A ideação Suicida no paciente depressivo: uma intervenção preventiva na perspectiva da terapia cognitivo-comportamental

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CONTEÚDO

ARTIGO DE REVISÃO

PEREIRA, Edileide da Silva [1]

PEREIRA, Edileide da Silva. A ideação Suicida no paciente depressivo: uma intervenção preventiva na perspectiva da terapia cognitivo-comportamental. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 01, Vol. 05, pp. 05-13. Janeiro de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/psicologia/ideacao-suicida

RESUMO

Ao longo do tempo, as causas e origens da depressão e ideação suicida se tornaram cada vez mais frequentes, o que corrobora com a necessidade do indivíduo conhecer a saúde mental em sua totalidade. Nesta perspectiva, sobre a ótica da Terapia Cognitivo-Comportamental, esta revisão bibliográfica visa expressar a influência da depressão e ideação suicida na saúde mental das pessoas, buscando um eficaz tratamento. Para a construção desse estudo, utilizaram-se como materiais metodológicos artigos científicos, periódicos e livros que abordam a temática. Referências recentes foram identificadas e agrupadas com o intuito de ilustrar as principais contribuições acerca da interface entre depressão e suicídio, com enfoque central na etiologia e fatores responsáveis pelo desencadeamento, se faz necessário uma breve reflexão acerca das principais formas de tratamentos. Portanto, o presente estudo explana sobre a depressão e a ideação suicida, bem como os principais tratamentos sobre o viés da Terapia Cognitivo-Comportamental, além de trazer para literatura novos estudos nessa área.

Palavras-chave: Depressão, ideação suicida, Terapia Cognitivo-Comportamental.

1. INTRODUÇÃO

De acordo com Vieira e Coutinho (2008), pessoas que tem depressão vivenciam pensamentos negativos de desespero e desesperança, que refletem em como elas vêm o mundo a sua volta. Os pensamentos aparecem a partir de crenças negativas sobre si mesmo, a tristeza e medo do futuro, são comuns em quem apresenta sintomas de depressão.  Quando a tristeza não passa, provocando prejuízos na rotina diária do indivíduo, observamos um dos principais sinais da depressão. Por esse motivo, a depressão é considerada um dos transtornos mentais mais comuns e incapacitantes do mundo. Mais de 350 milhões de pessoas convivem com ela em suas vidas.

Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), alguns sintomas típicos de um episódio depressivo são iguais em adultos, adolescentes e crianças, embora existam dados que indiquem a mudança do sintoma característico com a idade. Já a Classificação Internacional das Doenças (CID-10) lida com os transtornos depressivos de forma idêntica em todos os grupos etários.

De acordo com Corrêa e Barrero (2006), a ligação entre suicídio e depressão é prevalente. Por isso, a associação entre os dois termos é de grande importância para estudos replicados na literatura psiquiátrica. O comportamento suicida é muitas vezes considerado um dos sintomas mais característicos da depressão, como é indicado inventário de depressão de Beck (VIEIRA E COUTINHO, 2008).

2. DEPRESSÃO: ETIOLOGIA E SINTOMATOLOGIA

A depressão é um transtorno mental comumente encontrado na contemporaneidade em toda população, com perspectivas futuras de ser a principal causa de incapacidade mental no mundo em 2030 (OMS, 2012). De modo geral, essa doença é um conjunto de sintomas psicológicos e fisiológicos, podendo se apresentar de forma rápida ou duradoura, com intensidade que varia de leve a severa (WILKINSON, 2009).

O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais ([DSM-5]; APA, 2014) aponta os sintomas apresentados para caracterizar um Episódio Depressivo Maior, sendo que estes devem se mantiver por um período mínimo de duas semanas. Os principais sintomas apresentados são: humor triste, ansioso ou “vazio” persistente; sentimentos de desesperança; perda ou ganho significativo de peso sem estar em dieta; diminuição ou aumento do apetite; insônia ou hipersonia; irritabilidade; sentimento de culpa, inutilidade ou desamparo; perda de interesse ou prazer pela vida, hobbies e atividades; diminuição da energia ou fadiga; mover ou falar mais devagar; ideação suicida sem um plano específico; tentativa de suicídio ou plano específico para cometê-lo.

Deste modo como afirma Apóstolo (2011), a depressão tem sido considerada  como episódio patológico no qual há a perda de interesse, distúrbios do sono e apetite, retardo motor, sentimentos de inutilidade, distúrbios cognitivos, diminuição da energia e pensamentos de morte ou suicídio. O termo depressão, pode ter referência de um  estado afetivo dentro da normalidade, a um sintoma, ou várias doenças.

As características comuns dos transtornos depressivos é a presença de vazio e humor triste, acompanhado de alterações somáticas e cognitivas, o que afeta a capacidade de funcionamento do indivíduo. O que os difere são aspectos de duração, momento ou etiologia presumida. (DSM-5, 2014).

Vieira (2008) explana sobre uma relação entre a depressão e o suicídio, já que o comportamento suicida pode ser considerado como um dos sintomas do transtorno depressivo. O comportamento suicida é todo aquele em que existe o desejo ou ato objetivando gerar dano para o próprio sujeito, sendo eles ideias e desejos suicidas, podendo chamar também de ideação suicida.

Alguma das motivações para o suicídio é a desistência diante de obstáculos percebidos como insuperáveis. Há um estado emocional extremamente doloroso, podendo gerar a incapacidade de lidar com alguns desprazeres da vida ou o desejo de não ser uma carga para os outros. (DSM-5, 2014).

3. IDEAÇÃO SUICIDA: UM RECORTE NA LITERATURA

O termo suicídio tem origem etimologicamente do latim sui (si mesmo) e cídio (ação de matar) que está associada à morte intencional auto-infligidas.

O suicídio existe desde muito tempo atrás, tendo modificado apenas a maneira de como esse ato é enfrentado (CORREA, & BARRERO, 2006).

A Organização Mundial da Saúde divulgou dados do primeiro Relatório Global para Prevenção do Suicídio, estimando que 800 mil pessoas por ano se suicidem no mundo (uma a cada 40 segundos), portanto  sendo esta a segunda maior causa de morte em pessoas de 15 e 29 anos (WHO, 2014).

Podemos classificar o comportamento suicida em três momentos: a ideação suicida, a tentativa de suicídio, o suicídio consumado. A ideação (que pode ir de pensamentos de morte à intenção suicida estruturada com ou sem planejamento suicida), a tentativa de suicídio que acontece entre a ideação/suicídio consumado e o suicídio consumado  (SAMPAIO & TELLES-CORREA, 2013).

De acordo com o contexto cultural e a classe social a que pertencem é possível identificar as representações sociais acerca do comportamento suicida e compreender as maneiras que as pessoas utilizam para criar, modificar e interpretar os diversos problemas vinculados à sua realidade, como também, conhecer seus pensamentos, sentimentos, percepções, experiências de vida compartilhadas. (COUTINHO, 2005).

De acordo com Araújo et al (2010), a pessoa que pensam em cometer suicídio apresentam esgotamento emocional alto, acarretando, portanto, sentimento de desesperança e falta de energia. Alguns atores afirmam que a principal causa do suicídio é a depressão e as muitas outras doenças mentais. Embora não exista uma definição única aceitável, o suicídio implica necessariamente em um desejo consciente de morrer, de não existir.

4. PRESSUPOSTOS DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

A Terapia Cognitiva Comportamental – TCC tem como bases epistemológicas as teorias sobre o comportamento que se desenvolveram a partir do início do século XX, e que na década de 50 tiveram grande repercussão, através da obra de Skinner. Assim,  com esse desenvolvimento da teoria, foi possível o conhecimento a respeito das leis gerais do comportamento, tornando-o mais previsível. Nesse sentido, é essencial o conhecimento a respeito de termos e conceitos relativos a esta abordagem. (BAHLS & NAVOLAR 2004).

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) surgiu da interpretação e integração de princípios e conceitos de importantes abordagens da psicoterapia. (BORBA, 2005). “Dentre essas abordagens, destacam-se a psicologia animal, o Behaviorismo Metodológico, a Análise Experimental do comportamento, o Behaviorismo Radical, a teoria de Aprendizagem Social e a Terapia Cognitiva” (BORBA, 2005, p. 23).

Entre as técnicas psicoterápicas, as técnicas baseadas em TCC são aquelas que se destacam nas evidências (CUIJPERS, 2016). A ativação comportamental e a cognitivo-comportamental são aquelas que obtiveram excelentes resultados, sendo suficientes para o tratamento da depressão a serem consideradas tratamento de primeira linha (CUIJPERS, 2016; PARIKH et al., 2009).

5. A TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL – TCC NO TRATAMENTO DA IDEAÇÃO SUICIDA DO PACIENTE DEPRESSIVO

Segundo Knapp (2004), o modelo cognitivo da depressão coloca os sintomas cognitivos, motivacionais e vegetativos da depressão como  podendo ser causados e mantidos por distorções nos três níveis de cognição: pensamentos automáticos, crenças subjacentes e crenças nucleares (esquemas).

Beck (2013) fala sobre importantes componentes da psicoterapia cognitivo-comportamental para a depressão. Sendo o foco na ajuda aos pacientes para solucionarem problemas, tornarem-se comportalmente ativos e identificarem, avaliarem e responderem ao seu pensamento depressivo, especialmente pensamentos negativos sobre si mesmos, seu mundo e seu futuro.

Para Wright et al (2012), a desesperança é uma cognição especialmente prejudicial, ligada ao sentimento de pouca importância, comportamento de derrota e suicidalidade.

Vários métodos gerais e específicos da TCC podem ajudar no tratamento. Tais métodos incluem: 1) Tirar forças da relação Terapêutica; 2) Fornecer Psicoeducação sobre os motivos para ter esperança; 3) manter as sessões concentrados em metas e agendas atingíveis; 4) envolver os pacientes em exercícios comportamentais que demonstrem capacidade para mudar; 5) Modificar cognições desesperançadas; 6) Identificar pontos fortes das crenças nucleares positivas e 7) Desenvolverem cartões de enfrentamento que construam a esperança. (WRIGHT et al, 2012 p.143)

Ainda para Wright et al (2012), os terapeutas podem usar métodos da TCC para previnir o suicidio com a combinação de sessões breves de TCC e farmacoterapia.

Os terapeutas precisam identificar os pontos fortes e apoios do paciente, que passam fortalecer os componentes do plano. Também é preciso considerar as capacidades do paciente para modificar as cognições desesperançadas e autodestrutivas e engajar-se em comportamentos saudáveis, para assim, ajudar a combater os pensamentos suicidas. O ensaio Cognitivo-Comportamental pode ajudar os pacientes a enfrentar possível evento estressante no futuro com possibilidade de elevar o pensamento suicida. (WRIGHT et al, 2012).

Até o momento, das técnicas psicoterápicas apresentadas, a TCC é a única que demonstrou resultados que comprovam sua eficácia no tratamento dos três estágios da depressão (leve, moderado, severo). (BECK ET AL., 1982).

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Na contemporaneidade, há cada vez mais um aumento tanto da depressão quanto do suicídio, o que se torna uma alerta para a sociedade em geral, uma vez que esse transtorno afeta a vida da pessoa acometida e também das pessoas que convivem com o paciente ou pessoa depressivo (a). Esse estudo possibilitou ampliar a forma de lidar com esse transtorno e com tudo que pode ser causado por ele, com ênfase no suicídio.

É notável que cada vez mais, com os avanços nas pesquisas e os estudos do transtorno as pessoas estão procurando mais ajuda, e os profissionais (Psiquiatras, Psicólogos) que podem ajudar, assumem maior responsabilidade diante do fato de realizar com maior eficácia o tratamento desse transtorno e, consequentemente, possibilitarem uma melhor qualidade de vida para o paciente.

Se não houver um tratamento adequado da depressão, a mesma pode permanecer na vida de uma pessoa por anos, causando sérios danos à vida do indivíduo acometido por esse transtorno, comprometendo a vida social e pessoal, o que gera um risco maior para o suicídio.

Desse modo, a depressão pode ser considerada um dos principais fatores da ideação suicida, e o tratamento, portanto é fundamental na vida dessas pessoas. Esse tratamento pode ser feito através de medicamentos e diversas técnicas, como foi citado nesse estudo. Algumas técnicas são mais indicadas para ser utilizadas e ajudam a prevenir a reincidência da depressão.

É necessário conhecer e se aprofundar nas questões que envolvem esse transtorno, uma vez que essa demanda é cada vez mais frequente e a população necessita de cuidados. O profissional precisa exercitar o cuidar de forma mais humanizada, conhecer a história de vida do paciente, identificar a etiologia dos fatores relacionados com o transtorno, tendo como prioridade a escuta, e observação acurada do comportamento e do conteúdo da demanda de cada paciente, para que possa acontecer um trabalho com êxito.

Por fim, o conhecimento em torno da depressão e dos riscos de suicídio possibilita maiores chances de prevenção e êxito no tratamento.

7. REFERÊNCIAS

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais – DSM-5. Porto Alegre: Artmed. 2014.

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. DSM-IV. 4ª ed. Washington, DC: American Psychiatric Association; 1994.

ARAÚJO, L. C., VIEIRA, K. F. L., & COUTINHO, M. P. L. Ideação suicida na adolescência: um enfoque psicossociológico no contexto do ensino médio. Psicologia – Universidade São Francisco, 15(1), 47-57, 2010.

APÓSTOLO, J. L. A.Depressão, ansiedade e estresse em usuários de cuidados primários de saúde. Rev. Latino-Am. Enfermagem, 2011.

BAHLS S. C. NAVOLAR A. B. B. Terapia cgnitivo-comportamentais: conceitos e pressupostos teóricos . Revista eletrônica de Psicologia, n. 04, Curitiba, jul. 2004.

BARROS, A. P. R., COUTINHO, M. P. L., ARAÚJO, L. F. & CASTANHA, A. R. As representações sociais da depressão em adolescentes no contexto do ensino médio. Estudos de Psicologia, 23(1), 19-28, 2006.

BECK, A. T., RUSH, A. J., SHAW, B. F., & EMERY, G. Terapia cognitiva da depressão. Rio de Janeiro: Zahar. 1982.

BECK, J. S. Terapia Cognitiva-Comportamental: teoria e prática. 2ª Ed. Porto Alegre. Artmed, 2013.p.26.

BORBA, Angélica Gurjão. Disciplina Online de Terapia-Cognitiva- Comportamental: Expansão das fronteiras da formação em TCC através da educação. Rio de Janeiro, UFRJ, 2005.

CUIJPERS, P. Are all psychotherapies equally effective in the treatment of adult depression? The lack of statistical power of comparative outcome studies. Evidence-based Mental Health. Recuperado de: http://ebmh.bmj.com. 2016.

COUTINHO, M P. L. Depressão infantil e representação social. (2ª ed.). João Pessoa-PB: Editora Universitária UFPB, 2005.

CORREA, H., & BARRERO, S. P. O suicídio: definições e classificações. Em H. CORREA, & S. P. BARRERO (ORGS.), Suicídio uma morte evitável (pp. 29-36). São Paulo, Atheneu, 2006.

DSM-5. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. [recurso eletrônico]. [American Psychiatric Association ; tradução: Maria Inês Corrêa Nascimento … et al.] ; revisão técnica: Aristides Volpato Cordioli … [et al.]. – 5. ed. – Dados eletrônicos. – Porto Alegre : Artmed, 2014.

KNAPP, P. Princípios fundamentais da terapia cognitiva. In: KNAPP, P. Terapia cognitivo-comportamental na prática psiquiátrica. São Paulo: Artmed, 2004.

LOVISI, G. M. et al. Análise epidemiológica do suicídio no Brasil entre 1980 e 2006. Revista Brasileira de Psiquiatria, 31, 86–93, 2009.

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VIEIRA, K. F. L.; COUTINHO, M. P. L. Representações sociais da depressão e do suicídio elaboradas por estudantes de psicologia. Psicol. cienc. prof.  Brasília ,  v. 28, n. 4, p. 714-727, 2008 .

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WRIGHT J. H. SUDAK D. M. TURKINGTON D. THASE M. E.Terapia cognitivo-comportamental de alto rendimento para sessões breves: guia ilustrado. Revisão técnica: Elizabeth Meyer. Porto alegre: Artmed, 2012.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Country reports and charts available. Recuperado de www.who.int/mental_health/prevention/suicide/country_reports/en/index.html. 2014.

[1] Pós-graduação em Saúde Mental e Saúde Pública; Graduação em Psicologia.

Enviado: Janeiro, 2020.

Aprovado: Janeiro, 2020.

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