Reflexões sobre a prática social da escrita em Fanfictions

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ARTIGO ORIGINAL 

FRANÇA, Stella Hadassa Ferreira [1], VIEIRA, Viviane Cristina [2]

FRANÇA, Stella Hadassa Ferreira. VIEIRA, Viviane Cristina. Reflexões sobre a prática social da escrita em Fanfictions. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 08, Vol. 03, pp. 05-17. Agosto de 2019. ISSN: 2448-0959

RESUMO

O artigo analisa aspectos do universo fanfiction à luz de conceitos da Análise de Discurso Crítica. Inicialmente, é apresentada uma breve explanação sobre o surgimento das ficções de fã e sua atual configuração no meio digital. Destaca-se, em seguida, o caráter intertextual que define esse tipo de produção escrita. Com a análise de trechos de fanfictions selecionadas, discutimos a configuração desse gênero textual como uma prática social nas comunidades virtuais.

Palavras-chave: Fanfictions, escrita, multimodalidade, intertextualidade.

1. INTRODUÇÃO

Com o advento da internet e a construção de uma sociedade tecnológica, na qual o letramento digital é essencial para a inserção plena do indivíduo na sociedade, ocorre uma mudança significativa nas práticas discursivas. Segundo Araújo e Costa (2007, p.21), a Internet se tornou “um espaço sociodiscursivo que amplia as possibilidades de interação e incita o surgimento de vários gêneros”. O presente trabalho possui enfoque em uma dessas novas possibilidades discursivas presentes no atual mundo tecnológico: as fanfictions. A palavra fanfiction vem do inglês “fan” (fã) e “fiction” (ficção). Esse tipo de produção textual consiste em histórias ficcionais escritas por fãs, redigidas com base em um referencial como livro, filme, novelas, desenhos, histórias em quadrinhos, mangás ou até mesmo bandas e cantores.

Vargas (2005, p.21) traz a seguinte definição:

A fanfiction é (…) uma história escrita por um fã, envolvendo os cenários, personagens e tramas previamente desenvolvidos no original, sem que exista nenhum intuito de quebra de direitos autorais e de lucro envolvidos nessa prática. Os autores de fanfiction dedicam seu tempo a escrevê-las em virtude de terem desenvolvido laços afetivos fortes com o original (…).

De acordo com Félix (2008), o surgimento dessa prática ocorreu nos séculos XVII e XVIII, quando foram publicadas diferentes versões de obras como Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, e Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes.

No Brasil, o fenômeno fanfiction foi iniciado por intermédio das fanzines, revistas feitas por fãs cujo conteúdo abrange determinado tema ou produto cultural. Essas revistas eram vendidas em bancas de jornal ou enviadas por correspondência entre os fãs. Havia, então, uma colaboração entre fãs para a produção de uma obra artística.

A interação entre os fãs, bem como a veiculação dessas obras, era consideravelmente limitada, por ocorrer apenas no meio impresso. Depois do surgimento da internet, os escritores de fanfictions encontraram o espaço ideal para a publicação e a formação de comunidades com outros fãs.

Vários websites, atualmente, constituem um ambiente altamente dinâmico e interativo para a leitura e escrita dessas narrativas ficcionais. Neste trabalho, serão destacados alguns excertos de fanfictions publicadas em sites de notável popularidade no Brasil: Wattpad, Nyah! Fanfiction e Fanfic Obsesssion.

2. O FENÔMENO FANFICTION E A CIBERCULTURA

O sociólogo André Lemos (2003, p.11) define cibercultura como “a cultura contemporânea marcada pelas tecnologias digitais”. Da efusão comunicativa possibilitada por essa cultura digital, surgem novos gêneros e possibilidades discursivas. As relações sociais também se reconfiguram com a formação de comunidades virtuais.

“As práticas comunicacionais da cibercultura são inúmeras e algumas verdadeiramente inéditas”, afirma Lemos (2003, p. 15). No que tange ao fenômeno fanfiction, é fácil perceber que a internet é o âmbito perfeito para a divulgação, leitura, escrita e discussão das produções textuais, já que constitui um espaço dinâmico, interativo e repleto de possibilidades comunicativas.

Uma das leis da cibercultura expostas pelo sociólogo denomina-se “Liberação do pólo da emissão”, que consiste na emergência de vozes e discursos que, anteriormente, seriam reprimidos pela seleção de informação feita pela mídia de massa. Cabe ressaltar que, em sua condição de incubadora de instrumentos de comunicação, a internet não pode ser entendida como uma mídia de massa, já que as práticas dos utilizadores não estão ligadas a uma só ação, como ocorreria, por exemplo, com a televisão. Quando alguém diz que “está na internet”, há uma variedade enorme de possibilidades para essa ação, sem que haja um vínculo estreito entre o instrumento e a prática (LEMOS, 2003).

Assim, com a emergência de vozes proporcionada pela cibercultura, abre-se espaço, na internet, para a expressão escrita de jovens que, em outro meio comunicativo, possivelmente não teriam espaço para serem lidos e ouvidos.

Nesse viés, cabe destacar o caso do website/aplicativo Wattpad, criado em 2006. Seu acesso se dá tanto pelo computador quanto pelo celular, por meio de um aplicativo gratuito. Para publicar um livro, o autor não possui mais a obrigatoriedade de submeter o trabalho a uma editora. A ideia principal do Wattpad é criar um espaço virtual para a auto publicação, permitindo que o autor seja também o editor de suas obras.

Esse exemplo acentua ainda mais a questão da liberação do pólo da emissão. A internet ampliou o espaço e a emergência de vozes em relação à leitura e à escrita, bem como propiciou a utilização de uma grande diversidade de recursos multimodais.

É justamente nesse contexto que a produção de fanfictions se configura. No âmbito da internet, há espaço não apenas para o compartilhamento dessas histórias, mas para a discussão acerca delas. Leitor e autor, ainda que estejam geograficamente distantes, têm a possibilidade de interagir com a proximidade comunicativa que o meio virtual oferece.

3. A INTERTEXTUALIDADE EM FANFICTIONS

Koch & Elias (2008, p.86) afirmam que a intertextualidade “ocorre quando, em um texto, está inserido outro texto (intertexto) anteriormente produzido, que faz parte da memória social de uma coletividade”. Nesse sentido, entende-se que todo texto produzido em um determinado contexto social possui intertextualidade, já que o indivíduo constitui seus discursos com as experiências e vivências que acumula ao longo da vida. Ou seja, o discurso é constituído sempre com base em diversos discursos anteriores.

Por ser um tipo de texto que possui como referência uma determinada obra ou produto cultural, a fanfiction pode ser entendida como um discurso intertextual por excelência. Nesse tipo de escrita, muitos elementos dialogam intimamente com os elementos presentes no texto original. Os personagens, situações e ambientes nela descritos são inspirados em um texto anterior, que por sua vez, também recebeu influência de muitos outros textos. Assim, tanto a leitura quanto a escrita das fanfictions (ou fanfics, na forma abreviada da palavra) dependem de discursos anteriores internalizados pelo leitor ou escritor da obra.

Em alguns casos, o criador de fanfiction opta por tomar como base mais de uma obra para compor a trama de sua história. Esse tipo de fanfic, na qual diferentes universos ficcionais se misturam, é denominado Crossover, do inglês, cruzamento. A Figura 1, a seguir, retirada do site Nyah!Fanfiction, exemplifica bem a fanfic Crossover, na qual a intertextualidade se apresenta de forma ainda mais acentuada:

Figura 1 – Fanfic Crossover

Fonte: Disponível em Nyah!Fanfiction

A autora dessa fanfiction utilizou duas obras como base para a criação de seu texto: os livros ou filmes de Crônicas de Nárnia e de Harry Potter. Na imagem que serve como capa e chamariz para sua história, a autora já explicita essa junção de universos ficcionais ao unir as fotos dos atores que interpretam, nos filmes, os protagonistas dessas duas obras. Assim, essa escritora propõe uma obra repleta de intertextualidade, já que sua história contém personagens e cenários de dois universos ficcionais diferentes.

4. OS FANDOMS E A PRÁTICA SOCIAL DISCURSIVA

Segundo Fairclough (2008), o discurso é o uso da linguagem como forma de prática social e não como atividade puramente individual. O discurso, nesse sentido, contribui para estabelecer relações sociais entre as pessoas. Um de seus efeitos é a construção de identidades sociais.

No fenômeno fanfiction, essa construção de identidades sociais que permeia o discurso acontece por intermédio dos fandoms.

Fandom é uma palavra advinda do inglês “Fan Kingdom”, que significa “Reino dos Fãs”. Os fandoms são comunidades de fãs de determinada obra literária, televisiva ou cinematográfica. Os fãs unem-se nos fandoms movidos por um interesse em comum: comentar, produzir e discutir tudo o que for relacionado ao objeto de sua admiração.

No discurso dos fãs, há diversas marcas identitárias que permitem que eles se reconheçam entre si. Isso resulta na criação de uma linguagem própria, que dificilmente será plenamente compreendida por pessoas externas ao fandom.

A formação dessas comunidades na internet permite uma interação social globalizada, veloz e dinâmica. Em todos os sites de fanfictions, há um espaço destinado a comentários sobre os textos publicados. Os escritores recebem constantemente opiniões, sugestões e críticas sobre seu trabalho. Assim, há um constante diálogo virtual não apenas entre os fãs, mas entre leitor e escritor. O caráter interativo dessas relações acentua-se ainda mais nas chamadas “fanfics interativas”, conforme as figuras a seguir ilustram:

Figura 2 – Fanfic interativa

Fonte: Disponível em Fanfic Obsession

Nesse tipo de fanfiction interativa, o leitor participa da história informando alguns dados, como nome, cor dos olhos, nome do melhor amigo, etc. Essas informações constarão na narrativa como se o próprio leitor fosse o personagem principal, o que faz com que ele se sinta parte integrante da história.

Essas imagens também exemplificam como as marcas identitárias dos fandoms são reveladas. O termo “filha de Eva” só pode ser compreendido por aqueles que possuam alguma familiaridade com o universo ficcional criado por C.S Lewis nos livros da série Crônicas de Nárnia. Há termos e expressões que os fãs usam entre si e que servem para afirmá-los como indivíduos integrantes de uma determinada comunidade.

5. A PRESENÇA DA MULTIMODALIDADE NO FENÔMENO FANFICTION

No artigo “Globalização e tecnologias: uma perspectiva multimodal da linguagem”, Vieira (2015) aponta para a reconfiguração da linguagem que ocorreu com o advento da sociedade de informação e da sociedade em rede. Tal reconfiguração é evidenciada pelo uso de diversas formas multimodais para a construção do significado no discurso.

Cabe ressaltar a visão de Kress e Van Leewen (2006), defensores da Teoria Multimodal do Discurso. Segundo eles, as novas tecnologias geraram o surgimento de uma linguagem híbrida, composta por palavras, imagens, cores, sons e movimentos. Logo, o uso da linguagem multimodal tende a se tornar dominante.

A Gramática do Design Visual (GDV), elaborada por esses dois autores, possibilita um estudo amplo da linguagem em seus variados modos. Gualberto (2016, p. 65) faz um estudo objetivo da GDV, começando por uma explicação sucinta: “Nessa teoria, eles [Kress e Van Leewen] consideram as imagens como estruturas sintáticas passíveis de análises assim como é feito na linguagem verbal.” Nesse sentido, os autores trabalham com a ideia de que as imagens produzem sentidos que podem ser analisados no discurso.

A Gramática do Design Visual pode ser muito útil no estudo das fanfictions, já que um aspecto de muita notoriedade em relação a essas obras ficcionais é o caráter multimodal que carregam. Ramalho e Silva (2012, p.8) trazem a seguinte definição: “Consideramos como multimodalidade discursiva a coexistência de sistemas de signos imagéticos e recursos linguísticos gráficos que integram um mesmo espaço textual, de modo a demandar operações cognitivas complexas no corpo da mensagem.”. No universo virtual das fanfictions, o domínio da linguagem multimodal pode ser facilmente constatado. No site Wattpad, os leitores têm acesso a um tipo de estante virtual, com a exposição das capas de cada fanfic. A responsabilidade de chamar a atenção do leitor recai, majoritariamente, sobre o trabalho imagético que o autor exerceu na divulgação de sua história. Como não há exposição de sinopses da história, é a imagem que convida, pelo menos em um primeiro momento, os leitores a se interessarem por determinada fanfiction.

Na Gramática do Design Visual, “busca-se descobrir como a imagem se coloca para seu observador – de forma imponente, convidativa, distante, superior, formal, pessoal, entre outras.” (GUALBERTO, 2016, p.67). No caso das fanfictions, a imagem da capa é criada, geralmente, pelo próprio autor da história, e busca aproximar o leitor do universo ficcional que será apresentado, convidando-o à leitura. Assim, os autores-internautas utilizam fotos e imagens que sejam representativas do universo ficcional no qual a história se ambienta, a fim de atrair os fãs de determinado produto cultural, a exemplo da Figura 3:

Figura 3 – Capas de fanfics no Wattpad

Fonte: Disponível em Wattpad

A fusão de palavras, imagens, cores, som e movimento é constante nesse tipo de produção textual. Um recurso muito utilizado nas fanfictions é o de expor fotos que mostrem os atributos físicos dos personagens que compõem as obras, conforme se pode observar nas imagens a seguir:

Figura 4 – Excerto de fanfiction

Fonte: Disponível em Nyah!Fanfiction

Figura 5 – Foto da personagem

Fonte: Disponível em Nyah!Fanfiction

Quando o internauta clica no nome do protagonista (“Tis”), imediatamente aparece uma foto que mostra como o escritor imaginou que seria a constituição física desse personagem. Esse recurso imagético pode poupar o escritor de fazer longas descrições sobre o cenário e os personagens de sua história, além de passar uma ideia exata daquilo que foi imaginado por ele. Por isso, essa prática multimodal é amplamente utilizada nos websites. Outro claro exemplo da presença da multimodalidade em fanfictions é a junção de texto escrito e música. Muitos autores optam por indicar ao leitor a música que devem escutar enquanto leem a história. Assim, o sentido do texto é complementado por uma trilha sonora que lhe acrescenta ainda mais possibilidades semióticas.

Figura 6 – Fanfiction com trilha sonora

Fonte: Disponível em Fanfic Obsession

Para divulgar suas obras e chamar a atenção dos leitores, alguns escritores de fanfic empenham-se em fazer vídeos que servirão como uma espécie de “trailer” para a história que será narrada. Esses vídeos geralmente são expostos na plataforma de vídeos que possui maior popularidade entre os internautas: o Youtube.

Figura 7 – Trailer de Fanfic

Fonte: Disponível em Youtube

Dessa forma, a união entre texto escrito, imagem, som e movimento origina um discurso totalmente inserido no campo da multimodalidade.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Atualmente, a sociedade está imersa em um contexto tecnológico dotado de extrema multiplicidade de informações e de modos comunicacionais. Diante desse quadro, faz-se necessário o estudo das novas práticas discursivas para uma compreensão mais ampla do sujeito pós-moderno e suas relações com o mundo. O uso de instrumentos tecnológicos avançados modificou os padrões discursivos e permitiu o desenvolvimento de outros gêneros e de outras práticas, conforme aponta Vieira (2015). Esse artigo inicial apresentou sucintamente uma dessas novas práticas advindas da crescente informatização da sociedade. O fenômeno fanfiction, apesar de não ser muito estudado no Brasil, é uma prática social do discurso em ascensão que possui teor semiótico muito rico. As possibilidades de estudo da linguagem nessa área são múltiplas, e esse trabalho visou apresentar algumas das possibilidades de análise discursiva relacionadas a esse tema. É evidente que, com a reconfiguração da sociedade em uma cibercultura, o ambiente escolar também foi profundamente afetado. As novas tecnologias fundem-se ao cotidiano dos estudantes e geram desafios para os professores. O ensino escolar, atualmente, deve capacitar o aluno a registrar ideias e conceitos nas diversas mídias que fazem parte do cotidiano do jovem. É necessário que o aluno saiba expor ideias com o uso dos diversos suportes tecnológicos (SILVA, 2013). Desta forma, o estudo da fanfiction como prática digital de leitura e escrita pode ser uma excelente ferramenta escolar para promover letramentos e incentivar a produção e leitura de textos, sejam eles visuais, sonoros ou escritos. Observa-se que o ensino de língua portuguesa nas escolas ainda reflete, de forma geral, certo engessamento, além de priorizar o ensino de gêneros textuais específicos, como as redações dissertativas. Trazer para a sala de aula a possibilidade de trabalhar com a escrita de ficção, considerando sua inserção no âmbito da intertextualidade, é algo que pode contribuir grandemente para uma aprendizagem mais dinâmica, permitindo uma educação contextualizada com o modo de vida dos estudantes. Assim, urge a necessidade de que o estudo das fanfictions seja ampliado e inserido nas práticas sociais escolares. No vasto universo das ficções de fãs, há ainda muitos aspectos a serem explorados.

REFERÊNCIAS

ARAÚJO, Júlio César. e COSTA, Nonato. Momentos interativos de um chat aberto: a composição do gênero. In: Araújo, Júlio César (org.) Internet e ensino: novos gêneros outros desafios. RJ: Lucerna, 2007.

FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e mudança social. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2008.

FELIX, T.C. O Dialogismo no universo fanfiction: uma análise da criação de fã a partir do dialogismo bakhtiniano. In: Revista ao pé da letra, v.10.2, 2008, p.119-133.

GUALBERTO, Clarice Lage. Multimodalidade em livros didáticos de língua portuguesa: uma análise a partir da semiótica social e da gramática do design visual. Tese (doutorado). Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Letras, 2016.

KRESS, G.; VAN LEEUWEN, T. Reading images: The Grammar of Visual Design. London: Routledge, 2006.

KOCH, I. V e ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto. 2 a ed. 2 reimpressão. São Paulo: Contexto, 2008.

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RAMALHO, Viviane. Ensino de língua materna e Análise de Discurso Crítica. Bakhtiniana. Revista de Estudos do Discurso, v. 7, 2012, p. 178-198.

SILVA, Denize Elena Garcia & RAMALHO, Viviane. Discurso, imagem e texto verbal: uma perspectiva crítica da multimodalidade. Revista Latinoamericana de Estudios del Discurso, v. (1), 2012, p. 7 – 29.

SILVA, Patricia Konder Lins e. A escola na era digital. In: Vivendo esse mundo digital: impactos na sáude, na educação e nos comportamentos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2013. p 137-145.

SIQUEIRA, Márcio André Padrão de. A desconstrução da fanfiction: resistência e mediação na cultura de massa. Pernambuco, 2008.

VARGAS, Maria Lúcia Bandeira. O fenômeno fanfiction: novas leituras e escrituras em meio eletrônico. Passo Fundo: Universidade de Passo Fundo, 2005.

VIEIRA, Josenia Antunes; PAGLIUCHI, Regina Célia da Silveira; MAGALHÃES, Célia Maria et al. Olhares em análise de discurso crítica. Editora: Josenia Antunes Vieira. – Brasília: CEPADIC, 2009. Disponível em: www.cepadic.com, 2009.

VIEIRA, Josenia. Introdução à Multimodalidade: Contribuições da Gramática Sistêmico – Funcional, Análise de Discurso Crítica, Semiótica Social. Josenia Vieira e Carminda Silvestre (org.). Brasília: CEPADIC, 2015.

[1] Mestranda em Linguística.

[2] Orientadora- Doutorado em Lingüística; Mestrado em Lingüística; Graduação em Letras/Português.

Enviado: Julho, 2019.

Aprovado: Agosto, 2019.

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