A importância do ensino aprendizado do Suporte Básico de Vida para crianças em idade escolar

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ARTIGO ORIGINAL

SOUSA, Thais Mendes de [1], MONTESINOS, Deyahir Daniel Ecurra [2], LIMA, Daniele Cristina de [3], BARBOSA, Tiely Cardoso [4] MORAIS, Alceni [5]

SOUSA, Thais Mendes de. Et al. A importância do ensino aprendizado do Suporte Básico de Vida para crianças em idade escolar. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 11, Vol. 02, pp. 63-71. Novembro de 2019. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/idade-escolar

RESUMO

Introdução: As doenças cardíacas estão entre as principais causas de mortalidade no mundo, em 50% dos casos registrados de parada cardíaca respiratória (PCR) os indivíduos eram crianças. O Suporte Básico de Vida (SBV), se trata de um protocolo padronizado que aumenta as chance de sobrevida da vítima de PCR, uma estratégia que pode facilitar a capacitação da população em geral é a inclusão da formação em SBV nos currículos escolares. Objetivo: Buscar na literatura atual, a importância do ensino aprendizado do suporte básico de vida para crianças em idade escolar. Metodologia da Pesquisa: Revisão bibliográfica, de natureza exploratória, com foco descritivo e qualitativo. Resultados: Foram selecionados 15 artigos para essa revisão. Discussão: Um esforço coletivo deve ser realizado de modo a difundir em todas as escolas os conceitos básicos: prevenção, reanimação cardiopulmonar rápida, chegada rápida do sistema de emergência e acesso à reanimação rápida avançada. Considerações finais: Conclui-se que crianças a partir de seis anos devem ser ensinadas a reconhecer e reagir diante de uma PCR, a melhor idade para se iniciar o ensino do protocolo de RCP é a partir dos doze anos. Crianças do sexo feminino são mais auto motivadas, têm maior facilidade em agir como crianças-instrutores; as crianças do sexo masculino apresentam uma qualidade maior na execução da manobra de RCP. Ressalta-se a necessidade de novas alternativas de ensino, uma vez que o modelo teórico-prático pode não agradar as novas gerações ligadas na tecnologia.

Palavras-chaves: Ensino, Suporte Básico de Vida, escolares, Parada Cardiorrespiratória.

INTRODUÇÃO

As doenças cardíacas estão entre as principais causas de mortalidade no mundo, a complicação mais comum decorrente desse grupo de doenças, a Parada Cardiorrespiratória (PCR), é responsável por 320 mil mortes súbitas todos os anos no território brasileiro1. Segundo a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC), em 86% dos casos de PCR a vítima estava em casa e em até 50% dos casos registrados em 2015, os indivíduos presentes eram crianças e adolescentes sem a supervisão de outro adulto que não a vitima1.

O Suporte Básico de Vida (SBV), se trata de um protocolo padronizado que prioriza a abertura das vias aéreas e a manutenção da circulação e da respiração sem o uso de equipamentos. É a primeira medida a ser tomada no caso de uma PCR, e o seu início precoce determina as chances de sobrevivência do indivíduo 2,3.

Um dado interessante dessa pesquisa é de que 89,9 % dos entrevistados reconheceram a importância do SBV e declararam ter interesse em realizar um treinamento3.

Foi em 1972 que Dominique Larrey, cirurgião e chefe militar do exército de Napoleão Bonaparte, iniciou os primeiros protocolos de atendimento inicial aos feridos de guerra. Em 1990, o conceito de SBV começou a ser utilizado mundialmente, e em 1992 a American Heart Association (AHA) sugeriu a criação da Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação (International Liaison Committ e on Resuscitation – Ilcor) uma comissão internacional composta de especialistas dos cinco continentes responsáveis por elaborar as diretrizes, normas e rotinas que envolvem todos os aspectos da ressuscitação cardiopulmonar (RCP)4,5.

Em um estudo brasileiro com pessoas leigas, cerca de 41% dos entrevistados conheciam o SBV, no entanto, apenas 5,8 % dos participantes se sentiam preparados para aplicar o protocolo.

Uma estratégia que pode facilitar a capacitação da população em geral é a inclusão da formação em SBV nos currículos escolares, focando inicialmente em crianças a partir dos dez anos de idade, pois constituem um grupo mais consciente, de fácil acesso e automotivado2. A idade escolar, ou período escolar, se inicia aos seis anos, quando a criança perde parte do seu egocentrismo e começa a se integrar em uma comunidade diferente da familiar6.

Diante desses fatos, o objetivo desse trabalho foi buscar na literatura atual a importância do ensino aprendizado do suporte básico de vida para crianças em idade escolar. Levando a seguinte hipótese: crianças conseguem aprender e aplicar de forma eficaz o protocolo do SBV. Orientamos nossas buscas através da seguinte pergunta de pesquisa: crianças em idade escolar são capazes de executar de maneira eficiente o protocolo de RCP?

OBJETIVO

Identificar na literatura atual a importância do ensino aprendizado do suporte básico de vida para crianças em idade escolar.

METODOLOGIA

Trata-se de um artigo de revisão bibliográfica, de natureza exploratória, com foco descritivo e qualitativo. A fim de obter conceitos uniformes optou-se por utilizar artigos de naturezas diversas. A busca foi orientada a partir da seguinte pergunta de pesquisa: qual a relevância do ensino aprendizado do suporte básico de vida para crianças em idade escolar?

As pesquisas foram realizadas na SciELO (Scientific Electronic Library Online) e nas seguintes bases de dados: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), MEDLINE (Medical Literature Analysis and Retrieval System Online), LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) e BDENF (Banco de Dados em Enfermagem). Os descritores utilizados foram: “suporte básico de vida, leigos”, “basic life support, lay”, “resuscitation training for schoolchildren”, os limites utilizados na BVS foram “crianças” e “adolescentes”.

Os critérios de inclusão são artigos que contestem ou confirmem as hipóteses levantadas, com resumo e texto completo disponíveis eletronicamente, publicados a partir do ano de 2014 em periódicos científicos, em português, inglês, espanhol ou alemão. Os critérios de exclusão são dissertações, teses, monografias, resumos publicados em anais de evento e reflexões teóricas. Por conta das delimitações de pesquisa, foram excluídos artigos com participantes cuja idade era superior a idade escolar. Através da busca nos bancos de dados pré definidos, foram encontrados 113 artigos online, depois da aplicação dos critérios de exclusão e inclusão, foram selecionados 15 artigos para essa revisão.

RESULTADOS

Dos 15 artigos selecionados, 11 (onze) foram publicados em inglês, 3 (três) em espanhol e 1 (um) artigo em alemão. Para a leitura dos artigos, utilizou-se conhecimento prévio dos autores a respeito de línguas estrangeiras e ferramentas online de tradução de texto.

Quadro 1 – Identificação dos estudos selecionados

Nome do artigoAutoresAno da publicação
1La reanimación cardiopulmonar pediátrica y la capacitación para la asistencia en emergencias 7Vázquez JDA, Sapia IY, Vázquez CSA, Jurado IR, Cascardo S.2017
2Advocating for Life Support Training of Children, Parents, Caregivers, School Personnel, and the Public 8Fuchs MS2018
3“Kids Save Lives” ­ Wiederbelebungstrainings für Schulkinder: Systematische Übersichtsarbeit 9Schroeder DC, Ecker H, Wingen S, Semeraro F, Böttiger BW2017
4Analyses of inter-rater reliability between professionals, medical students and trained school children as assessors of basic life support skills 10Beck S, Ruhnke B, Issleib M, Daubmann A, Harendza S, Zöllner C2016
5Kids save lives: a six-year longitudinal study of schoolchildren learning cardiopulmonary resuscitation: Who should do the teaching and will the effects last? 11Lukas RP, Van Aken H, Mölhoff T, Weber T, Rammert M, Wildd E, Bohne A2016
6Cardiac Emergency Response Planning for Schools: A Policy Statement 12Rose K, Martin MG, Berger S, Courson R, Fosse G, Gillary R, Halowich J, Indik JH, et al2016
7Peer education for BLS-training in schools? Results of a randomized-controlled, noninferiority trial 13Beck S, Issleib M, Daubmann A, Zöllner C2015
8Un primer paso en la enseñanza del soporte vital básico en las escuelas: la formación de los profesores 14Pichel López M, Martínez-Isasi S, Barcala-Furelos R, Fernández-Méndez F, Vázquez Santamariña D, Sánchez-Santos L, Rodríguez-Nuñez A2018
9Awareness and willingness to perform CPR: a survey amongst Flemish schoolchildren, teachers and principals 15De Smedt L, Depuydt C, Vekeman E, De Paepe P, Monsieurs KG, Koenraad G, Valcke M, Mpotos N2018
10Gender aspects in cardiopulmonary resuscitation by schoolchildren: A systematic review 16Finke SR, Schroeder DC, Ecker H, Wingen S, Hinkelbein J, Wetsch WA, Köhler D, Böttiger BW2018
11Self-confidence and level of knowledge after cardiopulmonary resuscitation training in 14 to 18-year-old schoolchildren: A randomised-interventional controlled study in secondary schools in Germany 17Wingen S, Schroeder DC, Ecker H, Steinhauser S, Altin S, Stock S, Lechleuthner A, Hohn A, Böttiger BW2018
12Estudio cuasiexperimental para evaluar la capacidad de los escolares para utilizar un desfibrilador externo semiautomático a los 6 meses tras un proceso formative 18Pavón Prieto MP, Navarro Patón R, Basanta Camiño S, Regueira Méndez C, Neira Pájaro MÁ, Freire Tellado M2016
13Schoolchildren as BLS instructors for relatives and friends: Impact on attitude towards bystander CPR19Stroobants J, Monsieurs K, Devriendt B, Dreezen C, Veterinários P, Mols P2014
14Schoolchildren as life savers: at what age do they become strong enough? 20Abelairas-Gómez C, Rodríguez-Núñez A, Casillas-Cabana M, Romo-Pérez V, Barcala-Furelos R2014
15Feasibility of a first responder programme in rural Bangladesh 21Rahman A, Mecrow TS, Mashreky SR, Rahman AKMF, Nusrat N, Khanam M, Scarr J, Linnan M2014

Fonte: SciELO, BVS, LILACS, MEDLINE e BDNF.

Do local da publicação, 2 (dois) artigos foram publicados na Europa, 4 (quatro) artigos foram publicados na Alemanha, 3 (três) na Espanha, 2 (dois) nos Estados Unidos da América, 2 (dois) artigos foram publicados na Inglaterra, 1 (um) na Argentina e 1 (um) em Bangladesh.

DISCUSSÃO

Nos artigos analisados, houve um consenso entre os autores de que os conceitos de SBV podem e devem ser ensinados a crianças e adolescentes na idade escolar7-21, um esforço coletivo deve ser realizado de modo a difundir em todas as escolas os conceitos básicos: prevenção, reanimação cardiopulmonar rápida, chegada rápida do sistema de emergência e acesso à reanimação rápida avançada7.

No entanto, para cada faixa etária existem conceitos e técnicas que podem ser mais bem aprendidos e reproduzidos. Crianças a partir dos seis anos demonstram capacidade de reconhecer os sinais de uma PCR e acionar os serviços de emergência7, o foco para a faixa etária dos seis aos dez anos é ensinar a criança a reconhecer rapidamente os sinais de uma PCR, acionar corretamente os serviços de emergência e iniciar o treinamento das compressões torácicas7,8.

A maioria dos autores, no que se refere a qualidade das compressões torácicas, relata que são mais eficientemente quando executadas por crianças a partir dos 12 anos de idade, quando a mesma já possui maior peso corporal7-9,18,20. Essa afirmação é apoiada pelo programa Kids Save Lives (KSL) criado pelo Conselho Europeu de Ressuscitação em 2015, e apoiado pela OMS, que recomenda ao menos recomenda duas horas por ano de treino de RCP para crianças a partir dos doze anos 9.

O uso do desfibrilador automático externo (DEA) por escolares é um assunto bastante comentado nos últimos anos, no entanto, apenas dois artigos citaram a prática. Um dos estudos, afirmou que crianças a partir dos 6 a 7 anos são capazes de utilizar o DEA7, e uma pesquisa com cerca de 253 sujeitos entre 10 e 13 anos, relatou que todos os participantes foram capazes de utilizar o DEA mesmo sem instrução previa, ainda que tivessem dificuldades em posicionar os adesivos 18.

No que se refere a motivação dos escolares, a grande maioria dos estudos apontou que as crianças demonstraram grande interesse em aprender as técnicas de RCP, com destaque para a população do sexo feminino, que tende a ser mais motivada a aprender e a ensinar outros colegas, no entanto, se estimulados, as crianças do sexo masculino tendem a realizar compressões mais eficientes que as do sexo feminino 15, 16.

Um ponto interessante a respeito da educação em SBV para escolares é a importância de se integrar ao currículo escolar (plano de ensino) como um todo durante as atividades, como apontou um dos artigos analisados, a AHA em 2015, recomendou-se que todas as escolas desenvolvessem, implementassem e colocassem em prática um plano de resposta a emergências cardíacas (PREC), no original Cardiac Emergency Response Plan (CERP), que deve ainda contar com o apoio das autoridades municipais, estaduais e federais e de toda a comunidade 12.

No que se refere ao instrutor, quatro estudos citaram os professores e os próprios escolares como instrutores eficientes, e até mesmo mais eficazes que profissionais da saúde10-14,19. Em dois artigos, os professores são citados como socorristas eficientes depois de treinamento adequado, capazes de ensinar seus alunos de maneira mais efetivos que outro profissional, devido à existência de laços de confiança entre ambas as partes11-12.

Alunos treinados pelos professores, ou pelos próprio colegas, apresentaram habilidades comparáveis a dos indivíduos treinados por instrutores profissionais. Um dado interessante apontando em um dos estudos é que para cada criança-instrutor, 1,7% pessoas mudaram a maneira de encarar o SBV e levaram com mais seriedade e positivismo as instruções de RCP11.

Quanto às técnicas de ensino, embora tenham se surgido algumas inovações nos últimos anos, a tradicional teoria versus prática ainda se mostra bastante eficaz, servindo não só para melhorar o nível de conhecimento dos escolares, como a confiança no momento de realizar a manobra de RCP7,10-12,17. É fato que o uso de vídeos instrutivos tem sido utilizado com bastante frequência e em um estudo pioneiro, disponibilizou-se materiais impressos e bonecos de ressuscitação básicos para que comunidades isoladas aprendessem de maneira autônoma, e surpreendentemente, houve uma taxa de sucesso entre os adolescentes avaliados, superior aos participantes adultos 21.

No Brasil, um estudo utilizou-se de games interativos, que ensinaram de forma lúdica crianças a respeito dos conceitos de SBV e RCP 22. No entanto, ao contrário dos estudos analisados nessa revisão, os pesquisadores brasileiros focaram no método de ensino e não foi avaliado a qualidade da RCP realizada pelos participantes do estudo. Assim, embora a “gameficação” apresente-se como uma alternativa pedagógica interessante, carece de mais estudos a respeito da sua eficiência como ferramenta de ensino.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os estudos demonstraram que a prática do ensino de SBV para escolares não só é estimulada, como se torna uma estratégia eficaz no manejo de vítimas de PCR. Conclui-se que crianças a partir de seis anos devem ser ensinadas a reconhecer e reagir diante de uma PCR, no entanto, a melhor idade para se iniciar o ensino do protocolo de RCP é a partir dos doze anos.

Crianças do sexo feminino, em geral são mais automotivadas, e têm maior facilidade em agir como crianças-instrutores, a população masculina carece de mais motivação e apresenta uma qualidade maior na execução da manobra de RCP. Novos estudos concluíram que professores treinados são capazes de educar seus alunos de maneira eficaz, dispensando instrutores e facilitando o processo de ensino-aprendizado.

Conclui-se que há necessidade de novas alternativas de ensino, uma vez que o modelo teórico-prático pode não surtir tantos efeitos nas novas gerações ligadas na tecnologia.

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[1] Graduanda de Enfermagem.

[2] Graduando de Enfermagem.

[3] Graduanda de Enfermagem.

[4] Graduanda de Enfermagem.

[5] Especialização em Nefrologia para enfermeiros. Graduação em Enfermagem.

Nota: Este material foi avaliado e aprovado de acordo com as normas da Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. A Revisão gráfica e ortográfica foi realizada por Giovana Cristina de Moura, RG: 43.592.003-0.

Enviado: Agosto, 2019.

Aprovado: Novembro, 2019.

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