Atuação do Enfermeiro no Atendimento ao Paciente com Traumatismo Crânioencefálico: Revisão Bibliográfica [1]

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ALMEIDA, Letícia de Carvalho Ferreira [2], BRASILEIRO, Marislei Espíndula [3]

ALMEIDA, Letícia de Carvalho Ferreira; BRASILEIRO, Marislei Espíndula. Atuação do Enfermeiro no Atendimento ao Paciente com Traumatismo Crânioencefálico: Revisão Bibliográfica. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 05, Vol. 02, pp. 139-148, Maio de 2018. ISSN:2448-0959

Resumo

Objetivo: Esse estudo teve objetivo de analisar a atuação do enfermeiro no atendimento ao paciente com traumatismo crânioencefálico, segundo a literatura. Materiais e Método: Trata-se de um estudo exploratório, bibliográfico da literatura disponível em bibliotecas convencionais e virtuais. Resultados: Identificou-se a importância da atuação do enfermeiro no atendimento ao paciente com traumatismo crânioencefálico, e que a conduta correta e agilidade no atendimento, possibilita menor chance de sequelas para o paciente. Conclusão: Conclui  que o atendimento imediato com abordagem rápida e eficaz realizado pelo enfermeiro devidamente qualificado, com conhecimento específico em TCE, proporciona um diagnóstico precoce diminuindo as chances de lesões e agravamentos.

Palavras-Chave: Enfermagem, Traumatismo Crânioencefálico e Cuidados de Enfermagem.

1. Introdução

O interesse deste trabalho surgiu com a preocupação em demonstrar a atuação do enfermeiro no atendimento ao paciente com traumatismo crânioencefálico, uma vez que identificando os sinais para um diagnóstico precoce, poderá diminuir o agravamento de lesões existentes e evitar possíveis complicações.

O traumatismo crânioencefálico (TCE) é uma lesão decorrente de um trauma externo, que tenha como consequência alterações anatômicas do crânio, como fratura ou laceração do couro cabeludo, bem como o comprometimento funcional das meninges, encéfalo ou seus vasos, resultando em alterações cerebrais, momentâneas ou permanentes, de natureza cognitiva ou funcional1.

O traumatismo crânioencefálico é uma das causas mais frequentes de morbidade e mortalidade em todo o mundo, com impacto importante na qualidade de vida1. Embora ocorra em questão de segundos, seus efeitos perduram por longos períodos sobre a pessoa, seus familiares e a sociedade.

Estima-se que nos Estados Unidos anualmente ocorra 1,7 milhão de casos de TCE, dos quais 52 mil resultarão em mortes. No Brasil, os dados não são diferentes e as ocorrências aumentam a cada ano, o TCE é responsável por altas taxas de mortalidade, sendo mais prevalente em adultos jovens do sexo masculino1.

O TCE é considerado uma importante causa de morte e incapacidade em indivíduos, acometendo principalmente a baixa e média idade das vítimas. A gravidade do problema é complicada pelas sequelas comportamentais decorrentes até mesmo das lesões relativamente pequenas, o que magnifica as perdas pessoais e sociais2.

Constitui-se como um dos principais problemas de saúde pública mundial, apresentando elevada e crescente incidência no mundo moderno particularmente nos países em desenvolvimento.  No Brasil, estima-se que mais de um milhão de pessoas vivam com sequelas neurológicas irreversíveis decorrentes do TCE2.

Existem vários mecanismos traumáticos capazes de provocar lesões cerebrais entre as principais causas estão acidentes de trânsito, atropelamentos, mergulho em águas rasas, agressões, quedas e projéteis de arma de fogo. De maneira geral a gravidade está relacionada com a intensidade do trauma3.

Aproximadamente 50% dos óbitos por TCE acontecem nas primeiras duas horas após o traumatismo, devendo-se à presença de lesões primárias, isto é, lesões que surgem na sequência imediata do traumatismo. As lesões secundárias, responsáveis pela outra metade dos óbitos, surgem tardiamente (minutos a dias após o traumatismo), de forma progressiva e na sequência da lesão primária3.

Todas as vítimas com TCE devem ser tratadas como tendo traumatismo vertebro-medular associado3. Entretanto, pacientes com traumatismos crânioencefálicos, devem receber atendimento rápido e eficaz, afim de prevenir sequelas secundárias ou até a morte do paciente, o atendimento imediato e o diagnóstico precoce diminuem as chances de lesões e agravamentos.

Devido aos diversos fatores que provocam acidentes que causem traumatismo crânioencefálico, tornou-se comum nas últimas décadas a utilização de questionamentos para melhoria do atendimento inicial. Diversos estudos já foram realizados com a finalidade de apresentar soluções para o problema, mas não se mostraram efetivos. Esse estudo buscará agregar conhecimento de como as variáveis podem influenciar nos resultados obtidos.

O enfermeiro, normalmente está presente no atendimento inicial junto com toda equipe, já que o profissional que atua na linha de frente na emergência, um atendimento ágil com abordagem imediata e assistência de qualidade coincide com a probabilidade de evitar complicações gerando menos sequelas ao paciente.

Na tentativa de reduzir os índices e a prevenção a esses agravos, se faz necessário, um atendimento de qualidade com um diagnóstico precoce, visando a diminuição de perdas funcionais e mortalidade causado pelo traumatismo crânioencefálico.

Nesse contexto o enfermeiro possui um papel importante a enfermagem é uma profissão comprometida com a saúde e qualidade de vida da pessoa, família e coletividade, assegura assistência livre de danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência, atua na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde, com autonomia e em consonância com os preceitos éticos e legais4.

Durante a assistência ao paciente vítima de TCE, o enfermeiro necessita ter conhecimento científico sempre atualizado, prático e técnico habilidade na realização dos procedimentos, definições de prioridades e de trabalho em equipe, afim de que possa tomar decisões rápidas e concretas, visto que os primeiros momentos após o trauma significam a fronteira entre a vida e a morte5.

Diante disso surge o questionamento: qual a atuação do enfermeiro no atendimento de vítimas com traumatismo crânioencefálico.

Responder a esse questionamento é importante pois poderá contribuir com uma assistência de qualidade, onde o enfermeiro possa atua de maneira direcionada através de protocolos com estratégias que visem menor dano ao paciente decorrente do traumatismo crânioencefálico, possibilitando melhor qualidade de vida.

Em virtude disso, apesar de haver aumento de interesse em torno das causas que provocam os traumatismos crânioencefálico, poucos estudos descrevem a respeito da atuação do enfermeiro no atendimento ao paciente com TCE.

2. Objetivo Geral

Analisar e descrever a atuação do enfermeiro no atendimento ao paciente com traumatismo crânioencefálico, conforme a literatura.

3. Materiais e Método

Trata-se de um estudo do tipo exploratório e retrospectivo bibliográfico.

A pesquisa bibliográfica é desenvolvida a partir de material já elaborado, constituído de livros e artigos científicos e cuja perquirição é realizada por meio da técnica de análise de conteúdo6.

A pesquisa bibliográfica segue os seguintes passos: busca do material nas bibliotecas virtuais; seleção e leitura dos textos; transcrição dos dados exatos e úteis em relação ao tema levantado; correta citação das fontes no relatório de pesquisa, evitando o problema de uso indevido do material, o que caracteriza a violação das normas nacionais e internacionais de direitos autorais6.

Após a definição do tema foi feita uma busca em bases de dados virtuais em saúde, especificamente na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS/Bireme). Foram utilizados os descritores: Enfermagem, Traumatismo Crânioencefálico e Cuidados de Enfermagem. Após leitura exploratória das publicações apresentadas na Base de Dados de Enfermagem (BDENF), Sistema Latino- Americano e do Caribe de informação em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Electronic Library online (Scielo), e análise de documentos, no período de 2011 a 2017, caracterizando assim o estudo retrospectivo.

4. Resultados e Discussão

Nos últimos seis anos ao se buscar na Bases de Dados Virtuais em Saúde, tais como a LILACS, BDENF e SCIELO, utilizando-se os descritores: Enfermagem, Traumatismo Crânioencefálico e Cuidados de Enfermagem, encontrou-se 12 artigos publicados entre 2011 a 2017. Foram excluídos 5, sendo, portanto, incluídos neste estudo 7 publicações. Após a leitura exploratória dos mesmos, foi possível identificar a visão de diversos autores a respeito da atuação do enfermeiro no atendimento ao paciente com traumatismo crânioencefálico.

Quadro 1 – Distribuições dos artigos selecionados a respeito da atuação do enfermeiro no atendimento ao paciente com traumatismo crânioencefálico, segundo a literatura.

Método Título Objetivo Resultados Conclusão
1 Estudo Descritivo Avaliação neurológica realizada por enfermeiros em vítimas de traumatismo cranioencefálico. Analisar a compreensão dos enfermeiros que atuam em UTI acerca da avaliação neurológica em vítimas de TCE. Percebeu-se que a maioria dos Enfermeiros considerava a avaliação neurológica indispensável no cuidado do paciente com TCE. Houve a limitação do conhecimento acerca da avaliação neurológica aplicada às vítimas de TCE’s, por parte dos en fermeiros do setor estudado.
2 Estudo Descritivo Correlação entre a escala de coma de Glasgow e os achados de imagem de tomografia computadorizada em pacientes vítimas de traumatismo cranioencefálico Determinar a correlação da ECG, fatores causais e de risco, idade, sexo e intubação orotraqueal com os achados tomográficos em pacientes com TCE. Os pacientes com TCE com baixa pontuação na

ECG são acometidos de injúrias cerebrais com efeitos mais devastadores e apresentam uma tendência a instabilidade hemodinâmica.

Houve significância entre a ECG e as variáveis: achados na TC, necessidade de intubação orotraqueal e a idade. Quanto menor a pontuação na ECG, mais grave foram o TCE e as alterações tomográficas.
3 Estudo Descritivo Conhecimento do enfermeiro sobre avaliação neurológica do paciente com trauma cranioencefálico Avaliar o conhecimento de enfermeiros de um serviço de urgência sobre a avaliação neurológica do paciente TCE. A avaliação do nível de consciência foi considerada o parâmetro mais importante pelos enfermeiros durante a pesquisa. O conhecimento dos enfermeiros sobre a avaliação neurológica é ruim. A equipe necessita melhorar o exame neurológico.
4 Estudo sistemático A enfermagem e o traumatismo cranioencefálico: estudo de revisão sistemática de literatura. Analisar a produção científica sobre a assistência de Enfermagem às vítimas de TCE, A grande maioria dos estudos restringe-se a caracterizar a demanda das vítimas de TCE e/ou a validar estratégias de cuidados. Expressa a carência que a enfermagem tem de conhecimentos no âmbito da neurologia.
5 Estudo Exploratório Condutas no paciente com trauma crânioencefálico. Definir e atualizar protocolos de atendimento a vítimas de trauma cranioencefalico. Considerando os altos gastos em saúde e para a sociedade com sua alta mortalidade, e preciso cada vez mais investigar novas formas de tratamento e elaborar protocolos e revisões sobre TCE, visando condutas diretas e concisas no trauma cranioencefalico. As condutas nos pacientes com TCE, são complexas e exigem atenção da equipe durante o atendimento, afim de reduzir ao máximo as sequelas do trauma craniano, melhorando a sobrevida e qualidade de vida dos pacientes.
6 Estudo Descritivo Escalas para avaliação do nível de consciência em trauma cranioencefálico e sua relevância para a prática de enfermagem em neurocirurgia. Mostrar a importância na prática de enfermagem em neurocirurgia, em escalas para avaliação do nível de consciência em pacientes com TCE. Mostrar a importância da avaliação do nível de consciência no processo da avaliação neurológica de pacientes acometidos por TCE. Apesar de vários estudos destacarem a importância do tema, a avaliação neurológica com a utilização de outras escalas não é prática rotineira nas unidades de trauma.

 

4.1 A importância da atuação do enfermeiro no atendimento ao paciente com traumatismo crânioencefálico: avaliação neurológica

Os estudos analisados apresentararm objetivos semelhantes, dessa forma foi possível identificar  a importância da atuação do enfermeiro no atendimento ao paciente com traumatismo crânioencefálico.

O atendimento inicial em vítimas de TCE, feita pelo enfermeiro consiste em realizar avaliação primária, de acordo com o protocolo o enfermeiro deve garantir permeabilidade das vias aéreas, estabilização da coluna cervical, oferecer oxigênio para uma ventilação adequada, monitorar circulação e avaliar precocemente a Escala de Coma de Glasgow (ECG). Em sequência realizar avaliação secundária avaliando da reação pupilar, aferição de sinais vitais, exame físico da cabeça e coluna, e repetição seriada da ECG7.

O TCE é classificado em leve, moderado e grave de acordo com a ECG, que representa o parâmetro atualmente mais utilizado mundialmente para avaliar nível de consciência, pois tem, entre as suas principais vantagens, um conjunto de exames físicos bastante simples de serem realizados. Quanto menor a pontuação na ECG, mais grave foram o TCE e as alterações tomográficas. Sendo necessário exame de imagem, a tomografia computadorizada (TC) confirmar diagnóstico e prognóstico do TCE, e que também atua no controle evolutivo das lesões8.

No manuseio do paciente com TCE o enfermeiro faz uso de protocolos que garantem uma avaliação rápida, prontidão no início das intervenções e estabilização das condições respiratórias, ventilatórias e hemodinâmicas da vítima, possibilitando ao enfermeiro e à equipe menor tempo gasto para atendimento, eficiência, menor possibilidade de erros e maior eficácia na assistência prestada9.

A avaliação do nível de consciência realizada pelo enfermeiro deve ser um exame simples, objetivo, preciso e confiável, que possibilite o emprego de conceitos semelhantes para facilitar a comunicação entre a equipe. Contudo, a abordagem inicial, a história clínica, o exame físico geral e a avaliação neurológica fornecem informações básicas para estratificação de risco de um paciente ter ou desenvolver lesão neurocirúrgica10.

O enfermeiro enquanto integrante da equipe multiprofissional em saúde, possui papel funda­mental na atenção vítimas de TCE, o acompanhamento e o registo manei­ra sistemática e objetiva permite explorar e per­ceber mudanças do estado clínico, na perspectiva de prevenção ou tratamento precoce de lesões encefálicas secundárias11.

Cabe ao enfermeiro, avaliar do paciente de forma holística devendo enfatizar também a procura de lesões secundárias ao trauma, ou seja, aquelas que decorrem após um período de tempo de ocorrido o trauma craniano. As lesões secundárias estão altamente associadas, e quando não diagnosticadas e tratadas inicialmente, levam a altos níveis de morbidade e mortalidade12.

O traumatismo cranioencefálico exige do enfermeiro conhecimento e preparo específico, devendo ser capaz de avaliar a vítima com habilidade, precisão e segurança, identificando, em tempo hábil, os pacientes com causa reversível e potencial para um resultado favorável, o atraso no diagnóstico pode deixar sequelas13.

Diante do exposto, o enfermeiro é o elemento chave da equipe responsável pela assistência à vítima traumatizada, dessa forma é imprescindível que possua conhecimentos prático e teórico atualizado, realize avaliação rápida baseada em protocolos relacionados de TCE com o intuito de promover cuidados qualificados de enfermagem e afim de evitar ou diminuir sequelas que acarretem prejuízos funcionais ao longo da vida.

Considerações Finais

Como anteriormente proposto, esse estudo teve o objetivo analisar a atuação do enfermeiro no atendimento ao paciente com traumatismo crânioencefálico. Viu-se que a avaliação neurológica, principalmente o nível de consciência foi o item mais frequente dos estudos.

Após a análise dos estudos foi possível concluir que o atendimento imediato com abordagem rápida e eficaz realizado pelo enfermeiro devidamente qualificado, com conhecimento específico em TCE, proporciona um diagnóstico precoce diminuindo as chances de lesões e agravamentos.

Este estudo possibilitou identificar a importância do diagnóstico precoce, visto que os primeiros momentos após o trauma são cruciais para paciente e que uma equipe preparada possibilita uma assistência adequada e menor risco de desenvolvimento de perdas funcionais.

Percebe-se, portanto, que o atendimento de qualidade e em tempo hábil ao paciente com traumatismo crânioencefálico minimiza gradativamente a incidência de possíveis sequelas ou o agravo das mesmas.

Referências

1. Ministério da Saúde (Br). Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Traumatismo Cranioencefálico. Brasília: DF: Ministério da Saúde, 2015.

2. Magalhães Ana Luisa Gonçalves et al. Epidemiologia do traumatismo cranioencefálico no Brasil. Rev Bras Neurol.2017; 53(2): 15-22. Disponível em: pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-847819.

3. Valente Miguel, Catarino Rodrigo, Ribeiro Hélder. Emergências de Trauma. Manual TAS.1° ed. Ed Inem; 2012.

4. Conselho Federal de Enfermagem (COFEN). Resolução nº 311/07. Aprova a reformulação do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.

5. Pereira Nicole, Valle Andréia Rodrigues Moura da Costa et al. O cuidado do enfermeiro à vítima de traumatismo cranioencefálico: uma revisão da literatura. Rev Interdisciplinar NOVAFAPI. 2011; 4(3): 60-65. Disponível em: uninovafapi.edu.br/sistemas/revistainterdisciplinar/v4n3/revisao/rev4_v4n3.pdf.

6. Pádua EMM. Metodologia da pesquisa: abordagem Teórico-prática. 9º ed. Campinas (SP): Papirus; 2003.

7. Ministério da Saúde (Br). Protocolos de Suporte Básico de Vida Brasília: DF: Ministério da Saúde, 2014.

8. Morgado Fabiana Lenharo, Rossi Luiz Antônio. Correlação entre a escala de coma de Glasgow e os achados de imagem de tomografia computadorizada em pacientes vítimas de traumatismo cranioencefálico. Radiol Bras. 2011; 44(1): 35–41. Disponível em:   http://dx.doi.org/10.1590/S0100-39842011000100010.

9. Cavalcanti José Rodolfo Lopes de Paiva, Oliveira Felipe Cesar Chaves de et al. A enfermagem e o traumatismo cranioencefálico: estudo de revisão sistemática de literatura. Rev enferm UFPE. 2011; 5(1):128-33. Disponível em: http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/1320.

10. Oliveira Débora Moura da Paixão et al. Escalas para avaliação do nível de consciência em trauma cranioencefálico e sua relevância para a prática de enfermagem em neurocirurgia. Arq Bras Neurocir. 2014; 33(1): 22-32. Disponível em: http://ri.ufs.br/handle/123456789/1976.

11. Amorim Camila Fernandes de, Júnior João Evangelista Menezes et al. Avaliação Neurológica Realizada por Enfermeiros em Vítimas de Traumatismo Cranioencefálico.  Rev Neurocienc. 2013; 21(4): 520-524. Disponível em: www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2013/RN2104/original/819original.pdf.

12. Gentile João Kleber de Almeida, Himuro Hebert Santos et al. Condutas no paciente com trauma crânioencefálico. Rev Bras Clin Med. São Paulo. 2011; 9 (1): 74-82. Disponível em: files.bvs.br/upload/S/1679-1010/2011/v9n1/a1730.pdf.

13. Oliveira Débora Moura da Paixão, Pereira Carlos Umberto et al. Conhecimento do enfermeiro sobre avaliação neurológica do paciente com trauma cranioencefálico. Rev enferm UFPE. 2016; 10(5): 4249-54. Disponível em: http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/8077.

[1] Artigo apresentado ao Curso de Pós-Graduação em Enfermagem Emergência e Urgência, turma nº 24, do Centro de Estudos de Enfermagem e Nutrição/Pontifícia Universidade Católica de Goiás

[2] Enfermeira, especialista em Emergência e Urgência

[3] Doutora em Ciências da Saúde – FM-UFG, Doutora – PUC-Go, Mestre em Enfermagem – UFMG, Enfermeira, Docente do CEEN

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