâncias na organização territorial” (CAMPOS, 2015, p.17).

Uma significativa iniciativa com esse propósito para os países subdesenvolvidos se deu com a instituição da Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (CEPAL), criada em 25 de fevereiro de 1948, como informa ONU (2015). Esta última foi instituída, segundo Haffner (2002), com a finalidade principal de auxiliar os países latino-americanos na tarefa de promover um melhor desenvolvimento econômico. Ainda para a CEPAL, a industrialização seria uma forma de “reduzir as diferenças entre a América Latina e os países ricos, atingindo-se a independência política e econômica através de um crescimento auto-sustentado” (HAFFNER, 2002, p.10). O órgão, como apontou Bresser-Pereira (2005), contava com dois expoentes do pensamento econômico do século XX: seu segundo diretor-executivo e principal dirigente Raul Prebisch, logo a ele se associando Celso Furtado. Ainda como aponta Bresser-Pereira (2005), outros economistas significativos da CEPAL foram: Aníbal Pinto, Oswaldo Sunkel e Maria da Conceição Tavares.

No Brasil, a atuação da CEPAL aconteceu em um período consonante “a mudança na política de comércio exterior, com o fim do mercado livre de câmbio e a adoção do sistema de contingenciamento às importações, entre meados de 1947 e o início de 1948” (VIANNA e VILLELA, 2011, p.3). A política de substituição de importação tinha a finalidade de fazer frente ao desequilíbrio externo e promover a racionalização das divisas estrangeiras existentes no país[3], porém, como aponta Vianna (1990), terminou por ter grande importância para o crescimento da indústria no pós-guerra.

As teorias cepalinas “estavam fundamentadas na necessidade da participação decisiva do Estado no processo de desenvolvimento, este desempenharia um papel fundamental na industrialização periférica.” (HAFFNER, 2002, p.21). Essas teorias viriam a ser trabalhadas eminentemente pelos economistas Raúl Pebrish e Celso Furtado.

As teorias do desenvolvimento promoveram o estudo da dinâmica capital e espaço, uma vez estabelecida as vantagens e desvantagens comparativas na economia. Iniciou-se a partir daí um entendimento sobre o fator de acumulação de capital desigual nas regiões e o aprofundamento sobre os seus efeitos sobre a renda. Algumas das teorias do desenvolvimento que se aplicam na interpretação da problemática no Brasil e que tiveram alguma influência nas políticas públicas após a II Guerra Mundial, foram principalmente: as formulações sobre o sistema centro-periferia de Raúl Pebrisch e a teoria do subdesenvolvimento econômico de Celso Furtado. Ainda tiveram influência os trabalhos de teóricos evidenciados em Simões e Lima (2009), tais como: a teoria dos polos de crescimento e desenvolvimento de Perroux; desenvolvimento econômico e o processo de causação circular cumulativa de Gunnar Myrdal; o desenvolvimento desigual e a transmissão interregional do crescimento de Albert Hirschman e a teoria da base de exportação de Douglass North.

A síntese de um histórico do pensamento econômico desses teóricos– para apoio a questão da problemática do desenvolvimento nas regiões – valer-se-á “a partir dos efeitos e das articulações dos processos de homogeneização, de integração, de polarização e de hegemonia sobre os espaços econômicos” (MACEDO, 2010, p.89). Os estudos sobre a amplitude espacial do desenvolvimento que se desdobra atualmente – após toda a articulação de pensamento pelas teorias mencionadas -, exige lançar mão de apoio hierarquizado e considerado do contexto histórico e específicos em que se manifestam a dinâmica do desenvolvimento – dada a maior percepção da sua complexidade -, em detrimento desse caráter mais abstrato que fora predominante antes desse aumento de percepção, como discorre Macedo (2010).

2.2 INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

A não suficiência do termo crescimento econômico como forma de representar a melhora na qualidade de vida dos indivíduos fomentou o surgimento de outros indicadores que conseguissem representar o desenvolvimento alcançado pela população (ERLINCK, 1970). Portanto, os indicadores usados como métricas do desenvolvimento econômico são correspondentes aos aspectos sociais e socioeconômicos (PROCÓPIO; OLIVEIRA; AMÂNCIO, 2009). Entre eles tem-se o índice de desenvolvimento humano (IDH) e o PIB Per capita.

O Índice de desenvolvimento humano (IDH) é para IPEA (2011) composto com pesos equivalentes para a dimensão renda, educação e esperança de vida e possibilitou ampliar a mensuração do desenvolvimento econômico, a partir de um indicador mais simples e compreensível.

Já o PIB per capita, conforme IBGE (2020), corresponde à divisão do PIB pelo número de habitantes. Essa métrica equivale a quanto do PIB corresponderia a cada indivíduo de um dado país se o valor recebido por todos fossem em partes iguais.

3. METODOLOGIA

A aquisição de dados se deu por intermédio de pesquisa bibliográfica para tratar dos temas sobre (i) desenvolvimento econômico (ii) indicadores de desenvolvimento econômico. A pesquisa bibliográfica para Gil (2008) tem seu desenvolvimento atrelado a materiais já elaborados, formado principalmente por livros e artigos científicos.

Também foi feita pesquisa documental para a aquisição de dados, por intermédio de informações públicas, disponíveis em sítios eletrônicos das entidades pesquisadas e/ou em órgãos divulgadores. Para Gil (2010), a pesquisa documental assemelha-se à pesquisa bibliográfica, sendo a natureza da fonte a diferença entre ambas. Para identificar, caracterizar e organizar informações sobre a evolução dos indicadores de desenvolvimento humano pretende-se explorar essas informações.

Para atender aos objetivos desta pesquisa, utilizou-se o método exploratório descritivo no esforço de identificar como se deu a evolução de alguns dos indicadores de desenvolvimento econômico no Brasil entre os anos de 2006 a 2017. A pesquisa exploratória para Gil (2002) tem como objetivo proporcionar maior aproximação do problema de pesquisa, com vistas a torná-lo mais claro e factível de construir hipóteses.

Já para Cervo e Bervian (1996), a pesquisa exploratória conduz o pesquisador a observar, registrar, analisar e correlacionar os fatos ou fenômenos sem manipulá-los. Para a abordagem do problema de pesquisa fez-se uso da pesquisa qualitativa. Para Gil (2010) na pesquisa qualitativa não existe receitas pré-definidas de orientação aos pesquisadores, sendo assim, a análise das informações depende das competências e do estilo de quem está empreendendo a pesquisa. Na pesquisa qualitativa, o pesquisador participa e se ocupa com a compreensão e interpretação do fenômeno investigado.

4. RESULTADOS

Os resultados da investigação sobre a evolução dos indicadores de desenvolvimento econômico estão apresentados em duas partes – PIB per capita; informações de saúde da população. No Gráfico 1 é apresentado a primeira informação sobre a evolução do PIB per capita no Brasil (2006-2017)

Gráfico 1 – Evolução da renda per capita no Brasil (2006 a 2017)

Fonte: IBGE (2020)

A partir do Gráfico 1 é possível identificar o valor do PIB per capita no Brasil entre os anos de 2006 a 2017, que teve aumento considerável no período. Tal constatação mostra que ao longo do período estudado os indivíduos tiveram um ganho econômico sobre os rendimentos, o que a níveis reais mostram que os aspectos relacionados a renda tiveram um aumento positivo e que pode impactar os indivíduos e suas famílias no quesito econômico com o aumento do poder de compra.

Continuando com a exposição dos índices sociais, na Figura 1 é identificada a evolução da taxa de mortalidade infantil no Brasil entre os anos de 2000 a 2018.

Figura 1 – Taxa de Mortalidade infantil – (Unidade: óbitos por mil nascidos vivos)

Fonte: IBGE (2019)

A Figura 1 apresenta a taxa de mortalidade infantil entre os anos de 2000 e 2018 no Brasil. Para esta pesquisa, dado o recorte temporal de 2006 a 2017, iremos avaliar esse intervalo para a análise em padrão com as outras métricas estudadas. Aspectos de saúde são considerados como um indicador de desenvolvimento humano e ao longo do período analisado a taxa de mortalidade infantil, especificamente o número de óbitos por mil nascidos vivos caiu de 21 no ano de 2006 para 14 no ano de 2017.

Aspectos relacionados ao IDH do Brasil no período foram restritos ao ano de 2013, como referência para apontar em que patamar esta o País estava nesse índice em dado ano. Através de informações do PNUD (2014) identificou-se para o Brasil um IDH correspondente a 0, 744, que na escala mundial é considerado um índice alto.

6. CONCLUSÃO

Através dos resultados dos indicadores de desenvolvimento econômico para essa pesquisa é possível identificar que o Brasil no período de 2006 a 2017 avançou em alguns indicadores socioeconômicos e sociais. Isso é apresentado através do aumento do PIB per capita e da diminuição do índice de mortalidade infantil no período.

O indicador de desenvolvimento econômico indicado pelo IDH foi apresentado de forma transversal para o ano de 2013, quando obteve no Brasil o valor de 0,744, o que é considerado alto se comparado com os outros países da América latina.

O trabalho resguarda limitações quanto à análise no sentido de utilizar apenas algumas das métricas sociais e socioeconômicas isoladas e por apresentar a análise do IDH apenas para o ano de 2013 de forma transversal. Sugere-se para pesquisas futuras que se realize estudo longitudinal com a agregação de mais anos e mais próximo de períodos recentes e que análise do IDH seja feita considerando também mais anos e que existe uma contraposição explícita com mais países.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CAMPOS, Flávia Rezende. A influência da ferrovia Norte-Sul no desenvolvimento regional do território goiano. 2015. 158f. Tese (Doutorado em Geografia na área de Estudos Socioambientais). Instituto de Estudos Socioambientais da Universidade Federal de Goiás. Goiânia, GO. Disponível em: <http://integracaocerrado.com.br/literatura/a-influencia-da-ferrovia-norte-sul-no-desenvolvimento-regional-do-territorio-goiano/> Acesso em: 14 out. 2020.

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DINIZ, C.C. A questão regional e as políticas governamentais no Brasil. Belo Horizonte: CEDEPLAR/UFMG, 2001. (Texto para Discussão nº 159) Disponível em: <Http://www.cedeplar.face.ufmg.br/pesquisas/td/TD%20159.pdf> Acesso em: 14 out. 2020.

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SIMÕES, Rodrigo Ferreira; LIMA, Ana Carolina da Cruz. Teorias do desenvolvimento regional e suas implicações de política econômica no pós-guerra: o caso do Brasil. Belo Horizonte: CEDEPLAR/UFMG, 2009. 33p. (Texto para discussão; 358) Disponível em: <http://www.cedeplar.ufmg.br/pesquisas/td/TD%20358.pdf> Acesso em: 14 out. 2020.

SINGER, P.I. Desenvolvimento e Crise. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1968.

APÊNDICE – REFERÊNCIAS DE NOTA DE RODAPÉ

2. Subdesenvolvimento – termo dinâmico que veio a ser usado no pós-guerra para caracterizar países pobres em consequência das grandes mudanças políticas ocorridas no período, para mais detalhes, ver: Myrdal (1960).

3. Sobre a racionalização de divisas, ver: Vianna (1990)

[1] Pós graduado em Direito Tributário pela Unitins, Pós graduado em Direito Penal e Processual Penal pela Unitins e graduação em Direito pela Universidade Federal do Tocantins.

Enviado: Outubro, 2020.

Aprovado: Outubro, 2020.

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