Abordagem sobre Associação do Câncer de endométrio e a obesidade: Revisão Bibliográfica.

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ARTIGO DE REVISÃO

ARAUJO, Fernanda Costa [1], SILVA, Marli Lima [2], SANTOS, Aline Ferreira [3], BARROS, Janicleide Costa [4]

ARAUJO, Fernanda Costa. Et al. Abordagem sobre Associação do Câncer de endométrio e a obesidade: Revisão Bibliográfica. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 09, Vol. 10, pp. 143-154 Setembro de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

O câncer de endométrio é uma patologia em que as células malignas se formam no tecido do endométrio. Resultado do crescimento anormal de células com a capacidade de invadir ou de se espalhar para outras partes do corpo. Normalmente se dissemina por via linfática ou por extensão direta. Metástases hematogênicas, normalmente pulmonares, ocorrem em estado avançado.Existem vários fatores de riscos associados ao câncer de endométrio.Porém, o objetivo do trabalho é apresentar a relação entre o câncer de endométrio e obesidade devido as alterações metabólicas. O excesso de peso representa um importante fator de risco para as alterações endometriais em mulheres na pré e pós menopausa. Diante disso, o presente estudo teve por objetivo de apresentar uma associação entre a obesidade enfatizando os principais mecanismos para o desenvolvimento do câncer de endométrio.

Palavras-chave: Câncer de endométrio, obesidade, síndrome metabólica, hiperinsulinemia

INTRODUÇÃO

O câncer de endométrio é uma patologia em que as células malignas se formam nos tecidos do endométrio. Resultado do crescimento anormal de células com a capacidade de invadir ou de se espalhar para outras partes do corpo (INCA, 2005).Normalmente, se dissemina por via linfática ou por extensão direta. Metástases hematogênicas comumente pulmonares, ocorrem em estado avançado (VALEJO, 2009).

A neoplasia do endométrio são subdivididas em duas categorias. Porém, a carcinogênese, epidemiologia e o fator prognóstico são diferente (SUAREZ, 1983).

Tipo 1: carcinoma endometrial relacionado à exposição estrogênica sem oposição do progesterona, geralmente são neoplasias de baixo grau de malignidade, que tem a origem de hiperplasia atípica. Os pacientes têm como fatores de risco: mulheres na perimenopausa, obesidade, nuliparidade, menopausa tardia, diabetes mellitus, estrogenioterapia exclusiva e terapia com tamoxifeno. Com histologia de adenocarcinoma endometrióide, correspondem a aproximadamente 80% dos casos, geralmente são de baixo grau e relacionados com a estimulação estrogênica.

Tipo 2: carcinoma endometrial geralmente não relacionado ao estímulo estrogênico e não originado do epitélio atrófico. São neoplasias de alto grau de malignidade e tipos histológicos desfavoráveis (seroso, papilífero e células claras) que atingem pacientes com idade mais avançada, magras e na pós – menopausa. Não apresentam relação com a estimulação estrogênica, são mais agressivos, apresentando maior risco de recidiva e metástases (BOYLE, 2012; SILVERBERG, 2003; SHERMAN, 2000).

O sintoma mais frequentemente apresentado pela mulher com câncer do endométrio é a hemorragia uterina anormal (90%). A sensação de pressão ou pélvica também são referidas geralmente por mulheres em estádios avançados (HORTA, 2015).

No Brasil, segundo OMS a incidência de patologias malignas que acometem o aparelho reprodutor feminino é considerável. Destas, o câncer do endométrio vem progressivamente crescendo sua importância por vários motivos, além de registrar deforma progressiva o aumento de sua incidência, é responsável por uma elevada mortalidade.

O câncer de endométrio aumentou 21% na incidência desde 2008, e a taxa de mortalidade aumentou mais de 100% nas duas últimas décadas. As lesões precursoras de hiperplasia complexa com atipia estão associadas a um carcinoma endometrial em mais de 40% dos casos (SOROSKY, 2012).

Existem vários fatores de riscos associados ao câncer de endométrio. A relação entre o câncer de endométrio e obesidade, síndrome metabólica foi estabelecida e aceita por décadas (PAPATLA, 2016).

A obesidade se tornou um problema de saúde pública mais importante que a desnutrição, nos Brasil e em países desenvolvidos nos últimos anos. Com o aumento da prevalência de obesidade, identificou-se que, além do desenvolvimento do diabete mellitus DM2 e da síndrome metabólica, outras entidades clínicas também estavam associadas à resistência à insulina e como consequência o desenvolvimento do carcinoma de endométrio (CARVALHEIRA,2006).

Pensando nisso, a obesidade representa um importante fator de risco para alterações endometriais. O presente estudo teve por objetivo avaliar os mecanismos associados a obesidade no desenvolvimento do câncer de endométrio.

2. METODOLOGIA

O trabalho apresentado é o resultado de um levantamento bibliográfico atualizado, cuja fonte foram os artigos científicos e revistas técnicas. Os portais científicos utilizados serão: SCIELO (Scientific Electronic Library Online), MEDLINE (Medical Literature Analysis and Retrieval System Online), LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), Portal do Ministério da saúde e PUBMED- NCBI (US National Library of Medicine National Institutes of Health).

Foi feito uma análise prévia de todo os artigos relacionado ao tema. Todo o material inventariado e listado sobre o assunto, objeto deste escopo foi compilado, processado e interpretado, com objetivo de buscar um melhor entendimento do assunto. Após serem selecionados de forma minuciosa, foram escolhidos os artigos que apresentavam informações necessárias e objetivas referente ao tema: Câncer de endométrio e a obesidade.

Apresentando influências dos mecanismos como; hiperinsulinemia e estrógeno no desenvolvimento da doença. Os descritores utilizados para a pesquisa serão: câncer de endométrio, obesidade, hiperinsulinemia, estrógeno.

Com os artigos já selecionados, foi elaborado um artigo científico de revisão bibliográfica com base nas informações desses artigos lidos e selecionados.

O artigo foi escrito contendo as principais informações acerca do tema visando contribuir para a ampliação do conhecimento em relação ao câncer de endométrio e obesidade para as mulheres na pré e pós menopausa.

3. REVISÃO DA LITERATURA

O câncer de endométrio é o quarto tipo de câncer mais comum em mulheres, representando cerca de 6.000 óbitos por ano nos Estados Unidos (CANAVAN ,2000).

“Dietas de alta carga glicêmica podem aumentar o risco de câncer de endométrio ao elevar os níveis circulantes de insulina e, como consequência, níveis circulantes de estrogênio” (SILVERA, 2005).

Estudos epidemiológicos demonstraram aumento do risco de câncer de endométrio entre mulheres pré e pós-menopáusicas que apresentaram elevação do plasma de androstenediona e testosterona e entre as mulheres pós-menopáusicas que aumentaram os níveis de estrona e estradiol (KAAKS, 2002).

Em 2012, 527.600 mulheres em todo o mundo foram diagnosticadas com câncer de endométrio. A taxa de mortalidade foi de 1,7 a 2,4 por 100 000 mulheres. Historicamente, a idade de início foi tipicamente em mulheres pós-menopáusicas, com forte associação com a obesidade. Em comparação com apenas 3 anos atrás, isso é quase 10.000 mais casos e mais de 2.000 mais mortes como resultado do câncer de endométrio. No entanto, nos últimos 10 anos, a incidência de câncer de endométrio em mulheres jovens aumentou dramaticamente como resultado da obesidade de início precoce. É o quarto câncer mais comum para mulheres nos Estados Unidos (MOORE, 2017).

Neoplasia maligna mais comum entre as mulheres nos países desenvolvidos e subdesenvolvidos e o número de casos tem aumentado. Embora o câncer de endométrio seja mais comum em mulheres mais velhas, para quem a taxa de mortalidade está aumentando, também está sendo diagnosticada em mulheres jovens (MOORE, 2017).

Nos Estados Unido, o câncer de endométrio é a quarta neoplasia mais frequente entre as mulheres, com uma

estimativa de 34.000 novos casos diagnosticados, com uma incidência anual, variando de acordo com a idade, entre 12/100.000 mulheres até os 40 anos e 100/100.000 mulheres aos 60 anos (VISCOMI,2002).

Para o câncer de endométrio 20% estão na faixa etária de 46 a 50, 56 a 60, 61 a 65 e 71 a 75 anos respectivamente o que corresponde a um caso por faixa etária, sendo que na literatura a maior incidência está

entre 60-70 anos (SOARES, 2009).

Entre todos os cânceres, o aumento do índice de massa corporal está associado mais fortemente à incidência e morte de pacientes com carcinoma endometrial (SCHMANDT, 2011).Segundo Pinto (1998), afirmaram que existe um risco relativo de 17,7 vezes para desenvolver o câncer do endométrio quando o peso corpóreo for superior a 80 Kg.

O desenvolvimento do câncer de endométrio através da obesidade é estimado por vários mecanismos, incluindo desenvolvimento de hiperinsulinemia ou diabetes tipo 2, e aumento da produção de hormônios

sexuais a partir do tecido adiposo, levando a estimulação estrogênica sem oposição do endométrio para mulheres pós –menopáusicas (RICHARDSON,2009).

“Dieta com alto consumo de carboidratos pode desencadear a hiperinsulinemia e como consequência o aumento do risco de câncer” (JÚNIOR, 2005).

A hiperinsulinemia promove inibição da síntese de proteínas específicas transportadoras de testosterona. Consequentemente, há aumento da concentração de testosterona livre, o que induz características andrógenas em mulheres, Como o acúmulo de gordura na região abdominal (FRANCISCHI, 2000).

A insulina possui uma capacidade de estimular o seu receptor de membrana e promover a proliferação mitótica prolongada, o aumento de receptores de insulina tem sido observados em vários tipos de câncer e quando tais receptores são ocupados pela insulina acontece o aumento da atividade da tirosino-kinase e a sua fosforilação. Além disso, a hiperinsulinemia inativa o gene p53 e facilita a proliferação maligna facilitando o ciclo celular e suprimindo a apoptose. A proteina p53, produto do gene p53, é um supressor tumoral que inibe a progressão da proliferação das células malignas por impedir o ciclo celular e aumentar apoptose (JÚNIOR, 2005).

O estrogênio é um fator de crescimento endometrial conhecido. Enquanto os ovários são as principais fontes de estrogénio nas mulheres pré-menopáusicas, tecidos periféricos, incluindo o tecido adiposo tornar as fontes

primárias de estrogénio em circulação em mulheres na pós-menopausa. Os andrógenos são convertidos em estrona e estradiol pela enzima aromatase no tecido adiposo. Aromatase é produzida por células do estroma mesenquimatosas, incluindo células-tronco de adipócitos, e em menor grau pelos próprios adipócitos maduros. Os níveis de aromatase aumentam em função da idade e da obesidade e são refletidos pelo aumento

dos níveis de estrogênio circulante com o aumento do IMC em mulheres na pós-menopausa (SCHMANDT, 2011).

Portanto, o tecido adiposo visceral representa não apenas uma fonte de estrogênio, mas também fornece um meio ideal para o crescimento do câncer endometrial metastático e sensível ao estrogênio (SAA, 2000)

“Aceita-se hoje, ser a hiperplasia atípica a lesão precursora do câncer endometrial”. (WESTHOFF, 1979). A lesão cancerosa surge 10 anos após a hiperplasia atípica (COSTA, 1979).

Diagnóstico precoce é fundamental, porque para as mulheres após a menopausa, com sobrepeso, diabéticas,

em uso de hormônios esteroides sexuais ou com qualquer manifestação de hiperestrogenismo são de maior risco para câncer endometrial que a população geral, na mesma faixa etária. Para elas, a realização de ultrassonografia (US) anual pode ser benéfica na possibilidade de antecipar alterações do endométrio (PICKAR, 2009; ANDERSON, 2009).

Historicamente, a comprovação diagnóstica do carcinoma é feita pela curetagem uterina. Atualmente, nos Estados Unidos os médicos têm confirmado o diagnóstico por histologia de amostras obtidas por biópsia endometrial, realizada no consultório. Os estudos têm demonstrado acurácia de até 90% (STOVALL, 1991).

Segundo o INCA 2016, a presença de células endometriais espontaneamente esfoliadas, numa amostra citopatológica obtida fora do período menstrual ou de mulher na pós-menopausa, sem uso de terapia hormonal, ainda que mostrando aparência típica, demanda investigação da cavidade endometrial com exames específicos, visto a possibilidade de sinalizarem uma anormalidade glandular no endométrio.

A revisão de Bethesda 2016, recomenda o relato da presença de células endometriais fora período menstrual após os 45 anos de idade, pois estudos comprovam o aumento do valor preditivo desse achado nessa faixa etária de 36 anos.

Recentemente, a agência internacional para pesquisa em câncer (IARC) avaliou toda a literatura disponível sobre a associação entre obesidade e câncer, considerando tanto estudos epidemiológicos como ensaios

clínicos e experimentais (CARVALHEIRA, 2006).

Foi realizado no Hospitais e clínicas da Universidade de Iowa, EUA, um estudo pelo Gynecologic Oncology

Group (GOG) em 1995, onde foram analisadas 380 pacientes em que avaliou a relação entre índice de massa

corporal e risco de morte de todos os tipos de câncer. As mulheres com obesidade mórbida (IMC ≥ 40) com câncer de endométrio foi de 6,25 em comparação com aqueles que eram de peso normal. Além disso, os pacientes obesos com câncer de endométrio apresentaram a maior taxa de mortalidade entre todos os cânceres. Os pacientes com câncer de endométrio são únicos dado que a maioria é obesa. A obesidade é o principal fator de risco para a doença, e essas mulheres não estão fazendo mudanças de estilo de vida após o diagnóstico (GRUENIGEN, 2006).

Em são Paulo, foi realizado um estudo entre o período de dezembro de 2004 e fevereiro de 2006, um estudo realizado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia, em que foram avaliadas 94 mulheres obesas assintomáticas. Onde 47 destas em idade reprodutiva e 47 na pós-menopausa. Foram feitos

exames, e baseados nas alterações endometriais, sendo confirmados por biópsia ou histeroscopia. Para complementar o estudo foi feita pela biópsia endometrial, que pode diagnosticar até 90% dos casos de câncer de endométrio em mulheres na idade reprodutiva e 99% após a menopausa, representando expressivo benefício, em termos de segurança, custo e aceitação pelas mulheres (GOUVEIA,2007).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O câncer de endométrio tem se tornado uma das patologias malignas que mais tem crescido seu diagnóstico entre as mulheres tanto na menopausa como na pré-menopausa. É um tipo de câncer que está ligado a vários fatores de riscos, inclusive a obesidade.Este aumento é um alerta para o sistema de saúde, porque mesmo com o avanço, ainda é um assunto pouco discutido e divulgado para que haja uma atenção e orientação voltada para um controle.

Há uma necessidade de informação para as mulheres que se encontram na fase pré e pós-menopausa, para que recebam um aconselhamento adequado sobre a importância da perda de peso, modificação do estilo de vida,

a necessidade do rastreio, diagnóstico e acompanhamento de câncer do endométrio. Para muitos profissionais da saúde não abordam adequadamente a obesidade como um forte fator de risco para o desenvolvimento do câncer de endométrio, e a consequência é o crescimento do número de casos devido a falta de atenção para

um acompanhamento mais específico.

Assim sendo, este artigo analisa na literatura sobre obesidade, desordens metabólicas e câncer de endométrio, bem como a literatura sobre pacientes obesas com câncer de endométrio.

Esta pesquisa torna-se importante porque ainda existe uma falta de esclarecimento para a população feminina a respeito da influência dos mecanismos envolvidos na obesidade e sua ligação com o câncer de endométrio.

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[1] Biomédica Analista Clínico pela Faculdade Maurício de Nassau (FMN).Pós graduanda em Citologia clínica pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP).

[2] Biomédica com habilitação em Análises Clínicas pela Faculdade Maurício de Nassau (FMN).

[3] Biomédica Analista Clínico pela Faculdade Maurício de Nassau (FMN).Pós graduanda em Citologia clínica pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP).

[4] Graduanda do curso de Enfermagem pela Faculdade Estácio de Alagoas (FAL).

Recebido em: Dezembro de 2017

Aprovado em : Setembro de 2018

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