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Estresse e seu Impacto na Vida do Enfermeiro: Revisão da Literatura[1]

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Estresse e seu Impacto na Vida do Enfermeiro: Revisão da Literatura[1]
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SILVA, Vera Lúcia Pereira da [2], BRASILEIRO, Marislei [3]

SILVA, Vera Lúcia Pereira da Silva; BRASILEIRO, Marislei. Estresse e seu Impacto na Vida do Enfermeiro: Revisão da Literatura. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 07, Vol. 06, pp. 18-27, Julho de 2018. ISSN:2448-0959

Resumo

Introdução: A realização do estudo sobre estresse em profissionais da enfermagem constituiu pelo grande crescimento no meio hospitalar, já se pode encontrar escalas para se calcular o nível de estresse dos funcionários e formas de combate a esses sintomas, com o intuito de melhorias no ambiente hospitalar e pessoal destes profissionais. Objetivo: Avaliar os fatores estressantes e impacto que atuam na vida do enfermeiro. Métodos: O estudo foi realizado através de revisão literária, utilizando 10 artigos, encontrados por meio de descritores: estresse, enfermeiro, equipe de assistência ao paciente, programa saúde da família, estresse psicológico, unidades de terapias intensivas e cuidados de enfermagem. Resultados: O resultado encontrado realizado através do estudo se confirma que os fatores estressores no papel do enfermeiro começa desde a sua função até dentro de variadas áreas como contato com paciente, contato com familiares, um período longo de serviço, carga horária, falta de equipamentos entre outros, os sintomas encontrados forma os de dores musculares, fadiga, alterações gastrointestinais , alterações imunitárias entre outras psicológicas. Conclusão: Para se obter uma melhor em profissionais com um índice menor de estresse se faz necessário uma mudança social, profissionais, uma melhoria no ambiente de trabalho destes profissionais.

Palavras-chave: Estresse, Estresse do Enfermeiro, Impacto do Estresse

1. Introdução

Nos últimos anos ocorreu uma preocupação diferenciada acerca do estresse do profissional de enfermagem esta preocupação tem o intuito de trazer um atendimento diferenciado ao público que atendesse, um profissional com nível de estresse elevado traz consequência para seu próprio corpo, sua família e também para o paciente na qual está realizando o atendimento.  Sabe se que grande parte da equipe de enfermagem lida constantemente com situações de estrema vulnerabilidade, seja ela emocional, psicológica e maioria física.

Enfermagem se caracteriza como ajudar indivíduo, contribuir para execução de atividades que ajuda na recuperação da saúde ou conservação da mesma, ajudando tanto o paciente, comunicação, entendimento e ensino a familiares; para alcance dos objetivos e até resultados a mais do que os esperados. 1

A palavra estresse pode ser caracterizada por sensações de desconforto sendo algo negativo causando prejuízos profissionais, um profissional com quadro de estresse tem alguns sentimentos como: tensão, ansiedade, medo ou ameaça. Profissional com sintoma de estresse afeta todo um ambiente de trabalho com o seu humor e atitude, pois os problemas gerados podem ser tantos físicos como emocionais. 2

Este estresse pode ser ocasionado por diversas formas, entre elas uma das que se destaca em índice maior e você lidar com paciente em cuidados paliativos, e claro que em sua rotina diária você lida não só com paciente, e sim com várias pessoas, na maioria das vezes quem está a sua volta te traz mais estresse do que o próprio paciente, essas pessoas são os familiares chefia que muitos coloca o profissional a trabalhar com carga horaria além do permitido em lei, sendo um dos principais motivos que tem trazido muitas consequências aos profissionais de saúde, não só enfermeiros mas todos da equipe de saúde.4

Existe uma análise que indica que após 15 anos trabalhados, que o profissional tem que começar a se preocupar com o estresse profissional, estima se que após este período inicia se uma mudança física emocional na vida deste enfermeiro, e tais mudanças se não cuidada constantemente pode se ocasionar danos à saúde deste trabalhador. E a partidaí que os gestores devem ficar atentos ao serviço prestado por esse enfermeiro para que não venha ocasionar transtornos ao paciente, e muitos desses transtornos pode ser irreversível, na qual traz muitas e muitas consequências ao profissional, ao ambiente em que trabalha e também aos familiares do paciente.5

E notável que dependendo do nível de estresse pode atrapalhar no desenvolvimento do seu trabalho, ocasionando perda da sua capacidade, rapidez e velocidade no atendimento, pode causar danos psicológicos, como já dito no parágrafo anterior uma pessoa estressada tem imunidade baixa ficando assim vulnerável a constante doenças.E viável que os gestores das unidades de saúde quer seja pública ou privada cria se meios para ajudar estes profissionais, e um dos meios e reuniões de equipe, com realização de dinâmicas, brincadeiras palestras, educação continuada. Estes meios podem amenizar essa tal problemática que tem afetado a grande maioria dos profissionais da saúde, e também traz benefício a empresa em que trabalha, sendo ficara livre de problemas causados com os pacientes.5

Já se podem encontrar alguns mecanismos para facilitar a identificaçãode estresse em profissionais, alguns exemplos de mecanismos são: Inventário de Sintomas de Stress para Adulto (ISSA), Job Stress Scale, Escala Bianchi de Stress e Occupation Stress Indicator.

O Inventário de Sintomas de Stress para Adulto (ISSA), tendo como objetivo uma forma de identificar a partir da sintomatologia relada pelo indivíduo, a presença de estresse, qual o tio do sintoma encontrado podendo ser eles físico, psicológico ou físico-psicológico e em qual fase se encontra o estresse do profissional sendo elas: alarme, resistência, quase-exaustão e exaustão. Sendo que o ISSA é composto por três quadros se referindo as fases dos estresses, o primeiro quadro contendo relacionado a fase de alarme composto por doze sintomas físicos e três psicológico sendo que o profissional assinala se sentiu algum nas últimas 2 horas. O segundo quadro referenciando a fase de resistência composto dez sintomas físicos e cinco psicológico sendo marcado somente os sintomas sentidos na última semana. O terceiro quadro correspondendo a fase de exaustão composto por doze sintomas físicos e onze psicológico referente ao último mês; A terceira fase a quase-exaustão somente é diagnostica de acordo com os itens assinalados na fase de resistência.8

O método de avaliação do nível de estresse Job Stress Scale consiste em 17 questões sendo dentre elas cinco para avaliação psicológica pontuando entre 5 a 20 pontos, outras seis questões para avaliação do controle sobre o trabalho pontuando entre 6 a 24 pontos e outras seis relacionadas para o apoio social pontuando entre 6 a 24 pontos.7

A Escala Bianchi de Stress é constituído por duas partes, sendo dividida em duas partes, a primeira se relacionando a caracterização sócio demográfica e a outra conglomerando as atividades desempenhadas pelos enfermeiros; Constituída por 51 itens com valores de zero para quando não se pratica ou de um a sete significando um para não desgastante, quatro para médio e até sete como altamente desgastante.5

O Occupational Stress Indicator (OSI) foi desenvolvido em outubro de 1988, contendo itens que se relacionam ás características sócio demográficas e outros relacionados aos sintomas definidos como desgastes do trabalhador.6

O número de profissionais da enfermagem com sintomas de estresse vem crescendo consideravelmente a cada ano o que deixa um alerta para estudos sobre o tema, pois profissionais que se identificam com os sintomas descobrem como superar todos eles, encontra-se no cotidiano alguns profissionais que não percebe que estão com estresse, através dos estudos pode-se mudar esse fator e reverter para uma melhor qualidade de vida tanto profissional quanto pessoal dos profissionais.

2. Objetivo

Avaliar os fatores estressores existentes no trabalho de enfermeiros e quais impactos este estresse causa na sua vida tanto profissional quando pessoal, conforme a literatura.

3. Material e método

O presente trabalho será realizado por meio de uma abordagem transversal descritiva quanti-qualitativa. A coleta do material ocorreu por meio das bases de dados de artigos científicos, todos relacionados ao tema proposto tendo como fonte de dados: Scielo, Revista Eletrônica de Enfermagem, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool Drog., Acta Paulista de enfermagem, Revistas Científicas de América Latina, Revista Gaúcha de enfermagem, Revista Panam SaludPublica, Revista Latino Americana.Os critérios de escolhas foram artigos no idioma Português e Inglês. Sendo eles com as seguintes datas de publicações (1999) à (2013), dentre eles artigos originais e de revisão.

Resultados e discussão

Autor Objetivo Resultado
01 Lautert, L.;

Chaves, E. H. B.;

Moura, G. M. S. S.;

1999

O objetivo desta investigação foi identificar as fontes geradoras de estresse na atividade gerencial do enfermeiro que trabalha no hospital e as principais alterações que o estresse pode acarretar sobre a saúde desse profissional. As alterações gastrintestinais estiveram relacionadas com um risco maior para o estresse (5,3), o gerenciamento de pessoal foi a fonte de estresse que apresentou maior número de correlações significativas com os sintomas de estresse, por outro lado as alterações imunitárias foram as que mais se correlacionaram com as fontes de estresse, os resultados sugerem que o estresse gerado pela atividade gerencial do enfermeiro desencadeia alterações na saúde
02 Stacciarini. J. M. R.;

Tróccoli, B. T.;

2001

Analisar o que é estresse analisar o que é estresse par esse para o enfermeiro, identificar os elementos estressores identificar os elementos estressores diferentes atividades ocupacionais deste profissional e averiguar se a atividade ocupacional exercida pelo enfermeiro, é percebida como estressante. De acordo com as categorias dos elementos estressores apreendidas entre os enfermeiros em diferentes cargos alguns aspectos podem ser ressaltados: recursos inadequados e relações interpessoais são fontes estressoras para todos os grupos, independente da categoria ocupacional, o objetivo final do trabalho do enfermeiro também é fator de estresse, seja o atendimento ao paciente para os enfermeiros assistenciais, as atividades com os alunos entre os docentes e relacionado à assistência para os enfermeiros administrativos e elementos estressores relacionados à organização acontecem entre os docentes e os enfermeiros administrativos.
03 Camelo, S. H. H.;

Angerami, E. L. S.;

2004

Este estudo objetivou investigar a ocorrência de estresse nos trabalhadores de cinco núcleos de saúde da família, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP) Constatou-se a presença de estresse em 62% dos trabalhadores, sendo que 83% deles estavam na fase de resistência, e 17%, na fase de quase-exaustão. Houve predominância de sintomas psicológicos em 48% dos sujeitos, de sintomas físicos, em 39%, e igualdade de sintomas, em 13% desse grupo de trabalhadores.
04 Santos, F. D.;

Cunha, M. H. F.;

Robazzi, M. L. C. C.;

Pedrão, L. J.;

Silva, L. A.;

Terra F. S.;

2010

Identificar os fatores geradores de estresse, seus efeitos, sinais e sintomas, presentes nos enfermeiros atuantes em unidades de terapia intensiva adulta. Os fatores predisponentes ao estresse foram: sobrecarga de trabalho, conflito de funções, desvalorização e condições de trabalho. Os sinais e sintomas foram: taquicardia, falta de apetite, calafrios, ansiedade e dores musculares.
05 Menzani, G.;

Bianchi, E. R. F.;

2009

Levantar os estressores dos enfermeiros atuantes em unidades de pronto socorro nas cinco regiões brasileiras. A população do estudo constituiu-se de amostra de 143 enfermeiros atuantes em unidades de pronto socorro das 5 regiões brasileiras, e que estavam inseridos em instituições de alta complexidade de assistência prestada. A análise do estudo demonstrou que o escore de stress por região apresentou o seguinte resultado: SE (sudeste) > NE (nordeste) > S (sul) > CO (centro oeste) > N (norte), a discussão será aprofundada nas três áreas que apresentaram os maiores escores de stress pela população estudada. São elas: Área F – Condições de trabalho para o desempenho das atividades do enfermeiro; Área C – Administração de pessoal e Área D – Assistência de Enfermagem prestada ao paciente.
06 Farias, S. M. C.;

Teixeira, O. L. C.;

Moreira, W.;

Oliveira, M. A. F.;

Pereira, M. O.;

2011

Caracterização dos sintomas com utilização do instrumento semiestruturado. Os sintomas físicos listados foram: cefaleia, sensação de fadiga, dores nas pernas e taquicardia.
07 Urbanetto J. S.;

Silva P. C.;

Hoffmeister E.;

Negri, B. S.;

Costa, B. E. P.;

Figueiredo C. E.  P.;

2011

Identificar o estresse no trabalho, segundo a Job Stress Scale e associá-lo aos aspectos sócio demográficos e laborais de trabalhadores de enfermagem de um hospital de pronto socorro. Os resultados identificaram-se associação significativa com o cargo de técnico/auxiliar de enfermagem, tempo no cargo superior a 5 anos e baixo apoio social, com chances respectivas de 3,84, 2,25 e 4,79 maiores para o quadrante alto desgaste.
08 Seleghim, M. R.;

Mombelli, M. A.;

Oliveira, M. L. F.;

Waidman, M. A. P.;

Marcon, S. S.;

2012

O objetivo de identificar a associação de dados sócio demográficos, ocupacionais e econômicos em trabalhadores de enfermagem com a presença de sintomas de estresse. A maioria dos trabalhadores apresentava sintomas de estresse nas fases de resistência e de quase exaustão, com presença de sintomas psicológicos e físicos. Maiores frequências foram encontradas em trabalhadoras mais jovens, casadas, com ensino superior completo, católicas, que não possuem outro emprego, trabalham no período vespertino e noturno e como técnicas de enfermagem, atuam no setor há mais de seis anos e na enfermagem há menos de dez anos.
09 Monte, P. F.;

Lima, F. E. T.;

Neves, F. M. O.;

Studart, R. M. B.;

Dantas, R. T.;

2013

Avaliar o estresse no ambiente de trabalho dos profissionais enfermeiros dentro das Unidades de Terapia Intensiva e identificar os agentes estressores associados ao desencadeamento do estresse segundo a Escala Bianchi de Estresse. Enfermeiro da UTI, apesar de sua completa e efetiva atuação frente à instabilidade do estado do paciente, as condições externas a essa situação são mais estressantes.
10 Alves, D. F. S.;

Guirardello, E. B.;

Kurashima, A. Y.;

2013

O objetivo foi avaliar o nível de estresse dos pais de crianças com câncer e identificar correlações entre os dados sócio demográficos e os níveis de ansiedade. Os maiores níveis de estresse e ansiedade foram evidenciados por pais jovens, de crianças pequenas e com menos tempo de diagnóstico. O medo da morte e do impacto da doença na vida da criança foram os eventos considerados mais estressantes para os pais

 

Um estudo realizado por Lautert, Chaves e Moura (2009) objetivaram identificar as fontes geradoras de estresse na atividade gerencial do enfermeiro que trabalha no hospital e as principais alterações que o estresse pode acarretar sobre a saúde desse profissional. Eles descobriram que as alterações gastrintestinais estiveram relacionadas com um risco maior para o estresse, o gerenciamento de pessoal foi a fonte de estresse que apresentou maior número de correlações significativas com os sintomas de estresse, por outro lado as alterações imunitárias foram as que mais se correlacionaram com as fontes de estresse, os resultados sugerem que o estresse gerado pela atividade gerencial do enfermeiro desencadeia alterações na saúde.

Segundo Stacciarini e Tróccoli (2001) o estudo abordado obteve como resultado que diferentes cargos tem em comum aspectos que devem ser ressaltados como causa estressora como eles:  recursos inadequados, relações interpessoais e focalizando que o objetivo final da função do enfermeiro também já é considerado como um fator estressante por lidar com atendimento direto tanto com pacientes como também com seus familiares.

O estudo realizado por Camelo e Anegerami (2004) constatou que 48% dos enfermeiros que participaram da pesquisa estavam com sintomas psicológicos e 39% com sintomas físicos.

Para Santos, Cunha, Robazzi e et al (2010) os principais fatores responsáveis pela geração de estresse são a sobrecarga de trabalho, conflito de funções, desvalorização e condições de trabalho. Sendo os principais sintomas: taquicardia, falta de apetite, calafrios, ansiedade e dores musculares.

Urbanetto, Silva, Hoffmeiste et al (2011) identificaram que o estresse no trabalho de enfermeiro e cargo de técnico/auxiliar de enfermagem tem uma associação significativa, com um aumento de 3,84, 2,25 e 4,79 maiores para o quadrante alto desgaste.

O estudo relatado por Selehim, Mombelli, Olieira e et al apresenta que a presença de exaustão são encontradas com mais frequência em trabalhadoras mais jovens, casadas, com ensino superior completo, católicas, que não possuem outro emprego, trabalham no período vespertino e noturno e com técnicas de enfermagem.

Os principais sintomas encontrados entre os estudos pesquisados em enfermeiros foram: dores de cabeça, cefaleia, sensação de fadiga, taquicardia, falta de apetite, ansiedade, dores musculares, alterações imunitárias e alterações gastrintestinais.

Considerações finais

Conclui-se através deste que e quase impossível se fazer uma coleta de dados especifica de fatores que ocasionaram o estresse no enfermeiro, já que este fator depende de situações pessoais e de como cada profissional lidará com emoções e sua vivência a perda, morte é um ambiente onde a doença é sua principal preocupação. Entretanto alguns aspectos podem ser apreciados e estudados para melhor entendimento do que estes profissionais estão sujeitos, e através deste estudo pode se fazer uma análise  de como está melhorando o ambiente de trabalho, e ajudo estes profissionais que sofrem com esses transtornos, que infelizmente assola não somente a profissionais que lidam com pacientes, mas também a aqueles que ficam em escritórios, ou seja o estresse pode afetar a todos independente da área em que atua.

Bibliografia

1-LAUTERT Liana, CHAVES Enaura, MOURA Gisela; O estresse na atividade gerencial do enfermeiro. Panam Salud publica/Pan Am J Public Health, 1999.

2-STACCIARINI Jeanne, TRÓCCOLI Bartholomeu; O estresse na atividade ocupacional do enfermeiro. Latino-am Enfermagem, vol 9 página 17-25, 2001.

3-CAMELO Silvia, ANGERAMI Emília; Sintomas de estresse nos trabalhadores atuantes em cinco núcleos de saúde da família. Latino-am Enfermagem, janeiro – fevereiro, vol 12 página 14-21, 2004.

4-SANTOS Flávia, Cunha Mércia, ROBAZZI Maria, PEDRÃO Luiz, SILVA Luiz, TERRA Fábio; O estresse do enfermeiro nas unidades de terapia intensiva adulta: uma revisão da literatura. Ribeirão Preto: Eletrônica Saúde Mental Álcool Drog., vol 6, 2010.

5-MENZANI Graziele, BIANCHI Estela; Stress dos enfermeiros de pronto socorro dos hospitais brasileiros. Eletr. Enf. , vol 11 página 327-33, 2009.

6-FARIAS Sílvia, TEIXEIRA Olga, MOREIRA Walter, OLIVEIRA Márcia, PEREIRA Maria; Caracterização dos sintomas físicos de estresse na equipe de pronto atendimento. Esc. Enferm USP, vol. 45 página 722-9, 2011.

7-URBANETTO Janete, SILVA Priscila, HOFFMEISTER Evelin, NEGRI Bianca, COSTA Bartira, FIGUEIREDO Carlos; Estresse no trabalho da enfermagem em hospital de pronto socorro: Análise usando a Job Stress Scale. Latino-am Enfermagem, set, vol. 19, 2011.

8-SELEGHIM Maycon, MOMBELLI Mônica, OLIVEIRA Magda, WAIDMAN Maria, MARCON Sonia; Sintomas de estresse em trabalhadoras de enfermagem de uma unidade de pronto socorro. Gaúcha Enferm., vol. 33 (3), página 165-173, 2012.

9-MONTE Paula, LIMA Francisca, NEVES Fernanda, STUDART Rita, DANTAS Rodrigo; Estresse dos profissionais enfermeiros que atuam na unidade de terapia intensiva. São Paulo: Acta Paul Enferm., vol. 26, 2013.

10-ALVES Daniela, GUIRARDELLO Edinêis, KURASHIMA Andréa; Estresse relacionado ao cuidado: o impacto do câncer infantil na vida dos pais. Latino-am Enfermagem, vol. 21, 2013.

[1] Artigo cientifico apresentado na pontifícia universidade católica de Goiás, Centro de estudos de enfermagem e nutrição – como requisito parcial para obtenção do título de pós graduação em emergência 24.

[2] Pós-graduação em emergência 24 – Centro de estudos de enfermagem e nutrição

[3] Graduada em Enfermagem pela UFG, Mestre em Enfermagem pela UFMG, Doutora em Ciências da Saúde pela UFG, Doutora em Ciências da Religião pela PUC-Go

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