Início Contabilidade O Contador como Consultor Financeiro no Mercado de Capitais

O Contador como Consultor Financeiro no Mercado de Capitais [1]

RC: 12590 -
O Contador como Consultor Financeiro no Mercado de Capitais [1]
5 (100%) 3 votes
37
0
ARTIGO EM PDF

SANTOS, Mislane Ribeiro dos [2]

SANTOS, Mislane Ribeiro dos. O Contador como Consultor Financeiro no Mercado de Capitais. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Edição 9. Ano 02, Vol. 01. pp 71-82, Dezembro de 2017. ISSN:2448-0959

RESUMO

Toda informação contábil é de suma importância e existem vários usuários desta, e no mercado de capitais não seria diferente, essas informações hoje são apresentadas à: investidores, fornecedores e outros credores, clientes, financiadores, instituições governamentais de todos os níveis, associações e sindicatos, empregados, controladores, acionistas, administradores da própria entidade e outros públicos em geral. O contador e visualizado como peça chave em tomada de decisões, com isso levar a sociedade ao conhecimento e estratégias que se possa aplicar ao investimento realizado, investimentos esse que não são realizados de forma correta, justamente pela falta de informação. Sendo assim o contador vem como ferramenta chave para tomadas de decisão demonstrando pontos positivos e negativos, melhores formas de rentabilidade como também seus percentuais de impostos dentro do mercado de capitais, afim de trazer benefícios aos seus usuários que assim como em qualquer empresa visam buscar menos despesas e maior  lucro.

Palavras-chave: Mercado de Capitais, Informação, Lucro.

1. INTRODUÇÃO

Uma sociedade que se modificar e se aprimora no seu mercado de possibilidades, é de extrema importância que o contador também se atualize a conseguir atender as necessidades das amplas oportunidades que venha a aparecer.

Todas as informações contábeis é de total importância e existem vários usuários desta, e no mercado de capitais não seria diferente, essas informações hoje são apresentadas à investidores, fornecedores e outros credores, clientes, financiadores, instituições governamentais de todos os níveis, associações e sindicatos, empregados, controladores, acionistas, administradores da própria entidade e outros públicos em geral.

A falta de profissionais, a atualização constante de informações, e, o grande número de empresas que não possuem uma visão mais especifica de seus investimentos e ações, foi o enfoque decisivo a escolha do assunto.

O contador pode servir como peça chave em tomada de decisões, com isso levar a sociedade ao conhecimento e estratégias que se possa aplicar ao investimento realizado, investimentos esse que não são realizados de forma correta, justamente pela falta de informação.

Neste contexto o presente artigo tem como problema de pesquisa:

Qual o papel do contador como consultor financeiro no mercado de capitais?

Afim de  demonstrar como o contador pode auxiliar através de analises os riscos financeiros que instituições correm ao fazer investimentos.

Como o bacharel em contábeis pode evidenciar a real situação das instituições em termos financeiros? Como as ferramentas contábeis podem auxiliar o contador no momento de aconselhar seus clientes, e em quais companhias investir ?

O objetivo geral da pesquisa e averiguar como o contador e indispensável em qualquer área, principalmente como se destaca na área financeira utilizando do seus conhecimentos para interpretar as melhores formas de investimentos e seus riscos no mercado de capitais, a fim de proporcionar ao interessados o resultados esperados.

Para a realização desde trabalho foram utilizados metodologias bibliográficas, que proporcionaram maior familiaridade com os problemas  levantados, com o objetivo de torná-los explícitos.

Lakatos e Marconi (2003, p.158), a pesquisa bibliográfica é um apanhado geral sobre os principais trabalhos já realizados, revestidos de importância, por serem capazes de fornecer dados atuais e relevantes relacionados com o tema. O estudo da literatura pertinente pode ajudar a planificação do trabalho, evitar publicações e certos erros, e representa uma fonte indispensável de informações, podendo até orientar as indagações.

2. REFERENCIAL TEÓRICO DA PESQUISA

2.1 Mercado financeiro.

O mercado financeiro apresenta-se como um dos setores de maior regulação de suas atividades pelas autoridades públicas. Nessa orientação, destacam-se no mercado financeiro brasileiro as iniciativas de regulação, como a criação do Mercado Novo no âmbito da BM&FBovespa, as práticas de Governança Corpo- rativa adotadas com o intuito principal de proteger os acionistas minoritários, o código de Proteção ao para um melhor desempenho, o Mercado Financeiro está subdividido em quatro mercados, a saber: Mercado Monetário, Mercado de Crédito, Mercado de Câmbio e Mercado de Capitais. As principais característica e funções de cada mercado: Consumidor vigente na economia, a Lei de Falências, entre outras iniciativas importantes. (NETO 2014, P57).

  • Mercado monetário: encontra-se estruturado visando ao controle da liquidez monetária da economia , e das taxas de juros fixadas pelas autoridades monetárias (NETO 2014, P63).
  • Mercado de crédito: visa fundamentalmente suprir as necessidades de caixa de curto e médio prazo dos vários agentes econômicos, seja por meio da concessão de créditos as pessoas físicas, seja por empréstimos e financiamentos as empresas (NETO 2014, P72).
  • Mercado de câmbio: o engloba a maioria das operações de compra e venda de divisas realiza- das pelas instituições bancarias autorizadas a operar em cambio (NETO 2014, P31).
  • Mercado de capitais: Caracteriza-se, como o segmento do mercado financeiro onde são criadas as alternativas para que as empresas captem recursos diretamente dos investidores, através da emissão de instrumentos financeiros, com o objetivo principal de financiar suas atividades ou viabilizar projetos de investimentos (COMISSÃO DE VALORES MOBILIARIOS,2014 p36).

2.2 Mercado de capitais.

Como já abordado inicialmente, o mercado de capitais faz parte do mercado financeiro e, assume papel dos mais relevantes no processo de desenvolvimento econômico. É o grande municiador de recursos permanentes para a economia, em virtude da ligação que efetua entre os que têm capacidade de poupança, ou seja, os investi- dores, e aqueles carentes de recursos de longo prazo, ou seja, que apresentam déficit de investimento (NETO 2014, P82).

O mercado de capitais, conhecido também como mercado de ações, onde são realizadas compra e vendas de ações, valores mobiliários e títulos, se divide em dois segmentos: o mercado primário e o mercado secundário, ocupando assim uma função fundamental no desenvolvimento econômico do país, atuando como  peça chave em investimentos de organizações.

A operação de mercado primário se da o lançamento de novas ações. Quem vende as ações é a companhia, captado recursos para se financiar. Ocorre a canalização direta dos recursos monetários superavitários, disponíveis aos poupadores, para o financiamento das empresas, por meio da colocação (venda) inicial dos títulos emitidos. No mercado primário as empresas buscam mais efetivamente, os recursos necessários para a consecução de seu crescimento, promovendo, a partir do lançamento de ações, a implementação de projetos de investimentos e o consequente incremento da riqueza nacional (RASSIER e HILGERT, 2012 p.38 e 39). Em palavras de Pinheiro (2009, p.175) “o mercado primário de ações é onde se negocia a subscrição (venda) de novas ações ao público, ou seja, no qual a empresa obtém recursos para seus empreendimentos.”.

Já no mercado secundário, são estabelecidas também denominado merca renegociações entre os agentes econômicos dos títulos adquiridos no mercado primário. Os recursos provenientes das negociações realizadas nesse mercado não são transferidos para o financiamento das empresas, sendo identificados como simples transferência entre os investidores. A função essencial do mercado secundário é dar liquidez ao mercado primário, viabilizando  o lançamento de ativos financeiros (RASSIER e HILGERT, 2012 p. 39).

 2.3 A importância do contador como consultor financeiro no mercado de capitais.

Em tempos passados a figura do contador era vista apenas atrás de uma mesa, dentro de uma contabilidade apenas para informar situações empresarias, assinar balanços, atualizar informações fiscais, e fazer lançamentos diários de débito e crédito. Com o passar dos anos foi visto que o contador pode exercer atividades dentro e fora da contabilidade, uma delas é passar a ser, e ser visto pelos seus cliente a figura de um consultor.

O Contador é um profissional habilitado a trabalhar com a área econômica, financeira, e patrimonial de uma ou várias empresas. É dever desse profissional se adequar as leis que estão relacionadas ao patrimônio das pessoas jurídicas, como também aos prazos dos impostos que as entidades devem seguir para que não haja pendências com o fisco , além de interpretar de forma correta, as informações coletadas para, que assim, venha a  ter noção das atitudes a serem tomadas para o crescimento da empresa (ou das empresas).

Toda empresa precisa possuir alguém responsável pela área contábil, o que na pratica muitas empresas possuem esses profissionais de modo terceirizado, pois a maioria das empresas acreditam que esses profissionais servem apenas para cálculos e recolhimentos de impostos e gerar informações básicas.

O mercado de capitais está em constante evolução, o que soa positivamente para o profissional contábil que busca se a perfeiçoar na área. O mercado de capitas contem informações que dão ao contador um destaque maior perante demais profissões, desde a analise de informações contábeis de cada empresa, a questões tributarias que também são exigidas no mercado financeiro como em todos os aspectos empresarias de demais áreas.

Graças a diversidades de conhecimentos adquiridos o contador pode trabalhar em diversas áreas, como por exemplo: Auditoria (independente, interno externo) assessoria (prestação de serviços), professor, escrituração contábil (fiscal ou pessoal), analista no setor contábil, perito contábil, sócio ou proprietário de escritório contábil, dentre outros.

Quando se fala no profissional contábil facilmente se encontra uma colocação no mercado de trabalho, pois toda pessoa jurídica necessita de suas informações conhecimentos e ferramentas. O que poucos conhecem que além de informações voltadas a escrituração contábil ou voltada ao setor fiscal, o contador também é um profissional capacitado a prestar serviços na acessória financeira voltada a investimentos.

Para desempenhar suas funções no mercado de capitais o contador necessita de conhecimentos específicos, para que se traga confiança e veracidade nas informações apresentadas aos clientes na tomada de decisão.

2.4 Conhecimentos necessários ao consultor financeiro.

Consultoria é um processo interativo de um agente de mudanças externo à empresa, o qual assume a responsabilidade de auxiliar os executivos e profissionais da referida empresa nas tomadas de decisões, não tendo, entretanto, o controle direto da situação (OLIVEIRA, 2015 p.4). A consultoria realizada dentro dos padrões pode proporcionar soluções e métodos que a organização adotará, e usará no seu dia a dia.

Para ser um consultor financeiro é necessário que a principio  se encontre  o objetivo que seu cliente deseja chegar, sendo assim reunindo dados  a serem analisados dentre outras atividades, afim de colocar a entidade dentro de um padrão financeiro desejado. O contador por possuir tais conhecimentos, precisa apenas aprimora-los e seguir um proposito fundamental que já e da contabilidade em geral, que é transmitir informações seguras aos seus usuários, para auxiliar nas tomadas de decisão

E perceptível como o profissional contábil está apto a trabalhar no mercado financeiro, a contabilidade é uma ferramenta de fundamental importância para a gestão de um empreendimento. Por meio dela é possível se extrair uma série de informações importantes para a tomada de decisão, controlar e acompanhar as operações, além de facilitar o planejamento como um todo (URANO 2011).

Cabe ao contador também averiguar de forma concreta as informações tributárias, pois em questões de investimentos se tem o IR, ou imposto de renda, e o IOF, ou Imposto sobre Operações Financeiras, onde quando se trata de mercado financeiro suas formas de cobrança, para o IR e voltado a aplicações e outros tipos de investimento, já no IOF é cobrado em operações de crédito, câmbio e seguro ou relativas a títulos ou valores mobiliários.

Além disso ele deve usar seus conhecimentos técnicos e práticos para avaliar os objetivos, expectativas e necessidades de cada cliente visando desenvolver e apresentar estratégias de investimento adequadas ao perfil de cada um (ÁVILA, CFP, MAIOR, 2015).

Conhecimentos que estão sempre ligados a informações financeiras e consequentemente contábeis, tais como:

  1. Diagnostico inicial: Que é a avalição dos recursos financeiros da empresa, como também a avaliação do perfil da empresa para com o investimento.
  2. Analisando a carteira de investimentos: Levando o cliente a um investimento seguro, rentável e com um custo baixo.
  3. Acompanhamento periódico: Atualização constante das informações contábeis financeiras a respeito de determinado investimento.

O contador ao atuar como consultor financeiro, se caracteriza como intermediador financeiro. O intervencionista financeiro atua buscando exercer funções para se atingir metas de crescimento do sistema econômico. Os intervencionistas atuam em diversas áreas a fim de ampliar as oportunidades de forma a gerar crescimento econômico ou evitar perdas no momento de suas necessidades. Além disso intermediador financeiro tem o papel de fornecer informações para maximizar os resultados, sendo assim evitando um possível alocação de recursos ineficiente e desnecessário.

2.4.1 Tipos de investimentos.

Segundo o portal do investidor as formas de investimentos se enquadram em valores mobiliários são:

  • Ações,
  • Debêntures,
  • Fundos de investimentos e clubes de investimento.
  • Poupança CDB’s e RDB’s e títulos públicos.

As ações constituem a menor parcela (fração) do capital social de uma sociedade anônima. São valores caracteristicamente negociáveis e distribuídos aos subscritores (acionistas) de acordo com a participação monetária efetivada (NETO 2014, P83).

Debêntures são títulos de dívida de longo prazo emitidos por sociedades por ações e destinados, geralmente, ao financiamento de projetos de investi- mentos (fixo e giro) ou para alongamento do perfil de endividamento das empresas. Constitui-se, em essência, num instrumento no qual o tomador de recursos (emitente do título) promete pagar ao aplicador(debenturista) o capital investido, acrescido de juros, em determinada data previamente acertada (NETO 2014, P86).

As debêntures asseguram aos seus titulares um direito de crédito contra a companhia nas condições constantes da escritura de emissões e do certificado, havendo preferência quanto ao recebimento do capital aplicado. Prestam-se ao carregamento de recursos para o financiamento de capital fixo e de giro das empresas. As debêntures podem ser emitidas por sociedades por ações (sociedades anônimas ou em comandita por ações), de capital aberto ou fechado (PINHEIRO 2009, p. 213).

Os Fundos de Investimento representam grupos de investidores (condomínios) e oferecem a comodidade de administrar seus recursos monetários de maneira profissional, sem necessidade de os participantes dominarem técnicas de analise mais sofisticadas e manter grande fluxo de informações relativas ao mercado de capitais. Ao operarem com alto volume de recursos provenientes de diversos investidores, os Fundos podem ainda obter, em conjunto, condições mais favoráveis de negociação do que se cada cotista fosse atuar isoladamente no mercado (NETO 2014, P347).

O Clube de Investimento é formado por investido- res (pessoas físicas) que têm por objetivo constituir uma carteira diversificada de títulos e valores mobiliários, mediante a aplicação de recursos financeiros próprios. A constituição do clube é processada me- diante aprovação e assinatura, por seus membros, do estatuto social, o qual regulará sua conduta e procedimentos de atuação ( NETO 2014, P53).

A Caderneta de Poupança é considerada a modali- dade de investimento mais tradicional do Brasil, clas- sificada como conservadora por oferecer baixo risco e, também, menor retorno, principalmente se compa- rado com outros tipos de aplicações financeiras. Cos- tuma atrair investidores de menor renda( NETO 2014, P90).

O certificado de depósito bancário (CDB) é uma obrigação de pagamento futura de um capital apli- cado em depósito a prazo fixo em instituições financeiras (bancos comerciais ou múltiplos e bancos de investimento e desenvolvimento). Esses recursos destinam-se, basicamente, ao financiamento de capital de giro das empresas. As emissões desses títulos são feitas em função do volume de crédito demandado pelas empresas ( NETO 2014, P90).

Os Títulos Públicos constituem-se em alternativa de investimento para o mercado e são registrados como divida mobiliaria. Os títulos estaduais e municipais apresentam baixa liquidez no merca- do, tendo uma circulação mais restrita. Os títulos públicos federais, ao contrário, têm maior aceitação e liquidez ( NETO 2014, P66).

2.4.2 Riscos de Investimentos.

Contador consegue orientar a respeito do que cada tipo de risco pode trazer, demostrando o melhor caminho que cada determinada empresa pode buscar, como de uma forma simples apresentar a rentabilidade de cada investimento a fim de demonstrar as empresas qual o melhor caminho se investir  e informar o que toda empresa espera de seus investimentos que são seus índices de liquidez.

Entende-se como risco a probabilidade da ocorrência de prejuízos financeiros advindos de determinado investimento ou a variabilidade dos retornos esperados de um dado ativo (SOUZA ,2003,p157). Em outras palavras, o risco é a chance de futuramente arrecadar lucros de um investimento realizado hoje. Classifica- se os riscos em:

  • Risco de mercado está relacionado com o preço que o mercado estipula para ativos e passivos nego- ciados pelos intermediários financeiros, ou seja, com o comportamento verificado no preço de um bem no dia a dia. Este risco exprime quanto pode ser ganho ou perdido quando da aplicação em contratos e outros ativos diante de mudanças em seus preços de negociação (NETO 2014, P154).
  • Risco de liquidez está relacionado com a disponibilidade imediata de caixa diante de demandas por parte dos depositantes e tomadores (titulares de passivos) de uma instituição financeira (NETO 2014, P155).
  • Risco operacional a gestão de risco pode ser entendida como um processo de medição e controle dos riscos presentes nas atividades normais de uma organização. O gerenciamento envolve pessoas, sistemas e padrões de controle (NETO 2014, P155).
  • Risco de crédito é a possibilidade de uma instituição financeira não receber os valores (principal e rendimentos e juros) prometidos pelos títulos que mantém em sua carteira de ativos recebíveis. Como exemplos desses ativos apontam-se principalmente os créditos concedidos pelos bancos e os títulos de renda fixa emitidos pelos devedores (NETO, 2014 P153).
  • Risco de Câmbio surge quando uma instituição que tenha aplicado no exterior, por exemplo, verifica a tendência de a moeda desse país se desvalorizar em relação à moeda de sua economia, determinando um retorno menor na operação. Este risco pode também ser chamado de risco de variação cambial(NETO,2014 P156).

CONCLUSÃO.

Com a elaboração deste trabalho foi perceptível que o mercado de capitais cresceu consideravelmente, e com isso a necessidade de melhores informações para que se tome decisões coerentes para que se possa fazer investimentos seguros e rentáveis.

Outro item importante, foi verificado a necessidade de inclusão desses profissionais no rol de atividades de investimentos  oferecidas ao empresário pelo profissional contábil, que conhece de dados financeiros e consegue interpretar com mais facilidade e clareza relatórios, e com  informações orientar as melhores aplicações e investimentos dos recursos da empresa.

Como fora observado, o conhecimento nas informações contábeis para uma analise concreta dos investimentos leva a concluir que o contador não só auxilia nas informações para tomada de decisão como também se classifica como peça chave nesse novo mercado de oportunidades agindo de certa forma como um “conselheiro” a respeito dos investimentos num mundo tão extenso e tão pouco conhecido, que é o mercado de capitais.

O contador possui conhecimento em dados que possibilitam ao investidor entender toda a atmosfera em que a empresa está inserida, onde se consegue também transformar todas as informações em um bom e rentável investimento. Com isso, percebe-se que o curso de ciências contábeis permite ao bacharel um vasto conhecimento e faz com que este profissional se torne cada vez mais importante nas tomadas de decisão.

REFERÊNCIAS.

ÁVILA Daniel, CFP, Maior Sotto Felipe.  CONSULTORIA de informações : O que é e como funciona, 2015. Disponível em: https://verios.com.br/blog/consultoria-de-investimento-o-que-e-e-como-funciona/ acessado em 12 de maio de 2016.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Pesquisa. In:  Técnica de Pesquisa. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2003.

MERCADO de valores mobiliários brasileiro 3ºed. Rio de Janeiro: Comissão de valores mobiliários ,2014.

NETO, Alexandre, Assaf. Mercado Financeiro. 12º edição, São Paulo: Atlas S.A,2014.

OLIVEIRA de, Rebouças Pinho de Djalma /Manual de consultoria Empresarial – 13ºedição, Atlas 2015.

PINHEIRO, Juliano Lima. Mercado de Capitais: Fundamentos e Técnicas. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2009.

RASSIER Hirt ,Leandro; Hilgert Paulo Silvio / Aprenda a Investir na Bolsa de Valores – Curitiba: IESDE Brasil S.A, 2012.

SOUZA, de Acilon Batista. Projeto de investimentos de Capital. 1ª ed, São Paulo: Atlas,2003.

URANO, Vitor. Para que serve essa tal de contabilidade? 2011.Disponível em: http://controlefinanceiro.granatum.com.br/empreendedorismo/para-que-serve-essa-tal-contabilidade/. acessado em 08 de maio de 2016.

[1] Trabalho de Conclusão de Curso de Ciências Contábeis, apresentado como requisito parcial à obtenção do grau de Bacharel  do Curso de Ciências Contábeis da Faculdade Independente do Nordeste de Vitória da Conquista – BA.

[2] Bacharel  do Curso de Ciências Contábeis da Faculdade Independente do Nordeste de Vitória da Conquista – BA.

Como publicar Artigo Científico

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here