A Influência da Psicomotricidade no Desenvolvimento do Aluno Autista na Escola

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A Influência da Psicomotricidade no Desenvolvimento do Aluno Autista na Escola
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SOUSA, Patrícia Ribeiro de [1], MACIEL, Rosana Mendes [2]

SOUSA, Patrícia Ribeiro de; MACIEL, Rosana Mendes. A Influência da Psicomotricidade no Desenvolvimento do Aluno Autista na Escola. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 01, Vol. 02, pp. 69-84, Janeiro de 2018. ISSN: 2448-0959

RESUMO

O autismo é uma síndrome com manifestações típicas presentes desde o nascimento. Apresenta como uma das características principais a dificuldade de socialização. Entretanto, a criança com o transtorno “autista’’ apresenta diferentes níveis da síndrome e transtorno, uma vez que a criança autista apresenta comportamento específico. O objetivo da pesquisa foi analisar a influência da psicomotricidade no desenvolvimento do autista na escola. A pesquisa escreveu-se como um estudo de revisão de leitura. Por fim, conclui-se que as crianças autistas procuram viver em um mundo diverso das crianças que não apresenta essa síndrome, pois não conseguem controlar o jeito como, olhar dentro dos olhos, com isso dificultando estabelecer contato e característica de uma sociedade.

Palavras-Chave: Educação Psicomotora, Autismo, Educação.

1. INTRODUÇÃO

A pesquisa declarou a temática  sobre a influência  da psicomotricidade no desenvolvimento  do aluno autista na escola. A dificuldade Autista via de regra é um severo desiquilíbrio e crescimento infantil, que apresenta  um panorama de malefícios na relação social na comunicação e função lúdica (APA, 2002, RUTTER 2005).[3]

Conforme entendimento de alguns autores o autismo pode ser comparado como uma síndrome  comportamental com etiologias significante podendo ocorrer alguns distúrbios  neurológicos genéticos  cognitivas encontradas nas crianças portadoras do autismo.[4]

Atualmente o autismo é considerado uma psicose, fazendo parte dos transtornos globais do desenvolvimento (APA, 2002), os pesquisadores procuraram delinear  critérios diagnósticos através de análise  e descrição  clínica de casos descobrindo características comportamentais e psicológicas constadas nas crianças. [5]

O interesse nesta pesquisa deu origem na atuação de estagiária na  disciplina Estágio Supervisionado  para o curso de Educação Física, onde  tive a oportunidade  de relacionar-se e ao mesmo tempo acompanhar sua realidade  vivenciada com os alunos  autistas da Associação dos Pais e Amigos  Excepcionais  – APAE, e buscando conhecer as habilidades  psicomotoras  do aluno autista nas aulas de Educação Física[6]

O objetivo  geral da pesquisa foi analisar a  influência da psicomotricidade no crescimento  do aluno autista na escola, mais especificamente:  analisar o comportamento de uma criança  autista no desenvolvimento das aulas de Educação Física, observar  o desenvolvimento  e a interpretação psicomotora da criança  nas aulas  de Educação Física e averiguar o  processo de desenvolvimento  de socialização do autismo.

1.4 Metodologia

O estudo foi desenvolvido por meio  de uma pesquisa  bibliográfica. Esta pesquisa   visa apresentar o contato direto com o pesquisador e todo contexto mencionado, escrito, publicado  (MARINA  DE ANDRADE  MARCONI, EVA MARIA LAKATOS 2013). Dessa forma, a pesquisa  bibliográfica analisa o tema de forma a alcançar um novo enfoque ou abordagem chegando a conclusões inovadoras, em artigos  publicados na última década,  na base de dados:  scielo e google acadêmico. As palavras-chaves  utilizadas foram: educação psicomotora,  autismo e Educação Física. O estudo  foi desenvolvido  no período de fevereiro a novembro  de 2017, no qual os materiais foram lidos, comparados e debatidos  para elaboração  do trabalho.[7]

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

2.1 TIPOS DE AUTISMO

Os comportamentos atípicos que caracterizam esta síndrome se manifestam de maneira heterogênea com diferentes níveis de gravidade.

Estas reações anormais que caracterizam esta síndrome e se apresenta de forma heterogênea com diversos níveis relevantes. Existem varias crianças que comunicam com as outras e também aquelas sem nenhum contato coletivo, dificuldade em se relacionar. Entretanto algumas podem apresentar um quadro de retardo mental e outro quociente  intelectual com uma alteração média normal (LAMPREIA, 2004; BEJEROT, 2007).  Estas crianças podem manifestar reações preocupantes aos familiares e também aos profissionais a suspeita de problema auditivo, vindo apresentar importante atraso em sua fala quando os chocalhos são balançados. Ademias, outros sinais de comunicação encontrado nestas crianças são: dificuldade em raciocinar, coordenação motora, em sua fala, sem controle das atividades diárias, tomar banho, escovar os dentes enfim o próprio controle corporal.[8]

A criança com autismo apresenta movimentos estereotipados, balança as mãos, corre de um lado para o outro, insiste em manter determinados objetos consigo, fixa somente numa característica do objeto, apresenta atraso no desenvolvimento da coordenação motora fina, grossa e de linguagem, demora em adquirir o controle esfincteriano e habilidades da vida diária, como comer com a colher, abotoar a camisa ou sentar. Também não apresenta autocuidado como tomar banho sozinho, escovar os dentes, se proteger do fogo, atravessar a rua.

A criança  autista mesmo apresentando todos estes problemas mencionados acima não significa que elas não interagem com os demais. Sua comunicação via de regra, são para regular sua relação com a sociedade, muitas pode manifestar diversos comportamentos e até mesmo desenvolver formas de reação inesperada como por exemplo: alteração em seu estado emocional agressivo aos que convive e a si próprio, como meios de chamar atenção, uma vez que, falta discernimento e capacidade motora e intelectual.[9]

Conforme Almeida (2010,  p. 16-17) os tipos de autismo que vale destacar são:

  • A síndrome de Rett, é um descontrole  neurológicos que se manifesta exclusivamente em crianças do sexo feminino, afetando  progressivamente  as coordenações motoras e intelectuais, provocando  distúrbios de comportamento e dependência no convívio social.
  • Ela aparece após o 18ª  mês de vida (CID-10, F84. 2);
    Transtorno Desintegrativa da Infância ou Síndrome de Heller é diagnosticado na infância ou adolescência.  Até os dois primeiros anos de vida seu desenvolvimento aparentemente não apresenta nenhum sintoma claro ao diagnóstico doméstico, seu relacionamento e comportamentos são compatíveis com sua idade
  • Assim, a partir do terceiro ano de vida, destas crianças perdem significativamente as habilidades já adquiridas nos primeiros anos de vida sendo que muitas delas perde de forma expressiva sua coordenação motora (antes dos 10 anos), em pelo a linguagem expressiva e receptiva são uma das primeiras a ser prejudicadas, suas habilidades também é afetada e até mesmo o comportamento adaptativo e o controle esfincterianos.
  • Entretanto, a Asperger, é uma síndrome do aspecto  autista, mas é diferente do autista clássico de Kenner por, no que tange ao desenvolvimento global, já que não monstra nenhum atraso cognitivo ou similar ao da linguagem.
  • O Transtorno Global do Desenvolvimento sem diferente classificação ou autismo atípico, são crianças comparadas com quadro do TIB, porque apresenta reação semelhante aos do autismo clássico, sendo que este indício pode apresentar distintamente ou ausentes (CID-10, folhas 84 a 90). [10]Ademais, as semelhanças do autista e entendimento dos processos  executório de compreensão, aprendizado, controle emocional, participação com influencia dos suas crises nos procedimentos contínuo de sua composição, de sua vulnerabilidade emocional semelhante que diferencia o discente autista que precisa de processo crescente de sua inserção na sala de aula,  percebido  através da intervenção inteligente visando sua adaptação.[11]Por fim, a cooperação dos estudantes autista de sua turma, de modo geral é considerado um percentual abaixo da média conforme alguns autores. O autismo DSM-IV-TR pertence a está categoria conforme entendimento (Associação Psiquiátrica Americana APA 2002) considerado como uma dificuldade global do desenvolvimento limitado em algumas atividades restritas a estas crianças, porque seus interesses como o de uma criança normal. [12]Todavia, proporcionar às crianças com autismo interação e a convivência e ao mesmo tempo possibilitar estímulo à mesma faixa etária as suas capacidades e o isolamento sucessivo. O transtorno  autista é aquele que compromete  o desenvolvimento global de um autista, ficaram constatado diversas dificuldades em sua comunicação, relação no desempenho das crianças nos três primeiros anos de vida conforme estabelece o (DSM-IV-TR,  2002).[13]Essas pesquisas confirmam que o transtorno autista é similar quanto ao crescimento das crianças com transtorno semelhante ao desenvolvimento infantil específico, com intuito de identificar a ocorrência distinta na evolução da análise.Segundo Hobson 2002, este estudo demonstra uma expansão muito importante, ademais, podem ocorrer alguns danos de origem primária localizado no lapso inerente a falta de vínculo carinhoso dessas crianças. Entretanto, ainda há conectividade sensível decisivo e natural eloquente.[14]Por tanto, há pratica possibilitando também aos autistas avançar na compreensão, uma vez que, a aptidão influência acerca da atuação e desempenho (HOBSON, LEE,  E MEYER, 2006).[15] Ademais, a sua conectividade afetiva é uma forma fundamental ao desenvolvimento. A pesquisa visa de forma distinta o acompanhamento do crescimento da criança com disturbo.[16]

    Conforme o DSM-IV-TR (2002), o transtorno autista se enquadra como os transtornos globais do desenvolvimento são estabelecidos por meio de um dano chamado tríade que tem início em 3 essenciais campos: relação social, chegando apresentar complexidade ampla em dar início e manter um relacionamento com as crianças e as pessoas ao seu redor mostrando deficiência considerável em seu discernimento expressivo e desempenho de atuação expansiva não oral e verbal. Outrossim,  através da pesquisa sobre o caso em tela o desenvolvimento  da linguagem  e esclarecimento em senário social,  princípios que indica o processo clínico e didático. [17]

    Ela gerou, através de estudos sobre o desenvolvimento da linguagem e da comunicação em contextos sociais, princípios que orientaram a prática clínica e educacional. [18]

    A atividade corporal assemelha de maneira expressiva para beneficiar as pessoas com incapacidade, pode apresentar diversos avanços e modificações patológicas. A função de exercício físicos e esportivos em crianças autista, vem sendo realizado pesquisas nos últimos 20 anos as vantagem do alto benefício da educação física na preocupação neste estudo e a falta em grupos pequenos. [19]

    2.2 Desenvolvimento dos Aspectos Psicomotores da Criança nas Aulas de Educação Física

    Todavia, a educação física é um campo  que engloba aspectos biológicos, sociológicos, psicológicos e culturais  e o vínculo entre eles, vindo apresentar um papel importante  no desenvolvimento motora no que tange o desenvolvimento intelectual, em sociedade e de forma afetiva (STRAPASSON, CARNIEL, 2007).[20]

    Neste sentido,  podemos afirmar que as aulas de exercício físico têm  como finalidade promover procedimento as pessoas com necessidade especial, proporcionando a elas interação adequada no meio em que estão convivendo.

    Conforme o entendimento da GORLA (2001), o exercício físico é essencial que ocorra uma intervenção com intuito que estas crianças com autismo  não permaneçam com dificuldade  cognitiva, psicomotoras, afetivas,  e de interação, ficando claro que a educação física é uma ferramenta relevante capacidade de fortalecer a socialização e a inserção das crianças autistas, facilitando o desenvolvimento. [21]

    O profissional de Educação Física, então, deve utilizar atividade baseando- se no que a criança gosta ou não impondo algo que ele nunca teve contato ou não gosta, acrescentando-as gradativamente conforme a criança for se adaptando (MARQUEZE, MAVAZZI, 2011).[22]

    Para Tomé (2007), o profissional de utilizar coerentes com a realidade da criança, caso contrário pode dificultar a aprendizagem e até mesmo causar frustração. Faz-se necessário, desta forma, um local que não tenha muito estímulo visual e auditivo, pois o aluno pode-se distrair e perde o interesse na atividade. As atividades devem ser selecionadas conforme a idade cronológica, atividade com começo, meio e fim, tais como circuito com obstáculos, transposição e estático, saltos, lançamentos e jogos de bola ajuda na aquisição motora.[23]

    Tomé (2007), por sua vez, afirma que uma aula de educação física para estas crianças não deve ter ênfase com regras, gincanas, jogos imaginários, dificultam a aprendizagem e causam frustrações no aluno uma vez que ele não tem facilidade, a priori, em distinguir o real do imaginário.[24]

    Para o autor acima, este grupo identifica-se mais com atividades cíclicas como natação, Cooper, bicicleta ergométrica, musculação, atividades em circuitos, ginasticas, atividade de relaxamento, utilização de músicas e atividades coerentes com a cultura da comunidade em que vivem, além de compreenderem a atividade de modo mais fácil através da demonstração do que pela fala.[25]

    A implantação da educação física, no programa de ensino par autistas possibilita um melhor desenvolvimento das habilidades sociais, melhora na qualidade de vida. No início da aprendizagem é necessário conhecer cada aluno individualmente, suas habilidades motoras, interesse e capacidades comunicativas. (TOMÉ ,2007). [26]

    Dessa forma.  o programa de educação física não deve somente ser concentrado no ensino do movimento técnico, mas na aprendizagem social no auxiliar para o avanço motor e qualidade de vida é essencial conversar com a família para compartilhar interesse e expectativas em relação atividades, saber como o aluno se comporta em caso o que gosta de fazer e como se movimenta, obtendo uma avaliação do comportamento em sua casa e proporcionar situações na escola para coleta de informações como: exploração da capacidade motora do aluno o estimula cognitivo, os níveis de segurança em resolver problema motora, níveis estruturais necessários para outra orientação, grau e atenção sem muita ajuda do instrutor, níveis de pensamento concreto motivação e interesses direto (LABANCA, 2000; VATAUK, 1996).[27]

    A seleção de atividades deve ser adequada à idade cronológica, resultados das avaliações e compatível com a cultura social, o método de circuito com obstáculo, subida e decida transposição de objetos (plinto, pneu e arcos), mudanças de direção, equilíbrio dinâmico e estático, saltos, lançamento, jogos de bolas (chute ao gol, arremesso a sexta de basquete, arremesso de gol do handebol, vôlei, rolar, agarrar, esquivar e kicar entre outras) com começo meio e fim indicadas auxiliam na aquisição de habilidades motoras (LABANCA, 2000).[28]

    A resolução de problemas do ambiente, percepção visual, auto percepção e estimulo cognitivo e outros métodos, com características a desenvolver e estimular a aprendizagem devem ser inseridos no ensino como: situações livres com exploração de materiais, estímulos a comunicação e sensações são necessários para auxiliar no desenvolvimento  (NILSSON, 2003). [29]

    O professor de Educação Física para pessoas com autismo está envolvido no processo de aprendizagem e socialização, não deve priorizar questões de aprimoramento físico, mas auxiliar no vasto conjunto de interações sociais comunicação e comportamento (Tomé, 2007).[30]

    O profissional  de Educação Física, então, deve utilizar atividade levando em consideração que a criança deseja podendo estabelecer algo que jamais teve contato  ou não gosta, acrescentando-as de forma gradual a sua adequação  (MARQUEZE MAVAZZI, 2011).[31]

    Conforme Tomé (2007), o profissional  deve utilizar  coerência com a realidade da criança, caso contrário poderá ocasionar dificuldade a seu aprendizado e até mesmo causar frustração. Outrossim, faz-se oportuno a maneira e a forma, de um lugar que não tenha muito estímulo auditivo e visual, porque estes alunos têm oportunidade de se distrair e perde o interesse nos exercícios físicos. Estes exercícios podem ser selecionados por meio da faixa etária, estas atividades têm início, meio e fim, como por exemplo: circuito com obstáculos, lançamento e jogos de bola contribui para o desempenho da coordenação motora.[32]

    Tomé (2007), afirma que os exercícios físicos destas crianças com autismo não permitem ênfase com regras, gincanas, brincadeiras imaginárias, assim esses alunos demonstram dificuldade em desenvolver o aprendizado, facilitando com isso o discernimento do mundo real e do imaginário. Para o autor mencionado acima, esta classe tem afinidade com atividades cíclicas, como bicicleta ergométrica, natação, Cooper, musculação, exercícios em circuitos, ginasticas, exercícios de relaxamento, aplicação de meio musical e exercício compatível com sua classe em convívio social, além disto, entender o exercício de maneira acessível usando os meios adequados ao invés da fala. A introdução do exercício físico estabelece no programa de ensino para o  autismo proporcionando um melhor desempenho das habilidades e a sua socialização buscando uma excelente condição de vida. Portanto, o início da aprendizagem é essencial para o conhecimento do estudante de forma individual, sua coordenação motora, o interesse e capacidades do aluno autista.[33]

    2.3 Desenvolvimento Socialização da criança autista

    Segundo Scott Goodman é essencial que o autismo estabeleça falsas interpretações, ou seja, o bloqueio em interagir com os outros a carência em compartilhar emoção e gerando obstáculo (GOODMAN; SCOTT, 1997).[34]

    Muitas vezes, a criança que tem autismo aparenta ser muito afetiva, por aproximar-se das pessoas abraçando-as e mexendo, por exemplo, em seu cabelo ou mesmo beijando-as, quando na verdade ela adota indiscriminadamente esta postura, sem diferenciar pessoas, lugares ou momentos.

    Os distúrbios, na interação social, dos autistas podem ser observados desde o início da vida. Com autistas típicos, o contato “olho a olho” apresenta-se anormal antes do final do primeiro ano de vida. Muitas crianças olham de canto de olho ou muito brevemente.

    As crianças com autismo apresentam ser carinhosas e atenciosas com os outros, elas mostram seu carinho com as pessoas abraçando, beijando e chegando muitas das vezes a mexer nos cabelos, adotando uma conduta própria sem escolher momentos ou lugares.

    Todavia, esta pesquisa fica evidente que todas as crianças com autismo que possui o distúrbio desde seu nascimento. O autista típico, não é normal quanto ao contato “olho a olho”, apresentando este sintoma antes de completar um ano de vida. Algumas crianças olham de canto de olho de forma muito rápida.  Um número amplo de crianças não apresenta aspecto de antecipar situações ao pego por seus pais, no colo fica fácil constatar precocemente esta reação, depois recebem os diagnósticos de autismo, demonstrando ausência de iniciativa, curiosidade ou conduta explorativa, enquanto bebês (RODRIGUES, 2006).[35]

    Entretanto, é comum que os pais de criança autista relatam que seus bebês são “felizes, enquanto eles estão sozinhos”.

    Ademais, os autistas possuem uma característica muito interessante com estilo próprio de se relacionar usando seus pais, quanto deseja alguma coisa, vale frisar que eles são dependentes dos pais como por exemplo: pega a mão de sua mãe, ao invés de usar sua mão para abrir uma porta (RODRIGUES. 2006).[36]

    Desta forma, eles têm dificuldades de expressar a sua fala. Esta deficiência inclui também linguagem corporal,  gestos, expressões faciais e movimento e modulação verbal (GODMAN; SCOTT. 1997).[37]

    Para tanto, existe uma grande variação possível rígida do autista, alguns não tem dificuldade na linguagem verbal e na comunicação por qualquer outro meio, incluindo ausência do uso de gesto, e quando usa esta modalidade é de forma muito deficiente, falta de expressão facial ou expressão facial incompreensível  para outros, existe outras crianças que apresenta uma linguagem verbal esta é repetitiva e não comunicativa (MAZET; LEBOVIC. 1991).[38]

    Vale destacar, que muitas crianças com autismo expressam de forma verbal, repetindo somente o que ouviu outra pessoa falar. Este acontecimento é conhecido como ecolalia imediata. Existem outros autistas que escuta umas frases e começar a repetir há horas e dias,  tem alguns que possui inteligência normal chegando a usar frases de outra pessoas, que escutou há alguns dias e fica repetindo de maneira correta conforme o contexto, via de regra nestas situações o tom da voz só é estranho e pendente (MAZET; LEBOVICI, 1991).[39]

    Conforme Mello (2001), ocorre desvio na qualidade imaginária, define por  rigidez e inflexibilidade chegando a afetar varias áreas do pensamento, como a linguagem e a conduta deles. Sendo explicada por meio de conduta compulsiva e ritualísticos,  compreensões exatas da linguagem, chegando a ocorrer ausência de concordância e deficiência em processo inovador.[40]

    Vale frisar, outro ponto importante sobre o autista é a deficiência percebida como meio de brincadeira carente de criatividade e na análise própria de um objeto e brinquedo visualmente. Estas crianças apresentam bloqueio em seu discernimento e uso gestual e voz. A partir do inicio  de “faz-de-conta” e delimitação social, bastante analisado o crescimento de uma criança normal, é ausente ou imaginário. Algumas crianças que tem autismo passam horas analisando a densidade de objeto, brinquedo ficando fascinado com objeto ou componente fora do comum para uma criança, como cabelo ou zíperes. Por fim, crianças  com autismo tem dificuldade intelectual a ponto de fixar a própria idade, animais pré-históricos e até mesmo calendário, chegando a confundir em algumas situações o alto nível intelectual (MELLO, 2001).[41]

    Ademais, existe transformação de prática diária em casa, limpeza de móveis e de trajeto estas situações incomodam muito estas crianças. Além de tudo isso os autistas permanecem com hábitos e costumes exclusivamente deles.  É comum insistirem com certa locomoção, (movimentos estereotipados), rodopiar e mexer com as mãos. Elas gostam, brincadeiras de ordenamento, alinhando objeto. Assim, algumas atividades ou acordos, se cogitam que os movimentos estereotipados se relacionam a particularidade mencionada por último, porque este comportamento acontece em dias e horários fixos (MAZET; LEBOVICI).[42]

    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    Contudo, conclui-se  que as reações atípicas das crianças autistas caracteriza uma síndrome materializa de forma  heterogênea com  diversos níveis de gravidade.

    Vale ressalta,  que criança  com autismo não atende por nome, nem olha nos olhos  das pessoas, isto são características próprias do autista. Entretanto, na educação física é excepcional para a interação do aluno autista na escola, porque contribui na socialização com as demais crianças, com isso colabora com o crescimento, visando o estímulo de sua coordenação motora lateralidade e a compreensão da criança.

    Levando-se em consideração a todos  esses aspectos,  o autista apresenta um bloqueio de se  relacionar com pessoas normais e manifestar sentimentos, uma vez que, não consegue atuar mutuamente com outras crianças.

    Por  fim, podemos  concluir que as crianças autistas procura viver um mundo diverso das crianças que não são autistas, pois não consegue controlar gesto como olhar dentro dos olhos, com isso dificultando estabelecer contato e característica de uma sociedade.

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    [1] Aluno do Curso de e Educação Física (Licenciatura) da Faculdade Patos de Minas (FPM) formando no ano de 2017.

    [2] Professora no curso de Educação Física da Faculdade Patos de Minas.  Mestre em Educação Física pela Universidade Federal de Uberlândia

    [3] American Psychiatric Association (2002). DSM-IV-R, Diagnostic And Statistical Manual of Mental Disorders (4a ed. revisada). Washington: APA.

    [4] Problemas de Comportamento em Crianças com Transtorno Autista. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/ptp/v27n1/a02v27n1 Acesso em: 16 set. 2017.

    [5] Rutter, M. (2005). Aetiology of autism: findings and questions. Journal of Intellectual Disability Research, 49, 231-235.

    [6] American Psychiatric Association (2002). DSM-IV-R, Diagnostic And Statistical Manual of Mental Disorders (4a ed. revisada). Washington: APA.

    [7] LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade; Técnicas de Pesquisas: planejamento e execução das pesquisas, amostragem e técnicas de pesquisa, elaboração, análise interpretação de dados. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2013.

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