Efeito da crioterapia na fase inicial dos processos inflamatórios após lesão musculoesquelética

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ESTADO DA ARTE

SALES, Weslley Barbosa [1], ROCHA, Estéfany Silva [2], BARBOSA, Michelle Pâmela de Menezes [3], SÁ, Cardivando Ferreira dos Santos [4], PEÑA, Monica Patricia Diaz [5], SOUZA FILHO, João Carlos de [6], TOMAZ, Renata Ramos [7]

SALES, Weslley Barbosa. Et al. Efeito da crioterapia na fase inicial dos processos inflamatórios após lesão musculoesquelética. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 06, Ed. 10, Vol. 02, pp. 49-60. Outubro 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/lesao-musculoesqueletica

RESUMO

Introdução: A crioterapia é um dos tratamentos de maior aplicação terapêutica utilizada nos quadros de lesões, essencialmente nos processos inflamatórios de lesões musculoesqueléticas. A finalidade terapêutica desse recurso é definida pela redução da hipertermia tecidual e das estruturas corporais, proporcionando dessa forma, o resfriamento local. Objetivo: essa pesquisa tem como finalidade identificar por meio de uma revisão integrativa o efeito da crioterapia na redução e/ou prevenção de edemas. Para isso, levantou-se a seguinte questão norteadora: A crioterapia é capaz de reduzir e/ou prevenir a formação edemas? Metodologia: essa pesquisa é caracterizada como sendo uma revisão de literatura de caráter integrativo, que se deu pelo levantamento bibliográfico nas bases de dados da Scielo, PubMED, Lilacs, PEDro e Scopus. Além disso, foram utilizados os descritores indexados no DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) e seus cruzamentos, quais sejam: ‘’ Crioterapia ‘’ OR ‘’ Cryotherapy ‘’ AND ‘’ Edema ‘’.  Resultados e discussões: Por meio da literatura foi possível identificar que a crioterapia é um dos principais tratamentos iniciais para tratar lesões musculoesqueléticos, pois quando aplicada precocemente previne a formação exacerbada do inchaço, uma vez que, limita o edema através da vasoconstrição, e reduz o fluxo sanguíneo para a área lesada. Considerações finais: Apesar de ser amplamente utilizada e possuir muitas recomendações clínicas, há ainda muitas controvérsias e questões pouco exploradas sobre os efeitos da utilização do gelo, visto que, poucos estudos em humanos são explorados e controlados, essencialmente pelo fato de que os principais resultados são coletados através de biopsias diretas no musculo esquelético, tendo o modelo animal muito viável nesse sentindo, pois permite resultados mais precisos no que concerne as análises anatomofisiológicas.

Palavras-chave: Crioterapia, Edema, lesões musculoesqueléticas.

INTRODUÇÃO

A crioterapia ou tratamento com gelo é um recurso terapêutico que tem a finalidade de reduzir a hipertermia tecidual e estruturas corporais. A amplitude do esfriamento decorre de aspectos como os adipócitos, o local e o tempo da aplicação, a divergência no estado da pele, entre outros. A técnica é comumente aplicada em pacientes que apresentam lesões ou traumatismo musculoesquelético em estágios de inflamação aguda, subaguda e no pós-operatório imediato (DEAL et al., 2002; MATHEUS et al., 2010).

Em 1850, esta técnica teve suas primeiras descrições no país da América, quando surgiu a primeira máquina de gelo para uso hospitalar, utilizada em casos de pacientes com malária. Como também existem relatos do uso deste recurso pelos egípcios, no século 2500 A.C., para fins analgésicos e anti-inflamatórios. No século XIX estas características tiveram repercussão por meio do médico do exército da liderança política, em que era utilizada na maioria dos casos de amputação de membros.  Já na década de 1970, a técnica contava com registros médicos e científicos para o hábito dos banhos ou imersões em água hipotérmica, e era aplicada mais comumente em casos de lesões desportivas (DEAL et al., 2002).

A crioterapia é executada através de aerossol de gelo químico, imersão, toalha fria e compressa de gelo, tendo seus efeitos fisiológicos relacionados com a redução da sensibilidade a quadros álgicos e são evidenciados em até 20 minutos de utilização da técnica, segundo alguns estudos (REIS et al., 2018).

A substituição do aquecimento corporal pelo frio é a resposta da aplicabilidade da terapia, tendo como resultado uma serie de respostas sistêmicas e locais. Características como a temperatura que seja utilizada para a técnica, a duração e a superfície exposta durante o tratamento estão relacionadas à significância dos resultados, como por exemplo, tecidos mais profundos receberão o frio por períodos de tempo maiores do que tecidos mais superficiais, assim como devem ser utilizadas fontes mais frias por períodos de tempo mais curtos (MOREIRA et al., 2011).

Utilizando o gelo como objetivo terapêutico podem obter-se diversos efeitos, o mais evidente é a atenuação da pirexia no tecido juntamente com os benefícios que isto gera, como redução dos sinais inflamatórios (processos edematosos, ruborização, alta temperatura e dor), redução da perfusão e perdas metabólicas. Com isso, ocorre um aumento da capacidade do tecido se recuperar da lesão decorrente ao trauma primário (BROSSEAU et al., 2011).

A crioterapia pode ser aplicada quando se requer analgesia, a qual é alcançada pelo aumento da tolerância à dor e redução da rapidez do controle neural, além de produzir mediadores de dor com diminuição da sua percepção, diminuição da inflamação e do edema agudo recorrentes das queimaduras e contusões, redução de diversas respostas como o metabolismo celular, hemorragia e espasticidade. Esta técnica também contribui para a facilitação de métodos cinesiológicos, regularização térmica em casos de hiperaquecimento muscular e favorece também o processo de reabilitação promovendo restauração estrutural (COLLINS, 2008).

Dentre as contraindicações para este recurso encontram-se  insuficiência circulatória, fenômeno de Raynaud, onde o fluxo sanguíneo é interrompido por espasmos vasculares causados pelas baixas temperaturas ou fortes emoções, isto principalmente nas regiões mais distais, como dedos das mãos, pés, orelhas, nariz e boca; doença vascular periférica; alergia ao frio; pele anestesiada; hipersensibilidade ao frio; diabetes avançada; ferimentos abertos (no caso de turbilhão frio ou banhos de contraste) e infecções (PARK et al., 2019).

Grande parte das aplicações da crioterapia na conduta fisioterapêutica visa diminuir o quadro álgico, promovendo desse modo a vasoconstrição, redução dos processos metabólicos do local de aplicação, bem como do edema e da área injuriada. Dito isso, a aplicação dessa técnica reduz à lesão e minimiza a sintomatologia da lesão, principalmente no que concerne a dor, hemorragia, edema e os espasmos musculares, reduzindo ainda consequências secundárias a lesão principal (RAMOS; SOUZA, 2016).

Mediante o discorrido, essa pesquisa visa responder à questão norteadora: ‘’A crioterapia é capaz de reduzir ou prevenir edemas? ‘’ Tendo como objetivo identificar por meio de uma revisão integrativa o efeito da crioterapia na redução ou prevenção de edemas.

METODOLOGIA

Este estudo refere-se a uma revisão integrativa de literária, com o escopo de sumarizar os desfechos de pesquisas externadas sobre a temática, contribuindo para a admissão da literatura científica e tomada de decisões dos profissionais baseada em evidências científicas (PEREIRA et al., 2018).

Para tanto, seguiu-se as seguintes fases: elaboração da pergunta norteadora, busca em bases de dados, coleta de dados, análise crítica dos estudos incluídos, discussão dos resultados e apresentação da revisão integrativa (PEREIRA et al., 2018). Para a produção do tema e da questão aparteante, seguiu-se a estratégia PICO (Population, Intervention, Comparison, Outcome) (SANTOS; PIMENTA; NOBRE, 2007) e as diretrizes metodológicas de acordo com PRISMA (GRAMBRO, 2005). As buscas e pré-seleção dos estudos foram realizados por dois pesquisadores independentes, que foram calibrados com verificação do índice de concordância. Diante de conflitos na seleção dos estudos um terceiro pesquisador foi consultado.

Foram utilizadas as bibliotecas e bases de dados da SCIELO, PUBMED, LILACS, PEDRO E SCOPUS para a compor os artigos a serem utilizados nos resultados e discussões deste estudo., sendo usados os descritores indexados no DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) e seus cruzamentos, quais sejam: ‘’ Crioterapia ‘’ OR ‘’ Cryotherapy ‘’ AND ‘’ Edema ‘’.

Realizou-se ajuste na estratégia de busca de acordo com as especificidades de cada base, tendo como operadores booleanos AND e OR para o cruzamento entre as palavras-chaves, mantendo adequação à pergunta norteadora e aos seus respectivos critérios de inclusão do estudo. Não houve demarcação de durabilidade, língua, e buscas em pesquisas comuns. Foi realizado a estratégia de busca Bola de Neve (snowball) por meio da leitura de todas as referências dos artigos selecionados para a amostra dessa revisão e obtenção da amostra final.

As normas de inclusão foram estudos científicos de informações primordiais, os quais abordavam sobre os efeitos da crioterapia na redução do edema e/ou na prevenção da formação do edema. Os critérios de exclusão: artigos científicos exibidos em congressos, pesquisas que não disponibilizaram dados suficientes para análise e sumarização das informações, estudos duplos e preprints.

Todos os artigos selecionados e incluídos nessa pesquisa seguiram os critérios de grau, força e nível de evidência cientifica para que haja o enriquecimento metodológico dessa pesquisa (SAGAX; GIL, 2011). Os percursos metodológicos podem ser melhor compreendidos através do Diagrama PRISMA na figura 1 abaixo:

Figura 1 – Diagrama PRISMA dos estudos incluídos na revisão integrativa

Fonte: dados da pesquisa (2021).

RESULTADOS E DISCUSSÕES    

O estudo procurou demostrar por meio da literatura as evidências científicas acerca da crioterapia e seu efeito na prevenção ou redução de edemas onde cada estudo teve seus principais achados descritos, tendo seus benefícios, utilização e resultados elencados. Com isso o estudo de Brosseau (2011) apresentou resultados positivos após duas semanas com o uso da massoterapia com gelo em indivíduos com osteoartrite de joelho.

O fato é comprovado através de um efeito fisiológico causado pelo frio que exterioriza uma redução do volume sanguíneo e é capaz de reprimir o edema (BROSSEAU et al., 2011). Em contrapartida, foi realizado um estudo prospectivo randomizado a fim de comparar o efeito de alguns recursos crioterápicos em pacientes com pós-operatório de fratura. Os recursos de frio utilizados foram o refrigerador evaporativo e a bolsa álgida, porém, não demonstraram resultados no que concerne à redução do inchaço (BROSSEAU et al., 2011; PARK et al., 2019).

No estudo de Stokle (2015), foram incluídos exclusivamente indivíduos internados e que apresentavam edema agudo para se submeterem ao tratamento com recursos de frio. Foi observada uma notória redução de edema de forma instantânea através da aplicação recorrente de crioterapia e da terapia de constrição de estímulo de forma descontinuada, entretanto, o tratamento de retração no estágio do pré-operatório expôs um melhor resultado, apesar de ser um recurso de alto custo comparado a outros, é o mais eficaz, visto que, fornece uma redução significativa do edema em um período curto de tempo de terapia (STÖCKLE et al., 2015)

O estudo de Kara, (2020) abordou mais de 50 pacientes submetidos a uma correção artroscópica do manguito rotador e teve como objetivo comparar os métodos de conduta após a cirurgia sendo estes o envoltório de gelo e a injeção subacromial a fim de prevenir o edema. Os grupos receberam o tratamento, porém, não apresentaram convergências relevantes entre si e isso pode ser devido ao recurso crioterápico utilizado não ser tão eficaz para a articulação acromioclavicular, especificamente (KARA et al., 2020). O estudo expôs que o extenso volume de massa muscular e do fluxo sanguíneo no ombro pode influenciar negativamente na aplicação do frio e afirma ainda, que, o processo inflamatório pode estacionar com o uso do gelo, mas não significa que está anulado (KARA et al., 2020).

No estudo de Garra, et al., (2010) foi realizada a aplicação da termoterapia, tanto frio como calor, com fins analgésicos na dor aguda em costas ou pescoço juntamente com o uso do Ibuprofeno, tendo como resultados em se tratando da crioterapia, após ser aplicada durante 30 minutos e associada ao Ibuprofeno, diminuição da dor no local, porém, quando comparada com o tratamento com calor não se encontra diferença significativa e ao observar os relatos de alivio dos pacientes, no estudo acredita-se que a terapia medicamentosa tenha sido mais eficaz, todavia, levam em consideração a crioterapia como recurso pratico, de fácil acesso e econômico (GARRA et al., 2010).

Tal achado pode ser reafirmado por Moreira, et al., (2011) que realizaram uma análise sobre a influência dos efeitos a curto prazo da crioterapia na dor e o edema da sinovite induzida em ratos, o estudo obteve como resultados uma redução do edema no grupo que recebeu o tratamento com crioterapia a 5 ° C durante 20 minutos, assim como também a diminuição do edema no grupo controle, o qual não recebeu nenhum tratamento, no entanto, não houve diferença significativa entre eles (MOREIRA et al., 2011).

Já durante o estudo de Yan, et al., (2019) puderam observar mais positivamente os efeitos da crioterapia no pós-operatório com fins analgésicos e anti-inflamatórios. Neste estudo participaram 85 pacientes que receberam cirurgia de enxerto arteriovenoso, sendo divididos em grupo controle e grupo de intervenções, os quais receberam o tratamento por meio de bolsas de gelo durante 120 minutos, obtendo resultados como diminuição da dor, do edema e da inflamação no local, além de contribuir também para a redução dos efeitos colaterais aos quais os pacientes estão expostos com tratamentos medicamentoso (YAN et al., 2019).

O escopo fundamental do uso da terapêutica com gelo é de minimizar sequelas antagônicas que são pertinentes do seguimento do trauma (processo hemorrágico, doloroso, edematoso e contrações musculares). Além disso, a terapia é capaz de diminuir a região de traumatismo secundário (MOREIRA et al., 2011). Dessa forma, a crioterapia local no que concerne ao edema, seu efeito fisiológico pode facilitar o processo de recuperação, e a contração do vaso sanguíneo, impelida pelo frio, reduz a formação de edemas, bem como a intensidade do dano celular local, por meio da redução do quadro hemorrágico e das demandas metabólicas no tecido lesado, fazendo com que o tecido lesionado volte as condições normais mais rapidamente (MATHEUS et al., 2010).

No estudo de Matheus et al. (2010), os fatores que contribuíram para a melhora das propriedades por meio da crioterapia são: a diminuição do consumo de ar e atividade metabólica celular, decorrentes da aplicação do frio, diretamente relacionadas à limitação da hipóxia secundária, em virtude da perfusão inadequada e consequente dano celular associado ao edema, no qual é reduzido por sua aplicação.

Nas últimas décadas muitos estudos foram desenvolvidos para entender melhor o processo de terapêutica da crioterapia, um dos estudos pilotos foi o estudo de Deal, Rosencrance e Smith (2002) no qual evidenciou que A aplicação de gelo diminuiu significativamente a permeabilidade microvascular após contusão de músculo estriado. Os efeitos desta pesquisa apontaram que a permeabilidade microvascular é aumentou após uma contusão coincidente com interações leucócito-endotelial significativas (DEAL et al., 2002).

No entanto, a permeabilidade microvascular foi significativamente reduzida após a crioterapia, um tratamento demonstrou reduzir o número de leucócitos aderentes. Esta associação sugere que a redução do edema no músculo esquelético lesado após a crioterapia pode ser devido a uma redução nas interações leucócito-endotelial (MENTH-CHIARI et al., 2005). Sugerindo desse modo, que quando a crioterapia é aplicada de maneira rápida e precoce, o edema pode ser significativamente reduzido, levando a menores lesões e incapacidades provenientes dessa lesão (DEAL et al., 2002).

Por fim, segundo o estudo de Reis et al. (2019) a crioterapia utiliza o frio para intervenções de disfunções inflamatórias e traumáticas, principalmente agudas, e para redução do edema e provocar o relaxamento muscular quando o calor existente não faz essa função, gerando um processo de vasoconstricção e diminuindo os metabólicos para a área lesada, prevenindo desse modo a formação de edemas (REIS et al., 2018).

Dentro do processo de tempo terapêutico, a literatura ainda diverge, autores sugerem que o tempo de aplicação da crioterapia pode ser entre 10 e 20 minutos, outros de 20 a 30 minutos, em relação à quantidade há indicações de 2 a 4 vezes por dia ou de 30 a 40 minutos de aplicação do gelo a cada duas horas (REIS et al., 2018). Há muitas diversificações sobre o modo de utilização, duração e frequência da aplicação de gelo, mas tais fatores determinam o nível do resfriamento tecidual e o potencial da eficácia do tratamento (MATHEUS et al., 2010).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Por meio da literatura foi possível identificar que a crioterapia é um dos principais tratamentos iniciais para tratar lesões musculoesqueléticos. Respondendo a questão de pesquisa, as evidencias científicas sugerem que essa terapêutica quando aplicada precocemente previne a formação exacerbada do inchaço, uma vez que, limita o edema através da vasoconstrição, e reduz o fluxo sanguíneo para a área lesada.

Apesar de ser amplamente utilizada e possuir muitas recomendações clínicas, há ainda muitas controvérsias e questões pouco exploradas sobre os efeitos da utilização do gelo, visto que, poucos estudos em humanos são explorados e controlados, essencialmente pelo fato de que os principais resultados são coletados através de biopsias diretas no musculo esquelético, tendo o modelo animal muito viável nesse sentindo, pois permite resultados mais precisos no que concerne as análises anatomofisiológicas.

REFERÊNCIAS

BROSSEAU, Lian; YONGE, Kain; ROBINSON, Vison; MARCHAND, San; JUDD, Marcu; WELLS, Gin; TUGWELL, Pall. Thermotherapy for treatment of osteoarthritis. Physiotherapy, [S. l.], v. 89, n. 12, p. 694–695, 2011. DOI: 10.1016/s0031-9406(05)60490-7.

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[1] Graduando em Fisioterapia pelo Centro Universitário Uninassau, João Pessoa -PB.

[2] Graduando em Fisioterapia.

[3] Graduando em Fisioterapia.

[4] Graduando em Fisioterapia.

[5] Graduando em Fisioterapia.

[6] Graduando em Fisioterapia.

[7] Orientadora. Mestre e Doutora em Fisioterapia pela UFRN.

Enviado: Abril, 2021.

Aprovado: Outubro, 2021.

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