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A importância da família no tratamento para dependência química

RC: 32800
851
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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/tratamento-para-dependencia

CONTEÚDO

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

DINIZ, Elma De Carvalho Malta [1]

DINIZ, Elma De Carvalho Malta. A importância da família no tratamento para dependência química. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 06, Vol. 10, pp. 05-19. Junho de 2019. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/tratamento-para-dependencia

RESUMO

A dependência química é um problema de saúde pública cujo tratamento pode ser influenciado por diversos fatores. Assim, questiona-se até que ponto a influência familiar pode afetar a motivação do dependente químico para se tratar? O objetivo do presente estudo foi identificar o nível de importância do apoio familiar no tratamento para dependência química. Trata-se de uma revisão bibliográfica analítica realizada na base de dados da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS). Foram incluídos na pesquisa 08 estudos. A influência familiar pode afetar diretamente no tratamento do dependente químico. A intervenção pode ser tanto positiva quanto negativa. Em alguns casos, as relações conflituosas na família podem levar ao contato inicial com as drogas. Quando estão preparados, os membros familiares são indispensáveis ao tratamento, pois seu contato direto com o paciente pode ser de grande ajuda nos momentos críticos, que podem levar o paciente a recaídas.

Palavras-Chave: Relações familiares, tratamento, dependência química.

INTRODUÇÃO

A dependência química é um problema de saúde pública que afeta diversas camadas sociais. Esta patologia não escolhe etnia, raça ou padrão social, porém pode ser afetada por traços genéticos e por escolhas pessoais. Seu tratamento deve ser feito mediante uso de medicações e psicoterapia. Uma vez iniciado, há dificuldade em continuar o tratamento, que pode ser afetado por diversos fatores. Entre eles, o apoio familiar mostra-se como um fator que pode ser protetivo ou não nestes casos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera o uso abusivo de drogas como uma doença crônica e recorrente. Para esta organização, o uso de drogas é um problema de saúde pública que tem afetado os campos sociais, emocionais, políticos e nacionais, trazendo preocupação para a sociedade e órgãos de saúde (SOUZA et al, 2013).

Conforme dados do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), no ano de 2005 cerca de 12,8% da população Brasileira era dependente de Álcool (primeiro lugar na pesquisa), seguido por 10,1% de dependentes em Tabaco. A dependência em Maconha ocupava o terceiro lugar com representação de 1,2% da população (BRASIL, 2006).

O Brasil ocupava até 2012 o 53º lugar entre os países que mais consomem álcool, com média per capita de 8,7 litros por pessoa acima de 15 anos anualmente, valor acima da média per capita mundial de 6,2 litros por ano. A perspectiva, no entanto, é que até 2025 o consumo do Brasil voltará a aumentar (o volume caiu entre 2003 e 2010), ultrapassando 10,1 litros por pessoa por ano (OMS, 2014).

O ambiente familiar, por sua vez, pode ser de proteção para o dependente químico como pode também ser um ambiente que provoque o abandono precoce do tratamento. Famílias que se envolvem mais no tratamento e utilizam o calor afetivo podem motivar o paciente a permanecer no tratamento. Por outro lado, famílias hostis ao paciente, que não buscam compreender os motivos que o levam ao abuso de substâncias químicas, estão mais relacionadas ao abandono precoce do tratamento (TISSOT, 2006).

Assim, questiona-se até que ponto a influência familiar pode afetar a motivação do dependente químico para se tratar? Tendo em vista que ainda há estigmatização das pessoas com dependência química na sociedade brasileira, principalmente nas camadas com menor renda, este estudo se faz necessário para que os profissionais de saúde compreendam como podem intervir na forma em que os membros da família tratam o dependente químico.

Acredita-se que criar uma rede de apoio que começa no ambiente familiar é eficaz para promover o tratamento do dependente químico. Desta forma, o objetivo do presente estudo foi identificar o nível de importância do apoio familiar no tratamento para dependência química.

DESENVOLVIMENTO

ASPECTOS METODOLÓGICOS

Trata-se de uma revisão bibliográfica analítica conforme Minayo (2012), realizada na base de dados da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), por meio dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): relações familiares, tratamento, dependência química. Os critérios de inclusão utilizados foram artigos disponíveis na íntegra, idioma português, estar dentro do tema de pesquisa e publicados entre os anos de 2009 a 2019. Os critérios de exclusão foram artigos fora do tema ou do recorte temporal estabelecido.

RESULTADOS

Foram encontrados 35 estudos na base de dados BVS. Destes, 08 atenderam aos critérios de inclusão. Os artigos selecionados foram dispostos no quadro 1, para melhor análise dos dados.

Quadro 1 – Distribuição dos artigos de acordo com o título, autor, objetivo, método, evidências e ano de publicação.

Título Autor Objetivo Método Evidências Ano
Artigo 1

 

Qualidade de vida e desesperança em familiares de dependentes químicos Aragão, Milagres e Figlies et al. Avaliar o índice de desesperança e da qualidade de vida de um grupo de mulheres residentes na periferia de São Paulo assistidas em um centro de apoio e intervenção que convivem em uma família que possui ao menos um dependente químico. Pesquisa qualitativa e quantitativa. Entrevista estruturada para coleta de dados demográficos Das entrevistadas, 39% apresentaram desesperança mínima, 44% leve e 16% moderada a grave. Na Qualidade de vida, o domínio físico se destacou, seguido pelo domínio Social, psicológico e meio ambiente. Em relação aos transtornos psiquiátricos, 23% apresentaram depressão e 5% apresentaram transtorno de ansiedade. 2009
Artigo 2 Oficinas terapêuticas como instrumento de reabilitação psicossocial: percepção de familiares Azevedo e Miranda. Identificar a percepção dos familiares sobre as oficinas terapêuticas desenvolvidas. Pesquisa descritiva, qualitativa, desenvolvida nos CAPSs de Natal-RN. Os familiares relataram o impacto positivo das oficinas em suas vidas e no tratamento, na melhoria do ambiente familiar, na estabilidade e diminuição das crises do transtorno mental e na redução dos danos causados pelo consumo de drogas. 2011
Artigo 3 O sentido da vida para jovens dependentes químicos Silva e Oliveira. Investigar a atribuição de sentido que os jovens dependentes químicos dão às suas vidas. Entrevista individual semiestruturada e grupo focal. Associam o sentido da vida às relações familiares, à fé, ao trabalho e ao seu comprometimento com o tratamento. 2012
Artigo 4 Percepção dos usuários de crack em relação ao uso e tratamento Gabatz et al. Conhecer a percepção dos usuários de crack em relação ao uso e tratamento, em hospital geral, de médio porte no Rio Grande do Sul. Pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória. Problemas familiares, falta de diálogo sobre o uso de drogas influenciam seu uso. Por outro lado, os familiares podem usar essas características para influenciar positivamente no tratamento. 2013
Artigo 5 Percepção dos psicólogos sobre os familiares durante o tratamento de dependentes químicos Herzog e Wendling. Investigar, na visão dos profissionais, como os familiares auxiliam no tratamento ou o prejudicam e identificar os conflitos que permeiam as relações familiares durante o tratamento e como eles observam as mudanças que ocorrem nesse contexto. Pesquisa qualitativa, Entrevista semiestruturada A influência familiar é indispensável no tratamento, podendo atrapalhar o processo de tratamento ou fornecer ajuda positiva. Os familiares também necessitam buscar ajuda profissional, seja para orientação ou para terapia. 2013
Artigo 6 Consequências e dificuldades da dependência química no âmbito familiar: uma revisão de literatura Maciel et al. Descrever as consequências da dependência química no âmbito familiar e identificar as dificuldades enfrentadas pela família durante o tratamento do dependente químico. Revisão Bibliográfica A família é impactada de diversas formas: com sentimentos parecidos com o que os usuários de drogas sentem, problemas econômicos e legais; adoecimento físico e psíquico; comprometimento da interação social; violência doméstica, física e psicológica; apresenta sintomas de codependência. 2013
Artigo 7

 

Aspectos da dinâmica da família com dependência química Paz e Colossi Investigar os aspectos da dinâmica familiar presentes nos contextos de dependência química. Pesquisa qualitativa, exploratória. A dependência química pode ser influenciada pela dinâmica familiar. Tratar a disfuncionalidade familiar é um fator de proteção ao uso de drogas e à prevenção de recaída. 2013
Artigo 8 A influência do ambiente familiar no uso de crack em usuários Seleghim e Oliveira. Analisar a influência do ambiente familiar no consumo de crack em usuários habituais ou dependentes. Pesquisa qualitativa, realizada por meio de entrevista semiestruturada. Os fatores que predispõem ao uso de crack foram a deficiência de suporte parental, a superproteção dos filhos, a presença de cultura implícita ao uso de drogas, a existência de conflitos e violências, a desinformação e o desconhecimento sobre o uso de drogas. 2013

Fonte: elaborado pela autora

O apoio familiar é indispensável ao tratamento do dependente químico. As influências positivas da família no tratamento envolvem conseguir ouvir os profissionais que estão tratando o paciente, tornar-se disponível para participar do tratamento junto ao paciente, evitar boicotar o tratamento, motivando o paciente, buscando um tratamento para o paciente por meio da visualização de um problema, e por meio da compreensão da doença (HERZOG; WENDLING, 2013).

Porém, a família nem sempre está apta a ajudar, na maioria das vezes por falta de informação. Nestes casos a família exerce um papel oposto ao pretendido, ao dar maus exemplo; não se engajando com o tratamento; ao chamar de volta o dependente antes do prazo; ao distorcer o problema: dependência química como falta de amor; visualizar o dependente como único problema e infantilizar o dependente; por meio da superproteção; tomando todas as decisões em seu lugar (HERZOG; WENDLING, 2013).

Essa dificuldade de engajamento no tratamento do dependente está relacionada também ao impacto que recai sob a família quando um membro se torna dependente. Esse impacto acontece nos âmbitos emocional, socioeconômico e legal; provocando adoecimento psíquico e físico; violência doméstica, física e psicológica, sintomas de codependência (MACIEL et al, 2013).

É preciso reconhecer que os membros familiares também são afetados pela dependência química de um membro, ainda que não sejam usuários. Estas pessoas podem ter sua qualidade de vida diminuída, além da possibilidade de acometimento de transtornos psiquiátricos. Sentimentos de desesperança, por acreditar que o quadro não vai mudar, que o dependente não vai deixar o vício. Além disso, os familiares próximos por causa da desesperança podem ser predispostos à depressão e ansiedade. Isto acontece principalmente com níveis de desesperança grave. Os profissionais de saúde devem ter um olhar também para os familiares e para o risco de suicídio dos mesmos (ARAGÃO; MILAGRES; FIGLIE, 2009).

A família apresenta sentimentos iguais ou parecidos aos do usuário de drogas, por isso deve ser considerada também doente e receber tratamento equivalente, como explicitam os autores:

Os sentimentos experienciados pela família são semelhantes, ou praticamente iguais aos que o usuário de drogas sente. Portanto é preciso que, no processo terapêutico, o profissional da saúde os identifique e perceba as reações dos integrantes da família diante do usuário, auxiliando-a na percepção e ressignificação de tais sentimentos (MACIEL et al, 2013, p.191).

A recaída é uma parte importante do tratamento que a família não consegue compreender. Apesar do paciente ter feito um tratamento prolongado, os primeiros 12 meses são de risco para recaídas. Os membros da família, por não entenderem, pensam que o tratamento é a “solução perfeita” e quando o paciente tem uma recaída, retiram todo o apoio anteriormente oferecido. Por isso, existe a necessidade de informação sobre as fases do tratamento e como agir em casos de recaídas (HERZOG; WENDLING, 2013).

O uso de drogas é impulsionado por problemas familiares, como falta de diálogo, falta de interesse nos problemas vivenciados pelo membro, que muitas vezes recorre às drogas para fugir de seus problemas ou até mesmo chamar a atenção da família. Quando a família, por sua vez, não dá importância para o que está acontecendo e não reconhece que existe um problema instalado (neste caso, o uso de drogas) e evita falar sobre o assunto, o problema torna-se ainda mais agravado. Nestes casos, o dependente químico sente-se abandonado, como sem importância e afunda-se ainda mais no vício. Por outro lado, quando a família percebe o problema e dialoga sobre a dependência química, torna-se mais fácil do usuário aceitar o tratamento (GABATZ et al, 2013).

A falta de afeto na família, principalmente do pai para com o filho é um fator que pode predispor ao uso de substâncias químicas (SILVA, 2012). Tratar o ambiente disfuncional familiar pode ser um fator de proteção contra o uso de drogas e à ocorrência de recaídas (PAZ; COLOSSI, 2013).

Alguns problemas familiares que podem desencadear o uso de drogas, mais especificamente do crack são: deficiência de suporte parental aos usuários; cultura familiar de uso de álcool e de outras drogas, e conflitos familiares; desinformação e desconhecimento familiar sobre o uso do crack e outras drogas (SELEGHIM; OLIVEIRA, 2013).

Apesar do ambiente familiar constituir um fator de risco para a dependência química, não se pode atribuir o uso de drogas apenas a este fator. Deve-se levar em consideração também os fatores genéticos que predispõem ao uso de drogas, bem como outros fatores externos como influência de amigos e frustrações emocionais (GABATZ et al, 2013).

O apoio familiar oferecido durante o período crítico pode não ser reconhecido pelo dependente no exato momento. Porém posteriormente, a criação de um ambiente de apoio na família, livre de julgamentos, é notado por estes dependentes que notam a presença dos membros familiares em meio às dificuldades. Percebem que a família é a base para a estruturação de uma mudança de vida. Além disso, com a perda da percepção causada pelo abuso de substâncias químicas, o dependente perde também alguns valores como honestidade, humildade e sinceridade. Esses valores serão resgatados posteriormente, com o tratamento (SILVA, 2012).

Para ajudar o dependente químico e oferecer apoio, os membros da família precisam entender a dependência química como uma doença. É necessário que reconheçam também a importância do tratamento para a abstinência, além de reconhecer a eficácia dos programas médicos voltados para esse aspecto, como as oficinas terapêuticas realizadas nos Centros de Apoio Psicossocial. Sobre este programa, os familiares “destacaram o impacto positivo do CAPS em suas trajetórias de tratamento e de vida, na melhoria da harmonia familiar, na estabilidade e diminuição das crises do transtorno mental, na redução dos danos associadas ao consumo de drogas” (AZEVEDO; MIRANDA, 2011, p. 341).

Os profissionais de saúde devem fornecer informação aos familiares, proporcionar condições “de acesso das famílias ao serviço através de suporte financeiro”, garantindo-lhes que “seu membro dependente químico será bem acolhido nos serviços de saúde, além de ofertar apoio familiar através de outros recursos” (MACIEL et al, 2013, p.193).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A influência familiar pode afetar diretamente no tratamento do dependente químico. A intervenção pode ser tanto positiva quanto negativa. Em alguns casos, as relações conflituosas na família podem levar ao contato inicial com as drogas. A família pode atuar de forma positiva, por meio da identificação do problema, diálogo, busca de tratamento e fornecer apoio durante o tratamento. Ou pode atuar como uma dificultadora do tratamento, levando a recaídas ou boicotes no tratamento, ainda que os membros tenham a intenção contrária.

Entende-se que a família, por estar próxima da pessoa doente, é também alvo de cuidados e necessita de tratamento para saber lidar com seus próprios conflitos, causados pela proximidade com o dependente químico. Assim, seus membros estarão melhor preparados para oferecer apoio ao dependente químico. Além disso, é importante que a família participe ativamente do tratamento, indo a reuniões e recebendo informações que irão ajudar a compreender a doença e que irão proteger o paciente de recaídas e permanência no vício.

Quando estão preparados, os membros familiares são indispensáveis ao tratamento, pois seu contato direto com o paciente pode ser de grande ajuda nos momentos críticos, que podem levar o paciente a recaídas.

REFERÊNCIAS

ARAGÃO, A. T. M; MILAGRES, E; FIGLIE, N. B. Qualidade de vida e desesperança em familiares de dependentes químicos. PsicoUSF, v. 14, n. 1, p. 117-123, 2009.

AZEVEDO, D; MIRANDA, F. A. N. Oficinas terapêuticas como instrumento de reabilitação psicossocial: percepção de familiares. Esc Anna Nery, v. 15, n. 2, p. 339-45, 2011.

BRASIL. Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas. II Levantamento domiciliar sobre uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil: Estudo envolvendo as 108 maiores cidades do país. São Paulo: CEBRID: UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo, 2006.

GABATZ, R. I. B. et al. Percepção dos usuários de crack em relação ao uso e tratamento. Revista Gaúcha de Enfermagem, v. 34, n. 1, p. 140-146, 2013.

HERZOG, A; WENDLING, M. I. Percepções de psicólogos sobre os familiares durante o tratamento de dependentes químicos. Aletheia, n. 42, p. 23-38, 2013.

MACIEL, L. D. et al. Consequências e dificuldades da dependência química no âmbito familiar: uma revisão de literatura. Revista de APS, v. 16, n. 2, 2013.

MINAYO, M. C. S. Análise qualitativa: teoria, passos e fidedignidade. Ciência & Saúde Coletiva, v. 17, p. 621-626, 2012.

Organização Mundial de Saúde. Global Status reporto on alcohol and health. Switzerland: World Health Organization, 2014.

PAZ, F. M; COLOSSI, P. M. Aspectos da dinâmica da família com dependência química. Estudos de Psicologia, v. 18, n. 4, p. 551-558, 2013.

SELEGHIM, M. R. et al. Influência do ambiente familiar no consumo de crack em usuários. Acta Paulista de Enfermagem, v. 26, n.3, p. 263-268, 2013.

SILVA, R. L; OLIVEIRA, F. S. O sentido da vida para jovens dependentes químicos. Psicologia Argumento, v. 30, n. 71, 2012.

SOUSA, F. P. et al. Dependentes químicos em tratamento: um estudo sobre a motivação para mudança. Temas em Psicologia, v. 21, n. 1, 2013.

TISSOT, C. L. A influência da família sobre a adesão ao tratamento do dependente químico: um estudo piloto sobre a emoção expressa. 2006. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5142/tde-10102006-173615/en.php> Acesso em: 20 mar. 2019.

[1] Pós-graduada em Dependência Química e Qualidade de Vida (Faculdade Dom Alberto – RS), Graduada em Enfermagem pela Faculdade São Miguel (UNISÃOMIGUEL), em Recife – PE.

Enviado: Maio, 2019.

Aprovado: Junho, 2019.

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Elma de Carvalho Malta Diniz

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