ARTIGO ORIGINAL
SOUZA, Michelle Freitas de [1], SANTO, Fátima Helena do Espírito [2], RIBEIRO, Maria de Nazaré de Souza [3], BARBOSA, Ana Paula de Magalhães [4], BARCIA, Leila Leontina do Couto [5]
SOUZA, Michelle Freitas de et al. Podcast: Ferramenta de orientação à pacientes em pós-operatório de mastectomia. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 11, Ed. 07, Vol. 01, pp. 107-123. Julho de 2026. ISSN: 2448-0959. Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/podcast-ferramenta-de-orientacao,
DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/podcast-ferramenta-de-orientacao
RESUMO
Objetivo: Elaborar um podcast educacional para orientar os cuidados de enfermagem para pacientes em pós-operatório de mastectomia. Trata-se de um estudo metodológico elaborado em duas fases: Revisão Integrativa de Literatura (RIL) para levantamento das evidências científicas acerca dos cuidados no pós-operatório de mastectomia, utilização da ferramenta tecnológica e a confecção do podcast. Foi evidenciado por meio da revisão integrativa que o podcast pode ser utilizado como um recurso tecnológico educacional para transmissão de conhecimento a todo público em geral promovendo a prevenção, promoção e a recuperação da saúde. O tema abordado nos episódios foram: definição de câncer bem como, forma de tratamento e as orientações de cuidados com curativo e manuseio do dreno de hemovac. O podcast como um instrumento de ensino e aprendizagem, aliado ao cuidado de enfermagem, permite a distribuição de orientações corretas a uma determinada recomendação de cuidado. Tal ferramenta otimiza a transmissão do conhecimento de forma simples e objetiva.
Palavras-chave: Mídias Sociais, Cuidados de Enfermagem, Cuidados Pós-Operatórios, Alta do Paciente, Mastectomia.
1. INTRODUÇÃO
No Brasil, entre os anos de 2020 e 2022, estimou-se a ocorrência de 66.280 novos casos de câncer de mama por ano, correspondendo a 29,5% de todos os cânceres que acometem mulheres, excluindo-se o câncer de pele não melanoma. A taxa de mortalidade ajustada pela população mundial para esse tipo de câncer apresenta tendência de crescimento e configura-se como a principal causa de óbito por neoplasias na população feminina brasileira.1
O tratamento do câncer de mama é determinado conforme o estágio em que a doença se encontra. As abordagens terapêuticas mais utilizadas incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia e terapias alvo, que podem ser aplicadas isoladamente ou de forma combinada, conforme o perfil do tumor e a resposta da paciente.
Nos casos em que o câncer está localizado, a cirurgia é geralmente a primeira opção terapêutica2. Nos últimos anos, os procedimentos cirúrgicos têm se tornado menos invasivos, proporcionando melhor recuperação e qualidade de vida às pacientes.
Entre as técnicas cirúrgicas, destaca-se a mastectomia radical, que envolve a remoção completa da mama afetada, incluindo os músculos peitorais e os linfonodos axilares do mesmo lado. Já a mastectomia radical modificada consiste na retirada total da mama e dos linfonodos da axila, preservando os músculos peitorais3. Esses avanços refletem a busca contínua por tratamentos mais eficazes e menos agressivos, ampliando as possibilidades de cuidado e recuperação.
A vivência de um procedimento cirúrgico frequentemente desperta no paciente sentimentos de medo, ansiedade, incerteza e insegurança. Esses sentimentos tendem a se intensificar no momento da alta hospitalar, que pode representar uma fase vulnerável especialmente para pacientes no pós-operatório que utilizam dispositivos médicos, enfrentam múltiplas comorbidades ou possuem apoio limitado de cuidadores4.
A transição do ambiente hospitalar para o domicílio exige preparo e orientação adequada, uma vez que a falta de suporte técnico ou emocional pode comprometer o bem-estar do paciente. Além disso, os cuidadores familiares também sofrem impactos relevantes nesse processo. Sentimentos de angústia, sobrecarga, sofrimento emocional e percepção de incapacidade são comuns, principalmente quando o tempo entre a hospitalização e o início do autocuidado em casa é curto5.
Essas questões ressaltam a importância de estratégias que promovam um cuidado mais humanizado e um plano de alta estruturado, garantindo segurança e suporte tanto para o paciente quanto para sua rede de apoio. Quanto mais prolongado é o período de recuperação pós-operatória, maiores tendem a ser o despreparo e a insegurança do cuidador, o que contribui para o aumento da morbidade e de custos evitáveis com os serviços de saúde.5
Portanto, a coordenação da alta hospitalar consiste em um procedimento administrativo voltada ao desenvolvimento de ações promotoras de intervenções eficazes e elaboradas impedindo que o paciente fracasse no seu autocuidado por falta de conhecimento e orientações corretas.
O enfermeiro desempenha um papel essencial no processo de comunicação e orientação aos pacientes, fornecendo informações seguras, precisas e confiáveis que contribuem diretamente para uma recuperação adequada da saúde. Esse papel se torna ainda mais relevante no contexto do pós-operatório de mastectomia, em que o paciente assume uma posição ativa em seu autocuidado no domicílio.6-7
Uma forma eficaz de ampliar o alcance dessas orientações é por meio do uso de ferramentas tecnológicas que promovam a disseminação do conhecimento de maneira acessível. Entre essas ferramentas, destaca-se o podcast, um recurso educativo e instrutivo veiculado por plataformas digitais, que possibilita a transmissão de informações de maneira clara, flexível e em larga escala tornando-se uma valiosa estratégia de educação em saúde.
Nesse sentido, quando utilizado de maneira acertada, o podcast pode auxiliar no processo de ensino-aprendizagem, promovendo ações de prevenção, promoção, cuidado e autocuidado.8
A integração de ferramentas tecnológicas e seu potencial transformador na educação indicam que a tecnologia possui grande capacidade de aprimorar o aprendizado, o atendimento e a compreensão do paciente, familiares e cuidadores.9
O uso de ferramentas tecnológicas educativas, como cartilhas, manuais, formulários e vídeos, representa uma estratégia eficaz de transmissão de conhecimento e informação, com o objetivo de orientar, promover a interação e disseminar conteúdos que contribuam para a educação do paciente. Esses recursos são capazes de estimular práticas de autocuidado, além de esclarecer dúvidas e oferecer suporte emocional aos pacientes. Especialmente no contexto cirúrgico, os podcasts contribuem significativamente para que o paciente compreenda melhor o procedimento, sinta-se mais seguro e consiga lidar com as angústias e incertezas que envolvem o período pós-operatório.10 A preparação para a alta hospitalar é uma estratégia essencial que envolve um processo educativo voltado à promoção de maior segurança para o paciente e sua família. No entanto, a insegurança sentida pelo paciente e pelo cuidador nesse momento costuma estar associada à redução da prática educativa, especialmente quando as orientações são transmitidas de forma desorganizada e pouco clara.11
As Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDICs) têm se mostrado cada vez mais relevantes no contexto da saúde, especialmente como ferramentas de apoio ao processo de ensino-aprendizagem. Elas facilitam a transmissão de conhecimento de forma acessível e dinâmica aos pacientes, contribuindo para seu empoderamento e participação ativa no cuidado. Além disso, desempenham um papel estratégico na qualificação da assistência de enfermagem, fortalecendo a comunicação, a educação em saúde e a continuidade do cuidado.
É importante ressaltar que as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs), por meio da linguagem oral e audiovisual, possibilitam a produção de materiais como artes, documentos e cartilhas, tornando-se ferramentas essenciais para sustentar as ações de enfermagem voltadas à prevenção, promoção e manutenção da saúde.12
Nesse contexto, o objetivo desse estudo é elaborar uma ferramenta educacional para pacientes em pós-operatório de mastectomia.
2. MÉTODO
Refere-se a um estudo metodológico, que aspira a construção de um podcast para orientar pacientes no pós-operatório de mastectomia. O estudo metodológico diz respeito à averiguação dos métodos de obtenção, estruturação e análise dos dados para formulação de um instrumento. Esta pesquisa utiliza informações previamente disponíveis para desenvolver uma intervenção ou tecnologia voltada à área da saúde.13
A ferramenta tecnológica é classificada como Produto Técnico Tecnológico (PTT). O grupo-alvo são todas as pacientes em pós-operatório de mastectomia e os cuidadores, familiares que as acompanha podendo acessar o podcasting por meio das mídias digitais e compartilhamentos dos áudios.14
Para o desenvolvimento do Produto Técnico Tecnológico (PTT) seguiu-se o percurso do estudo metodológico guiado pelas fases de construção, validação e aplicação que podem ser realizados privativamente ou em conjunto. No que se refere a fase de construção foi apoiada na revisão de literatura com intuito de propiciar a segurança teórica-metodológica.15 A etapa de validação não será realizada por hora.
Esse estudo foi realizado em duas etapas: Revisão Integrativa de Literatura (RIL); e construção do podcast, método utilizado nas fases de construção e produção.
A Revisão Integrativa de Literatura é um modo de pesquisa que concede a busca, análise crítica e a síntese das evidências acessíveis acerca de um assunto a ser investigado. A pesquisa contribui para a compreensão da temática investigada, possibilita a implementação de intervenções eficazes na oferta de cuidados e na redução de custos, além de permitir a identificação de fragilidades que servirão de base para questões a serem exploradas em estudos futuros. 16
A intenção dessa primeira etapa é introdutória acerca das ferramentas tecnológicas educativas utilizadas para educação em saúde, principalmente àquelas relacionadas aos cuidados pós-operatório e alta hospitalar de mastectomia.
A criação do podcast seguiu etapas bem definidas, que incluíram: identificação do público-alvo, elaboração da pauta, construção do roteiro e redação do descritivo.17 O conteúdo foi desenvolvido como uma ferramenta de orientação para pacientes no momento da alta hospitalar após a mastectomia, com base nos dados coletados em uma revisão integrativa da literatura realizada entre dezembro de 2021 e março de 2022. Essa revisão evidenciou a importância de promover o conhecimento em saúde utilizando de forma eficaz as mídias sociais digitais. Os discursos apresentados no podcast foram elaborados pelo próprio autor, com o objetivo de fornecer informações acessíveis, acolhedoras e alinhadas às necessidades identificadas durante o estudo.
Toda a construção do script do podcast foi realizada pela autora, posteriormente foi necessário a contratação de um profissional especializado em sonorização para edição dos conteúdos e divulgação. Ele foi desenvolvido em sete etapas sendo: 1ª Definição do público alvo, 2ª definição do tema, 3ª formato, 4ª gravação, 5ª edição, 6ª publicação, 7ª distribuição, conforme mostra o quadro 1.
Quadro 1- Construção do script da produção do podcast

O software Audacity foi utilizado para a edição do podcast e, para a inserção de efeitos sonoros, foi necessária a assinatura de um plano que permite ajustes de áudio em alta qualidade, garantindo um som mais limpo e livre de interferências. Esse produto seguiu a Lei dos Direitos Autorais (Lei nº 9.610/1998) do podcast. Após a finalização do podcast, foi adotada a licença Creative Commons na versão CC-BY oferecida por uma organização não governamental e sem fins lucrativos, que disponibiliza licenças voltadas ao compartilhamento livre e gratuito de obras intelectuais na internet. Por fim, o produto será registrado no Portal eduCAPES, que reúne objetos educacionais abertos, abrangendo um vasto acervo de materiais de aprendizagem, como textos, livros, artigos, teses, dissertações, videoaulas e áudios.8
O roteiro foi construído em três episódios com abordagem da definição da temática, tratamento e as orientações de cuidados com curativo para as pacientes em pós-operatório de mastectomia. A gravação iniciou com uma vinheta sonora de abertura e apresentação do autor, posteriormente nos próximos episódios optou-se em manter a utilização da vinheta sonora e após cada explicação sobre a temática decidiu-se em deixar uma mensagem de apoio com intuído de fazer com que as pacientes se sintam mais acolhidas, forma encontrada para tentar diminuir o momento frágil e difícil que as encontram. Os episódios tiveram em média cerca de 50” a 2’e 32”.
Desenvolvida também uma mensagem final altruísta e de instrução para as pacientes. A ideia desse podcast é de fazer alusão de levar a enfermeira na bolsa através do telefone.
Ilustração no quadro 2 do produto: Podcast como ferramenta tecnológica de orientação às pacientes em pós-operatório de mastectomia.
Essa pesquisa foi isenta de parecer antecipado de um Comitê de Ética (Uma vez que foi utilizado questionário, pesquisa de satisfação com identificação dos envolvidos, a pesquisa não está isenta de avaliação pelo comitê de ética.
1) De acordo com o artigo 2º, inciso XIV, da Resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS) nº 510, de 2016, entende-se por pesquisa de opinião pública aquela de caráter pontual, realizada mediante metodologia específica, na qual o participante é convidado, de forma verbal ou escrita, a expressar sua preferência, avaliação ou percepção sobre temas, ações de indivíduos ou instituições, produtos ou serviços. A definição destaca que essa modalidade de pesquisa não permite a identificação dos participantes, garantindo anonimato na coleta das informações pois não se utiliza pesquisa com seres humanos. Trata-se de um levantamento bibliográfico que a partir dele foi possível elaborar o podcast proposto.
3. RESULTADOS
As tecnologias para produção do cuidado em saúde são definidas como: tecnologias duras, leve-duras e leves, que possuem como caraterísticas os dispositivos, máquinas, saberes, protocolos, manuais, conhecimentos e relações pessoais.18 O podcast é considerado uma tecnologia dura, além de constituir um tipo de instrumento educativo utilizado para ofertar o cuidado.
Quadro 2- Podcast como ferramenta tecnológica de orientação às pacientes em pós-operatório de mastectomia

A preferência de se utilizar uma linguagem casual e leve para transmitir as orientações de enfermagem foi uma forma encontrada por se tratar de um assunto muito delicado e sensível para a mulher. A abordagem do tema teve como objetivo incentivar a paciente a fazer o seu autocuidado de forma acertada e segura tendo em vista a não descontinuidade do cuidado, prevenção de complicações e recuperação da saúde.
A distribuição do produto ocorrerá por meio das mídias digitais: WhatsApp, Instagram, Facebook, Telegram, site do Educapes. Disponível também em: https://gipetis.uff.br/podcast-como-ferramenta-deorientacao-a-pacientes-em-pos-operatorio-de-mastectomia-estudo-metodologico/
4. DISCUSSÃO
O termo ‘podcast’ surge da junção do prefixo ‘Pod’, oriundo do dispositivo iPod, com o sufixo ‘Casting’, derivado da palavra ‘broadcasting’, que se refere à transmissão pública de informações.16 O podcast é um formato de mídia em áudio, produzido de forma resumida, transmitido eletronicamente e escutado sob demanda. Além disso, constitui uma poderosa ferramenta tecnológica aplicada à metodologia de ensino e aprendizagem, sendo eficaz tanto no Ensino a Distância (EAD) quanto no ensino presencial.19-20 A flexibilidade do podcast proporciona diversas vantagens no contexto educacional, como a superação de barreiras, ampliação da acessibilidade e adoção de uma abordagem pedagógica ativa, o que contribui significativamente para a aproximação e o engajamento no processo de aprendizagem.
Os profissionais de saúde, em especial os enfermeiros, vêm ocupando de forma ativa e estratégica os meios digitais para promover ações de educação em saúde e aproximar-se da comunidade. Através das mídias sociais, esses profissionais têm utilizado abordagens criativas, inovadoras e assertivas para compartilhar informações confiáveis, ampliar o acesso ao conhecimento e estimular práticas de autocuidado. Ao aliarem compromisso ético com recursos tecnológicos, otimizam o tempo, mobilizam sua engenhosidade e transformam o cuidado em uma experiência acessível e transformadora.21
Como limitação, observou-se a existência de lacunas no conhecimento relacionado ao uso de podcasts e outras tecnologias digitais voltadas à saúde no contexto do cuidado ao paciente cirúrgico, especialmente no caso da cirurgia de mama. Essa realidade se reflete na escassez de publicações científicas que abordem de forma específica essa temática, o que evidencia a necessidade de ampliar e difundir o conhecimento nessa área. Investir em pesquisas e estratégias educativas baseadas em mídias digitais pode contribuir significativamente para o fortalecimento da assistência e da autonomia dos pacientes no período pós-operatório.
Espera-se contribuir na promoção do autocuidado, recuperação da saúde e prevenção de complicações pós-operatórias através das ações educativas-tecnológicas a fim de orientar, educar, informar e adequar as expectativas e as necessidades da paciente na alta hospitalar, apresentando-lhes informações simples e objetiva por meio do podcast aliado ao cuidado de enfermagem.
5. CONCLUSÃO
Considerando que o câncer de mama representa um importante desafio de saúde pública, e que a cirurgia é uma etapa frequentemente indicada no tratamento, é essencial que o paciente assuma um papel ativo em seu processo de autocuidado. A partir desta pesquisa, foi desenvolvido um podcast como instrumento educativo voltado para pacientes em pós-operatório de mastectomia, com o objetivo de auxiliá-las na autogestão e no manejo adequado de sua recuperação.
As orientações de enfermagem contidas no podcast foram planejadas para se estenderem além do ambiente hospitalar, alcançando o domicílio das pacientes e oferecendo suporte no cuidado com o curativo cirúrgico. A proposta é proporcionar uma recuperação mais tranquila, segura e livre de complicações, fortalecendo a autonomia e a confiança das usuárias.
O podcast demonstrou-se uma ferramenta eficaz de ensino e aprendizagem, capaz de transmitir informações de forma clara, acessível e segura. Por meio dele, os pacientes são incentivados a manter práticas de autocuidado com maior tranquilidade e entendimento.
O estudo evidenciou ainda que a incorporação de tecnologias digitais à saúde tem facilitado a implementação de novas estratégias no cuidado. As tecnologias educativas especialmente quando utilizadas por enfermeiros têm se mostrado poderosas aliadas na comunicação, na difusão do conhecimento e na promoção de práticas que visam à prevenção de complicações, recuperação da saúde e melhoria da qualidade de vida.
REFERÊNCIAS
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2 Camões MJL. A Mulher Masctectomizada- O Enfermeiro de Reabilitação na Promoção do Autocuidado [Dissertação]. Escola Superior de Enfermagem do Porto, 2014[acesso em 2022 abr 25] disponível em: http://hdl.handle.net/10400.26/9498.
3 Fernandes AFC, Oliveira MS, Moreira CB, Santos MCL , Gomes AMF, Santos CPRS et al. Manual de orientação a mulheres mastectomizadas. [Internet]. Fortaleza, 2020 [acesso em 2022 jul 18] disponível em: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/52141.
4 Bernadino E, Souza SM, Nascimento JD, Lacerda MR, Torres DG, Gonçalves LS. Cuidados de transição: análise do conceito na gestão da alta hospitalar. Esc Anna Nery 2022;26: e 20200435. doi.org/10.1590/2177-9465.
5 Sun V, Raz DJ, Erhunmwunsee L, Ruel N, Carranza J, Prieto R et.al. Melhorando os resultados do cuidador familiar e do paciente em cirurgia de câncer de pulmão: protocolo de estudo para um estudo randomizado da intervenção de autogerenciamento multimídia (SMI). 2019. Rev. Eletr. Ensaios Contemporâneos. doi: org/10.1016/j.cct.2019.07.002.
6 Silva CHHC, Cunha TAA, Dantas CS, Jesus CS. A importância da enfermagem no pós-operatório de mulheres mastectomizadas com dissecção de linfonodos axilares: revisão integrativa. Research, Society and Development, v. 10, n. 6, e 57210616177, 2021. doi:10.33448/rsd-v10i6.16177.
7 Silva ECG, LimaVP. A importância da assistência de enfermagem no tratamento de mulheres com câncer de mama: Revisão integrativa. Revista Interfaces da Saúde, [s. l.], ed. 1, p. 59-77, [Internet]. 2021 [acesso 2021 set 29 ] disponível em: https://www.fvj.br/revista/wp- content/uploads/2019/11/5 _IS_20181.pdf.
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9 Souza MF, Espirito Santo FH, Barcia LLC, Ribeiro MNS, Berardinell MM, Correia DMS et.al. Tecnologias educativas como orientação a pacientes em pós-operatório de mastectomia: revisão integrativa. Research, Society and Development, v. 11, n. 11, e553111134056, 2022 | ISSN 2525-3409 | doi: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v11i11.34056.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS AUTORES
[1] Mestrado stricto sensu em Enfermagem. ORCID: 0000-0002-3220-4521. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6934758741331401.
[2] Doutorado stricto sensu em Enfermagem. ORCID: 0000-0003-4611-5586. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8549284765290566.
[3] Doutorado stricto sensu em enfermagem. ORCID: 0000-0002-7641-1004. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2548588402135708.
[4] Mestrado stricto sensu em enfermagem. ORCID: 0000-0002-5607-9008. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0949274499007882.
[5] Doutorado stricto sensu em enfermagem. ORCID: 0000-0002-8948-5045. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3056917189460924.
Contribuição dos autores:
Michelle Freitas de Souza: Concepção, planejamento, análise, interpretação e redação do trabalho.
Fátima Helena do Espírito Santo: Interpretação, análise e redação do trabalho.
Maria de Nazaré de Souza Ribeiro: Interpretações e análise do trabalho.
Ana Paula de Magalhães Barbosa: Interpretações e análise do trabalho.
Leila Leontina do Couto Barcia: Interpretações e análise.
INFORMAÇÕES SOBRE O MATERIAL
Conflito de interesse:
N/A.
Agradecimentos:
N/A.
Financiamento:
N/A.
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Os autores utilizaram a Inteligência Artificial Microsoft Copilot, 2023 para escrita do texto, correção gramatical, realização de imagens e tabelas, entre outros motivos. No entanto, todas as buscas pelos conteúdos, classificação da qualidade dos artigos é fruto de investigação própria, fundamentada em revisão bibliográfica criteriosa, análise teórica e reflexão crítica sobre o tema abordado. Toda a estrutura argumentativa e conclusões aqui apresentadas foram desenvolvidas de forma original e independente. Logo, foram realizadas de maneira autoral.
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- ISSN (versão eletrônica): 2448-0959
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Histórico da Publicação:
Material recebido: 23 de abril de 2024.
Material aprovado pelos pares: 24 de janeiro de 2025.
Material editado aprovado pelos autores: 12 de junho de 2026.







